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sexta-feira, 18 de março de 2011

Catanduva retorna aos treinos com Katião e Mariana (O Regional)

imagemcat2 O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva retornou segunda-feira aos treinamentos com duas novidades. Foram apresentadas oficialmente a pivô Katião e a ala Mariana. Além das duas atletas, Fabão deve se apresentar ao técnico Édson Ferreto nos próximos dias. Entretanto, a lista de jogadoras que deixaram o clube local aumentou.
Além de Sil, Clarissa, Silvinha, Anna Barthold, Yulli e Fabi, Palmira também pode deixar Catanduva. A jogadora tem proposta de Ourinhos e deve definir seu futuro nesta quarta-feira.
A ‘debandada’, segundo Ferreto, era esperada. “Estamos com dificuldade quanto à saída da Prefeitura e do apoio da Federação das Unimeds. Mesmo assim, vamos montar uma equipe de qualidade para a disputa do Paulista”, comentou o treinador.
Apesar de ter se encerrado recentemente, o pensamento do técnico catanduvense está voltado para o próximo nacional. O Campeonato Paulista, que terá apenas cinco clubes, terá a duração de dois meses. “Após isso, várias jogadoras vão passar por período de treinamentos com a Seleção Brasileira, o que faz com que o nosso foco fique voltado para o próximo Nacional”, disse. Catanduva ainda deve anunciar, nos próximos dias, a contratação de uma pivô que está no basquete da Europa.
Reforços
A jogadora Katião, que permaneceu por sete anos no basquete da Europa, assinou por um ano com o Catanduva. A expectativa da jogadora é cumprir integralmente seu contrato. “Quero treinar bem, fazer um bom Campeonato Paulista para poder disputar o Nacional por Catanduva”, comentou a atleta.
Mariana Camargo, que disputou o último Nacional por Americana, disse estar ansiosa por poder trabalhar pela primeira vez com o técnico catanduvense. “Ele é um ícone do basquete feminino, e pretendo me preparar da melhor forma possível para poder retribuir dentro de quadra a confiança”, falou.
Palmira
A jogadora Palmira revelou ter uma proposta de Ourinhos, e deve decidir hoje sua permanência em Catanduva. “Posso dizer que estamos com 50% de chances de ficar. A decisão precisa ocorrer o mais rápido possível”, frisou.

Fonte: O Regional

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Americana contrata Mariana Camargo

A equipe feminina de Americana apresentou, nesta quinta-feira (11 de novembro), a jogadora Mariana Camargo. A ala de 1m79 e 25 anos era presença certa no 1º campeonato da Liga de Basquete Feminino (LBF) de 2010, onde jogaria pela equipe de Blumenau. Porém, com a desistência da equipe catarinense em entrar na competição, a jogadora participará da primeira edição da LBF representando Americana.

Mariana, que atuou quatro anos no Basquete Universitário Americano, foi convocado em 2009 para a Seleção Brasileira Principal. Entre os clubes onde Mariana atuou estão Santo André, Osasco, Blumenau e Oral Roberts University.

“Estou com uma expectativa boa em vir para Americana. Quero me integrar o quanto antes com o restante da equipe, treinar forte, melhorar meu jogo e ajudar a equipe a ir em busca do título” declarou Mariana que a partir desta quinta-feira já treina com a equipe e estará a disposição do técnico Zanon para a partida de abertura da LBF, no próximo sábado (13) às 17:00 horas no ABC, contra a equipe de Santo André. Partida esta que contará com transmissão ao vivo do canal Sportv.

“É uma jogadora já com alguma experiência, forte e de qualidade que chega para reforçar nossa equipe para a disputa da Liga”, declarou Zanon, que além da nova jogadora, terá a sua disposição as atletas Karla Costa, Fá, Mama, Carina Felippus, Karina Jacob, Helen Luz, Karen Gustavo e Babi, além das juvenis Débora Costa, Fabi, Leila e Andressa.

A Liga de Basquete Feminino é o último compromisso da equipe de Americana na temporada 2010/2011. Os outros três compromissos anteriores foram o Campeonato Paulista, Jogos Regionais de Americana e Jogos Abertos do Interior, todos vencidos pela equipe representada pela VivoSabor, Folhamatic, Dahruj FAM, além da Unimed e prefeitura Municipal de Americana.
No sábado (13 de novembro), Americana fará sua estreia na partida de abertura da competição contra a equipe de Santo André, às 17h00, em confronto que acontecerá no ABC.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Blumenau é campeão catarinense

A S.D. Vasto Verde / Uniasselvi / Barão / FMD consolidou na noite de Quinta-Feira (28) sua trajetória de sucesso na temporada 2010 no basquetebol Adulto Feminino. Ao conquistar a segunda vitória sobre a ABF Joinville, desta vez por 82 a 79, em partida do Play-Off do Campeonato Estadual Adulto Feminino 2010, a equipe de Blumenau sagrou-se campeã estadual. Foi o quinto título na temporada. Antes já havia conquistado a Copa Santa Catarina, os Jogos Abertos, os Jogos Universitários Catarinenses (JUCS) e, em nível nacional, a Liga Universitária Brasileira, disputada em Setembro, em Recife (PE). O Estadual Adulto de 2010 foi o quinto título conquistado pela equipe blumenauense em 15 edições do Campeonato promovido pela Federação Catarinense de Basketball (FCB). A segunda partida do Play-Off foi realizada no Ginásio da Escola Barão do Rio Branco, em Blumenau. Jogando em casa, o time comandado pelo técnico João Almeida Camargo Neto cumpriu uma partida marcada pelo equilíbrio. Manteve-se inferiorizado no placar, com margem média de quatro pontos, pelo menos até o terceiro quarto da partida, porém no último conseguiu ultrapassar a ABF Joinville com seu time concentrado em quadra. A diferença de três pontos no placar final caracterizou o equilíbrio da disputa em que o Vasto Verde conseguiu resgatar o título perdido no ano passado, justamente para o mesmo adversário. “Foi o jogo da entrega e da superação. Fomos para a partida com apenas sete jogadoras sem muita opção de fazer o time rodar. Porém o jogo foi se encaixando para o nosso lado com as meninas em noite muito especial”, comemorou o técnico Camargo, reconhecendo a importância das atletas Patrícia da Silva, Cintia Luz e Gabriela Vieira durante a competição, porém não participaram do Play-Off, em tratamento de lesões. Entre titulares e reservas, o time campeão esteve em quadra com as atletas Mariana Camargo (cestinha do campeonato e do jogo), Lais de Sousa, Juliana Sponchiado, Juliane Garcia, Daiane Daleaste, Ana Barbosa e Gabriela Pedri. Na primeira partida do Play-Off, a diferença também foi pequena: 75 a 70 em jogo disputado em Joinville, no dia 26 de Outubro. O Vasto Verde disputou oito partidas na competição com sete vitórias. A única derrota foi justamente para a ABF Joinville, na fase classificatória. O time, agora, se prepara para disputar os Jogos Universitários Brasileiros (JUBS), de 04 a 13 de Novembro, também em Blumenau.

Fonte: Federação Catarinense

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Catarinense Vasto Verde mantém equipe em atividade para a temporada 2010

207b Sexto colocado no último Campeonato Nacional, vice-campeão estadual e dos Jogos Universitários Brasileiros, a equipe do Vasto Verde (da cidade de Blumenau, Santa Catarina) manteve grande parte do elenco do ano passado para a temporada atual e ainda fez algumas contratações, uma atitude bastante infreqüente fora de São Paulo.

O técnico João Camargo conseguiu manter o núcleo principal da equipe que disputou o Nacional, com a experiente pivô Patrícia Silva e as alas Mariana Camargo e Laís Tobias. Essa última perdeu grande parte do torneio, após grave contusão em lance com a cubana Ariadna, de Santo André.

Seguem ainda as armadoras Gabriela Maas Vieira, Juliana Sponchiado, a ala Barbara Schwaimle e as pivôs Daiane Daleaste e Gabriela Pedri.

