quarta-feira, 23 de abril de 2014

Bicampeã da LBF, Americana é destaque em canais de tv e sites

Americana – A coletiva de imprensa das jogadoras e comissão técnica da Unimed Americana, bicampeãs da Liga de Basquete Feminino (LBF), na manhã de ontem (22), no ginásio do Centro Cívico, ganhou destaque em importantes canais de televisão e sites. “A imprensa, de modo geral, sempre deu atenção especial à nossa equipe e agora, com a conquista de mais um título, a cobertura e repercussão foram ainda maiores”, disse o presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina Dias. “Esse importante espaço dedicado ao basquete feminino ainda nos faz acreditar que a modalidade pode crescer e muito no Brasil”, acrescentou o dirigente.

A matéria com jogadoras, comissão técnica e dirigentes da Unimed Americana foi exibida na EPTV Campinas (afiliada da Rede Globo), Band Campinas, Bandsports e Sportv. Sites importantes, como Terra e Gazeta Esportiva, entre outros, também divulgaram a coletiva de imprensa. O oficial da LBF abriu espaço interessante à equipe que chegou a 22 finais de campeonatos e conquistou 18 títulos de 2007 para cá.

A imprensa de Americana também dedicou espaços importantes para divulgação do evento. A coletiva foi noticiada nos principais jornais, sites e emissoras de televisão da cidade.

A EPTV Campinas já disponibilizou em seu site o vídeo da matéria. Clique aqui e assista.

O Sportv também já disponibilizou o vídeo. Clique aqui e assista.

SUL-AMERICANO

O presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina Dias, continua aguardando posicionamento oficial da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e Abasu (Confederação Sul-Americana de Basquete) sobre a inclusão de Americana no Campeonato Sul-Americano de 2014, que acontece no final de maio, no Equador.

Atual campeã sul-americana e brasileira, Americana, por direito adquirido, deveria participar do Sul-Americano, porém, a CBB, ainda por critérios ignorados, fez a indicação do Sport Recife. “Não temos absolutamente nada contra o Sport, apenas estamos lutando pelo direito de quem está sendo prejudicado, que é Americana. Continuo aguardando que os presidente da CBB e da Abasu se pronunciem para explicar essa situação que é considerada vexatória por todos aqueles que estão envolvidos com o basquete”, afirmou Molina.

Sport Recife confirma contratação da revelação da LBF e renova com a experiente Adrianinha

O departamento de basquete feminino do Sport Recife confirmou a contratação da armadora Tainá Paixão (na foto, com a bola), de 22 anos, para a próxima temporada. A jogadora, que conquistou o prêmio de revelação da última edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, deve ser apresentar na próxima semana, na Ilha do Retiro. A intenção do técnico Roberto Dornelas é utilizar o reforço no Sul-americano de Clubes, que será jogado no Equador.

Tainá, que defendeu o Ourinhos Basquete na última temporada, chega para ocupar a vaga da armadora norte-americana Alex, que não renovou contrato com o Leão para a próxima edição da LBF. Com isso, o Sport possui três grandes armadoras para a posição, sendo elas Adrianinha Moisés, Vanessa Gattei e Tainá Paixão. Adrianinha, que por sua vez, voltou a receber uma série de propostas de adversários diretos do time pernambucano e decidiu permanecer na Ilha.

“Aqui temos uma superestrutura, uma comissão técnica eficiente e que sabe trabalhar em grupo. Além disso, vou poder desenvolver meus projetos pessoais em paralelo com os treinos e jogos”, declarou a capitã do time.

Com a assinatura de Adrianinha, o Sport praticamente mantém o mesmo elenco deste ano para a próxima edição da LBF. As únicas atletas que saíram do clube foram Alex e Palmira Marçal, que tinha proposta do Sport, mas decidiu deixar a Ilha do Retiro.

“Vamos atrás de uma substituta para Palmira. Queremos uma jogadora excelente, que chegue para nos ajudar muito em quadra. Por isso estamos trabalhando com cautela e estudando muito todas as possibilidades”, afirmou o técnico Roberto Dornelas.

Fonte: LBF

À espera do Mundial, Clarissa controla dieta e preparação física


Clarissa dos Santos vai ao Maria Lenk (Foto: Marcos Guerra)

Clarissa dos Santos fica bem perto da piscina no Troféu Maria Lenk, mas ela não precisa entrar na água para buscar o título de campeã brasileira. Depois de conquistar a taça da Liga de Basquete Feminino à frente do Americana, a pivô de 1,87m aproveitou os dias de folga para prestigiar a competição de natação em São Paulo. O descanso longo é merecido, mas a jogadora se mantém alerta. Já de olho no Mundial da Turquia, em setembro, ela não sai da linha na dieta, nem no preparo físico.

- Temos agora um tempo livre, esperando a convocação da seleção. Agora é só “descansar”, porque também tem de estar bem preparada para poder ajudar a equipe quando chegar a hora de se juntar à seleção. Eu vou à academia, corro. Eu fico em contato com o preparador físico de americana e com o da seleção. Eles vão nos falando o que é importante fazer. Tem de comer bem. Não pode deixar para comer tudo agora, porque depois o corpo está uma bolinha não dá nem para correr, vou rolar - brincou Clarissa.

A pivô diz que come de tudo, mas mantém um equilíbrio. Às vezes satisfaz uma vontade, às vezes coloca a dieta no eixo. Os cuidados com o corpo são fundamentais, já que Clarissa vai passar meses sem disputar uma partida no intervalo entre a LBF e o Mundial. Por ora, a ansiedade está controlada.

- É uma fase de cada vez. Quando chegar mais próximo, vou ficar mais ansiosa. Por enquanto é só pensar em se preparar para apresentar uma coisa boa.

Clarissa dos Santos encontra Thiago Pereira no Maria Lenk (Foto: Divulgação/CBDA)
Clarissa e o nadador Thiago Pereira


Menos de uma semana depois da conquista nacional, Clarissa desvia o foco dos adversários no Mundial - o Brasil está no Grupo A, junto com Espanha, Japão e República Tcheca - para a natação. 

Ela não acompanha a modalidade sempre, mas tem amigos que trabalham na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e aproveitou para reencontrá-los, mesmo sem intimidade com as piscinas

- Eu me afogo até em piscina rasa (risos). Nem boiar eu sei. Pego um macarrão ou seguro na borda. Foi uma oportunidade boa de estar tão perto da natação. 

Nunca tinha visto uma competição tão de perto. É importante apoiar as outras modalidades. O Brasil vai ser sede das Olimpíadas e todo mundo precisa crescer junto para fazermos bonito. 

Eu via o Thiago Pereira quando ele começou a se destacar, e mãe dele gritava e apoiava muito, agora o conheci. É bem legal isso.





Palmira estaria próxima de acertar com Americana




O jornal "O Liberal" apurou que  a ala paraguaia Paola Ferrari pode ser uma das primeiras a deixar a equipe de Americana, além da pivô Damiris Dantas, que vai atuar na WNBA, a liga profissional feminina dos Estados Unidos. 


Já a ala Palmira Marçal, que ontem confirmou sua saída do vice-campeão Sport Recife, estaria perto de confirmar sua vinda para a equipe americanense.

Sem Palmira, Sport ja pensa na temporada 2014 / 2015

Mesmo tendo perdido o título da Liga de Basquete Feminino para o Americana-SP no último sábado, o clima nos bastidores do Sport não é de tristeza. A comissão técnica já está pensando o grupo para disputar novas competições e, principalmente, a próxima temporada da Liga Nacional, que tem início no fim do ano.

A ideia do técnico Roberto Dornelas é manter a base do time rubro-negro. Muitas jogadoras do atual grupo já renovaram contrato, como Érika e a americana Tiffany Hayes. A maioria das atletas já confirmou a permanência no clube, mas, algumas não farão mais parte do projeto. “Alex Bentley não rendeu o esperado e por esse motivo, foi dispensada. A Palmira saiu por escolha dela, nós gostaríamos muito de poder contar com ela para essa temporada, mas entendemos sua decisão. Desse grupo, uma jogadora ainda será liberada”, explica Dornelas.

Duas atletas ainda chegarão para reforçar a equipe. A primeira contratação é a revelação da LBF deste ano, a armadora Tainá Paixão, ex-Ourinhos, que já está com contrato assinado. O outro reforço só deve integrar o elenco em junho, quando a comissão viajará para os Estados Unidos e contratará uma ala estrangeira para se juntar ao grupo.

O horário de treinos também será mudado. As atletas passarão a realizar treinos físicos pela manhã e exercícios técnicos/táticos no período da tarde, para garantir o melhor rendimento em quadra. Diminuir os gastos com o time também é meta. “Queremos reconquistar o Campeonato Nacional e para isso, faremos o possível. Vamos reduzir os custos, mas manter a qualidade que temos. Precisamos que o torcedor confie no nosso trabalho e nos apoie”, diz Roberto.

