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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Preteridos pela CBB, Bassul assume projeto e Moncho, surpreso, avalia propostas

165b A CBB se mostra indecisa, prolonga a definição e admite troca no comando das seleções feminina e masculina para 2010. Um cenário aparentemente desfavorável para Paulo Bassul e Moncho Monsalve. Mas, apesar de preteridos, os técnicos não cruzaram os braços. Mesmo com a seleção brasileira como prioridade, eles já desenvolvem um “plano B” para suas carreiras.

No masculino, Moncho ainda se recupera da cirurgia na coluna, em Múrcia, onde mora na Espanha, mas quer logo retomar o trabalho. À espera de uma resposta da Confederação, o espanhol já recebeu três propostas de seleções, duas sul-americanas e uma europeia que disputará o Mundial, em agosto, na Turquia.
Paulo Bassul tem a vida ainda mais planejada. O responsável pela equipe feminina assumirá, em janeiro, um projeto na cidade paulista de Barueri como coordenador técnico e, caso não permaneça à frente do Brasil, deve comandar o time adulto, ainda a ser formado.

A indefinição sobre a permanência veio à tona na última segunda-feira quando a CBB informou em nota oficial que estaria negociando com outros treinadores, sem descartar a chance de continuidade dos projetos. A atitude foi contrária ao discurso pregado pela própria entidade, que no início do mês confirmou o interesse em manter Moncho Monsalve, em matéria divulgada pelo UOL Esporte.

Sem admitir qualquer desgaste, Bassul prefere não falar sobre o assunto para evitar especulações, enquanto Moncho tenta minimizar o problema. “Eles têm todo o direito de consultarem outros técnicos, mas sou um homem muito maior que isso. Eles sabem quem é Moncho Monsalve, sabem o que eu penso e que posso fazer um grandíssimo trabalho”, disse.

O motivo da surpresa do espanhol não é difícil explicar. No fim do último mês, o presidente da CBB Carlos Nunes esteve em Múrcia para definir a renovação do contrato. Na versão do técnico, a conversa caminhou para um fim positivo e faltava apenas decidirem a programação para 2010. “Fiquei surpreso. Eu achava que estava tudo certo. Esperava ao menos ver a programação. Pode ser pela questão física, dinheiro nunca foi problema”, disse ao UOL Esporte.

Assim, Moncho desmentiu as especulações de que teria exigido um alto reajuste, mas reafirmou que o valor salarial dependerá do tempo que permanecerá no Brasil. Segundo ele, no dia 20 terá uma conversa definitiva em sua casa com o diretor técnico da CBB, André Alves, e com o diretor da seleção masculina Vanderlei Mazzuchini.

Em função da sua saúde, Moncho só pode deixar a Espanha em fevereiro, mas não esquece da carreira. Seu sonho é disputar um Mundial como técnico, depois de participar como jogador, auxiliar e comentarista. A meta pode ser concretizada mesmo fora do Brasil, já que tem propostas. “Não tenho urgência em decidir, mas tenho quase 65 anos. Realmente é um grande sonho”, disse, sem divulgar os nomes dos países interessados.

Também com a situação indefinida na seleção feminina, Paulo Bassul é mais precavido e não quer falar sobre as negociações com a CBB. Mas se orgulha do novo projeto desenvolvido pelo Grêmio Recreativo Barueri.
Apelidado de NBB (Novo Basquete Barueri) Kids, o projeto visa alavancar o basquete feminino na cidade em um trabalho envolvendo mais de mil meninas nas escolas. A princípio, será voltado apenas para as categorias de base e sua esposa, Mila Rondon, será técnica da equipe infanto-juvenil.

Bassul ocupará o cargo de coordenador para que possa conciliar com o comando da seleção caso permaneça, já que a CBB exige exclusividade na função de técnico. No entanto, sua meta é assumir a equipe adulta quando se desligar da entidade.


