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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

As estreias de Érika de Souza e Lauren Jackson na EuroLiga 2011

2431 Rivais históricos, os até então invictos espanhóis Avenida e Ros Casares tiveram durante essa  semana uma rodada oposta  na Euroliga, quando coincidentemente estreaphpThumb_generated_thumbnailvam suas estrelas na competição.

O Avenida contava com a primeira partida de Érika no torneio. A brasileira afastou a “gripe” ao marcar 18 pontos e 10 rebotes na vitória sobre o Tarbes (78-70), a quarta na competição.

Enquanto Érika não vinha, já houve tempo suficiente para a torcida de Salamanca se enamorar por Dewanna Bonner, cestinha até o momento da Euroliga (23,3 ppj).

Já o super-time do Ros Casares promovia o primeiro jogo da australiana Lauren Jackson, que ainda parece estar fora do ponto. Na derrota para o tcheco USK Praga (59-67), ela teve dez minutos e passou em branco. Do outro lado, Eva Vitecková esteve –como de costume – excelente, com 20 pontos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Lauren is out

Lauren-Jackson-6192274 Contundida após uma partida pelo russo Spartak, a estrela Lauren Jackson recorreu a um expediente já conhecido.

Arrumou as malas e voltou para casa.

LJ fará sua reabilitação novamente no AIS (Australian Institute of Sport), onde iniciou sua carreira.

A australiana espera estar recuperada a tempo de disputar a próxima temporada da WNBA.

Desde já, no entanto, são numerosos os rumores de que Lauren poderia voltar a atuar novamente pela liga australiana (a WNBL), já que um dos clubes locais anda pouco satisfeito com o pobre rendimento da americana Ashley Robinson (colega de Jackson no Seattle) no torneio.

Aos 29 anos, Lauren aparentemente não está interessada em desacelerar. Parece, no entanto, que faltou combinar com seus músculos, ossos e tendões.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Seattle fecha em três jogos a série final da WNBA contra o Atlanta

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No jogo 3 da final da WNBA, o Seattle repetiu o placar do último encontro das equipes: 87 x 84 e fechou em 3 a 0 o play-off.

Pelo Seattle, Swin Cash teve 18 pontos, Lauren Jackson e Camille Little, 15 e Sue Bird, 14.

A australiana ficou ainda com o título de MVP das finais.

No Dream, Angel marcou 35, Iziane, 21 e Érika, 10 pontos e 14 rebotes.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Seattle vence a segunda e se aproxima do título da WNBA

finals_gm1_100912_22 Novamente o Seattle venceu.

Dessa vez por três pontos: 87-84.

Na primeira partida da final em casa, amanhã, o Atlanta tem a obrigação de vencer para permenecer vivo e sonhar com a virada.

No jogo de ontem, Lauren Jackson voltou a brilhar, com 26 pontos.

Iziane e Angel repetiram a posição de cestinhas: 21, cada.

A brasileira pode ter quebrado o nariz novamente durante um lance no primeiro quarto.

Érika foi eliminada com 6 faltas, e teve 11 pontos e 7 rebotes, em 19’.

domingo, 12 de setembro de 2010

Seattle sai na frente em partida dramática

Dream Storm Basketball O Seattle fez valer o mando de quadra e acabou vencendo a primeira partida da decisão da WNBA graças a um arremesso de Sue Bird a menos de 3 segundos do fim da partida.

Na vitória por 79 a 77, Lauren Jackson voltou a dominar as ações, com 26 pontos e 8 rebotes.

Camille Little teve 18 pontos e 11 rebotes.

E Sue Bird, 14 pontos e 8 assistências.

Pelo Dream, Iziane e Angel foram as cestinhas, com 19 pontos cada.

Érika teve 10 pontos e 9 rebotes.

O jogo 2 acontece na terça-feira, também em Seattle.

sábado, 11 de setembro de 2010

Estados Unidos massacram Austrália em primeiro amistoso

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10_wwc_exh_01_gallery É certo que dos dois lados existiam desfalques.

Mas as americanas estavam treinando há 5 dias, enquanto as australianas suam desde março.

Dentro de quadra, as americanas atropelaram as campeãs mundiais, provocando 24 erros das rivais e roubando 14 bolas.

No final: 89-56.

Maya Moore (16 pontos), Kara Lawson (15) e Tamika Catchings (um treino com a seleçao e 12 pontos) foram as maiores pontuadoras dos Estados Unidos.

A jovem Liz Cambage foi a cestinha do jogo, com 18 pontos e mais 7 rebotes. Hollie Grima marcou 13.

