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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Americana inicia LBF com jogos fora de casa

Nesta última quinta-feira (28 de outubro), a equipe de basquete feminino de Americana conheceu as datas e sequencia de seus jogos pelo primeiro e segundo turno do 1º Campeonato da Liga de Basquete Feminino (LBF), que terá inicio no dia 13 de novembro (sábado), às 18h00.

O jogo de estreia de Americana será fora de casa, contra a equipe do Santo André, na partida de abertura da competição. O primeiro confronto das comandadas do técnico Luiz Augusto Zanon diante de sua torcida será somente no dia 20 de novembro (sábado), contra Catanduva, às 18h00 na quadra principal do Complexo Poliesportivo Milton Fenley Azenha, o Centro Cívico.

O campeonato da LBF foi criado com o objetivo de fortalecer a modalidade no país. Conta com o respaldo da confederação Brasileira de Basketball (CBB) e substituirá o antigo Campeonato Nacional, agregando parcerias maiores com empresas privadas e veículos de comunicação de cobertura nacional, como é o caso do Banco Bradesco, que firmou parceria até o ano de 2016, e com a Rede Globo. Além das parcerias já firmadas, que conferem grande credibilidade ao 1º Campeonato da LBF, haverá a transmissão ao vivo de uma partida por semana (sábado ou segunda-feira) pelo canal SporTV.

Além de fortalecer e trazer mais visibilidade ao basquete feminino brasileiro, o campeonato da LBF também estará em conformidade com as novas determinações da Federação Internacional de Basketball (FIBA) no que diz respeito às demarcações de quadra e o formato do garrafão.

A primeira fase da competição, onde as equipes enfrentam-se em turno e returno se estenderá até o dia 29 de janeiro, com o duelo entre Americana e Ourinhos. A fase de playoffs com as 06 melhores equipes da primeira fase está prevista para ter inicio no dia 05 de fevereiro.

A equipe de Basquete Feminino de Americana, que é um dos clubes fundadores da LBF, além da Prefeitura Municipal, conta com a parceria da VivoSabor, Unimed, Folhamatic, FAM e Dahruj.

Fonte: Databasket

tabela

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Liga Feminina terá apenas oito times (LANCE!)

FÁBIO ALEIXO

A Liga de Basquete Feminino enfim sairá do papel. Mas não com os dez times idealizados. A competição, que terá início no próximo dia 13, será disputada por apenas oito clubes, como o LANCE! antecipou na edição da última sexta-feira.
A confirmação do enxugamento do torneio foi feito pelo presidente da Liga, Márcio Cattaruzzi.
Até o fim da tarde de ontem, o dirigente ainda contava com a entrada de mais uma equipe para substituir Vasto Verde (SC) e Botafogo (RJ), que anunciaram a desistência do torneio na última semana. Porém, não obteve resposta positiva.
Assim, será necessária uma alteração no regulamento. As oito equipes se enfrentarão em turno e returno e as seis melhores avançarão às quartas de final, com os primeiro e segundo colocados tendo folga.
Anteriormente, as quartas de final seriam jogadas por oito times.
Informada sobre a diminuição do número de equipes na liga, a diretora do departamento feminino da Confederação Brasileira (CBB), Hortência Marcari, considerou a diminuição de equipes um retrocesso.
– Isso dá a dimensão exata de como pegamos a CBB há um ano. Agora é hora de fortalecer o basquete e nos unirmos cada vez mais.
Colinas sem definição
A diretora afirmou que não tem pressa para definir a situação do técnico espanhol, que dirigiu a Seleção feminina no Mundial da República Tcheca, em setembro. O foco está na Seleção sub-19 e a criação de um time permanente.
– A Seleção Brasileira adulta é importante, mas trabalhamos em cima de coisas urgentes, que é o caso da sub-19. É algo que envolve Lei de Incentivo e tem de ser resolvido logo – completou Hortência.

Fonte: LANCE!NET

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Liga Feminina perde Botafogo e Blumenau

A Liga de Basquete Feminino (LBF) foi adiada duas vezes. A primeira por conta de acertos com patrocinadores e, na segunda vez, pela coincidência com o segundo turno das eleições. De acordo com o presidente da liga, Márcio Cattaruzzi, contudo, a data de 13 de novembro é definitiva.

