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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Equipe da técnica Roseli Gustavo fica com título da Liga Regional de Ribeirão Preto

sub 17 feminino campeão

No últimos dia 29, a equipe feminina sub-17 do Sesi/Fundesport/Araraquara  conquistou o  título da Liga Regional de Basquete de Ribeirão Preto.

Jogando em Franca, o time bateu o ASPA/Franca por 56 x 47, fechando em 2 a 1 o play-off final.

A equipe é formada por Mariane, Mariana, Gabriela, Vitória, Carol, Renata, Ingryd, Patricia, Debora, Larissa e Tainá. Técnica Roseli Gustavo. Auxiliar e coordenador Gilberto Paganini e Preparador Físico André Luiz Carrascoza.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Sesi/Fundesport/Araraquara encerra o ano com título da ARBRP no Mirim Feminino

sesi basquete Na noite de 09 de Dezembro na cidade de Franca, jogando no ginásio de esportes Pedrocão, a equipe Mirim Sesi Fundesport Araraquara venceu o último jogo Contra Aspa/Franca por 42 x 37 e fechou a série em 3x2, desta maneira a equipe conquistou o titulo da ARBRP (Associação Regional de Basketball de Ribeirão Preto).

Este é o segundo título da equipe no ano, já havia vencido o Interligas Interior.

Atletas - Gabriela, Mariane, Carol, Carla, Vitória, Maiana Picolli, Mariana, Mayara, Tainá e Juliana.
Técnica - Roseli do Carmo Gustavo.
Auxiliar Técnico - Gilberto Paganini Marin.
Preparador Fisico - André Luiz Carrascoza.

As outras equipes do Sesi Fundesport acabaram o ano assim: Infanto feminino 3º colocada ARBRP, Infantil Masculino 5º colocado ARBRP e Mirim Masculino 3º colocado ARBRP.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mirim Feminino do Sesi/Araraquara, da técnica Roseli, conquista Interligas Interior

sesi campeão

A equipe Mirim do SESI-Fundesport sagrou-se campeã do Interligas Interior, em Ribeirão Preto, realizado nos dias 19, 20 e 21 de novembro.

Foi a primeira vez que uma equipe de basquete feminino de Araraquara consegue essa conquista.

A maioria das atletas vieram do “Projeto Social Roseli de Basquete”, as atletas Mariane e Gabriela foram escolhidas para Seleção de Ouro e Mariane foi eleita Melhor Jogadora da competição.

Resultados:

SESI-Fundesport 47 X 40 Aspa-Franca

SESI-Fundesport 59 X 30 Catanduva

SESI-Fundesport 51 X 42 Recreativa (Ribeirão Preto)

Atletas:

Mariane, Gabriela, Vitória, Carla, Mariana Picoli, Mariana, Mayara, Tainá, Caroline e Juliana.

Comissão Técnica:

Técnica: Roseli Gustavo

Assistente Técnico: Gilberto Paganini Marin

Preparador Físico: André Luiz Carrascoza

domingo, 22 de novembro de 2009

Projeto Roseli tem seu primeiro festival de basquete em Araraquara

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No último sábado - dia 14 de novembro - ocorreu em Araraquara o 1º Festival de Basquete do Projeto Roseli, o projeto que tem como mentora a ex-atleta da seleção brasileira, campeã mundial, vice-campeã olimpica e campeã pan-americana, Roseli do Carmo Gustavo.

O festival ocorreu no Sesi de Araraquara no período da manhã e contou com a presença de 130 meninas que participam das escolinhas na cidade. Foram realizados campeonatos de arremessos e jogos nas categorias - 94/95, 96/97 e 98/99/2000.

O projeto é ainda muito recente. Começou no mês de maio de 2009 e funciona em cinco pontos da cidade, em quadras das escolas ( EMEF Salinas, CER Carmelita, EMEF Olga, EMEF Henrique Scabelo e EMEF João Pires de Camargo).

