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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Jaqueline supera 100 pontos e lidera estatística da LBF

LIGA DE BASQUETE FEMININO - LFB

Depois de seis rodadas e faltando apenas uma para o encerramento do turno, a ala Jaqueline, do São Caetano, está liderando as estatísticas de pontos marcados do primeiro campeonato organizado pela Liga de Basquete Feminino. A cestinha da competição já chegou aos 106 (média de 17,7 por jogo), enquanto a pivô Fernanda Bibiano, do Basquete Clube de Araçatuba, anotou 100, mas com média inferior (16,7) à de Chuca. A lateral de Ourinhos tem 84 pontos e média de 16,8 por partida. Com 100% de aproveitamento, Americana ocupa a ponta da tabela.

Fernanda Bibiano, contratada pelo Araçatuba esse ano, além de importantes pontos conquistados, tem dominado o garrafão, apesar do Basquete Clube ainda não ter reeditado as boas atuações do Paulista. Mesmo assim, ela é a reboteira disparada da LBF, com 71. Quem mais se aproxima da pivô de 25 anos, com passagens pelo basquetebol da Espanha, está em Catanduva. A pivô Clarissa tem 51 rebotes e também foi quem até agora registrou a maior marca nesse fundamento: 17, na vitória sobre o Santo André (83 x 64) pela quarta rodada da LBF.

A armadora Bethania mantém afiada disputa por um importante recurso. Ela é líder em assistências na competição, com 30 passes certeiros convertidos em cesta por uma parceira. Com a experiência de quem já foi seis vezes campeã brasileira, a jogadora de 29 anos e 1,78 m tem dado seis assistências por partida. Contra o Basquete Clube (86 x 50), na terceira rodada e jogando no ginásio Monstrinho, Bethania atingiu seu recorde na LBF (oito).

Outra que vem fazendo uma excelente campanha é a ala/armadora Joice, também de Ourinhos, com 18 bolas recuperadas em cinco partidas (média de 3,6), uma a menos que a ala Karla (média 3,2), de Americana. Além da boa atuação na marcação, Karla tem usado bem as mãos para converter várias bolas de três pontos. Foram 15 arremessos certeiros em seis jogos (média 2,5). Palmira (Ourinhos) e Jaqueline (São Caetano), com 13 e 14 bolas de longa distância, também aparecem bem nas estatísticas.

Entre as equipes, os números de Americana impressionam pela regularidade. Tem a maior eficiência da liga (101,5), com 100% de aproveitamento, e a melhor média em três quesitos: rebote defensivo (27,7), assistência (21) e foi quem menos cometeu violações (2,2). O time comandado por Luiz Augusto Zanon ainda é o segundo melhor em média de pontos (81,3), arremesso de três pontos (18), rebote (36), perda de bola (12,5) e erro (14,7).

Com um jogo a menos, Catanduva também tem números que explicam porque a equipe do técnico Edson Ferretto é a atual campeã nacional e uma das favoritas ao título da edição pioneira da Liga de Basquete Feminino. A equipe é líder em média de pontos (84), arremesso de dois e três pontos (18 e 54), rebote (37,2), bola perdida (11,2) e erro (14,4).
A sétima e última rodada do turno da Liga de Basquete Feminino está programada para o dia 11 de dezembro com quatro jogos: Ourinhos x Americana; Catanduva x Basquete Clube; Joinville x Mangueira; Santo André x São Caetano. O jogo adiado da quarta rodada, entre Catanduva e Ourinhos, foi transferido para dia 13.

sábado, 3 de abril de 2010

Terceira vitória garante a liderança de Catanduva no Paulista Feminino

O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC lidera, de forma isolada e invicta, o Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010, somando seis pontos, decorrentes de três resultados positivos. Até aqui, o time catanduvense, comandado pelo experiente técnico Edson Ferreto, passou pelo Basquete Clube, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos e Divino/COC/Jundiaí.

O Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos ocupa a segunda colocação, com cinco pontos e as mesmas três partidas realizadas (02 vitórias e 01 derrota). Empatados no terceiro lugar, com quatro pontos, provenientes de duas vitórias, aparecem o Santo André/Semasa e Americana, que, assim como o líder, seguem com 100% de aproveitamento.

Na quinta posição, com três pontos, ainda sem vencer, estão o Basquete Clube (Araçatuba) e o Divino/COC/Jundiaí. E, no sétimo posto, com dois pontos (02 derrotas), está o São Caetano/UNIP.

DESTAQUES

Cestinhas (por média)

1o) Karla (Americana) – 21,0 pontos

2o) Patrícia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 19,33 pontos

3o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 18,0 pontos

Rebotes (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 12,0

2o) Fernanda C. (Basquete Clube) – 11,0

3o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 10,13

Assistências (por média)

1o) Bethânia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 7,0

2o) Babi (Americana) – 6,0

3o) Êga (Santo André/Semasa) – 6,0

Bolas recuperadas (por média)

1o) Paty (São Caetano/UNIP) – 6,0

2o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 4,0

3o) Fabiana (Santo André/Semasa) – 3,0

Bloqueio (por média)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 2,5

2o) Ísis (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 2,0

3o) Tatiana (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 1,33

Arremessos de três pontos (aproveitamento)

1o) Babi (Americana) – 100%

2o) Lilian (Santo André/Semasa) – 50%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 50%

Arremessos de dois pontos (aproveitamento)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 81,82%

2o) Mamá (Americana) – 78,57%

3o) Carina (Americana) – 66,67%

Lance Livre (aproveitamento)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 100%

2o) Taiane (Divino/COC/Jundiaí) – 100%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 100%