“Não queria que nada me comprometesse na seleção. A ideia é que com o tempo, quando sair da seleção, surja o adulto e eu assuma. Este projeto será um ganho para a modalidade em Barueri. O basquete precisa dessa massificação”, avaliou.

AS TRAJETÓRIAS DE MONCHO E BASSUL

Moncho Monsalve está à frente da seleção brasileira desde janeiro de 2008, quando substituiu Lula Ferreira após o fracasso no Pré-Olímpico de 2007. Seu trabalho vinha sendo elogiado por dar maior organização tática à equipe e ‘misturar’ o estilo europeu com o brasileiro.

No entanto, um sério problema na coluna sempre dificultou uma permanência mais longa durante o ano no Brasil, considerado inicialmente um dos principais entraves para a renovação contratual. Logo após a conquista da Copa América, Moncho Monsalve deu a entender que sua permanência dependeria de uma dura negociação e deram início às especulações de que ele teria pedido um alto valor salarial para continuar.

Mas o próprio presidente da CBB foi à Espanha no último mês conversar com o treinador. Após a reunião, um novo compromisso pareceu próximo de ser acertado, até a CBB surpreender com a notícia de que estaria conversando com outros técnicos.

Já Paulo Bassul assumiu o comando da seleção feminina em 2007 muito prestigiado, mas a situação mudou no Pré-Olimpico da Espanha, quando entrou em atrito com Iziane – principal jogadora brasileira da geração. Bassul cortou a atleta, que disse que não voltaria mais à seleção enquanto ele estivesse no comando.

A situação piorou depois da campanha pífia da seleção nos Jogos Olímpicos de Pequim. Mesmo assim, já com a nova direção, o treinador ganhou mais uma chance e permaneceu para a disputa da Copa América, conquistada pelo Brasil, em casa.

Apesar do título, Bassul teve sua autoridade colocada em xeque quando pré-convocou Iziane, mas a própria jogador recusou o chamado. Nas últimas semanas, mais uma vez a CBB, por meio do presidente Carlos Nunes e da diretora da seleção feminina Hortência, voltou a dizer que a jogadora deverá ser convocada para o Mundial.

Fonte: UOL

sábado, 19 de setembro de 2009

A estranha falta de foco da diretoria de Americana

53328896 O Fábio já comentou a mais recente troca de técnicos em Americana, mas ainda assim gostaria de deixar meu registro sobre o fato.

Desde que o time decidiu retornar ao basquete adulto, em 2007, há uma perigosa falta de foco na condução do planejamento da equipe.

Naquela ocasião, a técnica Mila Rondon assumiu o time e a proposta era que ela utilizasse as jogadoras formadas pelo projeto. Haveriam apenas duas contratações, também jovens: a ala Djane e a pivô Danila. Em pouco tempo, o clube começou a contratar em série: Êga, Tatiana Conceição, Fernanda Beling e Sílvia Gustavo. O foco era novamente a competição. Mila fez um bom trabalho, mas não foi mantida no time adulto e algum tempo depois foi demitida também das categorias de base.

Na temporada seguinte, o time seguiu sob o comando de Marcelo Bandiera no Paulista, que saiu para dar lugar a Branca, responsável pelo time em um bom Nacional.

Aparentemente descontente com a segundo lugar do Nacional,  a diretoria comandou uma nova sanha de contratações (Êga, Micaela, Flávia e Natália) e dispensas. Time e técnica estiveram abaixo da crítica no torneio.

Agora, novamente a diretoria opta por uma mudança de comando. Demite Branca, que já vinha treinando a equipe há mais de um mês, para apostar num treinador vindo do basquete masculino (Zanon). E o discurso – novamente – é o de apostar nas categorias de base da cidade.

