sábado, 26 de julho de 2008

Pedras de Pequim: RÚSSIA


Grande potência da modalidade, a Rússia ainda reescreve sua história nos Jogos Olímpicos. Em 1992, muitas jogadoras russas estavam na seleção da CEI, que ficou com o ouro em Barcelona-92. De volta aos Jogos, as russas falharam em alcançar as semifinais em Atlanta-96 e Sydney-00 (nessa última, eliminadas pelo Brasil). Doze anos depois, o time voltou ao pódio, em Atenas-04, quando bateu o Brasil na decisão do bronze.

Já em Mundiais, o time vem de três pratas consecutivas (98, 02 e 06).

Em Pequim, a meta do time de Igor Gudin é chegar mais longe. A histórica vitória sobre as americanas nas semifinais do Mundial do Brasil-06 é o grande impulso para a nova geração russa. Grudin acredita que, enfim, seu time está alcançando a maturidade, incorporando maior habilidade na defesa e mantendo sua característica de velocidade, mas sem apelar para o tentador pecado da precipitação.

Um dos grandes empecilhos para que as russas apresentem uma maior regularidade em quadra tem sido o próprio basquete russo. Com o reaquecimento da liga local, o aumento de investimentos trouxe uma legião de estrangeiras de altíssimo nível para os clubes russos. Muitas delas acabam diminuindo a participação das russas nos times. As que continuam jogando enfrentam uma temporada longa, extremamente desgastante, que concilia viagens pela SuperLiga Russa e pelos torneios continentais (EuroLiga ou EuroCopa).

Entre as vitimadas por esse esforço excessivo, está a grande estrela do time, a pivô Maria Stepanova, de 29 anos e 2,03m. Temendo não tê-la em condições ideais, Grudin concedeu um descanso à pivô antes do início da preparação olímpica, assim como fez antes do Europeu-07, quando a Rússia conquistou o ouro, batendo a Espanha, na final. Um bom rendimento de Stepanova é fundamental para a seleção. A pivô domina com maestria o garrafão, colecionando double-doubles (no Europeu, teve médias de 13,8 pontos e 10 rebotes) e atormentando as adversárias com seus tocos. Por duas vezes consecutivas eleita a melhor jogadora da Europa, a pivô defende o CSKA desde 2003. Em entrevista durante o Europeu, Stepanova tentava explicar as oscilações da equipe, que havia caído contra a Sérvia: "É uma questão psicológica. Precisamos perder, para só então reagir e ganharmos."

A irregularidade já apareceu na fase de preparação, com uma derrota inesperada para a Espanha, nessa semana.

Ao lado de Stepanova, haverá uma estreante na seleção russa disputando os holofotes. E nem russa ela é. A excelente armadora americana Becky Hammon, 31 anos e 1,68m, será o grande trunfo do técnico Grudin. Rejeitada pela comissão técnica americana, Becky aceitou a proposta de defender a Rússia, onde joga durante suas férias na WNBA (também no CSKA). Em meio à polêmica decisão, Becky tem feito uma temporada muito boa pelo San Antonio, com médias de 18 pontos e 5 assistências por jogo. Resta saber como ela será incorporada à seleção e em que ponto o curto período de treinamento irá prejudicá-la. Becky ficou com a vaga que, no Mundial, pertenceu à Ekaterina Demagina.

A segunda estrela genuinamente russa é a armadora Ilona Korstine, 28 anos, 1,83m. Veloz, bela e extremamente graciosa em quadra, Korstine capta as atenções. Tem um bom entendimento com Stepanova, com quem joga também no clube (o CSKA) e um excelente posicionamento de rebote. Seu jogo ainda peca no fraco aproveitamento de três pontos, algo que ela vem tentando melhorar. Justamente aí deve residir uma dos grandes vantagens que Becky poderá oferecer às russas: maior fôlego nos tiros de longa distância.

A disputa na armação esquenta ainda mais com a presença da veterana Oxana Rakhmatulina, 32 anos, 1,80m. Embora pontue com eficiência e tenha sido a cestinha na histórica vitória contra as americanas, em 2006; Oxana se sacrifica em nome do equilíbrio da equipe, na qual funciona como uma grande líder, dentro e fora da quadra. Joga no Ekaterimburg.

Nas laterais, a Rússia tem um desfalque importante: Olga Arteschina, 26 anos, grávida. Não falta, no entanto, qualidade às suplentes.

Uma das candidatas é Natalia Vodopyanova, 27 anos, 1,88m, que desfalcou a seleção nos amistosos dessa semana. Apesar de ser uma ótima jogadora, não conseguiu se firmar na WNBA. Depois de quatro temporadas na Polônia, voltou ao basquete russo. Defendeu o Ekaterimburg, na última temporada. Apesar de colaborar muito no poder de rebote da equipe, tem deixado a desejar no ataque.

A ala Svetlana Abrosimova, 28 anos e 1,88m é a outra grande opção. Jogou no universitário americano pela Universidade de Connecticut, sendo selecionada pelo Minnesota Lynx na sétima escolha do draft de 2001. Decidiu não jogar a temporada 2008 da WNBA para se recuperar de uma pequena lesão no tornozelo e poder treinar com a seleção. Evoluiu muito na temporada de 2007 da WNBA, onde teve médias de 10,2 pontos, 4,4 rebotes e 2,5 assistências. Atualmente no Spartak, Abrosimova tem trajetória discreta com a seleção russa, principalmente pelos conflitos com o técnico anterior (Vadim Kapranov).

A ala-pivô Tatiana Schegoleva deve ser presença certa no garrafão ao lado de Stepanova. Aos 26 anos, com 1,92m, Tatiana usa a agilidade como sua principal característica. A leveza, no entanto, às vezes lhe desfavorece em garrafões com adversárias corpulentas. Conhecida por ser extremamente guerreira, causou sensação na Rússia, no ano passado, quando bloqueou um chute de Vitali Fridzon, armador russo, em uma partida comemorativa. Também defendeu o Spartak, na última temporada.

No banco, Marina Karpunina, armadora, 24 anos, 1,78m busca seu espaço em meio à dura concorrência no clube (Spartak) e na seleção. Situação bastante semelhante vive sua xará, Marina Kuzina, pivô, 23 anos, 1,85m, do Dynamo de Moscou.

Filha do assistente técnico da seleção, a ala Irina Sokolovskaya, 23 anos, 1,87 não participou do último Mundial, quando a eleita foi Elena Karpova. Com pouco espaço no CSKA (8 minutos em média, na EuroLiga), tem procurado se aprimorar nos arremessos de longa distância.

Destaque da fase inicial de preparação, a pivô Irina Ossipova, de 27 anos e 1,96m é conhecida pelo temperamento difícil, que acabou limitando seu crescimento nos clubes e na seleção. Defende o Spartak.

Completando o plantel, há Ekaterina Lisina, a mais jovem do grupo. A ágil Lisina, pivô, de 1,98m e 21 anos, saiu cedo da Rússia. Foi jogar no Pécs, da Hungria, aos 16 anos. Em uma partida da EuroLiga, enfrentou o CSKA, de Stepanova e chamou a atenção ao dar 2 tocos na compatriota. Atuações como essa garantiram um lugar à jovem no time russo no Mundial-06. Hoje, Lisina joga no antigo rival CSKA.

A estréia da Rússia, no dia 9 de agosto, é contra a Letônia. Depois, enfrenta a Coréia (11), a Bielorrússia (13), o Brasil (15) e repete a decisão do último Mundial com a Austrália (17).

Brasil não tem chances em partida contra os Estados Unidos na Copa América Sub-18


Encarando a favorita seleção americana na Copa América Sub-18, a seleção do técnico Tarallo não teve chances, iniciando o jogo com uma derrota por 35 a 10, no primeiro quarto.

Voltou a perder o quarto seguinte (21-12).

Na segunda metade, sofreu menos (19-14 e 21-15), finalizando com a derrota por 96-51.

A pivô Cristiane teve 10 pontos e a ala Leila, 8.

A seleção brasileira volta à quadra neste domingo (14 horas de Brasília) para enfrentar Porto Rico.

— Sabíamos que a vitória seria muito difícil e perdemos para a equipe que é a favorita ao título da competição e que, com certeza, vai brigar por uma medalha no Mundial. Aproveitei a partida para dar mais experiência para algumas jogadoras e corrigir alguns aspectos ofensivos e defensivos para o nosso último jogo na Copa América. A seleção de Porto Rico, apesar de ter sido derrotada nas três primeiras rodadas, é um adversário que merece todo respeito. Vamos entrar muito mais concentrados e imprimir o ritmo de jogo desde o início para evitar qualquer surpresa. A vitória irá garantir ao Brasil a medalha de bronze e consolidar a vaga no Campeonato Mundial — explicou o técnico Luiz Cláudio Tarallo.

De acordo com o regulamento, as seleções se enfrentam em turno único, sendo campeã a equipe que somar o maior número de pontos. As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

ESTADOS UNIDOS (35 + 21 + 18 + 21 = 96)

Bone (8pts), Boothe (12), Faris (5), Speed (9) e Tinkle (9). Depois: Prahalis (3), Stricklen (11), Diggins (13), Corral (8), Ogwumike (13), Brewer (1) e Kizer (4). Técnica: Carol Owens.

