Mostrando postagens com marcador Pernambuco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pernambuco. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de março de 2011

Ingrid Vasconcelos de volta à seleção

Raítza Vieira

Fernandes/DP/D.A Press - 6/9/10 A jogadora pernambucana de basquete Ingrid Vasconcelos, 16 anos, não conseguia conter a emoção ao atender a ligação do Superesportes, ontem à noite. A atleta, segundos antes do telefonema, tinha recebido a notícia de que havia sido convocada para participar da primeira fase de treinamento da seleção brasileira sub-17. Esta é a terceira vez que a jogadora é chamada para vestir a camisa verde-amarela. A primeira foi em 2009, na categoria sub-15, e a outra foi no ano passado, quando ela participou de um treinamento intensivo em Las Vegas.

´Estou muito feliz em ter sido chamada. Vou procurar dar o meu máximo durante essa fase de treinamento e nos jogos. Confesso que lá no fundo esperava ser convocada, já que nas outras ocasiões, quando participei da seleção, jogava de titular ou sempre entrava em quadra e marcava pontos`, disse Ingrid, que atua como pivô no ADC Brasdesco/Osasco, em São Paulo, desde o início do ano passado.

Ingrid e mais quinze atletas foram convocadaspela técnica Janeth Arcain para integrar a seleção. O grupo se apresentará no dia 16 de março, às 18h, em Santos. E de 17 a 31 deste mês a equipe vai treinar em dois períodos na Arena Santos, de olho no Campeonato Sul-Americano da categoria, que será realizado de 24 de junho a 1º de julho, em Pasto, na Colômbia.

´Vou amar trabalhar com Janeth. Em 2009, tive a oportunidade de ela ser a minha treinadora e foi muito bom. Ela é muito profissional e sabe dialogar com os adolescentes. Consegue nos motivar e entender como nós pensamos`, afirmou.

Ingrid sonha em ser jogadora de basquete profissional, e fazer parte da seleção brasileira nas categorias de base já é o início da caminhada para esse sonho. ´Jogar na seleção brasileira é o que eu mais quero da minha vida. Tenho certeza de que este ano será o melhor de todos, pois estou tendo o apoio da minha família; consegui me adaptar mais a São Paulo e estou conciliando bem os meus horários de estudo e treino`, finalizou a jogadora, desligando o telefone e saindo eufórica para comemorar com suas amigas de equipe, que estavam ao seu lado aguardando ansiosamente para que a entrevista terminasse e pudessem, enfim, dar os parabéns e aquele abraço.

Perfil
Ingrid Santana Vasconcelos
Idade: 16 anos
Altura: 1,85m
Posição: Pivô
Clube que começou: Náutico
Atual clube: ACD/Bradesco
Participações na seleção brasileira: em 2009, integrou a seleção sub-15, quando disputou o Campeonato Sul-Americano da modalidade. Em 2010, participou de um treinamento intensivo em Las Vegas com a seleção de base
Destaques: Em 2009, foi convocada para a seleção pernambucana sub-15 e sub-17. Na época, foi o destaque da competição sub-15 e eleita a melhor pivô na categoria até 17 anos.

Fonte: Diário de Pernambuco

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Basquete feminino de Pernambuco em alerta