Os reforços da equipe até o momento são a pivô Monah Pegorari (companheira de Mariana na Oral Roberts University), a ala Bruna Siqueira (ex-Osasco e Jundiaí) e a armadora Ana Pricila (ex-Ourinhos).

O primeiro compromisso do time é no próximo mês, com a participação nos Jogos Abertos Brasileiros (Cuiabá). No segundo semestre, o time disputa o Estadual (a partir de agosto), os Jogos Abertos de Santa Catarina (setembro) e os Jogos Universitários Brasileiros (em novembro, na cidade de Blumenau).

Em meio a essas disputas, o time espera viabilizar sua participação no Campeonato Nacional desse ano.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Americana e Catanduva vencem no CNBF 2009

20091208_540871_Gil_gde Para encerrar a quarta semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) ganhou do Botafogo (RJ) por 92 a 60 (42 a 38 no primeiro tempo), em General Severiano, no Rio de Janeiro. A cestinha da partida foi a pivô alvinegra Kelly Cota com 25 pontos e ainda pegou oito rebotes. Pela equipe paulista, Gilmara foi a principal pontuadora com um duplo-duplo: 20 pontos e onze rebotes. Outros destaques na partida foram a ala/armadora Camila, do Botafogo, com 19 pontos, quatro assistências e três rebotes, e ala/pivô Sílvia Gustavo, de Catanduva, com 19 pontos, oito rebotes, quatro assistências, três recuperações e três bloqueios.
 
— No início do jogo estamos muito desconcentradas. Sentimos um pouco o cansaço da viagem para o Rio de Janeiro. No terceiro quarto, conseguimos imprimir nosso ritmo e conseguimos essa importante vitória sobre o Botafogo, que nos mantém na liderança da competição — comentou a pivô Gilmara, de Catanduva.
 
Na outra partida, o VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana (SP) foi até Blumenau e conseguiu a vitória sobre o Verde/Uniasselvi (SC) por 78 a 53 (35 a 34), no ginásio Galegão. Gislaine Paulino foi a cestinha do jogo, anotando 18 pontos pela equipe catarinense. Renata de Oliveira foi a principal ponturadora de Americana com 14 pontos. O time de Vasto Verde teve mais dois destaques no jogo: Mariana Camargo com 17 pontos e cinco rebotes, e Patrícia da Silva com um duplo-duplo (dez pontos e dez rebotes). Por Americana, Carina Fellipus anotou onze pontos e oito rebotes e Flávia Luiza converteu oito pontos e pegou nove rebotes.
 
— Foi um jogo atípico. Começamos sem atitude. Os dois primeiros quartos foram fracos. Depois mudamos de comportamento e o time passou a ser agressivo em quadra, fazendo um segundo tempo mais ativo — disse o técnico Luiz Augusto Zanon, de Americana.
 
A quinta semana começa no sábado (dia 12), com quatro jogos: Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos (SP) x Vasto Verde/Uniasselvi (SC), em Ourinhos (17h); VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana (SP) x São Bernardo (SP), em Americana (17h), Santo André (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), em Santo André (18h); e São Caetano/UNIP (SP) x Botafogo (RJ), em São Caetano (19h).

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ourinhos bate Santo André por 77 a 44 no CNBF 2009

20091207_404122_0712_Cae_Vanuzia_Gde Pela quarta semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) ganhou do Santo André (SP) por 77 a 44 (32 a 25 no primeiro tempo), com 20 pontos da ala Micaela Jacintho. A principal pontuadora de Santo André foi a pivô Ariadna Felipe, com 13 pontos.
 
— Recuperamos o nosso padrão defensivo. Marcamos muito bem e Santo André conseguiu fazer apenas 44 pontos. O ataque poderia ter sido um pouco melhor, mas o importante é que estamos subindo de produção e precisamos manter esse crescimento daqui para frente — concluiu a ala Micaela, de Ourinhos.
 
No outro confronto desta segunda-feira, o São Caetano/UNIP (SP) venceu, em casa, o AFP/São Bernardo (SP) por 71 a 53 (43 a 27). A cestinha e destaque do jogo foi a pivô Nádia Colhado, de São Caetano, que marcou um Duplo-Duplo, com 28 pontos e 10 rebotes, além de duas assistências, duas recuperações de bola e 32 pontos de eficiência. Pelo time de São Bernardo, a ala Márcia Lopes foi a principal pontuadora, com 15 pontos.
 
— Começamos bem, em ritmo forte e terminamos o primeiro tempo com 16 pontos na frente (43 a 27). Voltamos um pouco desconcentradas para o terceiro quarto, que perdemos por 13 a 11. Recuperamos o controle no último período e administramos a vantagem até o final da partida, conseguindo uma importante vitória — comentou a pivô Nádia Colhado, de São Caetano.
A quarta semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009) termina nesta terça-feira com dois jogos, às 20h de Brasília: Vasto Verde/Uniasselvi (SC) x VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana (SP), no ginásio Galegão, em Blumenau e Botafogo (RJ) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (RJ), no ginásio do Botafogo, no Rio de Janeiro. Catanduva e Americana dividem a liderança com 87.5% de aproveitamento em oito jogos (sete vitórias e uma derrota). O Vasto Verde é o sexto colocado com 25% em oito partidas (duas vitórias e seis derrotas) e o Botafogo está na sétima posição com 12.5% (uma vitória e sete derrotas).
 
— Para obtermos melhores resultados precisamos melhorar o desempenho no segundo tempo. Começamos sempre bem no primeiro tempo, mas não estamos conseguindo manter o mesmo ritmo. O primeiro confronto contra Catanduva foi bastante acirrado na etapa inicial (41 a 27), mas no final perdemos por uma diferença de 31 pontos (79 a 48). Esperamos agora, já que vamos jogar em casa, que o resultado não se repita. Queremos muito essa vitória, e vamos lutar com todas as nossas armas — afirmou a ala/armadora Camila Lacerda, de Botafogo.
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— Apesar de ser uma equipe bastante jovem, as jogadoras de Botafogo têm dado muito trabalho para todas as equipes, principalmente nos jogos em casa. Queremos entrar firme em quadra, impor nosso ritmo e fazer um bom trabalho coletivo. Para isso, precisamos fazer a nossa parte e trazer mais essa vitória para Catanduva — explicou a armadora Vanessa Gattei, de Catanduva.
 
— Precisamos melhorar a parte ofensiva porque no jogo em Americana só fizemos 32 pontos. Isso é muito pouco para uma equipe que precisa da vitória. A parte defensiva até que foi bem, já que sofremos 62 pontos. Então para fazer uma partida mais equilibrada será fundamental ter mais tranqüilidade no ataque e finalizar com precisão — avaliou a ala Mariana Camargo, do Vasto Verde.
 
— O nosso primeiro confronto contra Vasto Verde foi por uma diferença de 30 pontos (62 a 32) e jogamos em Americana. Acho que agora teremos muito mais dificuldade para conseguir um placar tão dilatado. Vasto Verde se mostrou uma equipe bastante guerreira e esta crescendo na competição. Para alcançarmos nosso objetivo precisamos vencer todas as partidas, principalmente as disputas fora de casa — disse a ala Adriana Santos de Americana.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Catanduva vence Americana e assume a liderança do CNBF 2009

081b O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) é o novo líder do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), com 85.7% de aproveitamento em sete partidas (seis vitórias e uma derrota). Quarta-feira à noite, pela terceira semana da competição, o Catanduva superou o VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana (SP) por 66 a 55 (30 a 27 no primeiro tempo), no ginásio AnuarPachá. A cestinha da partida foi a ala Palmira Marçal, do Catanduva, com 17 pontos, enquanto a principal pontuadora de Americana foi a ala Karla Costa,com 15 pontos. O destaque e jogadora mais eficiente do jogo foi a ala Silvia Gustavo, do Catanduva, que também marcou um Duplo-Duplo: 12 pontos, 14 rebotes, duas recuperações, três assistências e 20 pontos de eficiência.
 