Eficiência (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 25,0

2o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 21,67

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 21,0

PRÓXIMOS JOGOS

07 de abril (quarta-feira)

20h00 – Divino/COC/Jundiaí x Americana, em Jundiaí (SP)

20h00 – Santo André/Semasa x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, em Santo André (SP)

08 de abril (quinta-feira)

20h00 – Basquete Clube x São Caetano/UNIP, em Araçatuba (SP)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ourinhos apresenta novas jogadoras e volta aos treinos

As novas jogadoras Tatiele, Fernanda Beling, Flávia e Milene, durante a apresentação do time no Monstrinho

A volta do time basquete feminino de Ourinhos aos treinos nessa segunda-feira, 22, foi composta por novidades, com a apresentação de quatro novas jogadoras e também por um clima de saudosismo e emoção, que tomou conta dos membros da nova Comissão responsável pelo seu comando, do grande entusiasta do nosso basquete de “ouro” em todos esses anos, Chicão Quagliato e por fim, do técnico Urubatan Paccini, que encheu os olhos d’água, ao falar sobre a luta da nova Comissão para permanência do time de basquete, após tantos anos de glórias e conquistas. “Essas pessoas que estão aqui hoje, não descansaram um só dia desde o final do Campeonato Brasileiro, nem saíram de férias, lutando incansavelmente nessas últimas semanas pela permanência do basquete feminino em Ourinhos, através da renovação dos contratos dos patrocinadores, das principais jogadoras e da reposição das que saíram, reforçando a equipe para suprir essas perdas. Eles já fizeram sua parte e agora cabe a nós, comissão técnica e atletas, darmos a resposta na quadra, dando o nosso melhor em prol dessa equipe e dessa cidade, que tanto ama o basquete”, disse, emocionado.   

O empresário “Chicão” Quagliato afirmou que o fato de Ourinhos ter perdido algumas jogadoras não torna essa nova formação inferior a outras anteriores e para motivar as atletas, relembrou a primeira grande vitória contra Americana que na época era considerada muito superior tecnicamente, formada por grandes estrelas. “Todos apontavam Americana como favorita, estávamos apenas começando o time e entramos nessa mesma quadra em que estamos hoje e ganhamos, na base da raça e da vontade. Assim como já tivemos jogadoras de seleção brasileira aqui como Janeth, Silvinha e outras, e perdemos campeonatos. Por isso, tenho certeza que se todas aqui se dedicarem, vão continuar a representar muito bem nossa cidade”, acredita. 

Chicão disse ainda que, por motivos pessoais, se afastará do basquete por alguns meses, mas declarou que estará de volta no mês de outubro, para apoiar o time no Campeonato Brasileiro. 

Dr. Passos, que há muitos anos está à frente do basquete, também revelou sua confiança na nova formação do time. “Nós temos jogadoras aqui que vestem a camisa e se doam para o time e com a colaboração de todos, tenho certeza que disputaremos em bom nível, todos os campeonatos que teremos pela frente”, frisou. 

O Chefe de Gabinete e um dos membros da Comissão, Ronaldo Mori, falou sobre o futuro do basquete feminino e do apoio da Prefeitura. “O prefeito Toshio disse que continuará a apoiar o basquete e fará tudo que estiver ao seu alcance para ajudar, tentando viabilizar novos patrocinadores para o time. Eu, como professor de Educação Física e alguém que acompanha o basquete feminino por todos esses anos, sei que vitórias e derrotas fazem parte do esporte e o que importa é continuarmos a levar o nome de Ourinhos para todo o Brasil através do basquete e acredito muito no futuro dessa nova equipe, que dará muito trabalho e lutará por mais títulos”, prevê.

A equipe de Ourinhos

Do time que disputou o último Campeonato Brasileiro, permaneceram a armadora Bethânia, a ala Jennyfer, a pivô Tatiane, a ala Letícia, a armadora Ângela e Chuca, que retorna às quadras, após se recuperar de uma lesão.

Das novas jogadoras que chegaram ao time, 3 delas: Fernanda Beling, Milene e Tatiele, já haviam  jogado antes pela equipe e revelaram sua alegria em voltar. Apenas Flávia, que estava no time de Americana, atua pela primeira vez em Ourinhos.

Milene era a mais empolgada de todas, revelando sua alegria por voltar a jogar pela equipe ourinhense. “Muitas vezes passei em frente ao Monstrinho, nesse ano em que fiquei parada, e me perguntava, será que nunca mais vou jogar aqui? Hoje, realizo esse grande sonho e é um grande orgulho voltar a defender essa equipe e representar essa cidade que eu tanto gosto”, concluiu.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ourinhos retorna aos treinos na segunda-feira

Após o vice-campeonato conquistado no último mês de janeiro, em uma final emocionante contra o time de Catanduva, o time de basquete feminino de Ourinhos voltará aos treinos nesta segunda-feira, com algumas novidades em seu grupo de atletas e mudanças em seu comando. Em relação ao time que disputou o Campeonato Brasileiro, quatro jogadoras - Karen Gustavo, Fabiana, Tayara e Karina - saíram, cinco delas já renovaram seus contratos - Bethânia, Chuca, Jennyfer, Tatiane e Ângela- e chegaram três novas atletas para compor o grupo: Fernanda Beling, Flávia e Milene. Os patrocínios da Castor e da Unimed Ourinhos também já foram renovados e nos próximos dias também deve ser reformado o contrato com a Federação das Unimeds do Estado de São Paulo(FESP).

Fonte: Jornal da Cidade de Bauru

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ourinhos mantém comissão técnica e Bethânia para a próxima temporada

esporte_wz_25 Desde a saída do médico Antonio Alves Passos, da presidência do Centro Esportivo (CEO) e do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, muitas foram as discussões relacionadas ao destino da equipe. Algumas pessoas chegaram a afirmar que não seria formado um grupo para disputar o Campeonato Paulista deste ano.