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) divulgou ontem a formação da Liga de Basquete Nacional Feminino (LBF), que terá a função de organizar o próximo campeonato nacional. A competição será realizada neste ano e funcionará semelhante ao Novo Basquete Brasil - torneio masculino que substituiu o campeonato brasileiro.
A LBF é quem ficará encarregada de organizar o torneio nacional enquanto que a CBB auxiliará nas inscrições das equipes, cederá árbitros para os jogos e acompanhará os julgamentos do Tribunal de Justiça Desportiva. "A Liga Nacional de Basquete foi uma das melhores coisas que já aconteceu para o basquete brasileiro. Gostaria muito de ver uma competição no mesmo formato para o feminino. Precisamos enraizar um torneio forte para as mulheres e acredito que a criação da Liga ajudará na evolução do campeonato feminino, assim como aconteceu com a competição masculina", afirmou o presidente da CBB, Carlos Nunes.
No entanto, de acordo com o presidente da Federação Pernambucana de Basquete, Luiz Morais, se as exigências de participação de clubes na liga feminina forem as mesmas que ocorreram na masculina, será muito difícil o estado ter algum representante. "Há vários pré-requisitos para entrar na competição, como, por exemplo, deve-se depositar 'x' quantia para a inscrição; o time tem que arcar com tudo e não pode desistir no meio do campeonato, entre outras coisas mais", comentou.
Ele ainda afirmou que pela atual situação que enfrenta o basquete feminino no Nordeste será muito difícil que algum time da região esteja no campeonato. "Em Pernambuco, em especial, os clubes não têm condições técnicas nem financeiras para participar. Eles precisariam de recursos para contratar novos atletas, montar suas equipes e fazer todas as reformulações necessárias", lembrou.
Uma das esperanças do estado nesta nova liga seria o Sport, que ao longo dos anos sempre participou do brasileiro, com exceção de 2009, quando não entrou na competição. "Sempre temos interesse em participar. Porém, quem decide é a diretoria do Sport. Mas, posso dizer que até o momento não temos uma equipe feminina adulta no clube", afirmou o técnico rubro-negro de basquete feminino, Erivaldo Souza "Alemão".

Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 17 de maio de 2010

No Recife, Projeto Nosso Clube transforma basquete em cidadania

Priscila Muniz

recifenc O futebol pode até ser a paixão nacional, mas os sonhos das crianças e dos adolescentes que se reúnem todos os sábados no colégio Helena Lubienska, no bairro da Torre, Recife, estão voltados para outro esporte: o basquete.  Eles fazem parte do projeto social Nosso Clube, que tem como objetivo promover a cidadania através do esporte.
O Nosso Clube nasceu há um ano, a partir de um grupo de amigos apaixonados pelo basquete que formaram um time para praticar a modalidade. “A partir daí a gente achou que deveria agregar um valor para a nossa sociedade dentro daquilo que a gente gosta, que é o basquete”, afirma um dos diretores do projeto, Affini Júnior.
25 voluntários ensinam aos meninos e meninas as técnicas do basquete. Eles são membros do time adulto no Nosso Clube. A crianças são alunas de escolas públicas de comunidades próximas à escola Lubienska. As aulas acontecem todos os sábados, das 7h30 ao meio-dia, e são separadas por faixas etárias: dos 7 aos 8 anos, dos 8 aos 10, dos 10 aos 12, dos 12 aos 14 e dos 14 aos 16.

Para os alunos de idade entre 14 e 16 anos, além das aulas de basquete, são oferecidos cursos de inglês, de informática e oficina de jornalismo.  As aulas de informática acontecem às sextas-feiras, nas dependências da escola especializada Microcamp, que é parceira do projeto. As demais acontecem aos sábados, depois que os meninos terminam o treino.  No final da manhã,  é fornecido almoço para os atletas mirins.

O coelho é o mascote do time.  “Nós escolhemos o coelho porque ele é um animal multiplicador. E a nossa ideia é essa: a de multiplicar a prática do esporte e a cidadania”, ressalta Affini.  “O nosso objetivo não é só formar atletas. É formar cidadãos”, completa.
Entre a garotada, quase todos sonham em ser atletas profissionais.  Fernanda Michaela, de 12 anos, diz que está treinando duro para realizar o sonho. “Eu queria ser jogadora e viver viajando por aí”, conta. Já sua colega Rayane Cássia, 10 anos, tem outro bom motivo para praticar o esporte. “É antiestresse”, acredita.

As crianças gostam e os pais, também. Elizabete dos Santos é mãe de um dos pequenos atletas e diz que percebeu mudanças importantes no seu filho depois que ele começou a jogar basquete. “Ele melhorou bastante o comportamento depois do projeto. Para mim foi uma bênção de Deus”,  destaca.

Tudo no projeto é realizado através de doações e trabalho voluntário. Por isso, o Nosso Clube precisa, por exemplo, de alimentos e materiais esportivos. No site do projeto, é possível saber de que formas empresas e cidadãos podem ajudar o Nosso Clube. A página também traz várias informações sobre o trabalho.