BRASIL (10 + 12 + 14 + 15 = 51)

Tássia (2pts), Patrícia (6), Tatiane (2), Fabiana (4) e Cristiane (10). Depois: Monica (3), Débora (0), Bruna (6), Leidilania (5), Tainá (5), Leila (8) e Joseane (0). Técnico: Luiz Claudio Tarallo.

Tropa de Elite

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Tá achando que é brincadeira?

Isso é apenas parte da preparação das australianas para as Olimpíadas!

Confira mais fotos: aqui!

Érika volta e trio de brasileiras na WNBA joga bem

E, finalmente, Érika retornou às quadras.

Ufa!

Foi ontem, na derrota do Atlanta Dream para o Washington Mystics (75-81).
A pivô somou 12 minutos, em quadra, registrando 6 pontos (2pts 2/5 LL 2/2), 4 rebotes, 2 tocos, 1 recuperação, 4 faltas e 1 erro.

Depois de uma atuação desastrosa no meio da semana, Iziane voltou a ser a cestinha do Atlanta. A ala marcou 23 pontos (2pts 5/11, 3pts 2/4 e LL 7/7). Ainda pegou 6 rebotes, deu 2 assistências, 1 toco e recuperou 1 bola. Teve 5 erros e 1 falta.
Foi a vigésima terceira derrota do Atlanta, time de pior campanha na liga.

A cestinha do Mystics foi Taj McWilliams, com 13 pontos.

Em Phoenix, o Seattle perdeu para o Mercury, por 94 a 80.
Kelly conseguiu aproveitar bem os menos de 5 minutos a que teve direito. Marcou 4 pontos (2pts 1/2 LL 2/2), pegou 4 rebotes e deu 2 assistências.

Do outro lado, Diana Taurasi brilhou, com 31 pontos.

Com 16 vitórias e 0 derrotas, o Seattle é o segundo colocado na Conferência Oeste.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Entrevista - Claudinha (CBB)


Ela já tem a medalha olímpica, o bronze em Sydney (2000). Oito anos depois, Claudinha vai em busca de mais uma. Nascida no Guarujá, São Paulo, Claudia Maria das Neves é a jogadora mais experiente do grupo que vai a Pequim. A armadora defendeu o Brasil em dois Campeonatos Mundiais (Alemanha/1998 e China/2002), foi campeã em duas Copas Américas (São Paulo/1997 e Maranhão/2001) e tem quatro títulos sul-americanos (1993, 1997, 1999 e 2008). Já passou pela WNBA, Espanha e há seis anos está na França. Na temporada 2007, Claudinha mostrou que vestir a camisa verde e amarela tem muito valor. A jogadora não mediu esforços para garantir a vaga olímpica para o Brasil. Foi e voltou da Europa em seis dias para ganhar entrosamento e ritmo. E o esforço não foi em vão. Claudinha ajudou a classificar o Brasil para a quinta Olimpíada consecutiva e a segunda de sua carreira.

Como é a sua vida na França?

E bem parecida com a que eu levava no Brasil. Tenho treino duas vezes por dia na quadra em ritmo forte. Gosto do meu técnico, ele é muito bom. A gente treina muito arremesso e ataque, o que é comum na Europa. A musculação é que fica um pouco a desejar, mas isso é padrão em todas as equipes européias.

Você sente diferença de treinamento quando chega na seleção?

Sinto um pouco. Na parte técnica não, mas na física sinto bastante. Na França, a gente malha somente uma vez por semana e eu chego na seleção, o trabalho é muito mais intenso. Na última semana de treinamento em São Paulo, tivemos musculação quatro dias. Fico com a musculatura bem fortalecida. Para a próxima temporada francesa, vou insistir para ir à academia pelo menos duas vezes por semana.

Já são seis temporadas na França, sendo que quatro defendendo o Montpellier. Em 2007, foi para o Clermont Ferrand. Como foi a mudança?


Eu cheguei num momento de renovação no Clermont. Do time antigo, só tinham ficado três jogadoras. Até o técnico era novo. Dessa maneira, não me senti deslocada. A grande maioria estava na mesma situação.

Este ano foi uma maratona para defender a seleção. Você saiu da França para o Equador, onde disputou o Sul-Americano. Depois foi do Equador para a Espanha, onde garantiu a vaga olímpica. Qual foi a sua motivação para essas viagens?

Quando o Bassul me chamou para a seleção este ano, eu já sabia que ia ser essa loucura. A gente vive num vai-e-vem constante. O campeonato francês termina tarde e quando acaba, temos uma série de questões burocráticas para resolver. Sempre perco uma parte de treinamento da seleção. Mas para chegar bem no Pré-Olímpico, fui para o Equador ganhar entrosamento e ritmo de jogo no Sul-Americano. Apesar de cansativa, a viagem valeu a pena porque depois cheguei bem no Pré-Olímpico de Madri. Acho que a vaga olímpica é motivação suficiente para enfrentar qualquer situação.


Você gosta da rotina da seleção?

Gosto sim. Não é muito diferente do que a gente vive no clube. Há anos faço a mesma coisa. Mas é bom quando tem folga de dois ou três dias, que a gente pode ir para casa. Mesmo com a ótima convivência que temos umas com as outras, é sempre bom ter uns dias longe. Além disso, a nossa casa é sempre melhor que hotel.

O Brasil estréia contra a Coréia nos Jogos Olímpicos de Pequim no dia 9 de agosto. Que analise você faz desse jogo e dos outros adversários?


Contra a Coréia, temos que jogar bem com as pivôs dentro do garrafão e trocar bastante na defesa. As coreanas corem muito, o jogo delas é na velocidade e nos arremessos de fora. Nenhum time é imbatível. É claro que Austrália e Rússia são adversários fortíssimos, mas o Brasil já venceu essas duas equipes algumas vezes. O time do Brasil não é o mesmo, mas o campo é neutro e tudo pode acontecer. Acho até bom nós chegarmos desacreditadas. Podemos surpreender a todos.


O que você gosta de comprar nos países que visita?

Eu adoro comprar. Sou uma consumidora assumida. Adoro comprar bolsas e perfumes. Quando estive em Ibiza, na Espanha, que é livre de imposto, eu trouxe muita coisa. Não sei o que vou comprar na China, talvez uma máquina fotográfica. Mas dizem que por conta da Olimpíada, as coisas não estão muito baratas. Parece que aumentaram os preços de tudo. Vamos ver quando eu chegar lá.

E o que faz nas férias no Guarujá?


Assim que chego, deixo o carro na garagem e pego minha bicicleta vermelha com cestinha. A família toda anda de bicicleta. Alias, todo mundo no Guarujá se locomove assim. Gosto de ir à praia, relaxar. Mesmo quando não tem sol, vou molhar o pé na água. Tem dias que vou correr, outros que fico estirada na areia, tomando sol.

Com 37 pontos de Patrícia, Brasil bate Venezuela


Pela terceira rodada da 6ª Copa América – Pré-Mundial Sub-18 Feminina de Basquete, que está sendo disputada em Buenos Aires, na Argentina, o Brasil venceu a Venezuela por 89 a 76 (46 a 30 no primeiro tempo), com 37 pontos da cestinha Patrícia Ribeiro. A principal pontuadora venezuelana foi Roselis Serrano, com 20 pontos. Com o resultado, o Brasil soma cinco pontos em três jogos (duas vitórias e uma derrota) e está próximo de garantir a vaga para o Mundial 2009.

A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, volta à quadra neste sábado (15h de Brasília) para enfrentar os Estados Unidos. No domingo, no mesmo horário, o Brasil encerra sua participação contra Porto Rico. De acordo com o regulamento, as seleções se enfrentam em turno único, sendo campeã a equipe que somar o maior número de pontos. As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

BRASIL (26 + 20 + 24 + 19 = 89)

Tássia (19pts), Patrícia (37 e 6 assistências), Tatiane (0), Bruna (3) e Cristiane (14 e 12 rebotes). Depois: Débora (8), Mônica (0), Fabiana (4) e Leidilania (4). Técnico: Luís Claudio Tarallo.


VENEZUELA (17 + 13 + 21 + 25 = 76)

Corrales (12pts), Serrano (20), Requena (0), C. Blanco (17) e Padilla (4). Depois: Pitter (0), Morillo (11), Verenzuela (0), G. Blanco (9), Coronado (0), Rodriguez (3) e Pacheco (0). Técnico: Eduardo Gil.

"Atuar pelo seu país é mais que um prazer. É uma honra e um dever."


É um conforto saber que ainda há quem pense assim e que eu não devo estar tão velho e ranzinza.

A frase é do alemão Dirk Nowitzki, em entrevista à Fábio Balassiano.