Depois de uma reunião realizada na tarde de terça-feira, 02, alguns pontos foram definidos. A partir de agora o Centro Esportivo está sob a responsabilidade de Julio Barbim (Julião) e para dar continuidade ao time de basquete foi formada uma comissão.

"Para o basquete nós criamos uma comissão composta por mim, o Evaldo (secretário municipal de Esportes), Dr. Passos, Ronaldo Mori (chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal e um dos responsáveis pela criação da equipe), Dr. Laércio, Dr. Nunes e Dr. Takashi", afirmou Julião, em entrevista ao JD.

De acordo com Barbim, o comitê não é oficial, mas é um grupo que vai "dividir um pouco as tarefas para tirar um pouco a carga do Passos", relatou o presidente do CEO.

Jogadoras e comissão técnica

Das atletas que compuseram a equipe para disputar o Campeonato Nacional, apenas Bethânia não foi desligada do time. Porém, quais jogadoras irão defender o nome de Ourinhos nas próximas competições ainda é uma incógnita.

"Está definido que o time continua. Estamos em contato com algumas jogadoras para renovar, mas não podemos fechar nada ainda, pois está faltando fechar os patrocinadores. Estamos dependendo das eleições da Unimed em Bauru e em São Paulo, que é este final de semana", frisou Julio Barbim.

Os nomes das atletas deverão ser definidos até a próxima semana, uma vez que é necessário fazer uma avaliação dos valores disponíveis para contratação. Em relação à comissão técnica, Julião foi enfático: "continua a mesma".

Mesmo com novas jogadoras poderemos ouvir por algum tempo as orientações do técnico Urubatan Paccini, do preparador físico João Nunes e da fisioterapeuta Ana Beatriz (Bia).

Fonte: Jornal da Divisa

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Frases para crianças assustadas com o jogo Ourinhos 56 x 68 Catanduva

1) Com o Ginásio Monstrinho lotado, Catanduva e Ourinhos jogaram um basquete da pior categoria. Uma pena que asChora não, logo vai acabar! crianças – tão focalizadas pelo SPORTV – tenham assistido um esporte que parece de tudo um pouco, menos com o basquete.

2) A bola frequentou pouco a cesta, num show de arremessos tresloucados.

3) Da linha de três, foram 31 arremessos equivocados (17 de Ourinhos e 14 de Catanduva).

4) Nos dois pontos, foram 54 os erros (37 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

5) Registrem-se ainda os 43 erros adicionais (26 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

6) Assustadora a inércia do técnico de Ourinhos Urubatan Paccini, que depois que perdeu sua armadora Bethânia, colocou a reserva Ângela. Dezessete minutos depois, sacou a menina que fazia uma partida regular e improvisou Karen na armação. Foi um show de horrores. E o que fez Uruba? Nada. Aliás, o mesmo quando seu time tomava cestas seguidas de Êga, num insistente replay de erros de marcação.

7) No meio desse filme de terror, Gilmara comeu a bola no garrafão, com 19 pontos (9/12 nos 2 pts) e 12 rebotes. Até minha amiga Palmira (21 pontos) não comprometeu, apesar de aquele basquete não ter fôlego para algo mais consistente que o fundo do poço que nos metemos.

8) Em Ourinhos, merece menção a disposição de Micaela. Nada mais.

9) O quinteto Karen-Mamá-Tatiana-Karina-Kelly teve uma atuação tão ruim, mas tão ruim, que faltam-me os adjetivos. Vou tentar simplificar dizendo que a eficiência da atuação das cinco somadas resultou em 18, o mesmo número da atuação isolada de Micaela.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Armadoras Bethânia e Gattei duelam na final do Nacional

O playoff final (melhor de cinco) 12º Campeonato Nacional Feminino de Basquete (CNBF 2009) começa na segunda-feira (dia 18) com um duelo de armadoras, que já foram companheiras de equipe. De um lado, Vanessa Gattei, que atuou por Ourinhos em seis edições do Nacional e agora está em Catanduva para buscar o primeiro título para a cidade. Do outro, Bethânia Vasconcelos, que está em Ourinhos desde 2002 e pode ser a primeira atleta heptacampeã do CNBF. As duas acreditam no jogo coletivo para vencer.
 
— A Bethânia é uma armadora muito inteligente, com um estilo bem cadenciado. Acredito que poderemos proporcionar um bom duelo para os fãs. O jogo coletivo vai predominar nos confrontos. Os dois times são muito bons, tanto que fizeram a mesma campanha na fase de classificação. As duas equipes têm condições de conquistar o título. Temos que manter a união e brigar ponto a ponto pelas vitórias. Será importante vencer uma partida fora de casa para tentar decidir em casa — afirmou Gattei.
 
— A Vanessa é uma boa arremessadora de três pontos, inteligente e rápida. Ela é muito persistente. Nosso conjunto vem sendo a principal característica do time. Não temos apenas uma jogadora que se destaca na partida. Temos sempre de cinco a sete meninas pontuando bem nos jogos. É fazer uma boa defesa e aproveitar as oportunidades de ataque que tivermos — explicou Bethânia.
 
Gattei já participou de nove edições do Nacional por três equipes: Santo André/SP (1998), América/RJ (2000), Ourinhos (2001, 2002, 2003, 2005, 2007 e 2008) e Uberaba/MG (2004). A temporada 2009/2010, Vanessa fechou com Catanduva para tentar o título inédito para a cidade. A armadora acumulou 633 assistências e 318 recuperações em 181 jogos.
 
