sábado, 18 de novembro de 2017

Santo André fecha a série contra São José e conquista o Campeonato Paulista


A equipe do Santo André/Apaba é bicampeã paulista. Na noite deste sábado (18), no ginásio Pedro Dell’Antonia, no ABC, o time dirigido pelo técnico Bruno Guidorizzi derrotou São José por 84 a 71 (46 a 26 no primeiro tempo), fez 2 a 0 na série melhor de três partidas e conquista o segundo título consecutivo do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina da Série A-1.

As duas atuações da lateral Ariadna Felipe, no jogo de São José dos Campos e em Santo André, deu a ela o título de melhor jogadora das finais. A também lateral Jaqueline Silvestre também foi votada.

Na partida deste sábado, a equipe começou nervosa, mas logo achou o caminho da vitória, explorando os contra-ataques e os arremessos de três pontos, a exemplo do que fez em São José dos Campos. Ao abrir nove pontos no primeiro período (19 a 10), o time teve ainda mais tranquilidade para jogar o segundo, quando fez uma parcial de 27 a 16, fechando o primeiro tempo em 46 a 26.

Os 20 pontos conseguidos nos dois primeiros períodos, fizeram com que Santo André aceitasse o jogo do adversário e só conseguiu um parcial de 19 a 18. Já no quarto período, São José saiu para o tudo ou nada e obteve uma reação esperacular ao vencer por 27 a 26, mas sem a chance de chegar nos segundos finais com chances de vitória.

Jaqueline Silvestre, com 23 pontos, quatro rebotes e duas assistências foi a principal destaque de Santo André na partida, seguido por Ariadna Felipe. Com 21 pontos, nove rebotes, três assistências e uma bola recuperada e Silvinha Gustavo, com 13 pontos, oito rebotes, cinco bolas recuperadas e quatro assistências. Pelo lado de São José, a cestinha foi Vitória Marcelino, com 16 pontos, nove rebotes e quatro assistências, seguida por Licinara Bispo, com 14 pontos e dois rebotes.

“Estou muito feliz. Quando joguei pela primeira vez em Santo André, fui campeã da primeira Liga. Agora, depois de dois anos, retorno e volto ganhar um título. Aqui é uma família, uma equipe que tem um ótimo trabalho do Bruno (Guidorizzi) e da Prefeitura. Quero continuar lutando e dando muitos títulos a cidade que me acolheu tão bem”, afirmou Ariadna Felipe que no conjunto das atuações do primeiro jogo e o segundo, foi eleita a melhor jogadora das finais.

A capitã da equipe, Simone Lima, conquista seu terceiro título paulista por Santo André, ela que já havia sido campeã também nas temporadas de 2011, 2016 e 2018. “Nosso time é muito unido que não tem vaidade. Por ter jogadoras experientes e jovens, consegue unir bem os dois lados e dar mais esse titulo para a equipe”, completou.

Para o técnico de São José, o título está em boas mãos. “As meninas lutaram. Tentamos fazer uma reação nos dois últimos períodos depois de não termos feito um bom início de jogo. Valeu pela reação das meninas que caíram de pé”, completou.

O técnico Bruno Guidorizzi era assistente de Arilza Coraça na temporada passada. Assumiu o cargo de técnico principal e deu sequência ao trabalho e já no primeiro ano é campeão. “É uma alegria muito grande dar sequência nesse legado que tem Santo André. O time foi campeão no ano passado e a ideia era dar continuidade a tradição da cidade de ser destaque que merece, porque nunca deixou de ser grande. O time foi montado para isso, as jogadoras estavam focadas e queriam o título. Sabíamos da força de São José que acabou valorizando nossa conquista fazendo dois ótimos jogos. O time nosso é experiente e soube administrar no fim do jogo já queriam comorar nos minutos finais justamente no momento em que São José fazia uma reação, mas souberam administrar até o fim”, concluiu Guidorizzi.

Foi o quinto titulo da cidade de Santo André, que antes já havia conquistado dois títulos com o Clube Atlético Pirelli.

Titulos paulistas de Santo André
1974 – CA Pirelli
1975 – CA Pirelli
1995 – Santo André
2011 – Santo André
2016 – Santo André
2017 – Santo André

Playoff final: Santo André 2 x 0 São José
Jogo 1 – São José 72 x 86 Santo André, em São José dos Campos
Jogo 2 – Santo André 84 x 71 São José, em Santo André

Fonte: FPB

São Bernardo campeão do Campeonato Paulista sub-19


Com um time mais experiente e com a tranquilidade de ter vencido a primeira partida em Osasco, a equipe do Instituto Brazolin/São Bernardo não deu chances para o azar. Venceu o segundo jogo da série melhor de três contra o jovem time do ADC Bradesco por 62 a 37 (33 a 22) e sagrou-se campeão do Paulista Feminino Sub-19. O jogo final aconteceu nesta sexta-feira (17), no ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo.

Com um primeiro período quase perfeito, quando abriu uma vantagem de 12 pontos (18 a 6), o time do ABC chegou a diminuir o ritmo no segundo período, quando perdeu por 16 a 15, mas fechando a primeira etapa do jogo com 11 pontos na frente: 33 a 22.

O terceiro período foi novamente equilibrado, porém sempre administrando a vantagem adquirida no primeiro período, com o São Bernardo fechando em 12 a 9. Com a vitória já garantida e com o Bradesco sentindo o poderio do adversário, o último período foi totalmente dominado pelo time da casa que fechou em 17 a 6 e o jogo 25 pontos (62 a 37).

A pivô Raphaela Silva, com 21 pontos, 13 rebotes, cinco bolas recuperadas e uma assistência, foi o grande destaque de São Bernardo, seguida por Lays Silva (15 pontos, seis assistências, quatro rebotes e três bolas recuperadas e Milena Rodrigues (11 rebotes, sete pontos, seis assistências e duas bolas recuperadas. Com 48 rebotes, sendo 13 ofensivos, o time do ABC não deu muitas chances para o Bradesco.

Lorena Anunciação, 16 anos e 1,91m, revelação do campeonato, anotou sete pontos, oito rebotes e uma assistência e foi o maior destaque do Bradesco, seguido por Ana Carolina (sete pontos, três rebotes e duas assistências) e Amanda Novo (seis pontos, quatro rebotes e duas assistências). O Bradesco pegou 39 rebotes, sendo 11 ofensivos.

"Foi uma grande conquista e que representa muito para essa jovem equipe que é o futuro do basquete feminino de São Bernardo", afirmou o André Brazolin, que é presidente do Instituto Brazolin.

O técnico Márcio Belliciéri também estava muito feliz com o título, mesmo porque já no Bradesco, na quarta-feira, o time mostrou maturidade ao vencer a primeira partida. "Otime tem rodagem maior porque disputou o adulto com essas mesmas jogadoras, mais a Joyce Rodrigues. Tinha certeza que nossas jogadoras dariam uma resposta positiva na série final", concluiu o experiente treinador.

Série final ADC Bradesco 0x2 Instituto Brazolin/São Bernardo

Jogo 1 – ADC Bradesco 56 x 57 Instituto Brazolin/São Bernardo

Jogo 2 – Instituto Brazolin/São Bernardo 62 x 37 ADC Bradesco

Fonte: FPB

Cacá de volta ao Blumenau

 

Após um segundo semestre perfeito, com a conquista de quatro títulos de forma invicta – Campeonato Catarinense, Campeonato Sul-Brasileiro, Copa SC e Jogos Abertos SC, o Blumenau se reforça para mais uma temporada da LBF CAIXA. E ela já conhece bem a casa.

A armadora Cacá, de 1,72m e 25 anos, retorna ao Sul após breve passagem pelo basquete universitário. No último mês, ela integrou a equipe da Unip campeã dos Jogos Universitários Brasileiros (JUB’s) em cima do Uninassau. Na temporada 2016/2017 da LBF CAIXA, Cacá foi uma das principais destaques de Blumenau no primeiro turno até sofrer rompimento dos ligamentos do tornozelo direito. Em 12 partidas, registrou 9,5 pontos por jogo, que a deixaram como a terceira melhor pontuadora da equipe na temporada.

