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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ferreto com Fartura

193_30.52.2011_6203_ef_20101120 Com um bom elenco, Catanduva não conseguiu a vaga antecipada para as semifinais da LBF.

Nos jogos que assisti da equipe, chama a atenção um aspecto recorrente no trabalho do treinador Edson Ferreto.

Faço o comentário com todo o respeito a ele, mais no sentido da observação que da crítica em si.

O fato é que o treinador parece ter uma dificuldade de comandar times com excesso de opções e acaba por conduzir muito mal suas trocas.

Na atual temporada, por exemplo, sua insistência com a dupla Palmira e Sílvia Gustavo em dias ruins beira o bizarro.

Se o site da Federação Paulista não fosse tão fraco, poderia me lembrar da temporada em que comandando Ourinhos com outro elenco inflado o treinador se utilizava de um expediente rocambolesco: alternava times completos entre os quartos das partidas.

Parece que principalmente para Ferreto, menos é realmente mais.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Reedição da final do Nacional é destaque da rodada do Paulista nessa quinta-feira

A jornada desta quinta-feira (25 de março) do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010 será constituída por dois clássicos, envolvendo equipes e/ou cidades extremamente tradicionais e vencedoras. Estes jogos abrem a segunda rodada do returno da fase inicial.

O Colchões castor/FIO/Unimed/Ourinhos recebe a visita do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, às 20h00, no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). Na rodada de abertura, os dois times saíram vitoriosos: o representante de Ourinhos suplantou ao Divino/COC/Jundiaí; enquanto a agremiação de Catanduva bateu o Basquete Clube.

“Vamos jogar contra um grande adversário, como é Ourinhos, fora de casa, o que é sempre difícil. Mas, vamos atuar com a expectativa de fazer um jogo e brigar pelo resultado”, analisa Edson Ferreto, técnico do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC.

No outro duelo, também às 20h00, o Americana encara o Basquete Clube, no ginásio Municipal de Esportes Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), na cidade de Americana (SP). O time da casa estreou derrotando o São Caetano/UNIP e o representante de Araçatuba sofreu uma derrota para o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC em seu primeiro desafio no estadual.

O jogo terá o duelo dos amigos Luis Zanon, técnico do time da casa, e Alvacyr Lazarini Júnior, que comanda o visitante. Os dois trabalharam juntos, por muitos anos, como técnico e assistente, respectivamente, na vencedora equipe masculina de Limeira.

“É um motivo de alegria e satisfação enfrentar o Zanon, que conheço há muitos anos, desde os tempos do ginásio, já que somos da mesma cidade, e depois tivemos a chance de trabalhar juntos em Limeira. A minha idéia é fazer um jogo mais cadenciado, trabalhando as jogadas que temos treinado e, na defesa, marcar uma zona fechadinha e abrir para individual em alguns momentos, porque estamos com o elenco em formação, ainda ganhando entrosamento e buscando seu melhor ritmo”, relata Alvacyr.

domingo, 21 de março de 2010

Catanduva começa briga por título do Paulista

18098_FP O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva dá início hoje à briga pela conquista do título do Campeonato Paulista de Basquete Feminino contra o Basquete Clube/Araçatuba, a partir das 17 horas, com dois desfalques. Micaela e Cíntia Tuiú, que chegaram ao clube contundidas, não vão estar em condições de jogo para duelar no ginásio Municipal Plácido Rocha.
Com isso, o técnico Édson Ferreto não terá força máxima para este confronto, que será o primeiro oficial após a conquista do nacional, no final de janeiro. “Começo de temporada é extremamente dificultoso e isso acaba influenciando dentro de quadra, principalmente com os desfalques”, comentou o treinador catanduvense.
O time da casa, comandado pelo técnico Alvacyr Lazarini Júnior, retorna à elite do basquete paulista depois de alguns anos afastado. O time de Araçatuba contará com uma base jovem, oriunda de seu trabalho de base, reforçado de algumas atletas mais experientes, como são os casos de Cléia Crepaldi (ex-Marília e Catanduva), Gigi (ex-Sport Recife), Fernanda Bibiano (ex-Catanduva) e Djane Brito (ex-São Caetano).
“É um time com valores individuais muito bons e que com certeza dará trabalho a nós. Agora, todos vão querer vencer as atuais campeãs nacionais”, comentou a jogadora Gil, eleita a MVP da temporada passada.
Segundo as jogadoras, o título nacional dará mais responsabilidade ainda quando entrarem dentro de quadra. “Vamos ter de saber conviver com essa situação, com esse tipo de pressão. Temos jogadoras experientes que vão conseguir dar conta do recado e a resposta dentro de quadra”, continuou a jogadora.