Pelo menos até a próxima contratação…

terça-feira, 7 de abril de 2009

Federação Paulista divulga a lista das melhores na temporada 2008

O departamento técnico da Federação Paulista de Basketball (FPB) divulgou, nesta terça-feira (07 de abril) a relação dos atletas, treinadores, árbitros e mesário que se destacaram na temporada de 2008. Os escolhidos receberão o "Troféu Carmo de Souza", que homenageia o ex-jogador Rosa Branca, que muito fez pelo basquete paulista e brasileiro.

Categoria Mini

Atleta Capital: Kimberly Salvador da Silva (AD Centro Olímpico)

Atleta Interior: Julia Araújo Lima (Divino/COC/Jundiaí)

Técnico: José Mario Valério (Finasa/Osasco)

Categoria Mirim

Atleta: Érika Regina Leite (Unimed/Americana)

Técnico: Cristiano Cedra (Finasa/Osasco)

Categoria Infanto Juvenil

Atleta: Tássia Pereira de Souza Carcavalli (Unimed/Americana)

Técnico: Mila Souto Mayor Rondon (Unimed/Americana)

Categoria Juvenil

Atleta: Patrícia Teixeira Ribeiro (Santa Maria/São Caetano)

Técnico: Urubatan Lopes Paccini (Objetivo/Unimed/Ourinhos)

Categoria Divisão Especial A-1

Atleta: Natália Aparecida Mares Burian (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Técnico: Edson Ferreto (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Atleta Revelação

Palmira Cristina Marçal (Açúcar Cometa/Catanduva)

Seleção de Ouro

Armadora: Natália Aparecida Mares Burian (Açúcar Cometa//Unimed/Catanduva)

Ala: Karla Cristina Martins da Costa (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Ala: Patrícia de Oliveira Ferreira – Chuca (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)

Pivô: Micaela Martins Jacintho (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)

Pivô: Flávia Luiza de Souza dos Santos (São Bernardo/Metodista/Associação)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A estranha saída de Mila de Americana

Fui surpreendido ontem com o anúncio de que a técnica Mila Rondon não mais estará a frente das categorias de base da Unimed/Americana.

A notícia é estranha, se considerarmos o sucesso da cidade nas divisões menores, a longa parceria de Mila com a cidade e o patrocinador (Unimed) e o grande potencial da equipe infanto-juvenil, na qual a treinadora vinha burilando jogadoras muito promissoras, como Tássia, Leila e Fabiana.

A torcida é para que o projeto de basquete da Unimed caia em mãos tão talentosas e responsáveis como as de Mila; e para que, em breve, a treinadora esteja de volta.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Unimed/Americana vence primeiro jogo da final do Estadual Infanto

Com atuação destacada da lateral Tássia, cestinha com 31 pontos, a Unimed/Americana venceu Jundiaí por 89 a 65 (43 a 29 no primeiro tempo), ontem (8), na casa do adversário, no primeiro jogo do playoff final do Campeonato Estadual Infanto Juvenil Feminino de Basquete.

"Jogamos bem, principalmente no segundo e no terceiro quartos. O grupo teve excelente comportamento nos momentos de dificuldade que o adversário criou. Esta primeira vitória foi muito importante, mas temos que manter o ritmo para alcançar o principal objetivo, que é o título", disse a técnica Mila Rondon.

Além da Tássia, as demais pontuadoras foram: Amanda (2), Débora (19), Samara (2), Érika (2), Leila (11), Fabi (18) e Aline (4).

As duas equipes voltam a se enfrentar amanhã (10), às 18h30, no ginásio do Centro Cívico, em Americana. Em caso de nova vitória, a Unimed garante a conquista do título da temporada 2008. Se Jundiaí empatar a série, haverá o terceiro jogo na quinta-feira (11), também no Centro Cívico, já que a equipe de Mila Rondon tem a vantagem de decidir em casa em razão da melhor campanha ao longo de todo campeonato.

domingo, 30 de novembro de 2008

Michelle Splitter na batalha pela vida


FABIO ALEIXO

A pivô Michelle Splitter mais uma vez luta pela vida. Depois de superar a leucemia e voltar às quadras no fim de 2007, a jovem, de 19 anos, teve a doença diagnosticada pela segunda vez, além de sofrer com uma infecção na perna esquerda, provocada pela enfermidade.