Porém, isso não quer dizer que os problemas acabaram. No último fim de semana Cattaruzzi recebeu a notícias de que duas das dez equipes desistiram da competição. Botafogo, do Rio de Janeiro, e Blumenau, de Santa Catarina, alegaram problemas financeiros e abandonaram o grupo. Vale lembrar que a liga irá arcar com custos de transporte, hospedagem, alimentação e parte da arbitragem.

“Foi decepcionante porque eram dois sócios fundadores, que participaram da discussão desde o início da ideia da Liga. Se não houvesse ocorrido o atraso das datas, como eles teriam lidado com esses problemas durante o campeonato?”, questiona o presidente, que agora conta com apenas oito equipes na competição: Americana, Catanduva, Ourinhos, Santo André, Araçatuba e São Caetano, de São Paulo; Mangueira, do Rio de Janeiro; e Joinville, de Santa Catarina.

A desistência leva a liga a repensar o formato da competição ao passo que também procura novos integrantes. A participação de uma equipe nacional sub-19, por exemplo, é uma possibilidade remota para Cattaruzzi, que vê pouca disposição dos clubes em liberar suas jogadoras. O torneio, no entanto, já tem a garantia de transmissão da televisão em rodadas que devem ocorrer aos sábado e às segundas-feiras.

Fonte: UOL

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

À espera de patrocinador, Nacional feminino é adiado pela segunda vez

Lançada no começo de julho, a Liga de Basquete Feminino (LFB) vislumbrava um Nacional feminino com dez clubes, começando na primeira quinzena de outubro. Três meses depois, o início da competição já foi adiado duas vezes. Primeiro, para o dia 30 de outubro. Agora, a data é 13 de novembro. Os argumentos citados pelo presidente da LFB, Márcio Cattaruzzi, são a espera por um
patrocinador e o segundo turno eleições. O dirigente admitiu que as conversas com este novo parceiro em potencial iniciaram atrasadas.
- Começamos a negociação um pouco tarde e quando vimos a possibilidade deste patrocinador entrar, a preferimos esperar. Ele não entraria depois de ter começado o Nacional. A gente já tem dois patrocínios, e agora tem esse terceiro, que depende ainda de uma questão burocrática. Não é um patrocinador máster. Os três são mais ou menos no mesmo nível - explicou Cattaruzzi.
O principal cartola do basquete feminino brasileiro também ressaltou que o segundo adiamento foi necessário por causa do segundo turno das eleições, marcado para o dia 31 de outubro. O começo do Nacional no dia 30 forçaria uma série de mudanças na tabela. Além disso, seria necessária uma paralisação, já que alguns dos times inscritos no Nacional também disputarão os Jogos Abertos do Interior de São Paulo, de 4 a 10 de novembro.

De novidade em relação ao Nacional organizado pela CBB até a edição do ano passado – vencida pelo Catanduva, em final contra o Ourinhos -, apenas as viagens de avião para jogos fora do estado. Ano passado, todas eram feitas de ônibus.

Em 2010/11, a LFB custeará passagens aéreas quando, por exemplo, o Botafogo (RJ) for até Santa Catarina para enfrentar o Joinville. Fora isso, a LFB bancará o mesmo que a CBB: hospedagem, alimentação e 50% dos custos com a arbitragem.

Diretora das seleções femininas, Hortência afirma que não tem ligação direta com a organização do Nacional, mas ressalta a importância da competição no processo de renovação no esporte.
- Na verdade, eu não tenho nada a ver com Liga. Sou diretora das seleções brasileiras femininas. Mas eu ajudo, sei das coisas que estão acontecendo, dou palpite. Acho que um dos fatores importantes e cruciais para que a seleção tenha êxito foi a queda da nossa competição interna. Quando fomos campeãs do mundo, nossa competição era muito forte. Temos que fortalecer muito a nossa liga. Nossos clubes estão enfraquecidos e temos que nos concentrar neles - disse.

