Mostrando postagens com marcador Liz Cambage. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liz Cambage. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de outubro de 2011

Encontros Inusitados

O encontro entre a Rainha Elizabeth e a pivô australiana Liz Cambage (2,03m) durante recepção no Parlamento Australiano.

O encontro entre a pivô Damiris Dantas (1,92m) e as ginastas Daniele Hypólito (1,46 m) e Daiane dos Santos (1,44m) durante o Pan.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Maya Moore é a número 1 do draft da WNBA, Cambage é a segunda

act_maya_moore

Confirmando as previsões, a ala da Universidade de Connecticut, Maya Moore, garantiu a posição número 1 do draft da WNBA ao ser a escolha do Minnesota Lynx.

A pivô australiana Elizabeth Cambage ficou na segunda posição, escolhida pelo Tulsa Shock.

A lista completa está aqui.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Frase

64115738

“Jogar contra a Candace Parker vai ser fantástico!”

Elizabeth Cambage, em clima absolutamente WNBA

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Criador & Criatura

Small_14australia_27C46731 Na semana passada, a liga australiana (WNBL) premiou os destaques da sua temporada.

Os holofotes foram divididos pela dupla que liderou o Bulleen Boomers ao título da última edição.

De um lado, a pivô Elizabeth Cambage, eleita MVP e que só completa 20 anos em agosto. Nome certo no time olímpico australiano em Londres-2012, Cambage deve ser destaque no draft da WNBA na próxima segunda-feira. Na WNBL, suas médias foram de 22,3 pontos e 8,4 rebotes.

Do outro, o técnico Tom Maher, também do campeão Boomers e com experiências olímpicas com Austrália, Nova Zelândia e China. Eleito melhor treinador da liga, Maher se dedica ao seu novo projeto:  comandar a Grã-Bretanha nos próximos Jogos Olímpicos.

Na fase de classificação para o 406326-tom-maherEuropeu, Maher já conseguiu que o time vencesse seu grupo na competição, desbancando forças mais tradicionais como Ucrânia, Eslováquia e Alemanha.

Em 75 dias, o time estreia no Europeu (na Polônia), dividindo o grupo com a Rep. Tcheca (vice-campeã mundial), mais Israel e Bielorrússia.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A Rainha Elizabeth da Austrália

Photo by Melissa Sudero

Líder em pontos – 21.9 por jogo

Líder em rebotes – 9.6 por jogo

Melhor aproveitamento de arremessos – 59%

São essas as credenciais de Liz Cambage na WNBL (a liga australiana). Aos 19 anos, a pivô foi eleita a melhor jogadora da semana em três das últimas quatro rodadas da competição. Segundo o seu técnico – Tom Maher – a evolução da atleta segue impressionante.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Austrália conta com fenômeno de 19 anos na busca pelo bi Mundial

529622-elizabeth-cambage Forte candidata ao título, a Austrália chega para o Mundial feminino da República Tcheca cercada de expectativas. Lauren Jackson, Penny Taylor e as demais atletas da geração campeã em 2006 seguem como as principais atrações, mas as atenções também estarão voltadas para a jovem pivô Liz Cambage, de 2,03 m de altura e apenas 19 anos, que vem sendo considerada por especialistas como a principal promessa do basquete internacional para os próximos anos.

Após brilhar nas categorias de base, Cambage debutou na seleção principal da Austrália no ano passado, na conquista do Campeonato da Oceania. Mas o que chamou a atenção foi o desempenho da pivô na última temporada da liga local. Foi a principal reboteira da competição, com médias de 10,3 por jogo, além de anotar 15 pontos por partida, e responsável por conduzir o Bulleen Boomers às finais. A performance fez com que fosse escolhida para o quinteto ideal da competição.

“Ela será a nova Tamika Catchings, é fora de série”, afirmou a técnica da seleção australiana, Carrie Graf, fazendo referência à consagrada ala dos Estados Unidos. “Tem apenas 19 anos, é única e especial, mas ainda está evoluindo. Ainda tem um longo caminho para percorrer”.

Cambage começou a jogar basquete com apenas 10 anos e é fruto do trabalho realizado pelo Instituto Australiano do Esporte (AIS). O modelo, desenvolvido pelo governo local em parceria com escolas e universidades, foca o aprimoramento dos atletas de alto rendimento.

O desempenho na última liga australiana chamou a atenção das equipes da WNBA. A pivô é considerada uma das atletas mais cobiçadas do próximo draft do campeonato norte-americano e está cotada para ser a segunda escolha da seleção, atrás apenas do prodígio local Maya Moore.

“Ela é jovem e está ainda melhor do que quando a vi pela primeira vez [em julho]”, disse o técnico dos Estados Unidos, Geno Auriermma. “Se teve esse progresso em dois meses, imagine até a Olimpíada de Londres-2012”.

