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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Com força máxima, seleção feminina vai ter de improvisar na preparação

A experiência de Érika, Iziane e Adrianinha está lá, assim como a juventude de Clarissa e Damiris. O que não está lá é o caminho previsto até os Jogos de Londres. Com a força máxima na pré-lista de 18 convocadas para a Olimpíada, a seleção feminina de basquete vai ter de improvisar na preparação. O cancelamento do Campeonato Sul-Americano pegou a diretoria e a comissão técnica de surpresa.

- Fizemos um planejamento estudado, com amistosos, competições, e nesta manhã soubemos que o Sul-Americano foi cancelado. Isso não é bom, pois fizemos nossa preparação pensando nisso. Recusamos o convite de ir para a China, por exemplo – afirmou Hortência, diretora da seleção feminina.

As duas representantes da WNBA, Érika e Iziane, estão na lista, assim como a jovem Damiris, que foi draftada pelo Minnesota Linx para a próxima temporada da liga americana.

As jogadoras se apresentam no dia 1º de maio, em São Paulo, e treinam em Jundiaí, no interior paulista. No dia 20 de junho, o grupo parte para disputar amistosos na Austrália, nos Estados Unidos e na França.

Enquanto busca alternativas para não prejudicar a programação, o discurso da comissão técnica é que a convocação, apesar de ser para Londres, já está de olho em 2016, com jovens como Nádia e Tássia. Do grupo que disputou o Mundial da República Tcheca no ano passado, Helen Luz se aposentou da seleção, e veteranas como Alessandra e Kelly também estão fora.

- O grande segredo da renovação é saber como lidar com a passagem da base para o adulto. É um cuidado que estamos tendo com a Damiris, com a Tássia e com outras jogadoras. Corremos o risco de atrapalhar a carreira da jogadora. Não podemos antecipar as fases que elas precisam para amadurecer no esporte. As jogadoras experientes podem não estar em 2016, mas vão contribuir tanto para estes Jogos Olímpicos como para os próximos – afirmou o treinador Luiz Cláudio Tarallo.

Confira abaixo a lista completa para os Jogos de Londres. Até o início da competição, seis atletas serão cortadas, e o grupo ficará com 12 nomes.

Armadoras:
Adrianinha (Parma, Itália)
Babi (Americana)
Joice (Ourinhos)
Tássia (Americana)

Laterais:
Iziane (Maranhão)
Jaqueline (Santo André)
Karla (Americana)
Palmira (Catanduva)
Chuca (Ourinhos)
Patrícia (São José)
Renata (Maranhão)
Silvia (Ourinhos)

Pivôs:
Clarissa (Americana)
Damiris (Minnesota Lynx, EUA)
Érika (Avenida, Espanha)
Franciele (Hondarribia, Espanha)
Gilmara (Catanduva)
Nádia (Santo André)

Fonte: Globo Esporte

sábado, 14 de abril de 2012

Tarallo convoca seleção olímpica na próxima quinta-feira

No próximo dia 19 de abril, quinta-feira, na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo - Aceesp, o técnico da Seleção Brasileira adulta feminina, Luiz Cláudio Tarallo, fará a convocação da equipe que irá disputar o Campeonato Sul-Americano e as Olimpíadas de Londres. O jovem treinador, de 45 anos, já tem algumas jogadoras em mente, mas continua fazendo observações, especialmente das atletas que estão disputando as finais da Liga de Basquete Feminino (LBF), casos das equipes de Americana e Ourinhos, que disputam os playoffs.

Desde que assumiu o comando da seleção feminina principal, Tarallo está acompanhando as jogadoras selecionáveis. O objetivo do capitão brasileiro é reunir o máximo de atletas em condições de classificar no Sul-Americano e brigar por uma medalha em Londres.

"Estou ansioso para o início dos treinamentos. Como já prevíamos, vamos fazer dois grupos de jogadoras, com o primeiro se apresentando no dia 1º de maio, em São Paulo, onde realizarão os exames médicos durante três dias, e depois a preparação inicia [dia 3] no ginásio Bolão, em Jundiaí", adiantou Tarallo. "O segundo grupo, que vem de um ritmo intensos de jogos, irá se apresentar em data ainda a ser determinada pela comissão. Pensamos em tê-las o mais rápido possível, para podermos fazer uma programação adequada a cada situação", completou Tarallo.

Irão participar da primeira fase dos treinamentos, o grupo formado por jogadoras que atuam na Europa e estão de férias e as brasileiras que também já finalizaram a temporada. Depois se apresentam as que seguem atuando na final da LBF e na Europa. "Minha avaliação vai continuar até a data da convocação", explicou o técnico, sobre as avaliações que seguem sendo realizadas.

Adepto ao jogo de muita defesa e contra-ataque, Tarallo sabe a filosofia que quer implantar na Seleção Brasileira. "Precisamos preparar uma equipe muito forte na defesa e com boas opções ofensivas. O contra-ataque é uma arma que gosto muito de explorar nas minhas equipes, mas quando o jogo for precisa ser cadenciado, explorarmos a individualidade de cada atleta, mas sempre cuidando dos fundamentos. São princípios que vamos buscar muito durante os treinamentos. Não falta vontade de trabalhar", finalizou o treinador que já tem muitas conquistas nas equipes de base brasileiras.