— Não tive um começo de temporada muito bom, mas melhorei nos playoffs. Espero ajudar a equipe nessa final. É um pouco complicado jogar contra meu ex-time, pois tenho afinidade com todos em Ourinhos. Mas na quadra, na hora do jogo, a única coisa que penso é na camisa que eu estou vestindo — disse Vanessa.
 
Bethânia teve uma passagem pelo Vasco/RJ (2001) e está há oito anos em Ourinhos/SP (2002 a 2009). A armadora soma 477 assistências e 223 recuperações em 179 jogos. A atleta tem seis títulos no currículo, um com o Vasco (2001) e cinco com Ourinhos (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008).
 
— Eu amadureci muito este ano, até pelo tempo de quadra que estou tendo. Minha função é fazer com que minhas companheiras joguem. Acho fundamental ter uma boa visão de jogo. Procuro sempre a atleta melhor posicionada, vejo quem está desmarcada. E é isso que vou fazer para ajudar meu time a vencer — finalizou Bethânia.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Frases soltas de um telespectador rabugento

tvrabug 1) Impressão minha ou a filosofia de jogo de Urubutan tem uma certa inspiração barbosiana? Quantas jogadas ensaiadas Ourinhos tem? Salve-se quem puder…

2) Micaela chutou 10 para acertar 3. Estava tão ruim, que Tayara (sim!) entrou muito melhor.

3) Igualmente pouco inspirada no ataque (4/10), Karen se salvou na defesa.

4) Longe de serem excepcionais, as armadoras Bethânia (Ourinhos) e Kátia (Santo André) praticam um basquete com algum senso de inteligência. E em terra de cego, quem tem um olho é rei.

5) Por falar em armação, parece que a garota Paula Pacheco andou assistindo TOP 10 da NBA sem parar. Apesar da inegável disposição, a cada jogada ela sempre escolhe o passe mais difícil ou o arremesso mais improvável.

6) Pelo que vi ontem, Karina Jacob quer ganhar “no grito”. Se continuar assim, bota mais meio século aí pra Mamá.

7) À procura da forma perdida, a caçadora Kelly passou mais tempo no banco. Mesmo com Mamá com joelho meia-boca. Sintomático, não?

8) Lilian pratica um basquete muito bom e de impressionante humildade em Santo André. Pena que as colegas nem sempre se lembrem disso. Uma série de escorregões acabou comprometendo sua atuação ontem.

9) Simone Lima está no auge da carreira. Gostei bastante.

10) Santo André tem um repertório e uma disciplina tática bastante superiores ao adversário, mas ainda assim tem dificuldade de jogar próximo a cesta com suas pivôs, papel que as alas acabam assumindo.

11) Fabiana Guedes entrou bem.

12) A cubana Ariadna esteve como sempre – um trator ofensivo. Parece no entanto que os quatro minutos no banco após trombar na disputa de um rebote não fizeram bem. Voltou apagada.

Ourinhos e Catanduva vencem os primeiros jogos do play-off seminal

277b No primeiro jogo da semifinal do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), Ourinhos e Catanduva saíram vitoriosos de seus confrontos na sexta-feira à noite e abriram um a zero na série melhor de cinco. E, como era previsto, as partidas foram bastante equilibradas.
 
O Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos ganhou do Santo André de virada por 62 a 60 (31 a 41 no primeiro tempo), no ginásio Monstrinho, em Ourinhos. As cestinhas foram Ariadna Felipe (Santo André) e Tayara Pesenti (Ourinhos) com 15 e 14 pontos, respectivamente. Bethânia Vasconcelos também foi peça importante na vitória de Ourinhos. A armadora anotou um duplo-duplo com 11 pontos e 11 assistências, além de cinco rebotes.
 
— Semifinal é assim mesmo, equilibrada, emocionante, decidida nos segundos finais. Estávamos com uma defesa boa no primeiro tempo, mas o contra-ataque não estava funcionando e Santo André foi abrindo vantagem, que chegou a dez pontos de diferença. Conseguimos marcamos mais forte e aproveitamos as oportunidades de cestas para encostar no placar e vencer. Amanhã temos que dar o dobro. O segundo jogo é mais importante do que o primeiro e elas vão vir com tudo para levar uma vitória para casa. Temos que jogar melhor ainda para abrir dois a zero na série — comentou a ala Tayara Pesenti, de Ourinhos.
 
O VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana foi surpreendido em casa pelo o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, que venceu por 75 a 70 (28 a 26), no ginásio Centro Cívico, em Americana. A cestinha da partida foi a ala/armadora de Americana Karla Costa com 39 pontos. Pela equipe de Catanduva, Vanessa Gattei foi a principal pontuadora com 18 pontos, Sílvia Gustavo fez um duplo-duplo com dez pontos e dez rebotes, e Gilmara Justino anotou 14 pontos e oito rebotes.
 
— Começamos a partida cometendo alguns erros, mas depois do intervalo conseguimos o controle do jogo e conquistamos a vitória. A disputa foi decidida nos detalhes e Americana está de parabéns pela partida. Vamos estar mais confiantes no jogo de sábado, sabendo que precisamos acertar alguns pontos na defesa e no ataque — disse a armadora Vanessa Gattei, de Catanduva.
 