O projeto é coordenado pelo professor e técnico da equipe infanto-juvenil da cidade Gilberto Paganini Marim e tem com principal professora a ex-atleta Roseli. Além de Roseli, há mais três professores e dois estágiarios atuando nas escolinhas. O projeto é mantido pela Fundesport e Prefeitura de Araraquara e procura novos apoios para tornar-se mais abrangente nos próximos anos.

Confira reportagem sobre o projeto no site da EPTV.

domingo, 6 de setembro de 2009

Gerações do Basquete se encontram em evento social das irmãs Hernandes

Aconteceu no último dia 29 o II Encontro Esporte Solidário na cidade paulista de Piedade.

O evento, que contou com as irmãs Vânia e Vanira Hernandes em sua organização, consitiu de um jogo (que terminou empatado em 74 pontos e teve público pagante de duas mil pessoas) e um jantar de confraternização.

A renda foi revertida para as entidades Lar da Mônica, Mãe Providência e APAE.

Entre os presentes estiveram nomes como Magic Paula, Vânia Teixeira, Ruth, Roseli Gustavo, Norminha, Simara Garuffi e Deise Longo (Macarrão) que podem ser vistas nas fotos abaixo.

Houve ainda homenagens à Ilda Gonçalves (a “Tia Neca”), mãe de Paula e Branca e à Matilde, a mais marcante roupeira da história da seleção brasileira.

Nil, Luiz, Rutão, Vania, Paula e Matilde Nira, Deise, Roseli, Vania, Luiz, Cassia e Rutão Paula e as Tias Paula e Matilde Roseli, Vania. Luiz e Deise Vânia Teixeira e Vanira Vânia, Paula Vanira e Kátia Vania, Paula, Tia Neca e Vanira Vânia, Vânia Teixeira, Deise, Roseli, Simara e Inês. Lu e Norminha Matilde, Deise, Buba, Roseli e Irmã Margarethe, Simara e Lê

domingo, 14 de junho de 2009

CBB faz homenagem às campeãs mundiais durante final do NBB

20090613_116371_Homenagem_03_gde Para comemorar os 15 anos da conquista do título inédito do Campeonato Mundial Feminino da Austrália (12 de junho de 1994), a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) homenageou neste sábado, no intervalo do segundo jogo da final do NBB, entre Flamengo e Universo, as jogadoras e a comissão técnica da delegação brasileira. Estiveram presentes o supervisor Raimundo Nonato; o técnico Miguel Ângelo da Luz; o assistente técnico Sérgio Maroneze; o preparador físico Hermes Balbino; e as jogadoras Dalila, Helen, Hortência, Leila, Paula e Roseli.
 
— É muito bacana ser lembrada. Não é qualquer país que consegue ser campeão mundial. Só quatro conseguiram até hoje no feminino. Então, temos que comemorar sempre. Isso ninguém nunca vai tirar de nós. Foi muito gratificante ser homenageada num ginásio tão cheio de gente que gosta de basquete — Hortência, atual diretora do departamento feminino da CBB.
 
— O tempo vai passando e é bom comemorar outra vez uma conquista como a de 1994. Faz bem para a alma ser lembrada com carinho. Homenagens como esta servem ainda para promover o nosso reencontro. Colocamos o papo em dia, lembramos estórias da época. O título mundial foi uma conquista de muitas pessoas, pena que algumas não puderam estar aqui conosco, mas estão sempre em nossas lembranças — Paula, diretora do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa de São Paulo.
 
— A homenagem valoriza muito o que fizemos e mostra que o brasileiro não tem memória curta. Fico feliz por ser um exemplo para as novas gerações e orgulhosa por fazer parte de maior vitória do esporte feminino brasileiro — Leila Sobral.
 
— Foi muito emocionante. É maravilhoso receber um carinho desses em vida e ainda jogando. Nunca tinha assistido ao um jogo de basquete de um time de camisa como o Flamengo e achei demais. Um título mundial é para ser lembrado mesmo por todas as gerações — Helen Luz, que defende o Hondarríbia Irún, da Espanha e cuida com as irmãs, Cíntia e Silvia, do projeto social Cesta de 3, em Louveira (SP).
 