Técnico russo define as 12 jogadoras que vão aos Jogos de Pequim

O técnico da seleção russa, Igor Grudin, anunciou nesta quinta-feira, após a final da Copa VTB, as 12 jogadoras convocadas aos Jogos de Pequim. Entre as convocadas, está a americana Becky Hammon. Confira a lista completa com os nomes:

Becky Hammon (WNBA - San Antonio Silver Stars/ CSKA Moscow)
Ekaterina Lisina (CSKA Moscow)
Ilona Korstin (CSKA Moscow)
Irina Osipova (Spartak Moscow)
Irina Sokolovskaya (Vologda-Chevakata)
Maria Stepanova (CSKA Moscow)
Marina Karpunina (Spartak Moscow)
Marina Kuzina (Dynamo Moscow)
Natalia Vodopyanova (UMMC Ekaterinburg)
Oxana Rakhmatulina (UMMC Ekaterinburg)
Svetlana Abrosimova (UMMC Ekaterinburg)
Tatyana Schegoleva (Spartak Moscow)

Detroit Shock e sua jogadora de 50 anos

O Detroit Shock perdeu para o Houston Comets por 61 a 79. Entre as jogadoras do Shock, estava Nancy Lieberman, de 50 anos. Lieberman, aposentada desde 1997, assinou um contrato de 7 dias com a equipe. Na partida, ela jogou durante 9 minutos, não marcou nenhum ponto, deu 2 assistências e teve 2 desperdícios de bola. O Shock não contou com três jogadoras em seu elenco, Plenette Pierson, Kara Braxton e Tasha Humphrey, que cumpriram suspensão pela confusão causada no jogo contra o Los Angeles.

Outros Jogos:

O Connecticut Sun venceu o Los Angeles Sparks por 87 a 61. Pelo Sun, Lindsay Whalen marcou 22 pontos e deu 4 assistências. A francesa Sandrine Gruda marcou 16 pontos e pegou 4 rebotes. Na ausência de Candace Parker, Lisa Leslie, DeLisha Milton-Jones e Shannon Bobbitt, que cumpriram suspensão, Temeka Johnson foi a cestinha do Sparks com 11 pontos, 5 assistências e 4 rebotes.

O Minnesota Lynx venceu o Indiana Fever, na prorrogação, por 84 a 80. Pelo Lynx, Seimone Augustus marcou 25 pontos e pegou 4 rebotes. Nicky Anosike marcou 11 pontos, pegou 10 rebotes e roubou 5 bolas. Pelo Fever, Tamika Catchings marcou 17 pontos, deu 9 assistências e pegou 4 rebotes. Durante a partida, o Lynx perdeu duas jogadoras, Candice Wiggins, com dores nas costas, e Charde Houston, com uma lesão no joelho.

O San Antonio Silver Stars venceu o Chicago Sky por 78 a 67. Pelo San Antonio, Sophia Young marcou 20 pontos e pegou 8 rebotes. Becky Hammon marcou 14 pontos e Erin Buescher marcou 13. Pelo Sky, Candice Dupree marcou 20 pontos e pegou 10 rebotes.

O Sacramento Monarchs venceu o Phoenix Mercury por 83 a 74, e conquistou sua sexta vitória consecutiva. Pelo Monarchs, Rebekkah Brunson foi o destaque com 18 pontos e 11 rebotes. Kara Lawson contribuiu com 15 pontos e 7 assistências. Pelo Mercury, Cappie Pondexter foi a cestinha com 23 pontos marcados.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Sobre Fernanda, Natália, Karina, Jaqueline e a grande Grazi


Quando Paulo Bassul divulgou sua lista com dezesseis nomes para os Jogos de Pequim, comentei aqui que eram poucos os segredos ocultos naquela convocação.

Aos primeiros dias de treino, iniciei uma enquete no blog, que perguntava quais deveriam ser os quatro cortes finais na equipe. Os nomes apontados foram o da pivô Karina Jacob (com 63% dos votos), o da ala Jaqueline (57%) e o da armadora Natália (49%). E essas três atletas foram os primeiros cortes de Bassul, anunciados na semana passada.

Apesar dessa previsibilidade, cortes são sempre polêmicos, questionáveis e - de algum ponto de vista - injustos. Ainda mais quando o evento em questão é uma Olimpíada. Muita gente ainda deve ter na memória a repercussão dos cortes de Nádia (1996) e Cíntia Luz (2000).

Karina e Jaqueline eram cortes previstos, mas ambas têm tudo para freqüentar as próximas convocações. Karina se apresenta com uma grande opção para a posição que Êga e Mamá ocupam hoje, se mantiver a boa fase que sustenta em clubes e na seleção. Jaqueline é a aposta mais jovem para as laterais. Atleta que já fazia parte de antigas convocações de Barbosa, Jaqueline tem feito uma transição para o adulto sem atropelos, o que lhe garantiu vantagem no ano olímpico em relação à Izabela, sua colega no Mundial Sub-21 (2007).

Em relação à armadora Natália, com certeza a decisão deve ter sido mais difícil. Apesar da correção das atuações da menina no Sul-Americano e da dedicação aos treinos, é notório, no entanto, que a novata está alguns degraus abaixo do que Claudinha e Adrianinha podem render, atualmente. Mas, felizmente, Natália tem tempo e potencial para, no mínimo, alcançá-las.

Essas três eliminações fizeram emergir a real única surpresa para os Jogos: a ala Fernanda Beling. Ausente da primeira convocação e jogando em Portugal, Fernanda parecia carta fora do baralho. Intuo que várias coisas colaboraram na conquista da vaga pela lateral mineira. A primeira: a altura. Sem Iziane, Bassul se viu rodeado por atletas baixas na posições 1 e 2. A segunda é o perfil de Fernanda. Dona de um basquete solidário, a ala se encaixa na filosofia que Bassul parece querer implantar nessa seleção. Por fim, com a contusão de Micaela, havia a necessidade de mais uma alternativa para a posição 3, que não apenas Chuca.

O corte final foi revelado hoje. Graziane (quinta colocada na enquete, com 43%; atrás de Êga, com 45%) não disfarçou a tristeza no embarque para Austrália e antecipou que o técnico já lhe avisou que, com a recuperação de Érika, será ela o corte final. Embora também previsível, é o mais delicado; já que a jogadora já havia sido cortada antes mesmo do Pré-Olímpico. Depois, foi chamada às pressas com a contusão de Érika.

Ao mesmo tempo em que essas escolhas fazem parte do esporte, elas nos permitem observar a grandeza do caráter do atleta. E nessa competição, Grazi garantiu sua medalha de ouro. Grande Grazi!

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COB confirma Érika na lista de Pequim. Graziane fica de fora. (Gazeta Esportiva)

Unimed/FAM/Goodyear é campeã dos Jogos Regionais


A Unimed/FAM/Goodyear sagrou-se campeã dos Jogos Regionais de Rio Claro ao derrotar Limeira por 105 a 34, em partida que terminou há poucos instantes, no Ginásio de Esportes Manoel Bortolotti. Nos jogos anteriores, a equipe de Americana venceu Paulínia (102 a 31) e Atibaia (133 a 40). Sob comando do técnico Marcelo Bandieira Sálvio (Marcelinho), estas as jogadoras que conquistaram a medalha de ouro: Nathy, Millene, Babi, Renatinha, Aninha, Fernanda Bibiano, Ariani, Geisa, Samara, Thaís, Amandinha e Ana Paula.

A partir de agora, a Unimed/FAM/Goodyear volta atenções para o playoff das quartas de final do Campeonato Paulista da Divisão Especial A1. Seu adversário será São Bernardo do Campo e o primeiro jogo da série melhor-de-três está marcado para o dia 1º de agosto, às 20 horas, no ginásio do Centro Cívico, em Americana.

Aleluia: Brasil ganhou da Argentina no Pré Mundial Sub 18! - Opinião do Sta. Ignorância



Como é bom queimar a lingua, dar o braço a torcer e, principalmente... ganhar da Argentina, e na casa delas!

Pois é, será que alguém da seleção leu o que eu escrevi ontem? Não, seria muita pretensão minha. O que importa é que a seleção, pelo menos acompanhando o jogo pela internet, teve uma atitude diferente da estreia. No primeiro quarto, um show das brasileiras: 17 x 6. No segundo, o troco portenho: 20 x 10, mas fechamos o primeiro tempo na frente: 27 x 26. No terceiro, sinceramente pensei que a vaca já tivesse reservado seu espaço no brejo: 19 x 15 para las hermanas. Mas no ultimo quarto o Brasil, mesmo com a pivo Cristiane (15 pontos e 15 rebotes) carregada com 4 faltas, conseguiu levar o jogo para a prorrogação: 59 x 59.

Na prorrogação, entre muitas faltas, erros de lance livre e passe, o Brasil saiu com a vitória (68-70). Não assisti o jogo ao vivo mas, pelo jeito, foi uma vitória conquistada na raça, na superação, enfrentando as donas da casa que ultimamente vem nos atropelando nas categorias de base.

Bom ver que, novamente, Tassia foi a cestinha com 19 pontos. De longe, a melhor até agora. Outra que surge com força é a pivô Cristiane (1,93), com 15 pontos e 15 rebotes, ela mostrou porque foi eleita a melhor jogadora do Sul Americano Cadete do ano passado. Hoje, o time ainda contou com boas atuações de Tatiane (12 pts) e Patricia (8 pts), apesar delas terem potencial pra render ainda mais...

Vamos ver como o time se sai nos proximos jogos.

Continuaremos a torcer...

Espanha surpreende e derrota Rússia na última rodada de torneio amistoso



No último dia do torneio amistoso, em Moscou, as espanholas surpreenderam e vencerram as russas, por 90-73.

Ainda sem Amaya, a Espanha contou com mais uma boa atuação de Anna Montañana (17 pontos), e ainda com a atuação inspirada de Alba Torrens (18 pontos) e um excelente aproveitamento da linha dos 3 (9/18).