2008
Uma das remanescentes do primeiro título do Paulista de 2008, a armadora Natália Burian, que retorna após temporada em Americana, explicou que quatro times vão brigar forte pelo título da competição.
“Além de Catanduva, Americana, Ourinhos e Santo André vão chegar com possibilidades reais para brigar por esse título. O importante é que Catanduva consiga imprimir seu ritmo de jogo desde o começo da competição. Isso é fundamental para quem quer brigar pelas primeiras colocações”, comentou.
Em 2008, Natália fez parte do time que venceu Ourinhos na final do Paulista, dando o primeiro título para Catanduva na Primeira Divisão. “Temos que trazer as boas recordações daquela competição, quando toda a cidade se mobilizou para ficar com o título. E agora, nossa caminhada começa hoje contra Araçatuba”, finalizou.

Enio Franco

Fonte: O Regional

terça-feira, 9 de março de 2010

A 12 Dias do Início, Paulista Ainda Não Tem Tabela Definida

Enio Franco

A exatos 12 dias do começo do Campeonato Paulista de Basquete Feminino da Série A-1, a Federação Paulista de Basquete (FPB) ainda não divulgou a tabela com os jogos da competição. Algumas das equipes estariam com problemas para conseguir conciliar horário e o transporte de algumas outras modalidades.
A previsão é que a tabela seja divulgada entre hoje e amanhã (quarta-feira). Com a indefinição, o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva segue seus treinamentos sem ainda saber com que time vai estrear na competição Estadual.
Por enquanto, sabe-se que a competição terá início no próximo dia 20 e contará com oito clubes. “Essa indefinição não atrapalha em nada nossos treinamentos. Não vamos modificar em nada nosso estilo por conta da tabela ainda não ter saído”, comentou o técnico da equipe, Édson Ferreto.

Sul-Americano
Depois do anúncio de que a capital chilena Santiago seria a sede do Campeonato Sul Americano de clubes este ano, os organizadores do evento resolveram transferir a realização da competição para a Colômbia. A mudança ocorreu em virtude do terremoto que assolou o país andino, na última semana.
A pivô Cíntia Tuiú, contratada pelo time catanduvense, realizou na tarde de ontem seu primeiro treino em seu novo clube. A jogadora disputou o Nacional do ano passado por Americana.

Fonte: O Regional

terça-feira, 2 de março de 2010

Catanduva participa da reunião da Federação Paulista hoje

Membros da diretoria e da comissão técnica do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva vão estar hoje em São Paulo, na sede da Federação Paulista de Basquete (FPB), para participarem de reunião técnica com o objetivo de definirem as equipes e a fórmula de disputa do Campeonato Paulista da Série A-1 adulto feminino. O encontro tem previsão de início para as 15 horas.
Durante a semana passada, foram realizados vários encontros para a formatação das disputas da base masculinos e femininos, além do torneio Novo Milênio Adulto Masculino.
Na reunião, ficará definida a data de início, período de encerramento, fórmula de disputa e os participantes do estadual feminino do Estado de São Paulo. Este ano, duas novas equipes devem participar: Araçatuba e Jundiaí.
“Existe a possibilidade dessas equipes se inscreverem para participarem da competição, mas ainda haverá discussões quanto também à fórmula de disputa, que precisa ser elaborada da melhor maneira possível”, comentou o técnico Édson Ferreto.
O calendário do basquete feminino nacional deste ano terá pelo menos quatro competições de clubes consideradas importantes: o Paulista, Jogos Abertos, Sul Americano e o Nacional Feminino.
O que deve atrapalhar o desenvolvimento dessas competições são as convocações para a Seleção Brasileira, que disputará o Mundial da República Tcheca (setembro) e o Sul Americano (outubro em Santiago, no Chile).  Com isso, o Paulista deve ser mais ‘curto’. A competição deve começar já neste mês e ser encerrada em junho. “O Paulista é importante, já que fomos campeões em 2008 e vamos buscar agora repetir também esse bom desempenho”, finalizou o treinador.

