sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ENTREVISTA – Silvinha Luz, por Paulo Roberto

assistência Depois de tanto tempo acompanhando o basquete feminino, algumas vezes constato –meio surpreso- que acompanhei quase toda a trajetória de uma determinada atleta. Sílvia Andrea dos Santos Luz é um desses casos. Prestes a completar 35 anos (em 05 de março), ela continua sendo a Silvinha para mim e para grande parte do público que acompanha basquete. A mesma menina que aos 18 anos foi recrutada por Miguel Ângelo da Luz e fez sua estréia com a camisa da seleção brasileira no Sul Americano de Cochabamba (1993). No ano anterior, Silvinha havia sido um dos destaques da seleção juvenil, que bateu os Estados Unidos na Copa América da categoria. No mesmo ano de 1993, a ala jogou a Copa América Adulta, e daí vem minha lembrança mais remota dela: alguns arremessos certeiros (algo desajeitados ainda, é verdade) na eletrizante partida em que a seleção bateu os Estados Unidos no Ibirapuera (99-92, na prorrogação). A jovem chegou a treinar com o time que conquistou o Mundial (1994), mas teve seu grande momento dois anos depois, quando conquistou uma vaga no grupo que foi prata nas Olimpíadas de Atlanta (1996). Teve atuações marcantes na competição, aos 21 anos. Se o jogo da ala só evoluia nos torneios internos, com uma série de conquistas em Campinas, Americana, no Fluminense e no Paraná (onde formou um trio fantástico com as irmãs Helen e Cíntia), o brilho na seleção ficou algo opaco com a troca no comando da comissão técnica. Muitas vezes improvisada na função de armadora, Silvinha não rendia tanto. O auge do desgaste se deu em 2003, quando a atleta pediu dispensa da seleção brasileira, deixando no ar a pergunta “Como posso trabalhar e me dedicar ao máximo com um profissional que não confia no meu basquetebol?”. Quando o mercado interno do basquete feminino se sucateou, a ala buscou refúgio na Espanha, onde construiu sólida carreira e foi fundamental na chegada do Rivas à Primeira Divisão. A última passagem no Brasil foi em 2006, quando jogou um basquete de altíssimo nível na saudosa Ponte Preta (de Maria Helena Carodoso), vice-campeã estadual. Em 2009, a ala defendeu o Cadí e depois ficou sem clube num mercado espanhol cada vez mais contraído. Silvinha acabou jogando o Sul-Americano de Clubes pelo UTE, do Equador. Depois disso, voltou ao Brasil e ficou inativa. A chance de voltar apareceu no início de 2010, graças a um convite da sueca Anna Barthold, com quem Silvinha jogava na Espanha. Anna a trouxe para o Sundsvall Saints, da fria Suécia (país emergente no basquete feminino e tema de duas extensas recentes reportagens da FIBA Europa: Parte1/Parte2). A estreia da ala por lá pode ser resumida pelo apelido dado à jogadora pela imprensa local: “Rainha Sílvia da Suécia”, uma referência à mulher do rei Carlos Gustavo, nascida na Alemanha, mas que passou a infância no Brasil. Essa nova fase na vida de Silvinha empolgou seus saudosos fãs. E um deles: o meu amigo Paulo Canepa é o responsável pela entrevista que se segue, na qual Silvinha fala dessa experiência, de seleção e da vontade de jogar no Brasil.  ensaiando a jogada
Atualmente você está atuando na Suécia, mas tivemos poucas notícias a seu respeito na temporada de 2009. Sabemos que você jogou na Espanha até abril e teve uma passagem pelo Equador no meio do ano. Fale um pouco sobre sua rotina na última temporada?