Fonte: Globoesporte.com

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Liga tem data de início adiada novamente

Nem tudo é terra arrasada no basquete feminino brasileiro. Um velho projeto, enfim, vai sair do papel: a Liga Nacional. A data de início do torneio, adiada duas vezes, agora é 13 de novembro. A primeira mudança ocorreu pela participação das jogadoras nos Jogos Abertos do Interior. A segunda se deveu à impensada escolha do dia 30, véspera do segundo turno das eleições presidenciais.
Dez clubes vão participar da competição, que terá transmissão de um jogo por semana pela SporTV. O Bradesco, que já estampa sua marca nas camisas da seleção brasileira, planeja patrocinar também a Liga, que vai bancar hospedagem, transporte rodoviário para deslocamentos entre cidades de um mesmo Estado e aéreo no caso de viagens interestaduais e 50% das taxas de arbitragem.
Hortência, diretora da seleção feminina da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), concorda que as últimas edições do Campeonato Nacional estava decadente. A dirigente espera que, com a criação da Liga, os clubes tenham dinheiro em caixa para se reforçar, elevando assim o nível técnico da competição. "Acho que pode até sobrar um dinheirinho para a contratação de estrangeiras", afirmou.
Custo baixo - De fato, o custo para participar da competição não será alto. Samuel Belarmino, gerente de esportes da Mangueira, calcula que vai desembolsar de R$ 4 mil a R$ 5 mil mensais. A equipe carioca participou do Nacional pela última vez em 2008, mas foi prejudicada pela tabela malfeita. O time ficou viajando por 16 dias pelo interior de São Paulo, o que estourou o magro orçamento do time.
Hortência tem o projeto de incluir a seleção brasileira Sub-19 na competição, para dar mais experiência às jogadoras. Isso já foi feito em 2001. Daquela equipe saíram três jogadoras que disputaram o último Mundial, na República Checa, incluindo Iziane. Dois anos depois, esse time, comandado pelo técnico Paulo Roberto Bassul, foi vice-campeão mundial Sub-21 na Croácia Trata-se do último grande feito de uma equipe de base feminina brasileira.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

LBF adia início da temporada

A abertura da 1.a Liga Nacional de Basquete Feminino, que estava prevista para a primeira semana de outubro, ficou para o dia 30. A mudança foi definida em reunião entre os clubes participantes, esta semana, em São Paulo. Apesar de começar mais tarde, o campeonato vai terminar mais cedo do que havia sido programado inicialmente: o campeão, agora, será conhecido no final de fevereiro e não mais em março.

O presidente do clube de Americana, Ricardo Molina Dias, afirmou que as alterações no calendário não comprometem o planejamento elaborado pela comissão técnica e diretoria. “Vamos dar sequência normal àquilo que estava planejado. Não há razão para mudanças. O time segue treinando normalmente”, disse.

A expectativa é que a tabela seja divulgada até o dia 15. Campeã paulista, a Unimed deve fazer sua estreia contra Santo André, no ginásio do Centro Cívico. Na reunião desta semana, também ficou definido que os jogos que terão transmissão ao vivo pela Sportv serão realizados aos sábados à tarde e às segundas-feiras à noite. A 1.a Liga Nacional de Basquete Feminino terá a participação de dez equipes de três estados: Americana, Catanduva, Ourinhos, Santo André, Araçatuba e São Caetano, de São Paulo; Botafogo e Mangueira, do Rio de Janeiro; Blumenau e Joinville, de Santa Catarina.

Em busca de um título nacional que não ganha desde 2003, a Unimed aposta na base da equipe campeã do Campeonato Paulista. A única jogadora que não continua em Americana é a pivô Grazi, que foi liberada pela comissão comissão para transferir-se para São Caetano. Em seu lugar entra a jovem Tássia Carcavalli, que passou praticamente todo o primeiro semestre jogando pelas seleções brasileira de base e adulta. Estão confirmadas as permanências das laterais Karla Costa, Fabão e Leila Zabani, das armadoras Helen Luz, Babi Honório, Karen Gustavo e Débora Costa e das pivôs Carina Fellipus, Mamá, Karina Jacob, Fabi Souza e Andressa.

Fonte: Jornal O Jogo

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Unimed pretende inaugurar Centro de Reabilitação Esportiva na estreia da Liga

Novo centro de reabilitação esportiva será inaugurado na partida de abertura do campeonato da Liga de Basquete Feminina 

Americana/SP - Reconhecida pelo nono ano consecutivo como o melhor plano de saúde do Brasil (segundo a 9ª Pesquisa Marcas de Confiança, realizada pela Revista Seleções em parceria com o Ibope Inteligência), a Unimed estenderá também aos atletas de Americana a oportunidade de usufruir de uma estrutura diferenciada e moderna em saúde. Trata-se de um novo centro de reabilitação esportiva, que será batizado de "Centro Unimed de Reabilitação Esportiva", o CURE, que terá suas instalações montadas no complexo poliesportivo Milton Fenley Azenha, o Centro Cívico da Colina, e será inaugurado juntamente com a estréia da equipe de basquete feminino de Americana no primeiro campeonato da Liga de Basquete Feminino (LBF), no dia 16 de outubro, contra Santo André, em partida realizada no Centro Cívico.