Fonte: O Regional

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Catanduva confirma acerto com Micaela e traz Cíntia Tuiú

205b Dois reforços de peso em apenas um dia. A diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva anunciou a contratação das experientes Micaela Jacintho, ex-Ourinhos e da pivô Cíntia Tuiú, ex-Americana. Ambas negociavam com o time catanduvense há pelo menos um mês. Micaela acertou sua vinda no último domingo e já treina hoje com suas novas companheiras.
Já Cíntia Tuiú acertou seu contrato na manhã de ontem e deve chegar a Catanduva nos próximos dias. A contratação dessas atletas foi pedido do técnico Édson Ferreto, que havia perdido Êga e Fabão nas respectivas posições.
Micaela, de 31 anos, possui vasta experiência internacional e defendeu a seleção brasileira nas Olimpíadas de Pequim (2008), no Mundial do Brasil (2006), Jogos Pan Americanos (2003 e 2007), Pré Olímpico Mundial (2008), dentre outras competições.
Ambas assinaram contrato até a disputa do Sul Americano de clubes. “Estive conversando com a Micaela desde o final do Nacional Feminino. Após o término da competição, ela esteve na Europa de onde regressou e então, pudemos fechar o contrato”, comentou o técnico catanduvense, Édson Ferreto.
Micaela já defendeu clubes como Americana (SP), Club Basket Juvenilli (Itália), Pool Comense (Itália), Club MTK Polfa Pabianice (Polônia), Ourinhos (SP) e TTT Riga (Letônia).
Essa será a primeira vez que Ferreto vai trabalhar com Micaela. “Nunca tive a oportunidade de trabalhar com ela. É mais um nome de peso para o time. Ficar em Catanduva significa para ela ter boa preparação para a disputa do Mundial, na República Tcheca”, considerou.

Tuiú

Outro nome de peso contratado é o da pivô Cíntia Tuiú. Cíntia Silva dos Santos, que fechou contrato na manhã de ontem, deve apresentar-se em Catanduva nos próximos dias. Ela tem 35 anos e suas principais conquistas com a Seleção Brasileira foram a medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta (EUA - 1996) e bronze em Sydney (Austrália – 2000). Ela também disputou as Olimpíadas de Atenas, em 2004, ficando na quarta colocação.
Em 1994, Cíntia Tuiú também fez parte do histórico time que conquistou o mundial na Austrália.
Tuiú também teve passagem pelo Orlando Miracle, da WNBA, liga feminina norte-americana de basquete. Ela jogou também no Treviglio (Itália), Cari-Chieti (Itália), Unimed/Americana (SP), Gambrinus Jme Brno (República Tcheca), Le Schio Club (Itália) e Napoli Vomero (Itália).
“Nosso objetivo é montar um bom time para a disputa do Sul Americano, além de buscar também o título do Campeonato Paulista”, disse o treinador.
Jogando por Americana, no Nacional do ano passado, Cíntia obteve média de 10,2 de eficiência em 17 jogos disputados, tendo ficado em quadra tempo médio de 20 minutos.

Elenco

Agora, Catanduva está com dez jogadoras em seu elenco: Palmira, Natália, Gattei, Ísis, Roberta, Gil, Sil, Micaela, Cíntia Tuiú e Fabi.

Enio Franco

Fonte: O Regional

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Catanduva sonha em ser sede do Sul-Americano

Cerca de 30 anos após a conquista do título do Sul Americano de clubes, obtido no Peru na década de 1980, Catanduva volta a disputar esse ano a competição mais importante de basquete feminino na América Latina. A diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva pretende pleitear, junto a Confederação Sul Americana de Basquete, ser a sede da competição.
O torneio, que será realizado no período de 21 a 26 de junho, ainda não tem sede definida e reúne as campeãs nacionais do Brasil, Argentina, Peru, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador e Colômbia, além dos países que também tenham competições internas. Esse ano, o Brasil será representado por Catanduva. Ourinhos é a atual campeã da competição.

