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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sul Americano de Seleções é adiado para 2013

De acordo com a Federação Chilena em seu site, o Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino deste ano foi cancelado pela ABASU devido ao intenso calendário internacional, que envolve o Pré-Olímpico Mundial e os Jogos Olímpicos.

Só pra lembrar que o presidente da ABASU é o Gerasime Bosikis, o Grego.

Lamentável!

Sem parceiro, Sport garante participar da LBF 2012/2013

Apesar de ainda não ter garantido um patrocinador para o basquete feminino, o Sport sacramentou a criação de uma equipe profissional para disputar a próxima temporada da Liga de Basquete Feminino (LBF). Já há, inclusive, três atletas contratadas e outras três apalavradas, e duas dessas virão da Espanha para jogar no Brasil.

A chegada de um patrocinador não determina a existência da equipe, mas é um fator que pode aumentar ou diminuir a competitividade dela. Caso um parceiro comercial seja encontrado, o dinheiro pago por ele seria usado para reforçar o elenco com mais jogadoras – atualmente, há quatro negociações em andamento ainda indefinidas.

“Nós fizemos todo o orçamento, decidimos quanto poderia ser investido do ponto de vista salarial, organizamos tudo. Uma parte dos recursos será arcada pelo clube e outra por patrocinadores. Como a liga só começa no fim do ano, ainda temos algum tempo para resolver”, conta Yuri Romão, vice-presidente de esportes amadores do Sport.

Existe até a possibilidade de que as tratativas existentes acabem beneficiando de alguma forma o futebol. Ao se reunir com os executivos dessas empresas, os dirigentes pernambucanos colocaram à disposição propriedades relativas ao futebol, e algumas delas se interessaram em adquirir pacotes maiores - a exemplo do que faz o BMG no Flamengo, no qual patrocina tanto basquete quanto futebol.

Na estrutura organizacional do clube, o departamento de marketing é responsável por captar fontes de verba para o futebol, enquanto todas as outras modalidades ficam sob a batuta da vice-presidência de esportes amadores. Eventualmente, ambas as pastas unem esforços em determinadas negociações, como pode acontecer no caso citado por Romão, mas elas atuam separadas na busca por patrocinadores.

Fonte: Máquina do Esporte

Joinville busca patrocinador para voltar à LBF

Terminada no último fim de semana a segunda edição da Liga de Basquete Feminino (LBF), com vitória de Americana sobre Ourinhos na decisão, dirigentes começam a trabalhar para acrescentar mais equipes ao campeonato para a próxima temporada. E a primeira a demonstrar interesse em voltar é a Associação de Basquete Feminino (ABF) de Joinville, neste momento à procura de patrocinadores.

O time catarinense participou da primeira temporada da LBF, em 2010/2011, mas teve de deixar a competição por não ter verba suficiente para sustentar uma equipe profissional. Altair Nasário, presidente à época, deixou o cargo para concorrer a vereador e foi substituído por Iginio Campregher, novo principal responsável por conseguir empresas que financiem o retorno do Joinville ao basquete feminino.

Para montar um elenco competitivo, com possibilidade clara de ficar entre os quatro primeiros colocados do campeonato, o dirigente prevê a necessidade de conseguir cerca de R$ 70 mil mensais. Com a metade disso, R$ 35 mil mensais, de acordo com ele, já é possível contratar uma equipe menos qualificada, porém suficiente para participar do principal torneio de basquete feminino do país na atualidade.

"Nós já temos algumas coisas em vista, estamos dependendo de contatos para ver se conseguimos fazer algo. Hoje teríamos que ter o investimento de alguma empresa, e não está fácil, mas também só precisamos pagar pelos salários das atletas, porque a liga subsidia passagens, estadias, como aconteceu na última participação. Estamos analisando a situação", afirma Campregher, presidente da ABF.

Um dos pontos que anima o mandatário é Joinville, cujo crescimento econômico tem servido como base para modalidades esportivas. Na cidade, o time de futebol subiu à segunda divisão nacional, enquanto futebol de salão e basquete masculino têm equipes que integram as respectivas elites no país. Ainda há, segundo ele, restrições ao basquete feminino, mas a expectativa é que elas sejam revertidas.

"O Sportv deu uma assistência muito importante para a liga, e esse ano foi melhor do que o ano passado, então estamos apostando bastante nisso", completa o presidente. Para retornar à LBF, a vantagem de Joinville é que a associação já possui franquia, mas a volta ainda terá de ser aprovada em congresso técnico, a ser organizado pela entidade nos próximos meses. Até lá, precisa-se de patrocinador.

Fonte: Máquina do Esporte

sábado, 14 de abril de 2012

Iziane e Kelly vencem ação contra o turco Besiktas

As jogadoras Iziane Castro e Kelly Santos entraram com uma ação contra o time turco do Besiktas por causa de salários atrasados.

As jogadoras pediram o pagamento integral dos seus salários da temporada 2010/2011, alegando que o clube tinha resolvido unilateralmente o contrato sem causa justificada.

A ação foi julgada pelo Tribunal de Arbitragem de Basquetebol a favor das jogadoras em sua afirmação de que o clube tem de pagar os salários pendentes por quebra de contrato.

