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sábado, 3 de abril de 2010

Terceira vitória garante a liderança de Catanduva no Paulista Feminino

O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC lidera, de forma isolada e invicta, o Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010, somando seis pontos, decorrentes de três resultados positivos. Até aqui, o time catanduvense, comandado pelo experiente técnico Edson Ferreto, passou pelo Basquete Clube, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos e Divino/COC/Jundiaí.

O Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos ocupa a segunda colocação, com cinco pontos e as mesmas três partidas realizadas (02 vitórias e 01 derrota). Empatados no terceiro lugar, com quatro pontos, provenientes de duas vitórias, aparecem o Santo André/Semasa e Americana, que, assim como o líder, seguem com 100% de aproveitamento.

Na quinta posição, com três pontos, ainda sem vencer, estão o Basquete Clube (Araçatuba) e o Divino/COC/Jundiaí. E, no sétimo posto, com dois pontos (02 derrotas), está o São Caetano/UNIP.

DESTAQUES

Cestinhas (por média)

1o) Karla (Americana) – 21,0 pontos

2o) Patrícia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 19,33 pontos

3o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 18,0 pontos

Rebotes (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 12,0

2o) Fernanda C. (Basquete Clube) – 11,0

3o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 10,13

Assistências (por média)

1o) Bethânia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 7,0

2o) Babi (Americana) – 6,0

3o) Êga (Santo André/Semasa) – 6,0

Bolas recuperadas (por média)

1o) Paty (São Caetano/UNIP) – 6,0

2o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 4,0

3o) Fabiana (Santo André/Semasa) – 3,0

Bloqueio (por média)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 2,5

2o) Ísis (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 2,0

3o) Tatiana (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 1,33

Arremessos de três pontos (aproveitamento)

1o) Babi (Americana) – 100%

2o) Lilian (Santo André/Semasa) – 50%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 50%

Arremessos de dois pontos (aproveitamento)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 81,82%

2o) Mamá (Americana) – 78,57%

3o) Carina (Americana) – 66,67%

Lance Livre (aproveitamento)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 100%

2o) Taiane (Divino/COC/Jundiaí) – 100%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 100%

Eficiência (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 25,0

2o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 21,67

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 21,0

PRÓXIMOS JOGOS

07 de abril (quarta-feira)

20h00 – Divino/COC/Jundiaí x Americana, em Jundiaí (SP)

20h00 – Santo André/Semasa x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, em Santo André (SP)

08 de abril (quinta-feira)

20h00 – Basquete Clube x São Caetano/UNIP, em Araçatuba (SP)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Frases soltas do telespectador rabugento sobre o jogo 2

sb10065489ag-001 1) A velocidade e os arremessos de Natália continuam os mesmos. Mas na armação, a impressão de quem viu o jogo 2 é de retrocesso. A menina não se ocupa muito de fazer o time jogar, função que a experiente (e ainda valorosa) Adriana está assumindo. A reserva Babi também padece da mesma falta de inspiração. Entre as muitas besteiras que a equipe de Americana fez ultimamente, de uma deve se arrepender amargamente: a dispensa de Ana Flávia Sackis.

2) Talvez muito em função dessa má armação, as pivôs não conseguem jogar. O time só sabe jogar com Carina, que resolve a parada por conta própria em infiltrações laterais ou arremessos de longa distância. As que dependem de um bom passe (Flávia e Cíntia Tuiú) cumprem as piores temporadas da carreira.

3) Apesar dos 16 pontos e da cesta decisiva, Palmira é a cestinha serial-killer. Chegou na mão dela é arremesso em qualquer posição. Ela não se intimida nem em tentar lances embaixo da cesta, em situações completamente desfavoráveis. Enquanto uma jogadora como essa (que chuta 16 para acertar 3) for exemplo de sucesso ou eleita revelação, o caminho do nosso basquete não será outro que não o fundo do poço.

4) Depois de um bom início de temporada, Fernanda Beling está completamente perdida no ataque de Catanduva e teve atuações abaixo da crítica nos dois primeiros jogos. Colabora bastante o descompasso entre a sua velocidade de arremesso e a filosofia de Ferreto. 

terça-feira, 17 de março de 2009

Americana apresenta equipe para 2009

Solenidade hoje, a partir das 17 horas, na empresa Folhamatic, marcou a apresentação oficial da equipe da Unimed para a temporada 2009 do basquete feminino.