O técnico catanduvense Édson Ferreto, remanescente da primeira conquista do Sul Americano, acredita que o município tem estrutura para receber a competição. “Temos público que gosta de basquete feminino e ginásios que possam receber as partidas. O que pode faltar são os investimentos quanto à logística dos clubes para virem até o Brasil”, comentou o treinador.
Ferreto citou exemplo da equipe do Peru, que segundo ele, ‘poderia vir de ônibus até o Brasil’. “Acredito que seja possível que elas se desloquem até o Brasil para participarem da competição. Catanduva tem condições, desde que não ocorram gastos financeiros excessivos para que a competição fosse realizada”, comentou. O presidente do clube catanduvense, Pedro Macchione, diz que a definição quanto à sede da competição ocorre através de acordos entre as confederações. “É uma decisão entre as Confederações dos países que estão envolvidos, mas aguardamos posição da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) quanto a isso. Seria um sonho realizarmos aqui, mas a princípio acho muito difícil, até por limitação de ginásios”, disse o presidente. 

Desde a criação do Sul Americano, apenas times brasileiros conquistaram o título do torneio. O primeiro foi Catanduva, em 1981. O maior vencedor é Piracicaba, com quatro: 1986, 1987, 1989 e 1991. Prudentina e Sorocaba possuem dois títulos cada, em 1983/1984 e 1993/1996, respectivamente. Jundiaí (1990), Paraná (1998), Santo André (1999) e Ourinhos (2009) integram o rol das demais campeãs da competição.

Reforços

A diretoria pretende anunciar entre hoje e amanhã a contratação de uma lateral e uma pivô nos próximos dias. A lateral viria para suprir a saída de Fabão, que está de malas prontas para defender Americana. “Estamos em negociação com várias atletas e deveremos ter definição de uma lateral de alto nível entre hoje e amanhã, além do nome de uma pivô para os próximos dias”, prometeu.

Renegociação
A diretoria do clube segue renegociando os contratos de patrocínio do time. “Renovamos com a Unimed e o Açúcar Cometa”, concluiu Macchione.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Catanduva volta aos treinos sem Fabão e Palmira

16846_FP A pós 20 dias da conquista do título inédito do Nacional Feminino de Basquete, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva voltou aos treinamentos na manhã de ontem, com duas baixas. A lateral Fabão e a armadora Palmira. A primeira deve acertar, nos próximos dias, contrato com o time de Americana. Já Palmira, que resolve problemas particulares em São Paulo, é aguardada em Catanduva na próxima segunda-feira.
Com isso, apenas sete jogadoras que fazem parte do elenco adulto iniciaram a preparação para a disputa do Campeonato Paulista, que terá início no dia 13 de março: Ísis, Natália, Fabiana, Vanessa Gattei, Sil, Gil e Roberta.
Além da ausência dessas jogadoras, o time também perdeu Êga para Santo André e Fernanda Beling para Ourinhos. “Vamos segurar jogadoras que estejam com vontade de atuar. A Fabão foi honesta, nos procurou e disse que estava com proposta de Americana e por isso vamos aguardar qual será a definição”, disse o treinador.
Apesar do elenco reduzido, Ferreto comemorou o fato de ter conseguido manter a base do time que foi campeão nacional. “Estamos com a Palmira, Vanessa Gattei, Sil e Gil, que representa a maior parte do time titular de Catanduva”, considerou o treinador, que explicou ainda que a lateral Roberta não deve permanecer no time para as disputas das competições deste ano. “Provavelmente ela não ficará para encerrar sua carreira no basquete”, disse o técnico.
O treinador explicou que a principal competição desse ano será o Sul Americano de clubes. “No entanto, temos que valorizar também uma competição do nível dos Jogos Regionais”.

Mamá

Um dos reforços pretendidos pelo treinador seria a pivô Mamá. Entretanto, a ex-jogadora de Ourinhos acertou com Americana. “Negociamos até o último momento, mas não obtivemos êxito. Ela acabou indo parar em Americana”, comentou.
Paulista

Dois novos times devem fazer parte da disputa do Campeonato Paulista deste ano: Araçatuba e Jundiaí. “Quanto mais equipes participarem dessa competição, melhor será o seu nível”, finalizou.