Fonte: Prodep

quinta-feira, 8 de março de 2012

FPB define torneio de classificação para série A1

A Federação Paulista de Basketball (FPB) realizou na tarde desta quarta-feira (07 de março), em sua sede, na cidade de São Paulo (SP), a segunda etapa da reunião com as equipes inscritas para disputar a fase classificatória do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2012. Participaram do encontro: Antônio Chakmati, presidente, Antônio Souza e Enyo Correia, vice-presidentes, Ricardo Molina, diretor de marketing e do naipe feminino, e Tatiana Steigerwald, do departamento técnico, todos representando a entidade maior do basquete paulista, além dos membros das agremiações.

Depois de um debate amplamente democrático, onde todos os times puderam externar as suas opiniões, ficou definido que as dez equipes irão disputar a fase de classificação do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2012 em turno único e os quatro primeiros colocados ganham o direito de jogar a etapa seguinte do estadual, quando enfrentarão as equipes que já estão pré-classificadas: Americana, Santo André/Semasa, Ourinhos Basquete, Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, Basquete Clube e São José/Shopping Colinas. Os demais irão disputar o Campeonato Paulista Feminino da Série A-2.

Os times participantes da fase classificatória são estes: Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, ASA/São Bernardo (São Bernardo do Campo), Cristo Rei/SEL/FAIP/Marília, Esporte Guarulhos, Recreativa/Ribeirão Preto, Santa Maria/São Caetano (São Caetano do Sul), UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau (Presidente Venceslau), XV/Unimep/Ahmpla/Selam (Piracicaba), Divino/COC/Jundiaí e Rio Claro Basquete.

- Mais uma vez a reunião foi bastante proveitosa, já que percebemos que a ideia da Federação Paulista é unir cada vez mais o basquete feminino e isso só vai engrandecer e fortalecer a modalidade. Estávamos sem basquete adulto na cidade desde 1995 e está sendo uma vitória jogar novamente e já poder disputar a Série A-1 - relata Márcio Pimenta, técnico do Rio Claro Basquete.

- Creio que da forma como foi conduzida esta reunião e da maneira como ficou definido o calendário do basquete feminino paulista, os times terão a chance de jogar a Série A-1 do Campeonato Paulista, disputando uma vaga na fase classificatória, e ao mesmo tempo terão um fôlego para correr atrás de parceiros e para preparar o seu elenco. Vou tentar captar mais parceiros, pois Guarulhos não joga a Série A-1 desde 2009 e queremos retornar bem - acrescenta Alexandre Cato, técnico do Esporte Guarulhos.

A competição está prevista para começar na segunda quinzena do mês de abril.

Fonte: Federação Paulista

domingo, 4 de março de 2012

FPB faz proposta aos clubes e definição da Série A-2 ocorre na próxima semana

A reunião técnica para definição do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 – 2012 foi realizada na tarde de quinta-feira (1º de março), na sede da Federação Paulista de Basketball (FPB), na cidade de São Paulo (SP), reunindo o presidente Antônio Chakmati, Ricardo Molina, diretor do naipe feminino e de marketing, e Tatiana Steigerwald, do departamento técnico, todos pela FPB, além dos representantes das 11 equipes interessadas em jogar a competição.

As equipes inscritas são estas: Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, ASA/São Bernardo (São Bernardo do Campo), Cristo Rei/SEL/FAIP/Marília, Esporte Guarulhos, Recreativa/Ribeirão Preto, Santa Maria/São Caetano (São Caetano do Sul), UNIESP/Cia Talentos/Venceslau (Presidente Venceslau), XV/Unimep/Ahmpla/Selam (Piracicaba), Divino/COC/Jundiaí e Rio Claro Basquete.

Na abertura da reunião, Ricardo Molina, em nome da FPB, fez uma proposta para que as equipes disputassem a Série A-2 no primeiro semestre e depois partissem para a Série A-1, se juntando aos times que já fazem parte da elite do basquete paulista, no segundo semestre. “Fizemos uma proposta entendendo a situação dos clubes, com condições especiais para que eles pudessem ascender à divisão maior do basquete paulista, sem onerar muito os orçamentos. Com isso, vamos aguardar até a próxima semana para saber qual vai ser a opinião da maioria, de forma democrática, para definirmos como será o calendário”, relata Molina.

O técnico Flávio Prado, do UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau, enalteceu a forma democrática como foi conduzido este encontro. “Foi uma boa reunião, com certeza, bastante democrática, e creio que todas as oportunidades de se conversar para que ocorram melhorias no basquete feminino são amplamente válidas. É claro, que para Presidente Venceslau, que conta com times em quase todas as categorias de base do naipe feminino, o trabalho é feito para se chegar a disputar a divisão de elite do basquete paulista e, por conta disso, vi com bons olhos a proposta feita pela Federação. Agora, vamos conversar com os nossos parceiros e diretoria para ver se conseguimos viabilizar essa participação, já que temos o componente de localização, por ser distante dos outros centros, que nos atrapalha um pouco”, explica.