Na seleção russa, Igor Grudin optou por utilizar Osipova (12 pontos) e Stepanova (18 pontos) no time titular, ao contrário da formação com Schcegoleva, que havia funcionado nos jogos anteriores. Abrosimova também esteve bem, com 15 pontos. Grudin ainda aguarda Becky Hammon e não contou com Vodopyanova no torneio.

Na outra partida, a República Tcheca bateu Israel (88-68), com 14 pontos de Machova.

Érika, 90%; Graziane, 10%



Para Bassul, Érika tem 90% de chance de jogar em Pequim (Marta Teixeira, Gazeta Esportiva)

Desfigurado, Brasil espiona Austrália no 1º 'teste de nível' (Marta Teixeira, Gazeta Esportiva)

Sem Iziane, Brasil ganha 'arma' extra (Marta Teixeira, Gazeta Esportiva)

Graziane deixa escapar que será cortada pelo técnico Paulo Bassul (Lydia Gismondi, GloboEsporte)

Paulo Bassul está otimista com total recuperação de Micaela e Érika (Lydia Gismondi, GloboEsporte)

Seleção feminina de basquete embarca rumo a Pequim esperando surpreender (Lydia Gismondi, GloboEsporte)

Bassul aposta em mudança pós-Iziane para surpreender em Pequim (Fernanda Brambilla, UOL)

Basquete feminino aproveita até escala para treinar rumo às Olimpíadas (Fernanda Brambilla, UOL)

Bassul confia na recuperação de Érika e vê grupo fechado (Fernanda Brambilla, UOL)

Movimentações no Mercado Espanhol

O Ros Casares contratou mais uma pivô. Devido à contusão da eslovaca Regina Palusna, o time acertou com a croata Dubravka Dacic (23 anos, 1,98m), que estava no Dynamo de Moscou. Dacic naturalizou-se italiana e defende a seleção de seu novo país.

O Joventut Mariana, que sobe da Segunda Divisão, já acertou bons reforços: a americana Muriel Page, a argentina Gisela Vega (que vem de boa temporada na França) e a cubana Licet Castilho (que jogava na Hungria).

No Cadí, que já tem as brasileiras Silvinha, Cris e Kelly, acertou a contratação da ala Kendra Wecker, que cumpre temporada discreta no Washington Mystics e também da turca Gulsa Akkaya.

Pedras de Pequim: CHINA


Dona da casa nesses Jogos, a China busca seu retorno à elite do basquete feminino. Com o registro de duas medalhas na competição (bronze, em 84 e prata, em 92), as asiáticas abandonaram o pódio desde então. Adversária do Brasil na final do Mundial-94, com a lendária Zheng Haixia, a China caiu de produção desde então, alcançando dois nono lugares (em Atlanta-96 e Sydney-04).

Encerrada a campanha em Atenas, o técnico Gong Luming foi substituído pelo australiano Tom Maher, que acabava de levar a Nova Zelândia às oitavas daqueles Jogos, e que comandara sua seleção natal ao bronze (1996) e à prata (2000) olímpicas.

O primeiro grande torneio de Tom com a China, no entanto, foi uma decepção. Com um time mutilado por lesões físicas, as chinesas não passaram de um décimo primeiro lugar no Mundial, em 2006.

Um ano depois, no Asiático-07, a seleção acabou perdendo a decisão para a Coréia.

Ainda assim, a federação chinesa apoiou Maher, reforçando que, apesar dos maus resultados, a equipe vinha progredindo, principalmente na defesa, uma das obsessões do técnico australiano.

Maher manteve a base da seleção: as experimentadas Miao Lijie (ala, 27 anos, 1,78m, que jogou na WNBA, em 2005, exímia arremessadora de 3 pontos), Chen Nan (pivô, 25 anos, 1,95m) e Sui Feifei (ala, 29 anos, 1,83m, também com passagem na WNBA, em 2006 e uma das mais populares em seu país) continuam sendo as maiores referências do time.

Há ainda Chen Xiaoli, 26 anos, pivô, de 1,93m.

Maher tem ainda o luxuoso apoio de Michele Timms, grande armadora australiana, que trabalha como assistente da seleção.

Os melhores resultados apareceram esse ano. As chinesas treinam como uma seleção permanente e disputaram uma série de amistosos, inclusive contra o Brasil, de quem ganharam (90-81) na véspera do Pré-Olímpico.

No torneio-teste, em abril, as chinesas surpreenderam, ao vencer as americanas (desfalcadas, mas com Lisa Leslie), na final; resultado bastante comemorado.

Todos sabem, no entanto, que enquanto a China já está jogando no seu máximo, pelo longo período de treinamento. As outras onze seleções se preparam para tentar alcançar esse mesmo máximo, em Pequim.

De qualquer modo, jogando em casa, a China não será um adversário tão fácil quanto os últimos resultados fazem supor.

A estréia das chinesas será no dia 09 de agosto, contra a Espanha. Na sequência: Estados Unidos, Nova Zelândia, Mali e República Tcheca.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Brasil é atropelado pelo Canadá - Opinião do Sta. Ignorância


Pois é, fiquei algum tempo sem postar aqui no blog (será que alguém sentiu falta? rs), seja por causa das tarefas profissionais, seja por problemas no computador de casa. Nesse tempo, muita coisa aconteceu.

Mas, hoje, eu gostaria de falar dessa seleção sub 18, que apanhou da seleção canadense por 67 a 47. E o Tarallo jura de pé juntos que fazemos jogos acirrados contra elas... hein?

É incrível como uma seleção tecnicamente tão boa acumule resultados tão pífios. Ano passado perdemos no Sul Americano para a Argentina (viramos fregueses) e para a Venezuela (!) e ganhamos do Equador por dois pontos na disputa do terceiro lugar, escapando de um vexame histórico.

É incrível também ver o Tarallo deixar a Patrícia iniciar o jogo no banco, sendo ela a nossa jogadora mais experiente. Patrícia simplesmente foi a cestinha do Brasil no Mundial Sub 19 do ano passado na Eslováquia (diga-se de passagem, pra se esquecer), jogando contra jogadoras dois anos mais velhas.

No jogo horroroso de hoje, vale destacar a menina Tássia, armadora de 16 anos, que não sentiu o peso da estréia e marcou 19 pontos. Eu já vi Tássia jogar: é um talento.

Tarallo cumpriu o que havia dito: o nosso jogo seria baseado na bola de 3 pontos. Hoje não funcionou, foram 2 convertidas em 26 tentadas. Ridículo é elogio.

Por mais que torçamos e hoje tenha sido o primeiro jogo, não há muitos motivos pra acreditar que vamos nos classificar. O nosso retrospecto não deixa. Infelizmente.

Continuarei torcendo. Torçamos...

Ah, para quem quiser acompanhar o campeonato com estatisticas e fotos, segue o link: http://www.premundial2008.com.ar/

Espanha perde de Israel em amistoso; Rússia bate a República Tcheca

No Copa VTB, em Moscou, as espanholas voltaram a apresentar inconsistência sem Valdemoro. E foram derrotadas por Israel, por 69-58. O grande destaque da vitória foi a armadora Liron Cohen, com 20 pontos e 6 assistências. A Espanha dependeu novamente de Anna Montañana, que fez 25.

Na outra partida, a Rússia derrotou a República Tcheca, por 75 a 61. O destaque foi Tatiana Schegoleva, com 17 pontos e 10 rebotes. Viteckova foi a cestinha tcheca, com 13 pontos.

Unimed/FAM/Goodyear derrota Atibaia e decide contra Limeira

Representando Americana nos Jogos Regionais de Rio Claro, a Unimed/FAM/Goodyear derrotou Atibaia por 133 a 40, na tarde desta quarta-feira (23), no Ginásio de Esportes Felipe Karan. Foi a segunda vitória da equipe do técnico Marcelo Bandieira Sálvio (Marcelinho), que na noite de ontem (22), na rodada de abertura do basquete feminino, também superou Paulínia por 102 a 31. Amanhã (24), as meninas americanenses decidem o título dos Jogos na partida contra Limeira, marcada para as 19 horas, no Ginásio de Esportes Manoel Bortolotti.

No jogo contra Paulínia, hoje, a cestinha foi a ala Nathy, com 27 pontos. Também pontuaram: Millene (10), Babi (8), Renatinha (18), Aninha (11), Fernanda Bibiano (4), Ariani (19), Geisa (12), Samara (4), Thaís (10) e Amandinha (9). Da equipe que disputa o Campeonato Paulista da Divisão Especial A1, Marcelinho só não conta em Rio Claro com a ala Fernanda Beling, que amanhã viaja com a seleção olímpica para a Austrália, e com a pivô Karina Jacob, que volta às atividades em Americana nesta quinta-feira, após período de duas semanas treinando com a seleção brasileira.

Seleção embaraca para a Austrália amanhã


A seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás, embarca nesta quarta-feira (dia 23) para a Austrália, às 10h17, no Aeroporto Internacional de Guarulhos (vôo Aerolíneas Argentinas 1241). O Brasil vai disputar dois amistosos contra as australianas em Wollongong (dia 28) e em Sydney (30). No dia 31, a delegação viaja para Pequim e faz mais dois jogos antes da estréia na Olimpíada. As brasileiras enfrentam a Espanha (dia 4 de agosto) e a Nova Zelândia (7).