O novo centro de reabilitação terá o dobro do espaço físico do que já existe atualmente, além de novos equipamentos ultramodernos que serão utilizados para a recuperação física dos atletas como ondas curtas (continuo/ pulsado), laser, ultrassom, endofases, e o compex sports, que foi desenvolvido na França.

A iniciativa do projeto partiu da Cooperativa Médica que foi prontamente aprovada pelo Secretário de Esportes, Mário Antonucci.

"Há algum tempo tínhamos o desejo de montar um centro de reabilitação especifico  para os atletas. Com a parceria da Prefeitura Municipal de Americana, através da Secretaria de Esportes, foi possível colocar em prática o projeto e ampliar a estrutura atual  " comentou o Superintendente de Negócios, produtos e Marketing da Unimed Ricardo Molina Dias.

A secretaria de esportes disponibilizará o local para a instalação do centro e  a infraestrutura, enquanto a Unimed está viabilizando os novos equipamentos. "Essa é mais uma prova de que a parceria entre instituições públicas e privadas funciona, e nosso objetivo é fortalecer ainda mais as parcerias em nossa área de atuação" complementou Molina.

Além do novo centro de reabilitação esportiva, a Unimed cedeu às tintas para a nova pintura interna do ginásio principal do Centro Cívico, que passa por um reforma de adequação às novas medidas e marcação de quadra exigidas pela Federação Internacional de Basquete.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Com Ísis no elenco, Araçatuba treina forte para a Liga Nacional

Ísis (2)

No ano em que Araçatuba retoma as atividades do basquete feminino adulto, o time tem mais um grande desafio pela frente: participar da principal competição do país, a Liga Nacional, que será realizada entre a segunda quinzena de outubro deste ano e o começo de março de 2011. E para chegar bem na competição, o Basquete Clube (BC) contratou a pivô Ísis Nascimento (ex-Catanduva) e treina forte no Ginásio Municipal Álvaro Giordano, o Vavá.

Comandada pelo técnico Alvacyr Lazarini, a equipe araçatubense conta com jogadoras mais experientes, como a ala Cléia Crepaldi, e atletas que vieram das categorias de base, formadas no BC. Segundo a secretária municipal de Esporte, Lazer e Recreação de Araçatuba, Cláudia Crepaldi, o convite para participar da Liga Nacional veio depois da participação do time no Campeonato Paulista – A1, realizado no primeiro semestre deste ano, ocasião em que a equipe retornou à elite do esporte depois de quase dez anos.

“A iniciativa de montar um time de alto rendimento para o Paulista deu resultados muito positivos. Agora, a cidade terá a oportunidade de ver as principais equipes de basquete do Brasil em Araçatuba”, disse Cláudia. A secretária também destacou a oportunidade que será dada às meninas que foram formadas no BC. “Elas já tiveram uma boa experiência no Estadual e vão ter a chance de atuar ao lado de atletas em nível de seleção brasileira”, diz a secretária.

Com TV

Segundo Cláudia, os patrocinadores do time também serão projetados, pois, além da cobertura da mídia local, os organizadores da Liga firmaram contrato de transmissão dos jogos com o canal Sport TV e podem fechar parceria com a Rede Globo. “Com isso, a cidade, as nossas atletas, os patrocinadores, todos terão mais visibilidade e aos poucos Araçatuba se recoloca no cenário do basquete feminino nacional”, enfatiza Cláudia, que já foi jogadora profissional de basquete.

O elenco atual do BC é composto por Cléia Crepaldi, Gigi, Fernanda de Brito, Fernanda Bibiano, Janie Rayback, Isis Nascimento e as pratas-da-casa Ariane, Carla, Jéssica, Flávia, Renata, Vanessa e Viviane. Para esta primeira edição da Liga Nacional – que substitui o Campeonato Brasileiro -, foram inscritas dez equipes: seis de São Paulo (Americana, Araçatuba, Catanduva, Ourinhos, Santo André e São Caetano) duas de Santa Catarina (Joinville e Blumenau) e duas do Rio de Janeiro (Botafogo e Mangueira).