— A vitória de hoje foi o somatório do domínio dos rebotes (46 a 23), da aplicação tática, da união, da vontade de ganhar de qualquer jeito. Desde o início acreditamos na vitória e fomos construindo a cada jogada. Disputamos cada bola com muito mais disposição. Essa liderança veio no momento certo porque vai nos da mais moral — afirmou Palmira Marçal, do Caranduva.
 
Jogando em casa, o Santo André (SP) derrotou o AFP/São Bernardo (SP) por 105 a 54 (47 a 29). As cestinhas da partida foram as pivôs Flávia Ferreira, de São Bernardo, e Ariadna Felipe, de Santo André, com 26 e 24 pontos, respectivamente.
 
— A defesa por zona de São Bernardo facilitou o jogo das laterais e os chutes de meia e longa distância. Tivemos bom aproveitamento nessas bolas e com isso fizemos muitos pontos. A equipe jogou solta e conseguiu impor o ritmo desde o início — explicou Laís Elena, técnica do Santo André.
 
Em São Caetano, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) venceu o São Caetano/UNIP (SP) por 90 a 52 (38 a 26), com 17 pontos da ala Karen Gustavo. A principal pontuadora do time do ABC foi a ala Jaqueline Silvestre, com 13 pontos.
 
— Jogamos bem para conseguir essa importante vitória. A equipe rodou bastante a bola e defendeu muito forte, permitindo apenas 52 pontos do adversário. Com isso, o ataque fluiu melhor e com bom aproveitamento. É assim que tem que ser daqui para frente — comentou Urubatan Paccini, técnico de Ourinhos.
 
Em Blumenau, o Vasto Verde/Uniasselvi (SC) conseguiu a segunda vitória na competição ao ganhar do Botafogo (RJ) por 65 a 52 (35 a 29), no ginásio Barão do Rio Branco. A cestinha da partida foi a ala/pivô botafoguense Suellen Conceição, com 18 pontos. As principais pontuadoras do clube catarinense foram a ala Mariana Camargo e a pivô Patrícia da Silva (11 rebotes), com 13 pontos.
 
— Foi uma vitória importante para aumentar a confiança da equipe. Conseguimos fazer uma boa marcação no adversário, que só marcou 52 pontos. A cada treino e jogo o grupo está ficando mais entrosado e motivado para buscar novos resultados — disse a ala Mariana Camargo, do Vasto Verde.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Confronto entre Catanduva e Americana é destaque da rodada de quarta-feira

O destaque desta quarta-feira do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009) é o confronto entre os dois primeiros colocados da competição: Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) x VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana (SP), no ginásio Anuar Pachá, em Catanduva (20h de Brasília). Líder invicto e isolado com 100% de aproveitamento em cinco jogos, a equipe de Americana aposta no conjunto para seguir na ponta. O Catanduva está em segundo lugar com 83.3% em seis partidas (cinco vitórias e uma derrota) e vem motivado pela vitória sobre Ourinhos na casa do adversário.
 
— Será um jogo difícil. Sabemos que, além da nossa equipe, Americana, Ourinhos e Santo André são fortes candidatas a ficar entre os quatro primeiros colocados. Esses três confrontos são sempre equilibrados. Nosso maior desafio é superar o cansaço, o resto a gente resolve na quadra, jogando — afirmou o técnico Edson Ferreto, de Catanduva.
 
— Catanduva deve vir bem motivada após a vitória sobre Ourinhos, o que, além da qualidade técnica do time, vai tornar a partida bastante difícil. Sabemos que a responsabilidade de ganhar está com elas, uma vez que vão jogar em casa. Mas nós estamos preparados. Acredito numa partida equilibrada do início ao fim — declarou o técnico Luiz Augusto Zanon, de Americana.
 
Outro confronto equilibrado colocará frente a frente São Caetano/UNIP (SP) e Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), no ginásio do SEMEF, em São Caetano (20h). O clube do ABC é o quinto colocado com 50% de aproveitamento em seis jogos (três vitórias e três derrotas) e busca a reabilitação depois de perder os últimos dois jogos. Já o pentacampeão brasileiro Ourinhos sofreu duas derrotas em casa (Americana e Catanduva) e caiu para a terceira posição com 66.7% em seis partidas (quatro vitórias e duas derrotas).
 
— O nosso time é jovem, mas ambicioso. Estamos crescendo na competição e fizemos um ótimo jogo contra Americana na segunda-feira. Temos que levar para o confronto contra Ourinhos o mesmo espírito de luta e coletividade para buscar a vitória. Não será fácil, já que Ourinhos precisa ganhar, mas temos todas as chances de fazer uma belíssima partida — explicou o técnico Norberto Borracha, do São Caetano.
 
— Para nós é ganhar ou ganhar. A nossa equipe ainda não está no melhor momento, estamos acertando o time após as mudanças no elenco. O sistema ofensivo está irregular, mas a defesa está boa. Vamos corrigir os detalhes para a partida contra São Caetano rumo à vitória — comentou o técnico Urubatan Paccini, de Ourinhos.
 
Quarto colocado com 66.7% em seis partidas (quatro vitórias e duas derrotas), o Santo André recebe em seu ginásio (19h) o AFP/São Bernardo (SP), que ocupa o oitavo lugar e busca a primeira vitória. Um dos destaques do Santo André é a ala cubana Ariadna Felipe, cestinha do CNBF 2009 com a média de 18.7 pontos.
 
— São Bernardo é uma equipe jovem, mas, como todas as demais, merece respeito e atenção. Faremos o nosso melhor, pensando na vitória. Elas precisam de muita experiência ainda, mas sei que jogam com coragem e garra. Acredito que não teremos dificuldade para levar a vitória — comentou a ala Ariadna.
 
Vasto Verde/Uniasselvi (SC) e Botafogo (RJ) jogam no ginásio Barão do Rio Branco, em Blumenau (20h). Apesar de ocuparem a sexta (Vasto Verde) e sétima colocações (Botafogo), os dois clubes estão crescendo no Campeonato e dando trabalho aos adversários.
 
— O Botafogo é uma equipe perigosa, vem fazendo bons jogos e merece todo respeito. Precisamos imprimir nosso ritmo desde o início, fazendo uma defesa forte e tendo tranquilidade no ataque. Com certeza, vai ser uma partida difícil e vai ganhar quem errar menos. Mais uma vez, conto com o apoio da nossa torcida para conseguir a vitória — disse a ala Mariana Camargo, do Vasto Verde.
 
— Sabemos que como nós, Vasto Verde é uma equipe que esta crescendo e dando trabalho aos outros times mais tradicionais. Vamos estar na casa delas, precisamos de cautela e cabeça fria para levar bem o jogo durante os 40 minutos. Além disso, precisamos acertar alguns erros que estamos cometendo e reforçar a defesa. Acredito que será uma partida decidida nos detalhes — comentou Camila Lacerda, ala/armadora do Botafogo.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Americana segue invicta no CNBF 2009 e Catanduva derrota Ourinhos

383b Pela terceira semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), o VivoSabor/Unimed/Folhamatic/ Americana (SP) manteve a liderança invicta e isolada com a vitória sobre o São Caetano/UNIP (SP) por 66 a 57 (28 a 24 no primeiro tempo), no ginásio do SEMEF, em São Caetano. A cestinha do jogo foi a ala Karla Costa, de Americana, com 16 pontos. A principal pontuadora da equipe do ABC foi a ala Jaqueline Silvestre, com 12 pontos.
 
— O primeiro tempo foi equilibrado e não conseguimos impor nosso ritmo. Elas pegaram mais rebotes e tiveram a segunda chance em algumas jogadas. No intervalo, o técnico Zanon orientou sobre o nosso posicionamento e voltamos bem melhor para o segundo tempo. Conseguimos acertar a defesa e o ataque fez os pontos necessários. O mais importante foi a vitória e a liderança — disse a pivô Carina Fellipus, que foi a jogadora mais eficiente com 15 pontos, quatro rebotes, três recuperações e uma assistência.
 