“Eu achei a ideia muito boa, pois vamos jogar o ano todo, é claro que vai haver uma disparidade técnica entre algumas equipes, mas eu creio que se não enfrentarmos times de um nível maior, não existe forma de crescer. Com isso, a ideia é correr atrás de mais parceiros para reforçar o elenco e fazer um trabalho psicológico com as nossas jogadoras, mostrando que a meta é sempre de evolução, mesmo que algumas derrotas com placares elásticos aconteçam”, acrescenta Sueli Salomão, do Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba.

O presidente da Liga de Basquete Feminino (LBF), Márcio Cattaruzzi, esteve presente a reunião para expor como funcionará a entrada de novas agremiações a partir da sua terceira edição. Entre outras coisas, foi relatado que só poderá pleitear uma vaga na LBF à equipe que disputar a divisão de elite do seu campeonato estadual.

O segundo encontro para definir o Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 -2012 será realizado no dia 07 de março (quarta-feira), às 15h00, na sede da FPB, em São Paulo (SP).

Fonte: Central Esportiva
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E mais: De acordo com o blog do Lucas Salomão, o campeonato paulista Sub 19 terá apenas seis clubes.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Hortência participa da reunião para os campeonatos paulista das categorias de base

A reunião técnica para formatação dos campeonatos femininos de base (SUB-13, SUB-15, SUB-17 e SUB-19) da temporada de 2012 foi realizada na tarde desta quarta-feira (29 de fevereiro), na sede da Federação Paulista de Basketball (FPB), na cidade de São Paulo (SP), contando com a presença do presidente Antonio Chakmati; Ricardo Molina, diretor do naipe feminino; Tatiana Steigerwald, do departamento técnico, todos representando a entidade paulista; Hortência Marcari, diretora do naipe feminino da Confederação Brasileira de Basketball (CBB); além dos representantes das equipes inscritas nas competições.

- Realizamos a reunião para formatação dos nossos campeonatos de 2012 com a presença da Hortência, representando a CBB, para que o calendário possa ser feito de uma maneira que não atrapalhe nenhuma das partes, ou seja, que fique adequado aos clubes, na disputa do Campeonato Paulista, bem como as seleções nacionais - comenta Molina.

Para Hortência, essa é uma atitude salutar, já que busca um caminho para que todos fiquem bem. - Vamos montar o nosso calendário junto com o da Federação Paulista para não atrapalhar ninguém. Quando você joga aberto, como estamos fazendo, não existe problema, mas, às vezes, falta informação e isso gera algumas especulações - explica a ex-jogadora, campeão mundial e medalhista olímpica vestindo a camisa da Seleção Brasileira.

Nesta quinta-feira (1º de março), ocorre a reunião técnica para formatação do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2012, às 15h00, também na sede da Federação Paulista de Basketball (FPB), na cidade de São Paulo (SP).

Fonte: Federação Paulista

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Catanduva: Falta de patrocínio

A equipe de basquete feminino do Catanduva Basquete Clube enfrenta sua pior crise fora das quadras desde 2005. Com dificuldades para encontrar ao menos dois patrocinadores, a direção do clube catanduvense não paga o salário das jogadoras desde janeiro.

Com isso, algumas chegaram a cogitar a possibilidade de não entrarem em quadra nos jogos da Liga de Basquete Feminino (LBF) enquanto os salários não fossem pagos. A informação é do próprio técnico da equipe, Édson Ferreto. “Não há problema com a verba proveniente da Prefeitura. O que ocorre é a falta de patrocinadores que tem prejudicado esses pagamentos”, disse o treinador.

O presidente do clube, Luiz Roberto Daoglio, o Itajobi, confirmou o atraso. No entanto, segundo ele, os salários estão atrasados desde o último dia 15. Uma reunião hoje com um patrocinador deve resolver a situação das atletas.

“O dinheiro da Prefeitura é o menor dos problemas. A atual diretoria não está conseguindo honrar o compromisso com as jogadoras. Estamos fazendo de tudo para conseguir segurar as jogadoras e fazer com que elas mantenham o mesmo ímpeto na fase decisiva que estamos da competição”, destaca o treinador.

Além de perder o apoio de patrocínio da Federação das Unimeds, o time também não teve a prorrogação do patrocínio com o Açúcar Cometa acertado. A empresa, que é mantida agora pela Noble Group, preferiu não manter o seu vínculo. “Precisamos de alguém que possa ir atrás de patrocinadores e que colabore com o basquete de Catanduva. Sem esse aporte financeiro, ficará difícil continuar”, destacou o treinador.

Contenção

A liberação da verba da Prefeitura deve ocorrer nos próximos dias. O Executivo encaminhou uma subvenção no valor de R$ 40 mil, abaixo dos repasses que eram feitos nos anos anteriores.

A diminuição desse valor foi explicada por conta da extinção da CIP. “A contenção de despesas segue os cortes definidos pela Prefeitura de Catanduva em função da possível perda de arrecadação devido ao fim da CIP, mantida ainda por liminar. Aprovada pela Câmara Municipal na administração do PT, a CIP foi retirada pela

própria Câmara no último ano deste governo, com várias obras em andamento e após aprovação do orçamento de 2012. "Ou seja, aprovaram receita e despesa. Na semana seguinte, retiraram receita. Ou não sabem o que fizeram, ou agiram com muita maldade", avaliou o prefeito Afonso

Macchione Neto, através de nota. O valor de R$ 40 mil é o equivalente à prorrogação de quatro meses do contrato anterior.

