Comentei aqui essa semana do medonho caso de Britney Grinner na NCAA, que socou uma adversária.
Mas o site Eurobasket me revelou uma história muito mais bizarra.
O nome da cidadã é Sherida Triggs, ala-pivô americana de 24 anos, que disputa a DBBL – a liga alemã, pelo time de Marburg.
Em apenas uma temporada, a moçoila alcançou a façanha de agredir duas adversárias e quebrar seus respectivos narizes.
O primeiro caso foi em setembro do ano passado. Em disputa de rebote com Mareike Nettersheim, Sherida fraturou o nariz e o maxilar da pivô, que passou por duas cirurgias e ficou afastada por mais de um mês das quadras.
O árbitro não marcou sequer falta no lance e assim tudo continuou na mesma.
Mas em fevereiro foi a vez de Lejla Bejtic, que estava marcando uma companheira de Sherida e cruzou o caminho da rapariga. Resultado? Nariz fraturado, cirurgia, dez dias de molho e uma máscara.
Mais uma vez, o árbitro – bastante preocupado com seu próprio nariz – nada viu.
Mas Lejla decidiu mover uma ação judicial contra a americana, iniciando a investigação policial.
“É importante mostrar que não se pode jogar basquete como Sherida Triggs está fazendo” decarou ao jornal de Hale.
Vamos ver como acaba esse caso de polícia…