 

Fonte: Jornal do Commercio

domingo, 7 de março de 2010

Treinador pernambucano tem muitas descobertas de atletas de basquete no currículo

O trabalho com ele é puxado, mas ninguém reclama.  "Ele sempre incentiva a gente e foi com ele que eu comecei a fazer o basquete e ele é muito bom", falou a pivô/ala Mariane Ramos. Ele é Erivaldo Souza, o Alemão. Já são 20 anos como treinador e muitas descobertas pro esporte.
“Do ano passado para cá, a nível de seleção, são três atletas que conseguimos manter e levar pra essa Seleção Brasileira. Isso é muito importante para o basquete feminino, nós estamos precisando de alguns destaques", disse o treinador.
A mais nove revelação de Alemão é Pamella, 14 anos, convocada para um período de testes na Seleção Brasileira sub-15, que tem no comando a ex-jogadora Janeth. "Eu estou muito feliz e estou muito confiante em relação à futura permanência na Seleção Brasileira oficialmente", contou a atleta.
Pamella começou a jogar cedo, aos oito anos, e sempre teve a família por perto. Especialmente a mãe, Lívia Melo, que acompanha a filha até nas viagens e, claro, está muito orgulhosa com a convocação. "É uma felicidade muito grande porque é o reconhecimento do esforço dela. Ela é muito dedicada nos treinos dela, nos estudos e é maravilhoso para qualquer pai, qualquer mãe”.
Hoje, aos 14 anos, ela sabe que esse é apenas o começo e que precisa de muito mais para se firmar na seleção. "O mais importante é o psicológico, principalmente, e também tem que dar tudo de si pra ficar na Seleção Brasileira".
"Eu fico bastante entusiasmado para revelar mais gente. Então a gente fica com aquela responsabilidade e tem que encarar com muita seriedade, muito trabalho e muita dedicação. A gente tem que passar horas e horas e, às vezes, deixa até o lazer para melhorar o nosso lado profissional", concluiu Alemão.

Vídeo: Alemão acumula duas décadas de serviços prestados ao basquete

Fonte: pe360graus.com

sábado, 23 de janeiro de 2010

Marcelinha na Estrela Solitária

Revelação do basquete pernambucano troca a Ilha do Retiro pela General Severiano, no Rio de Janeiro

marcelinha Desde que começou a ser convocada para disputar o Campeonato Sul-americano de basquete pelo Sport, em 2007, Marcelinha Rocha despertou o interesse do Botafogo-RJ. Passaram-se dois anos e o clube carioca ainda mantinha o desejo de tê-la em seu elenco. No fim do ano passado, veio a proposta oficial para a pernambucana que, com total apoio da família, aceitou o desafio de se transferir para o clube da Estrela Solitária, com apenas 16 anos.

A viagem acontece nesta terça-feira. Nos primeiros dias no Rio de Janeiro, a armadora terá a companhia da mãe, a autônoma Márcia Rocha. Depois de instalar a filha, Márcia retorna. Já Marcelinha assume a responsabilidade inerente aos atletas que optam em morar longe de casa. "Já sei que vou estudar no Colégio Santa Mônica. Como não acertei nada sobre a moradia minha mãe vai comigo. O contrato também vou assinar quando chegar lá. Sei que vou sentir muita falta do chamego da minha família. Tomara que eles possam me visitar sempre", declara a jogadora.

A mudança se deu, sobretudo, pela vontade que Marcela tem de um dia ser convocada para a Seleção Brasileira. Estando num grande centro da modalidade, ela acredita que o caminho se tornará mais fácil. "O basquete carioca tem outro nível técnico. É mais estruturado e também tem mais competições. Acho que vou estar mais perto de chegar a uma seleção", explica Marcelinha, que deu os primeiros passos no basquete graças a uma tia na quadra do Colégio Auxiliadora. Aos 11 anos, começou a defender as cores do Sport.

Seu rendimento nas categorias de bases de Leão logo chamaram a atenção do então treinador, na época, Roberto Dornelas. Em 2008, fez parte do grupo leonino que disputou o Campeonato Nacional adulto. No time do Botafogo, Marcelinha será dirigida por Orlando, mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

Fonte: Diário de Pernambuco

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ingrid Vasconcelos, de Pernambuco, será jogadora de Osasco

ingridmae Ceça Vasconcelos, hoje técnica de basquete do Náutico, vestiu a camisa da seleção brasileira pela primeira vez em 1976.  A filha, Ingrid, de 15 anos, segue o mesmo rumo: foi campeã sul-americana pela seleção brasileira de sub-15 no mês passado e foi eleita melhor atleta de Pernambuco no setor.

