quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Brasil estreia amanhã no Mundial contra a Coréia
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Adversário número 1: Coréia do Sul
A Coréia tem sido um adversário frequente no nosso caminho.
A vitória recente mais marcante foi na disputa do bronze em Sydney (2000), por 83-74, com prorrogação.
As duas últimas derrotas foram bastante amargas: nas quartas-de-final do Mundial da China (2002), por 71-70; e na estréia em Pequim (2008), por 62-68, também com prorrogação.
O time mantém a base que jogou em Pequim, com pelo menos seis nomes se repetindo, entre eles o da cestinha na vitória contra o Brasil há dois anos: a ala Yeon Ha Beon (30 anos, 1,80m), também cestinha geral na campanha olímpica que valeu o oitavo lugar.
A segunda cestinha também está lá: Sun Min Jung, ala-pivô de 35 anos e 1,85m.
O time foi prata no último Asiático (2009), só perdendo seus dois jogos contra a China.
Além das duas veteranas que também foram cestinhas nesse torneio, os destaques foram a pivô Kwe Ryong Kim, 30 anos e 1,92m e a ala Jung Eun Kim, 23 anos e 1,80m. Essas últimas também estavam em Pequim.
A preparação aparentemente foi discreta, com amistosos com Taiwan e um período de aclimatação em solo tcheco.
O último encontro entre as duas seleções em Mundiais foi em 2006, com vitória do Brasil por 106-86, com 21 pontos de Iziane e 20 de Alessandra.
sábado, 26 de setembro de 2009
China, Coréia e Japão se classificam para o Mundial 2010
Foi encerrada na quinta-feira a disputa do Asiático.
Disputado em Chennai (Índia), o torneio teve mais uma final entre China e Coréia, que não trouxeram muitas novidades.
O título ficou com a China, que fez 91 a 71.
Os destaques chineses foram Zengyu Ma (26 anos, 16 pontos), Chen Nan (26 anos, 17 pontos), Bian Lan (23 anos, 14 pontos e MVP do torneio), Chen Xiaoli (27 anos e 13 pontos) e Zhang Fang (25 anos e 11 pontos).
Na Coréia, ela mesma: Beon Yeon Ha, número 29 na idade e nos pontos. E – claro – Jung Sun Min, 35 anos e 17 pontos.
Na decisão do terceiro lugar, o Japão bateu Taipei (72-57) e ficou com a última vaga do continente para o Mundial da República Tcheca.
A cestinha? Noriko Koiso, 35 anos e 21 pontos. A segunda? Al Mitani, 31 anos e 16 pontos.
sábado, 9 de agosto de 2008
BRASIL 62 X 68 CORÉIA DO SUL

"O time construiu o resultado o jogo todo e não soube fechar. Agora, é bola pra frente, tem que ver onde errou, não adianta lamentar. Já era difícil com certeza, a gente acabou dificultando ainda mais. Agora, é tentar acertar e surpreender, assim como fomos surpreendidas", analisou a armadora Karla.
Bassul acredita que os times que brigarão pelas vagas estão muito próximos: "A Rússia é uma equipe extremamente compacta, mas perdeu recentamente para a Letônia por dez pontos. A Letônia perdeu para a Espanha, que perdeu para o Brasil em Madri. Tem um equilíbrio ali, só a Rússia é um pouco acima da média. E, quando é assim, é o dia que resolve".
A pivô Kelly lembrou a campanha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000, para tirar forças para reagir: "O time perdeu para Canadá e França e acabou com o bronze. Basquete é superação mesmo. Infelizmente, o time errou bastante e basquete é jogo de quem erra menos. Agora, cabe à gente colocar a derrota no caminho inverso".
O discurso da armadora Adrianinha foi parecido, mencionando a crença na classificação e os erros que o Brasil não pode repetir na próxima partida, contra as Australiana, na segunda-feira, 11: "Não está nada perdido, tem que acreditar e jogar tudo o que tem contra a Austrália, mas erros não forçados contra time grande eles não perdoam mesmo".
Ela completou lembrando que a Espanha, quinta do ranking mundial, também perdeu na estréia, para a China. "Conhecendo a capacidade do time, acho que a gente podia ter um aproveitamento bem melhor. Mas isso faz parte. O time tinha que ter mais tranqüilidade no final porque errou bolas fáceis embaixo da cesta. O time delas errou bastante também e, nem assim, a gente conseguiu ganhar".