Liz Cambage é constantemente comparada à pivô Lauren Jackson e considerada a sucessora da principal jogadora da seleção australiana, que conquistou por três vezes o prêmio de MVP da WNBA e conduziu o time nacional à conquista do Mundial feminino em 2006. A consagrada veterana de 29 anos está confirmada como companheira da jovem promessa na equipe que buscará o bicampeonato na República Tcheca.

Fonte: UOL

sábado, 18 de setembro de 2010

Sem Lauren Jackson, Penny Taylor e Harrower, Austrália vence também a Espanha

FotoNoticia_34934_Grande Recuperada das más atuações da semana passada, a Austrália segue fortalecida para o Mundial.

Depois de vencer ontem a seleção americana, o time despachou hoje as espanholas por 85 a 64.

Os destaques foram Hollie Grimma (24 pontos) e Liz Cambage (20 pontos e 11 rebotes).

A seleção ainda aguarda Lauren Jackson e esteve desfalcada de Penny Taylor e Kristi Harrower, que deixaram a quadra ontem com lesões.

Pela Espanha, Anna Montañana foi a cestinha com 12 pontos.

Pelo mesmo torneio, as americanas passaram pelas senegalesas (93-51), com 14 pontos de Taurasi.

sábado, 11 de setembro de 2010

Estados Unidos massacram Austrália em primeiro amistoso

video platformvideo managementvideo solutionsvideo player

 

10_wwc_exh_01_gallery É certo que dos dois lados existiam desfalques.

Mas as americanas estavam treinando há 5 dias, enquanto as australianas suam desde março.

Dentro de quadra, as americanas atropelaram as campeãs mundiais, provocando 24 erros das rivais e roubando 14 bolas.

No final: 89-56.

Maya Moore (16 pontos), Kara Lawson (15) e Tamika Catchings (um treino com a seleçao e 12 pontos) foram as maiores pontuadoras dos Estados Unidos.

A jovem Liz Cambage foi a cestinha do jogo, com 18 pontos e mais 7 rebotes. Hollie Grima marcou 13.

A Austrália ainda espera Penny Taylor e Lauren Jackson e enfrenta a Espanha em amistoso hoje.USAOPALS

Os Estados Unidos, que ontem deram apenas seis minutos à recém-apresentada Diana Taurasi (chegou duas horas antes do jogo), ainda aguardam Sue Bird, Swin Cash, Angel McCoughtry e a técnica Marynell Meadors, envolvidas nas finais da WNBA, além de Candice Dupree, Sylvia Fowles e Cappie Pondexter, que irão se apresentar.

As americanas jogam com as espanholas no domingo. Reencontram a Austrália em amistoso na Espanha na próxima semana e provavelmente as donas-da-casa logo após. Já em Brno fazem o último amistoso, contra as tchecas no dia 20.

sábado, 6 de março de 2010

E o título da WNBL ficou com Lauren Jackson

O retrospecto permitia supor em uma surpresa na final da WNBL, a liga australiana.RTEmagicC_Liz_Cambage_v_Lauren_Jackson_-_Chris_Ramsay.jpg

Mas dentro da quadra, o Canberra Capitals passou pelo Bulleen Boomers (75 x 70) e conquistou seu sétimo título na liga.

A partida foi equilibradíssima e o Boomers, líder absoluto na primeira fase, conseguiu abrir a vantagem máxima de oito pontos.

A torcida delirava com cada cesta da nova promessa-realidade australiana, a pivôzona Liz Cambage (16 pontos e 11 rebotes, em 26’).

Mas no quarto final, Mariana Tolo (do Canberra, 1,96m) fez uma marcação incrível sobre a menina, com 4 tocos consecutivos sobre Liz (2,03m), que mudaram a história do encontro.

Jenna O'Hea foi a cestinha do Boomers, com 26 pontos.

No campeão Canberra, Natalie Hurst foi a cestinha com 21 pontos.

Mas a MVP foi Lauren Jackson, que teve um mau começo (nos lances de 2 pontos: 6/20!), mas somou 18 pontos e 13 rebotes e arremessou os lances-livres que fecharam o placar.

Ao final, encheu a moral das companheiras: “Essas meninas poderiam jogar em qualquer lugar do mundo.”

O vídeo abaixo é do encontro entre os times finalistas na primeira fase e ajuda a matar um pouco a curiosidade:

terça-feira, 2 de março de 2010

A Frase

Canberra Pictorial, supplied: Eric Li “Vai ser um confronto entre uma superestrela mundial e alguém que pode ser uma futura estrela.”