Até a tarde desta quarta, a comissão técnica deve se reunir com o presidente João Humberto Martorelli para definir como será o apoio do clube à equipe feminina. O treinador leonino espera que departamento de basquete tenha maior autonomia. “Eu não estou pedindo muito, só quero que tenhamos direito ao que for arrecado nos jogos e apoio do departamento de marketing do Sport, para que possamos conseguir patrocinadores interessados em abraçar nosso projeto”, explicou. 

Fonte: Jornal do Commercio

terça-feira, 22 de abril de 2014

Excluída, Americana luta para ir ao Sul-americano de Clubes


Atual campeã do Campeonato Sul-americano de Clubes (título conquistado em 2012) e da Liga de Basquete Feminino (título conquistado sábado passado, dia 19), a Unimed Americana não foi convidada para a edição deste ano do torneio internacional, que será realizado no Equador, no final de maio. Indignado com a exclusão, o presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina Dias, garantiu que vai lutar até as últimas consequências para que a equipe esteja na competição sul-americana.

"Temos direito mais do que adquirido, afinal, vencemos a última edição do Sul-americano e acabamos de conquistar o título da Liga. Já falei na CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e eles ficaram de me dar um  retorno, o que não ocorreu até agora. Estou tentando falar na Abasul (Confederação Sul-americana de Basquete), mas ninguém atende. Vou notificar as duas entidades sobre esse absurdo que é deixar Americana fora do Sul-americano", afirmou Molina, que está enviando ofício aos presidentes Carlos Nunes (CBB) e Gerasime Bozikis (Abasul) informando sobre a posição do clube de Americana.

De 2007 para cá, na gestão de Ricardo Molina, a Unimed Americana chegou a 22 finais de campeonatos e conquistou 18 títulos.

RECEPÇÃO

As jogadoras e a comissão técnica da Unimed Americana, bicampeãs da Liga de Basquete Feminino (LBF), foram recepcionadas pelo prefeito de Americana, Diego De Nadai, na manhã desta terça-feira (22), no ginásio do Centro Cívico. De Nadai recebeu o troféu e uma medalha das mãos do presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina Dias.

"Vocês (jogadoras e comissão técnica) foram guerreiras e honraram o nome de Americana. Estou orgulhoso do espírito de luta que vocês demonstraram ao longo do campeonato, em especial na decisão do título", disse Diego De Nadai, que foi ao ginásio acompanhado do vice-prefeito Same Calil.

"Agradeço ao empenho de todo time. É emocionante compartilhar esse momento importante com essas meninas de muita qualidade técnica e de muito caráter", salientou o secretário de Esportes de Americana, Mario Antonucci.

"Parabenizo a toda equipe pela brilhante conquista e agradeço aos parceiros e patrocinadores, em especial à Prefeitura, pelo apoio e incentivo ao basquete feminino", falou o Dr.Guilherme Henrique de Souza Ferreira, diretor técnico de Suprimentos da Unimed Santa Bárbara d´Oeste e Americana.

Ricardo Molina pediu um minuto de silêncio em respeito ao ciclista Willian Solera, da equipe de Americana, que morreu ontem (21), depois de passar 10 dias na UTI de hospital em Americana - ele foi vítima de acidente de trânsito no dia 11. "Com certeza, esse título é para o Solera, que sempre honrou e dignificou o esporte de Americana", disse Molina, emocionando a todos os presentes.

O presidente do clube gestor do basquete feminino de Americana acrescentou que "a partir deste momento já estamos iniciando a preparação e o planejamento para irmos em busca do tricampeonato."
O basquete feminino da Unimed Americana tem apoio da Prefeitura de Americana, VivoSabor Alimentação, IOB Folhamatic EBS > Sage, Unicred Bandeirante e Unimed Santa Bárbara d´Oeste e Americana.

Campeã, Americana domina ranking das melhores da LBF

Campeã da temporada 2013/2014 da LBF (Liga de Basquete Feminino) no último sábado, a Unimed/Americana também confirmou ser o melhor time brasileiro da modalidade nas estatísticas. Logo após a vitória sobre o Sport Recife por 66 a 62, na capital pernambucana, a organização do torneio elegeu as jogadoras que mais se destacaram em nove categorias e, em todas, ao menos alguma atleta americanense figurou entre as três melhores.
Basquete_Portal liberal.com.br
Nas conclusões de dois pontos, a ala paraguaia Paola Ferrari teve a melhor porcentagem
Como já tem se tornado comum nas últimas competições disputadas por Americana, a pivô Clarissa dos Santos abocanhou o maior número de premiações. Ela foi líder nos rankings de eficiência (média de 20.7) e bolas recuperadas (2.6 por jogo), além de ter sido a terceira na lista das principais cestinhas, com média de 15.2 pontos por partida, ficando atrás de Jaqueline Silvestre, do Santo André (15.8) e Iziane Castro, do Maranhão (15.4). Clarissa também apareceu no Top 3 nas categorias rebotes (média de 8.8 por jogo) e bloqueios (média de 0.7 tocos). 


Outras duas atletas de Americana também foram as melhores nas estatísticas referentes a aproveitamento nos arremessos. Nas conclusões de dois pontos, a ala paraguaia Paola Ferrari teve a melhor porcentagem entre todas as atletas da competição, com 69,9% de acerto. A também americanense Êga ficou em terceiro neste quesito, com 65,4%. Nos chutes atrás da linha de três pontos, Êga teve o melhor aproveitamento, com acerto de 55,5% dos arremessos. 


Nas assistências, a armadora de Americana Babi Honório foi a segunda melhor, com média de 3.3, atrás da norte-americana Briann January, do Maranhão. Nos lances livres, a ala Karla Costa acertou 86,3% dos arremessos e só foi superada por Patrícia Chuca, de Ourinhos, que teve aproveitamento médio de 90,2%. 


Hoje a festa do título nacional vai tomar as ruas de Americana. A comissão técnica e as jogadoras campeãs vão desfilar em carreata a partir do meio dia do Centro Cívico, passando depois pelas avenidas Paulista, Nossa Senhora de Fátima, Saudade, Antônio Lobo, Cillos e Brasil. Depois, uma entrevista coletiva será concedida pelo grupo, que posará para fotos com a taça da LBF. 


CONFIRA A ESTATÍSTICA DA LBF:

CESTINHAS (por média)
1º) Jaqueline Silvestre (AD Santo André) - 15.8 pontos
2º) Iziane Castro (Maranhão Basquete) - 15.4 pontos
3º) Clarissa dos Santos (Americana) - 15.2 pontos

REBOTES (por média)
1º) Kelly Santos (Maranhão Basquete) - 8.9
2º) Clarissa dos Santos (Americana) - 8.8
3º) Nádia Colhado (Sport Recife) - 8.7

ASSISTÊNCIAS (por média)
1º) Briann January (Maranhão Basquete) - 4.3
2º) Babi Honório (Americana) - 3.3
3º) Joice Rodrigues (Americana) - 3.3

BOLAS RECUPERADAS (por média)
1º) Clarissa dos Santos (Americana) - 2.6
2º) Karla Costa (Americana) - 2.1
3º) Thaíssa Frediani (Rio Claro Basquete) - 2.1

BLOQUEIOS/TOCOS (por média)
1º) Érika de Souza (Sport Recife) - 1.1
2º) Nádia Colhado (Sport Recife) - 0.9
3º) Clarissa dos Santos (Americana) - 0.7

APROVEITAMENTO NOS ARREMESSOS DE DOIS PONTOS
1º) Paola Ferrari (Americana) - 69.9%
2º) Plutin Tizon (São José/Colinas Shopping) - 65,7%
3º) Êga Garvão (Americana) - 65.4%

APROVEITAMENTO NOS ARREMESSOS DE TRÊS PONTOS
1º) Êga Garvão (Americana) - 55.5%
2º) Sílvia Gustavo (Maranhão Basquete) - 48.2%
3º) Joice Coelho (Ourinhos Basquete) - 45,4%

APROVEITAMENTO NOS LANCES LIVRES
1º) Patrícia Chuca (Ourinhos Basquete) - 90,2%
2º) Karla Costa (Americana) - 86.3%
3º) Roneeka Hodges (Maranhão Basquete) - 83.3%

EFICIÊNCIA (por média)
1º) Clarissa dos Santos (Americana) - 20.7
2º) Damiris do Amaral (Americana) - 15.3
3º) Plutin Tizon (São José/Colinas Shopping) - 14.7

Fonte: O Liberal

Basquete de Americana comemora sucesso na LBF



As meninas do time de basquete feminino de Americana estão em festa. Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira, com clima de agradecimento, as jogadoras eram apenas sorrisos. 

O prefeito de Americana, Diego de Nadai (PSDB), elogiou e agradeceu o time e se mostrou orgulhoso, falando da garra e da vontade de ganhar da equipe. 

Com a vitória contra o Sport Recife no último sábado, o time de basquete feminino de Americana é bi-campeão brasileiro.

O presidente do clube, Ricardo Molina, também foi só agradecimentos. Molina afirmou que a cada competição o time fica mais forte e mais competitivo e é por isso que se tornou referência nacional. Molina ainda brincou e disse que o prefeito Diego é pé quente. "18 dos nossos 21 títulos foram na gestão do Diego, o prefeito é pé quente".