As quatro equipes voltam à quadra neste sábado, às 20 horas de Brasília, para o segundo jogo da fase semifinal. O SPORTV vai transmitir ao vivo o confronto entre VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, no ginásio Centro Cívico, em Americana. O Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos contará mais uma vez com o apoio da torcida para enfrentar o Santo André no ginásio Monstrinho, em Ourinhos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Ourinhos quer manter o título de campeão brasileiro de basquete feminino

 

A partir da próxima sexta-feira, 08, a população ourinhense mais uma vez vai sentir o coração bater mais forte, a cada vez que as meninas do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos adentrarem na quadra do Ginásio de Esportes José Maria Paschoalick, o Monstrinho, para disputar as partidas do playoff final do Campeonato Nacional de Basquete Feminino.

Em entrevista ao JD, o técnico da equipe, Urubatan Paccini falou sobre a fase de classificação, os times que estão na semifinal da competição, as expectativas e também sobre as principais dificuldades.

Fase Classificatória – Oito equipes - Botafogo F. R, Vasto Verde/Uniasselvi, Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, AD Santo André, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos, São Bernardo, São Caetano/UNIP e VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana – iniciaram a competição.

Destas apenas quatro seguiram para os playoffs semifinais - VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana, Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, AD Santo André, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos.

Paccini considerou a fase classificatória muito boa e afirmou que tanto ele quanto as meninas não acreditavam que seriam classificados em primeiro lugar. "A equipe passou por algumas mudanças, acabou se encontrando e saímos em primeiro lugar, melhor que isso seria impossível. Isso é muito positivo por que vamos mandar os jogos importantes em casa", frisou.

Para o comandante das meninas de ‘ouro’, a fase de classificação mostrou equilíbrio entre as quatro equipes que vão disputar vagas na final. "Na fase de classificação nós empatamos com o mesmo número de vitórias e derrotas, e a decisão foi por saldo de cestas", afirmou.

A diferença entre os times será marcada pelo preparo físico e mental obtido nos dias de folga entre o Natal e o Ano Novo. "Quem tiver, melhor nos playoffs vai levar. Não tem favoritos, qualquer uma das quatro equipes poderá levar o título", salientou.

Expectativas – As jogadoras do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, disputarão os primeiros jogos do playoff na cidade de Ourinhos. Um na sexta-feira, 08, às 21 horas e outro no sábado, 09, às 20 horas, contra o time de Santo André.

"Será uma série difícil. A gente tem que fazer de tudo para ganhar os jogos em casa", destacou Uruba, ao lembrar que o fato de ter se classificado em primeiro lugar favorece a equipe já que "se precisar da quinta partida o jogo vai ser em Ourinhos".

Dificuldades – Como em todo grande Campeonato, a responsabilidade e as dificuldades aumentam, ainda mais para a equipe que vai em busca do hexacampeonato Nacional. "Vai ser um quadrangular muito equilibrado. Teremos que neutralizar os pontos fortes da equipe adversária. A gente já se conhece", comentou Paccini.

"Às vezes você não consegue transformar na prática aquilo que organizou para aquele jogo. Às vezes na hora não dá muito certo. Então aquele que conseguir se achar melhor, com certeza ganha a série. Nós vamos lutar muito, sabemos das dificuldades, mas pretendemos lutar para chegar à final desse Campeonato Brasileiro", finalizou Urubatan.

Fonte: Jornal da Divisa

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Sílvia Gustavo é a mais eficiente no CNBF 2009

Com o encerramento da quarta semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), a ala/pivô Sílvia Gustavo (foto), do Catanduva, é a jogadora mais eficiente da competição com a média de 19.7 pontos em nove jogos. A ala Ariadna Felipe, do Santo André, é a cestinha com a média de 19.8 pontos (178 no total). A primeira nos rebotes é a pivô Simone Lima, do Santo André, com 11.3 (90). A líder nas assistências é a armadora Bethânia Vasconcelos, do Ourinhos, com 5.1 (46). Já a número 1 nas recuperações de bolas é a ala Karla Costa, de Americana, com a média de 2.8 (25).

sábado, 28 de novembro de 2009

Confronto entre invictos é destaque da rodada do CNBF 2009

20091127_106438_2711_Adriana_MF_gde A terceira semana do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009) começa neste sábado com destaque para o confronto entre os líderes invictos da competição: Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), com quatro vitórias, e VivoSabor/Unimed/ Folhamatic/Americana (SP), com três vitórias. A partida está marcada para o ginásio do SESI, em Ourinhos (17h de Brasília). No sábado jogam ainda Vasto Verde/Uniasselvi (SC) x Santo André (SP), em Blumenau (17h); São Caetano/UNIP (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), em São Caetano (19h); e Botafogo (RJ) x AFP/São Bernardo (SP), no Rio de Janeiro (19h30).
 
Pentacampeão brasileiro, a equipe de Ourinhos dirigida pelo técnico Urubatan Paccinni faz a sua primeira em casa. As quatro vitórias e a liderança foram conquistadas nas quadras adversárias: São Bernardo, Santo André, Botafogo e Vasto Verde.
 
— A expectativa é a melhor possível. Precisamos manter a defesa forte e fazer alguns ajustes, como não desperdiçar tantas bolas como temos feito e melhorar as finalizações. Acredito que Americana, que possui jogadoras muito experientes, não permitirá que tenhamos um jogo fácil, mas tenho certeza de que conseguiremos mais essa vitória — disse a armadora de Ourinhos, Bethania Vasconcelos.
 
Vice-campeã do Nacional 2008, o time de Americana começou a competição de 2009 com duas vitórias centenárias (Botafogo e São Bernardo) e depois superou o Santo André por 75 a 69. A filosofia de jogo do técnico Luiz Augusto Zanon é um dos destaques do time.
 
— Tudo pode acontecer numa partida entre Ourinhos e Americana. Acredito que sairá vencedor o time que jogar com mais tranquilidade e errar menos. Temos que fazer uma defesa forte e trabalhar bem a bola para ter um bom aproveitamento no ataque e vencer o jogo — afirmou a armadora Adriana Santos, de Americana.
 