Fonte: O Regional

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Hortência aguarda "dispensa oficial"de Iziane e culpa gestões anteriores por dependência

Diretora da seleção brasileira feminina, Hortência se mantém confiante sobre a presença de Iziane na Olimpíada de Londres-2012.

A ex-jogadora ignora as declarações recentes da ala, que estuda pedir dispensa do time nacional por motivos financeiros, e diz aguardar a apresentação da atleta, que havia se comprometido anteriormente a disputar os Jogos.

“Enquanto não for nada oficial, para mim ela se apresentará normalmente junto com as outras. Fico com o que ela me disse anteriormente e desconheço qualquer outra coisa”, afirmou Hortência ao UOL Esporte. “Nunca entrarei em conflito com a Iziane. Cada um tem suas prioridades, e ela tem todo o direito de pensar diferente de mim. Ninguém é obrigado a fazer o que não quer”.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Iziane colocou em dúvida sua participação nos Jogos Olímpicos. A ala disse ter recebido proposta irrecusável do Seattle Storm, que teria oferecido um contrato de três anos e um salário de US$ 101 mil anuais, o teto da WNBA.

Para fechar negócio, porém, a atleta teria que ficar de fora de praticamente todo o período de preparação da seleção brasileira para a Olimpíada. A equipe ficará concentrada e treinando por dois meses. Iziane chegaria apenas 15 dias antes do início dos Jogos, o que teria sido vetado anteriormente pela CBB após o fracasso no último Mundial feminino.

Hortência mostra-se aberta a abrir uma exceção para a ala. A dirigente evita falar demais sobre o assunto e deixa a decisão nas mãos do técnico Luiz Cláudio Tarallo. A ex-jogadora, porém, admite a importância de Iziane dentro do grupo e critica as gestões anteriores da CBB, que teriam criado uma carência de boas jogadoras no time nacional.

“O problema é que não fizemos jogadoras no passado e hoje dependemos de três ou quatro. É um problema de gestão que vem desde a minha época. Eu e a Paula não podíamos ficar fora da quadra ao mesmo tempo. Depois, veio a Janeth. É algo que temos que mudar, por isso estamos investindo tanto na base”, disse Hortência.

A dirigente encontrou-se com Iziane nesta quinta-feira, na partida entre Americana e Maranhão pela Liga de Basquete Feminino (LBF), mas nega ter conversado sobre o futuro da jogadora na seleção. "A única coisa que disse, em tom de brincadeira, foi 'tive que dar várias entrevistas por sua causa hoje'."

Fonte: UOL

sábado, 26 de novembro de 2011

Penalty não renova e LBF procura novo fornecedor

A Penalty não é mais a fornecedora de materiais esportivos da Liga de Basquete Feminino (LBF). O contrato existente entre empresa e entidade expirou, e a renovação já foi descartada por ambas as partes. Agora a entidade, que definiu o início da segunda temporada do torneio para 10 de dezembro deste ano, busca uma substituta.

A razão pela não continuidade da parceria permanece enigmática. Por parte da fabricante, a versão dada à Máquina do Esporte é a de que a liga recebeu propostas de outras empresas e decidiu não prolongar o acordo. Enquanto, pelo lado da LBF, afirma-se que, após o fim do contrato, a iniciativa de não renová-lo partiu da Penalty.

Desencontros à parte, não há nenhuma definição sobre qual será a fornecedora de artigos esportivos da próxima temporada, a despeito de o início da competição ser iminente. No site oficial da entidade, ainda não há nenhuma alteração a respeito da troca de fornecedor, e a marca da antiga parceira continua sendo exibida normalmente.

Em um panorama geral, a saída da Penalty é a única baixa entre patrocinadores que estiveram presentes na primeira edição da liga feminina. Eletrobras e Bradesco seguem com cotas de patrocínio, a Rede Globo, como parceira de mídia, enquanto o Ministério dos Esportes aprovou novos projetos para captar verba via Lei de Incentivo.

Em termos dos clubes participantes, Mangueira, do Rio de Janeiro, e Joinville, da cidade catarinense homônima, tiveram de se retirar por questões financeiras. Há, por outro lado, a chegada de São José, Blumenau e Maranhão, e portanto a segunda versão do campeonato nacional feminino terá nove participantes.

Fonte: Máquina do Esporte

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Segundo Folha de São Paulo, Canadá quer aprender “a desenvolver o basquete” com o Brasil

Achei brilhantes as notas da coluna Painel FC do caderno de Esportes da Folha de São Paulo de hoje, contrapondo fatos que só podem acontecer aqui no Brasil:

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domingo, 2 de outubro de 2011

Liga feminina sofre com falta de patrocínio e indefinição para próxima temporada

A segunda edição da Liga de Basquete Feminino está com dificuldades de sair do papel. Sem nenhum patrocinador, a competição organizada pelos clubes convive com atrasos em seu planejamento para a próxima temporada e deve sofrer com corte de gastos para poder ser viabilizada em 2011.