Por conta disso, teve de ficar internada no Centro Boldrini, em Campinas-SP, e só pôde retornar para casa na última sexta-feira.

A expectativa da jogadora, agora, é de receber o mais rapidamente possível o transplante de medula óssea, o que só poderá acontecer após a realização de novos exames e a cura total da infecção.

– Já achamos um doador, mas falta fazermos alguns exames. É possível que o transplante aconteça ainda neste ano, mas ainda não sabemos. A Michelle está tranqüila e louca para fazer a operação, mas sabe que tem de passar por todas as etapas e exames – disse Elizabeth Splitter, mãe da jogadora.

Ela tem acompanhado de perto o drama da filha, mas se diz muito mais tranqüila do que no momento em que foi detectada a infecção.

– Foi uma surpresa bem grande. Ficamos muito preocupados, pois não imaginávamos que poderia acontecer algo assim – completou.

No começo deste ano, antes de ser internada pela segunda vez, Michelle falou ao LANCENET! que seu único medo, enquanto se tratava da doença, era o de não poder voltar às quadras.

Agora, a torcida de todos é para que a pivô ganhe mais uma batalha pela vida e volte a brilhar.

– Antes de ser internada, ela estava acompanhando os nossos jogos e levando uma vida normal. Esperamos que dê tudo certo – disse Clóvis Haddad, coordenador da equipe de Americana, clube pelo qual Michelle atuava antes de parar de jogar.


"O exemplo da Michelle é uma lição de vida. Ela é uma menina que passa pela segunda vez por uma situação de luta pela vida.

A Michelle está demonstrando uma garra fabulosa e leveza de espírito muito bonita e contagiante. Eu, que estou acompanhando a situação de perto, posso dizer que ela nos ensina a ver a vida de uma maneira muito mais abrangente

Ela tem um talento enorme, que o Brasil necessita. Quem conhece a Michelle torce para que ela se dê bem na carreira. Mas hoje, o principal objetivo dela é lutar pela vida. E está lidando com isso com muita coragem."

Paulo Bassul

(Técnico da Seleção Brasileira feminina)

Tiago Splitter apóia a irmã de longe


Pivô do Tau ceramica liga para o Brasil todos os dias

Pivô do Tau Ceramica, da Espanha, Tiago Splitter não tem conseguido acompanhar o drama de sua irmã, Michelle - que sofre de leucemia - de perto devido aos compromissos com sua equipe. Apesar disso, o jogador tem ligado sempre para saber o estado de saúde da caçula da família Splitter.

– Ele nos liga quase todos os dias. Fica muito preocupado, mas está contente porque estamos em um bom local e recebendo o apoio de pessoas queridas – disse a mãe Elizabeth Splitter.

Quando fala do carinho das pessoas, Elizabeth se refere à atenção dada pelo técnico da Seleção Brasileira feminina, Paulo Bassul, e sua esposa Mila Rondon, que os hospedam em sua casa, em Americana.

Fonte: Lancenet

sábado, 29 de novembro de 2008

APAB-BARRETOS sai na frente nos playoff contra Americana no infanto-juvenil

Um público pequeno, porem vibrante, assistiu Barretos quebrar a invencibilidade de Americana no campeonato paulista de basquete feminino infanto-juvenil da FPB. A partida foi disputada no Ginásio do Derby Clube, pelo play off semifinal do certame 2008, com a vitória da APAB por 68 a 65.

Camila Costa foi arrasadora e Bárbara Souza exuberante durante a partida, fazendo cada uma 20 pontos. Tássia foi o destaque de Americana, assinalando 21 pontos. O time do professor Alexandre Escame venceu a equipe de Mila Rondon por 37 a 34 no primeiro tempo, impondo forte marcação.