Isso mesmo, minha última atuação foi no Campeonato Sul-Americano de Clubes no Equador. Depois fiquei esperando para voltar à Europa, mas foi um ano difícil e complicado financeiramente para muitos clubes europeus. Conversei também com clubes no Brasil, mas não obtive respostas. O bom disso foi que deu pra curtir um pouco mais minha família e passar Natal e Ano Novo no Brasil, porque estava fora há muitos anos. Nunca fiquei parada porque sabia que a qualquer momento algo poderia surgir. Fiz muita academia, corrida, treino de arremesso e personal com meu irmão Neco Luz.
Após várias temporadas fora do Brasil, você encontrou as brasileiras que disputaram o Sul-Americano interclubes no ano passado. Como foi a experiência? 
Foi mais uma experiência importante em minha vida. Tudo foi muito válido: conheci outras pessoas, outro tipo de basquete e outra cultura. Mas ainda em termos de Sul-Americano o Brasil está muito à frente.
Encontrei as brasileiras e tudo que é do nosso país me dá muita saudade. Mas infelizmente nem sempre as coisas são como gostaríamos. Tenho que correr  atrás do meu trabalho. Vou onde precisam de mim.
Silvia e Anna Quais são suas primeiras impressões sobre a Liga Sueca? Como está sendo essa nova experiência em sua carreira?
Fui convidada pela minha amiga sueca Anna Barthold, que jogou comigo na Espanha. Estou aqui desde janeiro. Fiquei quatro partidas aguardando o visto de trabalho e pude notar que os jogos eram num ritmo intenso. Quando fiz meu primeiro jogo,  percebi que estava certa. A maioria das equipes conta com  jogadoras muito rápidas e isso deixa o jogo muito dinâmico e veloz. O jogo aqui está mais concentrado na velocidade e dinamismo que no jogo tático e cadenciado de outros países da Europa. As suecas são jogadoras de muita intensidade, rápidas e fortes. A maioria é jovem e falta um pouco mais de experiência, mas cada equipe tem duas estrangeiras e atletas da comunidade européia, o que aumenta o nível da competição.
O que você achou mais interessante no país e qual está sendo sua maior dificuldade de adaptação?silvinha na neve
A Suécia é um país pequeno, com uma estrutura muito boa, onde tudo funciona bem. A educação é gratuita até o máximo nível de graduação. A saúde é igual para todos e funciona muito bem. O governo se preocupa com a qualidade de vida de todas as pessoas. Minhas maiores dificuldade aqui são o idioma e, com certeza, o frio. Estou esperando a primavera, porque dizem que o país é outro sem a neve.
É possível que o novo treinador da seleção brasileira feminina seja o espanhol Carlos Colinas. Além disso, recentemente a CBB firmou um acordo de intercâmbio com a FEB. Com a experiência de quem jogou seis temporadas seguidas na Espanha, me responda: O que o basquete espanhol tem para ensinar ao basquete brasileiro?
Hoje o basquete espanhol tem com certeza um dos melhores e mais estruturados campeonatos do mundo. Cada equipe tem pelo menos duas estrangeiras, além de três ou quatro atletas da comunidade européia. Isso deixa a competição com um nível muito forte. Cada país tem suas coisas boas e ruins. Sempre existem coisas novas para aprender com outras escolas, mas cada um tem a sua filosofia.