A coletiva e a convocação de Luiz Cláudio Tarallo acontecerá na sede da Aceesp (Av. Paulista, 807 - 9º andar - Conjunto 904), em São Paulo, no dia 19 de abril, às 11 horas. Será necessário a realização de credenciamento prévio pelo endereço de email: credenciamento@cbb.com.br. Favor enviar nome, veículo em que trabalha, função, identidade e telefone para contato.

Fonte: CBB

sábado, 31 de março de 2012

São Luís é escolhida para sediar o Sul-Americano de basquete feminino

São Luís participará efetivamente da preparação da Seleção Brasileira Feminina de Basquete que disputará os Jogos Olímpicos de Londres. De 21 a 27 de maio, a capital maranhense sediará a disputa do Sul-Americano da modalidade, torneio que será utilizado como preparativo aos Jogos Olímpicos.

A informação foi confirmada pelo presidente da Federação Maranhense de Basquetebol (FMB), Manoel Cid Lourenço Costa Castro. “Está 99,99% decidido. Basta apenas um comunicado de nossa Confederação (Brasileira de Basquete), para que tudo seja homologado”, afirmou.

Segundo Cid, a escolha da capital maranhense para sediar o torneio sul-americano se deve principalmente à grande adesão do público local ao esporte, demonstrada durante as partida da Liga Nacional de Basquete Feminino (LBF).

- Tenho a convicção disso. Muito dessa escolha é por causa de nosso público, que lotou o Castelinho em quase todos os jogos do Maranhão Basquete.
Inicialmente o Sul-Americano seria disputado por sete equipes: Brasil, Argentina, Colômbia, Venezuela, Chile, Paraguai e Equador. Mas a última seleção até o momento não teria confirmado presença junto à Confederação Sul-Americana de Basquete (Consubasquet).

Com seis participantes, Manoel Cid acredita que o torneio será melhor disputado. Segundo ele, a fórmula da competição ainda não está definida, somente após a realização do congresso técnico da entidade, em São Luís.

- Pode ser em duas chaves de três ou em uma apenas, com as equipes se revezando, tendo intervalo para cada uma das seleções. Mas isso não será um grande problemas e vai ser definido no congresso - explicou.

Preparação

Além de uma atração a mais para o público maranhense, o Sul-Americano será de fundamental importância para a Seleção Brasileira. Após um longo período de disputada da LBF, o time deve utilizar o torneio como preparativo para os Jogos Olímpicos.

- Algumas atletas que estão disputando a LBF começam a ter a curva descendente em seu preparo físico. Outras começam a subir nesta reta final. Quando elas forem convocadas e se juntarem à Seleção, com certeza esse preparo será uniformizado e todas passarão a ter o mesmo nível. O mesmo está acontecendo com a maioria das seleções de todo o mundo, que vão utilizar torneios regionais como preparativo para Londres - disse Cid.

Em relação à organização e infraestrutura do Sul-Americano, o presidente da FMB acredita que não haverá problemas pelo torneio ser disputado em São Luís.

- Hoje temos um dos melhores ginásios do Brasil para a prática do basquete. Lá todas as seleções podem treinar sem problema algum e se for necessário outro local, temos espaços muito bons na cidade para isso. Isto sem falar contar com a boa estrutura para acomodação de todas as delegações - finalizou.

Fonte: Globo Esporte

quinta-feira, 29 de março de 2012

Iziane descarta WNBA e fica à disposição da seleção brasileira

Maior pontuadora da LBF e destaque da competição, defendendo o Maranhão Basquete, a ala Iziane definiu como será seu futuro, no que diz respeito à possibilidade de disputar as Olimpíadas de Londres. Com uma proposta da WNBA, a maranhense decidiu que irá lutar pelo sonho olímpico com a seleção brasileira, se colocando à disposição para uma possível convocação.

- Essa foi uma decisão muito pessoal e bastante difícil, mas achei que era mais importante pensar no meu país, neste momento - disse Iziane ao GLOBOESPORTE.COM.

Com 509 pontos marcados pelo Maranhão Basquete, Iziane praticamente já assegurou o título de cestinha da LBF, pois tem 194 pontos a mais que a segunda cestinha, Fernanda Bibiano, do Basquete Clube, com 315 pontos. Na LBF, o Iziane levou o MB até as quartas de final, sendo eliminado pelo Catanduva, após o terceiro jogo dos play offs.
O retorno à sua terra natal foi um dos passos fundamentais para a atleta optar pela disponibilidade à seleção brasileira. Além disso, Iziane destacou que a possibilidade de ir para as Olimpíadas é uma forma de levar o nome do Maranhão para todo o mundo.

- Eu retornei ao Maranhão para dar a minha contribuição e ajudar a divulgar o nosso basquete pelo país. Acho que depois de tudo o que aconteceu aqui na LBF, quando tivemos o ginásio completamente lotado, e nosso time fazendo uma boa campanha logo neste primeiro ano de competição, achei que jogar as Olimpíadas viria para coroar esse trabalho. E para mim vai ser importante, pois serei o Maranhão vestindo a camisa da seleção brasileira em Londres - afirmou.
A ala maranhense finalizou a entrevista afirmando que retornará à seleção disposta a lutar por vaga no time titular, descaatando a possibilidade de chegar como estrela do time. A convocação para as Olímpiadas ainda será realizada nos próximos dias, pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo.

- Eu não me vejo como titular desde agora. Primeiro terei que esperar a convocação. Muita gente está me colocando como titular, mas isso não existe. Eu sou mais uma do grupo e vou brigar para ser titular, para isso vou fazer a minha parte - finalizou Iziane.