A APAB entrou em quadra desfalcada de Aline Marina, jogando com Bárbara (20 pontos), Camila (20 pontos), Fernanda (4 pontos) , Ana Paula Gigi ( 7 pontos) e Patrícia ( 0 ponto). Alexandre Escame mexeu no time durante toda a partida, explorando o rebote ofensivo com Letícia Lisboa – que marcou 10 pontos -, agilidade de Drielle Nascimento – 5 pontos no jogo – e Maila Ciciardi – 2 pontos – as três da equipe mirim. O técnico ainda colocou durante a partida as atletas Ana Flora, Emily, Ana Luiza e Andressa para desgastar Americana.

Ao contrário, a técnica Mila Rondon mexeu pouco em sua equipe durante o confronto. Tássia fez 21 pontos e 4 faltas. Leila marcou 13, Amanda 13, Sâmara 8, Débora 8 e Érika 2.

O play off da Federação Paulista de Basquete Feminino – campeonato infanto-juvenil – prevê para o dia 2 de dezembro a partida de volta, em Americana. Em vencendo, Barretos disputa a final contra Osasco ou Jundiaí. Em caso de derrota, novo jogo contra Americana será realizado no dia 3.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Resultados do Segundo Dia do Brasileiro Sub-17

BRASILEIRO SUB-17 FEMININO: MATO GROSSO 14 x 67 RIO DE JANEIRO

Pela segunda rodada do 32º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio Ivan Rodrigues, em Joinville, o Rio de Janeiro derrotou o Mato Grosso por 67 a 14 (31 a 5 no primeiro tempo). A cestinha e destaque da partida foi a pivô carioca Nayara Araújo com 13 pontos, 13 rebotes, quatro bloqueios, duas assistências, duas recuperações e 24 pontos de eficiência. As principais pontuadoras da equipe de Mato Grosso foram as pivôs Hendilly Alves e Jurreyna Boldrini, com quatro pontos cada. Na seqüência da segunda rodada, jogam Maranhão x Rio Grande do Sul (15h30), Paraná x São Paulo (17h30) e Paraíba x Santa Catarina (19h30).

— A equipe começou o jogo desconcentrada e cometendo erros bobos. A partir do segundo tempo melhoramos um pouco na defesa e no ataque, conseguindo mostrar nosso jogo. O importante é que com a vitória garantimos a vaga na semifinal. Daqui para frente temos que melhorar o entrosamento e acertar alguns erros porque os adversários serão mais difíceis — disse a pivô Isabela Costa, do Rio de Janeiro, que fez um Duplo-Duplo, marcando 10 pontos e 10 rebotes.

— Apesar das duas derrotas, a nossa participação está sendo muito importante. Estamos ganhando experiência e tendo a possibilidade de conviver com atletas de outros estados. O grupo é jovem e está sendo preparado para o próximo ano — disse a pivô Tamara Michel, do Mato Grosso.

MATO GROSSO (03 + 02 + 07 + 02 = 14)

Jhessika (2pts), Ana Karolina (1), Hendilly (4), Laryssa (2) e Tamara (0). Depois: Francielle (1), Jurreyna (4), Bruna (0), Gabriela (0) e Daniele (0) Técnico: Ronycélio Ferreira Campos.

RIO DE JANEIRO (17 + 14 + 22 + 14 = 67)

Tamara (8pts), Layana (3), Joseane (9), Nayara (13 e 13 rebotes) e Jhessica (8). Depois: Isabela Costa (10 e 10 rebotes), Camila (0), Ana Luiza (2), Joice (2 e 7 rebotes), Isabela Macedo (0), Mariana (5) e Nathália (7) . Técnico: Benício Santiago.