“Minha expectativa para o próxima temporada é a melhor possível. A equipe na temporada passada incomodou muito os outros times, inclusive os que disputaram as finais”, declarou a armadora.

Apesar de jovem, a armadora acumula bastante experiência na LBF. Com 109 jogos no total, já fez parte do primeiro elenco campeão da LBF, em 2010/2011, Santo André. Com passagens por Maranhão, São José e Basquete Vizi (pelo qual registrou a melhor temporada da carreira, com 12,1 pontos por jogo em 36,8 minutos em quadra), Cacá chegou ao seu segundo título da Liga na temporada 2015/2016, com o Sampaio Basquete, ao lado da ala-pivô Carina e da pivô Fernanda Bibiano, que voltam a jogar com ela em Blumenau. E é essa experiência que ela traz novamente para ajudar a equipe catarinense a alçar voos mais longos no nacional.

Armadora argentina será reforço de Venceslau para LBF

A equipe de Presidente Venceslau terá um reforço estrangeiro na disputa da LBF.

Trata-se da argentina Macarena Durso, armadora de 26 anos e 1,69 m.

Pela seleção argentina, Macarena teve médias de 6,7 pontos e 2 assistências em 14 minutos durante a AmeriCup 2017.

Na última Liga Argentina, a armadora foi atleta do Berazategui, quarto colocado, com médias de 14 pontos e 3 assistências por jogo.

Chega ao fim a experiência espanhola de Tatiane Pacheco

O Estudiantes sabia que a disputa da primeira divisão da Liga Espanhola não seria fácil e tinha ambições modestas para a temporada.

Às vésperas da estreia, buscou na brasileira Tatiane Pacheco e na americana Brandie Baker um apoio ao seu jovem elenco para os desafios da temporada.

Mas ambas falharam na missão.

Após sete rodadas, o time não venceu uma partida na competição.

A brasileira Tati não foi bem e já no início da temporada seu destino era previsível para quem acompanha o basquete internacional. O clube trouxe um reforço para a mesma posição ( a sérvia Nina Bogevic) e os minutos de quadra da brasileira minguaram. Em sua última atuação, teve direito a um minuto e trinta e oito segundos.

Nas sete partidas, suaas médias foram de 4,7 pontos e de 31% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

Situação semelhante viveu a americana Brandie Baker (ex-Corinthians/Americana), com médias de 7,8 pontos e aproveitamento de 30%.

Em curto comunicado emitido ontem, o clube informou que "alcançou um acordo de desvinculação" com as duas, agradeceu o profissionalismo e desejou sorte a ambas.

Rapidamente anunciou a chegada da americana Shay Selby e da tcheca Michaela Stejskalova, frisando que se tratavam de duas jogadoras que já jogaram na Liga Espanhola e em outros ligas da Europa.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Santo André derrota São José e fica uma vitória do bicampeonato Paulista


A equipe de Santo André deu um passo importante para conquistar o bicampeonato Paulista da Divisão Especial Feminina. Na noite desta quarta-feira (15), mesmo jogando em São José dos Campos, derrotou o São José por 86 a 72 (45 a 36 no primeiro tempo). Agora, a série melhor de três vai para Santo André, onde o time do técnico Bruno Guidorizzi poderá fechar a série. Ao time do Vale do Paraíba, resta vencer o segundo encontro para forçar um jogo decisivo no domingo.

Um primeiro período arrasador. Foi assim que o time de Santo André entrou na partida decisiva contra São José, ao fazer 27 a 16, graças a uma ótima defesa e também um ataque sem precipitação e muito controlado. No segundo período, São José melhorou muito, chegou a vencer por 20 a 18, mas a primeira etapa do jogo foi do time do ABC por 45 a 36.

Voltando do intervalo disposto a aumentar a diferença, o atual campeão paulista abriu logo 14 pontos (57 a 43), obrigando o técnico Carlos Lima, do São José a pedir tempo. Mantendo o ritmo forte, o time andreense foi aumentando aos poucos sua vantagem, até fazer uma parcial de 21 a 12 no terceiro período e subir 18 pontos na frente: 66 a 48.

A equipe de São José bem que tentou pressionar no quarto período, fez uma parcial de 24 a 20, porém não conseguiu colocar em risco a vantagem colocada durante todo o jogo do atual campeão.

Maira Andrade Horford, com 21 pontos, sendo quatro de seis bolas de três pontos, mais dois rebotes e duas assistências, foi a principal jogadora de São José, seguida por Vitória Marcelino (17 pontos, cinco rebotes e duas assistências.

Pelo lado de Santo André, o maior destaque foi Ariadna Felipe, com 23 pontos, 10 rebotes e três assistências, seguida por Jaqueline Silvestre (22 pontos, dois rebotes e uma assistência.

“Não montamos o time para ser campeão. O time deles sim. Podíamos ter jogado melhor, mas elas estiveram numa noite muito feliz, acertando muitas bolas de três pontos. Agora precisamos colocar na cabeça das meninas que tem um segundo jogo e precisamos ir a Santo André para jogar com tranquilidade, fazendo um jogo consciente e sem o número de erros que cometemos em casa”, analisou o técnico Carlos Lima, de São José.

Para Bruno Guidorizzi, técnico de Santo André, o primeiro passo foi dado. “Fizemos um bom jogo, por sinal muito bonito apesar do início nervoso das duas equipes. Precisamos continuar focados, para fechar no sábado. Precisamos fazer novamente um jogo consciente igual apresentamos aqui em São José”, afirmou.

Silvinha Gustavo foi uma das jogadoras que começou a incomodar a defensiva de São José ao acertar logo no início do jogo uma bola de três pontos. “Jogamos muito bem. Fizemos um jogo bonito próximo  da perfeição. Nosso time foi animal. Agora nosso desejo é acabar no sábado e conquistar o título.


Playoff final: Santo André 1 x 0 São José

Jogo 1 – São José 72 x 86 Santo André, em São José dos Campos

Jogo 2 – sábado (18/11), 19h30, em Santo André

Jogo 3 – domingo (19/11), 19h30, em Santo André*

Sub-17 de Basquete Feminino rende nova taça para time de Americana

Link: aqui!

Mais sobre o projeto Funvic/Ituano

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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Finais do Pauista sub-13 e sub-19 e os diamantes do basquete feminino


A equipe do ADC Bradesco promoveu e conquistou o título do Campeonato Paulista da categoria sub-13 feminino da Grande São Paulo. Na partida decisiva, o time de Osasco derrotou o Santo André/APABA por 50 a 46. Na decisão do terceiro lugar, o SESI-SP venceu o Instituto Brazolin/São Bernardo por 40 a 36.

No jogo decisivo, Manuela, do Bradesco, marcou 10 pontos, enquanto que a cestinha da partida e eleita melhor jogadora das finais (MVP), foi Ana Paula Dias, de Santo André, que marcou 25 pontos. Na vitória da semifinal contra o Sesi, ela tinha sido a cestinha do jogo com 28 pontos.

Na decisão do terceiro lugar, Kailaine (IBSB) e Ana Flávia (SF), ambas com 14 pontos, foram as cestinhas da partida.

Depois da rodada final, neste domingo (12), a classificação final ficou assim: campeão – ADC Bradesco; vice-campeão – Santo André/APABA; 3º lugar – SESI/São Paulo; 4º - Instituto Brazolin/São Bernardo.

Sub13-Feminino, rodada semifinal
Santo André 60 x 55 SESI/SP
ADC Bradesco 57 x 11 Instituto Brazolin/São Bernardo
Rodada final
SESI-SP 40 x 36 Instituto Brazolin/São Bernardo (terceiro lugar)
ADC Bradesco 50 x 46 Santo André

Na transmissão ao vivo da primeira partida final na categoria sub-19, o comentarista Juarez Araújo chamou a MVP Ana Paula Dias (Santo André) de novo fenômeno do basquete feminino.