Antes de iniciar sua fala, Molina dedicou 1 minuto de silêncio ao ciclista Will Solera, atropelado no último dia 11. Solera morreu nesta segunda feira.

SUL-AMERICANO: 

Ricardo Molina revelou que apesar de Campeão Brasileiro, o time de basquete de Americana não foi convocado para o Campeonato Sul-Americano, que acontece em maio, no Equador.

O presidente do clube afirmou que vai contestar a informação e não medirá esforços para que o time americanense dispute. O time do Sport Recife foi convocado.

Fonte: Novo Momento

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Babi e sua irmã Loredana começaram carreira no Americana

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Além de serem irmãs, a armadora  Babi de 29 anos e ala/armadora Loredana de 32 anos, têm em comum o fato de terem sido reveladas e jogado pelo time de Americana desde a infância, passando por todas as equipes de base até o time adulto,  entre os anos de 1994 a 2004.

Pertencentes a uma família de esportistas, a mãe jogou basquete na escola, e o pai foi jogador de futebol e teve a carreira abreviada por uma lesão no joelho, Loredana começou a jogar aos 10 anos e Babi aos 8 anos e cresceram juntas dentro do basquete, chegando a ser campeãs brasileiras jogando pela equipe adulta do Americana em 2003.

Após muitos anos dentro da mesma equipe, embora em categorias diferentes, as irmãs se separaram em 2004 quando Loredana foi para o São Caetano, e viveu uma situação inusitada, jogando contra sua irmã Babi, onde permaneceu até 2006, quando decidiu tomar outro rumo em sua vida e decidiu parar de jogar basquete profissionalmente, se casou e teve três filhos. Apesar disso, continuou a participar de jogos regionais e abertos do Interior pela cidade de Guarulhos.

Em relação ao fato de ter tido oportunidade de jogar ao lado de sua irmã Babi, Loredana fala com muita alegria e saudade. " Foi uma época muito boa, porque embora fossemos de categorias diferentes, quando ela chegou no juvenil, já compunha o time adulto ao meu lado e nosso jogo se completava, já que a Babi é uma armadora inteligentíssima, até hoje não vejo uma armadora com estas características, sua inteligência e visão de jogo excepcional, por isso era muito fácil jogar a seu lado, já que ela coloca o time para jogar de forma organizada no momento certo da partida. Foi muito bom jogar com ela  e quem sabe, um dia ainda realizamos o sonho de jogar juntas novamente", revela. 

Retomada da carreira

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No ano passado Loredana participou dos jogos Abertos do Interior por São Bernardo e decidiu voltar a jogar basquete e desde o início deste ano está atuando pela equipe do Ladies Basquete, comandada pelo técnico Karioca. Apesar de ter tido proposta para retornar ao São Bernardo e de jogar em  um time do Peru, a ala/armadora preferiu seguir no Ladies Basquete (número 5 na fot0 da equipe), onde acredita muito no projeto implantado pelo técnico Karioca. " Acredito que o Ladies é um exemplo para o basquete feminino, é algo que deveria ser feito por outras equipes também, dando oportunidade para jovens talentos, além de outras atletas que tem muito potencial e teriam condições de estar em times de ponta do basquete nacional, se não fosse a política imediatista que muitas vezes não dá oportunidades a jogadoras mais jovens e aposta apenas nas experientes e mais consagradas. Acredito no Ladies por isso, o Karioca faz um trabalho muito bom com as meninas, acredita no potencial delas e é  muito dedicado no que faz. A única coisa que falta para o time se impulsionar de vez no cenário do basquete feminino é um patrocínio para que possa ter mais estrutura", afirma.

Para Loredana, o basquete feminino precisa de mais organização e ousadia para crescer novamente e se equiparar ao basquete masculino. " Acredito que na época em que comecei a jogar era bem diferentes, tinham equipes mais fortes. Hoje são poucas equipes e sempre as mesmas chegam as finais das competições, já no masculino, veja como o campeonato do NBB é organizado e com várias equipes fortes. Acredito que é preciso que haja mais ousadia por parte dos dirigentes e que deem oportunidade aos jovens talentos revelados na base, para que tenhamos uma nova geração de atletas, pois hoje a maioria que está jogando ainda, são aquelas com que joguei anos atrás. Considero que é preciso ter um trabalho de paciência das equipes não visando apenas os títulos imediatos, mas o trabalho a longo prazo, como o Brasília está fazendo. Só assim o basquete feminino poderá voltar a crescer ser forte como já foi", acredita.

A carreira de Babi   

Diferente de Loredana, Babi seguiu em frente em sua carreira e após breve passagem pelos times de Piracicaba em 2005 e Ponte de Campinas em 2006, retornou a equipe do Americana, onde conquistou diversos títulos dentre os quais: bicampeã paulista e bicampeã brasileira (2010 e 2011), tricampeã dos Jogos Abertos 2010 a 2012, campeã sul-americana de clubes em 2012, além da conquista do 5º lugar no campeonato mundial de clubes em 2004 na Rússia.

Após uma rápida saída para o time de São José, onde disputou o campeonato paulista em 2013, Babi retornou novamente à "sua casa" para disputar a LBF 2013/2014 e na semana passada, conquistou junto com o time de Americana, o bicampeonato da competição, após a equipe vencer a série dos playoffs por 2 a 0 contra o time do Sport Recife.

Em entrevista ao Central do Basquete Feminino, a armadora destacou a importância da conquista e o atual momento da equipe do Americana no basquete feminino nacional. "A conquista de mais este título é muito importante, é a sensação do dever cumprido, atingindo nosso objetivo maior que era o título. Esta conquista demonstra o bom trabalho que vem sendo feito pelo Americana, que considero a equipe mais bem estruturada no basquete feminino brasileiro atualmente", ressaltou.

Em relação a experiência que viveu de ter jogado boa parte de sua carreira ao lado de sua irmã Loredana, Babi destacou como algo muito importante em sua vida. "É uma experiência única, crescemos juntas jogando basquete que é o que mais amamos na vida, e com certeza é uma experiência que levarei para sempre em minha vida", destacou.

Fonte: Luís Galletta - Central do Basquete Feminino

Guilherme Vos comanda a seleção sub-18 na Copa América em agosto

A Seleção Brasileira Feminina dirigida pelo técnico Guilherme Vós estreia contra Porto Rico no dia 6 de agosto na Copa América – Pré-Mundial Sub-18, que será disputada em Colorado Springs, nos Estados Unidos. O Brasil está no grupo “B” e terá ainda como adversários na primeira fase as seleções da Argentina (7) e Chile (8). Na chave “A” estão Canadá, El Salvador, Estados Unidos e México. Os quatro primeiros colocados estão classificados para o Campeonato Mundial Sub-19 de 2015.
A arbitragem brasileira será representada na Copa América Sub-18 Feminina pelo árbitro internacional Vander Lobosco Júnior, do Rio de Janeiro. Já na Sub-18 Feminina, também em Colorado Springs, foi designado o árbitro internacional Diego Chiconato, do Paraná.


Forma de disputa
De acordo com o regulamento da Copa América, na primeira fase as equipes jogam entre si nos seus respectivos grupos. As duas primeiras colocadas de cada chave se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º A x 2º B e 1º B x 2º A. Os ganhadores decidem o título, enquanto os perdedores decidem o terceiro lugar.


Os grupos


“A”: Canadá, El Salvador, Estados Unidos e México
“B”: Argentina, Brasil, Chile e Porto Rico


Tabela da Copa América


1ª Rodada – Dia 6 de agosto
El Salvador x Canadá, México x Estados Unidos, Chile x Argentina e Brasil x Porto Rico
2ª Rodada – Dia 7 de agosto
México x Canadá, Estados Unidos x El Salvador, Porto Rico x Chile e Argentina x Brasil
3ª Rodada – Dia 8 de agosto
El Salvador x México, Canadá x Estados Unidos, Chile x Brasil e Porto Rico x Argentina

LBF divulga premiações individuais do Campeonato de 2013/14

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Ao final da segunda partida da série melhor-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, quando o Americana conquistou o seu segundo título da competição ao derrotar o Sport Recife, no lotado ginásio Marcelino Lopes (Ilha do Retiro), em Recife (PE), por 66 a 62, na tarde de sábado (19 de abril), foram divulgadas as premiações individuais:

Melhor jogadora: Ariadna Felipe  (Americana)
Melhor técnico: Roberto Dornelas (Sport Recife)
Cestinha: Jaqueline Silvestre (AD Santo André)
Rebotes: Kelly Santos (Maranhão Basquete)
Assistências: Briann January (Maranhão Basquete)
Atleta revelação: Tainá Paixão (Ourinhos Basquete)

Os votos foram dados pelos técnicos e pelas capitãs das equipes que disputaram esta edição da Liga de Basquete Feminino (LBF).

sábado, 19 de abril de 2014

À sua maneira, Americana reescreve história da LBF

Na temporada passada, o Sport bateu Americana por 2 a 0 na série final da LBF e ficou merecidamente com o título da competição.