“Não sabemos quantos clubes vão participar, pois estamos com problemas de verba, de captação”, contou o presidente da LBF, Marcio Cattaruzzi. “Os clubes não tem condições de arcar com as despesas, que ficam a cargo da liga. E como não temos uma previsão de capital, só teremos uma definição sobre o campeonato no dia 20 de outubro, quando nos reuniremos”.

Cattaruzzi revelou que atualmente a LBF conta apenas com o apoio da Rede Globo, que comprou os direitos de transmissão do torneio para o canal de TV por assinatura Sportv. O dirigente afirmou que entidade ainda conversa com possíveis patrocinadores e aguarda a aceitação de um pedido de participação na Lei de Incentivo junto ao Governo Federal.

A atual situação da LBF contrasta com a realidade vivida pela entidade em sua primeira temporada. A edição de estreia do campeonato nacional contou com patrocínios de Eletrobrás e Bradesco, além de apoio do Ministério do Esporte e da transmissão do Sportv.

“No ano passado estava invertido. Primeiro nós tínhamos os recursos e depois lançamos o campeonato. Não é o que deve acontecer dessa vez”, comentou Cattaruzzi, que nega qualquer risco da competição não ocorrer e prevê o início do campeonato para o dia 26 de novembro.

Com os recursos em mãos, foi possível para a liga custear despesas de transporte aéreo, hospedagem e alimentação de todas as equipes participantes. Diante do atual panorama, Cattaruzzi crê que não será possível repetir a receita em 2011, com o risco de algumas equipes não participarem do torneio por não terem como arcar com os gastos.

“Um destes itens deve cair, mas não sei dizer qual. É claro que alguns times podem não ter como bancar os gastos, por isso ainda não sabemos qual será o número de equipes para o campeonato. Mas a nossa expectativa é que o torneio conte com 10 equipes”, disse Cattaruzzi.

Fonte: UOL

sábado, 24 de setembro de 2011

Liga de Basquete Feminino está sob risco por falta de verba

Anunciada no ano passado com toda a pompa e a promessa de revolucionar a modalidade, a Liga de Basquete Feminino (LBF) vive dias de incerteza e a próxima edição do torneio está sob risco de não ser realizada.
Uma reunião na última quarta-feira deveria definir as diretrizes para o campeonato e a associação de novos clubes. O encontro, entretanto, acabou cancelado e deverá ocorrer apenas em três semanas.
O principal problema enfrentado pela Liga é a falta de dinheiro para viabilizar a competição.
De acordo com o presidente da entidade, Márcio Cattaruzzi, a LBF precisa triplicar o montante que tem em mãos para que a bola possa subir. Até o momento, o único patrocínio existente é o da Rede Globo, para a transmissão das partidas em seu canal fechado (SporTV).
A entidade ainda tenta viabilizar uma parceria com o Ministério do Esporte, por meio de uma lei de incentivo fiscal, e a renovação dos contratos com a Eletrobras e o Bradesco. Estas duas empresas patrocinaram a primeira edição do campeonato graças a um acordo feito com a ajuda da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).
Com a indefinição da situação, nenhum dos oito clubes que participaram da primeira edição – vencida pelo Santo André – confirmaram presença no torneio desta temporada, cujo início está previsto para a última semana de novembro.
– Ninguém confirma a participação porque ainda não podemos prometer nada em termos financeiros. Mas estou otimista com a realização do campeonato. Temos conversas em andamento – disse ao LANCE! Márcio Cattaruzzi.
Apesar da incerteza, a ideia é a de que dez times joguem o torneio.

Fonte: Lance

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Euroliga feminina quer atletas com 'uniforme colado' por jogo mais atraente

Uma polêmica mudança no uniforme das atletas para a próxima Euroliga feminina tem dividido opiniões no Velho Continente. Em busca de maior atenção para o torneio, dirigentes europeus querem obrigar as jogadoras a abandonar camisetas e calções mais largos para utilizar roupas coladas ao corpo.

Segundo a Fiba Europa, a medida visa aumentar a diferenciação entre o basquete feminino e masculino. As roupas mais justas ajudariam a ressaltar a beleza das atletas e deixariam as partidas mais atraentes para os torcedores. Bermudas estariam proibidas e a peça do vestuário teria uma distância mínima de 10 cm para os joelhos. A questão será discutida no dia 7 de junho, em assembléia entre clubes e federações.

A medida tem causado polêmica entre jogadoras, torcedores e dirigentes. Algumas atletas criticaram publicamente o ‘macaquinho’ e até um abaixo-assinado feito por feministas foi criado na Internet.

“Deveriam explicar porque no basquete feminino é obrigatório e no masculino não há nada sobre mostrar o corpo. Estamos acostumadas a jogar com roupa larga e não vejo motivo para mudanças”, disse a armadora Marta Xargay, do clube espanhol Avenida e da seleção local.

As roupas coladas ao corpo não são novidade no basquete. O Brasil adotou o chamado ‘macaquinho’ para a Olimpíada de Sydney, em 2000, e utilizou o modelo por quase seis anos. A mudança no uniforme, porém, foi feita em comum acordo com as atletas.