Num confronto equilibrado em um dos clássicos do basquete brasileiro, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) acabou surpreendendo o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) no ginásio do SESI, em Ourinhos, com uma vitória por 70 a 65 (39 a 36). As cestinhas foram a ala Micaela Jacintho, de Ourinhos, e a pivô Gilmara Justino, de Catanduva, com 25 e 21 pontos, respectivamente.
 
— Não começamos bem e terminamos o primeiro quarto atrás no placar. Acertamos os detalhes, principalmente defensivos, a partir do segundo período, quando começamos a nossa reação. Ourinhos tem uma equipe muito competente, ainda mais jogando em casa. Foi uma vitória importante, que vai dar moral para time nos próximos confrontos — disse a pivô Gilmara, de Catanduva.
 
Em Blumenau, o Vasto Verde/Uniasselvi (SC) conseguiu a primeira vitória na competição ao superar o AFP/São Bernardo (SP) por 82 a 68 (42 a 34). As cestinhas da partida foram as alas Patrícia Paulo, do São Bernardo, e Mariana Camargo, do Vasto Verde, com 22 e 19 pontos, respectivamente.
 
— A primeira vitória foi muito importante para o grupo ganhar confiança. Temos feitos bons jogos e a tendência é a equipe subir de produção. Precisamos aproveitar melhor os jogos em casa, com o apoio da torcida, para conseguir bons resultados começando pelo Botafogo na quarta-feira — afirmou a ala catarinense Mariana Camargo.
 
No ginásio de General Severiano, no Rio de Janeiro, o Santo André (SP) derrotou o Botafogo (RJ) por 79 a 54 (29 a 22). A ala Lilian Gonçalves foi a cestinha do jogo, anotando 21 pontos pela equipe do ABC paulista. A principal pontuadora da equipe alvinegra foi Camila Lacerda com 14 pontos
 
— Foi uma partida muito boa. Era uma vitória esperada, porque o Botafogo é uma equipe nova, apesar de muito aguerrida. Fizemos uma defesa forte e esperamos que a gente possa repetir a nossa atuação defensiva no jogo em casa contra São Bernardo, na quarta-feira — comentou a ala Lilian, de Santo André.
 
Com esses resultados, Americana segue na liderança invicta com 100% de aproveitamento em cinco jogos, seguido de Catanduva com 83.3% em seis partidas (cinco vitórias e uma derrota). Ourinhos divide a terceira posição com Santo André, com 66.7% em seis jogos (quatro vitórias e duas derrotas). A terceira semana prossegue na quarta-feira com Santo André x São Bernardo, em Santo André (19h), São Caetano x Ourinhos, em São Caetano (19h), Vasto Verde x Botafogo, em Blumenau (20h), e Catanduva x Americana, em Catanduva (20h).

sábado, 28 de novembro de 2009

Confronto entre invictos é destaque da rodada do CNBF 2009

20091127_106438_2711_Adriana_MF_gde A terceira semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009) começa neste sábado com destaque para o confronto entre os líderes invictos da competição: Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), com quatro vitórias, e VivoSabor/Unimed/ Folhamatic/Americana (SP), com três vitórias. A partida está marcada para o ginásio do SESI, em Ourinhos (17h de Brasília). No sábado jogam ainda Vasto Verde/Uniasselvi (SC) x Santo André (SP), em Blumenau (17h); São Caetano/UNIP (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), em São Caetano (19h); e Botafogo (RJ) x AFP/São Bernardo (SP), no Rio de Janeiro (19h30).
 
Pentacampeão brasileiro, a equipe de Ourinhos dirigida pelo técnico Urubatan Paccinni faz a sua primeira em casa. As quatro vitórias e a liderança foram conquistadas nas quadras adversárias: São Bernardo, Santo André, Botafogo e Vasto Verde.
 
— A expectativa é a melhor possível. Precisamos manter a defesa forte e fazer alguns ajustes, como não desperdiçar tantas bolas como temos feito e melhorar as finalizações. Acredito que Americana, que possui jogadoras muito experientes, não permitirá que tenhamos um jogo fácil, mas tenho certeza de que conseguiremos mais essa vitória — disse a armadora de Ourinhos, Bethania Vasconcelos.
 
Vice-campeã do Nacional 2008, o time de Americana começou a competição de 2009 com duas vitórias centenárias (Botafogo e São Bernardo) e depois superou o Santo André por 75 a 69. A filosofia de jogo do técnico Luiz Augusto Zanon é um dos destaques do time.
 
— Tudo pode acontecer numa partida entre Ourinhos e Americana. Acredito que sairá vencedor o time que jogar com mais tranquilidade e errar menos. Temos que fazer uma defesa forte e trabalhar bem a bola para ter um bom aproveitamento no ataque e vencer o jogo — afirmou a armadora Adriana Santos, de Americana.
 
São Caetano e Catanduva dividem a terceira colocação com 87.5% de aproveitamento em quatro jogos (três vitórias e uma derrota). A única derrota que os dois times sofreram foi para o mesmo adversário: Santo André. E quem levar a melhor nesse confronto subirá na tabela.
 
— Sabemos que é um jogo difícil, pois Catanduva é um time talentoso e muito experiente. Mas estamos motivadas pelas últimas três vitórias (São Bernardo, Botafogo e Vasto Verde) para fazer uma bela partida. Temos que explorar o nosso ponto forte, que vem sendo a variação defensiva, para dar trabalho ao adversário — analisou a armadora Roberta Fogaça, de São Caetano.
 
— A derrota para Santo André nos deixou mais alerta e treinamos em ritmo forte para corrigir os nossos pontos vulneráveis. A maior preocupação é a defesa, que foi abaixo do esperado na última partida. O São Caetano é uma equipe jovem e rápido e precisamos estar concentradas o tempo todo para evitar novas surpresas — explicou a armadora Vanessa Gattei, de Catanduva.
 
Quinto colocado no Nacional com 50% de aproveitamento em quatro partidas (duas vitórias e duas derrotas), a equipe do Santo André precisa da vitória para voltar a ficar entre os quatro primeiros. Já o Vasto Verde vai contar com o apoio da torcida de Blumenau para conseguir a primeira vitória.
 
— A expectativa é a mesma desde o inicio do Nacional, conquistar a vitória. Mas, para isso precisamos aumentar nosso ritmo de jogo e melhorar o entrosamento. Queremos fazer uma boa partida contra Santo André e aproveitar que vamos jogar em casa, com o apoio da torcida. Além disso, estamos trabalhando intensamente para melhorar nosso jogo — comentou a ala Mariana Camargo, do Vasto Verde.
 
— A equipe do Vasto Verde vem crescendo e temos que jogar com atitude e concentração, especialmente fora de casa. Vamos imprimir uma defesa forte desde o início para não deixá-las gostar da partida — declarou a armadora Kátia Cavalaro, de Santo André.

domingo, 15 de novembro de 2009

VÍDEO: Catanduva 102 x 55 Blumenau

 

O Lucas Canossa enviou o vídeo acima, com alguns lances da primeira partida do Nacional Feminino.

Me chamaram atenção algumas boas infiltrações de Mariana Camargo, no time perdedor, e estranhei o fato de ela ter atuado apenas 16’.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Depois de nove anos, Vasto Verde volta ao Nacional

20091113_229500_1311_V_Verde_gde Após nove anos, a equipe catarinense de Vasto Verde está de volta à elite do basquete feminino brasileiro. O Vasto Verde/Uniasselvi estreia no 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), neste sábado (14), contra o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), em Catanduva (11h de Brasília). A maioria da equipe é composta por atletas nascidas em Blumenau e vindas das categorias de base do Vasto Verde, com alguns reforços de outros Estados. Para o técnico João Camargo Neto, o time tem como desafio fazer com que o basquete feminino ressurja na cidade e no estado. Camargo, como é conhecido acredita que o clube catarinense pode fazer um grande campeonato, mesmo sabendo da força das outras equipes.
 