— É gratificante ser lembrada com carinho e alegria. Aquela conquista foi excepcional e nem parece que se passou tanto tempo. Reencontrei amigas e amigos queridos e conversamos muito. Ainda foi uma ótima oportunidade de rever uma arena tão bonita e bem feita — Roseli Gustavo, que dirige o Projeto Roseli Basquete, para meninas entre 10 e 15 anos, em Araraquara (SP).
 
— Eu tenho que agradecer ao basquete por tudo o que ele meu deu. Esse título mundial tem um significado muito especial para mim. Foi emocionante poder comemorar novamente num ginásio cheio a conquista inédita do basquete feminino do Brasil. Agradeço a CBB por essa iniciativa — Dalila.
 
O presidente da CBB, Carlos Nunes, garante que já estão programadas novas homenagens para essa geração vitoriosa.
 
— Com certeza, essa foi a primeira de várias homenagens que faremos para esse grupo e para tantos outros que colocaram o Brasil entre as principais potências mundiais. Na Copa América de Cuiabá, de 23 a 27 de setembro, vamos fazer uma grande festa para o basquete feminino das Américas e prosseguir com as homenagens para as campeãs mundiais de 1994.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Entrevista – Roseli Gustavo

image2002-11-15_AmericanaxxCampos_Roselib Desde que entrevistei a pivô Dalila, tive uma vontade imensa de revisitar as outras personagens da conquista do Mundial da Austrália (1994). Queria revirar as lembranças do passado, a passagem desses quinze anos e o momento atual na vida dessas “meninas”. Quase um terço do ano já se foi, e ainda estou no segundo nome, mas pretendo chegar lá.

Hoje reencontro a ala Roseli Gustavo, 37 anos, campeã pan-americana em 1991, mundial em 1994, prata olímpica em 1996 e um sem-número de títulos em clubes nacionais, quando o alto nível reinava no basquete doméstico.

Na entrevista, é prazeroso descobrir atrás da grande jogadora – uma das melhores defensoras de sua geração – uma grande mulher: batalhadora, inteligente, a mãe amorosa do Felipe, a ‘titia’ apaixonada e orgulhosa do trio Karen, Nezinho e Silvia, a ‘filha’ de Maria Helena Cardoso e a amiga de Adriana Santos. Confira!

Roseli, suas últimas atuações profissionais aconteceram há dois anos, no Campeonato Paulista, por Araraquara, quando você comandou um time de juvenis na competição. Como foi essa experiência no encerramento da carreira como jogadora?

Bom, não era um time totalmente juvenil. Tinha algumas jogadoras mais velhas, mas sem dúvida eu era a mais experiente. Como gosto de desafios, tive uma experiência muito legal. Pude passar um pouco da minha experiência para as mais novas, mas também joguei muito bem. Foi para mim uma mostra que tinha basquete para continuar jogando por mais tempo. Tanto é que ainda recebo convites para jogar.

Você permanece em Araraquara? Está diretamente ligada ao projeto do basquete na cidade? Se sim, como ele está e quais os seus planos?

Permaneço em Araraquara, sim. Me formei em Educação Física - Licenciatura no ano passado. Nesse ano, me formo como bacharel em Educação Física. E continuo ligada ao basquete feminino: sou coordenadora da equipe.

No ano passado, disputamos o Campeonato Paulista Juvenil, Infanto e Mirim e a Liga Regional. Por motivos de troca de governo, esse ano estamos com o time infanto na Liga Regional.

Estou lançando Projeto Roseli de Basquete, para meninas de 10 a 15 anos, para que o basquete feminino não acabe. Temos hoje um número muito pequeno de meninas jogando basquete. Minha intenção é dar oportunidade a essas meninas de praticar o esporte, ter noções de cidadania e convivência em grupo. No início serão cinco os núcleos, em escolas. Se a demanda for grande, ampliaremos. Os recursos virão da verba pública do município.

digitalizar0007Um dos grandes momentos da sua carreira, em minha opinião, se deu no time da Ponte Preta, em Campinas (92-94), quando você conquistou espaço em uma equipe repleta de estrelas, todas mais experientes que você. Fale-me sobre esse período e do convívio com Paula e Hortência.