Nesse ano, Americana reescreveu a história à sua maneira. Também por 2 a 0 liquidou o Sport e do alto do seu bicampeonato se colocou como o time de melhor retrospecto na curta história da competição.

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190 Urgente

Foi um episódio lamentável a ausência de policiamento em quadra, que acabou retardando o início da partida. Nada que preocupasse, segundo o repórter do SPORTV, já que “Roberto Dornelas já estava ligando para uns amigos policiais”… Que nível, hein?

SPORTV bicampeão

Por falar em SPORTV, assim como no ano passado, a cobertura da final deixou a desejar.Encerrado o jogo, rápidas entrevistas com Clarissa e Dornellas e CORTAAA!

Os méritos do vencedor

Americana teve um campeonato irregular, mas foi crescendo e alcançou seu auge nessas finais. Consciente e seguro, o time deixa bela impressão.

bigodeOs méritos dessa afirmação são certamente de Vendramini. O treinador teve um começo confuso no comando do time tentando se equilibrar com um elenco que não havia sido formado por ele. Nem pelo treinador anterior (Zanon), diga-se de passagem. Com três alas com fome de bola (Paola, Ariadna e Karla), duas armadoras irregulares (Joice & Babi) e três pivôs baixas (Êga, Gil e Clarissa), o caldo ameaçava entornar. Os bastidores dessas transformações foram tensos, mas Vendra conseguiu por a casa em ordem e formar um grupo que ganhou a sua cara. E até lhe tirou o bigode.

O dia de Vendramini

Se a conquista do Paulista havia tido pouco brilho, a de hoje é um belo acréscimo no currículo de Vendramini. Treinador vencedor, ele não raramente é menosprezado por ter comandado equipes de estrelas. “Com a Hortência, até eu…” falam pelas suas costas.

Se suas jornadas no Fluminense, no Paraná e em Ourinhos ainda não foram suficientes para definir seu status, a vitória de hoje reforça a sua capacidade.

Mais uma da Pérola Negrabas_Erika_Sport_e_Clarissa_Americana_LBF_div_625

Dentro de quadra, mais uma vez Clarissa foi o maior destaque. Há alguns anos a pivô de Americana é a atleta mais interessante de se acompanhar por aqui e a mais decisiva. Essa segurança tem permitido a atleta atitudes cada vez mais ousadas, com mobilidade crescente e até (!) arremessos de três pontos. Não se sabe ainda o real impacto de Clarissa em nível internacional, mas por aqui ela segue sobrando.

Recontagem de votos

A eleição de Ariadna como MVP? Ah, pula esse assunto!

O futuro do banco do campeão

É dia de festa, mas espero que para a próxima temporada o técnico Vendramini defina junto à direção da equipe o espaço que algumas jogadoras talentosas podem ter no time. Acho que tanto as jovens Tássia e Débora, como a veterana Gil merecem mais do que tiveram nessa LBF. Ou talvez possam brilhar em outras equipes…

Ao perdedor, as batatas

No Sport, a causa principal da derrota é o processo exatamente inverso do que aconteceu em Americana. O time em sua segunda temporada ainda não tem uma cara. O que na temporada passada era perdoável, nessa é realmente incômodo. Descontados os problemas físicos de Adrianinha e Tiffany, o eclipse de Nádia e uma dupla de americanas que não apresenta nada a mais que a grife WNBA (Alex e Sandora), o time tem problemas. Talvez o maior (e mais simbólico deles) seja não conseguir fazer sua maior estrela (Érika) jogar.

Próximo tópico, por favor!

lbf03siteSandálias da Humildade

Tenho grande respeito pelo técnico Roberto Dornelas, um militante do basquete feminino no Nordeste. É elogiável sua gestão do projeto do basquete feminino do Sport. Do ponto de vista técnico, no entanto, seu trabalho carece de consistência. No ano passado, o treinador ficou melindrado ao ter sua capacidade questionada nas finais. Com título invicto então? Como ousam? A derrota de hoje talvez possibilite a Dornelas examinar a situação com mais humildade e perceber suas falhas e limitações. Seu comando nos minutos finais do jogo de hoje foi desastroso.

 

Um Dia Triste

No final da temporada da LBF, uma nota muito triste: o falecimento do narrador Luciano do Valle. Luciano tem uma parcela considerável de responsabilidade na afirmação do basquete feminino no Brasil. Luciano se apaixonou por Paula, Hortência & Cia e queria que outros também vissem aquele espetáculo. Tanto insistiu que conseguiu…paulavalle

Luciano narrava com paixão o basquete e com enorme carinho pelas “meninas”. Foi a voz oficial da conquista do título mundial de 1994.

Nunca vou me esquecer que pouco tempo depois  lá estava ele cobrindo o Mundial Interclubes em Guarulhos, quando a Ponte Preta, de Hortência, bateu a Unimep, de Paula. Luciano mais uma vez narrava com paixão. Enquanto isso, recebia correspondências furiosas de Campinas e Piracicaba. Os campineiros o acusavam de torcer pra Paula e os piracicabanos pediam para que ele disfarçasse a predileção por Hortência.

Me lembro ainda de vê-lo narrando na BAND já na fase das vacas magras um jogo de estreia do Sport no Nacional Feminino. Na época morando em Recife, o narrador fazia o trabalho com o mesmo carinho e a mesma elegância.

É uma dura perda realmente.

O basquete feminino tem a obrigação de dizer: “Muito obrigado, Luciano!”

A carreata de Americana

As jogadoras e a comissão técnica da Unimed Americana, bicampeãs da Liga de Basquete Feminino, participam de carreata em Americana na terça-feira, dia 22, a partir das 12 horas, com saída do Centro Cívico. Após a carreata, haverá entrevista coletiva na sede da Unimed, na Avenida Brasil, 555, com as presenças do presidente da Unimed Americana, Emerson Assis; do presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina Dias; do técnico Antônio Carlos Vendramini; das jogadoras; e do secretário de Esportes Mário Antonucci.

Americana é campeão da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14

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O Americana sagrou-se campeão da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 ao derrotar o Sport Recife, neste sábado (19 de abril), por 66 a 62 (30 a 28 no primeiro tempo), em jogo realizado no ginásio Marcelino Lopes (Ilha do Retiro), em Recife (PE), válido pela segunda rodada da série melhor-de-três do playoff – final. Com este resultado, o time comandado pelo técnico Antônio Carlos Vendramini fechou a disputa com duas vitórias e nenhuma derrota.
O primeiro quarto começou com a equipe visitante melhor e realizando vários contra-ataques, devido aos excessivos erros de passe do time da casa. Na sequencia, o jogo ficou equilibrado, porém sempre com o Americana no comando do marcador (16 a 15), com boas performances da cubana Ariadna Felipe, pelo time visitante, e a dupla Adrianinha Moisés e Palmira Marçal, que veio bem do banco, em favor da equipe da casa.
O período seguinte começou com o Americana melhor, conseguindo abrir uma diferença que beirou os dez pontos, mas o Sport Recife foi crescendo aos poucos, diminuindo a diferença e tendo a chance de até empatar a partida (14 a 13), com boas performances de Palmira Marçal e Erika de Souza, pelo time da casa, e a paraguaia Paola Ferrari, em favor do visitante.
Na volta do intervalo, valeu a bronca do técnico Roberto Dornelas no vestiário, já que o Sport Recife retornou com outra postura, especialmente na defesa, com destaque para a norte-americana Alex, o que proporcionou a realização de ataques mais equilibrados, fazendo com que o representante pernambucano conseguisse a virada. Na parte final do período, o Americana cresceu e o jogo voltou a ficar equilibrado (15 a 17), com destaques para Adrianinha Moisés e Fran Nascimento, pelo time da casa; a cubana Ariadna Felipe e Clarissa dos Santos, em favor do visitante.
Nos dez minutos finais, o jogo ficou lá e cá, com as duas equipes lutando bastante pela vitória, porém, o representante paulista conseguiu um melhor desempenho no momento de decisão e garantiu a conquista (21 a 17), com boa performance da pivô Clarissa dos Santos.
Os principais nomes da partida foram Adrianinha Moisés (14 pontos, 04 rebotes e 01 assistência), Palmira Marçal (13 pontos e 01 assistência) e a norte-americana Alex (12 pontos e 03 rebotes), pelo time da casa; Clarissa dos Santos (16 pontos e 09 rebotes), a paraguaia Paola Ferrari (15 pontos e 02 assistências) e a cubana Ariadna Felipe (10 pontos, 03 rebotes e 02 assistências), em favor do visitante.
“A união do nosso grupo foi o fator determinante para que chegássemos a esta conquista, que foi bastante difícil, mas lutamos bastante durante todo o campeonato”, comenta Ariadna Felipe, do Americana.
“Estou muito feliz e emocionada com o título, já que lutamos demais e o nosso grupo é como uma família”, declara a pivô Clarissa dos Santos, bastante emocionada.
Já o técnico Antônio Carlos Vendramini, que raspou o bigode após a conquista (havia prometido as jogadoras), enalteceu a estrutura da equipe. “Não podemos deixar de falar da estrutura que a equipe proporciona que conta com tudo o que é necessário para que o trabalho seja desenvolvido da melhor maneira. Além disso, não posso deixar de agradecer as jogadoras e, especialmente, a minha família”, comenta.
Pelo lado do Sport Recife, o técnico Roberto Dornelas, lamentou um momento de desacerto da equipe ao longo do terceiro quarto. “Foi uma grande final, com o basquete feminino saindo ganhando, mas acabamos nos descontrolando no terceiro quarto e o Americana, que é uma grande equipe aproveitou. Nesta temporada, eles foram melhores e mereceram a conquista”, relata.
No primeiro jogo, o Americana havia derrotado o Sport Recife, atuando em casa, por 62 a 55, atuando em seus domínios.
Fonte: LBF

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Americana aposta no conjunto para sequencia da série final da LBF – 2013/14

A experiente Karla Costa, do Americana, entrou no decorrer do primeiro jogo da série melhor-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 e desempenhou um papel importante, ajudando a sua equipe a derrotar o Sport Recife, 62 a 55, em Americana (SP). Ao lado das companheiras Damiris do Amaral, Clarissa dos Santos e a cubana Ariadna Felipe, esteve entre os destaques da partida.