Além de mãe, Ceça é treinadora de Ingrid há 4 anos. A relação profissional, por enquanto, vai acabar. A adolescente vai viajar para São Paulo para defender o time do Osasco. A saudade vai ser grande, mas a proposta era irrecusável.

"Vou ter moradia, roupa de treino, tênis, colégio, livros, plano de saúde, odontológico, tudo pago pelo clube. E ainda vou receber salário”, comenta a jovem atleta.

A mãe comemora o sucesso da filha: “Foi um ano de glória pra ela. Igual a esse vai ser difícil”.

Confira a reportagem em vídeo: aqui!

Fonte: NE TV

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Brasileiro Sub-17 – Resultados do II Dia

Na abertura da segunda rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR), a seleção de Santa Catarina derrotou a do Mato Grosso por 63 a 30 (35 a 12 no primeiro tempo), com 21 pontos da cestinha Mayara Uller (foto). A principal pontuadora mato-grossense foi a armadora Paula Melchiors, com 14 pontos. Com esse resultado, Santa Catarina chega à segunda vitória no grupo “B” e soma quatro pontos, enquanto Mato Grosso sofre a segunda derrota (dois pontos). A rodada terá ainda nesta quinta-feira Espírito Santo x São Paulo (16h de Brasília), Pernambuco x Rio de Janeiro (18h) e Maranhão x Paraná (20h).
 
— Começamos a partida um pouco ansiosas, e isso dificultou o nosso ritmo no primeiro quarto. A partir do segundo período encaixamos melhor a forma de jogar e fomos abrindo uma boa vantagem. Amanhã (sexta) contra o Rio de Janeiro precisamos atuar concentradas e determinadas para conseguir mais uma vitória e garantir o primeiro lugar no grupo — comentou a catarinense Mayara Uller, que marcou 21 pontos, seis rebotes, três recuperações e uma assistência.
 
A seleção de São Paulo venceu a do Espírito Santo por 75 a 25 (32 a 12 no primeiro tempo) pela segunda rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). A cestinha do jogo foi a ala/armadora Tássia Carcavalli, com 12 pontos, enquanto a principal pontuadora capixaba foi a pivô Larissa Nascimento, com nove pontos. Na preliminar, Santa Catarina derrotou o Mato Grosso por 63 a 30 (35 a 12), com 21 pontos da cestinha Mayara Uller. Com esses resultados, São Paulo, no grupo “A”, e Santa Catarina, no “B”, lideram com quatro pontos (duas vitórias). A rodada terá ainda nesta quinta-feira Pernambuco x Rio de Janeiro (18h de Brasília) e Maranhão x Paraná (20h)
 
— Não começamos bem o jogo e o primeiro tempo terminou equilibrado (14 a 7). Do segundo quarto em diante imprimimos nosso ritmo e a diferença no placar foi aumentando. Apesar das duas vitórias, não considero nossa seleção favorita ao título. Na última rodada da primeira fase vamos enfrentar o Paraná e o entrosamento da equipe pode fazer a diferença — disse Tássia Carcavalli, de São Paulo.
 
Numa partida equilibrada e disputada até o último minuto, o Rio de Janeiro superou Pernambuco por 62 a 54 (28 a 19 no primeiro tempo), pela segunda rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). A cestinha e destaque do jogo foi a armadora carioca Fátima Oliveira com 23 pontos, dois rebotes, cinco recuperações e quatro assistências. Na equipe pernambucana, a principal pontuadora foi a armadora Marcella Rocha, com 18 pontos.
 
— Realmente foi um jogo muito duro e felizmente conseguimos a vitória. No primeiro período elas saíram na frente (11 a 8), mas viramos o primeiro tempo com uma vantagem de nove pontos (28 a 19). Na etapa final. elas se recuperaram e a partida seguiu igual. Vamos decidir o primeiro lugar da chave com Santa Catarina e precisamos manter a mesma disposição para ganhar e terminar na liderança — comentou Fátima Oliveira, do Rio de Janeiro.
 