O primeiro título de Iziane com a seleção brasileira veio em 2001, na Copa América e terminou em quarto lugar nas Olimpíadas de Sidney 2004 e no Mundial de 2006, este sediado no Brasil. Na WNBA, a maranhense defendeu o Miami Sol, Phoenix Mercury, Seattle Storm , e antes de retornar ao Brasil, estava no Atlanta Dream.

Fonte: Globo Esporte

quinta-feira, 8 de março de 2012

Hortência rebate críticas e não descarta novas mudanças na seleção feminina

Desde que assumiu a direção das seleções femininas de basquete, a ex-jogador Hortência fez três trocas no comando da equipe principal. A última foi a entrada de Luiz Cláudio Tarallo no lugar de Ênio Vecchi, no final de 2011. Questionada sobre as mudanças, a dirigente não mostrou incômodo e disse que, se preciso, fará novas mudanças.

- Não tenho medo de críticas. Se tiver que trocar mais três vezes, nós vamos trocar. O que não pode é ver que não vai dar e insistir. Estou fazendo para o bem do basquete - disse Hortência no "Arena SporTV" desta quinta-feira.

A entrada de Tarallo gerou muita reclamação por parte do ex-treinador Ênio Vecchi, treinador da equipe na conquista da Copa América, em 2011, competição que garantiu a presença da seleção nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. Mas, para Hortência, o novo comandante já deveria ter recebido há algum tempo.

A dirigente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) disse que a seleção feminina só está abaixo da equipe dos Estados Unidos, tida por ela como a favorita nos Jogos de Londres, e que tem se preparado para ser a diretora de seleções.

- Não vesti a camisa da seleção brasileira por 20 anos à toa. Não estou aqui porque sou Hortência, mas sim porque eu tenho capacidade para estar neste cargo. Sei muito bem o que estamos fazendo. Vocês podem ter certeza de que logo vamos dar uma decolada. Se tiver que trocar, vamos trocar. Não podemos ter medo.

ASSISTA AO VÍDEO AQUI.

Fonte: Sportv

sábado, 25 de fevereiro de 2012

WNBA não quer Iziane na Olimpíada

DANIEL BRITO
DE SÃO PAULO

A ala Iziane, 29, sofre pressão das equipes da WNBA para abrir mão de jogar a Olimpíada de Londres-2012. É o que diz seu empresário.

A atleta, que defende o Maranhão Basquete na LBF (Nacional feminino), tem proposta de três equipes da liga profissional dos EUA deste ano.

E negocia um contrato de três anos com o Seattle Storm para receber o teto salarial da WNBA: US$ 101 mil (aproximadamente R$ 174 mil).

Iziane ainda não decidiu se representará o Brasil nos Jogos, a partir de 27 de julho.

"As equipes com que conversamos na WNBA querem que Iziane se dedique exclusivamente ao time e deixe de disputar a Olimpíada, mesmo que o calendário esteja paralisado", disse Fábio Jardine, empresário da atleta.

A liga começa em 18 de maio e termina em setembro.

Em 14 de julho --a 13 dias da Olimpíada-- a temporada regular será interrompida e volta em 15 de agosto.

As jogadoras dos EUA que vão defender sua seleção são liberadas pelos clubes.

A Confederação Brasileira de Basquete quer ter Iziane desde o primeiro dia de treinos. A seleção se apresentará em maio. A convocação deve ser anunciada em abril.

Luiz Cláudio Tarallo, técnico do Brasil, tem restrições à chegada atrasada. "Tem que ver se seriam 13 dias depois do último jogo lá na WNBA, ou contando as viagens, se ela viria sem contusão. Não dá para saber agora."

Em entrevista à Folha, nesta semana, Iziane disse que levaria em consideração o aspecto financeiro antes de decidir sobre a Olimpíada.

"Só o prestígio não paga minhas contas", afirmou, sobre disputar a primeira Olimpíada da carreira.

"Iziane não tem a vida feita. Ela não quer ganhar um salário bom só para deixar o dinheiro parado do banco, precisa sustentar a família", afirmou Jardine.

Se optar pela seleção, Iziane receberá diária que não costuma passar dos US$ 150 (R$ 255). A confederação, porém, não divulga os valores.

O montante pago pela confederação brasileira, ao final de três meses com a seleção, não cobriria o que Iziane receberia na WNBA.

Para resolver o problema, Hortência, diretora da confederação brasileira, criou um ranking de diárias, dividido em três grupos: novatas, intermediárias e campeãs. Iziane se encaixa no terceiro (e mais valorizado).

"Não quero que as jogadoras percam também", disse a dirigente.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Seleção Adulta fará amistoso contra Estados Unidos

As seleções brasileiras, masculina e feminina, irão realizar amistosos nos Estados Unidos visando a preparação para as olimpíadas de Londres. As equipes nacionais farão uma exibição dupla no dia 16 de julho, no Verizon Center, em Washington D.C..

Sob o comando de Luiz Claudio Tarallo, a equipe nacional feminina enfrentará as norte-americanas às 19h30 (horário de Brasília). Já a disputa masculina comandada por Ruben Magnano encara o 'dream team', às 22h (de Brasília).

Os ingressos para acompanhar as partidas em Washington (EUA) serão anunciadas um mês antes do evento. Já o credenciamento de imprensa será realizado a partir do mês de abril.