— Vamos enfrentar equipes fortes de São Paulo, que têm a base da seleção brasileira. Mas eu tenho muita fé, certeza e confiança em alcançarmos nosso objetivo, que é fazer belos jogos e mostrar a força do basquete de Santa Catarina. Para isso, montamos um time jovem, que tem na velocidade e na marcação agressiva suas principais características — disse o treinador.
 
Para ajudar o Vasto Verde nessa temporada, o técnico Camargo conta com a presença de sua filha, Mariana, de 24 anos e 1,79m, que jogava pela Oral Roberts University, nos Estados Unidos, e treinou com a seleção brasileira adulta na primeira fase de treinos da Copa América de Cuiabá. Pela seleção cadete, Mariana foi bicampeã sul-americana (Colômbia / 2000 e Equador / 2001) e vice (Peru / 1999). Apesar de não ser a primeira vez que pai e filha trabalham juntos, ambos estreiam em uma equipe adulta no Nacional Feminino. Para essa competição, Mariana conta que está ansiosa para sua apresentação pelo novo time e destaca que pretende ajudar a aumentar o nível do basquete na região sul do país.
 
— Sempre treinava com meu pai quando estava aqui no Brasil, mas agora é diferente. Trabalhar com família nem sempre é fácil, mas já estamos acostumados e o importante é saber o limite um do outro. Também tem muita confiança e respeito entre nós. O Vasto Verde voltar a representar a região sul no Nacional e é muito importante para levantar novamente o nível do basquete do estado. Com isso, traremos o publico de volta aos ginásios para torcer e participar desse esporte maravilhoso. Sei das limitações do time, mas estou muito motivada e espero levar a minha experiência pra dentro da quadra e ajudar meu grupo a obter boas vitorias — explicou Mariana.
 
Camargo concorda com Mariana que a relação técnico e jogadora em quadra é tranquila.
 
— Não temos problemas. A Mariana já é uma atleta madura e nós dois sabemos bem separar as coisas dentro e fora de quadra, garantindo a qualidade do nosso trabalho — garantiu o técnico.

sábado, 22 de agosto de 2009

Pivô Clarissa é destaque da vitória do Rio de Janeiro no torneio feminino de basquete das Olimpíadas Universitárias 2009

gal_2009_8_22_13_18_44_basqm_wa_2208_31180 A Universidade Castelo Branco (UCB-RJ) venceu o Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi-SC) por 56 a 39 e sagrou-se campeã do torneio feminino de basquete das Olimpíadas Universitárias Jubs 2009, neste sábado, dia 22, no Náutico Atlético Cearense, em Fortaleza (CE). O destaque da partida foi a pivô Clarissa Cristina, cestinha com 21 pontos.

"Esse é o resultado de uma equipe focada e unida. Jogamos bem desde o primeiro jogo. Treinamos muito para conseguir esse título", disse a atleta de 21 anos, estudante de fisioterapia, que foi convocada para a Seleção Brasileira que disputará a Copa América, classificatório para o Mundial do ano que vem.

Apesar da convocação, Clarissa já foi cortada do grupo, que iniciou os treinos com 24 atletas. No ano passado, ela jogou no Vagos, de Portugal, para onde voltará no fim do ano, para participar da Euroliga e do Campeonato Português.

Com exceção de duas atletas, o time carioca é o mesmo que disputa a Liga Nacional e o Campeonato Carioca pela Mangueira. Assim como Clarissa, a armadora Ivana da Silva e a técnica Raffaela Bauerfeldt também destacaram a união do time e o entrosamento como os ingredientes principais para a conquista.

"Nosso time joga junto há muito tempo. Praticamente todo o time disputou as Olimpíadas Universitárias do ano passado (em Maceió-2008), além de disputar outras competições pela Mangueira", explicou Ivana, que cursa o quarto período de educação física.

"As lágrimas rolam porque eu e essas meninas sofremos muita cobrança. Hoje é muito difícil fazer o basquete. Tudo é feito com muito sacrifício. Estávamos sempre batendo na trave", afirmou a treinadora de apenas 27 anos. "Treinamos todos os dias às 8h da manhã. Algumas acordavam à 5h pra pegar a condução e chegar no horário marcado. Raramente uma atrasava", explicou.

Remanescente da equipe do ano passado, que ficou com a medalha de bronze, a bela ala/armadora Camila Lacerda, de 20 anos, era só alegria. Ela marcou apenas seis pontos na partida, quatro deles num momento crucial - no quarto período, quando as catarinenses encostaram no placar (39 a 34).

"A base era essa, mas o nosso time está muito mais completo do que o do ano passadgal_2009_8_22_15_55_44_basqm_wa_2208_31183o. Estamos mais fortes física e tecnicamente. Sem contar a união do grupo. Jogamos como se fossemos 12 em uma", analisou a estudante de educação física, que já defendeu o Botafogo na Liga Nacional e joga atualmente na Mangueira.

Pela Uniasselvi (SC), o destaque foi a ala/armadora Mariana Camargo, de 23 anos, que assim como Clarissa foi convocada para a Seleção Brasileira adulta em julho e cortada após a primeira fase de treinos. Bem marcada, Mariana foi cestinha da sua equipe com apenas 13 pontos, muito aquém das partidas anteriores.

Desconhecida do público brasileiro, ela defendeu a Oral Roberts University, de Oklahoma (EUA), nos últimos quatro anos. Usando a camisa dez do "Golden Eagles", ela conseguiu destaque no torneio da NCAA (Campeonato Universitário dos Estados Unidos) desde a primeira temporada. Hoje, ela divide as quadras de basquete com a pós-graduação em gestão empresarial. Mariana fez história em sua carreira universitária. Ela se tornou a décima cestinha de todos os tempos (1.194 pontos), terceira em assistências (474) e quarta em recuperações de bola (206).

Fonte: Olimpíadas Universitárias

terça-feira, 14 de julho de 2009

ENTREVISTA – Mariana Camargo

Mariana_perfil A seleção brasileira adulta feminina está cheia de rostos novos. Um deles é o da ala/armadora Mariana de Almeida Camargo. Com a camisa número dez do Golden Eagles, a atleta deixou sua marca na Oral Roberts University, em Oklahoma, nos Estados Unidos. Na temporada 2005/06, Mariana ganhou vaga no time de calouros da Conferência depois de ficar em segundo nas recuperações de bolas (média de 2.1) e sexto lugar em assistências (8.0), além de ter uma boa atuação no seu primeiro jogo com 15 pontos, cinco rebotes, três assistências e três recuperações. Em 2006/07, começou como titular em 27 jogos e teve um papel fundamental na briga pelo título da Conferência. Na semifinal, anotou 13 pontos, seis rebotes e nove assistências. E na final, foram sete pontos e sete rebotes na derrota na primeira rodada do Torneio da NCAA. Na temporada seguinte, Mariana foi a cestinha do time com média de 13.3 pontos e a terceira reboteira com 5.1 e chegou perto de um Triplo-Duplo contra o Missouri State, com 14 pontos, dez rebotes e nove assistências. Foram três Duplos-Duplos na temporada: contra o Missouri, Texas Tech (20 pontos e dez rebotes) e IPFW (21 pontos e dez assistências). No último ano, foi a terceira cestinha do time e a 12ª da Conferência. A ala/armadora encerrou a carreira no universitário americano como a décima cestinha de todos os tempos (1.194 pontos), terceira em assistências (474) e quarta em recuperações (206).

Como recebeu a notícia da convocação?
Foi uma surpresa, porque eu estava há quatro anos nos Estados Unidos e é difícil alguém acompanhar o campeonato, porque tem muita gente lá fora. Na verdade foi uma surpresa muito boa porque tinha acabado meus quatro anos de faculdade. Eu tinha acabado de chegar em casa e recebi essa ótima notícia.
O que vem achando dos treinamentos com a seleção?
Estou gostando bastante. Além do grupo ser muito bom, os treinos estão bem equilibrados. A comissão técnica sabe dosar tudo muito bem, tanto a parte física como técnica. Eles estão nos observando, analisando, vendo as dificuldades de cada uma para melhorar, tentando nos deixar cada vez mais completas.
Já acostumou com a rotina de seleção?
Nem sinto falta de nada, porque estou acostumada. Geralmente, a gente fica tão cansada da academia e do treino em quadra em dois períodos, que quando tem um tempo livre, só queremos saber de descanso mesmo. Acho que todo mundo que está aqui sabe que veio para treinar, treinar e treinar. A gente já vem com o objetivo de dar o nosso melhor o tempo todo e isso inclui o descanso, que também faz parte do treinamento.

