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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Nacional começa amanhã, com quatro jogos

A décima primeira edição do Campeonato Nacional de Basquete Feminino começa nesta terça-feira com quatro jogos: Mangueira/Petrobras (RJ) x Clube Doze/Floripa (SC), no Rio de Janeiro (18h de Brasília); Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) x São Bernardo/Metodista/Associação (SP), em Recife (19h30); Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), em Americana (20h); e São Caetano (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), em São Caetano (20h). A equipe de Santo André estréia na quarta-feira contra Catanduva, em Santo André (20h).

Dos nove participantes do Nacional 2008, três já conquistaram o título: Ourinhos (2004/2005/2006/2007); Americana (2003) e Santo André (1999). Os outros campeões foram: Fluminense (1998), Paraná Basquete (2000), Vasco da Gama (2001) e AA Guaru (2002). A equipe de Santo André lidera o Ranking de Clubes com 297 pontos (186 jogos, 111 vitórias e 75 derrotas). Em segundo lugar está Ourinhos com 277 pontos (154j, 123v e 31d), seguido do São Caetano (168pts, 111j, 57v e 54d); AA Guaru (161pts, 109j, 52v e 57d); Sport Recife (124pts, 88j, 36v e 52d); e Americana (123pts, 68j, 55v e 13d).

Nas estatísticas da competição, de 1998 a 2007, a ala Janeth Arcain é a cestinha e a jogadora mais eficiente, com 3.361 e 3.462 pontos, respectivamente, em 135 jogos. A segunda cestinha é a ala Silvinha Luz com 2.193 pontos em 130 partidas. A terceira colocada é a ala/armadora Cíntia Luz (São Bernardo) com 2.154 em 179 jogos; seguida da ala Chuca (Ourinhos) com 1.946 pontos em 169 partidas; e da ala/armadora Karla (Americana) com 1.810 pontos em 160 jogos. A pivô Geisa é a primeira colocada nos rebotes e nos bloqueios com um total de 1.033 e 162, respectivamente, em 141 partidas. A líder nas assistências é Silvinha Luz com 539 em 130 jogos, enquanto a melhor nas recuperações de bolas é Janeth Arcain com 356 em 135 partidas.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as equipes jogam entre si, em turno e returno. As quatro primeiras colocadas, na soma de pontos dos dois turnos, se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título. As fases semifinal e final serão disputadas em melhor de cinco jogos, sendo a primeira, segunda e quinta partidas na quadra da equipe de melhor campanha.

MANGUEIRA x FLORIANÓPOLIS

O clube carioca faz sua estréia na competição, enquanto a equipe catarinense disputa o Nacional pela segunda vez. Em 2007, Florianópolis ficou em sexto lugar.

— O time está mais forte e experiente e vamos com tudo para a estréia. Tenho certeza que a torcida vai comparecer para nos apoiar e jogaremos com garra para presentear o nosso público com uma vitória. Para isso, temos que impor o ritmo da partida desde o início, apostando no ponto forte da equipe, que é a velocidade. (Ivana Silva, armadora da Mangueira/Petrobras)

— O grupo é recém formado e teremos que usar os primeiros jogos da competição para melhorar o entrosamento. Apesar dessa dificuldade, a equipe está bastante motivada para buscar a primeira vitória no Rio. Não será fácil, pois a Mangueira é um time bom e conta com o apoio da torcida. A nossa equipe é alta e acho que isso pode fazer a diferença. É só saber tirar proveito dessa vantagem debaixo do garrafão. (Paula Andrade, armadora do Clube Doze/Floripa)

SÃO CAETANO x CANTANDUVA

Nas duas últimas edições, Catanduva foi vice-campeão brasileiro e depois do inédito título paulista em 2008 também quer o Nacional. São Caetano participa da competição pela sétima vez e tem como melhor resultado o segundo lugar em 2005. A equipe do ABC ganhou os quatro confrontos contra Catanduva no Campeonato.

— Nós viemos de um período de evolução no Campeonato Paulista. Não tivemos uma colocação expressiva, mas por formarmos uma equipe bastante jovem, conseguimos amadurecer e adquirir experiência ao longo da competição. Catanduva é uma equipe muito forte e nós sabemos que será um jogo duro, mas vamos encarar de igual para igual. Precisamos aproveitar a vantagem de jogar em casa. (Roberta Fogaça, armadora do São Caetano)

— Estamos reformulando a equipe e isso nos deixa muito ansiosas para a estréia. Queremos saber como o grupo irá se comportar em quadra. O Campeonato este ano está muito competitivo, já que os times se reforçaram bastante. Acho que isso é ótimo porque teremos uma competição de nível mais alto. Nosso objetivo é sempre chegar à final. (Ísis Nascimento, pivô de Catanduva)

SPORT RECIFE x SÃO BERNARDO

As duas equipes se enfrentaram quatro vezes no Nacional com duas vitórias para cada uma. No Campeonato de 2007, o clube pernambucano ficou em quarto lugar, enquanto o time paulista ficou na terceira posição.

— Estamos com um grupo bastante confiante e entrosado para uma vitória em casa. A torcida do Sport comparece em peso e é compreensiva, o que nos dá um bom suporte. Todos os jogos serão difíceis, pois acredito que este ano o nível do CNBF esteja mais alto. São Bernardo é uma equipe forte e será um jogo aguerrido, mas acredito que bem nivelado. Treinamos muito e estamos bastante focadas na disputa e contamos sempre com um bom resultado. (Jaqueline Silvestre, ala do Sport/Recife).