Para a pivô Mamá esses dois jogos serão importantíssimos para conhecer o jogo da Austrália, uma das adversárias mais fortes do Brasil na primeira fase da Olimpíada.


— Os amistosos vão ajudar muito na nossa preparação para Pequim. Eu nunca joguei contra as australianas em competição oficial e para mim será uma ótima experiência enfrentar as atuais campeãs mundiais e, com certeza, vou aprender bastante.

Perto de disputar sua primeira Olimpíada, Mamá tenta driblar a ansiedade.

— Estou prestes a realizar o maior sonho da minha vida, que é estar em uma Olimpíada. Falta pouco e a ansiedade é normal. Venho batalhando pelo meu espaço na seleção há um bom tempo e acho que essa oportunidade veio em um bom momento. Estou mais madura e consciente do meu potencial e do que eu posso fazer para ajudar a equipe.

O último compromisso da equipe brasileira antes do embarque é o jogo amistoso contra São Bernardo, nesta terça-feira (18h), no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa.

WNBA relembra os velhos tempos do Programa do Ratinho

Primeiro, a brilhante análise de Fábio Balassiano: A primeira briga da WNBA: adivinha quem estava lá?

Em seguida as imagens. Não recomendado para quem tem problemas cardíacos:

Vânia e Vanira lançam site



As irmãs Hernandes acabaram de lançar o site do projeto social que as duas mantém em Sorocaba.


Preciosidades, como essa reprodução de jornal de 1979, podem ser encontradas lá. Além de outros registros da vitoriosa carreira das gêmeas Vanira (ala) e Vânia (pivô).

terça-feira, 22 de julho de 2008

Magic Paula para Presidente da CBB!

É essa a brilhante idéia que Rodrigo Alves lança em seu texto Em busca de cérebros, no Rebote.

Como já deixei registrado lá nos comentários: nessa, eu votava até pra Presidência da República.

Na prorrogação, Espanha derrota a República Tcheca


A Espanha começou hoje a disputar um torneio amistoso em Moscou, que ainda conta com Rússia, Israel e República Tcheca.

Na estréia, hoje, com apenas três horas de sono e sem Valdemoro, as espanholas penaram para controlar as tchecas, que deitaram e rolaram no garrafão. No entanto, as espabolas conseguiram levar a partida à porrogação e venceram, por 66 a 63.

O destaque foi Anna Montañana, com 15 pontos.
Elisa Aguilar teve 14.

No outro jogo, a Rússia passou por Israel, por 84-69, com 18 pontos de Maria Stepanova e de Tatiana Schegoleva.

Pra não dizer que não falei dele(s)


Raras vezes arrisquei comentários sobre basquete masculino nesse espaço. A eliminação da seleção no Pré-Olímpico, na semana passada, no entanto, me motivou a quebrar esse protocolo.

Antes do torneio começar, a onda de otimismo com a chegada de Moncho e o resultado dos amistosos me levaram a torcer por um enredo de final redentor, no qual a seleção ficasse com a vaga olímpica, mesmo desfalcada de suas "estrelas".

No dia da estréia, o trabalho só me permitiu assistir o jogo contra o Líbano nos momentos finais do terceiro quarto. De pé, em frente a uma televisão de hipermercado, com a narração abafada pela reprodução de um DVD gospel na seção do lado, resisti até o final. Achei horrível. Fiquei decepcionado com a apresentação dos jogadores reservas, donos da oportunidade àquela altura da partida. Convenci-me ali, que, com aquele banco, o time não teria chances no torneio. Tentei afastar essa certeza, com justificativas pouco racionais ( da “tensão da estréia” ao barulho do supermercado), mas falhei.

Infelizmente, estava certo. Pela terceira vez consecutiva, a seleção masculina fracassou no torneio. A mais nova derrota reacende uma série de discussões sobre a péssima gestão de Grego à frente da Confederação. E espero que a dor e a indignação da eliminação persistam vivas até o próximo ano, quando, enfim, tal senhor possa ser democraticamente destituído do cargo, nas eleições para presidência da entidade.

No meio de tantas notícias ruins para o masculino, tenho notado a construção de uma grande figura à margem dos holofotes. Holofotes esses dominados pelos próprios desmandos de Grego ou por "estrelas" peladeiras e egos inflados no mundo hollywoodiano da NBA. Distante de tudo isso, existe o grande Tiago Splitter. Não bastassem as impressionantes qualidades do pivô dentro de quadra, o catarinense é dono de virtudes incomuns fora dela. Inteligente, sensato e coerente em suas declarações. Respeitador das hierarquias e de seus companheiros. Dedicado à sua seleção, apesar de todos os conhecidos pesares. Todas essas características emprestam a Splitter um brilho, que a derrota não apaga, e que ele parece disposto a conservar em meio a sua fabulosa ascensão no basquete europeu.

Termino esse texto, voltando à minha praia: reforçando minha torcida pela irmã de Tiago, Michelle e ansioso por novas e boas notícias dela.

Iziane acerta 4 em 16 arremessos em derrota do Atlanta; Kelly não pontua em vitória do Seattle


A atuação de Iziane, hoje, na derrota para o Sacramento (66-79) foi uma verdadeira aula de como não se jogar basquete. Não bastassem as faltas (cinco, incluindo uma técnica), as bolas perdidas (mais cinco), o aproveitamento de arremessos esteve surreal. Nos três pontos, a brasileira acertou 1 em 7 tentadas. Nos dois pontos, foram 3 acertos, em 9 tentativas. Nos lances livres, Izzy alcançou a perfeição (4/4). Somou 13 pontos, 6 rebotes e 3 assistências, em 30'. A cestinha foi Scholanda Robinson, com 17.


Em Minnesota, o Seattle venceu o time local (73-76). A cestinha foi Sue Bird, com 22 pontos. Kelly atuou 9', errou seus dois arremessos, cometeu 3 faltas e 1 erro, pegou 4 rebotes e deu 1 assistência.

Atletas da seleção são monitoradas em estudo da Unifesp

Com o objetivo de sempre manter o alto nível de treinamento, a seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conta com mais um aliado fora da quadra. As jogadoras estão sendo monitoradas durante os treinos e nos amistosos para verificar a freqüência cardíaca de cada uma. O estudo está sendo realizado em parceria com o Centro de Excelência Esportiva da Cenesp – Unifesp, sob a coordenação do professor Dr. Antonio Carlos Silva.

Durante o segundo treino do dia, o fisiologista Sílvio Milan monitora a freqüência cardíaca das jogadoras pelo computador durante os exercícios.

— O objetivo desse trabalho é medir a freqüência cardíaca das atletas durante o trabalho na quadra. O primeiro passo é traçar o limear de cada uma, ou seja, o limite a partir do qual a oferta de oxigênio vai reduzindo progressivamente. Durante o treino, cada jogadora usa uma fita codificada que passa os dados para um receptor, que emite os dados para o computador. Usamos essa informação para comparar a intensidade do treinamento com a das partidas. Com isso, sabemos se a intensidade do treino condiz com a que o jogo precisa e ao mesmo tempo avaliamos o desenvolvimento das atletas durante as atividades.

Para João Nunes, preparador físico da seleção adulta feminina, os dados coletados nesse estudo ajudam a planejar os treinamentos, visando obter um melhor rendimento das atletas.

— Com esses dados, vamos saber como dosar, de forma individualizada, o treinamento técnico e tático e adequar o treino para a maioria do grupo. O estudo nos permite compreender melhor o ritmo de treino. O ideal é que a intensidade do treino esteja bem próxima da de jogo. Se numa partida está em 100%, temos que procurar chegar o mais próximo desse número na preparação.

A ala Chuca aprova o monitoramento da freqüência cardíaca.

— A fita incomoda um pouco, porque tem que ficar bem apertada, mas nada que atrapalhe o desempenho no treino. Dá para usar tranquilamente. Depois de alguns minutos, a gente acostuma. Tudo que pode ser feito para melhorar a nossa preparação é válido. Ficamos sabendo a reação aos treinos e jogos, além de conhecer os nossos limites.

Após lesão, Sylvia Fowles está de volta

Após perder 17 jogos na temporada, a caloura Sylvia Fowles, do Chicago Sky, está relacionada a partida de hoje, contra o Indiana Fever.

Fowles, uma das 12 jogadoras convocadas à seleção americana que disputará os Jogos de Pequim, lesionou o joelho esquerdo no dia 3 de Junho, na partida contra o Los Angeles Sparks.

Brasil Sub-18 estréia contra Canadá na Copa América, amanhã


A seleção brasileira Sub-18 feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, estréia nesta quarta-feira contra o Canadá (18 horas de Brasília), na 6ª Copa América, que será disputada até domingo em Buenos Aires. O Brasil terá ainda como adversários a Argentina (quinta), Venezuela (sexta), Estados Unidos (sábado) e Porto Rico (domingo). De acordo com o regulamento, as seleções se enfrentam em turno único, sendo campeã a equipe que somar o maior número de pontos. As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

Para o técnico Luiz Cláudio Tarallo, o Brasil está bem preparado para lutar por uma das quatro vagas no Mundial do ano que vem.