Conhecia as meninas que estão treinando com você?
Eu já conhecia as mais novas como Izabela, Jaqueline, Natalinha e Franciele. A Silvinha, que é de uma geração anterior a dessas meninas, eu também conhecia. As que estão a mais tempo na seleção é que estou tendo a oportunidade de conviver agora. É um grupo fantástico, me encaixei muito bem. As mais experientes têm paciência com as mais novas, explicam as coisas, dão dicas para melhorar. Está sendo uma experiência muito boa para mim.
E a expectativa de ir para a Copa América?
Seria ótimo ficar no grupo que vai para Cuiabá. Desde que saiu a lista, a gente cria aquela expectativa. Se você foi convocada é porque está bem e tem chance de ficar. Mas independente de ficar ou não entre as doze, tenho muito a aprender aqui. De qualquer maneira, eu saio ganhando. E o pensamento que eu tenho é que as doze que vão defender o Brasil na competição são aquelas que estão melhores no momento. Isso não significa que as portas estão fechadas para quem não for dessa vez.
Como surgiu a idéia de jogar nos Estados Unidos?mari_2
Um auxiliar técnico da universidade onde eu estava vinha muito para o Brasil e foi ver alguns Campeonatos Brasileiros e outras competições e ficou falando para eu ir jogar nos Estados Unidos por uns dois anos. No início, eu não queria muito ir, mas aí resolvi ver como era e acabei gostando.

Como era o treinamento na Universidade?
O treinamento é bem parecido com o da seleção. A diferença é que não treinávamos em dois períodos, porque tinha as aulas. Mas o treino durava entre duas horas e meia e três horas e tínhamos que dar cem por cento. Era sempre muito forte e foi bom para mim porque ganhei muito com isso.
E morar lá?
Eu morava na universidade mesmo, no dormitório. Era muito legal. Foi uma experiência muita boa para mim. Gostei muito de Oklahoma, tem uns lugares muito bons para se morar lá. Nas férias de verão, nos meses de junho, julho e agosto, eu vinha para o Brasil ficar com minha família. Gostei muito de ter ido para os Estados Unidos e faria de novo, não só pelo basquete, mas pela a experiência de vida.

Sentia muita falta da família?
O primeiro ano é o pior de todos. Você chega lá sem saber sobre a cultura, o idioma, sem conhecer absolutamente ninguém. Eu tinha saído de casa com 14 anos para jogar em outra cidade, mas viver em outro país é totalmente diferente. Eu pensei que ia ser tranquilo, porque já tinha a experiência de morar longe de casa e achei que ia ser quase a mesma coisa. Mas não foi. Cheguei lá, não conhecia ninguém, não tinha ninguém. Era uma outra língua e até acostumar foi bem difícil. Depois foi melhorando. Você começa a dominar o idioma, a fazer amigos e isso vai diminuindo a saudade de casa.
Agora que você está com a sua família, está com saudades dos amigos de lá?
Sinto saudades de todos. Não sei quando vou poder, mas quero voltar para rever meus amigos. Foram quatro anos morando lá e deu para construir muitas amizades.
Sobrava algum tempo para ter uma vida fora da quadra e das salas de aula?
Tinha alguns brasileiros e nos encontrávamos uma vez ou outra, mas minha vida era basicamente aula e treino. Não dava tempo para outras coisas. Ainda mais quando começava a temporada que a gente jogava todo sábado e segunda, de novembro a março, sem parar.

Você se formou no equivalente aqui no Brasil a Comércio Exterior. Já pensou em trabalhar nessa área quando parar de jogar?
Eu gosto bastante dessa área. Adorei a faculdade, as aulas. Acho que do mesmo jeito que sou feliz hoje jogando basquete, eu ficaria se trabalhasse com isso. Mas não penso nisso ainda não. Tenho muito tempo de quadra pela frente e quero aproveitar o máximo que eu puder.
mari_4 Já pensou o que vai fazer agora que se formou?
Não tenho idéia ainda. Assim que terminei a faculdade, meu plano inicial era ficar um tempo em casa. Mas saiu a convocação e numa hora muito boa para mim, porque posso jogar sem estar muito longe de casa. É claro que não estou na mesma cidade que a minha família, mas não estou tão distante da minha casa como quando estava nos Estados Unidos.
Por que escolheu o basquete?
Meu pai chegou a jogar basquete e era técnico de times masculinos em Blumenau. E eu sempre estava na quadra, brincando com a bola. Ser jogadora surgiu naturalmente, meu pai nunca falou nada. Na verdade, foi a técnica do colégio onde eu estudava que falou para eu começar a jogar serio.

Fale um pouco da sua trajetória no esporte.
Comecei com 10 anos no Colégio Sagrada Família, em 1995. No ano seguinte fui jogar no clube Vasto Verde, em Blumenau. Depois fui para Santo André, em 2000, na categoria infantil. Voltei e fiquei em casa um ano e fui para o antigo BCN/Osasco, que hoje é Finasa. Joguei lá no meu segundo ano de infanto e primeiro de juvenil em 2002 e 2003. Voltei para casa novamente por mais um ano e meio e segui para os Estados Unidos.
O que você gosta de fazer longe das quadras?
Gosto de assistir a filmes de suspense, de drama de vez em quando, e comédia, que é sempre bom para distrair. Também adoro música. Curto quase todos os ritmos, só sertanejo que não dá. Trouxe meu laptop com mais de 1.500 musicas.

Você tinha ou tem algum ritual antes dos jogos?
Não diria um ritual, mas uma rotina sim. Pelo menos quando eu estava nos Estados Unidos. Nós tínhamos um horário para arremessar antes dos jogos e voltávamos para o quarto para dar aquela descansadinha de meia hora mais ou menos. Depois nos arrumávamos para o jogo. Não gosto muito dessas coisas de ritual ou superstição. Tinha uma menina que jogava comigo que quando perdia um jogo, ela marcava a meia para não usar mais nas partidas, só em treino. Usava o mesmo top. Isso não é para mim não, muito trabalhoso.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Entre desconhecidas, veterana Helen não pensa no Mundial

Bruno Ceccon

Após marcar 1205 pontos em 120 jogos oficiais com a camisa da seleção, Helen decidiu deixar o time nacional em função do cansaço físico. Duas temporadas depois, no entanto, atendeu a um pedido da ex-companheira Hortência e voltou atrás. Em seu retorno à equipe para disputar a Copa América, a armadora de 36 anos ainda se habitua entre suas novas companheiras e garante que não pensa no Mundial de 2010.

"Na verdade, tenho mais afinidade com a Karla, que sempre jogou comigo em clubes e pela seleção, e com a Kaé (Micaela). Mas tinha meninas que eu nem conhecia. A Mariana, por exemplo, estou tendo a chance de conhecer pessoalmente só agora", diz Helen, que aproveita a média de idade de 26 anos do elenco. "A gente está rindo muito. O bom de ter um grupo jovem é que não tem como ficar desanimada ou cansada", diz.

Após passar os últimos quatro anos na Oral Roberts University-EUA, a ala/armadora Mariana, 24 anos, foi convocada pela primeira vez. "Estava acostumada a ver a maioria das jogadoras só pela televisão na Olimpíada e as mais experientes sempre foram um espelho. Essa mescla é boa para as mais velhas e para as mais novas, principalmente para as mais jovens, que podem aprender e têm uma referência", disse a atleta.