Para Karla, o conjunto foi o fator determinante do seu time para iniciar a disputa de forma satisfatória. “Creio que o aspecto coletivo foi importante neste primeiro jogo, uma vez que cada jogadora desempenhou bem o papel que estava designado, dando o seu melhor. Para o segundo confronto da série, nós estamos treinando forte, pois sabemos que será muito difícil, por isso, foco 100% durante a semana de trabalho”, comenta a ala/armadora, que tem como meta sempre ajudar a equipe, independente do seu tempo de quadra.

“Entrei para somar! 01, 02 ou 40 minutos, eu estava preparada para ajudar. Esse é o pensamento de toda a nossa equipe”, acrescenta Karla, que atou por pouco mais de dez minutos, anotando seis pontos, apanhando um rebote e dando uma assistência.

O segundo jogo da série melhor-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 acontece sábado (19 de abril), às 13h00 (de Brasília), no ginásio Marcelino Lopes (Ilha do Retiro), em Recife (PE), com transmissão ao vivo pelos canais SporTV. Se necessário, o terceiro confronto será realizado na segunda-feira (21 de abril), às 18h45 (de Brasília), novamente na capital pernambucana.

Fonte: LBF

Sport Recife convoca torcida para o segundo jogo final da LBF – 2013/14

A torcida do Sport Recife foi destaque na Liga de Basquete Feminino (LBF) da temporada passada, sempre empurrando a equipe e sendo a ‘sexta jogadora’ em quadra. Nesta edição, não fez diferente, durante todos os jogos lotaram as dependências do ginásio Marcelino Lopes, em Recife (PE), e fizeram a diferença. Na primeira partida da final, as leoas perderam para o Americana, jogando no interior paulista (62 a 55), e neste sábado (19 de abril), às 13h00 (de Brasília), entram em quadra precisando vencer para seguir com chance de conquistar o bicampeonato.

Neste momento, a equipe rubro-negra necessita mais do que nunca do apoio do torcedor e o técnico Roberto Dornelas acredita que não vai se desapontar. “Precisamos desse apoio vindo das arquibancadas mais do que nunca e espero que esse feriado não nos atrapalhe. Lugar de rubro-negro neste sábado é no Marcelino! E sei que eles estarão aqui, nos dando apoio incondicional, como sempre fizeram”, diz o comandante rubro-negro.

Os trabalhos visando à segunda partida da final já começaram. As atletas fizeram sessões com a psicóloga da equipe e assistiram ao último jogo, onde analisaram seus erros em quadra. Na terça-feira (15 de abril), colocaram em prática tudo que foi estudado. O técnico fez um trabalho puxado de duas horas, prevendo algumas situações que poderão acontecer na segunda partida da série final.

Os treinamentos desta semana acontecerão às 14h00 (de Brasília), já para as atletas sentirem o clima que vão enfrentar durante o jogo. Para a armadora Adrianinha Moisés, essa mudança durante a semana está sendo muito importante.

“É bom porque temos a semana inteira para fazer nosso corpo se acostumar, tanto com o calor, como com a hora da alimentação. Esse tempo é necessário para estarmos prontas para entrar em quadra no sábado”, explica a experiente atleta.

O segundo jogo da série melhor-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 acontece sábado (19 de abril), às 13h00 (de Brasília), no ginásio Marcelino Lopes (Ilha do Retiro), em Recife (PE), com transmissão ao vivo pelos canais SporTV. Se necessário, o terceiro confronto será realizado na segunda-feira (21 de abril), às 18h45 (de Brasília), novamente na capital pernambucana.

Fonte: LBF

Cris, armadora do São José/Colinas Shopping, encerra a carreira e deixa legado de amor ao basquete

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Nas três participações do São José/Colinas Shopping na Liga de Basquete Feminino (LBF), Cris (foto) sempre foi a líder em quadra em todos os momentos. Desde que veio para a cidade, em 2011, ela contribuiu com energia e entrega total para que o time mantido pela Prefeitura desse os primeiros passos e se firmasse na elite da modalidade no Brasil.

Aos 35 anos e duas cirurgias nos joelhos, a armadora resolveu deixar as quadras depois de 27 anos dedicados ao basquete. Na sexta-feira (11 de abril), esteve presente (pela última vez como jogadora) na reunião de encerramento das atividades da temporada, realizada na Secretaria de Esportes e Lazer.

Cris recebeu uma placa de reconhecimento, um cartão com mensagem de agradecimento das colegas e a camisa 78, o número usado com muito orgulho e confiança pela atleta para defender as cores azul e branca. Logo que começou a falar, ela se emocionou quando lembrou do retorno ao Brasil, depois de seis anos na Espanha, e da chegada a São José dos Campos. “Eu tinha o sonho de encerrar a carreira no meu país, mas não é fácil tomar uma decisão dessas.”

No encontro, o secretário de Esportes citou o papel de Cris como exemplo para as demais atletas. “É um legado que fica para as meninas das categorias de base, que têm um modelo em quem se espelhar.” O diretor executivo do São José Desportivo (organização social responsável pela gestão dos dois times de basquete da cidade), Rafael Mota, e o coordenador das equipes joseenses de alto rendimento, Antônio Carlos Silvério, também destacaram a importância da atleta para a evolução da equipe feminina.

Aquela atleta decidida e inabalável ao longo da carreira dessa vez não resistiu às lágrimas. “Eu vivi grandes momentos aqui e recebi um carinho muito grande de São José”, declarou ela, bastante comovida e quase sem conter o choro, em agradecimento aos integrantes da comissão técnica. “Esse time tem tudo para continuar crescendo, e acho que quando ele for campeão eu também vou sentir o gostinho.”

Capitã e líder do time
Com a presença de Cris, o São José/Colinas Shopping, liderado pelo treinador Carlinhos Lima e pelo coordenador Maurício Ianicelli, cresceu nos três campeonatos. A equipe, que ficou em quinto lugar na primeira vez em que disputou o torneio (2011/2012), terminou em quarto na edição seguinte (2012/2013) e em terceiro na atual temporada (2013/2014).

Capitã do quinteto joseense, Cris foi a condutora do grupo nessa caminhada. De personalidade séria e determinada, assumia a responsabilidade de organizar a equipe, na alegria do triunfo e na tristeza quando o sucesso não era alcançado. Pela idade e experiência, era também uma espécie de irmã mais velha das demais atletas. Muitas vezes orientava as mais jovens e assumia a responsabilidade em momentos que requeriam decisão rápida, seja com arremesso certeiro de três pontos ou uma infiltração para fazer a bandeja.

A torcida do basquete feminino joseense, certamente vai sentir a falta da camisa 78 no ginásio da ADC GM, onde o time manda as partidas. Cris escolheu esse número numa referência ao ano em que nasceu, exatamente no dia 02 de novembro, em Piracicaba (SP), filha de pais originários do norte de Minas Gerais.

Com 08 anos de idade, Cristina Sousa de Carvalho, a Cris, começou a praticar basquete na escolinha do BCN, agremiação na qual permaneceu por uma década. Aos 17, ela se mudou para Osasco. Foi quando saiu de casa pela primeira vez. A família entendeu a opção, pois sabia que a jovem atleta tinha maturidade. “Meus pais assistiam os jogos, sempre me incentivavam, mas me davam liberdade.”

A primeira mudança de clube ocorreu quando Cris estava com 20 anos. Ela foi contratada pelo Santo André. Depois foi para o Ourinhos, Americana, São Bernardo, Ponte Preta. Nesse percurso, teve a oportunidade de atuar ao lado da armadora Paula, campeã mundial em 1994 e medalha de prata pela Seleção Brasileira na Olimpíada de Atlanta, em 1996. “Aprendi muito com ela, e foi um prazer poder jogar com uma pessoa de quem eu era fã.”