Fonte: CBB

sábado, 21 de janeiro de 2012

Patrocinador planeja amistosos das seleções do Brasil com EUA, diz CBB

A agenda com a programação dos jogos preparatórios para as Olimpíadas de Londres só será fechada em fevereiro, quando o técnico Rubén Magnano apontará os países que quer enfrentar antes do evento, marcado para julho. Segundo a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), a ida a Washington para enfrentar a seleção dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, foi sugerida pela Nike, patrocinadora das equipes dos dois países, e está dependendo apenas do ok de Magnano.

No Mundial da Turquia, em 2010, na entrevista após ter conquistado o título da competição, o técnico Mike Krzyzewski negou o rótulo de dominante para o seu time. Lembrava a partida contra o Brasil, vencida por eles por 70 a 68.

Ainda de acordo com a CBB, a seleção feminina também fará um amistoso contra as americanas, atuais campeãs do mundo. A entidade planeja ir direto dos EUA para a Inglaterra.

Fonte: globoesporte.com

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Palavras de Ênio Vecchi e Carlos Nunes

"É um pouco difícil conseguir uma explicação lógica." - Ênio Vecchi, em entrevista ao Arena Sportv.



"Encaro isso como normal. É mais do que justo o Ênio estar magoado, pois ele saiu, não teve contrato renovado. Mas eu digo uma coisa, a seleção feminina está aí, igual à masculina. Está classificada, ganhou a Copa América. Acho que o trabalho da Hortência está a contento, não temos nada que reclamar, pelo contrário, temos que dar um apoio ainda maior para a Hortência." - Carlos Nunes, em entrevista ao Sportv News.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

CBB não renovará contratos de Enio Vecchi e Urubatan

20111215_182141_Hortencia_gde1 A ex-jogadora Hortência Marcari, atual diretora das seleções femininas da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), comentou sobre a não renovação do contrato do técnico Ênio Vecchi, na seleção adulta.
 
Segundo a diretora da CBB, depois de várias reuniões que participaram também André Alves, diretor técnico, e José Carlos Brunoro, diretor de marketing, ficou decidido que seria feito um realinhamento para cumprir as metas pré-estabelecidas pela Confederação Brasileira já visando as Olimpíadas de 2016.
 
Os contratos do técnico Ênio Vecchi e do assistente-técnico Urubatan Paccini, que vencem neste próximo dia 31 de dezembro. "Temos um planejamento do ciclo olímpico e temos metas para serem cumpridas. Hoje tudo é profissional na CBB e temos que agir profissionalmente", afirmou a diretoria.
 
Hortência adiantou ainda que "tudo foi analisado. A boa campanha do Pré-Olímpico e a nossa participação no Pan-Americano. Agora temos que pensar em Olimpíadas e isso vai ser muito importante para o basquete brasileiro. Vamos buscar a melhor opção para a seleção dentro das condições da CBB".
 
Sobre o nome do próximo técnico, Hortência disse que existe uma negociação, mas o nome será conhecido depois de acertar toda a parte financeira.
 
"Temos os planos A e B, mas não podemos falar em nomes. Temos que esperar o acerto financeiro e jurídico. Por isso, em breve vamos falar do nome do novo técnico".
 
Finalizando, Hortência garantiu que todas as mudanças foram baseadas em análises e projetando metas. "Queremos o melhor para as seleções. E não haverá mudança apenas no adulto. Outras seleções também podem sofrer mudanças, desde que a diretoria entenda assim".
 
 
Juarez Araújo

Fonte: CBB 

Comentário: Misericórdia!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Aos 36 anos, ainda há espaço para Silvinha Luz na seleção brasileira?

NLB-Idolkort-7 Passada a euforia da conquista do Pré-Olímpico e o impacto da derrota na semifinal no Pan, é hora de pensar em Londres-2012, que está logo ali.

O primeiro ano do trabalho de Enio Vecchi se encerra com mais pontos positivos do que negativos e a impressão é que continuamos naquele miolo do pelotão médio, que no basquete feminino permite que uma seleções como a República Tcheca e Espanha, prata e bronze no Mundial em 2010 não tenham conseguido ser protagonistas do Europeu nove meses depois.

Como a renovação não aconteceu de forma equilibrada nos últimos anos, a situação é bem delicada e há pouco tempo para mudanças radicais, que só surgirão em face de atuações excepcionais na segunda edição da LBF.

Parece claro que há um grupo de seis jogadoras que tem o total respaldo da comissão técnica e da diretora Hortência: Érika, Adrianinha, Damiris, Iziane, Franciele e Clarissa.

Abaixo dessas seis, mas ainda em posição privilegiada parecem estar Silvia Gustavo, Tássia e Nádia.

Desse grupo de nove atletas, chama atenção a situação das alas. Iziane é Iziane. Silvia ganhou a confiança de Enio, mas seu basquete continua sobrevivendo mais de boas intenções que de condições físicas e técnicas.

Por fim, a expectativa que cerca a ainda menina Tássia tem levado ao erro de que ela (já) pode atuar de ala ou armadora conforme seja o desejo do treinador, algo que eu só vi Magic Paula fazer com a mesma competência.

Nesse cenário, ganha força a madura dupla do Pré Chuca & Micaela, já vista em Pequim-2008, mas ainda sim bem mais afinada que Jaqueline & Izabela no Pan.

Nunca imaginei que fosse escrever isso, mas sobe ainda Palmira, a jogadora que mais evoluiu sob o comando do novo treinador.