São Caetano e Catanduva dividem a terceira colocação com 87.5% de aproveitamento em quatro jogos (três vitórias e uma derrota). A única derrota que os dois times sofreram foi para o mesmo adversário: Santo André. E quem levar a melhor nesse confronto subirá na tabela.
 
— Sabemos que é um jogo difícil, pois Catanduva é um time talentoso e muito experiente. Mas estamos motivadas pelas últimas três vitórias (São Bernardo, Botafogo e Vasto Verde) para fazer uma bela partida. Temos que explorar o nosso ponto forte, que vem sendo a variação defensiva, para dar trabalho ao adversário — analisou a armadora Roberta Fogaça, de São Caetano.
 
— A derrota para Santo André nos deixou mais alerta e treinamos em ritmo forte para corrigir os nossos pontos vulneráveis. A maior preocupação é a defesa, que foi abaixo do esperado na última partida. O São Caetano é uma equipe jovem e rápido e precisamos estar concentradas o tempo todo para evitar novas surpresas — explicou a armadora Vanessa Gattei, de Catanduva.
 
Quinto colocado no Nacional com 50% de aproveitamento em quatro partidas (duas vitórias e duas derrotas), a equipe do Santo André precisa da vitória para voltar a ficar entre os quatro primeiros. Já o Vasto Verde vai contar com o apoio da torcida de Blumenau para conseguir a primeira vitória.
 
— A expectativa é a mesma desde o inicio do Nacional, conquistar a vitória. Mas, para isso precisamos aumentar nosso ritmo de jogo e melhorar o entrosamento. Queremos fazer uma boa partida contra Santo André e aproveitar que vamos jogar em casa, com o apoio da torcida. Além disso, estamos trabalhando intensamente para melhorar nosso jogo — comentou a ala Mariana Camargo, do Vasto Verde.
 
— A equipe do Vasto Verde vem crescendo e temos que jogar com atitude e concentração, especialmente fora de casa. Vamos imprimir uma defesa forte desde o início para não deixá-las gostar da partida — declarou a armadora Kátia Cavalaro, de Santo André.

sábado, 27 de junho de 2009

Americana 50 x 51 Ourinhos, na prorrogação

216b Na tarde deste sábado, teve inicio o playoff da final do Campeonato Paulista Feminino. 




A VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana jogou com Ourinhos e perdeu por 51 a 50.




O primeiro e o segundo quartos tiveram o domínio de Americana (16 a 13 e 9 a 3). Ourinhos se recuperou no segundo tempo e venceu o terceiro e quarto quartos (16 a 8 e 13 e 12). 




A partida terminou empatada em 45 a 45 e na prorrogação, Americana perdeu por um ponto (6 a 5).




A cestinha da partida foi Carina, da VivoSabor/Unimed/Folhamatic, com 17 pontos. Bethânia foi a cestinha de Ourinhos com 15 pontos. 




Amanhã, as duas equipes se encontram novamente no Centro Cívico, às 18h30min.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Santo André quebra invencibilidade de Ourinhos no Paulista

A AD Santo André quebrou a invencibilidade do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos vencendo o clássico disputado na noite desta segunda-feira (1º de junho), por 64 a 59 (25 a 34 no primeiro tempo), no ginásio Municipal Pedro Dell'Antonnia, na cidade de Santo André (SP), pelo returno da fase inicial. As atletas mais efetivas foram Ariadna, 27 pontos, em favor do time do Grande ABC; e Bethânia, 19 pontos, pela equipe do Interior.

O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC deu seqüência ao seu bom momento ao suplantar o Guaru ESD/Guarulhos Esporte, por 82 a 77, em duelo realizado no ginásio Municipal Paschoal Thomeu, na cidade de Guarulhos (SP). A atleta mais efetiva foi Palmira, da equipe visitante, com 18 pontos marcados.

O técnico Edson Ferreto, do representante de Catanduva, enalteceu a vitória. "Valeu pelo resultado, o importante é vencer, pois a competição vai ser assim até o final do campeonato”, opinou.

Com estes resultados, o VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana e o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos dividem a primeira colocação, ambos com 17 pontos, em nove jogos realizados (08 vitórias e 01 derrota). A AD Santo André ocupa o terceiro lugar, com 15 pontos (06 vitórias e 03 derrotas); e o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, somando 14 pontos (06 vitórias e 02 derrota), aparece no quarto lugar.

A próxima rodada será jogada na quinta-feira (04 de junho), às 20h00, com estes confrontos: São Caetano/UNIP x AD Santo André, em São Caetano do Sul (SP); Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC x VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana, em Catanduva (SP); e Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos x Guaru ESD/Guarulhos Esporte, em Ourinhos (SP).

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Gattei deixa o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos e equipe passa por reestruturação


Depois de vencer o Unimed/FAM/Goodyear/Americana, e conquistar o pentacampeonato nacional de basquete feminino, a equipe do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, entra numa fase de reestruturação, que inclui contratação de novas jogadoras e também a saída de algumas delas. A primeira a deixar o time, foi a armadora Vanessa Gattei, que há oito anos integrava o time da cidade e agora vai para Catanduva.

Segundo o técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini (Uruba), a jogadora teria anunciado sua saída há aproximadamente uma semana.

"No ano passado ela (Gattei) se mostrou com disposição para ir para Catanduva. Existiram muito assédio da equipe e esse ano ela resolveu ir para jogar o Campeonato Paulista. Agora percebo que esses são os motivos, mas não posso responder por ela. Comigo estava tudo certo, a gente tem um vinculo de amizade grande, ela é muito leal, uma jogadora muito boa, que também queria trabalhar aqui conosco, porém não sei qual foi o fator mais forte que pesou para ela sair daqui para tentar novos desafios" foi o que disse Uruba.