bandeja Recentemente ocorreram várias mudanças de comando no basquete feminino. Isso incentivou o retorno de algumas atletas que estavam afastadas da seleção brasileira, como por exemplo, a Claudinha em 2007, sua irmã mais velha, Helen Luz, e a Alessandra, em 2009. Qual sua opinião sobre essas mudanças e o retorno das atletas à seleção?
Já são sete anos longe da seleção. Não estou acompanhando de perto, mas  fiquei muito feliz com a entrada da Hortência no comando do basquete feminino. Trabalhei com ela muitos anos em clubes e sei da sua seriedade. Tenho certeza que ela fará o possível e o impossível para reerguer a modalidade. A volta de minhas companheiras foi muito importante, pois são jogadoras de alto nível, experientes e que sempre fizeram de tudo pelo basquete e pelo nosso país, mas ao mesmo tempo me preocupa, porque estamos carentes de novas jogadoras com nível de seleção.
Você teve contato com a Hortência, depois que ela assumiu o cargo de diretora do recém criado Departamento Feminino na CBB? E com o presidente Carlos Nunes? 
Não tive nenhum contato, mas tenho acompanhado tudo pela internet. Não conheço o Sr. Carlos Nunes, mas ele já tem meu respeito pelo fato da Hortencia confiar nele. Desejo sucesso a todos e estarei sempre na torcida.
As razões pelas quais você pediu dispensa da seleção brasileira em 2003 ainda existem ou já estão superadas? As mudanças de comando que aconteceram recentemente tornam possível sua volta à seleção ou você considera que seu ciclo já foi encerrado? 
Gostaria de ter saído de outra forma, mas eu não vivo do passado, por isso, com certeza está tudo superado. A vida continua e sou feliz por poder fazer o que mais gosto na vida que é jogar basquete, seja onde for. O ciclo de um atleta termina quando ele já não se sente capaz de desempenhar sua função na equipe. Ainda me sinto muito capaz, mas, quanto à seleção, não sei se seria possível minha volta, pois estou distante há muito tempo.235b
Está previsto para esse ano a primeira edição da versão feminina da NBB. Você gostaria de voltar a atuar por clubes brasileiros ou pretende continuar pela Europa mais alguns anos?
Tenho contrato com o Sundsvall Saints até maio. Gostaria muito de voltar a jogar no Brasil e trazer comigo minha amiga Anna, que me trouxe à Suécia. Quero retribuir o que ela fez por mim. Este tempo que estive no Brasil conversei com alguns clubes. Mas duas equipes que seriam formadas para participar do último Nacional acabaram não saindo do papel. Depois estava praticamente certo para eu jogar em outro clube, mas o elenco já estava completo. Enfim, espero que com essa nova liga as coisas mudem e todas nós que estamos atuando na Europa possamos voltar ao nosso país.
Bate bola: 
Uma cesta inesquecível: Uma recente aqui na Suécia. A partida estava empatada e quase estourando o tempo fiz uma cesta de três.
Um título inesquecível: Em clubes, os  Nacionais de 1998, com o Fluminense, e de 2000, com o Paraná e o Paulista de 2002, por Americana. Na seleção, as duas medalhas olímpicas: Atlanta (1996) e Sydney (2000).
 Uma equipe inesquecível: Paraná.
Uma seleção inesquecível: a seleção de Atlanta em 1996.
Melhor atleta que jogou com você: Foram muitas, mas Paula e Hortência são únicas
 Melhor atleta que jogou contra você: As duas novamente.
Melhor momento na seleção brasileira: minha estréia olímpica em Atlanta.