Resumindo, o cenário nas laterais é muito complicado.

Nesse universo particular, acho que é hora de pensar numa carta que já julguei fora do baralho. Ainda mais madura que todas as demais, Silvinha Luz, 36 anos está na Suécia, defendendo o NorthLand, que lidera a liga local com seis vitórias.

Na última sexta-feira, jogando contra o Vikings (74-55 sobre o vice-campeão da última temporada), a ala brasileira esteve perto de um tripe-double em 36 minutos de correria: 14 pontos, 11 rebotes, 9 assistências e 3 recuperações. Silvinha lidera a competição em assistências (6,0), é a quarta mais eficiente (19,2) e a nona cestinha (14,8).

Sei que ouvirei comentários do tipo “na Suécia, até eu!”, mas são números semelhantes aos que ela registrou no Brasil no último ano e superiores ao de outras concorrentes citadas acima.

A resposta à pergunta do título só Enio tem. Eu, do lado de cá, acho que ainda sim.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Seleção desembarca em São Paulo após bronze no Pan

Meninas chegam de Guadalajara e já pensam nas Olimpíadas de Londres panbasqfem_lp_251011122-2 Com a medalha de bronze no peito e com o dever cumprido na temporada, que foi a classificação para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, a Seleção Brasileira feminina de basquete retornou nesta quinta-feira (27) de Guadalajara, no México,onde disputou os Jogos Pan-Americanos. As pivôs Damiris e Érika, foram as únicas jogadoras que não desceram no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ambas seguiram da cidade mexicana para a Europa, onde jogam. Apesar da campanha que resultou em apenas uma derrota para Porto Rico, na semifinal, as jogadoras, na maioria, concordaram que faltou a presença brasileira na disputa da medalha de ouro.

 
O técnico Enio Vecchi, até no retorno nesta quinta-feira (27) ainda buscava uma explicação sobre a derrota para Porto Rico. "Não podemos tirar o mérito das porto-riquenhas, mas tivemos uma atuação abaixo da nossa média. Foi um dia que nada deu certo. Todos da equipe estavam, focados que disputaríamos a medalha de ouro".
 
Sobre o futuro da equipe, o técnico da Seleção Brasileira está otimista para uma boa preparação e brigar por uma medalha em Londres. "O planejamento será seguido, mas temos algumas coisas para serem discutidas em reunião no próximo mês, para definir a programação e os jogos internacionais", disse Vecchi.
 
A rainha Hortência Marcari, diretora das seleções femininas na CBB, retornou junto com a delegação e também adiantou que a preparação para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, será bastante intensa: "Vou na semana que vem para o Equador acompanhar a Seleção Sub-15 e quando voltar vamos fazer uma reunião para definir nossa programação em jogos de preparação. Temos convites para torneios na China e da Austrália. Vamos definir também o tempo de treinamento na reunião", disse Hortência, que foi ouro no Pan de 91, em Havana, Cuba.
 
A lateral Iziane Marques, seguiu de Cumbica para São Luís, no Maranhão, onde foi visitar familiares. E é possível que vá jogar a próxima Liga Nacional Feminina pela equipe do estado que nasceu. "Estou conversando e muito disposta a voltar a jogar no Brasil. Se não conseguir, tenho propostas para atuar na Europa", afirmou. Iziane disse ainda que sofreu muito no banco de reservas, mas acatou a decisão do técnico em deixá-la no banco. "Foi uma opção do técnico, mas minha vontade era de estar na quadra. Agora é pensar nas Olimpíadas, fazer uma boa temporada e isso espero de todas as jogadoras para que possam chegar na Seleção em bom ritmo e afinadas para a comissão técnica apenas acertar os detalhes táticos da equipe. Tenho confiança que vamos brigar por medalha em Londres", afirmou a maranhense de 29 anos, que jogou a última temporada da WNBA pelo Atlanta Dream.
 
A pivô Clarissa Santos, que sofreu um forte entorse no tornozelo direito, ainda na primeira fase do Pan-americano, ao descer do avião, entregou a muleta que usava para a fisioterapeuta Milena Perroni. E foi direto para o Hospital 9 de Julho fazer uma ressonância magnética, para depois ser avaliada pelo médico da CBB. Sobre a campanha no Pan, a pivô de Americana achou que foi uma fatalidade a derrota para Porto Rico. "Foi triste não ter jogado e ver as companheiras não conseguindo chegar na final. Mas vida que segue. Porto Rico fez uma partida perfeita contra nós. Agora temos que pensar na Olimpíada, fazer um trabalho forte para chegar bem em Londres", finalizou a jogadora de Americana.

 

Juarez Araújo

Fonte: CBB 

Nota: O release acima foi o primeiro do jornalista Juarez Araújo, que – felizmente – assumiu a assessoria de imprensa  da Confederação, que se encontrava em situação simplesmente lamentável. Acho que o primeiro release já ilustra bem a agradável diferença.

domingo, 9 de outubro de 2011

Palmira e Gil no Pan (O Regional)

imagempalegil As jogadoras do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, Palmira e Gil, que defenderam a Seleção Brasileira que assegurou vaga para as Olimpíadas de Londres, apresentaramm-se na quinta-feira ao técnico Ênio Vecchi, para a disputa dos Jogos Pan-Americanos, que serão disputados a partir da próxima semana em Guadalajara. Elas estiveram ontem em Catanduva .