O período que estive na Ponte foi realmente muito bom. Nunca tinha visto uma torcida como aquela. A torcida de futebol era apaixonada pelo time. Treinávamos sempre com torcedores no ginásio. Jamais esquecerei.

Tive que enfrentar muitos desafios lá, pois o time era muito bom. Na verdade, eram dois times em um. Cada treino era uma guerra. Mas conquistei meu espaço e não fiquei um jogo sem jogar.

A Paula eu já tinha mais intimidade. Já tinha jogado com ela na Unimep/Piracicaba e a reencontrei em Osasco, mas a Hortência fui conhecendo aos poucos e mais na seleção, pois muitas vezes fui companheira dela de quarto.

Dentro de quadra, eram duas grandes jogadoras. Aprendi muito com elas a ter responsabilidade, a treinar muito, treinar com determinação, garra, a fazer e querer sempre o melhor e buscar sempre a perfeição. Foi uma lição de vida, que levo comigo até hoje. Se desejo algo, luto muito, trabalho com muito amor e garra até conseguir. E principalmente sem precisar passar a perna em ninguém. Minhas armas são o suor do meu trabalho e o meu talento.

Por falar em passado, comemoramos em junho quinze anos da conquista do Mundial da Austrália. Qual é a recordação mais viva dessa competição na sua memória?

Me recordo muito bem que quando chegamos lá, ninguém dava a mínima para nossa equipe. Conheciam só a Paula e a Hortência e ninguém mais. Por isso, não tínhamos credibilidade alguma. Basquete é um jogo de equipe, e então por que se preocupariam com uma equipe onde só conheciam duas jogadoras? Mas o campeonato começou e tudo mudou. Me lembro muito bem quando falaram que a TV Bandeirantes ia começar a passar os jogos devido as nossas vitórias. Tudo foi conquistado aos poucos. Mas foi maravilhoso.

028b Você ainda mantém contato com a equipe ou a comissão técnica da seleção em 1994?

Raramente encontro alguém. No ano passado, encontrei a Janeth em cursos da Federação. Depois ela e Marta vieram à Araraquara: a Janeth pelo Sesc e a Marta na Virada Esportiva.

Da comissão, tenho contato com o Hermes Balbino, porque ele trabalha com a equipe de basquete masculino do Lupo.

E também a Adriana Santos, que encontrei nos Jogos Abertos do ano passado. Moramos muito tempo juntas. Até combinamos de ir para a praia com nossas famílias, mas ainda não rolou. Temos uma bela amizade. E apesar de não nos encontrarmos, sei que posso contar com ela e ela, comigo.

Você foi uma jogadora que trabalhou muito com a Maria Helena Cardoso na carreira. Qual a importância dela para você e no seu estilo de jogar? 

Realmente a Maria Helena foi muito importante. Fui para Piracicaba aos 13 anos. Treinava com Heleninha, mas logo comecei a treinar com o adulto. Aos 16 anos, a Maria Helena me convocou para seleção. Aprendi digitalizar0009muito com ela, foi minha segunda mãe.

Dentro de quadra, a defesa forte era minha principal característica. Por muitos anos, fui a melhor defensora digitalizar0008da equipe dela e do campeonato. Fora de quadra, aprendi a ter disciplina: horário de treino era sagrado. Aprendi a ter responsabilidade comigo e principalmente com a equipe. Fui capitã da equipe da Maria Helena por muitos anos, então conversávamos muito.

Você foi uma das jogadoras que mais cedo trabalhou com o Paulo Bassul, quando ele iniciava a treinar times adultos (em 1998, no time da ULBRA-RS). Como você avalia o trabalho que ele vem fazendo desde que assumiu a seleção e, particularmente, o mau resultado em Pequim?