Convocada pela primeira vez em 1989, Helen garante que nunca deixou de acompanhar os resultados da seleção. Depois de deixar o time por cansaço e falta de férias, ela curte cada momento de seu retorno. "Foi muito bom arrumar a mala no domingo para me apresentar e ter essa sensação de voltar aos tempos que estava acostumada. Estou com muita vontade de colocar a amarelinha no peito de novo", afirmou.

O técnico Paulo Bassul atribuiu o fiasco nos Jogos de Pequim à falta de experiência. Com as presenças de Helen e Alessandra, que também foi reconvocada, o treinador está otimista para a Copa América. "O time chega bem. Essa mescla de jovens e experientes é muito importante. O suporte das mais velhas facilita o processo de adaptação das novatas nas competições internacionais", explicou.

Bassul convocou Helen para disputar a Copa América que será realizada no mês de setembro, em Cuiabá. O torneio oferece vagas no Mundial, mas a veterana armadora garante que não pensa na possibilidade de lutar pelo bicampeonato. Na temporada de 1994, ao lado de Paula e Hortência, a jogadora foi campeã do torneio disputado na Austrália.

"O Paulinho já disse: 'ano que vem, tem Mundial'. Eu respondi: 'calma, fica tranquilo'. Vamos pensar nesse ano. Quero focar na Copa América, gosto de viver o presente. Não quero pensar no Mundial, até porque ainda não conseguimos a vaga. Vamos passo a passo", afirmou a jogadora. Com contrato com o espanhol Hondarríbia Irún até maio de 2010, ela pretende voltar a jogar no Brasil na próxima temporada.

Ex-companheira de Helen, Janeth é auxiliar de Paulo Bassul na seleção. Devidamente trajada com o uniforme da comissão técnica, ela confessa que sente saudades de entrar em quadra, mas fica satisfeita ao ver uma contemporânea retornar. "As mais novas terão um ícone, um espelho como referência para se sentir mais confortável jogando", atestou.

Fonte:
Gazeta Esportiva

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Seleção feminina inicia treinos com bola

Depois dos exames médicos e testes físicos, é a vez da musculação e da bola. A seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás, começou nesta quarta-feira os treinos físicos e técnicos rumo à Copa América – Pré-Mundial de Cuiabá, que será disputada de 23 a 27 de setembro. As treze atletas que estão em Barueri (SP) fizeram musculação de manhã na Academia Pelé Club e os treinos com bola (17h30 às 20h), no ginásio José Corrêa. O técnico Paulo Bassul explica que nessa primeira fase, há um intenso trabalho físico e técnico.
 
— Nesta primeira etapa priorizamos a preparação física e o desenvolvimento técnico. Nas duas primeiras semanas, não entraremos na parte tática. Quando chegar o segundo grupo, após o Sul-Americano de clubes, é que começaremos a trabalhar os aspectos táticos. Como as atletas estarão bem condicionadas retornando de competição, não haverá problemas — disse Bassul.
 
Animação não falta ao grupo. As alas/armadoras Palmira Marçal e Mariana Camargo que o digam. Enquanto Mariana estréia na seleção adulta, Palmira comemora seu retorno. A última competição da atleta da campeã paulista (Catanduva/2008) foi o Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007.
 
— É ótimo estar na seleção. Graças a Deus venho de boas participações no meu clube tanto no Nacional quanto no Paulista. Espero poder ajudar à equipe brasileira como pude fazer em Catanduva. O ritmo é puxado, com testes e exames, mas agora é hora de pegar na bola e fazer o que sabemos. O grupo é bacana e mesmo as mais novas, como a Clarissa e a Mariana já estão integradas. Vou dar o máximo para ocupar meu espaço e servir ao grupo com a maior dedicação possível — explicou Palmira, de 25 anos.
 
A estreante Mariana Camargo também esbanja empolgação. A catarinense, de 25 anos, que atua na Oral Robert University, gostou da estrutura que encontrou e quer agarrar com unhas e dentes a chance dada pela comissão técnica.
 
— Estou muito contente com essa oportunidade. Sei que tenho que trabalhar bastante para buscar meu espaço e vim disposta para isso. O clima é ótimo, já conhecia algumas atletas e o Paulo Bassul, o que facilita o trabalho. Quero mostrar meu potencial e aprender bastante com as jogadoras mais experientes. Com certeza vou melhorar meu jogo e fazer de tudo para ajudar a equipe no que precisar — disse Mariana, que é bicampeã sul-americana cadete (Colômbia/2000 e Equador/2001).

sábado, 27 de junho de 2009

O CD de 24 faixas de Paulo Bassul

Ao ver a nova lista de Paulo Bassul, tive a impressão de estar escutando um CD recém-lançado. De um artista brasileiro no topo das paradas, mas que pressionado pela gravadora, assustado com a pirataria, temeroso com a reação do público, acaba engessado e coloca num mesmo álbum um funk, um samba, um pagode, um axé, flerta com o brega e a MPB e oferece uma regravação na faixa-bônus.

Igualmente múltipla foi a primeira convocação de Bassul sob o novo comando na CBB. Acho legítima a convocação de cada um daqueles vinte e quatro nomes, embore alguns não passassem na minha peneira. O que me preocupa é que há música para todos os gostos. Resgaste das campeãs mundiais? Estão lá Alessandra e Helen. As “ausentes” Érika e Iziane? Também. As “cestinhas do Brasil”? Dá-lhe Palmira e Tayara! Quem foi para Pequim? Sim! E para quem reclamava da falta das meninas do sub-21? Estão lá elas: Clarissa, Iza e Jaqueline. E por fim, para quem pedia uma novidade? Mariana e Nádia.

Ou seja, a convocação parece agradar gregos e troianos. Ontem, logo que a convocação saiu, chequei meu e-mail e me lembrei de convocações anteriores, em que muitas ausências eram sentidas. Dessas vez, acho que com mais três nomes (Zaine, Ísis e Silvinha Luz), talvez ninguém mais questionasse: “Por que ela não foi convocada?”.

20090626_711830_2606_Bassul_gde A lista é ampla, boa, mas não deixa transparecer ao certo o que Bassul e sua comissão técnica planejam. Confesso que o excesso de experiência me causa inquietação, principalmente num momento de tamanha delicadeza. Mas espero sinceramente que não falte habilidade para que entre essas 24, seja feita a decisão mais justa e inteligente. Para o bem do nosso basquete.

Faixa-a-faixa:

1) Adrianinha – vem de extraordinária temporada na Itália. Incontestável.

2) Natália – da nova geração continua sendo a melhor opção de investimento, apesar da temporada irregular em Americana (mas quem não foi irregular nesse Paulista?).

3) Mariana – merece a avaliação, já que está longe dos olhos do técnico. E se Maomé não vai a montanha…

4) Helenapresentada no release da CBB na posição 2, a armadora é um reforço bastante interessante. Será que Bassul vai repetir o que fez Barbosa no Mundial da China - 2002 (Adrianinha –1, Helen – 2)? Até Helen se machucar, deu resultado.

5) Palmira – está aí a chance dela, após dois anos de ausência. Seus acordes parecem destoar um pouco, mas vamos ouví-la primeiro.

6) Karen – teve uma boa temporada no Paulista. É a “sua vez”.

7) Karla – ainda uma grande referência no basquete interno, tem nova chance, após desafinar em Pequim.

8) Jaqueline – sub-utilizada em Catanduva, tem (merecida) chance na seleção.20090626_934151_2606_helenluz_gde

9) Tayara – reprovada nas avaliações para o Pré-Olímpico (Chile) e nos amistosos com Cuba, a ala ganha nova chance. Só pergunto: o que fez de lá para cá para merecê-la?

10) Iziane – um hit, mas parece que a faixa está furada. A situação é complicada. E Hortência está levando a sério demais a missão de reintegrá-la. O fato de ainda não ter confirmado o retorno parece tranquilizar no sentido de uma decisão um pouco mais equilibrada. E não em um triunfal “a rainhazinha vai voltar, peguem o tapete vermelho e deixem ela chutar todas”.  Apesar da qualidade, Iziane tem que se adequar à filosofia de basquete que o treinador ditar. Sozinha, não salvou nem o Extrugasa do rebaixamento da Liga Espanhola. Salvaria a seleção brasileira do fiasco olímpico?