Outra atleta que muito elogiada na final do sub-19 foi a pivô Lorena de  apenas 16 anos e 1,91m, que mesmo sendo três anos mais nova que as outras atletas e tendo atuado pouco (15 minutos  - 8.ª em tempo de quadra do seu time) foi a jogadora mais eficiente de sua equipe, terminando como cestinha e reboteira (11 pontos e 7 rebotes).

Não faltam meninas talentosas no Brasil, falta um projeto maior de integração para o basquete feminino, que dê suporte e continuidade ao bom trabalho que é feito em alguns poucos centros de formação, como é o caso do Bradesco Osasco, que tem uma excelente estrutura.

São José e Santo André começam nesta quarta (15) a final do Estadual da Série A-1

O primeiro jogo da série melhor de três será em São José dos Campos. A TV FPB vai mostrar ao vivo.


São José e Santo André iniciam nesta quarta-feira (15), a partir das 18 horas, no Ginásio Municipal “Cidade Jardim” (rua Itambé, 71 – Bairro Cidade Jardim), em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, a grande final do Campeonato Estadual da Divisão Especial Feminina de 2017. O time do ABC é o atual campeão do Estado.

Por ter feito uma campanha irreparável na primeira fase da competição, com sete vitórias e apenas uma derrota, a equipe de Santo André, só perdeu um jogo para o próprio São José, em São José dos Campos – o time do ABC tem a vantagem de jogar a segunda e, se necessário, o terceiro encontro no ginásio Pedro Dell’Antonia, no ABC. Já o time de São José ficou em segundo lugar na primeira fase, com quatro vitórias e quatro derrotas.

O confronto também vai ter duelos interessantes de jogadoras e técnicos. Pelo lado de São José, o experiente técnico Carlos Lima, inclusive foi treinador da última Seleção Brasileira na Copa América. Tem como principal estrela a ala/armadora Paty Ribeiro, jogadora que também esteve em todas últimas seleções do País. O time de Santo André é comandado pelo jovem técnico Bruno Guidorizzi e tem como principal estrela a cubana Ariadna Felipe, cestinha do campeonato.

A equipe de São José teve uma série muito dura contra Venceslau, vencendo os dois jogos em São José dos Campos, onde está invicto na competição, depois de duas prorrogações nos dois jogos. Apesar do desgaste, o técnico Carlos Lima está otimista para a série contra Santo André. “Estamos cientes das dificuldades que iremos enfrentar. Santo André tem o favoritismo dessa final, não só pelo seu elenco, mas também por ter liderado a competição. Procuramos recuperar as meninas, pois tivemos uma série dura contra Presidente Venceslau. Queremos fazer uma grande final, começando com o primeiro jogo em nosso ginásio”, disse Carlos Lima.

“Acredito que será uma série muito dura, pois São José é um time novo e muito voluntarioso. Chegaram com méritos na final e provaram ser um adversário muito forte, principalmente jogando em casa. Mas temos uma equipe bem experiente e jogadoras muito competitivas. A equipe foi montada para trazer o bicampeonato para Santo André e fará de tudo para conquista-lo”, afirmou o técnico Bruno Guidorizzi, de Santo André, que passou facilmente na semifinal pelo Poty/Bax/Catanduva por 2 vitórias a zero.



Playoff final: Santo André x São José

Jogo 1 – quarta-feira (15/11), 18 horas, em São José dos Campos

Jogo 2 – sábado (18/11), 19h30, em Santo André (TV FPB)

Jogo 3 – domingo (19/11), 19h30, em Santo André*

São Bernardo sai na frente na decisão do Estadual Sub-19 contra o Bradesco


Deu Instituto Brazolin/São Bernardo no primeiro jogo da série melhor de três partidas decisivas pela decisão do Campeonato Estadual Feminino Sub-19. No jogo desta terça-feira (14), no ginásio do Centro de Desenvolvimento do Bradesco, em Osasco, o time do ABC venceu por 57 a 56 (24 a 22 no primeiro tempo). Agora, basta vencer no ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo que será campeão. O segundo encontro da série será na próxima sexta-feira (17), às 19h30.

O jogo foi tenso e bastante nervoso, com as duas equipes errando muito. O Bradesco chegou a 25 erros, com 15 bolas recuperadas e 33 rebotes, sendo 13 ofensivos. Lorena Anunciação, de 15 anos, foi a cestinha do time Osasco, com 11 pontos e sete rebotes, seguida por Júlia Schmauch, com 10 pontos e duas assistências. Pelo lado de São Bernardo, Milena Rodrigues, com 16 pontos , nove rebotes, uma assistência e cinco bolas recuperadas, foi o principal destaque, seguido por Lays Silva (12 pontos, três assistências e dois rebotes) e Raphaela Silva (11 pontos, 11 rebotes, cinco assistências e quatro bolas recuperadas.

“Ainda estamos vivos na série. Tivemos alguns bons momentos no jogo, mas não conseguimos a vitória. Agora vamos buscar nossa reabilitação na série em São Bernardo”, analisou o técnico Cristiano Cedra, que  perdeu a lateral Júlia, a chutadora da equipe com torção no quarto decisivo.

Para o técnico Márcio Belliciéri, o nervosismo foi o maior inimigo da sua equipe, mas que o fator casa no segundo jogo poderá ajudar muito. “Tecnicamente não foi um jogo porque as duas equipes estavam nervosas. Temos que aproveitar a tranquilidade de jogar em casa para fechar na próxima sexta-feira. Não podemos deixar que a série vá para o terceiro jogo”, concluiu o treinador de São Bernardo.



Série final ADC Bradesco 0x1 Instituto Brazolin/São Bernardo

Jogo 1 – Bradesco 56 x 57 Instituto Brazolin/São Bernardo

Jogo 2 – sexta-feira (17/11), 19h30 – ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo

Jogo 3 – segunda-feira (20/11, 18h00– ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo*

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Vera Cruz/Campinas contrata Babi para a LBF

Matéria aqui.

Bradesco e São Bernardo começam a decidir o Sub-19 Feminino. A TV FPB vai mostrar

Começa nesta terça-feira (14), com a primeira partida da série melhor de três, a final do Campeonato Estadual Sub-19 Feminino. O jogo entre ADC Bradesco e Instituto Brazolin/São Bernardo, será no ginásio de Esportes do Bradesco, na Cidade de Deus, em Osasco, a partir das 19h30. Por ter feito a melhor campanha na fase de classificação, o time do ABC tem vantagem de jogar as duas últimas partidas em São Bernardo do Campo. A TVFPB irá mostrar a partida ao vivo, via internet, com narração de Jota Silva e comentários de Juarez Araújo.
Depois do jogo de Osasco, a série irá para São Bernardo, no dia 17, sexta-feira, no ginásio Baetinha. Caso seja necessário um terceiro jogo, será também no Baetinha, no ABC, no sábado (18).
A equipe do ABC, dirigida pelo experiente técnico Márcio Belliciéri, está invicta na competição. Venceu todos os jogos que disputou até agora e é um time tarimbado, mesmo porque, das 12 jogadoras que irão enfrentar o Bradesco, todas já estiveram na equipe principal de São Bernardo.
A equipe do ADC  Bradesco tem como técnico Cristiano Cedra, que na gestão passada da Confederação Brasileira, esteve em todas comissões técnicas das seleções brasileiras. É um jovem treinador, porém já experientes e com grande bagagem internacional.
“Tivemos um ótimo ano, com excelentes resultados, com a equipe mantendo uma invencibilidade na temporada. Mas isso em uma série final de playoff não representa nada, porque o que vai valer é o aspecto emocional, porque vamos enfrentar um Bradesco que só conseguimos vencer na primeira prorrogação por dois pontos, em Osasco. Isso leva a crer que teremos uma um playoff final bastante equilibrado”, disse o técnico de São Bernardo.
Série final ADC Bradesco x Instituto Brazolin/São Bernardo
Jogo 1 – terça-feira (14/11), 19h30 – ginásio do Bradesco, em Osasco
Jogo 2 – sexta-feira (17/11), 19h30 – ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo
Jogo 3 – sábado (18/11), 19h30 – ginásio Baetinha, em São Bernardo do Campo*
*se necessário

Fonte: FPB

domingo, 12 de novembro de 2017

Com redução de investimento, objetivo da Uninassau na LBF 2018 é chegar na semifinal


Após chegar na final em quatro das últimas cinco finais da Liga de Basquete Feminino (LBF) e ser o atual vice-campeão da competição, é natural esperar uma boa campanha dos times comandados por Roberto Dornelas. Para a próxima competição, no entanto, a expectativa deverá ser reduzida. O objetivo da Uninassau Basquete para 2018 é terminar o campeonato entre os quatro melhores times.