Fonte: O Regional

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fernanda Beling deixa Catanduva e retorna para Ourinhos

Enio Franco

Depois de ter sido anunciada pelo técnico Édson Ferreto como uma das atletas que haviam renovado contrato com o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, a lateral Fernanda Beling vai atuar esse ano pelo Colchões Castor/Unimed/Ourinhos. A informação foi confirmada pelo próprio treinador do clube catanduvense, que disse ter sido avisado pela própria atleta da sua ida para Ourinhos.
“Recebi o telefonema dela ontem (anteontem) me dizendo que havia acertado contrato com Ourinhos”, comentou o treinador, que falou nem ter realizado contraproposta para a jogadora. “Não vamos correr atrás de jogadoras. Catanduva é auto-suficiente para buscar outras atletas do mesmo nível”, continuou. Nem mesmo o presidente do clube, Pedro Macchione, sabia da saída de Fernanda Beling.
Lateral havia acertado as bases salariais com Catanduva e garantido sua permanência no atual time Campeão Brasileiro.
Com a saída da jogadora, o treinador disse que ainda não há substitutas. “Estamos na busca de uma lateral e uma pivô. Ainda estamos em negociação com outras jogadoras”, continuou o treinador.
Além de Fernanda Beling, outra campeã brasileira que deixou Catanduva foi a pivô Êga, que acertou com Santo André. No entanto, o treinador disse não estar com pressa para resolver as contratações.
“Não estou com pressa. Ainda temos tempo para montar o elenco que disputará as competições desse primeiro semestre”, comentou. A reapresentação das atletas está marcada para amanhã.

Fonte: O Regional

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Frase

“O Ferreto é tão chato que a gente se diverte com a chatice dele.”

Gilmara, MVP do Nacional, em entrevista ao Rodrigo Alves no Rebote.

Por falar nela, naufragou o namoro da pivô com o Badajoz (Espanha).

O clube já até anunciou a substituta.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

“Por que patrocinar uma equipe? Não tem retorno algum, pô!”

A frase acima é uma das pérolas do papo que o Fábio Balassiano teve com o treinador campeão nacional Edson Ferreto, que ainda sapecou uma clássica:

“Se eu for ver uma partida dessas da Rússia, aquela coisa feia, eu durmo.”

Vale a pena conferir o novo velho Ferreto.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Depois do título nacional, Catanduva planeja temporada

16156_FP Após a conquista do Nacional Feminino de Basquete, na última quinta-feira, a diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva pretende iniciar o planejamento da equipe para as competições que serão disputadas nessa temporada. A principal delas, é a disputa do Sul Americano de clubes, competição que o extinto Higienópolis/Catanduva havia conquistado na década de 80.  A competição, que ainda não tem local definido para ser disputada, ocorrerá no período de 21 a 26 de junho. O certame será promovido pela Confederação Sul Americana de Basquete e deve envolver os campeões nacionais da Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.
Na edição do ano passado, Ourinhos sagrou-se campeão do torneio. “Ainda é cedo para darmos início ao planejamento das competições do próximo ano. Mas, sem dúvida que a disputa do Campeonato Sul Americano de clubes é um dos principais do próximo ano”, comentou o técnico Édson Ferreto.
O treinador é o único remanescente do grupo que conquistou o Sul Americano com o Higienópolis/Catanduva. Na época, a equipe contava com as jogadoras Hortência e Janeth, que no futuro seriam as principais atletas que marcaria geração de jogadoras do basquete feminino nacional.
A disputa da competição internacional pode garantir maior visibilidade para o clube. Por isso, os valores das cotas de patrocínios da equipe devem ser negociados novamente. “A intenção é de manter todos os atuais patrocinadores, além de outros que também possam ter interesse em estampar sua marca na camisa do clube catanduvense”, comentou o presidente do clube, Pedro Macchione. 
Entretanto, além do Sul Americano, o time catanduvense também vai tentar recuperar o título do Campeonato Paulista, que tem a previsão de início para maio. “O Paulista sempre será uma competição forte, de expressão e de extrema importância. Vamos sentar com calma para ver quais jogadoras vão permanecer no grupo e os eventuais reforços”, continuou Macchione.
Para o planejamento do próximo ano, o ponto fundamental será a permanência do técnico Édson Ferreto. “A construção de uma base sólida passa pela manutenção da comissão técnica. Por isso que temos de desenvolver as questões quanto ao desenvolvimento desse planejamento”, comentou o diretor.

Carreata
Ontem pela manhã, as jogadoras percorreram as principais ruas de Catanduva ao desfilar em carro aberto, sendo saudadas pelos torcedores. As atletas desceram a rua Brasil com as medalhas e troféus.