— A preparação foi ótima. Optamos por fazer treinos com características bem próximas das de situações reais de jogo. Disputamos oito amistosos, contra equipes masculinas de base e adultas femininas. Foram seis vitórias e duas derrotas e o grupo evoluiu bastante durante o período de treinamento. As atletas sabem do potencial da equipe para conquistar a vaga para o Mundial, mas também têm consciência das dificuldades que encontraremos na Argentina.

Sobre a estréia, Tarallo explica que, tradicionalmente, o Canadá tem times fortes nessa categoria.

— Não conhecemos bem essa geração específica do Canadá, pois ainda não a enfrentamos em competições oficiais. Mas estudamos bem a escola canadense e já treinamos táticas específicas para a estréia. É uma equipe alta, que cadencia muito o ritmo da partida e conta com ótimas arremessadoras de três pontos. Mas elas não gostam de jogar sob pressão. Por isso, temos que fazer uma defesa agressiva para tirá-las do conforto desse jogo cadenciado.

Cuba ganha o Centro-Americano


A seleção de Cuba ficou com o título do Campeonato Centro-Americano, ao bater Porto Rico, na final, por 87 a 65.


O destaque da final foi Yakelyn Plutín, com 26 pontos e 12 rebotes.


Por Porto Rico, que manteve a partida equilibrada até o terceiro quarto (60-57), a cestinha foi Cynthia Valentin, com 22 pontos.


O torneio foi disputado em Morovis, Porto Rico, e classificou além das duas seleções finalistas, a República Dominicana (bronze) para a Copa América, de 2009; que talvez seja no Brasil (Cuiabá).

"Há muito tempo não me sentia tão relaxada e cheia de energia."

A dona de todo esse entusiasmo é a australiana Penny Taylor, em entrevista ao Da Linha dos 3, um trabalho sensacional do Fábio Balassiano.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Êga, 15 segundos

Seleção faz últimos treinos no Brasil

Depois de três dias de folga, a seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, faz os últimos quatro treinos no Brasil antes do embarque para a Austrália, onde fará dois amistosos contra a equipe australiana. A delegação do Brasil se reapresenta nesta terça-feira (12h de Brasília), no Hotel Golden Tulip Park Plaza, em São Paulo, e treina no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa até quinta-feira de manhã. O embarque para a Austrália está marcado para quinta-feira (dia 24), às 19h45, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo (Aerolineas Argentinas – vôo 1245).

Seattle tenta recuperação contra o Minnesota

Em sua perseguição ao San Antonio Silver Stars, o Seattle Storm, da pivô brasileira Kelly, entra em quadra na noite desta terça-feira, dia 22, para enfrentar o Minnesota Lynx, fora de casa, em partida da 25ª rodada da fase regular da temporada 2008 da WNBA. Vindo de uma derrota inesperada para o Washington Mystics no último domingo, o Seattle ocupa a vice-liderança da Conferência Oeste (15v 08d) e busca a recuperação, mirando no líder San Antonio (16v 08d).

- Não jogamos bem contra Washington, tivemos um aproveitamento muito baixo nos arremessos e elas produziram mais no ataque, com mais assistências e, principalmente na linha de três pontos, com 10 bolas em 17. Nada deu certo para a gente, nem no ataque, nem na defesa. Conversamos, corrigimos algumas coisas e vamos para Minnesota buscar uma vitória para continuar lutando pela liderança - frisou Kelly, que marcou sete pontos e apanhou três rebotes nos 19 minutos em que esteve em quadra.

Kelly embarca para a China no dia 28, para se apresentar à Seleção Brasileira que disputará as Olimpíadas de Pequim-2008. Depois de encarar o Minnesota Lynx, fora de casa, o Seattle Storm volta a jogar na próxima sexta-feira, dia 25, enfrentando o Phoenix Mercury, atual campeão, fora de casa.

Americana estréia amanhã nos Regionais

A equipe de basquete feminino da Unimed/FAM/Goodyear vai representar Americana nos Jogos Regionais de Rio Claro e a estréia acontece amanhã (dia 22) contra Paulínia, em partida programada para as 19 horas, no Ginásio de Esportes Manoel Bortolotti. Na quarta-feira (dia 23), o time do técnico Marcelo Bandieira Sálvio enfrenta Atibaia, às 13 horas, no Ginásio de Esportes Felipe Karan. E na quinta-feira (dia 25), a Unimed joga diante de Limeira, às 19 horas, novamente no Manoel Bortolotti. A expectativa é pela conquista da medalha de ouro.

Após os Jogos Regionais, a Unimed/FAM/Goodyear volta as atenções para o playoff das quartas de final do Campeonato Paulista da Divisão Especial A1 contra São Bernardo do Campo. A série melhor-de-três começa dia 1º de agosto, às 20 horas, no Centro Cívico. O segundo jogo está marcado para o dia 5, também às 20 horas, em São Bernardo do Campo. Havendo necessidade, a terceira partida também será no ABC, dia 8, no mesmo horário. A equipe de Americana terá o reforço da pivô Karina Jacob, cortada da seleção olímpica. Já a ala Fernanda Beling será desfalque no playoff, pois viaja com a seleção para a Austrália.

3 Minutos de Comercial



Entrevista com Hortência

Cynthia Cooper e as Jennifers Gillom e Azzi eleitas para o WBHOF

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O Women's Basketball Hall of Fame (WBHOF) anunciou esse mês as personalidades eleitas para o ano de 2009. A cerimônia será em Knoxville, Tennessee, em junho do próximo ano.

Entre as seis personalidades, três são grandes estrelas da WNBA: Cynthia Cooper, Jennifer Gillom, ambas ouro olímpico em 1988, e Jennifer Azzi, ouro em Atlanta, 1996.

Duas brasileiras já estão nesse Hall da Fama: Hortência (2002) e Paula (2006).

Vale uma visita ao site: http://www.wbhof.com/menu.htm.

O céu é o limite



Katie Douglas arremessa na vitória do Indiana Fever sobre o New York Liberty (55-71). A partida foi disputada ao ar-livre, no Arthur Ashe Stadium, mesmo palco do US Open de Tênis.

domingo, 20 de julho de 2008

Brasileiras sofrem derrotas por placares largos na WNBA


No sábado, o Phoenix passou pelo Atlanta (110-84), com facilidade. A cestinha foi Diana Taurasi, com 21 pontos, mas outras cinco jogadoras aproveitaram a oportunidade e marcaram dois dígitos.


No Atlanta, a cestinha foi Ivory Latta, com 18 pontos; seguida de Iziane, que somou 17 (3pts 1/7 2 pts 1/3 LL 10/11). A brasileira ainda teve 5 rebotes, 1 assistência e 1 toco.




Neste domingo, na segunda partida sem Lauren Jackson, o Seattle acabou atropelado pelo Washington (89-57). A cestinha do Mystics foi Taj McWilliams, com 22 pontos.

Ao menos, Kelly teve sua maior oportunidade na temporada, atuando por 19'. Soube procurar faltas, mas pena que o aproveitamento de arremessos não ajudou. Somou 7 pontos (2pts 1/4 LL 5/9), 3 rebotes e 1 recuperação. A cestinha do Storm foi Sue Bird, com 11.

Rússia fica com o título do Europeu Sub-20


Mantendo a tradição, a seleção russa ficou com o título do Campeonato Europeu Sub-20.


A final foi hoje, em Pescara (Itália), contra a seleção da França.


As russas venceram por 67 a 58 e chegaram ao seu quarto título no torneio (os demais foram em 2000, 2004 e 2006).


A cestinha da final foi a ala Olga Petrova, de 20 anos e 1,84m, com 21 pontos.


Na decisão do bronze, a Sérvia derrotou a Espanha (73-46).

O Clube do Bolinha

Iniciativa válida, mas ... (Fábio Balassiano, Da Linha dos 3)

sábado, 19 de julho de 2008

A Ira da Rainha

"Estamos mal mesmo."

" [Se] opresidente da república só pode se candidatar a uma reeleição, (...), porque os presidentes de confederações se eternizam?"

"Acorda, GREGO!"

É ela, Hortência, em seu bloglog

Espanha ganha de Mali, em amistoso


Em seu primeiro amistoso após a reapresentação, a Espanha não jogou bem e viu Mali liderar a primeira metade do jogo (26-25).

Sem convencer, o time ganhou por 66 a 55.

A seleção mais uma vez começa a preparação sem Amaya Valdemoro, com seus infindáveis problemas físicos.

Na ausência da estrela, Laia Palau foi a cestinha, com 13 pontos. Elisa Aguilar, com 12 (em 4 bolas de 3 pontos) e Anna Montañana, com outros 12, também se destacaram. Nuria Martínez, que não jogou no Pré-Olímpico por contusão, teve 9.

Na seleção de Mali, também desfalcada de sua estrela Hamchetou Maiga, em ação na WNBA, Diawara assumiu a responsabilidade e marcou 18 pontos. A ala DJ Sissoko (que joga na NAIA, liga universitária americana) colaborou com 10. E a ala-pivô Nagnouma Coulibaly (de 19 anos, 1,89 que joga na Segunda Divisão da França) teve 9.