BRASILEIRO SUB-17 FEMININO: MARANHÃO 52 x 37 RIO GRANDE DO SUL

Pela segunda rodada do 32º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio Ivan Rodrigues, em Joinville, a equipe do Maranhão venceu a do Rio Grande do Sul por 52 a 37 (16 a 16 no primeiro tempo). A cestinha do jogo foi a maranhense Renata Lima com 12 pontos. A principal pontuadora gaúcha foi Luana Gonçalves com 10 pontos. Ainda pela segunda rodada jogam Paraná x São Paulo (17h30) e Paraíba x Santa Catarina (19h30).

— Foi uma vitória importante porque continuamos com chances de conseguir a vaga para a semifinal. Conseguimos fazer uma boa defesa embora com alguns erros que precisamos corrigir. No ataque temos que ter mais tranqüilidade nas finalizações para evitar o contra-ataque adversário. De qualquer forma, só dependemos de um resultado positivo contra o Paraná para ficar entre os quatro primeiros colocados — disse a ala/armadora Renata Lima.

MARANHÃO (09 + 07 + 20 + 16 = 52)

Renata (12pts), Rayana (10, 12 rebotes e 6 recuperações), Maria Cláudia (10 e 7 bloqueios), Samayra (8) e Cristine (6 e 9 rebotes). Depois: Amanda (6), Bianca (0), Alyne (0) e Mayara (0). Técnico: Betinho Lima.

RIO GRANDE DO SUL (09 + 07 + 06 + 15 = 37)

Thaís (7pts), Claudiana (0 e 7 rebotes), Martha (6 e 10 rebotes), Alana (4 e 11 rebotes) e Karine (0 e 8 rebotes). Depois: Luana (10, 5 rebotes e 5 recuperações), Amanda (2), Larissa (2), Tanara (4), Bruna (0), Ananda (2) e Ana Carolina (0). Técnico: Ubirajara Hertzer.


BRASILEIRO SUB-17 FEMININO: PARANÁ 33 x 96 SÃO PAULO

A seleção de São Paulo venceu a do Paraná por 96 a 33 (51 a 20 no primeiro tempo) pela segunda rodada do 32º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio Ivan Rodrigues, em Joinville. As cestinhas do jogo foram as paulistas Leila Zabani e Tássia Carcavalli com 18 e 17 pontos, respectivamente. Débora da Costa, também de São Paulo, fez um duplo-duplo com 12 pontos e 10 recuperações. A principal pontuadora paranaense foi Aruzha Lima com oito pontos. Com a vitória, São Paulo está classificado para a semifinal. A última vaga será decidida nesta quinta-feira no confronto entre Maranhão e Paraná. A segunda rodada termina com Paraíba x Santa Catarina (19h30).

— Imprimimos nosso ritmo de jogo desde o início e não demos nenhuma chance para o Paraná. A vitória nos garantiu na semifinal e deu mais confiança para o grupo. Amanhã contra o Rio Grande do Sul vamos manter a mesma postura para garantir o primeiro lugar no grupo. Estamos melhorando o entrosamento e vamos chegar no ponto ideal na semifinal e final — explicou Leila, de São Paulo.

— O jogo de hoje foi importante porque enfrentamos um adversário mais forte que o de amanhã, o Maranhão, com quem decidimos a vaga na semifinal. Apesar da diferença final de pontos, a defesa mostrou que está melhorando e o ataque fez boas jogadas. Temos todas as condições de superar o Maranhão e colocar o Paraná entre os quatro melhores do Brasil — disse a ala/pivô Vânia Barbosa, do Paraná.

PARANÁ (09 + 11 + 05 + 08 = 33)

Tanna (3pts), Caroline (2), Aruzha (8), Jéssica (2) e Tainara (2). Depois: Vânia (7), Milena (0), Marcelly (2), Juliana (0), Keila (3), Júlia (4) e Heloísa (0). Técnica: Carmem Silva.