No encerramento da segunda rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR), a seleção do Paraná ganhou do Maranhão por 85 a 43 (48 a 15 no primeiro tempo). As cestinhas do jogo foram as paranaenses Natália Saar e Aruzha Lima, com 22 e 20 pontos, respectivamente. A principal pontuadora maranhense foi a ala/pivô Maria Cláudia Teixeira, com 14 pontos.
 
— Desde o início imprimimos nosso ritmo e fomos construindo a vitória. Agora vamos decidir o primeiro lugar contra São Paulo. E para conseguir um novo resultado positivo precisamos atuar da mesma maneira: defesa forte, aproveitar o contra-ataque e tranqüilidade nas finalizações. Não podemos nos deixar intimidar pela força do adversário. Nós também temos uma boa equipe e em condições de jogar de igual para igual — afirmou a ala Natália Saar, do Paraná, que assinalou 22 pontos, quatro rebotes, quatro recuperações e quatro assistências.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Rio bate Mato Grosso na estreia do Brasileiro Sub-17

A seleção do Rio de Janeiro superou a do Mato Grosso por 46 a 43 (19 a 17 no primeiro tempo) na abertura do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). A cestinha da partida foi a mato-grossense Francielle Dourado, com 12 pontos, enquanto a principal pontuadora carioca foi Nathália Lobato, com 11 pontos. A primeira rodada terá ainda os seguintes confrontos nesta quarta-feira: Paraná x Espírito Santo (16h de Brasília), Santa Catarina x Pernambuco (18h) e São Paulo x Maranhão (20h).
 
— A partida foi bastante disputada desde o inicio, não esperávamos isso. Tivemos dificuldade durante todo o jogo, mas conseguimos a vitória. Precisamos melhorar nosso contra-ataque e apertar mais na defesa, se quisermos a vaga na semifinal. Acredito que esse resultado foi causado pelo nervosismo da estreia e que nas próximas disputas estaremos mais confiantes no nosso jogo — disse a ala Nathália Lobato, do Rio de Janeiro.
 

Paraná 69 x 41 Espírito do Santo

Com 18 pontos da cestinha Kelly Piccinin, o Paraná ganhou do Espírito Santo por 69 a 41 (39 a 16 no primeiro tempo) na abertura do grupo “B” do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, que está sendo disputado no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). A principal pontuadora capixaba foi a pivô Larissa Nascimento, com oito pontos. Na preliminar, pelo grupo “A”, o Rio de Janeiro superou o Mato Grosso por 46 a 43 (19 a 17). As cestinhas foram Francielle Dourado (MT) e Nathália Lobato (RJ), com 12 e 11 pontos, respectivamente. A primeira rodada terá ainda os seguintes confrontos nesta quarta-feira: Santa Catarina x Pernambuco (18h) e São Paulo x Maranhão (20h).

 
— Fizemos uma boa preparação para o Campeonato e entramos confiantes na vitória. Conseguimos colocar em pratica o que treinamos e a nossa defesa acabou sendo o ponto mais positivo. Ainda temos alguns detalhes para melhorar, mas estrear com vitória aumenta o moral do grupo em busca de uma vaga na semifinal — disse a pivô Kelly Piccinin, do Paraná.

 

Santa Catarina 80 x 30 Pernambuco

A seleção de Santa Catarina contou com 14 pontos, três rebotes, quatro assistências e duas recuperações da cestinha Thuanny Luizi para ganhar de Pernambuco por 80 a 30 (37 a 16 no primeiro tempo) pela primeira rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial. A principal pontuadora pernambucana foi Carolina Tenório com nove pontos. A competição está sendo disputada até domingo no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). Na preliminar, o Rio de Janeiro superou o Mato Grosso por 46 a 43 (19 a 17) e o Paraná derrotou o Espírito Santo por 69 a 41 (39 a 16). A rodada termina com São Paulo x Maranhão (20h de Brasília).
— Imprimimos nosso ritmo desde o início, fazendo uma defesa forte e aproveitando bem o contra-ataque. Com isso fomos abrindo uma boa vantagem desde o primeiro período e o técnico pode utilizar as 12 jogadoras. Estamos confiantes de que vamos conseguir uma boa campanha no Brasileiro — explicou a ala/armadora Thuanny Luizi, de Santa Catarina, que destacou ainda o excelente trabalho do técnico Júlio Cesar Patrício.