Brasil, Espanha e família
Tendo passado por equipes femininas tradicionais do Brasil, Cris recebeu o convite para jogar no basquete espanhol quando estava com 26 anos. Lá defendeu clubes de regiões com cultura distinta e até língua própria. O primeiro foi o Cadí la Seu, de Barcelona, na Catalunha. Depois, na capital – Madri -, Galícia e ilha de Mallorca. Pelo esquadrão galego, a brasileira foi campeã e eleita a melhor jogadora da final da segunda divisão, que garantiu ao time a vaga na elite da liga profissional.

No período em que estava no país ibérico, Cris passou por várias dificuldades, desde lidar com o idioma (hoje ela fala fluentemente espanhol e entende o catalão) e ficar longe da família até ter de mudar o estilo de jogo, pois lá predomina jogadas que exigem força e há muita cobrança por resultados. Mas também aprendeu muito e teve a ajuda das amigas que conheceu na modalidade, muitas delas estrangeiras, para poder se adaptar à situação. “Tive a sorte de estar em grupos que me acolheram, e também cresci como jogadora.”

O desejo de voltar ao Brasil coincidiu com a proposta de trabalho em terras joseenses. “Fui muito bem recebida por pessoas que respeitaram minha trajetória.” Aqui ela se adaptou à cidade, levou a equipe a ser referência nos dois campeonatos mais importantes entre as mulheres – o brasileiro e o paulista – e ajudou a trazer mais adeptos para a modalidade. “O basquete feminino está conquistando São José”, afirma.

Contudo, as dores que vinha sentindo fizeram com que Cris decidisse parar. Afinal foram duas operações no joelho esquerdo e uma no direito. Ela entendeu que chegou a ocasião de se despedir das quadras para não sofrer mais lesões. “Eu gosto de estar em alto nível, e não iria me poupar nos treinos.”

Recém-aposentada ela quer curtir a família – pai, mãe, sobrinhos (ela tem irmão único) – em Piracicaba (SP), coisa que há muito tempo não fazia por morar fora. Com dois anos de psicologia, ela também não sabe se volta a estudar. Agora vai aproveitar o tempo livre para rever amigos, ver filmes de ação, e ouvir muita música popular brasileira, o gênero que mais aprecia. Mas o basquete continuará na mente e no coração dela.

Foto: Tião Martins/PMSJC
Texto: Claudio Ferreira Ribeiro/PMSJC

terça-feira, 15 de abril de 2014

Draft 2014 da WNBA



Ocorreu ontem (14/04) o  draft da WNBA e a primeira escolha, que pertencia a equipe do Connecticut Sun foi Chiney Ogwumike, da Universidade de Stanford. Com médias de 26 pontos e 12 rebotes no Campeonato Universitário, a atleta é filha de imigrantes nigerianos, irmã de Nneka Ogwumike, atual jogadora dos Los Angeles Sparks, escolha n.º 1 do draft de 2012.

Chiney tem 1,91m de altura e joga de ala/pivô. Ela formaria uma dupla de garrafão poderosa com Tina Charles. Formaria, porque ontem mesmo a pivô selecionada como n.º 1 no draft de 2010 foi negociada com o New York Liberty. A equipe do Sun recebeu em troca a escolha n.º 4 do draft de ontem, Alyssa Thomas e a pivô Kelsey Bone, escolha n.º 5 da equipe de New York no ano passado.

Algumas atletas estrangeiras que atuam na NCAA também foram selecionadas, como as canadenses Natalie Achonwa (9.ª posição) e Michelle Plouffe (19ª), bem como a ucraniana Inga Orekhova (18.ª posição). Das estrangeiras que atuam fora dos Estados Unidos, Astou Ndour nascida em Senegal e naturalizada espanhola ficou na 16.ª posição, as australianas Carley Mijovic e Stephanie Talbot também foram selecionadas. As três são nascidas em 1994, idade limite para a seleção de atletas que atuam em outros países. Elas são da mesma geração das brasileiras Isabela Ramona e Sassá e também participaram do Mundial sub-19 em 2013.

Segue a lista completa do draft 2014 da WNBA:

1 Connecticut Sun (10-24), Chiney Ogwumike
2 Tulsa Shock (11-23), Odyssey Sims
3 San Antonio Stars (12-22), Kayla McBride
4 New York Liberty (11-23), Alyssa Thomas
5 Indiana Fever (16-18), Natasha Howard
6 Washington Mystics (17-17), Stefanie Dolson
7 Seattle Storm (17-17), Bria Hartley
8 Atlanta Dream (17-17), Shoni Schimmel
9 Indiana Fever (16-18), Natalie Achonwa
10 Chicago Sky (24-10), Markeisha Gatling
11 Connecticut Sun (10-24), Chelsea Gray
12 Minnesota Lynx (26-8), Tricia Liston

2014 WNBA DRAFT - 2.º RODADA

1 (13) Tulsa Shock (11-23), Jordan Hooper
2 (14) New York Liberty (11-23), Tyaunna Marshall
3 (15) Minnesota Lynx (26-8), Asya Bussie
4 (16) San Antonio Stars (12-22), Astou Ndour
5 (17) Phoenix Mercury (19-15), Tiffany Bias
6 (18) Atlanta Dream (17-17), Inga Orekhova
7 (19) Seattle Storm (17-17), Michelle Plouffe
8 (20) Atlanta Dream (17-17), Cassie Harberts
9 (21) Phoenix Mercury (19-15), Maggie Lucas
10 (22) Chicago Sky (24-10), Gennifer Brandon
11 (23) Los Angeles Sparks (24-10), Jennifer Hamson
12 (24) Minnesota Lynx (26-8), Christina Foggie

2014 WNBA DRAFT - 3.ª RODADA

1 (25) Connecticut Sun (10-24), DeNesha Stallworth
2 (26) New York Liberty (11-23), Meighan Simmons
3 (27) Tulsa Shock (11-23), Theresa Plaisance
4 (28) San Antonio Stars (12-22), Bri Kulas
5 (29) Indiana Fever (16-18), Haiden Palmer
6 (30) Washington Mystics (17-17), Carley Mijovic
7 (31) Seattle Storm (17-17), Mikaela Ruef
8 (32) Washington Mystics (17-17), Kody Burke
9 (33) Phoenix (19-15), Stephanie Talbot
10 (34) Chicago Sky (24-10), Jamierra Faulkner
11 (35) Los Angeles Sparks (24-10), Antonita Slaughter
12 (36) Minnesota Lynx (26-8), Asia Taylor

segunda-feira, 14 de abril de 2014

FPB divulga relação dos Melhores de 2013

Categoria Sub-13
Atleta Capital: Isadora Alves Cardoso Souza - Apagebask-Guarulhos
Atleta Interior: Camila Bortolossi Branco - Prefeitura Municipal de Itatiba
Técnico: Dyego Maranini Cavalcanti - Apagebask-Guarulhos
Categoria Sub-14
Atleta: Rafaela Assis Silvestre - A.D. Santo André
Técnica: Maria Carolina de Souza - A.D. Santo André
Categoria Sub-15
Atleta: Lays da Silva - Colégio Helios/DNA Basquete 
Técnica: Anne Amália de Freitas - Unimed/Americana 
Categoria Sub-17
Atleta: Vitória Maria Domingos Marcelino - São José/Atleta Cidadão
Técnico: Luiz Claudio Cicchetto Tarallo - Divino/COC/Jundiaí
Categoria Sub-19
Atleta: Isabela Ramona Lyra Macedo - São José/Atleta Cidadão
Técnico: Carlos José Lima - São José/Atleta Cidadão
Categoria Primeira Divisão
Atleta: Erika Regina Leite - XV/Unimep/Amhpla/Selam
Técnico: Ariel Rodrigues - XV/Unimep/Amhpla/Selam
Categoria Divisão Especial A-2
Atleta: Jeanne Flausino Morais - Uniesp/Cia de Talentos/Venceslau
Técnico: Flavio Antônio dos Santos Almeida Prado - Uniesp/Cia de Talentos/Venceslau
Categoria Divisão Especial A-1
Atleta: Jaqueline de Paula Silvestre - A.D. Santo André
Técnico: Antônio Carlos Vendramini - Americana 
Atleta Revelação: Vanessa Fausto Gonçalves - A.D. Santo André
Seleção de Ouro
Tainá Mayara Paixão - Ourinhos Basquete 
Jaqueline de Paula Silvestre - A.D. Santo André
Ariadna Capiro Felipe - Americana 
Karina da Silva Jacob - São José/Colinas Shopping 
Clarissa Cristina dos Santos - Americana

Laís Elena é a dona da bola (Diário do Grande ABC)

Anderson Fattori e Nilton Valentim

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Nos últimos 50 anos muita coisa mudou no basquete: as regras, o material da bola, o sistema de pontuação, de marcação de tempo (deixou de ser duas etapas de 20 minutos, para quatro de dez). Em Santo André, tudo isso foi incorporado, mas uma coisa permanece inalterada por meio século: a presença de Laís Elena Aranha, 71 anos, no grupo.

