
A seleção brasileira feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conquistou pela 22ª vez e a 12ª seguida invicta o título do Campeonato Sul-Americano Adulto. Na final da 31ª edição, que foi disputada no Coliseu Municipal de Loja, no Equador, o Brasil ganhou da Argentina por 84 a 67 (43 a 26 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram Fernandez, da Argentina, e Karla, do Brasil, com 23 e 20 pontos, respectivamente. Além do título, as brasileiras completaram 63 vitórias seguidas e não perdem uma partida desde o Sul-Americano de 1986.
— O time entrou para ganhar o título Sul-Americano. Sentimos em alguns momentos da partida, mas não deixamos a vitória escapar. Essa conquista é a primeira marca desse grupo que está chegando para trazer muitas alegrias. Abrimos a primeira porta e a tendência é entrarmos e não sairmos mais. Vamos em busca da vaga olímpica — declarou Karla.
— Esse título representa o trabalho que todas as jogadoras vêm fazendo não só na seleção como nos clubes. É o início da nossa luta pela vaga olímpica. Estamos mais motivadas e vamos fazer melhor ainda em Madri para garantir o Brasil em Pequim — afirmou a ala Chuca.
— Foi muito importante para a equipe participar do Sul-Americano. O time é bem mesclado, com jogadoras experientes que chegaram sem ritmo e já estão bem agora, e outras recém-chegadas na seleção, que ganharam confiança internacional. Além disso, ganhamos um título importante e histórico para o Brasil. Isso representa bastante para esse grupo renovado. É um elenco agressivo, defensor, com espírito de equipe e que aos poucos vai se firmar no cenário mundial — comentou o técnico Paulo Bassul, que conquistou seu primeiro título com a equipe adulta.
A delegação brasileira retorna ao país neste sábado (dia 31), desembarcando às 5h30 de Brasília no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O embarque para Madri acontece no sábado de noite. De 9 a 15 de junho, o Brasil disputa o Torneio Pré-Olímpico da Espanha. A competição irá classificar os últimos cinco países para a Olimpíada de Atenas no mês de agosto.
BRASIL (16 + 27 + 22 + 19 = 84)
Claudinha (14pts e 6 assistências), Karen (0), Micaela (2), Êga (6 e 6 rebotes) e Mamá (5). Depois: Chuca (17), Karla (20), Karina (6), Natália (2) e Franciele (12). Técnico: Paulo Bassul.
ARGENTINA (19 + 07 + 22 + 19 = 67)
Pavon (6pts), G. Landra (4), Paoletta (0), Sanches (19) e F. Fernandez (23). Depois: Gatti (3), Soberon (7), C. Landra (2), Thomas (3), Cava (0) e Cejas (0). Técnico: Eduardo Pinto.
TABELA DO SUL-AMERICANO
1ª Rodada – Sábado (dia 24 de maio)
Colômbia 62 x 70 Venezuela, Chile 63 x 95 Argentina e Brasil 90 x 48 Equador
2ª Rodada – Domingo (dia 25 de maio)
Chile 92 x 101 Venezuela, Colômbia 47 x 100 Brasil e Equador 46 x 98 Argentina
3ª Rodada – Segunda (dia 26 de maio)
Colômbia 56 x 77 Chile, Argentina 67 x 73 Brasil e Equador 76 x 89 Venezuela
4ª Rodada – Terça-feira (dia 27 de maio)
Colômbia 43 x 89 Argentina, Venezuela 40 x 106 Brasil e Equador 57 x 77 Chile
5ª Rodada – Quarta-feira (dia 28 de maio)
Venezuela 77 x 108 Argentina, Brasil 100 x 55 Chile e Equador 63 x 67 Colômbia
Rodada Final – Quinta-feira (dia 29 de maio)
Disputa da medalha de bronze
Chile 91 x 72 Venezuela
Disputa da medalha de ouro
Brasil 84 x 67 Argentina
Classificação final
1º- Brasil (campeão invicto); 2º- Argentina; 3º- Chile; 4º- Venezuela; 5º- Colômbia; 6º- Equador.
OS 22 TÍTULOS DO BRASIL
1954 (Brasil); 1958 (Peru); 1965 (Brasil); 1967 (Colômbia); 1968 (Chile); 1970 (Equador); 1972 (Peru); 1974 (Bolívia); 1978 (Bolívia); 1981 (Peru); 1986 (Brasil); 1989 (Chile); 1991 (Colômbia); 1993 (Bolívia); 1995 (Brasil); 1997 (Chile); 1999 (Brasil); 2001 (Peru); Equador (2003); Colômbia (2005); Paraguai (2006) e Equador (2008).
— O time entrou para ganhar o título Sul-Americano. Sentimos em alguns momentos da partida, mas não deixamos a vitória escapar. Essa conquista é a primeira marca desse grupo que está chegando para trazer muitas alegrias. Abrimos a primeira porta e a tendência é entrarmos e não sairmos mais. Vamos em busca da vaga olímpica — declarou Karla.
— Esse título representa o trabalho que todas as jogadoras vêm fazendo não só na seleção como nos clubes. É o início da nossa luta pela vaga olímpica. Estamos mais motivadas e vamos fazer melhor ainda em Madri para garantir o Brasil em Pequim — afirmou a ala Chuca.
— Foi muito importante para a equipe participar do Sul-Americano. O time é bem mesclado, com jogadoras experientes que chegaram sem ritmo e já estão bem agora, e outras recém-chegadas na seleção, que ganharam confiança internacional. Além disso, ganhamos um título importante e histórico para o Brasil. Isso representa bastante para esse grupo renovado. É um elenco agressivo, defensor, com espírito de equipe e que aos poucos vai se firmar no cenário mundial — comentou o técnico Paulo Bassul, que conquistou seu primeiro título com a equipe adulta.
A delegação brasileira retorna ao país neste sábado (dia 31), desembarcando às 5h30 de Brasília no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O embarque para Madri acontece no sábado de noite. De 9 a 15 de junho, o Brasil disputa o Torneio Pré-Olímpico da Espanha. A competição irá classificar os últimos cinco países para a Olimpíada de Atenas no mês de agosto.
BRASIL (16 + 27 + 22 + 19 = 84)
Claudinha (14pts e 6 assistências), Karen (0), Micaela (2), Êga (6 e 6 rebotes) e Mamá (5). Depois: Chuca (17), Karla (20), Karina (6), Natália (2) e Franciele (12). Técnico: Paulo Bassul.
ARGENTINA (19 + 07 + 22 + 19 = 67)
Pavon (6pts), G. Landra (4), Paoletta (0), Sanches (19) e F. Fernandez (23). Depois: Gatti (3), Soberon (7), C. Landra (2), Thomas (3), Cava (0) e Cejas (0). Técnico: Eduardo Pinto.
TABELA DO SUL-AMERICANO
1ª Rodada – Sábado (dia 24 de maio)
Colômbia 62 x 70 Venezuela, Chile 63 x 95 Argentina e Brasil 90 x 48 Equador
2ª Rodada – Domingo (dia 25 de maio)
Chile 92 x 101 Venezuela, Colômbia 47 x 100 Brasil e Equador 46 x 98 Argentina
3ª Rodada – Segunda (dia 26 de maio)
Colômbia 56 x 77 Chile, Argentina 67 x 73 Brasil e Equador 76 x 89 Venezuela
4ª Rodada – Terça-feira (dia 27 de maio)
Colômbia 43 x 89 Argentina, Venezuela 40 x 106 Brasil e Equador 57 x 77 Chile
5ª Rodada – Quarta-feira (dia 28 de maio)
Venezuela 77 x 108 Argentina, Brasil 100 x 55 Chile e Equador 63 x 67 Colômbia
Rodada Final – Quinta-feira (dia 29 de maio)
Disputa da medalha de bronze
Chile 91 x 72 Venezuela
Disputa da medalha de ouro
Brasil 84 x 67 Argentina
Classificação final
1º- Brasil (campeão invicto); 2º- Argentina; 3º- Chile; 4º- Venezuela; 5º- Colômbia; 6º- Equador.
OS 22 TÍTULOS DO BRASIL
1954 (Brasil); 1958 (Peru); 1965 (Brasil); 1967 (Colômbia); 1968 (Chile); 1970 (Equador); 1972 (Peru); 1974 (Bolívia); 1978 (Bolívia); 1981 (Peru); 1986 (Brasil); 1989 (Chile); 1991 (Colômbia); 1993 (Bolívia); 1995 (Brasil); 1997 (Chile); 1999 (Brasil); 2001 (Peru); Equador (2003); Colômbia (2005); Paraguai (2006) e Equador (2008).