A Austrália ainda espera Penny Taylor e Lauren Jackson e enfrenta a Espanha em amistoso hoje.USAOPALS

Os Estados Unidos, que ontem deram apenas seis minutos à recém-apresentada Diana Taurasi (chegou duas horas antes do jogo), ainda aguardam Sue Bird, Swin Cash, Angel McCoughtry e a técnica Marynell Meadors, envolvidas nas finais da WNBA, além de Candice Dupree, Sylvia Fowles e Cappie Pondexter, que irão se apresentar.

As americanas jogam com as espanholas no domingo. Reencontram a Austrália em amistoso na Espanha na próxima semana e provavelmente as donas-da-casa logo após. Já em Brno fazem o último amistoso, contra as tchecas no dia 20.

domingo, 11 de julho de 2010

Sem Lauren Jackson, Austrália vence Estados Unidos em amistoso

USA_scrimmage Depois de três derrotas para a China em amistosos, a Austrália venceu a seleção americana em encontro hoje por 87-72.

Lauren Jackson, recuperando-se de um choque em quadra há uma semana, não jogou.

Jenna O’Hea foi a cestinha, com 20 pontos. Belinda Snell teve 13, Abby Bishop, 11 e Penny Taylor, 10. Liz Cambage teve 8.

Pela análise dos números, a impressão é que as americanas tenham sido “poupadas”.

Sem Fowles (que jogava hoje na WNBA), a cestinha foi Diana Taurasi, com 11 pontos. Candice Dupree marcou 10.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Austrália perde a terceira para a China e segue para os Estados Unidos

China_Game_3 (1)China e Austrália voltaram a se enfrentar ontem e novamente a China venceu, mas com placar mais apertado: 85-82.

Hollie Grima foi a cestinha da Austrália, com 16 pontos e 9 rebotes. Jenna O’Hea e Kristi Harrower marcaram 12, cada.

A chinesa Ma Zengyu foi a cestinha do amistoso, com 22 pontos.

A assistente técnica Michele Timms definiu o trabalho do time como “fantástico” e afirmou que haverá bastante evolução até o Mundial.

A seleção campeã mundial parte agora para Connecticut, onde estão previstos treinos com as quatro atletas da WNBA (Lauren Jackson, Abby Bishop, Penny Taylor e Tully Bevilaqua) e um amistoso com a seleção americana (no próximo domingo).

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Lauren Jackson e Becky Hammon estarão de volta à SuperLiga Russa

Depois de se afastarem da Rússia na última temporada – a pivô australiana Lauren Jackson retornou para terra natal e a armadora norte-americana naturalizada russa Becky Hammon teve nova experiência em solo espanhol – duas estrelas estarão de volta ao tradicional torneio russo.

Lauren fechou com o Spartak Moscow Region.

Becky será reforço do Nadezhda.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A primeira derrota do Dream

103-3278-TPOLEN Anteontem, jogando em Seattle, o Atlanta teve sua primeira derrota na temporada da WNBA (90-72), após seis êxitos.

O time não conseguiu parar Lauren Jackson, que alcançou a melhor marca da temporada (32 pontos e 10 rebotes).

A atuação das brasileiras foi decepcionante, como de regra no time todo.

Para ficar em um exemplo, a cestinha Angel McCoughtry sucumbiu em inacreditáveis 17 arremessos equivocados, num total de 24.

Érika cometeu 5 faltas (duas delas na asutraliana) e saiu com 18’. Registrou 2 pontos e 2 rebotes.

Iziane jogou 23’, teve 6 pontos.

sábado, 6 de março de 2010

E o título da WNBL ficou com Lauren Jackson

O retrospecto permitia supor em uma surpresa na final da WNBL, a liga australiana.RTEmagicC_Liz_Cambage_v_Lauren_Jackson_-_Chris_Ramsay.jpg

Mas dentro da quadra, o Canberra Capitals passou pelo Bulleen Boomers (75 x 70) e conquistou seu sétimo título na liga.

A partida foi equilibradíssima e o Boomers, líder absoluto na primeira fase, conseguiu abrir a vantagem máxima de oito pontos.

A torcida delirava com cada cesta da nova promessa-realidade australiana, a pivôzona Liz Cambage (16 pontos e 11 rebotes, em 26’).

Mas no quarto final, Mariana Tolo (do Canberra, 1,96m) fez uma marcação incrível sobre a menina, com 4 tocos consecutivos sobre Liz (2,03m), que mudaram a história do encontro.

Jenna O'Hea foi a cestinha do Boomers, com 26 pontos.

No campeão Canberra, Natalie Hurst foi a cestinha com 21 pontos.

Mas a MVP foi Lauren Jackson, que teve um mau começo (nos lances de 2 pontos: 6/20!), mas somou 18 pontos e 13 rebotes e arremessou os lances-livres que fecharam o placar.