“Fomos consultadas e achamos que seria legal para a imagem do basquete”, contou Helen Luz, que utilizou o modelo nas Olimpíadas de Sydney-2000 e Atenas-2004. “No começo foi muito estranho, não estávamos acostumadas e ficamos um pouco tímidas. Mas se tornou natural com o tempo. A maioria das meninas gostava. Vestimos literalmente esta camisa”.

Especialista em marketing esportivo, José Carlos Brunoro questiona a eficiência da medida proposta pela Fiba Europa. Para o executivo, a mudança no uniforme traz poucos benefícios em termos de imagem e ainda pode causar constrangimento entre as jogadoras.

“Não acho que isto deixaria o jogo mais atraente para os torcedores. O que atrai o torcedor é uma partida de boa qualidade”, afirmou Brunoro. “Esta é uma medida problemática dentro de um time, pois nem todas as jogadoras têm um corpo legal. O uniforme deveria ser de acordo com a equipe. Não acredito que este seja o melhor caminho a ser tomado”.

Para Lola Aronovich, professora de literatura da Universidade Federal do Ceará e autora de um dos maiores blogs feministas do Brasil (www.escrevalolaescreva.blogspot.com), este tipo de iniciativa deixa de lado o mérito esportivo e faz com que as atletas passem a ser avaliadas apenas por sua beleza. “Pelo jeito, se não forem atraentes para os homens, não podem jogar. É revoltante que essas profissionais, que vivem para treinar e competir, tenham que se sujeitar a serem sensuais para atrair público”.

“Para os homens que não veem nada de mais em exigir que atletas usem roupas menores, mais justas, mais sexy, fica a pergunta: e se fosse com eles? Por exemplo, mulheres vão muito pouco a estádios de futebol. E se de repente, para atrair mais o público feminino, a FIFA obrigasse os jogadores a usar sunga? Seria justo?”, completou Aronovich.

Mesmo sendo adepta do ‘macaquinho’, Helen faz ressalvas sobre a forma como a questão foi abordada na Europa. “Não acho legal obrigar as atletas a usar. A jogadora tem que estar confortável para atuar. Ainda mais na Euroliga, uma competição que passa por países de culturas diferentes. Do jeito que está sendo feito, não sou a favor”, disse a armadora, que jogou por sete anos no Velho Continente.

Fonte: UOL

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Basquete feminino divide "poluídos" e endividados

RODRIGO CAPELO

O duelo entre as duas líderes da Liga de Basquete Feminino (LBF), na próxima sexta (14), deve lotar o ginásio da cidade de Catanduva. Contra o Americana, atual primeiro colocado, porém, os torcedores do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva Basket Clube terão a improvável missão de criar gritos de incentivo às atletas com o longo nome da equipe.

Os naming rights ocupados por três empresas distintas são apenas um indício da quantidade de parceiros que o clube detém. A camisa amarela do Catanduva é composta por nada menos que nove marcas, enquanto o ginásio, por fim, é preenchido com placas de publicidade de outras dez companhias. Não há muitos motivos, contudo, para queixas.

O alto número de patrocinadores é o principal responsável pela sobrevivência da equipe de basquete. Apesar de reconhecer a poluição visual, o clube teve de fechar múltiplos acordos para garantir fontes de receita suficientes. "A menos que apareça uma proposta diferenciada, preferimos manter essas marcas", afirma Jonny Leite, supervisor.

Em situação similar está o Basquete Clube. O atual sétimo colocado da liga feminina, apenas no uniforme, mantém oito marcas diferentes. Novamente, a quantidade de parcerias garante a existência da equipe. A alguns quilômetros de distância, rivais mantêm aspecto visual agradável, mas enfrentam graves problemas financeiros.

No Sul do país, com apenas duas marcas estampadas no uniforme, o ABF Joinville acumula prejuízos todos os meses. Para que o clube não vá à falência, diretores, tesoureiros e presidente, Altair Nasário, têm injetado recursos pessoais. "A nossa vantagem é que todos são voluntários", conta o mandatário, que espera captar aportes em 2011.

O São Caetano/Unip, gerido pela secretaria de Esportes e Turismo da cidade, aguarda por patrocinadores para evitar cobranças políticas, motivadas pelos gastos com o basquete feminino. A universidade, apesar de ocupar os naming rights, cede apenas materiais esportivos. A camisa das atletas, pelo menos, continua impecável.

Basquete feminino aposta em liga para atrair aportes

Com a primeira temporada agendada para terminar no fim de fevereiro, a Liga de Basquete Feminino (LBF) gera discurso uniforme entre dirigentes dos clubes participantes. Caso a competição seja bem organizada até o fim e tenha uma segunda edição, de maneira que se consolide no cenário nacional, a busca por patrocínios será facilitada.

"Por enquanto, o próprio basquete feminino não ajuda, porque a liga ainda é nova, não há atletas renomadas, entre outros problemas", justifica Mauro Chekin, secretário de Esporte e Turismo da cidade de São Caetano, responsável por gerir o São Caetano/Unip. A equipe conta apenas com o apoio da universidade, que cede somente uniformes.