As atletas comemoraram o desempenho da Seleção em Neiva, durante o Pré-Olímpico. O time brasileiro conquistou o título da competição de forma invicta. “O time estava bem entrosado e isso acabou refletindo positivamente dentro de quadra”, comentou a lateral Palmira, que disputará seu segundo Pan- americano consecutivo.

Em 2007, no Rio de Janeiro, a seleção acabou sendo derrotada para o time universitário dos Estados Unidos. “Não podemos repetir os mesmos erros da edição passada, quando perdemos a medalha de ouro por um detalhe”, destacou.

Gil explicou que a preparação de três meses  foi fundamental para a boa campanha da seleção. “Foram três meses intensos, com enfoque principalmente na preparação física das jogadoras. Tivemos um ganho excepcional no que diz respeito ao sistema de marcação na defesa”.

“Apesar das trocas constantes durante as partidas, o time manteve sempre o mesmo nível. Isso foi importante para manter o nível de coesão do grupo, tanto dentro quanto fora de quadra”, falou Palmira, que confessou que ter vencido a Argentina na final teve um sabor ‘especial’. “São nossos rivais e deixá-las de fora da Olimpíada, não tem preço que pague”.

As duas atletas fizeram questão de ressaltar o estilo de treinamento do técnico Ênio Vecchi, que até assumir a seleção feminina, havia trabalhado apenas com times masculinos.

Para Palmira, um dos diferenciais do estilo do treinador foi o sistema de defesa implantado pelo treinador. “Ele trabalhava de forma específica, conforme o adversário que tínhamos pela frente. Isso foi fundamental para a evolução do time durante os treinos”, falou.

A atleta também disse ter visto diferença acentuada no comando da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) em 2007 para 2011. “É uma nova visão tanto de administração quanto no dia a dia com a seleção”, falou.

Gil destacou o planejamento feito pela seleção. “Tudo foi muito bem programado e organizado para que os resultados aparecessem dentro de quadra”.

LBF

O presidente do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, Luis Roberto Daoglio, explicou que a burocracia tem impedido a liberação de verbas do Governo Federal para a Liga de Basquete Feminino (LBF). “Com isso, a participação de times do Maranhão e de João Pessoa estão condicionados com a liberação dessa verba”, concluiu.

Fonte: O Regional

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Enio ousa na convocação para o Pan

Brasil x Canadá Sub19 - Torneio Internacional Sub-19 de Basquete, partida entre Brasil x Canadá. - Brasil - sp - Jundiaí - Ginásio Romão Souza -  - www.inovafoto.com.br - id:11282 Foram convocadas pelo técnico Enio Vecchi 14 jogadoras para o treinamento preparatório para os 16° Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México. O evento feminino acontece de 21 a 25 de outubro. A equipe faz sua apresentação no CEFAN - Marinha do Brasil (Av. Brasil, 10.590 – Penha), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (6 de outubro) e embarca no dia 15 do mesmo mês para o México.
 
“Nosso objetivo no Pan será trabalhar para conquistar uma medalha. Foram convocadas jogadoras que já se prepararam com a gente durante o Pré-Olímpico e mesclamos algumas mais novas. Nossa intenção com as mais novas é que adquiram experiência, de como é o clima em uma equipe adulta. O importante é entrarmos em quadra no Pan com o mesmo espírito que estávamos no Pré-Olímpico, quando conquistamos a vaga em Londres”, disse o técnico.
 
A seleção adulta feminina esteve presente em 13 edições da competição feminina e soma dez medalhas conquistadas nas quinze edições do torneio feminino dos Jogos Pan-Americanos. A seleção venceu em Winnipeg, no Canadá (1967); em Cáli, na Colômbia (1971); e em Havana, Cuba (1991). As meninas foram quatro vezes medalha de prata e três de bronze. No Pan do Rio (2007), O Brasil ficou com a medalha de Prata. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas na história do Pan-Americano: 23 no total.
 
Desde a edição dos Jogos na Cidade do México (1955) até Rio de Janeiro (2007), a seleção feminina disputou 85 partidas, com 63 vitórias e 22 derrotas. As jogadoras recordistas em participações com cinco Pan-Americanos na carreira são Delcy Marques (1959/1963/1967/1971/1975) e Marlene Bento (1955/1959/1963/1967/1971).
 
REGULAMENTO
O Brasil está no grupo ‘B’ dos Jogos Pan-Americanos com Canadá, Jamaica e Colômbia. No grupo ‘A’ estão Argentina, Estados Unidos, Porto Rico, México. De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as equipes jogam entre si, em turno único, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
 
SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA
Nome - Posição - Idade - Altura – Clube – Naturalidade
Bárbara de Queiroz - Armadora - 25 anos - 1,80m - Unimed/Americana (SP) - SP
Carina Martins – Ala/armadora – 19 anos – 1,72m – Santo André/Semasa (SP) – SP
Clarissa Cristina dos Santos – Pivô – 23 anos - 1,87m - Unimed/Americana (SP) – RJ
Damiris Dantas do Amaral - Pivô – 18 anos - 1,92m – Celta de Vigo (Espanha) – SP
Erika Cristina de Souza - Pivô – 29 anos – 1,96m - Atlanta Dream (EUA) – RJ
Gilmara Justino - Pivô - 30 anos - 1,85m - Poty/Açucar Cometa Unimed Catanduva (SP) – SP
Isabela Ramona Macedo – Ala – 17 anos – 1,76m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – BA
Izabela Morais de Andrade – Ala - 24 anos - 1,85m - Assoc. de Presidente Venceslau (SP) – SP
Iziane Castro Marques - Ala – 29 anos - 1,83m - Atlanta Dream (EUA) – MA
Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 25 anos - 1,78m - Santo André/Semasa (SP) – SP
Nádia Gomes Colhado - Pivô – 22 anos - 1,94m - Santo André/Semasa (SP) – PR
Palmira Marçal – Ala/Armadora – 26 anos - 1,75m - Poty/A. Cometa Unimed Catanduva (SP) – PR
Silvia Cristina Gustavo Rocha Valente - Ala - 28 anos - 1,86m - Ourinhos Basquete (SP) – SP
Tássia Pereira Carcavalli - Armadora – 19 anos - 1,79m - Unimed/Americana (SP) – SP

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Brasil vence Canadá e segue invicto na Copa América

A seleção brasileira feminina alcançou a sua segunda vitória no torneio Pré-Olímpico Feminino, que está sendo disputado no Coliseu Álvaro Sánchez, na Colômbia. Neste domingo, o Brasil superou o Canadá por 56 a 39 (23 a 20 no primeiro tempo). Na estreia, no último sábado, as meninas brasileiras ganharam do Paraguai com facilidade. A vitória deixou o Brasil muito perto de fechar a primeira fase na liderança do Grupo.
 
A cestinha da partida foi a pivô Damiris Dantas com um duplo-duplo (13 pontos e 11 rebotes). Outros destaques foram Palmira Marçal e Patrícia Ferreira, ambas com 10 pontos.
 
“A confiança vai aumentando, mas não pode deixar cair. Não tem adversário bobo e todo mundo quer a mesma coisa que a gente. Estou impressionada, não esperava ser a cestinha. Mas eu treinei para isso e a equipe está ajudando bastante por eu ser a mais nova", disse Damiris, que foi a MVP do Campeonato Mundial Sub-19.
 
O próximo adversário brasileiro será a equipe da Jamaica, às 18h45 de Brasília (16h45 local). Na terça-feira (27), é a vez do México. Todos os jogos das brasileiras acontecem no mesmo horário.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Brasil vence Chile pela Copa Pitalito

A equipe brasileira comanda por Enio Vecchi fez mais uma grande partida na “Copa Pitalito”, que está sendo realizado na Colômbia. A seleção feminina derrotou as chilenas com uma vantagem de 67 pontos, por 90 a 23 (39 a 11 no primeiro tempo) e continua invicta no Hexagonal. As cestinhas da partida foram as pivôs Clarissa dos Santos e Gilmara Justino, com 17 pontos cada. Outros destaques foram a armadora Adriana Moisés e a pivô Damiris do Amaral, com 11 pontos.

A “Copa Pitalito” serve de preparação para as seleções que irão disputar o Pré-Olímpico Adulto Feminino, de 24 de setembro a 1º de outubro, em Neiva, na Colômbia. O Pré-Olímpico classifica a seleção campeã para as Olimpíadas de Londres em 2012.

BRASIL (25 + 14 + 30 + 21 = 90)
Começaram: Adriana (11pts); Patrícia (9); Micaela (6); Damiris (11); Clarissa (17). Depois: Palmira (8); Barbara (2), Franciele (9); e Gilmara (17). Não entraram: Silvia e Nádia.

CHILE (2 + 9 + 6 + 6= 23)

Obs: Devido não existir estatística

Brasil atropela Argentina pela Copa Pitalito

Na segunda rodada da “Copa Pitalito”, a seleção brasileira conquistou mais uma vitória e segue invicta no Torneio, que está sendo realizado na Cidade de Pitalito, na Colômbia. A equipe de Enio Vecchi venceu dessa vez a seleção argentina com uma vantagem de 55 pontos, 89 a 34 (46 a 22 no primeiro tempo). A cestinha da partida foi a pivô Clarissa dos Santos com um duplo-duplo (24 pontos e 11 rebotes). Outro destaque foi a ala Patrícia Ferreira com sete pontos e 10 rebotes, que também colaborou com a conquista nacional.

BRASIL (29 + 17 + 19 + 24 = 89)
Começaram: Adriana (14pts); Patrícia (7pts e 10 reb); Micaela (10); Damiris (12); Clarissa (24pts e 11 reb). Depois: Palmira (14); Barbara (2), Franciele (6pts e 8 reb); Nádia (2); e Gilmara (8). Não entrou: Silvia.

ARGENTINA (9 + 13 + 5 + 7 = 34)

Obs: Devido não existir estatística no Hexagonal, essas foram as únicas informações obtidas.

domingo, 18 de setembro de 2011

Vídeo: Seleção Feminina de Basquete estreia contra Cuba na Copa Pitalito

http://sportv.globo.com/videos/basquete/v/selecao-feminina-de-basquete-estreia-contra-cuba-na-copa-pitalito/1634183/#/últimos/page/1

Vecchi mantém Seleção aberta à Iziane, mas vê postura de Érika como exemplo

Companheira de Iziane no Atlanta Dream, Érika resolveu priorizar a Seleção Brasileira e disputará o Pré-Olímpico de Neiva. Antes de embarcar para a Colômbia na manhã desta sexta-feira, o técnico Ênio Vecchi evitou criticar Iziane por seu pedido de dispensa, mas citou a atitude de Érika como exemplo.