Já Gattei, afirmou que os motivos que a fizeram deixar a equipe foram muitos e pessoais, algo que ela particularmente não gostaria de comentar. O médico Antonio Passos, um dos apoiadores do basquete feminino ourinhense e presidente do Centro Esportivo de Ourinhos (ACEO), relatou não saber os reais fatores que levaram a armadora a sair do Colchões Castor.

Quem vai substituir Gattei, será a armadora Bethânia que há seis anos joga na cidade. "A gente manteve a Bethânia (Beth) e agora estamos fazendo contatos, com outras jogadoras para contratar mais uma armadora. Vamos efetivar a Beth, como titular da equipe e trazer mais uma armadora para auxiliá-la" relatou o técnico de Ourinhos.

"Existe a possibilidade de várias contratações. Algumas ainda não foram subjetivadas, pois estamos em negociações. Temos uma jogadora, inclusive contatada para assumir esta posição, cujo nome pode ser definido até amanhã, nome este que não vou me referir agora, pois estamos em negociação há mais de uma semana e é possível que a gente traga uma nova jogadora para ocupar esta posição. Caso não caiba dentro do orçamento, nós temos algumas opções dentro da equipe para suprir a necessidade, quando a Bethânia, precisar ir para o banco ou se contundir" destacou Dr. Passos.

Beth, como é conhecida entre as companheiras de quadra e passará a substituir Vanessa nos próximos jogos, falou sobre a saída da amiga. "É um pouco difícil, por que nós convivemos há quatro anos, mas é uma oportunidade que eu tenho de assumir o time. É a segunda vez que ela sai. Então é a segunda oportunidade que recebo".

Um dos nomes cotados para substituir Vanessa, é a armadora ourinhense, Ana Flavia Sackis, que disputou o 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, pelo Unimed/FAM/Goodyear/Americana e que atualmente está sem clube.

Urubatan Paccini, não descarta a possibilidade de a armadora retornar ao time local, entretanto pondera que quando a jogadora sinalizou que não possuía equipe para disputar o Paulista, outras atletas já haviam sido contatadas. "Quando a Ana Flavia divulgou que estava sem clube, a gente já havia feito alguns contatos, então estamos esperando a resposta dessas esportistas. Mas, temos interesse e acredito que até esse final de semana isso se resolva".

Dr. Passos, assim como Uruba, foi cauteloso ao falar sobre Ana Flavia. "No momento, não temos nada definido e todas as jogadoras que forem armadoras podem ser uma possível contratação".

Em entrevista ao JD, Vanessa, contou que espera ajudar as novas companheiras de equipe e deixou uma mensagem as jogadoras de Ourinhos. "As expectativas são as melhores. Vou para Catanduva para somar e ajudar. Espero fazer a minha parte e ter bastante êxito para ajudar o time a chegar à final. Mas, desejo as meninas de Ourinhos muita sorte para que elas consigam fazer aquilo que esperam delas. O Carinho é eterno, mas existe a distância, porém elas vão continuar no meu coração".

Bethânia, que por aproximadamente quatro anos foi companheira de Gattei, em quadra e também fora dela, já que ambas dividiam a mesma casa, disse que vai dar o máximo de si e que vai superar as dificuldades para auxiliar as meninas de Ourinhos "Agora vou ter mais tempo de quadra e vou ter mais oportunidade de mostrar meu jogo".
Foi fundada no dia 1º de agosto de 2008, a Liga Nacional de Basquete (LNB), que inclui os principais clubes do basquetebol brasileiro.

As equipes masculinas de Limeira, Assis, São José, Bauru, Paulistano, Franca, Pinheiros, Araraquara, Rio Claro, Flamengo, Saldanha da Gama, CETAF, Lajeado, Joinville, Londrina, Minas Tênis, Brasília, Uberlândia, Nova Iguaçu e Univates, já jogaram no ano passado pela Liga.

Questionado sobre as mudanças que a criança da (LNB), pode trazer para o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, Dr. Passos, disse que por enquanto nada vai mudar para Ourinhos, já que a Liga foi criada somente na categoria masculina e ainda não teve a adesão da feminina. "Além do mais, quando ela foi criada, o Campeonato Brasileiro Feminino, já estava em andamento. Então nós somente vamos pensar em Liga, na parte feminina, no segundo semestre, no Campeonato Brasileiro 2009", finalizou.


Fonte: Jornal da Divisa

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Chuca e Bethânia são as recordistas de títulos nacionais


Com seis títulos do Campeonato Nacional no currículo, a ala Patrícia Ferreira, a Chuca, e a armadora Bethânia Vasconcelos são as recordistas da competição. Além do pentacampeonato pela equipe de Ourinhos (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008), do qual as duas participaram, Chuca, de 29 anos, foi campeã brasileira também em 1999 pelo Santo André (SP) e Bethânia, de 27, pelo Vasco da Gama (RJ), em 2001.

Mineira da cidade de Lavras, Bethânia começou a jogar basquete no BCN/Osasco. Aos 20 anos, estreava na equipe adulta do Vasco ao lado de feras como Janeth e Claudinha, sob o comando da técnica Maria Helena Cardoso. Foi em Ourinhos, entretanto, que a armadora construiu uma sólida carreira. Atualmente, Bethânia se divide entre os treinos e as aulas da faculdade de Educação Física, e confessa que não pensa mais em sair da cidade que a acolheu.