Apesar de outros clubes viverem situações díspares, como o Catanduva, que carrega três empresas nos naming rights e nove marcas na camisa, a confiança na consolidação da liga para atrair novos patrocínios está presente em todas as equipes. Nesses casos, a LBF poderia valorizar acordos e até "limpar" camisas.

Entre outros clubes que contam com número reduzido de patrocinadores e ainda aguardam dias melhores nas finanças, estão Mangueira/Petrobras e ABF Joinville. A partir do momento em que a liga se fortalecer, ganhar prestígio e visibilidade, ambos acreditam que terão melhores argumentos para convencer empresas.

Fonte: Máquina do Esporte

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Helen revela vontade de trabalhar nos bastidores do basquete

Depois de ficar sete anos jogando na Europa, a armadora Helen Luz está de volta às quadras brasileiras. A armadora foi contratada pelo time de Americana em abril deste ano e será um dos destaques da Liga de Basquete Feminino (LBF), lançada oficialmente nesta terça-feira.

Em sua primeira temporada, a LBF contará com a campeã mundial como o seu principal destaque, uma vez que o torneio estreará com muitos nomes desconhecidos do grande público. Após anos distante, Helen comemorou seu retorno ao Brasil.

"Tudo tem etapas na vida, já aproveitei lá fora. A jogadora sabe o momento de parar e é legal voltar ao Brasil jogando. Foi uma decisão pessoal, que uniu o útil ao agradável, já que eu gosto bastante da cidade de Americana", disse Helen, que conquistou os Jogos Abertos do Interior defendendo a cidade.

Sobre a Liga, a jogadora sabe que será difícil, porém ressalta que o mais difícil é começar. "É uma realidade dura, mas também não é novidade o que vou enfrentar, já sofri bastante por aí. Tem que começar para poder evoluir. Vai dar certo e o trabalho vai ser bem feito", disse a otimista jogadora.

Com 37 anos, Helen já pensa na aposentadoria e dá o recado: quer participar da administração do basquete brasileiro. "Terminando a minha carreira, estou aí. Quero ajudar", disse a armadora, que não se vê como técnica na modalidade no futuro.

"Não quero ser técnica, muita dor de cabeça. Quero ficar gerenciando, aprendi muito da administração do esporte lá fora. Quero ajudar para que o basquete possa evoluir", afirmou Helen, que vê o Americana como um dos favoritos no estreante torneio.

"Somos favoritos, sim, mas se vamos ganhar já não sei. O técnico está fazendo um bom trabalho, estou aprendendo muito e estou gostando bastante do estilo dele. Estou aqui para ser campeã", concluiu Helen.

Fonte: Gazeta Esportiva

LBF começa no sábado

A terça-feira foi de festa para o basquete feminino brasileiro. O dia marcou o lançamento da Liga Basquete Feminino (LBF), e a divulgação da bola Penalty, oficial da competição. O evento, que inicia no próximo sábado (13), foi realizado em São Paulo e contou com a presença de dirigentes da LBF, atletas e técnicos, além do presidente da Penalty, Carlos Alberto Saraiva; o presidente da CBB, Carlos Nunes; o vice-presidente da CBB, Reginaldo Senna; a diretora de seleções femininas, Hortência Marcari; e o diretor da Brunoro Sports Business, Marcelo Dória. A assessoria de imprensa da LBF informa que o site oficial da competição (www.ligadebasquetefeminino.com.br) irá ao ar a partir de sexta-feira (dia 12).

— Hoje é um dia histórico para o basquete brasileiro. A criação da LBF é um passo importante para o desenvolvimento da modalidade e fico feliz por estar aqui, participando da festa de lançamento da primeira edição. Com o apoio dos patrocinadores, clubes, atletas, técnicos e todas as pessoas envolvidas no processo, a Liga Feminina se tornou uma realidade — disse o presidente da CBB, durante o evento.

— Vai ser uma experiência nova. Estamos treinando forte para a competição. Sabemos que enfrentaremos equipes muito mais experientes do que a nossa, mas vamos procurar fazer boas partidas. Queremos aprender, ganhar experiência e vencer alguns jogos também. Pretendemos dificultar bastante a vida dos nossos adversários — comentou Isabella Macedo, jogadora de 16 anos da Mangueira/Petrobras

— Desde maio, conversamos com os clubes e delineamos alguns pontos. Primeiro chegamos a um consenso sobre o formato da competição e depois passamos a organizar a divisão das cotas de patrocínios, o acerto com a televisão. Tudo transcorreu na maior boa vontade para trazermos coisas novas para o basquete feminino. A LBF chega para justamente aumentar o número de clubes que disputam o campeonato e, desta forma, estimular o surgimento de novas atletas. Sem uma boa quantidade de jogadoras fica impossível extrair qualidade para formar um basquete feminino forte no Brasil — comentou Márcio Cataruzzi

LIGA DE BASQUETE FEMININO
Equipes participantes:

Santo André/Semasa (SP), Unimed/Americana (SP), ABF Joinville (SC), Basquete Clube Araçatuba (SP), São Caetano/UNIP (SP), Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), Mangueira/Petrobras (RJ) e Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP).