E pra quem insiste na irregularidade das jogadoras que estão aqui, sugiro uma olhada nos números de Iziane na WNBA. Essa semana, no sensacional blog Pleasant Dreams, irritado com Iziane, o autor promete que encerrará com a insitência da técnica do Atlanta (Marynell Meadors) com a brasileira e ‘ameaça’: “Um dia, Iziane, acharei as fotos que você guarda, que mostram a Marynell cometendo um assassinato.” Rá-rá-rá!

11) Chuca – convocação absolutamente desnecessária, na minha opinião.

12) Micaela – com atuações fracas em Pequim, no Nacional e no Paulista, é a chance de a ala mostrar que ainda tem poder de fogo.

13) Sílvia Gustavo – reabilitada por Ferreto, ela está de volta. Merecidamente.

14) Fernanda Beling – vive situação semelhante à Karen: “ou vai ou racha”.

15) Izabela – convocação inesperada, mas que me agradou bastante. Alguém poderia cuidar do basquete dessa menina?

16) Franciele – ouse, Bassul!  E dê espaço a essa garota.

NADIA 117) Karina Jacob – vaga merecida.

18) Mamá – acredito que seja a hora de a pivô passar o bastão à nova geração. E se o critério é técnico: por que não Zaine?

19) Flávia – um retorno também merecido, mas a pivô está disputando as finais do Paulista machucada (mais uma vez).

20) Kelly – depois do que fez em Pequim, vou falar o quê?

21) Nádia – ótima decisão.

22) Clarissa – uma convocação absolutamente merecida, depois do que fez aqui e em Portugal.

23) Érika – se vier, será (muito) bom.

24) Alessandra – ela nunca nos deixou na mão, nos treze anos que vestiu a camisa da seleção.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

COMENTÁRIOS: Bassul, Hortência, Helen, Clarissa e Mariana

A seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás, inicia um novo ciclo olímpico a partir do dia 5 de julho. A primeira competição oficial é a Copa América / Pré-Mundial de Cuiabá, de 23 a 27 de setembro. O técnico Paulo Bassul fala sobre a convocação e como será a primeira fase de treinos. E mais as opiniões da diretora do departamento feminino da CBB, Hortência Marcari, e das jogadoras Helen Luz, Clarissa Santos e Mariana Camargo.

ENTREVISTA PAULO BASSUL
CONVOCAÇÃO
Fizemos uma convocação ampla pois, nas primeiras três semanas estaremos com apenas 15 atletas. Incluímos três estreantes na equipe adulta e trouxemos de volta a Alessandra e a Helen. O objetivo foi fazer uma transição menos brusca. As duas são tecnicamente indiscutíveis e a experiência delas trará mais suporte e tranquilidade para a equipe.
AUSÊNCIAS NAS PRIMEIRAS SEMANAS
Não contaremos com nove atletas no inicio da preparação. A pivô Kelly, que está no Equador; e as cinco que jogam em Ourinhos e estarão no Campeonato Sul-Americano de Clubes. Érika e Iziane estão na WNBA e a Alessandra já havia me avisado de compromissos pessoais previamente agendados.
PRIMEIRA FASE DE TREINOS
Nas primeiras três semanas, os objetivos principais serão condicionar fisicamente as jogadoras e observar com muita atenção as atletas que estão pela primeira vez na categoria adulta. Será o período propício para testar novas possibilidades.
NOVIDADES
Convocamos três atletas pela primeira vez. A Clarissa já vem se destacando há algum tempo no cenário brasileiro e fez uma bela temporada em Portugal. A Nádia foi um dos destaques do São Caetano no último Campeonato Nacional e tem boa experiência em seleções de base. A Mariana Camargo está jogando bem no basquete universitário. Além disso, tem uma boa estatura (1,79m) para a função de armadora.
Para a diretora do departamento de basquete feminino da CBB, Hortência Marcari, foram convocadas as melhoras jogadoras para defender o Brasil.

— Uma volta muito importante da Alessandra e da Helen. A mistura de juventude com experiência é muito útil para o desenvolvimento técnico de uma equipe. Quanto aos treinamentos, estamos oferecendo o melhor para o grupo, em termos de conforto e condições de trabalho para que todas cheguem muito bem preparadas para a temporada. (Hortência – diretora).

OPINIÃO DAS ATLETAS

— A convocação está sendo uma surpresa para mim. Eu já tinha deixado a seleção em 2006, após o Mundial, mas foi um pedido da Hortência para que eu retornasse e isso pesou muito na minha decisão. Depois do Mundial, o basquete brasileiro feminino não teve bons números, inclusive nos Jogos Olímpicos de Pequim. Se eu posso contribuir com a minha experiência, eu vou vestir a camisa da seleção com o maior orgulho, como sempre tive, e brigar pelo título da Copa América. (Helen Luz – ala/armadora).

— Minha maior expectativa é aprender. Vou ter a oportunidade de conviver com atletas que já jogam há muito tempo e podem me ensinar coisas novas. A Copa América é uma competição de grande porte, uma experiência nova para mim e que certamente irá acrescentar muito à minha carreira. (Clarissa Santos – pivô)

— Cheguei há menos de um mês dos Estados Unidos, onde estava estudando e jogando desde 2005, e a convocação é uma grande novidade. Já estive em seleções brasileiras de base e participei de três Sul-Americanos, mas com a adulta será a minha estreia. Estou ansiosa para treinar com as meninas que eu não jogo há muito tempo. (Mariana Camargo — ala/armadora)

Fonte: CBB


sábado, 7 de março de 2009

Mariana Camargo e Monah encerram carreira universitária com derrota

Pela Summit League, a ORU perdeu de South Dakota, por 77 a 49 e encerrou assim sua participação na temporada.

O jogo foi a última atuação das brasileiras Mariana Camargo e Monah Pegorari pela universidade.

Ambas parecem ter trazido tal tensão ao jogo de hoje.

Mariana teve 5 pontos, 5 rebotes e 7 erros, em 25'. Monah, 2 potnos e 1 rebote, em 22'.

O técnico Jerry Finkbeiner já aproveitou a partida para dar mais tempo de quadra às novatas.

Na temporada passada, a ORU havia conseguido chegar ao torneio da NCAA, mas acabou derrotada pela Tennessee, da então senior Candace Parker.

ORU, da dupla Monah & Mariana, encerra temporada na oitava posição e encara South Dakota


No dia 28/2, a ORU perdeu de North Dakota State (64-55). Mariana Camargo teve 9 pontos, 7 rebotes, 4 recuperações, 2 assistências e 1 toco, em 32'. Monah, 1 ponto, 8 rebotes, 1 recuperação e 1 toco, em 29'.

Na segunda (02/03), a ORU encerrou a temporada regular com uma nova derrota. Dessa vez, para South Dakota State (64-71). Antes da partida, a universidade homenageou suas três seniors: Mariana Camargo (décima maior pontuadora da história da ORU), Demesha Heard e Monah Pegorari. Na partida, Mariana somou 15 pontos, 6 rebotes e 4 assistências, em 19'. Monah, 6 pontos e 4 rebotes, em 25'.

A campanha deixou a ORU na oitava posição, e com isso o adversário no torneio da Summit League será novamente South Dakota State, primeira colocada. A partida acontece hoje.

Antes da fase final, a Summit League anunciou os destaques da temporada.

O primeiro time ficou assim definido:

Jernisha Cann, IUPUI
Chazny Morris, UMKC
Jessica Pike, Oakland
Janae Voelker, ORU
Jennifer Warkenthien, SDSU
Julia Whitted, IUPUI

A brasileira Mariana Camargo recebeu menção honrosa na eleição, na qual se destaca pela terceira vez. Em 2006, havia sido a caloura do ano; e ano passado, esteve no primeiro time.