Ísis

A nova contratada do BC, Ísis de Melo Nascimento, nasceu em Goiânia. Tem 2,02 metros de altura e 27 anos. Veio do time de Catanduva, onde venceu a última edição do Nacional, sendo a bloqueadora mais eficiente da competição. No seu currículo, acumula quatro títulos nacionais, quatro paulistas e cinco vezes foi campeã dos Jogos Abertos. Além de ter jogado em Catanduva, atuou na equipe de Ourinhos e na Liga Espanhola pelo CB Valls. Ela também conquistou a medalha de prata com a Seleção Brasileira no Pan-Americano realizado no Rio de Janeiro em 2007.

A pivô assinou com o BC para o Nacional, mas pode ter o contrato prorrogado. “Espero me adaptar à cidade e junto com a equipe disputar um bom campeonato”, afirma. Ísis ressalta que escolheu jogar na cidade por acreditar no projeto. “Uma das coisas que me motivou a vir para Araçatuba foi o trabalho que é desenvolvido aqui. A gente vê que BC dá oportunidade para as atletas da categoria de base e é isso que ajuda a fazer a renovação no esporte”.

Entre as curiosidades na vida de Isis, ela é a única atleta brasileira de basquete a executar a enterrada, fundamento que é bastante comum no masculino. A atleta também tem uma experiência relativamente curta com o basquete, pois era jogadora de vôlei e chegou a ser treinada por Bernardinho. Só a partir de 2004, então com 21 anos de idade, ela começou a se dedicar ao basquete. Três anos depois, já vestia a camisa da Seleção Brasileira, no Pan do Rio.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

São Caetano tem três reforços confirmados para o Nacional

IMG_8074b A equipe de São Caetano, do técnico Borracha, já conta com três novidades para a próxima temporada nacional.

A primeira é a pivô Graziane, que vem de Americana, onde finalizou sua recuperação de uma lesão no tornozelo. Grazi nunca escondeu que considera o técnico Borracha o grande responsável pela evolução do seu jogo, quando defendeu o mesmo São Caetano há sete anos.

Outro bom reforço é a ala Izabela, que retorna ao Brasil após experiência no basquete português.

O terceiro nome é a armadora Ângela, que defendeu Ourinhos no Paulista.

Sem dúvida, são ótimos reforços para a equipe e uma bela oportunidade para três jogadoras em busca de (re)afirmação.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Santo André/Semasa inicia busca por título da Liga de Basquete Feminino

Com dois campeonatos e um vice conquistados em 2010, equipe aposta em entrosamento e jovens talentos

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O Santo André/Semasa, única equipe a disputar as 12 edições da Liga Nacional, prepara-se para participar da recém-criada Liga de Basquete Feminino (LBF). As andreenses devem reeditar na estreia a final do Campeonato Paulista, contra Americana. A partida de abertura deverá contar com transmissão ao vivo do canal SporTV, no dia 16 de outubro.

Em 2010, o Santo André sagrou-se campeão dos Jogos Abertos Brasileiros e dos Jogos Regionais, além de conquistar o vice-campeonato do Paulistão, o que não ocorria desde 2001. “Estamos entre as quatro equipes mais competitivas. As variantes são muitas, e não é possível prever quem vencerá determinada partida. Podemos ter problemas no início da competição por contarmos com algumas atletas em recuperação. Todos se reforçaram. Mantivemos o grupo, contamos com jovens talentos e estamos atrás de algumas atletas. Podemos ter boas surpresas. Mas tudo é especulação”, contou Laís Elena, técnica andreense.

A equipe de Santo André manteve a base do paulista. Os destaques são as alas cubana Ariadna Capiró, cestinha do Nacional 2009 e Tayara Pessenti, com seus precisos arremessos. No garrafão, a força da ala/pivô Simone Lima, maior reboteira da história do Nacional, e a experiência da ala/pivô Soeli Zakrzeski, a Êga, que jogou a última Olimpíada pelo Brasil e ocupa a segunda colocação nas estatísticas dos rebotes, atrás de Simone, são alguns dos diferenciais do time, além da união.

Importante ressaltar também no time andreense o apoio aos talentos da base. Em 2009, a técnica Laís promoveu três atletas do juvenil ao time principal. Neste ano, além da armadora Carina Martins (18) e das alas/pivôs Luana Souza (19) e Jessica Beatriz (18), foram promovidas as infanto-juvenis, de apenas 17 anos, Klaudia Kalinin (armadora) e Yasmin Gonçalves e Veridiany Brandão (alas/armadoras). A pivô juvenil Barbara Sousa (19) também compõe o adulto na Liga. “Temos ótima base. Acompanho o trabalho de todas. A maioria delas já passou por seleções brasileiras menores,“ enalteceu Laís.