Fonte: O Regional

sábado, 23 de janeiro de 2010

Bassul está praticamente fora, diz presidente da CBB (Gazeta Esportiva)

Definido o argentino Ruben Magnano como novo treinador da seleção brasileira masculina, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) agora foca as atenções na escolha do técnico da seleção feminina. Alegando que o cronograma de 2010 já começa a ficar atrasado, o presidente da CBB, Carlos Nunes, disse querer resolver a questão "nos próximos 15 dias" e revelou que, neste momento, Paulo Bassul, é o nome menos cotado para o cargo - o brasiliense comanda o time nacional desde o segundo semestre de 2007.

Coordenadora das seleções brasileiras femininas, Hortência Marcari esteve na Europa no início deste ano, a fim de conversar com jogadoras brasileiras e estabelecer negociações com um técnico espanhol e um italiano. "As negociações com o italiano estão difíceis e está mais entre o espanhol e o Bassul, sendo o Bassul está praticamente descartado", confessou Nunes, que entregou a decisão à Rainha do basquete. O espanhol é Carlos Colinas, especialista em divisões de base.

O dirigente também aproveitou a oportunidade para defender Hortência das críticas dos treinadores brasileiros - após levar o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva ao título brasileira na noite da última quinta, o técnico Edson Ferreto criticou a ex-jogadora por não acompanhar a decisão contra Ourinhos no ginásio e por considerar que ela está desmerecendo os comandantes brasileiros.

"Entendo o lado do Ferreto, mas não acho bom ele sair falando essas coisas em um momento que queremos agregar o basquete brasileiro. Ele poderia ter convocado uma reunião para conversar comigo sobre isso", afirmou o dirigente, certo de que a Hortência é a escolha certa para o comando das seleções femininas.

"Quem tem a bagagem dela, as portas abertas como a Hortência no mundo do basquete? Quando fomos para a Europa, teve gente querendo tirar foto com ela no aeroporto de Barajas ( Espanha), ela é muito conhecida", destacou.

Sobre sua própria ausência na decisão do Nacional feminino, Nunes se justificou. "Houve uma assembleia do COB no Rio na quinta à tarde e, apesar de eu ter pedido dispensa, o Carlos Arthur Nuzman(presidente do COB) não me liberou. Ainda assim eu comprei passagem para o começo da noite, mas a reunião se estendeu eu perdi o voo", contou, prometendo fazer uma visita aos times como forma de compensação.

Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Frases para encerrar o campeonato – Catanduva 60 x 59 Ourinhos

319b 1) Felizmente ao encerramento do campeonato a partida foi bem melhor que as demais.

2) É animador perceber algumas novas (e ainda tímidas) presenças num cenário que já começa a cheirar mofo. Foi legal ver as meninas Jenifer e Mariana, ambas de Ourinhos.

3) A armadora Ângela tem uma boa visão de jogo, mas ainda é crua e precisa de um trabalho físico que lhe dê maior velocidade. Hoje foi batida facilmente por Gattei algumas vezes. A armadora de Catanduva, por sua vez, teve uma partida muito boa (9 pontos, 8 assistências).

4) A partida e as finais trazem as dúvidas do que ainda pode o trio Micaela, Mamá e Kelly, de Ourinhos, engolidas por uma constante alternância de bons e maus momentos.

5) Na mesma linha, os treze minutos de Ísis fazem pensar o que ela poderia se tivessem zelado melhor dela.

6) Gilmara (11 pontos, 8 rebotes) foi dona do lance decisivo do campeonato e merecidamente ficou com o título de MVP.

7) Fernanda Beling completou a final jogando um basquete abaixo do usual e da crítica.

8) Repito que gosto da menina Joice, mas ela esteve alopradíssima hoje.

9) Karen começou muito bem a partida de hoje, mas se perdeu em faltas e em muitos erros de arremesso.

10) A irmã Sílvia não fez das melhores partidas hoje, mas teve um campeonato elogiável.

9) Desculpem-me a chatice, mas como as jogadoras ainda conseguem escutar os tempos do Ferreto? Já estava torcendo para o SPORTV suprimir aquele áudio com música de elevador.

10) E assim como aconteceu na final do ano passado, aquele garrafão de sidra é algo meio tosco, não?

11) Ao final, os técnicos deram uma detonada na arbitragem e Ferreto soltou nova carga contra Hortência, que deveria estar lá, bem como os demais técnicos e dirigentes da CBB.