De acordo com Dornelas, os problemas financeiros que atingiram o país, além da imagem ruim que o basquete brasileiro tem recebido nos últimos anos, forçaram uma redução de investimentos na equipe.

“Por conta dos problemas financeiros do país, e de toda essa crise que vive o basquete, com os resultados ruins da seleção. Isso tudo afeta os investimentos no esporte. E no profissional você trabalha com patrocínio. Então a gente não pode fazer como antigamente, quando conseguíamos montar um time com três de jogadoras da WNBA e pagando em dólar”, afirmou o treinador.

Para 2018, a Uninassau Basquete contará com um grupo bastante jovem e reformulado para a disputa da LBF. De acordo com Dornelas, do elenco atual, apenas a pivô Gil possui mais do que 30 anos de idade. Seis jogadoras que disputaram a última competição com o time pernambucano saíram do elenco. A base da equipe será montada com o grupo que representou a Uninassau nos últimos Jogos Universitários, com alguns reforços pontuais. Também é esperado o retorno da armadora cubana Casanova, uma das melhores jogadoras da equipe neste ano e que está resolvendo problemas com o visto em Cuba para ser oficializada.

Aumento do número de times

A oitava edição da LBF será lançada no dia 12 de dezembro. Para o ano que vem, a competição irá contar com 9 equipes, três a mais que em 2017. As novatas Poty/BAX/Catanduva, Funvic/Ituano, São Bernardo/Instituto Brazolin/Unip e Vera Cruz Campinas vão se juntar às remanescentes Uninassau Basquete, Blumenau, Presidente Venceslau, Sampaio Basquete e Santo André/APABA. O grande desfalque, no entanto, será o Corinthians/Americana, atual campeão, que fechou as portas após a conquista do ano passado.

Fonte: Jornal do Comércio

sábado, 11 de novembro de 2017

Novamente na prorrogação, São José derrota Venceslau e chega à final do Paulista


Não foi nada fácil, mas São José está na final do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina de 2017 ao fazer 2 a 1 na série melhor de três contra o Basquete Venceslau. Na tarde deste sábado (11), jogando em São José dos Campos, a equipe dirigida pelo técnico Carlos Lima venceu o terceiro jogo por 65 a 58 (36 a 20 no primeiro tempo), na primeira prorrogação, após empate em 55 a 55 no tempo regulamentar. Agora, o time do Vale do Paraíba irá fazer à final contra Santo André, em outra série melhor de três partidas. O primeiro encontro deverá acontecer na próxima quarta-feira (15), em São José dos Campos. Depois a série vai para Santo André, nos dias 18 (sábado) e 19 (domingo), caso seja necessário.

Na partida deste sábado, motivado com a vitória na sexta-feira (61 a 59), o time de São José dos Campos entrou com força máxima. Fez um quase perfeito primeiro período, fazendo uma parcial de 21 a 12. Apesar da boa marcação de Venceslau, o time do Vale do Paraíba conseguiu um segundo período dominador, fazendo 15 a 8, fechando o primeiro tempo em 36 a 20.

Já no terceiro período só deu Venceslau. Fez um parcial de 8 a 0, depois 14 a 4, e ao tirar 10 pontos da vantagem do adversário, colocou fogo na partida ao fazer a parcial no fim do quarto em 17 a 13.

As emoções ficaram ainda maior para o quarto período. Com um rebote ofensivo e uma bandeja de Jeane Morais, no último segundo, Venceslau fez uma parcial no período de 18 a 6, empatou o jogo em 55 a 55 e levou para a primeira prorrogação. Com o apoio da torcida e o fator quadra, São José, a exemplo do segundo jogo, foi melhor, fez um parcial de 10 a 3 e venceu a partida por 65 a 58, garantindo seu lugar na final.

Carlos Lima, técnico de São José, estava muito satisfeito com a classificação para a série final contra Santo André. Mas faz uma advertência. “Vamos jogar contra o favorito da competição. Não custa pensar que podemos surpreender, desde que possamos fazer um bom jogo”, afirmou.

Uma das armas da equipe de São José é jogar em São José dos Campos. Foram seis jogos em casa, com seis vitórias. “Temos um fator casa muito bom e esperamos que prevaleça também na final. Tivemos uma série muito dura contra Venceslau e conseguimos superar”, concluiu.

Vitória Marcelino, com 15 pontos, 12 rebotes, quatro bolas recuperadas e duas assistências foi destaque de São José, seguida por Maira Horford (16 pontos, quatro bolas recuperadas, duas assistências e dois rebotes), Paty Ribeiro (13 pontos, sete rebotes, três assistências e três bolas recuperadas) e Fabiana Souza (11 pontos, três rebotes, duas bolas recuperadas e uma assistência. O time todo pegou 38 rebotes, sendo 15 ofensivos e 19 bolas recuperadas.

Para a equipe de Venceslau, Jeane Morais, com 17 pontos, 10 rebotes, quatro bolas recuperadas e uma assistência foi o grande destaque na partida. Bábara Souza (13 pontos, nove rebotes e duas assistências), Clarissa Carneiro (9 pontos, um rebote e uma assistência) e Larissa Carneiro (9 pontos, quatro rebotes e duas assistências), foram as outras jogadoras que mais pontuaram para Venceslau que pegou 41 rebotes, sendo 11 ofensivos e recuperou seis bolas.

Playoff final: Santo André x São José

Jogo 1 – quarta-feira (15/11), às 18 horas, em São José dos Campos

Jogo 2 – sábado (18/11), às 19h30, em Santo André

Jogo 3 – domingo (19/11), às 19h30, em Santo André*

*se necessário

Texto da assessoria da FPB e transmissão da página Basquete Venceslau

CBB: Brasil é prata no Sul-Americano sub-14

O basquete brasileiro comemora mais uma medalha nas categorias de base. Na disputa pelo título do Campeonato Sul-Americano Sub-14 Feminino, realizada ontem (dia 10), em Popayan, na Colômbia, a Seleção Brasileira, comandada pela técnica Vânia Paulette, conquistou a medalha de prata. Na partida final, contra o Chile, o Brasil lutou até o fim, mas acabou superado por 80 a 58.

A subida ao pódio marca uma nova era para o basquete brasileiro. "Essa medalha foi conquistada graças ao nosso espírito de equipe e muita determinação. Nosso time cresceu durante a competição. Nos recuperamos de resultados e sempre procuramos fazer um jogo coletivo para superar nossos adversários. Na segunda fase passamos a ter mais confiança e os bons resultados vieram ", disse a treinadora.

A seleção brasileira entrou focada no primeiro quarto da partida e equilibrou o placar durante boa parte do primeiro tempo mas no segundo as chilenas conseguiram abrir uma vantagem e venceram por 30 a 20. A partir do terceiro período, a equipe do Chile mostrou mais experiência em quadra e finalizou 53 a 43. Nos momentos finais, mesmo entrando com espírito competitivo, as brasileiras não tiveram mais chances e acabaram sendo superadas. 

O vice-campeonato embala o início de uma nova era para o basquete brasileiro. "Tenho certeza que o nosso título e o da equipe masculina, que foi campeã na Venezuela, enche de esperança os treinadores. Isso significa novos tempos para a nossa modalidade, em termos de apoio e tudo que estamos tendo. Espero que esses resultados interfiram nas próximas competições de base", ressaltou Vânia. "A subida ao pódio influencia uma geração de novos praticantes, de pessoas que passam cada vez mais a praticar o nosso esporte”, completou.