Como você mesmo disse, trabalhei com o Bassul no início da carreira dele. Sempre gostei muito dele como técnico. Pelo menos quando trabalhei com ele, ele era um apaixonado por dar treino. Estava sempre estudando, vendo vídeos e eu sentia que fazia tudo com amor, paixão pelo basquete. Também tive bons momentos jogando com ele em Americana. image2002-01-17_AmericanaxxGuaru_Roseli_e_Maria_Cristinab

Sobre o trabalho dele agora na seleção, acompanhei de longe e sei de algumas coisas que me falaram. Minha opinião é que ser técnico de uma seleção campeã do mundo e prata olímpica não é uma tarefa fácil. Ele tentou implantar a filosofia de trabalho dele. É lógico que não conseguiu agradar a todos. O resultado em Pequim foi ruim para todo mundo que vive e gosta de basquete.

Tenho certeza que o Bassul tentou fazer o melhor. O problema é muito maior, e a responsabilidade não pode ser só do técnico. Temos que nos unir para tentar resolver os problemas do basquete, que são muitos. Não adianta ficar tentando achar um só culpado, nem ficar atirando pedras nesse ou naquele pela imprensa. Temos que lavar nossa roupa suja em casa.

Depois de você, que disputou os Jogos em Atlanta (1996), duas sobrinhas suas repetiram a experiência: a Sílvia, em 2004 e a Karen, em 2008. Como foi viver essa sensação, sabendo que você é uma inspiração evidente na carreira das duas?

roseli Sou uma tia extremamente orgulhosa. Me emociono cada vez que assisto aos jogos delas. Nas Olimpíadas então, foi o máximo. Não consigo descrever a emoção. Como já tinha passado por tudo aquilo que elas estavam vivendo, parecia que eu estava lá. E elas merecem, porque conquistaram seus espaços.

Tenho ainda o Nezinho, também meu sobrinho, e agora o meu filho Felipe, que está jogando no Lupo/Araraquara. Parei de jogar, mas ainda sinto muitas emoções com tantos parentes na quadra.

Torço muito para que se realizem como jogadores e principalmente como pessoas. Digo e repito que a titia está sempre presente e pronta para auxiliá-los no que precisarem. Amo de paixão todos eles.

Você teve uma série de experiências internacionais na carreira, em países como Espanha e Suécia. Alguma passagem marcante fora do país que você pudesse nos contar?

Na Espanha, fiz um ótimo campeonato e me sentia em casa. Moraria lá sem problema algum. Fiz vários amigos. Levei meu filho comigo. Ele cursou a sétima série lá e fala espanhol melhor que eu.

Quando fui para Suécia, não havia negros na cidade que eu estava. Então não era raro as pessoas pedirem para passar a mão no meu rosto e cabelo para ver se desbotava. Mas também fui muito bem recebida. Não posso reclamar, só tenho que agradecer a Deus.

462gBate-bola, para encerrar:

A bola que eu chutei e caiu: uma semi-final de campeonato juvenil, contra Santo André.

A bola que eu chutei e não caiu: várias.

Uma quadra: a do ginásio Waldemar Blatkauskas, em Piracicaba.

Um técnico: a Maria Helena.

Um arrependimento: não ter sido mais audaciosa no ataque.

A melhor jogadora que eu vi jogar: a Paula e a Hortência.

Um título na seleção: o Campeonato Mundial na Austrália.

Um título em clubes: o de campeã mundial em Londres, pela Ponte-Preta.

Uma marcadora implacável: a Nádia.

Uma música: as do Chris Brown ou a gospel Campeão.

Um filme: Duelo de titãs e Desafiando Gigantes.

Uma comida: churrasco.

Uma cidade: Araraquara.

Um sonho: Ver nosso basquete organizado e muito bem estruturado.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

RECORTES: Copa América 1993

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Jogo 1 - Brasil 95 x 93 Argentina - Hortência (20), Helen (7), Silvinha (5), Paula (15), Janeth (9), Roseli (6), Marta (16), Ruth (13), Alessandra (2) e Lígia (2)

Jogo 2 - Brasil 94 x 56 Porto Rico - Hortência (10), Helen (3), Silvinha (4), Leila (5), Paula (15), Janeth (22), Roseli (14), Marta (4), Ruth (4), Alessandra (6), Cíntia Tuiú (4) e Lígia (3).