Quando faltavam três minutos para o fim do jogo, o Brasil abriu seis pontos de vantagem no placar. Para Bassul, "ali era a hora de ganhar o jogo". "O time manteve a defesa firme o tempo todo, como era o meu planejamento. Fiquei feliz com a defesa. Nesse momento, foi a hora em que jogo encaixou melhor, o ataque jogou mais solto. Mas o time trocou a cesta pelo cronômetro muito cedo. Isso é coisa para fazer só quando está faltando um minuto, fica trocando a bola e administrar o jogo. O Brasil feriu a Coréia mais não matou"
Na prorrogação, o número de jogadoras penduradas com quatro faltas (três) prejudicou o Brasil. "As jogadoras não sabiam se iam na bola e corriam o risco de ser excluídas ou não. Mas o time teve ao todo vinte nove erros em tentativas de cesta e não há defesa que segure isso", completou o técnico.
BRASIL (14 + 14 + 15 + 12 + 07 = 62)
Claudinha (5pts), Karla (3), Micaela (10), Êga (3) e Mamá (6). Depois: Adrianinha (10), Franciele (2 e 12 rebotes), Chuca (10), Kelly (13) e Karen (0). Técnico: Paulo Bassul.
CORÉIA (13 + 13 + 15 + 14 + 13 = 68)
Lee Mi Sun (4pts), Jin Mijung (0), Jung Sun Min (10), Beon Yeon Ha (19) e Kim Kwe Ryong (4). Depois: Kim Jung Eun (12), Park Jung Eun (0), Choi Youn-Ah (19), Sin Jung-Já (0), Yang Ji Hee (0) e Kim Yeong-Ok (0). Técnico: Jung Duk Hwa.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Pedras de Pequim: CORÉIA
O time é o atual campeão asiático, título conquistado em junho de 2007, após vitória sobre a China.
Por essa razão, o país garantiu antecipadamente a vaga para Pequim, sendo poupado da disputa do Pré-Olímpico Mundial.
Assim como as demais seleções asiáticas, a Coréia busca a recuperação em Pequim.Depois de conseguir o quarto lugar nas Olimpíadas de Sydney-2000 (após perder a decisão do bronze para o Brasil) e no Mundial da China-2002 (após eliminar o Brasil nas quartas-de-final), a seleção não passou de um décimo segundo lugar em Atenas-2004, e de um décimo terceiro lugar no Mundial-2006, acompanhada de perto pelos outros representantes asiáticos: China (décimo segundo) e Taiwan (décimo quarto).
Um dos fatores para essa queda de produção é o envelhecimentos das principais jogadoras coreanas.
Um outro fator apontado é o fato de que as atletas domésticas estavam ocupando cada vez menos espaço na WKBL (a liga coreana), com a participação crescente de estrelas estrangeiras como Lauren Jackson, Tamika Cathings, Tina Thompsom, Alana Beard e Alessandra Oliveira no torneio.
Em função disso (e também por motivos econômicos), a presença de estrangeiras foi suspensa já na temporada 2007 da WKBL.
A Coréia ocupa a sétima posição no ranking mundial da FIBA, mas ainda assim a popularidade do basquete feminino é muito baixa no país.
Os maiores destaques são as pivôs Park Jung (31 anos, 1,80m), que chuta bastante da linha dos 3 e Sun Min Jung (34 anos, 1,86m) e as laterais Beon Yeon Ha (28 anos, 1,82m) e Kim Kwe Ryong (29 anos, 1,91m).
Um time já bastante experiente e menos adequado a executar o tradicional jogo coreano, pautado em velocidade, intensidade na defesa e arremessos de longa distância.
Mais nova e alta, Eunjoo Ha, 25 anos, 2,02m teve atuação destacada na final do Asiático, saindo do banco com uma contusão de Park Jung.A pivô teve uma rápida passagem pelo Los Angeles Sparks, da WNBA. É irmã de Ha Seung-Jin, que já passou pelo Bucks, na NBA.
Em abril, a Coréia participou do torneio-teste em Pequim, e perdeu para Austrália, Estados Unidos, Cuba e China.
Suas únicas duas vitórias no evento foram contra o mesmo adversário: a Nova Zelândia.