25 comentários:

Anônimo disse...

VOLTA SILVINHA!!!!

Anônimo disse...

A Silvinha está cada vez mais parecida com a irmã Cinthia!!!

LETÍCIA disse...

SILVINHA BOA SORTE!!!

HORTENCIA FICA ESPERTA!!

Anônimo disse...

Todos sabiam que a Silvinha não voltaria à seleção enquanto o Barbosa fosse o técnico, mas achava que ela voltaria quando o Paulo Bassul assumiu. A seleção ainda precisa de uma ala-armadora da categoria da Silvinha. Porque a Hortência não chama ela de volta?

Anônimo disse...

A Sil é incrivel!! Excepcional atleta, dedicada, trabalhadora, boa de grupo.... Mesmo experiente, ela parece uma menina em quadra... e como amiga ela consegue ser mais incrível ainda... Ponderada, divertida, alegre, companheira... Torcemos sempre por ti!!! Bjao e muito sucesso...
owww Rainha Hortencia, fica de olho na Rainha Silvia.. rs...

Leonardo Rodrigues disse...

Poxa...

Pode parecer bobagem, mas fiquei arrepiado com essa entrevista, sou fã da Silvinha e ela é um dos símbolos da incompetência administrativa e descaso com o basquete feminino que imperou na antiga administração da CBB, que desperdiçou uma geração incrível colocando a seleção nas mãos do Barbosa. Tínhamos potencial pra muito mais que uma medalha de bronze olímpica.

Enfim... Sorte Silvinha!

Paulinho disse...

Bert,


Lindo texto, como sempre!


Obrigado mais uma vez pelo espaço confiado a uma atleta única como a Silvinha Luz, ela merece todo carinho, atenção e respeito dos torcedores e de nossos dirigentes.

Eu também comecei a acompanhá-la em 1993, no timaço da Ponte Preta. É impressionante o trabalho da Maria Helena, mesmo com aquele elenco espetacular, ela conseguia dar espaço às juvenis da equipe, completamente diferente do que acontece hoje, mas foi em Atlanta 1996 que virei fã de carteirinha ao assistir a semi-final contra Ucránia, com vários contra-ataques e assistências espetaculares entre a dupla Silvinha e Paula, narrados pelo Luciano do Valle.

Com o fim da "Era Barbosa" ainda acredito no retorno dela à seleção brasileira, afinal de contas a posição de ala-armadora é um dos principais problemas da equipe, mesmo não sendo acompanhada de perto, sabemos que a Silvinha vive um grande momento em sua carreira.

Creio que ela não negaria um pedido pessoal da Hortência, vamos torcer para que isso aconteça em breve!!!

fe disse...

"O jogo aqui está mais concentrado na velocidade e dinamismo que no jogo tático e cadenciado..."

se tivesse em alguma equipe aqui do Brasil, alguns leitores desse blog diriam que ela pertence a um time corre-corre doido...pq será que tudo lá fora é mais respeitado??

volte volte volte!!!

Anônimo disse...

Silvinha joga para equipe, com muita competência, eficiência e visão de jogo, bem diferente do perfil que vem sendo valorizado nos clubes e na seleção brasileira. Atletas que chutam a esmo, que fazem 25 pontos por partida, mas na maioria das vezes, suas equipes saem derrotadas, pois as "cestinhas" chutam todas as bolas que recebem, sem nenhum comprometimento tático, com um aproveitamento abaixo dos 30% e um elevado número de bolas perdidas.

Anônimo disse...

Ela mostrou muita consciência ao dizer que é importante a volta das experientes, mas é preciso se preocupar investir em novas jogadoras também.

MeninoBionico disse...

Essa é uma 2 de verdade!!! É ótima, nasceu dentro do basquete, respira basquete desde quando nasceu. E todos sabem que o barboda quase matou varias jogadoras e a gente do coração tambem em toda competição internacional que ele ganhava na ultima bola, por sorte de ter uma jogadora talentosa individualmente.
Se Silvinha estiver bem fisicamente, deixa todas essas 2 do Brasil no chinelo. Karen e Palmirinha?? afff...
Todo mundo lembra do Parana, quando Helen ,Cinthia e Silvinha trocavam bolas de costas e olhos fechados, era o máximo!
Ela pode ajudar a seleção sim, por mais uns 2 ou 3 anos...até 2012 ela deve estar bem, e pode contribuir e muito.
acho que Helen e Alessandra só podem ajudar agora, em 2010.
Hortencia, esquece a laIzzy.

Naty disse...

Concordo com vc Leonardo Rodrigues.

Bert, manda um email p rainha falando da Silvinha.
Tem como??
bjuss

Chacal disse...

A Hortência está tão empenhada em trazer a Iziane de volta a seleção, por que não faz o mesmo com a Silvinha? Ela ainda joga em alto nível e assim como Helen e Alessandra tem muito o que passar para as atletas mais novas, é uma atleta vencedora! Resta saber se as mais novas querem receber alguma coisa...

CLEIDE disse...