A lateral Micaela, a armadora Natália e a pivô Flávia são os reforços contratados por Ricardo Molina para a equipe da técnica Branca.

Do elenco do ano passado, vice-campeão brasileiro, continuam as laterais Karla (ídolo da torcida), Adriana Santos e Renatinha, a armadora Babi e a pivô Carina Felippus.

O grupo da Unimed é completado por quatro garotas reveladas nas categorias de base e que estão na seleção brasileira sub-19 preparando-se para o Mundial da Tailândia: a pivô Fabiana Souza, as laterais Leila Zabani e Tássia Carcavalli e a armadora Débora Costa.

Mesmo em treinamento intensivo na seleção brasileira, as quatro meninas vêm a Americana para participar do evento desta terça-feira.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Armadoras finalistas se preparam para o quarto jogo da decisão do Nacional



Elas são espécies de comandantes dos times. Dentro de quadra, distribuem as bolas, planejam as jogadas, ditam o ritmo da partida. São elas, as armadoras, que carregam essa enorme responsabilidade. Para o quarto jogo da final do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008) nesta sexta-feira (20h de Brasília), em Americana, Ana Flávia e Bárbara, de Americana, e Vanessa Gattei e Bethânia, de Ourinhos, se preparam com muito treino e dedicação.

— Armadora é a cabeça do time e controla as jogadas. Uma boa armadora é a que joga para o time, procurando as melhores condições de arremesso para cada companheira. Temos que conhecer bem cada atleta para acertar o tempo da bola. No jogo com Ourinhos, a concentração será fundamental para acertar os detalhes. Além disso, temos que aproveitar mais uma vez o fator casa — contou Bárbara, de Americana, dona da segunda melhor média de assistências por partida no Nacional, com a média de 4.3.

Ana Flávia, companheira de Bárbara na equipe de Americana, lembra da importância dos ensinamentos da técnica Branca, que também atuou na posição de armadora.

— A armadora traz uma responsabilidade enorme, pois é ela quem organiza as jogadas e administra o ritmo da partida. O que faz uma boa armadora é o treinamento, como em qualquer outra posição. O fato de trabalhar com a Branca facilita bastante. Ela vê coisas importantes na parte da armação que nos ajuda demais em quadra. Na sexta-feira, temos que estar atentas ao contra-ataque de Ourinhos e principalmente na Micaela, que é muito veloz — disse Ana Flávia.

Vanessa Gattei e Bethânia são as duas responsáveis pela armação da equipe de Ourinhos, que lidera a série melhor de cinco por dois a um. Se vencer na sexta, o time será pentacampeão brasileiro. Caso Americana empate a série, haverá o quinto jogo no domingo (21), em Ourinhos. As duas equipes estão invictas em casa.

— A posição da armadora é fundamental. É onde as jogadas se iniciam e começa o sistema ofensivo. É preciso ter visão de quadra, liderança e percepção da marcação do outro time. Não podemos errar e vamos com tudo para esse jogo. Queremos fechar a série em Americana para não precisar da final em Ourinhos — explica Bethânia.

Já Vanessa Gattei diz que, para ela, não houve escolha. Para jogar basquete com 1,69m de altura, a posição de armadora era a única solução. Mas não há motivos para reclamações: ela gosta de comandar o time. E o resultado está expresso em números: são, em média, quatro assistências por jogo, terceira melhor média do campeonato.

— Eu não tenho tamanho para jogar em outras posições, então tenho que ser armadora mesmo, mas eu gosto muito. É quem comanda e organiza o time. Nós, armadoras, temos que saber utilizar a melhor jogadora em cada momento da partida. Acredito que, na sexta-feira, a equipe que tiver mais controle e mais organização vai vencer — aposta Gattei.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Unimed/FAM/Goodyear derrota Mangueira e mantém rotina de vitórias no Nacional



A Unimed/FAM/Goodyear manteve a rotina de vitórias no 11º Campeonato Nacional Feminino de Basquete e derrotou a Mangueira do Rio por 104 a 57 (46 a 32 no primeiro tempo), na noite desta quinta-feira (23/10), no ginásio do Centro Cívico, em Americana. A equipe da técnica Branca começou o jogo em ritmo forte e ganhou o primeiro quarto por 29 a 16, mas teve queda de produção no segundo e fechou com apenas um ponto à frente (17 a 16). O time voltou mais aceso no segundo tempo e praticamente não deu chances ao adversário, vencendo o terceiro quarto por 37 a 15 e o último por 21 a 10. "Precisei dar uma bronca no intervalo, pois fizemos um excelente primeiro quarto e depois faltou agressividade. Retomamos o ritmo na segunda etapa, mas esse tipo de oscilação não pode acontecer numa partida mais igual", avaliou Branca, que utilizou todas as jogadoras diante das cariocas.