Ao final, encheu a moral das companheiras: “Essas meninas poderiam jogar em qualquer lugar do mundo.”

O vídeo abaixo é do encontro entre os times finalistas na primeira fase e ajuda a matar um pouco a curiosidade:

terça-feira, 2 de março de 2010

A Frase

Canberra Pictorial, supplied: Eric Li “Vai ser um confronto entre uma superestrela mundial e alguém que pode ser uma futura estrela.”

Carrie Graf, técnica da seleção e do Canberra Capitals, sobre a final da WNBL – em jogo único no sábado- entre seu time e o Buullen Boomers, de Tom Maher, com o confronto: Lauren Jackson x Liz Cambage. Até o momento, o Boomers venceu os dois confrontos na temporada, mesmo quando Lauren chegou aos 40 pontos na segunda partida.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Lauren Jackson deve deixar Rússia para voltar para a Austrália


A super-estrela Lauren Jackson está prestes a dar um surpreendente passo na já gloriosa carreira.

A pivô australiana deve deixar o clube russo Spartak para retornar para casa e defender o Canberra Capitals na WNBL, a liga australiana sobre a qual escrevi há um mês.

Se confirmada, a transação seria a mais bombástica da temporada com uma série de repercussões diretas ou indiretas.

Segundo a imprensa australiana, o clube local já conseguiu os 220.000 dólares exigidos por Lauren e aguardaria apenas a liberação do Spartak pata inscrevê-la na disputa da WNBL.

"Ela quer estar aqui. Essa é a sua prioridade" - resumiu a técnica Carrie Graf, do Capitals e da seleção.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O exemplo que vem da Austrália

pois de um comemorado quarto lugar na Olimpíada de Seul (1988), a Austrália foi eliminada no Pré-Olímpico de 1992 e passou a trabalhar duro com a sua seleção de basquete feminino.

O país que seria sede do próximo Mundial de Basquete (1994) e das Olimpíadas de 2000 não podia correr o risco de pagar semelhante mico.

O trabalho foi premiado com o surgimento de um desses raros fenômenos do esporte: a excepcional Lauren Jackson e rendeu muitos frutos nesses 15 anos; seja nos Mundiais: dois bronzes (1998 e 2002) e um ouro (2006) ou nas Olimpíadas, com um bronze (1996) e três pratas (2000, 2004 e 2008).

Apesar disso, o trabalho não pára nem cai, mesmo com uma troca períodica de técnicos: de Tom Maher, passando por Jan Stirling até a atual Carrie Graf.

Quando parecem que as peças de reposição se esgotariam, somos surpreendidos pelo aparecimento de uma nova força como a pivô Liz Cambage.

Assim como no Brasil, os maiores nomes do basquete australiano jogam no exterior: de Lauren à Penny Taylor, de Belinda à Kristi.

Uma das respostas para a diferença de resultados pode estar, no entanto, na organização da liga local: a WNBL. Pouquíssimo badalado, o torneio cumpre sua função básica: oferece mercado de trabalho para as jogadoras de lá e a oportunidade de afirmação para os novos talentos. Dois objetivos básicos que o nosso Nacional não conseguiu alcançar até hoje, quando se aproxima (aos trancos e barrancos) de sua décima segunda edição.

Lá, ao contrário, o torneio com dez equipes segue a pleno vapor. A grande maioria dos estados australianos tem uma equipe na WNBL. A temporada dura seis meses e tem um jogo televisionado por semana. A liga já ousa oferecer teto a algumas das estrelas locais, como Kristi Harrower e Suzy Batkovic, ambas recém saídas da WNBA.

Um dos líderes do começo da temporada é o Bulleen Boomers, treinado por Tom Maher e Michele Timms, que comandam a promessa-realidade Liz Cambage. Na última rodada, o time passou pelo Sydney Flames, de Batkovic (80-71).

Também invictos estão o Adelaide Lightning (da neozelandesa Angela Marino) e o Townsville Fire.

Atual treinadora da seleção local, Carie Graf treina o Canberra Capitals, de Mariana Tolo e atual campeão da liga.

Já é possível ainda importar algumas jogadoras, a maioria de segundo escalão – é verdade – como a canadense Chelsey Audrey (que esteve em Cuiabá, na Copa América), a polaca Marta Dydek (irmã caçula de Margo) e a americana Leah Rush.

Assim como cá, há na liga um saco de pancadas. Trata-se da equipe do AIS (Australian Institute of Sport), até o momento cinco derrotas por um média de 46 pontos de diferença. Mas regitre-se: a jogadora mais velha tem 19 anos e o nobre objetivo é a formação para o futuro.