Carrie Graf, técnica da seleção e do Canberra Capitals, sobre a final da WNBL – em jogo único no sábado- entre seu time e o Buullen Boomers, de Tom Maher, com o confronto: Lauren Jackson x Liz Cambage. Até o momento, o Boomers venceu os dois confrontos na temporada, mesmo quando Lauren chegou aos 40 pontos na segunda partida.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A nova pérola da Austrália

Mick Connolly O Fábio Balassiano fez um trabalho sensacional e foi buscar uma entrevista com a menina Elizabeth Cambage, a super-pivô australiana de 2,03m.

Para quem acha que por aqui está tudo bem, vale a pena ler o texto e ver o que é uma jogadora consciente de si e do esporte que pratica.

Lizz combina a segurança no seu potencial com humildade (“Preciso melhorar muito para ser uma grande jogadora.”) e aos 18 anos, faz um diagnóstico preciso da seleção sub-19 brasileira que ela enfrentou no Mundial: “as brasileiras jogavam em um estilo mais livre, sem compromisso tático”.

Confira: Muito prazer, Elizabeth Cambage

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O exemplo que vem da Austrália

pois de um comemorado quarto lugar na Olimpíada de Seul (1988), a Austrália foi eliminada no Pré-Olímpico de 1992 e passou a trabalhar duro com a sua seleção de basquete feminino.

O país que seria sede do próximo Mundial de Basquete (1994) e das Olimpíadas de 2000 não podia correr o risco de pagar semelhante mico.

O trabalho foi premiado com o surgimento de um desses raros fenômenos do esporte: a excepcional Lauren Jackson e rendeu muitos frutos nesses 15 anos; seja nos Mundiais: dois bronzes (1998 e 2002) e um ouro (2006) ou nas Olimpíadas, com um bronze (1996) e três pratas (2000, 2004 e 2008).

Apesar disso, o trabalho não pára nem cai, mesmo com uma troca períodica de técnicos: de Tom Maher, passando por Jan Stirling até a atual Carrie Graf.

Quando parecem que as peças de reposição se esgotariam, somos surpreendidos pelo aparecimento de uma nova força como a pivô Liz Cambage.

Assim como no Brasil, os maiores nomes do basquete australiano jogam no exterior: de Lauren à Penny Taylor, de Belinda à Kristi.

Uma das respostas para a diferença de resultados pode estar, no entanto, na organização da liga local: a WNBL. Pouquíssimo badalado, o torneio cumpre sua função básica: oferece mercado de trabalho para as jogadoras de lá e a oportunidade de afirmação para os novos talentos. Dois objetivos básicos que o nosso Nacional não conseguiu alcançar até hoje, quando se aproxima (aos trancos e barrancos) de sua décima segunda edição.

Lá, ao contrário, o torneio com dez equipes segue a pleno vapor. A grande maioria dos estados australianos tem uma equipe na WNBL. A temporada dura seis meses e tem um jogo televisionado por semana. A liga já ousa oferecer teto a algumas das estrelas locais, como Kristi Harrower e Suzy Batkovic, ambas recém saídas da WNBA.

Um dos líderes do começo da temporada é o Bulleen Boomers, treinado por Tom Maher e Michele Timms, que comandam a promessa-realidade Liz Cambage. Na última rodada, o time passou pelo Sydney Flames, de Batkovic (80-71).

Também invictos estão o Adelaide Lightning (da neozelandesa Angela Marino) e o Townsville Fire.

Atual treinadora da seleção local, Carie Graf treina o Canberra Capitals, de Mariana Tolo e atual campeão da liga.

Já é possível ainda importar algumas jogadoras, a maioria de segundo escalão – é verdade – como a canadense Chelsey Audrey (que esteve em Cuiabá, na Copa América), a polaca Marta Dydek (irmã caçula de Margo) e a americana Leah Rush.

Assim como cá, há na liga um saco de pancadas. Trata-se da equipe do AIS (Australian Institute of Sport), até o momento cinco derrotas por um média de 46 pontos de diferença. Mas regitre-se: a jogadora mais velha tem 19 anos e o nobre objetivo é a formação para o futuro.

Aqui, há um decepcionante abandono das promessas, que Hortência afirmou que não iria (irá?) mais permitir. E que Paulo Bassul pretendia combater com a formação de uma seleção de novas, que não decolou.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Austrália fica com o título da Oceania

33bc6ba918 A seleção australiana não teve – nenhuma – dificuldade para ficar com o título da Oceania e garantir a vaga para o Mundial de 2010.

Com uma nova técnica (Carrie Graf) e um elenco desfalcadíssimo, a campeã mundial atropelou a Nova Zelândia em dois jogos: 98-48 e 97-57.

A competição serviu ao menos para confirmar as já boas impressões sobre a pivô Beth Cambage (chamada pelos autralianos de Liz Cambage), destaque no Mundial Sub-19.

Ela teve 22 pontos no primeiro jogo e 18 no segundo.