I. Uma incômoda coincidência tem acompanhado a seleção brasileira nos três primeiros jogos do Sul-Americano. Quem fez 17 pontos, saiu zerada no jogo seguinte. Micaela foi a cestinha da estréia contra o Equador (17 pontos), mas não pontuou na vitória contra a Colômbia. Karla, que marcou seus 17 nesse jogo (a cestinha foi Êga, com 18), não pontuou ontem, contra a Argentina. Nessa última partida, ninguém marcou 17 pontos, e a esperança é que a maldição não venha perseguir hoje as cestinha de ontem: Chuca (21) e Karen (16).




Na abertura do 31º Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino, que está sendo disputado no Coliseu Municipal de Loja, o Brasil ganhou do Equador por 90 a 48 (39 a 22 no primeiro tempo), com 17 pontos da cestinha Micaela. As principais pontuadoras equatorianas foram Tobar e Espinosa, com 14 pontos cada uma. A primeira rodada teve ainda Colômbia 62 a 70 Venezuela e Chile 63 a 95 Argentina. A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, volta à quadra neste domingo (20h30 de Brasília) para enfrentar a Colômbia. Na terça-feira, no mesmo horário, o adversário será a Argentina.

A seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás, está se preparando para a estréia no 31º Campeonato Sul-Americano, que acontece em Loja, no Equador, a partir deste sábado. Para a ala Patrícia Ferreira, a Chuca, a cidade tem um significado especial. Em 2003, neste mesmo local, a jogadora defendeu o Brasil pela primeira vez e já em sua estréia ajudou a equipe nacional a conquistar mais um título continental.