Sem Lauren Jackson, Seattle vence Indiana


Na primeira partida sem Lauren Jackson, cedida à seleção australiana, o Seattle bateu o Indiana (65-59), mas o espaço de Kelly não aumentou grande coisa. De qualquer modo, a pivô (na foto, em duelo com a pivô canadense Tammy Sutton-Brown) teve uma exibição correta em seus 4 minutos e 35 segundos em quadra (2pts 2/2 LL 1/1). Ainda pegou 1 rebote. A cestinha foi Sheryl Swoopes, com 15 pontos.

Em Sacramento, os Monarchs bateram o Atlanta Dream (77-73), com a maionese desandando mais uma vez para Iziane. A brasileira não resistiu a mais que 13 minutos em quadra, após seis erros de arremessos, dois de lances livres e duas bolas perdidas. Somou 4 pontos, 1 recuperação e 1 assistência. A cestinha da noite foi a caloura Cristal Kelly, do Sacramento, com 15 pontos.

Entrevista - Patrícia Ribeiro


A ala Patrícia Ribeiro, de apenas 17 anos é uma das atletas mais experientes da seleção feminina sub-18, que vai disputar a Copa América/Pré-Mundial da Argentina de 23 a 27 de julho. Patrícia e suas companheiras embarcam para Buenos Aires com a missão de conquistar uma das quatro vagas para o Campeonato Mundial da Tailândia no ano que vem. A jogadoras paulista estreou na seleção brasileira em 2006 e foi a cestinha do Brasil na conquista do campeonato Sul-Americano Cadete, no Equador. Um ano depois, foi medalha de bronze no Sul-Americano Sub-17, também no Equador, e disputou o Mundial Sub-19, na Eslováquia, onde o Brasil terminou em 10º lugar. Em competições oficiais, Patrícia acumula 236 pontos em 19 partidas, com média 12,4 pontos por jogo.

Qual a sua expectativa para a Copa América?

Muito boa. Fizemos uma ótima preparação na parte física e na tática. É uma competição difícil, com equipes muito fortes, mas treinamos bastante para fazer um bom campeonato e conquistar essa vaga para o Brasil no Mundial.

Quais os adversários mais difíceis do Brasil na competição?

Não tem seleção fácil e todas querem estar no mundial. Os Estados Unidos são favoritos ao título, claro. Canadá, Argentina e Venezuela são ótimas equipes, e vamos brigar com elas por um lugar no Mundial.

Você esteve no Mundial Sub-19, na Eslováquia. Como foi a experiência?

Maravilhosa. Era uma das mais novas do grupo e pude aprender bastante. Um mundial nos dá uma experiência incrível, além da oportunidade de conhecer a Eslováquia, que é um país muito diferente. Acho que fui bem (71 pts em oito jogos) e pude ajudar a equipe a fazer boas apresentações na competição.

Agora na Copa América, você acha que a sua experiência pode ser útil ao grupo?

Espero que eu possa ajudar as mais novas como me ajudaram em outras seleções. É importante o grupo trocar experiências, uma aprende com a outra e a equipe só ganha com isso.

Quais seus ídolos no basquete?

Janeth. Ela é maravilhosa. Tive a oportunidade de jogar no time dela (CFE Janeth Arcain) e foi muito bacana. Lá conquistei um campeonato paulista e um vice-campeonato brasileiro. Aprendi muito lá.

Como você começou a jogar no esporte?

Com nove anos, em Caieiras, minha cidade natal. Praticava basquete e vôlei, mas basquete sempre foi o meu esporte favorito. Comecei no Círculo Militar, depois joguei no CFE Janeth Arcain, Pinheiros, Unimed/Americana e hoje estou no São Caetano/Santa Maria.


Comentário: Na entrevista original, a CBB comete a gafe de confundir o clube atual da atleta.

O novo fracasso dos homens

A tesoura

Os cortes de Paulo Bassul (Fábio Balassiano, Da Linha dos 3)

Natália fora da Olimpíada (Rodrigo Alves, Rebote)

Sílvia Gustavo acerta contrato com o Ensíno, da Segunda Divisão Espanhola


A ala Sílvia Gustavo, que defende a equipe de Catanduva no Paulista, acertou contrato para defender novamente uma equipe da Segunda Divisão Espanhola.

Depois de vestir a camisa do Bembibre, Sílvia acertou com o Ensíno, onde encontrará a pivô Gilmara Justino, sua companheira em Catanduva.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Bassul corta Natália, Jaqueline e Karina Jacob


O técnico Paulo Bassul só irá definir as doze jogadoras que vão disputar os Jogos Olímpicos de Pequim na véspera da competição. Nesta sexta-feira, Bassul escolheu as onze atletas que embarcam para a Austrália, na próxima quinta-feira (dia 24): Adrianinha e Claudinha (armadoras); Karen e Karla (ala/armadoras); Chuca, Fernanda e Micaela (alas); Êga, Franciele e Mamá (ala/pivôs); e Graziane (pivô). As pivôs Érika e Kelly se juntam à equipe em Pequim.

— A Érika e a Kelly não ficaram com a equipe no período de treinos no Brasil por conta da WNBA. As duas só vão estar liberadas no dia 28. Por conta disso, não vamos precipitar a definição do grupo que vai a Pequim e viajaremos para a Austrália com onze jogadoras. O último corte só será feito na véspera da estréia contra a Coréia — explicou o técnico.

Na Austrália, a seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, disputa dois amistosos contra o time da casa em Wollongong (dia 28) e em Sydney (30).

— As australianas são as atuais campeãs mundiais e vão estar com a equipe completa para nos enfrentar. Será um excelente teste para nós. Contra elas, não vamos contar com a Érika, a Kelly e a Micaela. Mesmo parecendo um problema, a situação tem um lado positivo. Vamos poder avaliar o desempenho da equipe, sabendo que vamos ter reforço para Pequim.

A pivô Franciele, a caçula da equipe, não esconde a felicidade de estar cada vez mais perto de realizar o sonho.

— Eu sei que ainda vai ter mais um corte, mas fico muito feliz por permanecer no grupo. Vou treinar cada vez mais forte. Sei que tenho que melhorar em vários pontos, mas vou me dedicar ainda mais para ajudar a equipe. O coração está batendo acelerado por estar cada vez mais perto de Pequim.

Totalmente recuperada da cirurgia no joelho direito, a ala/armadora Karen tem a oportunidade de defender o Brasil numa Olimpíada pela primeira vez.

— Eu não podia estar mais feliz. Voltei mais rápido do que imaginava. Da outra vez que passei por uma cirurgia, fiquei parada por 45 dias. Desta vez, em um mês eu já estava treinando na quadra. Não tenho dor e a força da perna direita está igual a esquerda. Acho que me superei. A equipe tinha outras jogadoras de qualidade e vou aproveitar essa chance que o Bassul me deu.

No dia 31, a delegação viaja da Austrália para Pequim e faz mais dois jogos antes da estréia na Olimpíada. As brasileiras enfrentam a Espanha (dia 4 de agosto) e a Nova Zelândia (7). Na Olimpíada, o Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

— AS 13 CONVOCADAS


Érika de Souza – Pivô – 26 anos – 1,97m – Atlanta Dream (WNBA)

Jucimara Dantas (Mamá) – Ala/Pivô – 30 anos – 1,93m – Villeneuve (França)

Kelly Santos – Pivô – 28 anos – 1,92m – Seattle Storn (WNBA)

Graziane Coelho – Pivô – 24 anos –1,91m – Mizo Pécs (Hungria)

Soeli Zakrzeski (Êga) – Ala/Pivô – 30 anos –1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)

Franciele Nascimento – Ala/Pivô – 20 anos – 1,87m – Rivas Futuras (Espanha)

Fernanda Beling – Ala – 25 anos – 1,83m – Americana (SP)

Patrícia Ferreira (Chuca) – Ala – 29 anos –1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Micaela Jacintho – Ala – 29 anos – 1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Karen Gustavo – Ala/Armadora – 24 anos – 1,77m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Karla Costa – Ala/Armadora – 29 anos – 1,73m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Adriana Moisés (Adrianinha) – Armadora – 29 anos – 1,70m – Gospic (Croácia)

Cláudia das Neves (Claudinha) – Armadora – 33 anos – 1,70m – Clermont Ferrand (França)

PROGRAMAÇÃO

— Terça-feira (dia 22)

12h00 – Reapresentação

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa



— Quarta-feira (dia 23)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Quinta-feira (dia 24)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

19h45 – embarque para Austrália

Karen e Adrianinha confirmadas em Pequim (GloboEsporte)

Seleção Sub-18 embarca na segunda-feira para Buenos Aires

A seleção brasileira sub-18 feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, embarca nesta segunda-feira (13h27 Brasília) para a Argentina no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo (Aerolíneas Argentinas – vôo 1243). O Brasil irá disputar, em Buenos Aires, a 6ª Copa América – Pré-Mundial e terá como adversários o Canadá (dia 23), a Argentina (24), a Venezuela (25), os Estados Unidos (26) e Porto Rico (27). De acordo com o regulamento, as seleções se enfrentam em turno único, sendo campeã a equipe que somar o maior número de pontos. As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

A seleção se reapresentou nesta quinta-feira e treina até domingo. No sábado (dia 19), a equipe faz o último amistoso antes do embarque contra o time de Americana.