São Paulo 92 x 36 Maranhão

No encerramento da primeira rodada do 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – Divisão Especial, a seleção de São Paulo venceu a do Maranhão por 92 a 36 (45 a 15 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram Renata Lima (MA) e Damiris do Amaral (SP), com 23 e 18 pontos, respectivamente. Na preliminar, o Rio de Janeiro superou o Mato Grosso por 46 a 43 (19 a 17), o Paraná derrotou o Espírito Santo por 69 a 41 (39 a 16) e Santa Catarina ganhou de Pernambuco por 80 a 30 (37 a 16). A competição está sendo disputada até domingo no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR) e os quatro primeiros colocados garantem a vaga no grupo de elite em 2010.
 
— Começamos muito bem a competição. Além da vitória a seleção mostrou um excelente ritmo de jogo e vamos brigar para manter a hegemonia da competição. É claro que temos outras equipes em condições de disputar o título, mas o grupo está preparado para superar os adversários — explicou a pivô Damiris do Amaral, de São Paulo, que foi campeã sul-americana com a seleção brasileira sub-17.
 
— O nosso grupo é novo, sentiu um pouco a diferença técnica e enfrentamos uma das favoritas ao título. Mas não tem nada perdido. Ainda temos duas partidas pela frente (Paraná e Espírito Santo) e temos condições de vencer e garantir uma vaga na semifinal — disse a ala/armadora Renata Lima, do Maranhão.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Pernambuco e Santa Catarina preparados para o Brasileiro Sub-17

As seleções de Santa Catarina e Pernambuco estão em ritmo intenso para o 33º Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino de Seleções – Divisão Especial, que começa na quarta-feira (dia 9) no ginásio do SESC de Caiobá, em Matinhos (PR). As duas equipes se enfrentam na primeira rodada pelo grupo “B”, às 18h de Brasília. O time catarinense garantiu a vaga na Divisão Especial deste ano ao ficar em primeiro lugar, junto com São Paulo, no Brasileiro de 2008. Já Pernambuco garantiu sua participação no grupo de elite com o título do Brasileiro do Grupo 2 (Nordeste).
 
A seleção de Santa Catarina quer se manter entre os quatro primeiros da competição. O grupo teve pouco tempo de treino, apenas 10 dias diários e em dois períodos. Segundo o técnico, Julio Patrício a equipe se destaca pela qualidade técnica e tática.
 
— Não tivemos muito tempo para os treinamentos, mas estou muito contente com o resultado. A nossa seleção é bem jovem, vem renovada e cheia de garra e vontade de vencer. Além disso, é um grupo que amadureceu muito tecnicamente e taticamente, dentro do esperado. Estamos com uma preparação muito boa e acredito que faremos grandes partidas e que nos manteremos no topo — disse Julio Patrício, que foi técnico convidado para acompanhar os treinamentos da seleção brasileira Sub-19 para o Campeonato Mundial na Tailândia.
 
Pernambuco também quer se manter entre as melhores seleções do país. Para isso, treina desde outubro para acertar o time e assegurar uma vaga entre os quatro primeiros colocados. A técnica Fátima Viana afirma que o grupo está motivado e determinado para alcançar os objetivos propostos.
 
— A meta é garantir a presença na Divisão Especial do ano que vem. É difícil, mas todas estão muito empenhadas em jogar o melhor possível para classificar Pernambuco para as semifinais. Vamos para o Paraná com o mesmo grupo campeão da Região Nordeste. É um time jovem, mas muito valente.
 
Para a estréia no Brasileiro contra a equipe de Pernambuco, o técnico Júlio Patrício contará com a ajuda de três atletas que já fizeram parte da seleção brasileira. A armadora Thuanny Pinto, vice-campeã no Sul-Americano Sub-15, em 2008; a armadora, Mayara Uller, que treinou com a seleção sub-17 em julho deste ano; e a pivô Bruna Schneider, campeã invicta no Sul-Americano Sub-15, em novembro.
 
— Toda estreia causa nervosismo. Normalmente as equipes do nordeste são guerreiras e acredito que Pernambuco não fuja a regra. Vamos precisar de muita motivação até entrar no mesmo pique delas, mas imagino que não teremos muitas dificuldades. Está sendo muito proveitoso para o elenco a experiência do trio Thuanny, Mayara e Bruna. As três ajudam as demais atletas e passam a segurança de jogo. Elas tem qualidades técnicas e não possuem mais receio de jogar contra equipes fortes. Todas as jogadoras estão motivadas. Além disso, a maioria das meninas se conhece e sabe da capacidade do grupo, que unido vai lutar para se manter no pódio.
 