12) Encerrado o campeonato e em meio a esse turbilhão de acontecimentos, parece o momento ideal para discutir a modalidade, o que se produz aqui e principalmente o que deve melhorar.

13) Parabéns, Catanduva!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A Frase

“A grande diferença é que em todas estas equipes [seleções femininas de 1994, 1996 e 2000] havia um elemento comum e essencial numa equipe de basquete: jogadores de qualidade. E sinceramente, qualidade é o que mais falta nas jogadoras brasileiras.”

Marcelo Laguna, em abordagem também brilhante do tema Ferreto x Hortência, em post no seu blog.

 

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Desabafo de Ferreto ganha voz, e técnicos reclamam de declarações de Hortência

Urubatan Paccini, do Ourinhos, diz que seleção nunca dependeu de estrangeiros. Para Laís Elena, do Santo André, Rainha errou o tom

João Gabriel Rodrigues

O desabafo de Edson Ferreto, técnico de Catanduva, após a vitória na primeira partida da final do Nacional feminino , ganhou voz entre os outros treinadores. Chateado com as declarações de Hortência sobre o nível dos comandantes brasileiros, Ferreto pediu respeito por parte da Rainha. Urubatan Paccini, do Ourinhos, outro finalista, concordou com o colega.

- Eu também acho que desde que exista uma programação, um calendário bem feito, visando às Olimpíadas, ao Mundial e ao Brasileiro, nós teremos mais qualidade. A gente passa por momentos de turbulência com jogadores, e o técnico é o culpado. Eu acho que nós somos capazes. O Brasil nunca dependeu de estrangeiros – afirmou, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.

Paccini lembra que Hortência nunca foi treinada por técnicos de fora do país em sua carreira na seleção. Além disso, reclamou que os comandantes brasileiros não têm verba para fazer cursos no exterior ou assistir a finais de campeonatos de expressão, como sugeriu Hortência.

- Ela nunca jogou na seleção com técnico estrangeiro. Ficou todo mundo magoado, não só o Ferreto. Nós não sabemos como se fazem as coisas, ninguém sabe como vai jogar, o campeonato para de repente, não tem sequência. Ai quem chega melhor e consegue ter uma sorte maior, leva o campeonato. Eu acho que não é só trazer técnico de fora e fazer intercâmbio. Eu acho que a gente também deve ter essa formação, trazer dirigentes de fora, fazer intercâmbios. Se nós não temos técnico com experiência, também não temos dirigentes para tomar conta de uma seleção para jogar as Olimpíadas, o Mundial.

Técnica do Santo André, que se classificou às semifinais do Nacional, a veterana Laís Elena adotou um tom mais moderado. Ela, que conversou com Hortência após as declarações de Ferreto, criticou o tom da dirigente, mas entende as preocupações da Confederação.

- Eu acho que (as declarações) pegaram mal, sim. Ele (Ferreto) tem razão quando disse os técnicos brasileiros ralaram muito até agora. É devido aos clubes que o basquete brasileiro conquistou várias medalhas, e o trabalho dos técnicos foi muito importante. Eu falei com a Hortência. Ninguém está colocando em dúvida trazer um técnico estrangeiro. O que é desrespeitoso é a maneira como ela colocou suas ideias. Ela me disse que nós tínhamos que reciclar. Para isso, não precisa viajar o mundo. Se ninguém foi até agora é porque a situação não permite. O que a gente não tem é um mínimo de estrutura. Eu não aceito de forma nenhuma a declaração - afirmou.

Sem clube desde que deixou o Americana no ano passado, Branca acredita que Hortência está buscando o melhor para a seleção. A treinadora, no entanto, acha complicado que um técnico chegue agora, já no fim da competição nacional.


- O problema é que os anos se passam e existe muito pouca preocupação com o basquete. Não só a Hortência, mas as gestões anteriores. O basquete fica muito renegado, e a as pessoas ficam bastante doídas por este desprezo. Eu que conheço bem a Hortência, acho que ela está tentando melhor. A gente sabe que existe um sistema, a Confederação que vai colocar o treinador. Mas aí ela também falou demais. Eu acho que ela não está desmerecendo, mas está tentando o melhor. Esta indefinição também com o Bassul atrapalha. E o treinador que for contratado, vai chegar no fim do campeonato. E vai escalar como? Vai viver de vídeo? Mas, no fundo, acho que está tentando proteger.