"É muito importante a conquista de mais uma medalha sul-americana. Tenho certeza de que daqui a algum tempo o basquete feminino vai voltar a nos dar muitas alegrias. Temos que abraçar essas jogadoras, essa geração. O time, a comissão técnica e a coordenadora Adriana Santos estão de parabéns. Vamos cuidar da base e da transição das jovens atletas para ver o feminino do Brasil brilhar de novo", desatacou o presidente da CBB Guy Peixoto.

Comentário: Nem precisava comentar, porque o texto da CBB fala por si. Parece uma série de piadas, todas de péssimo gosto. Em primeiro lugar, parabéns às jovens jogadoras guerreiras que ainda tem coragem de escolher o basquete feminino como esporte. À elas, nenhuma crítica. Agora, alguém precisa avisar a CBB que medalha de prata em Sul Americano de Basquete Feminino, em qualquer categoria,  não é título e não se comemora, se lamenta. Quando a campanha termina com três derrotas e duas vitórias, quando perdemos para o Equador e duas vezes para o Chile, inclusive a partida final por 22 pontos de diferença, mostra o abismo que está sendo cavado para as categorias de base e para o futuro do basquete feminino no Brasil. Mudanças estruturais precisam ser feitas, mas o que esperar de uma entidade que após um fiasco como esse, publica um texto declarando que essa campanha embala uma nova era para o basquete brasileiro? A quem eles estão querendo convencer? A FIBA? Pode parecer cedo para cobrar a nova administração, que carrega um fardo pesado da gestão anterior,  mas o fato é que ela se candidatou e foi eleita para resolver os problemas, que são gigantes, como nós sabemos,  principalmente no caso do basquete feminino. Então não adianta escrever um texto como esse, tão descolado da realidade, para fingir que está tudo bem. Não está nada bem. O Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de Base deixaram de ser promovidos. Era pouco, durava uma semana apenas, não era o ideal, mas tinha a tradição de revelar novos talentos. Melhor que nada. O ano está acabando e o modelo antigo não foi reativado e nenhum outro equivalente ou melhor foi colocado em prática. A seleção sub-19 não disputou o Mundial de 2017, para  o qual estava classificada, a seleção adulta (pela primeira vez em 58 anos) e a seleção sub-17 não estarão nos Mundiais de 2018, a seleção sub-18 também não vai participar da Copa América e por isso não terá chance de participar do Mundial sub-19 de 2019. Então é preciso perguntar: Como será a nova era do basquete feminino? Como a diretoria da CBB pretende cuidar da base? já que o presidente declarou que vai fazer isso é preciso dizer como vai fazer. Qual o planejamento da CBB para resgastar o basquete feminino? Essa última pergunta é feita já tem muitos anos, mas agora é importante refazê-la porque sabemos que a CBB tem por tradição fazer apenas o que é obrigada oficialmente, ou seja, participar das competições oficiais da FIBA para as quais as seleções estão classificadas. Então às vésperas de cada competição, convoca-se as atletas para treinar algumas semanas, jogar dois ou três amistosos e em seguida coloca-se o time em quadra. Tem sido assim por pelo menos 15 anos. Acontece que o Brasil não está classificado para nenhuma competição oficial de nível mundial até 2019. As atletas das seleções adultas, sub-19 e sub-17 (três gerações) ficarão sem nenhum intercâmbio internacional por tanto tempo? Se nem mesmo uma equipe de novas para intercâmbio local, ótima proposta do presidente da LBF, a CBB conseguiu viabilizar, fica difícil imaginar que uma nova era de glória, comandada por uma comissão técnica com experiência olímpica, cheia de viagens para torneios internacionais está sendo planejada dentro da CBB. Espero estar completamente equivocado.

São José bate Venceslau na prorrogação e força 3º jogo na semifinal do Paulista

A invencibilidade da equipe feminina do São José Basketball em casa foi mantida na noite desta sexta-feira, 9. E esse último triunfo, certamente, foi o mais importante desta série invicta. Com a vitória por 82 a 76 sobre Venceslau, conquistada somente na prorrogação e cercada de muita emoção na reta final, as joseenses se mantiveram vivas na semifinal do Campeonato Paulista de Basquete Feminino. Agora, a série está empatada em 1 a 1. A decisão de quem avança à final é neste sábado, 10, às 17h, novamente em São José dos Campos.

A ala Patty, do Sao José, foi a cestinha da partida, com 22 pontos. A camisa 7  joseense ainda pegou sete rebotes no jogo. Maira com 17 pontos, nove rebotes, 6 assistências, três roubos foi a mais eficiente da partida com 25 de eficiência, outros destaques: Licinara com 13 pontos (6/7 2 pts) e Vitória 12 pontos, 4 rebotes e 4 assistências. Jeane, Isabela, Fabiana Guedes, com 14 pontos cada, as primas Larissa e Clarissa Carneiro com 10 pontos cada foram as principais pontuadoras de Venceslau. Barbara, com 11 pontos e 14 rebotes, deixou a quadra com um duplo-duplo.

Quem avançar nesta semifinal encara Santo André na decisão. O time do ABC, primeiro colocado na fase de classificação, eliminou Catanduva na semi.

O JOGO
São José começou melhor a partida. Com boa defesa e eficiência no ataque, as donas da casa abriram 8 a 0 no placar. Venceslau, cometendo erros na marcação e sem conseguir furar o bloqueio adversário, foi marcar os primeiros pontos com mais de três minutos de jogo, em cobrança de lance livre. Após sair do zero, melhorou e equilibrou a partida. A vantagem aberta pelo São José no começo do período foi importante para terminar o primeiro quarto em vantagem: 20 a 17.

Na segunda parcial, os papéis se inverteram. Quem começou mais eficiente foi Venceslau, que chegou ao empate por 20 a 20 nos primeiros minutos do período e alcançou a virada. São José não manteve o mesmo ritmo do começo da partida. No geral, o segundo quarto foi mais pegado. As donas da casa reagiram durante o período e seguraram pequena vantagem até o fim. Foram para os vestiários com a vitória parcial por 34 a 32.

O terceiro quarto seguiu com o equilíbrio das parciais anteriores. Venceslau conseguiu a virada no placar, mas São José reagiu e passou à frente durante o período. As equipes oscilaram bons e maus momentos no período. Na reta final, as visitantes voltaram a liderar o marcador e foram para os dez minutos finais vencendo a partida por dois pontos de diferença: 52 a 50.

O último quarto reservou emoção até os últimos segundos. Venceslau se manteve à frente nos primeiros minutos, mas com São José sempre na cola. Na metade do último quarto, as joseenses empataram o jogo (61 a 61). As visitantes voltaram a ficar na dianteira, mas por pouca diferença. A dois minutos do fim, Venceslau tinha três pontos a mais. Conforme o cronômetro corria, aumentava a emoção. São José tentava se manter vivo no Paulista, e Venceslau queria garantir a vaga na final. A 20 segundos, o placar anotava 71 a 69 para as visitantes. A seis, porém, São José empatou. Fim do tempo regulamentar: 71 a 71.

Na prorrogação, São José anotou um lance livre e uma cesta de dois pontos logo de cara. Abriu, assim, três pontos de vantagem. As joseenses conseguiram ampliar a diferença para seis, mas logo Clarissa anotou uma bola de três pontos e recolocou Venceslau no jogo. Nos segundos finais, São José voltou a ampliar e fechou o jogo com a vitória por 82 a 76.
·           
                07/11 - 20h - Venceslau 61 x 59 São José - Presidente Venceslau
·            10/11 - 20h - São José 82 x 76 Venceslau - São José dos Campos
 11/11 - 17h - São José x Venceslau - São José dos Campos


Fontes: Globo Esporte - Vale do Paraíba, Danilo Saldanha e FPB
Vídeo: Página Basquete Venceslau

Vídeo: Semifinal Sul-Americano Sub-14 - Brasil 53 x 44 Colômbia

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Transmissão ao vivo: Final Sul Americano Sub-14 - Brasil x Chile

Seleção Sub-14 chega na final do Sul-Americano

A Seleção Brasileira Sub-14 Feminina mostrou sabedoria e garra em quadra e vai decidir o título do Campeonato Sul-Americano da categoria que está sendo disputado em Popayan, na Colômbia. Na noite desta quinta-feira (dia 9), pela fase semifinal, em uma partida emocionante o Brasil superou as donas da casa por 53 a 44 (25 x 25 no primeiro tempo).