Com 21 pontos, a lateral Renatinha foi a cestinha da Unimed. A pivô Karina Jacob, com 16 pontos e nove rebotes, foi outro destaque. Quem também esteve bem nos rebotes foi a armadora Babi, com sete ações - quatro na defesa e três no ataque. A vitória sobre a Mangueira foi a sétima consecutiva da equipe de Americana, que continua com 100% de aproveitamento e na liderança absoluta do Nacional ´08.

A Unimed volta à quadra na tarde de sábado (25/10) para enfrentar São Caetano do Sul, em jogo programado para as 17 horas, novamente no Centro Cívico, no encerramento do primeiro turno. Uma atração a mais será o duelo entre Branca e Norberto da Silva, o Borracha, técnico da equipe do ABC. Borracha foi o primeiro treinador da carreira de Branca, há exatos 30 anos, em Jundiaí. No intervalo da partida, o torcedor que fizer cesta em arremesso do meio da quadra ganhará um jogo completo de pneus da Goodyear do Brasil.

UNIMED/FAM/GOODYEAR (29 + 17 + 37 + 21 = 104)
Millene (8), Babi (9), Renatinha (21), Aninha (4), Carina (8), Adriana Santos (9), Karina Jacob (16), Leila (2), Fabi (4), Karla (17), Thaís (6) e Amandinha. Técnica: Branca.

MANGUEIRA (16 + 16 + 15 + 10 = 57)
Ivana (9), Camila (8), R.Oliveira (5), Bruna, Carolina, Tayane, Suellen, Juliana, Clarissa (24), Cláudia (8) e Júlia (3). Técnico: Guilherme Vós.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Santo André x São Caetano e Americana x Mangueira são os jogos da rodada de hoje

A terceira semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008) prossegue nesta quinta-feira com dois jogos, às 20h de Brasília: Santo André (SP) x São Caetano (SP) no ginásio Pedro Dell’Antonia, em Santo André; e Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) x Mangueira/Petrobras (RJ) no ginásio Centro Cívico, em Americana. Na sexta-feira jogam Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), no ginásio Anuar Pachá, em Catanduva (20h).

A equipe de Americana lidera a competição com 100% de aproveitamento em cinco jogos (cinco vitórias), enquanto o time da Mangueira é o oitavo colocado com 16.7% em seis partidas (uma vitória e cinco derrotas). É a primeira vez que os dois clubes se enfrentam no Nacional.

— Continuamos treinando com os mesmos objetivos. A técnica Branca vai conversar conosco hoje sobre o próximo adversário, que é a Mangueira, mas acredito que não haverá mudanças. Dizem que em time que está ganhando não se mexe e nós estamos bastante entrosadas, então pensamos apenas em aperfeiçoar o que já está sendo feito — disse a armadora Bárbara Honório, de Americana.

O clássico do ABC paulista colocará frente a frente duas equipes que vivem situações opostas na tabela. O Santo André ocupa a terceira posição com 71.4% de aproveitamento em sete jogos (cinco vitórias e duas derrotas), enquanto o São Caetano está em sétimo lugar com 16.7% em seis partidas (uma vitória e cinco derrotas). Nos 15 confrontos do Nacional, o São Caetano ganhou nove vezes contra seis do Santo André.

— Independentemente da equipe que vamos enfrentar, precisamos repetir a mesma postura com que temos entrado nos jogos até agora e fazer com que a disputa se torne fácil para nós. Estamos em um bom momento. A equipe vem surpreendendo e se superando. As vitórias são motivadoras e a cada partida estamos acreditando mais no time — comentou a ala Kattya Pereira, do Santo André.

— A expectativa era ganhar pelo menos três de quatro jogos. Mas perdemos para o Sport Recife e para a Mangueira. Então nossa situação ficou complicada. Nas duas próximas partidas, contra Santo André e Americana, só temos uma opção: ganhar — disse a pivô Nádia Colhado, do São Caetano.