Enquanto estava viajando, vi pela TV os momentos finais do jogo da NCAA que a ESPN transmitia.
Quadra lotada (mais de doze mil torcedores, incluindo Sue Bird) no confronto entre as universidades de Connecticut e Baylor, que lideravam o torneio.
Por Connecticut, Maya Moore (30 pontos).
Por Baylor, a gigante Brittney Grinner (19 pontos).
No comando de Connecticut, Geno Auriemma, técnico da seleção americana.
Ao final, deu Connecticut por 65-64.
Além da liderança, a vitória significou alcançar a marca de oitenta jogos consecutivos sem perder.
Connecticut não perde desde as semifinais do torneio de 2008.
Hoje, doze dias depois, fui checar como andam as coisas por lá e vejo que a série já conta agora com 83 vitórias.
O time está a cinco jogos de alcançar a maior marca invicta na NCAA – a da UCLA, no masculino.
E Maya precisa de apenas mais 48 pontos para dividir com Tina Charles a posição de maior pontuadora da história da universidade.
Sobre a atleta, Geno crava o elogio: “Treinar é fácil quando você tem uma jogadora que ninguém mais tem.”