Forma de disputa:

Na primeira fase, os clubes se enfrentam em turno e returno. As duas equipes que somarem maior número de pontos estão automaticamente classificadas para a semifinal. Os clubes que ficarem de terceiro a sexto lugares vão brigar pelas duas últimas vagas na semifinal, que serão realizadas em série de melhor de três (3º x 6º e 4º x 5º). Os vencedores se juntam aos dois já classificados e disputam as semifinais em playoffs de melhor de cinco. É válido destacar que o mando de quadra ficará sempre com a melhor posicionada na fase inicial. O campeão da LBF será conhecido em final única, marcada para o dia 27 de fevereiro de 2011, em quadra neutra.

1ª Rodada

— Sábado (13 de novembro)

17h00 – Santo André/Semasa x Unimed/Americana — Sportv ao vivo

17h00 – ABF Joinville x Basquete Clube Araçatuba

18h00 – São Caetano/UNIP x Colchões Castor/FIO/Unimed/ Ourinhos

18h00 – Mangueira/Petrobras x Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva

2ª Rodada

— Segunda-feira (15 de novembro)

20h00 – Mangueira/Petrobras x Basquete Clube Araçatuba

20h00 – Santo André/Semasa x Colchões Castor/FIO/Unimed/ Ourinhos

20h00 – São Caetano/UNIP x Unimed/Americana

21h00 – ABF Joinville x Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva — Sportv ao vivo

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Basquete feminino vai mal. E sem definições.

Enquanto o técnico argentino Rubén Magnano, da seleção masculina de basquete, se divide entre a observação de jogadores sub-17 e a rodada de estreia do Novo Basquete Brasil (NBB), a equipe feminina continua em momento de indefinição. A diretora Hortência Marcari afirma não ter "pressa" para definir o comando da seleção adulta.


O espanhol Carlos Colinas, que dirigiu a equipe no título sul-americano e no 9.º lugar no Mundial da República Checa, ainda não teve compromisso renovado - nem sabe, na verdade, se continuará com o cargo para o Pré-Olímpico do ano que vem, em Neiva, na Colômbia, embora Hortência tenha dito, na apresentação do treinador, que esperava contar com Colinas até 2012 e a duração do contrato era algo sem importância.

Assim que o Mundial terminou, Colinas continuou com seu antigo emprego: ele é diretor técnico do Celta de Vigo, equipe considerada como um das referências do basquete feminino espanhol. A permanência no time, aliás, foi uma das exigências de Colinas para aceitar o cargo no Brasil, por causa do contrato de curta duração com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Hortência esquiva-se de comentários sobre o futuro de Colinas. "Estamos conversando, falando com as pessoas. Não tenho pressa nenhuma, porque a seleção adulta só volta a se reunir em maio." Para a dirigente, a prioridade atual do departamento feminino é a preparação da equipe sub-19, a partir de dezembro. O time comandado pelo técnico Claudio Tarallo disputará o Mundial do próximo ano, no Chile. A equipe foi vice-campeã da Copa América sub-18 deste ano, nos Estados Unidos, e apresentou como destaque a pivô Damiris, que acabou sendo convocada para o Mundial adulto.

Dessa maneira, o trabalho unificado das categorias de base feminina ainda não saiu do papel, ao contrário do que ocorre com o masculino. Rubén Magnano tem, entre os homens, a atribuição de não só treinar a equipe adulta mas de acompanhar, pessoalmente, o trabalho das seleções em todas as faixas etárias. Na semana passada, o argentino foi a Rio Branco, capital do Acre, acompanhar a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro de Seleções Sub-17, por exemplo. Magnano também participará da escolha do novo técnico da equipe sub-19, que disputará o Mundial da Letônia. Até a Copa América deste ano, o treinador era Walter Roese, que trabalha no basquete universitário norte-americano.

Fonte: Estadão

sábado, 4 de setembro de 2010

Geisa renova com time espanhol

A pivô Geisa Oliveira, que chegou a ser anunciada como uma das contratações do time de Catanduva, acabou renovando por mais um ano com o Uni CajaCanarias, da segunda divisão espanhola, conforme noticiado pelo site Prodep.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Bradesco patrocina seleção brasileira de basquete

RODRIGO CAPELO

O Mundial de basquete terá início no próximo sábado (28) e a seleção brasileira irá aproveitar o torneio para apresentar o Bradesco, novo patrocinador da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). A companhia e a entidade já acertaram acordo e estão finalizando o contrato para oficializar o aporte.

O banco terá sua marca exibida nos uniformes das seleções masculina e feminina, mas ainda não foi definida qual propriedade será ocupada. É certo, contudo, que não será estampada no peito do uniforme, propriedade ocupada pela patrocinadora máster, Eletrobras.

Como co-patrocinador, o Bradesco terá direito a exposição em uniformes de jogo e treino, placas de publicidade e conteúdo produzido pela CBB, segundo relata o diretor executivo da entidade, Luiz Felipe Monteiro de Barros, à Máquina do Esporte.

"Essa é uma demonstração das mudanças que estão sendo feitas no basquete brasileiro", defende o diretor. "Estamos nos posicionando no mercado e essa parceria só nos engrandece por ser um banco de grande porte". A ativação do aporte será feita em conjunto pela CBB e pelo Bradesco.

Fonte: Máquina do Esporte