— Nossa expectativa é grande. Estamos focadas na classificação. Sabemos que o nosso time está forte, mas todas as equipes são de alto nível técnico, como Estados Unidos e Venezuela, que sempre se preparam bastante. Nós temos uma boa infiltração e arremessadoras de três muito eficientes. Vamos com tudo para conseguir a vaga no mundial – disse a pivô Bruna Siqueira.

— Estamos bem confiantes. A preparação foi muito boa e ainda temos três dias e um amistoso, o que é muito positivo para o grupo. A equipe está muito equilibrada. Todas as atletas desempenham bem suas funções e vamos com força para cima das adversárias. Na estréia, contra o Canadá, a regra é pressionar e ganhar – planeja a pivô Fabiana de Souza.

Pedras de Pequim: MALI


A seleção de Mali é a representante única da África em Pequim. Será a primeira vez que a seleção disputa uma Olimpíada.

Mali alcançou esse feito ao derrotar o Senegal, que jogava em casa, na final do Africano-07, por 63-56.

O grande destaque do time é a ala-armadora Maiga Hamchetou, de 30 anos e 1,85m, capitã da seleção e MVP do Campeonato Africano. Maiga radicou-se nos Estados Unidos, sendo o draft número 10 da temporada de 2002 da WNBA, após defender a Universidade de Old Dominion. Depois de cinco anos em Sacramento, segue no Houston, com médias de 7,4 pontos e 21 minutos por partida, na atual temporada. Nas férias da WNBA, disputou a última Euroliga, pelo Brno, da República Tcheca.

A história de vida da estrela é um capítulo a parte. Nascida em Bamako, capital de Mali, filha de um jogador de basquete, começou a jogar aos oito anos, ao lado dos dezenove irmãos. "Disputávamos torneios entre nós." relembra. "Treinávamos muitas vezes no asfalto. Ficava muito triste quando chovia e não podíamos jogar.". Mesmo hoje, com uma carreira vitoriosa, Maiga mantém a humildade: "Não sei se era a melhor da família. Tive sorte." Entre os buracos no chão e os irmãos mais altos, Maiga talhou seus movimentos para alcançar a cesta. "Ninguém me queria no começo, porque era pequena. Mas acabaram me aceitando pela minha insistência." afirma. Assim, a jogadora chegou ao Djoliba, maior clube local e onde atua a maior parte de suas companheiras de seleção. De lá, foi ao Dakar, do Senegal, onde ganhou um prêmio de MVP, que lhe valeu o equivalente a cerca de cem euros. "Foi muito dinheiro pra mim" diz. Disputando um Campeonato Africano, com a seleção de Mali, foi vista pelo técnico da Universidade de Old Dominion, que a abordou e fez o convite. A africana agarrou a oportunidade e deu início a parte da história que conhecemos.

Ao lado da estrela, a jovem Diéné Diawara, 20 anos, 1,92m foi a reboteira da competição. Joga no Limoges, da França (Segunda Divisão).

Naré Diawara, pivô, de 25 anos e 1,83m é outra atleta com experiência na Liga Francesa. Esteve no Mondeville, por apenas seis rodadas na última temporada. Chegou a ser draftada na WNBA, mas não foi utilizada.

A preparação até o momento segue lenta. Fora duas vitórias em jogos com a Tunísia e uma vitória e uma derrota contra a Holanda. O time fará mais amistosos nas próximas semanas e ainda jogará o Diamond Ball.

A estréia é contra a Nova Zelândia, no dia 09 de agosto. Na seqüência, a seleção, que está na trigésima primeira posição do ranking da FIBA, encara República Tcheca, Estados Unidos, China e Espanha.

Espanha com 45 quilos a menos

Na reapresentação da seleção espanhola, as treze jogadoras foram reavaliadas pelo médico-endocrinologista Antonio Escribano, que não disfarçou o entusiasmo com os resultados.

Com o acompanhamento médico e orientação dietética, a seleção reduziu 45 quilos em relação à temporada passada.

“A porcentagem de massa muscular aumentou, mas ainda pode melhorar.” ponderou o especialista. “Sem dúvida, elas estão em forma para Pequim.”conclui.

Ah se a moda pega...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Micaela sofre lesão na coxa, mas exame garante recuperação para Pequim


A ala Micaela Martins sofreu uma lesão na região posterior da coxa direita durante o treino de terça-feira à noite, no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. No mesmo dia, a jogadora foi submetida a uma ressonância magnética. O resultado saiu nesta quinta-feira de manhã, constatando ser uma lesão de pouca gravidade.

— A Micaela teve uma contusão muscular na coxa. O exame mostrou que é uma lesão leve, somente dez por cento, o que significa que o tempo de recuperação será por volta de duas semanas. Durante esse período, a atleta deve ficar em repouso, tomando antiinflamatório e fazendo o tratamento de fisioterapia — explicou a Dra. Karina Levy, que está acompanhando a seleção brasileira feminina.

Para o técnico Paulo Bassul, o dia começou bem com o resultado positivo do exame.

— A Micaela é fundamental para nós. Além de excelente jogadora, ela está numa fase fantástica. Duas semanas de recuperação é um prazo totalmente administrável. Ela está muito bem fisicamente e tenho certeza que vai chegar cem por cento em Pequim. A previsão é contarmos com ela para os treinos na Austrália.

A ala Micaela não se deixou abater e está tranqüila.

— Sinto um pouco de dor se eu andar muito rápido, como se fosse uma câimbra forte. Vou repousar, seguir as instruções médicas e fazer todo o tratamento necessário para ficar zerada novamente. Não será isso que vai me tirar de Pequim.

A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, faz um amistoso contra Santo André nesta sexta-feira (18h de Brasília), no ginásio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo.

Atletas olímpicos estão ansiosos para os Jogos

Rússia vence amistoso contra Bielorrússia


A Rússia venceu a Bielorrússia por 87 a 71 (25-19, 31-19, 15-14, 16-19), em amistoso realizado na cidade de Minsk, capital da Bielorrússia. Pela Rússia, Maria Stepanova marcou 21 pontos e pegou 6 rebotes. Ilona Korstin marcou 11 pontos. Maria Kuzina, Marina Karpunina e Tatiana Schegoleva marcaram 10 pontos, cada uma. Pela Bielorrússia, Anastasya Verameyenka, Katsiaryna Snytsina e Tatyana Troina marcaram 11 pontos, cada uma.

São Caetano supera Finasa/Osasco em série pelo título dos Regionais


A equipe de basquete feminina sub-21 do Finasa foi surpreendida nos dois primeiros confrontos dos Jogos Regionais, disputados em uma série melhor-de-três partidas. O time orientado pelo técnico José Mario Valério perdeu para os donos da casa nesta quarta e quinta-feira por 85 a 51 e 85 a 55, respectivamente. As duas partidas foram realizadas no Conjunto Esportivo Lauro Gomes, em São Caetano do Sul.

Composto por meninas mais jovens, média de 17 anos, o Finasa teve dificuldades para vencer o adversário, que veio reforçado por cinco atletas de 21 anos. "Fizemos um jogo contra uma equipe experiente. Foi válido participar para adquirimos experiência", comentou José Mario. "O São Caetano disputa o Campeonato Paulista A1. Por isso teve mérito de vencer, já que esteve melhor nos períodos".

Além de enfrentar o time do ABC, que também teve jogadoras por passagens pela seleção de base nas categorias cadete e juvenil, o Finasa jogou desfalcado. As pivôs Mônica e Leidilania treinam com a seleção brasileira sub-18 para disputar a Copa América, de 23 a 27 de julho, na Argentina. "Por estarmos sem essas jogadoras altas, perdemos a referência dos rebotes. Tivemos de impor outro estilo de jogo", lembrou o treinador.

O próximo compromisso da equipe será em outubro nos Jogos Abertos do Interior, que serão disputados em Piracicaba.

Kelly acerta liberação com o Seattle para disputar os Jogos de Pequim

Kelly é nome certo na Seleção Brasileira que vai disputar as Olimpíadas de Pequim-2008. A pivô brasileira, que atua no Seattle Storm, da WNBA, conseguiu a liberação de sua equipe e tem sua presença garantida na China. Kelly deve seguir para a China no dia 28 e, após os Jogos, retorna a Seattle para disputar o restante da temporada na liga americana.

O Seattle Storm entra em quadra na noite desta sexta-feira, dia 18, para enfrentar o Indiana Fever fora de casa, no Conseco Fieldhouse, em jogo da 21ª rodada da temporada regular da WNBA.

O Storm é o atual vice-líder da Conferência Oeste (14v e 7d) e vem de seis vitórias consecutivas - melhor retrospecto do campeonato -, enquanto o Indiana está na quarta posição da Conferência Leste (10v 9d).

- "Estou muito feliz pela liberação e por poder representar o Brasil em Pequim. Todos aqui na equipe me deram força para disputar os Jogos e tenho certeza de que a Seleção Brasileira estará forte para a China" – disse a pivô, bronze nas Olimpíadas de Sydney-2000 e prata nos Jogos Pan-Americanos Rio-2007.

- "Temos um jogo difícil pela frente, estamos vindo de uma excelente seqüência e o Indiana joga em casa, onde só perdeu duas vezes. Estamos buscando um bom resultado para subir na tabela. Vamos lutar por mais uma vitória" - completou.

Depois de encarar o Indiana Fever, o Seattle Storm volta à quadra no próximo domingo, dia 20, enfrentando o Washington Mystics, na capital americana.