Fonte: Globoesporte.com

A Frase

“É bastante curioso que Edson Ferreto tenha rebatido a crítica [de Hortência] justamente após um jogo que a confirma.”

Rodrigo Alves, em brilhante post no Rebote: O desabafo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ourinhos põe à prova seu reinado no basquete

Final do Nacional feminino pode fazer da equipe a única seis vezes campeã

Favorito, time enfrenta o Catanduva em melhor de cinco partidas e, se triunfar, acumulará mais taças que o Piracicaba dos anos 80 e 90

JOSÉ EDUARDO MARTINS

O Nacional feminino de basquete pode consolidar o maior domínio na história da modalidade no país. Com cinco títulos consecutivos, Ourinhos é o favorito na decisiva série melhor de cinco jogos diante do Catanduva, que começa hoje, às 20h, no ginásio Monstrinho.

Caso conquiste o sexto triunfo, o time paulista superará o Piracicaba, que contou com jogadoras como Paula e venceu, não sucessivamente, também por cinco vezes o Brasileiro (1985, 1986, 1988, 1991 e 1996).

Mesmo em Nacionais masculinos uma hegemonia não foi tão grande, com tantos finais e títulos em sequência -é a sétima decisão seguida do Ourinhos. "Não acho que esses números aumentem a pressão das jogadoras, que não ficam pensando nesse histórico", pondera o treinador do Ourinhos, Urubatan Paccini, que assumiu a equipe no ano passado.

Segundo os adversários, o principal trunfo da equipe de Ourinhos é o orçamento alto para os padrões brasileiros, em torno de R$ 200 mil, quando existem times com cerca de R$ 20 mil de folha de pagamento.

A maior parte do investimento do Ourinhos provém do usineiro Francisco Quagliato, um apaixonado pela modalidade.
"É por causa do dinheiro. Se você tem mais dinheiro, tudo fica mais fácil. Com essa verba, você pode contratar quem você quiser", afirmou o técnico do Catanduva, Edson Ferreto.

A força do elenco do Ourinhos pode ser comprovada pelo número de jogadoras da equipe que servem a seleção brasileira, sete (Micaela, Mamá, Kelly, Karina Jacob, Karen, Tayara e Tatiana), contra três (Palmira, Fernanda e Silvinha) do adversário desta decisão.

"Não tem como negar. Nós realmente somos as favoritas para esta final. Mas precisamos, agora, comprovar isso nos jogos", afirma a ala Micaela.

As estatísticas neste campeonato também mostram a superioridade do Ourinhos. A equipe tem a melhor defesa do torneio, com uma média de 54 pontos por jogo, e na fase de classificação teve a melhor eficiência (fórmula que contabiliza os índices de aproveitamento e erros do time): 93,9%.

Apesar dos números falarem contra, o Catanduva espera surpreender desta vez. "Nosso time está bem acertado e, em Brasileiro, é a primeira vez que a gente chega em condições de ganhar", declara Ferreto. Se necessário, o quarto jogo será no dia 22, em Catanduva -e o quinto no dia 24, em Ourinhos.


NA TV - Ourinhos x Catanduva Sportv, ao vivo, às 20h

Na final, CBB transgride o regulamento

A Confederação Brasileira de Basquete burlará seu próprio regulamento no mata-mata decisivo do Nacional feminino.
Segundo o artigo 30, os ginásios de fase final devem ter capacidade mínima para 3.000 pessoas, com laudos da Defesa Civil ou do Corpo de Bombeiros. Palco dos dois primeiros confrontos, o ginásio Monstrinho, de Ourinhos, no entanto, comporta apenas 2.000 torcedores.
"O Ourinhos fez uma reforma no ginásio, colocou um piso novo, e concordamos em aprová-lo para a fase final também", justificou André Alves, diretor técnico da confederação.
O fato de a CBB "rasgar" o próprio regulamento não preocupa o dirigente. "Não tem problema, a gente acordou isso com os clubes", declarou Alves.
O outro ginásio desta final, o Anuar Pachá, de Catanduva, possui capacidade para 4.000 pessoas e teve de ser reformado por causa de goteiras.
A fase decisiva do campeonato marcará a estreia do sistema de antidoping, prometido antes do início da competição e que não foi realizado em suas etapas anteriores.

Fonte: Folha de São Paulo