A história da modalidade na cidade se confunde com a sua trajetória de vida. Ela chegou em 1964 para defender as cores da extinta Pirelli e, desde então, dedica-se integralmente ao esporte. Laís parece ter descoberto a estratégia certa para driblar o tempo. Permanece inabalável como dona da bola e neste período acumulou títulos, formou atletas, conquistou respeito e contribuiu (e muito) para o desenvolvimento da modalidade.

“Lembro-me muito bem do Paulo Albano (ex-treinador da Pirelli) ir me buscar em Piracicaba com a peruinha amarela da Pirelli”, recorda-se Laís, que havia feito as primeiras cestas com a camisa do Tênis Clube de Garça, em 1959, quando chamou a atenção dos responsáveis pelo Corinthians durante um amistoso. Mas seu pai só autorizou que ela viesse jogar na Capital no ano seguinte, quando completou 17 anos.

Laís defendeu o Corinthians por três temporadas e depois migrou para o XV de Piracicaba, onde jogou um ano antes de vir para a Pirelli. “O Paulo Albano estava montando uma equipe forte, que tinha a Nilza, a Odila e a Nadir Basani e precisava de uma armadora”, recorda-se.

Ela já tinha no currículo a disputa do Campeonato Mundial do Peru (em 1964, com 15 pontos em seis jogos), mas confessa que só aceitou vir jogar em Santo André porque aqui havia uma oportunidade a mais. “Quando cheguei, fui trabalhar na biblioteca. A gente treinava apenas três vezes por semana. Eram outros tempos. Depois, passei a trabalhar no (complexo) Pedro Dell''Antonia, onde dava aulas de natação”, lembrou Laís.

Aos 34 anos, a armadora diz ter “enjoado” de jogar e preferiu mudar de função. Passou a treinar as categorias de base da Pirelli e foi a partir daí que descobriu o que mais lhe dá prazer no esporte: a formação de atletas. “Fomos sede do primeiro campeonato estadual da categoria até 15 anos e ganhamos. E olha que o time de São Caetano tinha a Hortência”, recorda.

Hortência, aliás, é uma das pessoas que mais respeita o trabalho da técnica. “Nunca fui treinada pela Laís. Mas tenho certeza de que se não fosse por ela, o basquete não teria sobrevivido em Santo André. O esporte da cidade deve muito a ela”, conta a Rainha. “A Laís faz parte da história do basquete brasileiro”, completou.

A contribuição destacada pela Rainha Hortência pode ser traduzida pelo número de atletas formadas por Laís e por sua parceira Arilza Coraça. Muitas delas, como Marta, Leila, Chuca, Mamá, Vivian e Simone Lima defenderam as cores da Seleção Brasileira em competições internacionais. Outras, tiveram no esporte a chance para mudar de vida.

“A vitória me dá satisfação, mas oferecer oportunidades para essas garotas é o que verdadeiramente me emociona. Somos uma cidade formadora. Ninguém deu tantas atletas para a Seleção adulta como Santo André”, ensina a treinadora, que prepara a retirada das quadras para o ano que vem, após o término da Liga de Basquete Feminino.

No Mundial, ela teve tratamento de estrela
Dos quatro campeonatos mundiais disputados por Laís Elena, o que mais lhe emociona foi do Brasil, de 1971. A Seleção atuou em São Paulo, no Ibirapuera, e ficou com a medalha de bronze. “Íamos treinar e víamos aquelas filas imensas na porta do ginásio para comparar ingressos. Depois, quando entrávamos em quadra, ouvíamos todas as pessoas cantando aquela música ‘90 milhões em ação, salve a Seleção’. Isso era de arrepiar”.

Foram dias em que as jogadoras viveram um conto de fadas. “Tínhamos um andar inteiro no hotel. Recebíamos tantas flores que não dava nem para carregar. O presidente da República, Emílio Garrastazu Médice, telefonava. O governador de São Paulo, Laudo Natel, ia aos vestiários...” O Brasil terminou em terceiro lugar, com quatro vitórias (França, Coréia do Sul, Japão e Cuba) e duas derrotas, para a campeã União Soviética e a vice Tchecoslováquia.

O desempenho foi decisivo para o crescimento da modalidade no País. Publicações da época dão conta de que havia cerca de 100 jogadoras de basquete no Brasil e o Mundial incentivou o surgimento de outras. Uma delas foi Arilza Coraça. “Eu era estudante da USP (Universidade de São Paulo) e trabalhei no Ibirapuera. Quando acabou o Mundial, vim para Santo André tentar uma vaga na Pirelli”, relembra. Deu certo, ela foi atleta, passou a treinadora e depois auxiliar-técnica de Laís Elena.

Parceira de longa data, Arilza elogia disposição em ajudar às atletas
Arilza Coraça pode ser considerada a fiel escudeira de Laís Elena. Trabalhando juntas na comissão técnica de Santo André desde 1985, quando a auxiliar técnica resolveu encerrar a carreira, elas se comunicam quase que por telepatia. “Nos entendemos bem. Desde a minha época de jogadora sempre gostei mais de atuar na defesa e a Laís de cuidar do ataque. Acho que isso faz com que nossa relação seja sadia”, opina Arilza, que foi atleta de Santo André de 1971 até abandonar as quadras.

Apesar de reconhecida pelo que faz na quadra, para Arilza, o lado mais bonito de Laís Elena é longe das quatro linhas. “Fico impressionada como cuida das pessoas. Uma vez voltávamos de um jogo no Paraná e uma jogadora estava com forte dor de garganta. Ela andou pelo aeroporto até achar um médico que pudesse cuidar dela. É um ser humano fantástico”, elogiou Arilza.

Vídeo: Laís Elena comemora 50 anos de basquete em Santo André

Fonte: Diário do Grande ABC

domingo, 13 de abril de 2014

Vídeo: Galatassaray é campeão da Euroliga Feminina

Final: Galatassaray (TUR) x Fernebahce (TUR)


Decisão do 3º lugar: Ekaterimburg (RUS) x Bourges (FRA)

Barretos vence Jundiaí na abertura do Paulista A2

Neste sábado (12 de abril) foi realizada a partida de abertura do Campeonato Paulista Estadual da Divisão Especial Série A-2 Feminino, onde o APAB/Guarani/Barretos venceu o Divino/Jundiaí, por 62 a 44, no CEMEI, na cidade de Barretos (SP). A cestinha da partida foi Marcella Santos, do Divino, com 15 pontos.

Fonte: FPB

sábado, 12 de abril de 2014

FIBA muda a sede e Mundial Sub-17 Feminino será disputado na República Tcheca

Originalmente previsto para ocorrer em Bratislava, capital da Eslováquia, o Mundial Sub-17 deste ano foi transferido pela FIBA para a vizinha República Tcheca devido a aplicação de suspensão à Federação Eslovaca.

As datas do campeonato (de 28 de junho a 6 de julho) bem como os grupos e as seleções participantes (incluindo a Eslováquia), foram mantidas.


Americana sai na frente na decisão da LBF – 2013/14

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O Americana saiu na frente na série melhor-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 ao derrotar o Sport Recife, neste sábado (12 de abril), por 62 a 55 (26 a 25 no primeiro tempo), em partida realizada no ginásio Municipal Centro Cívico, na cidade de Americana (SP).
O primeiro quarto foi disputado em ritmo forte, com os dois times correndo bastante, mas com os erros superando os acertos. O time pernambucano começou melhor e a equipe paulista equilibrou as ações na sequencia. Na parte final, a equipe da casa levou ligeira vantagem (15 a 14), com boas presenças das pivôs Clarissa dos Santos, do Americana, e Erika de Souza, do Sport Recife.
No período seguinte começou com o mesmo panorama do anterior, com as duas equipes demonstrando ansiedade e errando passes e finalizações. Na parte final, os dois times se soltaram mais, com boas performances de Ega Garvão e Damiris do Amaral, pelo mandante, e Adrianinha Moisés, em favor do visitante (11 a 11).
Na volta do intervalo, o Americana cresceu de produção e chegou a estar cinco pontos na frente, mas o Sport, aos poucos, foi equilibrando as ações. Na sequencia, entretanto, o time da casa aproveitou-se de alguns erros do rival e voltou a abrir cinco pontos. E esse foi o panorama até o final, com destaque para o trio formado pela cubana Ariadna Felipe, Clarissa dos Santos e Damiris do Amaral, todas pelo time da casa, e Erika de Souza, pelo visitante (20 a 12).
Nos dez minutos finais, o Americana manteve o ritmo, com bom aproveitamento nas bolas de média e longa distancia, além de uma marcação eficiente, aumentando a vantagem que chegou a ser de 15 pontos. Depois, o Sport Recife melhorou e conseguiu baixar um pouco a diferença, mas sem conseguir se aproximar (16 a 18), com boas presenças de Clarissa, Ariadna, Damiris e Karla Costa, pelo time da casa, e Palmira Marçal, em favor visitante.
Os principais nomes da partida foram Clarissa dos Santos (18 pontos e 03 rebotes), Ariadna Felipe (14 pontos e 05 rebotes) e Damiris do Amaral (11 pontos, 15 rebotes e 02 assistências – double-double), pelo time da casa; Erika de Souza (19 pontos e 12 rebotes –double-double) e Palmira Marçal (11 pontos e 04 rebotes), em favor do visitante.
“Tivemos uma atuação com o conjunto prevalecendo e quando isso acontece o nosso time se fortalece bastante. Além disso, contamos com este apoio sensacional dos nossos torcedores”, comenta a ala cubana Ariadna Felipe, do Americana.
“No terceiro quarto crescemos de produção, com o nosso ataque sendo determinante para que vencêssemos. A defesa foi bem durante o jogo todo”, acrescenta o técnico Antônio Carlos Vendramini, do Americana.
“Sabíamos que seria uma final assim, acirrada, com placar baixo, mas erramos em demasia e o adversário aproveitou para abrir vantagem e vencer esta primeira partida da série”, analisa o técnico Roberto Dornelas, do Sport Recife.
O segundo confronto, que pode ser o decisivo, ocorre no sábado (19 de abril), às 13h00 (de Brasília), em Recife (PE). Uma nova vitória garante o título ao Americana.
Fonte: LBF

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Americana x Sport Recife: vai começar à decisão da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14

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A série melhore-de-três do playoff – final da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14 será aberta neste sábado (12 de abril), às 12h00 (de Brasília), no ginásio Municipal Centro Cívico, na cidade de Americana (SP), com a partida entre o Americana e o Sport Recife. O duelo terá transmissão ao vivo pelos canais SporTV.