Aqui, há um decepcionante abandono das promessas, que Hortência afirmou que não iria (irá?) mais permitir. E que Paulo Bassul pretendia combater com a formação de uma seleção de novas, que não decolou.

domingo, 30 de agosto de 2009

Sem Lauren Jackson, Seattle mantém titulares em quadra para bater o Atlanta em duas prorogações

Atlanta Dream Mesmo sem contar com Lauren Jackson, afastada por uma fratura por stress, o Seattle venceu o Atlanta (91-84), após duas prorrogações.

Como de praxe, o técnico Brian Angler, do Seattle, sugou até alma de seu time titular, que jogou mais de 40 minutos.

Sue Bird (24 pontos e 8 assistências, em 46’) e Tanisha Wright (25 pontos, 6 assistências, em 42’) foram os destaques.

No Atlanta, a pontaria não esteve boa. O time zerou nos arremessos de três (0/9).

Angel foi a cestinha, com 16 pontos, em 35’.

Érika teve 12 pontos (6/14), 8 rebotes e 6 tocos, em 36’.

Iziane também chegou aos 12 pontos (3pts 0/4 e 2pts 6/19), em 30’.

O Atlanta mantém a segunda posição do Leste.

domingo, 16 de agosto de 2009

Atlanta vence mais uma e chega à vice-liderança

erikasetw O Atlanta Dream conseguiu uma nova vitória na WNBA.

Jogando em casa, bateu o Seattle (88-79).

A cestinha foi Sancho Lyttle, com 20 pontos e 8 rebotes.

Érika esteve bem, com um novo double-doube (13 pontos, 12 rebotes, em 36’) e travou um duelo bastante interessante com Lauren Jackson (25 pontos, a metade deles em bolas de 3) e Suzy Batkovic (8 pontos, em 8’). Assisti ao jogo  e pude comprovar as observações do Pet, do Pleasant Dreams: Érika parece ter ficado mais tranquila com a boa campanha do Atlanta e passou a se comportar lá como fazia por aqui (ou na Espanha), com um jogo mais “quente” e vibrando e pulando com suas cestas, abandonando o jeitão “cool” que mantinha na liga americana.

Iziane também esteve bem (11 pontos em 14’), mas jogou pouco porque a caloura Angel McCoughtry estava melhor ainda (16 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações, em 26’).

Com o resultado, o time pula para a segunda posição do Leste. Apesar de que os rivais diretos (Washington e Connecticut) têm um jogo a menos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Com boa atuação de Iziane, Atlanta vence mais uma e está na zona de classificação

erikasantonio Ontem à noite, o Atlanta Dream conseguiu sua quarta vitória consecutiva, ao bater o San  Antonio, que jogava em casa, por 92 a 84.

A cestinha do Atlanta foi Chamique Holdsclaw, com 21 pontos.

Iziane teve uma atuação de destaque, com 17 pontos, 4 assistências e 4 recuperações, em 29’.df8223b0fd7e3aba0bbc4382495cd9b4-getty-87231369ab016__storm_sparks

Érika jogou pouco em função das faltas (4).

Em 19’, teve 8 pontos e 6 rebotes.

Pelo Silver Stars, Becky Hammon teve 26 pontos.

Com o resultado, o Atlanta chegou à quarta posição no Leste.

Jogo interessante também ontem foi a vitória do Los Angeles, na prorrogação sobre o Seattle (79-75), que marcou o duelo entre Candace Parker (18 pontos, 13 rebotes) e Lauren Jackson (21 pontos).

O Seattle é segundo no Leste. O Los Angeles, quinto.

domingo, 14 de junho de 2009

O Casamento de Batkovic

aussie Prata em Pequim-08, a pivô australiana Suzy Batkovic se casou no final do último mês, aos 29 anos, em cerimônia realizada na Praia de Cronulla Elloura.

Batkovic contou com três outras colegas da seleção no enlace: Penny Taylor, Lauren Jackson e Trisha Fallon foram madrinhas da união da pivô com Matt Brown.

A pivô, por sinal, passa a assinar Suzy Batkovic-Brown.

Chamada por seus fãs de “Batgirl”, Batkovic revelou planos de ser mãe em breve. “Foi por isso que eu me casei, para ter um marido para cuidar das crianças, enquanto jogo. Eu avisei a ele antes” brincou a pivô em matéria do The Daily Telegraph.

Depois do bebê, o plano seria outro: uma rápida recuperação que a permitisse defender a seleção australiana em Londres-2012.

Por causa do casório, Batkovic se apresentou tardiamente ao Seattle Storm e fez sua estréia ontem (três minutos), na vitória sobre Minnesota (88-71).

Além do Storm, a pivô tem ainda contrato com o Taranto (Itália), time pelo qual foi campeã italiana na última temporada, ao lado da brasileira Zaine.