"A classificação para a Olimpíada tem uma dimensão enorme para o País. A postura da Érika é um exemplo para todos os atletas, inclusive do masculino. É um exemplo de patriotismo, de compromisso e de saber que foi no Brasil que ela teve a grande oportunidade da vida. Não podemos esquecer jamais as nossas raízes", afirmou Vecchi.

Iziane ficou afastada da Seleção desde que se desentendeu com Paulo Bassul por se recusar a entrar em quadra no Pré-Olímpico de 2008. Indicada por Carlos Nunes, presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), para comandar o setor feminino em 2009, Hortência dispensou o treinador e reconduziu a jogadora à Seleção.

De acordo com Hortência, Érika manifestou o desejo de disputar o Pré-Olímpico desde o início. Responsável por negociar a presença da dupla da WNBA, a ex-jogadora esperou uma decisão de Iziane até o último momento. Como seu contrato com o Atlanta Dream está no final e ela pretende seguir na equipe, a ala preteriu a Seleção Brasileira.

"Nós respeitamos as decisões de todas as jogadoras. A Iziane tem as razões dela, é uma situação diferente do caso da Érika, apesar de elas jogarem no mesmo time. Cada uma tem que tomar a sua decisão. Se em uma determinada situação a jogadora não tem condições de se dedicar à Seleção, acho importante falar", afirmou Vecchi.

Ao mesmo tempo em que pediu dispensa, Iziane se disse disposta a participar dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, uma vez que a temporada da WNBA já estará encerrada. Desta forma, Ênio Vecchi conta com a ala para o campeonato no México, com início previsto para o dia 14 de outubro.

"Não tem problema nenhum. Conto com ela para os Jogos Pan-Americanos e também para as outras competições no futuro. Independente de qualquer coisa, reconhecemos as justificativas dela. Com a Iziane em boas condições técnicas, esperamos sempre contar com ela", afirmou.

No masculino, Nenê (Denver Nuggets) e Leandrinho (Toronto Raptors) também recusaram o chamado de Ruben Magnano para atuar no Pré-Olímpico de Mar del Plata. Após a conquista da vaga, até Carlos Nunes, presidente da CBB, se disse contrário à presença dos atletas nos Jogos de Londres-2012.

Por enquanto, Vecchi não se preocupa com uma possível polêmica do mesmo gênero em torno de Iziane. "O mais importante agora é focar a vaga e deixar esses problemas para trás. Agora, não adianta. Vamos poder começar a pensar nisso só mais para a frente", encerrou o treinador.

Fonte: Gazeta Esportiva

Antes de estreia oficial, Vecchi usa torneio amistoso para últimos ajustes

Empossado como técnico da Seleção feminina em dezembro de 2010, Ênio Vecchi fará seu primeiro jogo oficial no comando do time brasileiro no Pré-Olímpico de Neiva. Antes da estreia, ele planeja acertar os últimos detalhes na Copa Pitalito, a partir deste domingo.

"Dentro da expectativa que eu tinha, acho que o trabalho até agora teve um desenvolvimento muito satisfatório. A ideia nesse último torneio é colocar o time no melhor ritmo de jogo possível, mais agressivo. Além disso, quero experimentar várias formações e algumas variações táticas", explicou o treinador na manhã desta sexta-feira, pouco antes de embarcar para a Colômbia, no Aeroporto de Guarulhos.

Além do Brasil, as seleções de Cuba, Porto Rico, Argentina, Colômbia e Chile participarão do torneio na cidade de Pitalito, entre domingo e quarta-feira. Em seguida, o elenco segue para Neiva, sede do Pré-Olímpico a partir do próximo dia 24 de setembro, um sábado.

Para Vecchi, a estreia em um jogo oficial não será grande novidade. "É claro que a nossa concentração vai estar muito mais aguçada, mas como já teve uma série de amistosos antes, acho que é uma sequência normal. Eu e as jogadoras já nos conhecemos um pouco, então vamos estar confortáveis em termos de relacionamento", afirmou.

Antes de assumir a Seleção Brasileira feminina, Ênio Vecchi treinava o Vitória no Novo Basquete Brasil (NBB). Na equipe nacional, ele vive sua primeira experiência no comando de um time de mulheres, e já percebe algumas diferenças em relação aos homens.

As meninas têm uma disciplina tática muito importante. Essa é a maior diferença, até em função da dificuldade de superar o aspecto físico. Em relação a concentração das atletas, fiquei impressionado com a atenção que elas têm aos detalhes, que são muito importantes no basquete. No masculino, isso é um pouco diferente", comparou.

Sem os Estados Unidos, garantidos nos Jogos de Londres-2012 após o título do Mundial-2010, o Pré-Olímpico de Neiva, na Colômbia, classifica apenas o campeão. Os times que terminarem entre o segundo e o quarto lugar seguem para o Pré-Olímpico Mundial. O Brasil forma o Grupo B ao lado de Jamaica, Canadá, México e Paraguai. Após a primeira fase, os dois primeiros avançam para a semifinal.

"Sabemos que é difícil. Cuba, Argentina e Canadá, além do Brasil, são os mais cotados para a vaga. Não deixamos nada a desejar em relação aos outros times e temos confiança que vamos disputar essa oportunidade com boas chances. Vai estar todo mundo brigando por uma vaga e temos que lutar bastante", encerrou Vecchi.

Fonte: Gazeta Esportiva