LINDA ESSA MATÉRIA TBEM ME EMOCIONEI MUITO POIS GRAÇAS A DEUS VIVI E CONVIVI TODAS ESSAS GLÓRIAS DA SIL (e daS irmãs)
a SIL É PURO TALENTO, CAPACIDADE, E HUMILDADE.
COMO ATLETA E COMO PESSOA É EXEMPLO.
HORTENCIA PODERIA SIM ENTRAR EM CONTATO , SERIA UM PRESENTE PARA O BRASIL VE-LA NOVAMENTE COM A CAMISA DO BRASIL
enquanto isso SIL '' BOTA ESTILINGUE(patenteado)''rsrsr POR AI .
E SEJA MUITO FELIZ
* SILVINHA PRA SELEÇÃO JÁ*

Tarco Lemos disse...

que espaço bacana! sou fã do basquete feminino brasileiro.

Basqueteiro... disse...

Também concordo com o que o Leonardo Rodrigues escreveu. Aquele grupo de 93 poderia ter ido muito, muito além, caso estivesse nas mãos de outro treinador.

Na minha opinião, seria uma ousadia deliciosa a volta, agora, da Silvinha. Já pensou ela contribuindo com o trabalho de equipe e conjunto.

Também estou no coro: Volta Silvinha!!! Volta para colocar a limpo toda a sua desenvoltura reprimida nos últimos 7 anos.

Anônimo disse...

SILVIA,



VOCÊ DISSE QUE QUERIA TER SAÍDO DE OUTRA FORMA DA SELEÇÃO E QUE NÃO VIVE DO PASSADO. O PRESENTE É TOTALMENTE DIFERENTE DO PASSADO. VAI SER OUTRO TÉCNICO, OUTRO PRESIDENTE E QUEM MANDA EM TUDO É A HORTÊNCA MESMO. VOLTA PARA A SELEÇÃO, SILVIA. A EQUIPE PRECISA DE VOCÊ E VOCÊ MERECE ESTAR ALI E ENCERRAR SEU CICLO NA SELEÇÃO DE FORMA TÃO BRILHANTE QUANTO COMEÇOU.

Anônimo disse...

silvinha na seleção
estão esperando o que?
ela tem carisma, capacidade, competencia,sabe o que é honrar a camisa da seleção .
VOLTA SILVINHA
SILVINHA PRA SELEÇÃO JÁ;

Anônimo disse...

Volta Silvinha!!!

Queremos te ver novamente na seleção!!

Anônimo disse...

ALGUÉM SABE QUEM É O AGENTE QUE ESTÁ "AJUDANDO" A HORTENCIA A ENCONTRAR O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO FEMININA?

PERGUNTEM PRA ELA....KKKKKKKKKKKKKKK

COMO DIZ O NETO: É BRINCADEIRA??????!!!!!!!!

KKKKKKKKKKKKKKKKKK

Anônimo disse...

01:50
AH EU SEI .
E VOCE TAMBEM .
é BRINCADEIRA ,NÃO A COISA É SÉRIA

Anônimo disse...

Engraçado que a silvinha é uma iziane, nao joga com barbosa deixou a seleçao e agora quer voltar.. que amor ao brasil e esse???? marretam ela tb!! cada uma quer escolher o seu tecnico???

Anônimo disse...

fazer como exemplo igual a ariadina e karla , palmira chutam 100 e fazer 30 é mole.. concordo com vc , silvinha é consciente..o s tecnicos estam preoculpados de quem faz mais cestas..

Anônimo disse...

maria helena sabia dá treino,essa simmm, ela podia ser tecnica da seleção. nao tem igual.vamos hortencia esperando o q?

svmaciel disse...

Comparar a postura da Sílvia com a Iziane é uma aberração!!!!
Todos sabem da dedicação e empenho da família Luz ao basquete brasileiro; isso sem falar da educação e respeito que a Sílvia sempre demonstrou!
Seria divino sua volta à seleção!!!! Quem sabe as novatas não possam aprender com ela o que é ética e respeito!!!!