Com a vitória, nossas meninas enfrentam, hoje (10), a seleção do Chile em busca de mais um título para a base do Brasil.

Bom desempenho de Izabella Nicoletti e Izabel Varejão em estreia nos Estados Unidos


O time do colégio Neuse Christian, onde jogam as brasileiras Izabella Nicoletti e Izabel Varejão, fez sua estreia na temporada 2017/2018 do Campeanato Colegial Americano.

Essa é a última temporada de Izabella, antes de ingressar em Florida States para disputar a Liga Universitária - NCAA.

As brasileiras jogaram muito bem e foram fundamentais para a vitória da equipe por 59 x 33 Fayetteville Academy. Izabel anotou 16 pontos e 16 rebotes e Izabella Nicoletti marcou 23 pontos, 8 assistências, 8 rebotes e 4 roubos de bola.


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

LBF cresce e oitava edição terá nove equipes


A oitava edição da LBF CAIXA, que inicia em janeiro, já tem seus participantes definidos. Serão nove equipes – três a mais que na temporada anterior – disputando o principal título do basquete feminino brasileiro.

A novidade é a chegada de quatro novas equipes – Poty/BAX/Catanduva, Funvic/Ituano, São Bernardo/Instituto Brazolin/Unip e Vera Cruz Campinas. Somam-se a elas cinco agremiações que disputaram a última edição do nacional – Blumenau, Presidente Venceslau, Sampaio Basquete, Santo André/APABA e Uninassau Basquete, atual vice-campeão.
“Acredito que o planejamento contribuiu para que pudéssemos ter o aumento no número de equipes mesmo em um cenário desfavorável economicamente e da modalidade. As equipes conseguiram se organizar, e aquelas que não conseguiram para a temporada 2018, com certeza estarão nas próximas”, comemorou Ricardo Molina Dias, presidente da LBF.
Campeonato
O lançamento da LBF CAIXA 2018 acontece em 12 de dezembro, na CAIXA Cultural, em São Paulo (SP). A bola subirá em janeiro para a primeira fase do campeonato, que terá 18 rodadas em dois turnos para definir quem avança para as quartas de final. Cada série desta primeira etapa dos playoffs será decidida em até três confrontos, assim como nas semifinais. A grande decisão, por sua vez, terá série “melhor de cinco”.
O Jogo das Estrelas acontecerá ao final da primeira fase e será na casa do primeiro campeão da LBF, Santo André. A quarta edição do ‘JdE’, em 8 de abril, terá como grande atração o primeiro torneio de enterradas da história da LBF CAIXA.
Presidida por Ricardo Molina Dias e baseada nos pilares de transparência, planejamento e contrapartidas, a LBF terá diversas novidades para 2018. Entre elas, estão a transmissão 100% via web de todas as partidas do campeonato, incluindo fase de classificação e playoffs (haverá também transmissão em TV aberta e fechada), o primeiro torneio de enterradas no Jogo das Estrelas, que será realizado em abril, além de apoio em capacitação aos clubes e atletas com o LBF Academy e o LBF Financeiro.
A Liga também oferecerá subsídios às equipes, como o pagamento integral das taxas de arbitragem, o auxílio parcial da logística, além do fornecimento total de bolas para o campeonato. A Wilson NCAA Gameball, anunciada em outubro, será a Bola Oficial da Liga. Com o objetivo de ampliar a visibilidade da competição, cada clube deverá cumprir uma série de medidas que também deverão elevar o nível da LBF CAIXA 2018.
Confira abaixo a lista completa das equipes:
Blumenau – O atual campeão catarinense retorna para sua segunda participação consecutiva no nacional, a terceira desde 2010. Em 2011/2012, a equipe chegou até as quartas de final do torneio, já com João Camargo Neto no comando.
Funvic/Ituano – Mais um estreante, a equipe terá sede em Itu (SP) e contará com o comando de um velho conhecido da modalidade, o medalhista olímpico Antonio Carlos Barbosa, bronze em Sydney-2000, duas vezes finalista da LBF e com passagens na Liga por Ourinhos e Maranhão Basquete.
Poty/BAX/Catanduva – A equipe fundada neste ano já conquistou os Jogos Regionais e alcançou as semifinais do Campeonato Paulista, treinada por Fernanda Hartwig. A cidade-feitiço volta ao nacional após seis anos, quando teve uma representante que chegou às semis da LBF em 2011 e 2012. A cidade foi campeã Brasileira em 2009/2010.
Presidente Venceslau – A equipe do oeste paulista, comandada pelo técnico Flavio Prado, está na LBF CAIXA desde a temporada 2014/2015. Atual vice-campeão paulista, buscará reviver a boa campanha da temporada inicial, quando alcançou as quartas-de-final do torneio.
Sampaio Basquete – O representante do Maranhão vem para sua terceira participação seguida. Campeão logo na temporada de estreia, o tubarão ficou na fase semifinal da LBF CAIXA 16/17. A ídolo Iziane, melhor jogadora das finais em 2015/16, assumiu a diretoria técnica da equipe e tem a missão de montar o novo elenco e comissão técnica da Bolívia querida.
Santo André/APABA – O primeiro campeão da LBF é também a única equipe a participar de todas as edições desde 2010. Atual campeão e de novo finalista do Campeonato Paulista, a equipe do técnico Bruno Guidorizzi se reforçou bem em 2017, com destaque para a ‘repatriação’ da cubana Ariadna, campeã pela equipe em 2010 e que estava no Uninassau.
São Bernardo/Instituto Brazolin/Unip – A equipe do ABC paulista faz sua estreia no LBF CAIXA, sob o comando do técnico Mauro Bassoli. Fundado em 2015, o projeto trouxe a modalidade de volta à cidade após sete anos e, desde então, já conquistou o título da série A-2 e obteve bons resultados na elite do Campeonato Paulista.
Uninassau Basquete – A equipe pernambucana vem para sua quarta temporada, tendo sido finalista em 2014/2015 e terceira colocada na temporada seguinte, sob o nome Uninassau/América. No comando, segue o campeão Roberto Dornelas, que venceu a Liga em 2013 ainda pelo Sport e que conduziu a equipe a mais uma final na temporada passada.
Vera Cruz Campinas – Apesar de estreante, a equipe traz uma direção já vitoriosa na competição. No comando, está o atual campeão do LBF CAIXA, Antonio Carlos Vendramini, que ao todo tem três troféus da Liga. A ala tetracampeã Karla será a responsável pela liderança em quadra.
A CAIXA é a patrocinadora oficial da Liga de Basquete Feminino, organizadora da LBF CAIXA. A competição tem a bola oficial da Wilson, a chancela da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e o apoio do Ministério do Esporte.
Fonte: Terra

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Venceslau vence a primeira partida na semifinal do Paulista

A equipe do Venceslau Basquete saiu na frente na série melhor de três partidas pela semifinal do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina. Na noite desta terça-feira (7), no ginásio da Uniesp, em Presidente Venceslau, derrotou o São José por 61 a 59 (23 a 21 no primeiro tempo). Agora, por ter feito a melhor campanha na fase de classificação, o São José vai jogar em seu ginásio, em São José dos Campos. O próximo jogo será sexta-feira (10).

Depois de um susto no primeiro período, quando perdeu por 11 a 5, o time dirigido pelo técnico Flávio Prado fez um parcial de 16 a 5 no segundo período para fechar o quarto em 18 a 10 e a primeira etapa do jogo na frente por apenas dois pontos: 23 a 21.

Apesar de perder o terceiro período por 22 a 23, o time de Venceslau, apoiado pela sua torcida, venceu o quarto período por 16 a 15 e fechou o jogo com uma vitória por três pontos: 61 a 59.