Quanto à estreia, a expectativa de Fátima é fazer um bom jogo. Para isso conta com a velocidade para assegurar a primeira vitória na competição.
 
— As nossas atletas não são altas e treinamos para compensar a baixa estatura com muita velocidade. Estreia é sempre tensa, mas espero que a rapidez e a explosão do time surpreendam Santa Catarina. Temos que impor o nosso ritmo na partida para termos chances de vitória.
 
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as oito equipes serão divididas em dois grupos, que jogam entre si. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º A x 2º B e 1º B x 2º A. Os ganhadores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Pernambuco fica com o título do Sub-17 Grupo 2

20090622_43389_PE_Genival_Vieira_Gde Pernambuco está de volta à elite do basquete de base do Brasil. Com a vitória sobre a Paraíba por 51 a 37, a seleção feminina pernambucana foi a campeã do 33º Brasileiro Sub-17 Feminino / Grupo 2 – Região Nordeste, disputado no ginásio do Sport Recife, na capital do Estado. Com o título, a equipe garantiu vaga na Divisão Especial da categoria, no mês de outubro. Para o técnico Erivaldo de Souza “Alemão”, o time soube tirar vantagem de jogar em casa e apresentou grande qualidade técnica, sobretudo na defesa.
 
— A torcida foi um dos fatores que mais ajudaram a nossa equipe a conquistar o título e voltar à disputar a Divisão Especial. As meninas se sentiram muito prestigiadas e motivadas para dar o melhor pela seleção. Tecnicamente, o que fez a diferença foi a marcação. Conseguimos impor muitas variações defensivas, o que fragilizou um pouco os ataques adversários — analisou Erivaldo, que voltou a dirigir a seleção estadual depois de cinco anos de ausência.
 
Apesar de apontar alguns destaques individuais, o técnico pernambucano enfatiza a união do grupo e a homogeneidade da equipe.
 
— Com atletas de ótimo nível técnico, pude fazer um bom revezamento sem que caísse o ritmo nas partidas. Isso foi fundamental no último jogo, contra a Paraíba. Com um rodízio mais eficiente, surpreendemos no terceiro quarto com muito fôlego, enquanto as paraibanas cansaram. Todas assimilaram bem a filosofia de jogo e algumas ainda conseguiram se destacar, como a pivô Ingrid Vasconcelos e a armadora Juliana de Paula — concluiu o técnico.
 
Para o presidente da Federação Pernambucana de Basketball, Luiz Augusto Morais, o brasileiro em Recife foi um sucesso.
 
— O Campeonato não foi perfeito, mas excelente. Embora ainda tenhamos o que melhorar, acredito que o padrão de qualidade na estrutura da competição foi alto. A Clínica Técnica e de Preparação Física, o Acampamento de Arbitragem e o Festival Basquete do Futuro Eletrobrás abrilhantaram ainda mais a competição — disse Morais.
 
Ao lado de Pernambuco, no Brasileiro da Divisão Especial 2009, estarão os campeões das regiões Norte (Grupo 1), Centro-Oeste (Grupo 3) e Sul (Grupo 4), além dos quatro primeiros colocados do grupo da Especial de 2008 (Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro)..
 
CAMPANHA DE PERNAMBUCO
 
5 jogos – 4 vitórias e uma derrota
 
— 1ª Rodada – Terça-feira (16 de junho)
Pernambuco 113 x 21 Bahia (1º tempo: 65 x 8)
 
— 2ª Rodada – Quarta-feira (17 de junho)
Sergipe 24 x 92 Pernambuco (1º tempo: 13 x 44)
 
— 3º Rodada – Quinta-feira (18 de junho)
Ceará 48 x 43 Pernambuco (1º tempo: 21 x 22)
 
— Sexta-feira (19 de junho) – Semifinal
Rio Grande do Norte 43 x 57 Pernambuco (1º tempo: 8 x 32)
 
— Sábado (20 de junho) – Final
Pernambuco 51 x 37 Paraíba (1º tempo: 22 x 11)