— Sabemos a importância desse primeiro jogo e de um resultado positivo para nossa equipe, principalmente para as próximas etapas. O Sport é um clube que devemos tomar cuidado, ainda mais jogando em casa onde elas contam com a torcida. Somos uma equipe com tradição e estamos muito bem preparadas. Nessas últimas três semanas, treinamos bem forte a parte técnica e a física para chegar à final. (Cíntia Luz, ala de São Bernardo)

AMERICANA x OURINHOS

Um confronto de dois campeões brasileiros que se enfrentaram 19 vezes na história do Nacional, com dez vitórias para Ourinhos contra nove de Americana.

— É um jogo importante para nós. A equipe foi montada há pouco tempo, disputou o Campeonato Paulista, se reforçou para o Nacional e precisa de tempo para se ajustar. Queremos ir bem na competição e vencer Ourinhos na estréia seria um bom início. Vamos procurar errar o menos possível para surpreender o adversário. (Karla, ala/armadora de Americana)

— Jogo de estréia é sempre muito nervoso. Americana montou uma boa equipe e vai dar bastante trabalho no Nacional. Qualquer bobeira pode nos custar a vitória e queremos ganhar na estréia da competição. Temos que fazer o nosso jogo para sair com um resultado positivo. (Micaela, ala de Ourinhos)

sábado, 27 de setembro de 2008

Florianópolis traz reforços para a disputa do Nacional

Florianópolis / SC — A equipe ADIEE/Florianópolis (SC) se prepara para novamente representar a região Sul do país no Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008). A técnica Marli Müller estreou com o time na edição do ano passado (2007), conquistou o melhor resultado da história de Santa Catarina nos brasileiros femininos e planeja para fazer, nessa 11ª edição, uma campanha ainda melhor. Para isso, conta com cinco reforços que estão chegando a Florianópolis.

— Mantivemos a base do time mas, para torná-lo mais competitivo, investimos em contratações. Chamamos a Luciana Angeloni, que jogou pelo Sport Recife no Nacional 2007; a Fernanda Fontana, que estava no C.B.Walls, da Espanha; a Ana Lucia, ex-Catanduva; a Paula Pacheco, ex-Ourinhos; e a Patrícia da Silva, uma atleta catarinense, da cidade de Blumenau. Acredito que, com essas mudanças, teremos, esse ano, um grupo mais leve e mais veloz que no ano passado.
Enquanto os reforços chegam, as atletas que já estão na capital catarinense seguem treinando diariamente em dois turnos no Clube 12. A equipe faz sua estréia no dia 7 de outubro, contra a Mangueira/Petrobras (RJ), no Rio de Janeiro. Marli Müller está confiante que o time alcançará bons resultados e espera que o clube de Florianópolis tenha vida longa na competição.

— Não queremos que a história do ADIEE/Florianópolis no Nacional Feminino acabe em duas ou três temporadas, como sempre acontece com os times do Sul. Estamos trabalhando para que haja continuidade, que a nossa região esteja sempre representada no Campeonato, e de preferência por nós.

Natural de São José do Rio Preto (SP), Luciana Angeloni, de 24 anos, é uma das contratações que já treina em Florianópolis. A experiente ala/pivô, que defendeu o Santo André (SP) de 2005 a 2007, o Sport Recife (PE), em 2008, e disputou o último Campeonato Paulista pelo Santos (SP), conta que está ansiosa para estrear pelo novo time.

— Estou empolgada e gostei muito daqui, principalmente das pessoas. Estamos treinando diariamente, mas o que eu quero mesmo é que o Campeonato comece o mais rápido possível. No Rio de Janeiro, pretendo estrear com vitória, porque o Nacional é um torneio curto. Começar ganhando é muito importante para a nossa campanha. É um incentivo a mais. — diz Luciana.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Nacional começa dia 07 de outubro, com 9 equipes

A décima primeira edição do Campeonato Nacional de Basquete Feminino começa dia 7 de outubro com a participação de nove equipes representando quatro estados: Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), ADIEE (SC), Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), Mangueira/Petrobras (RJ), Santo André (SP), São Bernardo/Metodista/Associação (SP), São Caetano (SP), Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) e Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP). A tabela da competição será divulgada na terça-feira (dia 16). Pelo 11º ano consecutivo o Campeonato será transmitida pelo SPORTV e a estatística de todos os jogos poderão ser acompanhadas ao vivo no site da CBB (www.cbb.com.br).

Nos dez anos de disputa, 1998 a 2007, o Nacional Feminino teve a presença de 34 clubes e o Santo André é o único que participou de todas as edições. A equipe paulista sempre dirigida pela técnica Laís Elena Aranha teve como melhores colocações o título de 1999 e o vice-campeonato de 2000. A equipe de Ourinhos é a atual campeã brasileira e ganhou os últimos quatro campeonatos. O técnico Antonio Carlos Vendramini é o recordista de títulos (4): Fluminense (1998), Paraná Basquete (2000) e Ourinhos (2004 e 2005); seguido do técnico Paulo Bassul (3): Americana (2003) e Ourinhos (2006 e 2007).



De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as equipes jogam entre si, em turno e returno. As quatro primeiras colocadas, na soma de pontos dos dois turnos, se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores disputam o título.



OS CAMPEÕES DO NACIONAL

1998 – Fluminense (RJ) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini

1999 – Arcor/Santo André (SP) – Técnica: Laís Elena Aranha

2000 – Paraná Basquete (PR) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini

2001 – Vasco da Gama (RJ) – Técnica: Maria Helena Cardoso

2002 – São Paulo/Guaru (SP) – Técnico: Alexandre Cato

2003 – Unimed/Americana (SP) – Técnico: Paulo Bassul

2004 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini

2005 – FIO//Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini

2006 – FIO//Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Paulo Bassul.

2007 – FIO/Pão de Açúcar/Unimewd/Ourinhos (SP) – Técnico Paulo Bassul