Para chegar a esta decisão, o Americana, que é comandado pelo técnico Antônio Carlos Vendramini, concluiu a fase inicial na segunda colocação, somando 26 pontos, em 14 jogos realizados (12 vitórias e 02 derrotas). Na série semifinal, eliminou o São José/Colinas Shopping com duas vitórias e nenhuma derrota.

Para o time paulista, sair na frente na série, aproveitando o fator quadra, será fundamental para sequencia da disputa. “É importante ganharmos em casa, pois nos dará mais confiança para os jogos em Recife. O apoio do nosso torcedor será fundamental”, relata a armadora Babi Honório, do Americana. “Temos condições de jogar de igual para igual, já que são duas equipes de alto nível. O nosso grupo está completo, sem qualquer problema de contusão. As atletas estão focadas, trabalharam forte e a expectativa é muito boa para iniciar favoravelmente esta série decisiva”, acrescenta Vendramini.

Já o Sport Recife, dirigido pelo técnico Roberto Dornelas, fechou a primeira fase na liderança, registrando a mesma campanha do rival – 12 vitórias e 02 derrotas (14 jogos). O Rubro Negro, que busca o bicampeonato, ficou com o primeiro lugar, devido ao confronto direto, vencendo os dois duelos diante do Americana na etapa inicial da competição. Na semifinal, suplantou ao Maranhão Basquete, no Clássico do Nordeste, com duas vitórias e nenhuma derrota.

Mesmo com um retrospecto favorável diante do Americana em jogos válidos pela LBF, as atletas rubro-negras sabem que qualquer bobeira em quadra pode significar a derrota. “Por isso todo o cuidado será necessário, assim como foi contra o Maranhão Basquete”, adverte a ala Iza Andrade, do time pernambucano.

“A expectativa é de uma série muito dura, equilibrada e bastante atrativa para o público, já que envolve duas equipes que se credenciaram ao longo do campeonato, realizando as melhores campanhas da primeira fase e passando bem pela semifinal. O Americana é o time que mais conquistou títulos nos últimos anos, sempre se credenciando como favorito em qualquer campeonato que dispute. Mas, vamos tentar a vitória fora de casa para trazer a decisão para Recife, já na segunda partida da série”, acrescenta o técnico Roberto Dornelas.

Foram dois confrontos entre os times finalistas nesta edição, com duas vitórias do Sport Recife: 62 a 58, no turno, em Americana (SP), e 73 a 70, no returno, em Recife (PE). Já na edição anterior da LBF, estes times decidiram a competição e o título ficou com o representante de Pernambuco.

As duas agremiações lutam pelo segundo título da Liga de Basquete Feminino (LBF): o Americana venceu a edição 2011/2012, enquanto que o Sport Recife garantiu a taça na edição de 2013.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Em sua estreia na ARBRP, Araraquara perde para Catanduva

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Jogando na cidade de Catanduva no último dia 6/4 a equipe Fundesport Araraquara estreou na Liga ARBRP categoria adulto feminino. A equipe, que está em processo de formação, treinou apenas duas semanas para o primeiro jogo e enfrentou uma grande equipe. Após partida equilibrada a equipe de Catanduva abriu diferença no último quarto e venceu a partida por 49x37. As cestinhas de Araraquara foram Camila e Verônica com 9 pontos cada. A equipe voltaria a jogar no próximo sábado dia 12/4 em Araraquara,  mas teve o jogo adiado sem data definida, a próxima partida da equipe será então no dia 4/5 em Avaré. A equipe é mantida pela FUNDESPORT e conta com o apoio da academia Infinity Fitness e continua a procura de novos apoiadores.

São José termina em terceiro lugar na LBF



São José ficou na terceira colocação na Liga de Basquete Feminino (LBF), após perder para o Americana, na sexta-feira (4), pelo placar de 76 a 48, no segundo jogo da semifinal. Essa é a melhor performance joseense nas três vezes em disputou a elite nacional da modalidade, que está na quarta edição.

Estreante na temporada 2011/2012, o time ficou em quinto lugar ao cair diante do Santo André nas quartas de final. No ano passado, o São José subiu mais um degrau e terminou em quarto lugar, tendo perdido a vaga na final para o Sport, que se tornou o campeão. 

Dirigido por Carlinhos Lima, o elenco joseense teve a participação de 14 atletas nos 18 jogos disputados. No total foram 12 triunfos e 6 derrotas. Participaram da campanha as armadoras Cris e Carol, as laterais James (que deixou a equipe por contusão), Karen, Ramona, Cacá, Luana e Estela, e as pivôs Plutin, Karina, Fabi, Armstrong, Thaís e Vitória. 

O São José encerrou a participação geral na atual temporada à frente de Maranhão, Ourinhos e Santo André, Rio Claro e Brasília. Chegou em terceiro lugar na primeira fase, com dez vitórias em 14 partidas. Nas quartas de final, venceu os dois primeiros e eliminou o Santo André, sem precisar do terceiro confronto.

Fonte: SJC

Jundiaí vence Barretos na estreia do Campeonato Paulista sub-19


O Divino Jundiaí estreou com vitória no Campeonato Paulista de Basquete Feminino, categoria Sub 19. Em um bom jogo disputado no ginásio do Bolão, o Divino venceu o time de Barretos por 78 a 52, marcando forte, o que já é uma tradição da equipe, e mantendo o controle da partida até o final. A cestinha da partida foi a armadora Susan Cortes, que anotou 18 pontos.

Neste ano, o campeonato será bem disputado, com grandes equipes como o próprio Divino, Americana, SESI, São José, Barretos, Bradesco, São Caetano... E começar com vitória já foi um incentivo interessante para a continuidade do trabalho. 

Confira a seguir a programação dos próximos jogos do Divino:

Equipe Sub 19 - Campeonato Paulista Adulto A2
12/04 SÁB 19H00 - BARRETOS X DIVINO - BARRETOS
26/04 SAB 16H00 - DIVINO X LINS - DIVINO
09/05 SEX 19H00 - DIVINO X RIBEIRÃO PRETO - BOLÃO
22/05 QUI 19H00 - SANTOS X DIVINO - SANTOS
11/06 QUA 20H00 - DIVINO X PIRACICABA - BOLÃO

Equipe Sub 19 - Campeonato Paulista
23/04 QUA 19H00 - DIVINO X SÃO JOSÉ - BOLÃO
16/05 SEX 18H30 - BRADESCO X DIVINO - OSASCO
23/05 SEX 18H30 - DIVINO X S. CAETANO - BOLÃO
13/06 SEX 18H30 - AMERICANA X DIVINO - AMERICANA
27/06 SEX 18H00 - SESI GUARULHOS X DIVINO - GUARULHOS

Equipe Sub 17 - Campeonato Paulista
10/04 QUI 19H00 - DIVINO X U. BARBARENSE - DIVINO
16/04 QUA 18H30 - DIVINO X BRADESCO - BOLÃO
30/05 SEX 19H00 - BARRETOS X DIVINO - BARRETOS
03/06 TER 18H30 - AMERICANA X DIVINO - AMERICANA
05/06 QUI 18H00 - DIVINO X DNA - DIVINO
08/06 DOM 11H00 - DIVINO X TUPÃ - DIVINO

Equipe Sub 15 - Campeonato Paulista
12/04 SÁB 16H00 - VOTORANTIN X DIVINO - VOTORANTIN
16/04 QUA 17H00 - DIVINO X BRADESCO - BOLÃO
23/05 SEX 17H00 - DIVINO X C. OLÍMPICO - BOLÃO
28/05 QUA 17H00 - SANTO ANDRÉ X DIVINO - SANTO ANDRÉ
15/06 DOM 15H00 - SÃO BERNARDO X DIVINO - SÃO BERNARDO