Bárbara Souza, com 18 pontos, 14 rebotes e duas assistências, foi o principal destaque de Venceslau. Izabela Andrade, com 18 pontos, cinco rebotes e Fabiana Guedes, com 13 pontos e 11 rebotes, também se destacaram pelo time da casa.

Maila Daiane, com 19 pontos, cinco assistência e quatro rebotes foi o principal destaque de São José, seguido por Vitória Marcelino, com13 pontos, 13 rebotes e duas assistências e Maira Andrade (12 pontos, dois rebotes e uma assistência), foram os outros destaques do time do Vale do Paraíba. 

Fase do Play Off – Semifinal

São José basket 0x1 Basquete Venceslau
Dia 7/11

Jogo 1, em Presidente Venceslau – Venceslau 61 x 59 São José

Dia 10/11

20 horas, em São José dos Campos – São José x Venceslau

Dia 11//11

20 horas, em São José dos Campos – São José x Venceslau*

*Se necessário

Santo André é finalista do Paulista


A equipe do Santo André/Apaba é a primeira finalista do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina da Série A-1 de 2017. A exemplo do que aconteceu no ano passado, o time do ABC chega à final e vai brigar pelo bicampeonato com o vencedor de São José e Venceslau, cuja série melhor de três começa na noite desta terça-feira (7), em Presidente Venceslau.

Na noite desta segunda-feira (6), em Santo André, o time dirigido pelo jovem técnico Bruno Guidorizzi, derrotou o Poty/Bax/Catanduva, por 87 a 49 (43 a 23 no primeiro tempo), fez 2 a 0 na série melhor de três e garante vaga na final. No primeiro jogo em Catanduva, o atual campeão paulista fez 1 a 0, com uma vitória por 72 a 46.

A cubana Ariadna Felipe foi o grande destaque do Santo André. Além de marcar 21 pontos, pegou 14 rebotes, deu sete assistências e ainda recuperou três bolas. A cestinha da equipe foi Jaqueline Silvestre, com 23 pontos, além de quatro rebotes, quatro assistências e duas bolas recuperadas; Silvinha Gustavo (15 pontos, sete rebotes, cinco assistências e uma bola recuperada) e Debora Rocha (15 pontos, quatro rebotes, duas assistências e uma bola recuperada), foram os outros destaques. No total, Santo André pegou 58 rebotes, sendo 22 ofensivos.

A equipe de Catanduva, que entrou na série desfalcada da cestinha da equipe, Thaissa Frediani, lutou muito, mas não conseguiu equilibrar o jogo diante do poderio do time do ABC. Gabriela Santos, com 16 pontos e 10 rebotes, foi o principal destaque do time de Catanduva, seguido por Milena Santos (9 pontos, 10 rebotes e duas assistências), Natalia Burian (9 pontos, cinco rebotes, quatro assistências e três bolas recuperadas) e Fernanda Santana (9 pontos e cinco assistências). No total, Catanduva pegou 33 rebotes, sendo 5 ofensivos.

A série entre São José e Venceslau começa em Presidente Venceslau porque o time de São José, na penúltima rodada, ganhou o direito de decidir à vaga em seu ginásio.

O técnico de Santo André, Bruno Guidorizzi, não tem preferência. Pelo contrário. O que vier de adversário será tratado como adversário muito difícil. “Acho que não tem que escolher. Temos que entrar na quadra, independente quem vier será o mais difícil. Enfrentar quem classificar para jogar forte para dar o bicampeonato para Santo André”, afirmou.

A jogadora Silvinha Gustavo, estava muito feliz pela classificação, ela que foi um dos destaques da equipe de Santo André. “Realmente estou muito feliz pelo resultado da equipe. Pela maneira que estamos jogando. Agora temos alguns dias para continuar nossa preparação para a final. Vamos acompanhar as partidas de São José e Venceslau e se preparar para quem se classificar. Preferência? Bem gostaria de fazer uma final contra minha irmã Karen. Adoro como nossa família iria ficar dividida”, disse Silvinha, ao se referir a jogadora de Venceslau.

Pela rede social, Natalia Burian, capitã e diretoria da equipe do Poty/Bax, agradeceu a todos pelo início do projeto. "Chegamos ao fim do Campeonato Paulista. Queria agradecer a todos que fizeram com que este sonho saísse do papel. Agradeço a todos os torcedores que sempre foram no ginásio a apoiar nossa equipe. Alguns torcem contra o projeto, mas temos muitas pessoas que torcem e querem o bem. Agora é trabalhar e continuar a nossa caminha. Desistir jamais. Hora de erguermos a cabeça e seguirmos a nossa jornada", afirmou Natalia.



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Seleção sub-14 estreia com derrota no Sul-Americano

O Brasil foi superado pelo Equador por 45 a 40 na primeira rodada do Campeonato Sul-Americano Sub-14 Feminino, que está sendo realizado em Popayan, na Colômbia. 

Nesta terça-feira (dia 7), a seleção brasileira, volta à quadra para enfrentar o Chile, às 16h de Brasília. 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Tainá estreia como cestinha em partida da Liga Portuguesa

A armadora Tainá Paixão enfim estreou na Liga Portuguesa.

Com problemas de ordem burocrática, a brasileira só conseguiu viajar na última semana.

Recém chegada, já participou da sexta rodada da competição.

A missão não é fácil. Seu novo time, o Olivais, é o lanterna do campeonato e deixou de participar da competição de abertura da temporada (a Taça Victor Hugo) por problemas financeiros.

Na estreia de Tainá, o clube conheceu sua sexta derrota. A armadora teve 15 pontos, mais 3 rebotes, 3 recuperações e 3 assistências contra o Acadêmico (54-46).


domingo, 5 de novembro de 2017

Brasileiras na Europa

Espanha

1ª Divisão 

Avenida 69 x 54 Araski
Érika (Avenida): 13 pontos e 13 rebotes

Girona 66 x 72 Gipuzkoa
Nádia (Girona): 16 pontos e 9 rebotes

Campus Promete 68 x 62 Estudiantes
Tatiane (Estudiantes): 3 pontos em apenas 2 minutos.


2ª Divisão

Gijón 56 x 57 Barça
Izabella Sangalli (Gijón): 21 pontos, 13 rebotes e 4 assistências

Gran Canaria 63 x 62 Valência
Ramona (Valência): 11 pontos (2/7 nos arremessos de quadra)

Portugal

União Sportiva 68 x 53 Ovarense
Raphaella Monteiro (Sportiva): 10 pontos e 9 rebotes
Letícia Rodrigues (Sportiva): 4 pontos e 8 rebotes

França

Carollo Flammes/Charleville 68 x 35 Mondeville
Clarissa (Charleville): 4 pontos e 4 rebotes

Euroliga

Avenida 62 x 67 Yagu (TUR)
Érika (Avenida): 6 pontos

Eurocopa

Girona 81 x 68 Gernika (ESP)
Nádia (Girona): 14 pontos e 14 rebotes

Carollo Flammes/Charleville 88 x 78 DVTK (HUN)
Clarissa (Charleville): não jogou


Sara Rodrigues e Brenda Silva recebem convites de Universidades dos Estados Unidos

As brasileiras Brenda Silva (17 anos – 1,88m) e Sara Rodrigues (17 anos – 1,91m) participaram no meio deste ano de um período de dois meses de treinamentos e jogos amistosos nos Estados Unidos, no JYD Basketball Club, localizado da cidade de Tulsa.

Trata-se de um projeto coordenado pelo treinador Rick Karr, técnico com mais de 20 anos de carreira, seis temporadas atuando na Divisão I da NCAA e que desde 2011 trabalha na preparação e desenvolvimento de jovens atletas com potencial para o basquete universitário.

A temporada nos Estados Unidos rendeu bons frutos para as atletas do Brasil. A carioca Brenda (revelada pelo projeto Mangueira do Futuro) foi convidada e adicionada ao elenco de Cowley Tigers da cidade de Arkansas, onde já disputou três jogos na NJCAA, acumulando médias de 14 pontos e 4,7 rebotes.