SÃO PAULO (30 + 21 + 23 + 22 = 96)

Leila (18pts), Tássia (17 e 5 assistências), Débora (12, 10 recuperações e 5 rebotes), Fabiana (12 e 6 rebotes) e Samara (4). Depois: Damiris (4), Andressa (6), Camila (0), Luana (15), Ana Paula (3), Aline (3) e Amanda (2). Técnica: Mila Rondon.


BRASILEIRO SUB-17 FEMININO: PARAÍBA 32 x 55 SANTA CATARINA

No encerramento da segunda rodada do 32º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio Ivan Rodrigues, em Joinville, a equipe de Santa Catarina superou a da Paraíba por 55 a 32 (25 a 16 no primeiro tempo). A cestinha da partida foi a ala/pivô catarinense Thamiris Lohmeyer com 13 pontos. Já a principal pontuadora da equipe paraibana foi a pivô Bianca Oliveira, com sete pontos. O destaque do jogo foi a pivô Jaqueline Silva, de Santa Catarina com 10 pontos, 15 rebotes, dois bloqueios e 22 pontos de eficiência. A terceira rodada acontece nesta quinta-feira (20) com os seguintes jogos: Mato Grosso x Paraíba (13h30), Maranhão x Paraná (15h30), São Paulo x Rio Grande do Sul (17h30) e Santa Catarina x Rio de Janeiro (19h30).

— A equipe começou a partida muito nervosa e ansiosa. Somente no terceiro período é que conseguimos impor nosso ritmo de jogo. A partir daí fomos abrindo vantagem no placar até a vitória final. Contra o Rio de Janeiro temos que jogar concentradas os quarenta minutos. Nosso objetivo é disputar o título e vamos fazer de tudo para chegar lá — Jaqueline Silva, pivô de Santa Catarina.

PARAÍBA (09 + 07 + 09 + 07 = 32)

Emanuella (0pts), Erica (3), Sarah (8), Bianca (7) e Helena (5). Depois: Bruna (0), Patrycia (1), Nathália (2), Larissa (6), Elvira (0) . Técnico: Adriano Araújo

SANTA CATARINA (17 + 08 + 15 + 15 = 55)

Jéssica Drehmer (6), Carolina (6), Juliana Sasse (5 e 7 rebotes), Jaqueline Silva (10 e 15 rebotes) e Thamiris (13 e 11 rebotes). Depois: Jéssica Urban (2), Gabriela (0), Juliana (8), Mayara (3 e 6 recuperações de bola), Jaqueline Effting (0), Ana Clark (0) e Bárbara (2). Técnico: Júlio César Patrício.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Unimed/Engedep vai à final do Estadual Juvenil


A Unimed/Engedep classificou-se à final do Campeonato Estadual Juvenil de Basquete Feminino ao vencer Ourinhos por 68 a 51, na noite desta segunda-feira (13/10), no ginásio do Centro Cívico, no terceiro jogo do playoff semifinal. A equipe de Americana fechou a série em dois a um e decidirá o título contra Jundiaí, em datas a serem confirmadas pela Federação Paulista de Basquete (FPB). O primeiro jogo da série melhor-de-três será em Jundiaí, enquanto o segundo e o terceiro (se necessário) acontecem em Americana. Nos últimos seis anos, as meninas da técnica Mila Rondon foram cinco vezes campeãs (2002/03/04/06/07) e agora buscam o sexto título.

Na partida de hoje contra Ourinhos, a cestinha da Unimed/Engedep foi a lateral Leila Zabani, que fez 19 pontos. Também pontuaram: Amandinha (2), Ana Paula (11), Ariani (14), Fabi (10), Débora Costa (2), Tássia (12) e Samara (8).

"O campeonato foi marcado pelo equilíbrio e não será diferente nesta final. O fato de decidirmos em casa é uma vantagem que temos e que precisamos aproveitar", disse a técnica Mila Rondon.