— Foi um privilégio fazer parte desse time do Vasco. Aprendi muito de lá para cá. Hoje estou feliz em Ourinhos. Gosto da cidade, do treinador, da diretoria do clube. Aqui construí uma nova família, feita de amigos, tanto do clube quanto da faculdade. Com companheiras de alto nível na equipe todas acabam evoluindo. E nós temos metas a alcançar. Não gosto de perder, pretendo continuar vencendo.

Patrícia Ferreira, a Chuca, nasceu em Mauá (SP) e fez seus primeiros arremessos no Centro Esportivo Mauaense. De lá, foi para Santo André, onde conquistou o título do 2º Campeonato Nacional (1999), e finalmente para Ourinhos. Pela seleção brasileira, a ala acumula três títulos Sul-Americanos (2003, 2005, 2008), a medalha de prata dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), e a medalha de bronze no Torneio Pré-Olímpico das Américas (2007). No ano passado, Chuca integrou também a delegação que disputou as Olimpíadas de Pequim.

— Na primeira conquista do Nacional (1999), eu estava em fase de amadurecimento. Foi meu primeiro ano num time adulto. Minha ida para Ourinhos foi conseqüência do trabalho que eu desenvolvi em Santo André e estou bastante feliz aqui. Gosto da cidade, que é diferente da correria de São Paulo, e da torcida, que está sempre presente, lota o ginásio. Acredito que quando você trabalha com seriedade e dedicação em um lugar onde há respaldo para o desenvolvimento desse trabalho, tudo dá certo. Fico feliz por ter conquistado todos esses prêmios.

O técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, não economiza elogios ao falar das duas atletas. Para ele, são jogadoras completas que qualquer treinador gostaria de ter em sua equipe.

— Além de excelentes jogadoras, Chuca e Bethânia têm espírito de grupo. É bom trabalhar com elas porque tudo que é conversado é levado a sério. Sou até suspeito para falar porque gosto muito das duas, são minhas amigas de verdade. Mas elas merecem todos esses títulos, pois ajudaram muito Ourinhos a ser o que é hoje. Digo sempre que são maravilhosas e que sou fã delas. Com a saída da Gattei para Catanduva, Bethânia estará comandando a equipe. Temos muita confiança nela. Estamos aguardando a Chuca, que também já deu sinal de que quer permanecer no elenco — contou Urubatan.

* Meu comentário: Realmente acredito que é fundamental que um técnico incentive suas atletas e as valorize. Mas sinceramente me causa estranheza o excesso de generosidade do novo técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, nas declarações sobre suas atletas. Pergunto-me que estímulo teria algum atleta para buscar evolução, quando o próprio técnico se desmancha em elogios sempre. Pra quê melhorar o que já está "maravilhooooso"?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Armadoras finalistas se preparam para o quarto jogo da decisão do Nacional



Elas são espécies de comandantes dos times. Dentro de quadra, distribuem as bolas, planejam as jogadas, ditam o ritmo da partida. São elas, as armadoras, que carregam essa enorme responsabilidade. Para o quarto jogo da final do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008) nesta sexta-feira (20h de Brasília), em Americana, Ana Flávia e Bárbara, de Americana, e Vanessa Gattei e Bethânia, de Ourinhos, se preparam com muito treino e dedicação.

— Armadora é a cabeça do time e controla as jogadas. Uma boa armadora é a que joga para o time, procurando as melhores condições de arremesso para cada companheira. Temos que conhecer bem cada atleta para acertar o tempo da bola. No jogo com Ourinhos, a concentração será fundamental para acertar os detalhes. Além disso, temos que aproveitar mais uma vez o fator casa — contou Bárbara, de Americana, dona da segunda melhor média de assistências por partida no Nacional, com a média de 4.3.

Ana Flávia, companheira de Bárbara na equipe de Americana, lembra da importância dos ensinamentos da técnica Branca, que também atuou na posição de armadora.

— A armadora traz uma responsabilidade enorme, pois é ela quem organiza as jogadas e administra o ritmo da partida. O que faz uma boa armadora é o treinamento, como em qualquer outra posição. O fato de trabalhar com a Branca facilita bastante. Ela vê coisas importantes na parte da armação que nos ajuda demais em quadra. Na sexta-feira, temos que estar atentas ao contra-ataque de Ourinhos e principalmente na Micaela, que é muito veloz — disse Ana Flávia.

Vanessa Gattei e Bethânia são as duas responsáveis pela armação da equipe de Ourinhos, que lidera a série melhor de cinco por dois a um. Se vencer na sexta, o time será pentacampeão brasileiro. Caso Americana empate a série, haverá o quinto jogo no domingo (21), em Ourinhos. As duas equipes estão invictas em casa.

— A posição da armadora é fundamental. É onde as jogadas se iniciam e começa o sistema ofensivo. É preciso ter visão de quadra, liderança e percepção da marcação do outro time. Não podemos errar e vamos com tudo para esse jogo. Queremos fechar a série em Americana para não precisar da final em Ourinhos — explica Bethânia.

Já Vanessa Gattei diz que, para ela, não houve escolha. Para jogar basquete com 1,69m de altura, a posição de armadora era a única solução. Mas não há motivos para reclamações: ela gosta de comandar o time. E o resultado está expresso em números: são, em média, quatro assistências por jogo, terceira melhor média do campeonato.

— Eu não tenho tamanho para jogar em outras posições, então tenho que ser armadora mesmo, mas eu gosto muito. É quem comanda e organiza o time. Nós, armadoras, temos que saber utilizar a melhor jogadora em cada momento da partida. Acredito que, na sexta-feira, a equipe que tiver mais controle e mais organização vai vencer — aposta Gattei.