Sara é integrante da equipe de Guarulhos e recebeu convites de três universidades da Divisão I da NCAA para participar da temporada 2018/2019. São elas, Tulsa Hurricane, San Diego e Oklahoma State.

Nos vídeos abaixo podemos conferir o bom desempenho das brasileiras atuando pelo JYD Basketball:



sábado, 4 de novembro de 2017

Equipe com três brasileiras no elenco faz sua estreia na NJCAA


A equipe Highland College Comunity conta com três brasileiras no elenco: a armadora Niccolly Ramalho (20 anos – 1,65m), a ala Mariane Carvalho (20 anos – 1,85m) e a ala/pivô Maria Alcântara (20 anos – 1,82m).

Na última quinta-feira (01/11) o time fez sua estreia na NJCAA (National Junior College Athletic Association) vencendo Saint Mary pelo placar de 121 x 50, em partida válida pela Conferência da região de Kansas.

A cestinha da partida foi Mariane com 27 pontos (4/7 3pts) e 12 rebotes, a ótima armadora Niccolly anotou 16 pontos e 4 assistências e a reserva Maria Alcântara contribuiu com 9 pontos.

Santo André vence Catanduva e está perto da final do Paulista



A equipe do Santo André/Apaba, atual campeão paulista, começou bem rumo ao bicampeonato. Na noite desta sexta-feira (3) em Catanduva, derrotou o Poty/Bax/Catanduva por 72 a 46 (40 a 24 no primeiro tempo), na primeira partida da série melhor de três pela semifinal do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina. O segundo jogo será na próxima segunda-feira (6), as 19h30, no ginásio Pedro Dell’Antonia, em Santo André.

A partida de Catanduva começou cum uma hora e meia de atraso devido às chuvas na cidade. Quando começou, o time de Santo André dominou às ações já no primeiro período quando fez 18 a 22. Mantendo o ritmo forte na defesa e nos contra-ataques, o representante do ABC fez uma parcial de 22 a 12 no segundo período e fechou a primeira etapa do jogo em 40 a 24.

Mesmo contando com os desfalques de Thaissa e Sara, a equipe de Catanduva partiu para a reação. Fez um terceiro período aguerrido e ficou atrás apenas dois pontos: 14 a 12.

Apesar do esforço defensivo e atuando com apenas duas jogadoras no banco, o time de Catanduva resistiu ainda no quarto período, apesar de ser superado por 18 a 10 e fechar a partida em 72 a 46.

Com 22 pontos, oito rebotes e duas assistências, Jaqueline Silvestre foi o principal destaque de Santo André, seguido por Ariadna Felipe, com 18 pontos, seis rebotes e três bolas recuperadas. Outro destaque foi Silvinha Gustavo, com oito pontos, 11 rebotes e uma bola recuperada. Debora Costa também contribuiu com oito pontos, 10 rebotes e quatro assistências. O time todo pegou 48 rebotes, sendo 11 ofensivos.

Pelo lado de Catanduva, o maior destaque foi Tatiana Conceição, com 17 pontos e seis rebotes. Natalia Burian, com 14 pontos, seis rebotes, quatro bolas recuperadas e uma assistência, foi outro destaque catanduvense. O time pegou 32 rebotes, sendo 10 ofensivos.

O técnico Bruno Guidorizzi, de Santo André, gostou da vitória. “Vitória fora de casa nunca é fácil, principalmente em playoff. Catanduva fez jogo duro conosco,. Conseguimos bastante equilíbrio para cumprir as determinações táticas e conseguir dar o primeiro passo rumo às finais”, disse o treinador de Santo André.


Fase do Play Off – Semifinal


Santo André/Apaba 1 x0 Poty/Bax/Catanduva

Dia 3/11
Em Catanduva – Catanduva 46 x 72 Santo André

Dia 6/11
19h30, em Santo André – Santo André x Catanduva
Dia 7/11
19h30, em Santo André – Santo André x Catanduva*



São José basket x Basquete Venceslau
Dia 7/11

20 horas, em Presidente Venceslau – Venceslau x São José

Dia 10/11

20 horas, em São José dos Campos – São José x Venceslau

Dia 11//11

20 horas, em São José dos Campos – São José x Venceslau*

*Se necessário

Campinas BF já está formando elenco para LBF

A recém-criada equipe do Campinas Basquete Feminino, que vai debutar na edição de 2018 da Liga de Basquete feminino (LBF), já está trabalhando na montagem do seu elenco. Usando as suas redes sociais oficiais, a equipe campineira, que terá o comando do experiente e competente técnico Antonio Carlos Vendramini, já anunciou a chegada de cinco atletas: a armadora argentina Melissa Gretter (ex-Corinthians/Americana), a ala/pivô Aline Moura (ex-Time Jundiaí), a pivô Mariana Dias (ex-Time Jundiaí), a ala/armadora Carla Lucchini (ex-Time Jundiaí) e a também armadora Ana Carolina (ex-Corintians/Americana).

Além destas atletas anunciadas, a experiente Karla Costa, que também defendeu a extinta equipe de Americana na temporada passada, vestirá a camisa do Campinas Basquete Feminino. A ala/armadora, no entanto, atuará em duas frentes, dentro de quadra e também na parte administrativa, ocupando a função de presidente da equipe.

Fonte: Databasket

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Frutos de projetos sociais, Pernambuco conta com duas atletas na seleção sub 14

Depois da frustrante ausência da seleção feminina no campeonato mundial que será realizado em 2018, muito se falou em começar tudo do zero, focar na base, e trabalhar uma seleção para daqui a 6 ou 8 anos.  Com essa mentalidade, no próximo dia 6, um grupo de meninas de ate 14 anos representarão o Brasil no campeonato sul americano da categoria.
                            
Dentre as 12 que confirmaram presença, destacam-se 2 pernambucanas que vieram de projetos sociais da cidade do Recife: Mariana e Jamily.



Atletas pernambucanas na selecao sub 14 (Mariana e Jamily)



Jamily (1,78m) é pupila da consagrada Adriana Moises Pinto. Menina do humilde bairro de Aguazinha, em Olinda, a ala-pivo vem sendo trabalhada pela armadora desde a época do America - PE. A partir de 2016, passou a integrar o projeto Adrianinha Basketball, que atualmente conta com mais de 200 crianças e já trouxe para Recife uma clinica na NBA Jr.


Clinica NBA Jr em Recife



"Jamily sempre se destacou pela forca física e vontade de crescer. Ela adora treinar e sempre muito atenta para receber dicas que ajudarão a torná-la uma grande atleta", diz Adriana.

Através de seu basquete, Jamily conseguiu uma bolsa completa de estudos em um dos melhores colégios de Recife, o Anglo.

Sub 14 do Adrianinha Basketball



A jovem atleta foi convocada graças a um intercambio do projeto pernambucano com o Bradesco/Osasco. Se não tivesse havido essa visita, certamente a comissão técnica da seleção não teria conhecido o talento da pernambucana.


Intercambio do Adrianinha Basketball e Bradesco Osasco




Mariana, também conhecida como Mari Monstro, tem 13 anos e desde os 8 é destaque em todas os torneios que participa. Fruto do projeto Nosso Clube, um dos principais da cidade, ela e titular absoluta das categorias sub 14, 15, 16 e 17.





Mari diz que seu apelido se deve a sua forma de se comportar na quadra. Suas companheiras de clube dizem que sua atitude em quadra "dá medo as adversárias", e, segundo elas, quem dá medo é MONSTRO! 

Assim como Jamily, Mari e de origem humilde e já conta com uma bolsa de estudos para garantir sua formação.



Sub 14 do Projeto Nosso Clube


Com objetivos em comum, o Adrianinha Basketball e Nosso Clube, lutam juntos em busca de apoios para continuarem a manter seus projetos, e tornarem-se cada vez mais fortes. Sem duvidas, a convocacao de suas atletas motivaram ainda mais seus mentores, e as demais atletas de outras categorias.



Adrianinha Basketball e Nosso Clube: trabalho conjunto em prol do desenvolvimento do basquete


O campeonato sul americano sub 14 será realizado de 6 a 10 de novembro em Popayan, na Colômbia.