Entre as atletas adultas em recuperação no Cisa (Centro Integrado de Saúdo do Atleta), a armadora Paula Pacheco já trabalha com bola. No entanto, Tayara e ala/pivô Vanuzia dos Santos, ambas veem realizando trabalho específico de reabilitação pós-cirúrgico e devem voltar às quadras no fim de setembro.

As 10 equipes que disputaram a LBF, além do Santo André, são Blumenau, Joinville, Mangueira, Botafogo, São Caetano, Americana, Ourinhos, Catanduva e Araçatuba. Para os playoffs finais se classificam as oito melhores equipes, as quais se enfrentam em cruzamento olímpico (1o contra 8o e assim sucessivamente). Existe a proposta para que a final seja disputada em único jogo, com quadra neutra e transmissão em TV aberta, ainda em definição pela LBF.

O basquete feminino de Santo André tem projeto chancelado pelo Ministério do Esporte para usufruir da Lei de Incentivo ao Esporte, intitulado Bola Laranja. A lei proporciona que investidor faça uso de 1% do imposto devido para aplicar em projeto com esse selo. A equipe conquistou o título nacional em 1999 e o vice-campeonato em 2000. O basquete feminino é mantido pela Prefeitura de Santo André e conta com o apoio do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), autarquia da Prefeitura.

As jogadoras que representarão a equipe na Liga são:

4 - Luana Souza

5 - Ariadna Capiro Felipe

7 - Luciane Moskalesk

9 - Jessica Nogueira

10 - Paula Pacheco

11 - Carina Martins

12 - Vanuzia dos Santos

13 - Ega (Soeli Garvão)

14 - Simone Lima

15 – Barbara Sousa

17 - Tayara Pesenti

26 - Fabiana Guedes

78 - Katia Cavallaro

Não definiram numeração:

Klaudia Kalinin, Yasmin Gonçalves e Veridiany Brandão

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Basquete Feminino de Ourinhos ganha reforços e se prepara para o Campeonato Brasileiro

Desde o início de agosto, a equipe de basquete feminino de Ourinhos treina firme na quadra do Monstrinho, visando à preparação para o Campeonato Brasileiro, que começa na segunda quinzena de outubro.

Em relação à equipe que disputou o Campeonato Paulista este ano, duas novas jogadoras chegaram para reforçar o grupo: a ala Djane, que atuava pelo time de Araçatuba e a armadora Joice, que jogava pela equipe de Catanduva. Segundo o técnico Urubatan Lopes Paccini, o “Uruba”, a vinda dessas duas atletas, tornará o time mais forte e competitivo. “A chegada delas trouxe mais opções de jogo para nossa equipe e caso a gente consiga concretizar a contratação de uma nova pivô, a torcida ourinhense pode ter a certeza que iremos lutar pelo título”, afirmou.

Uruba apontou ainda os maiores adversários que Ourinhos irá enfrentar no Campeonato Brasileiro. “Acredito que os times mais fortes hoje são Americana, Santo André e Catanduva, cuja equipe é favorita para a disputa do título, pelas contratações que realizou”, considera.

O presidente da ACEO (Associação Centro Esportivo de Ourinhos), Júlio Barbin, falou sobre a negociação da equipe ourinhense para contratar uma pivô para o Campeonato Brasileiro. “Existe hoje uma dificuldade para contratarmos uma jogadora dessa posição no mercado nacional e por isso, estamos negociando a contratação de uma pivô que jogue no exterior e possivelmente nos próximos dias, devemos ter alguma novidade”, destacou.

Barbin ressaltou que a chegada de uma atleta para essa posição será decisiva para as chances da equipe na Competição. “Se conseguirmos contratar uma pivô, Ourinhos brigará pelo título no Brasileiro”, disse.

O Chefe de Gabinete da Prefeitura e um dos maiores incentivadores do basquete feminino de Ourinhos, Ronaldo Mori, destacou o fortalecimento da equipe para o Campeonato Brasileiro. “No Campeonato Paulista, a equipe estava passando por um processo de reestruturação e nosso objetivo era chegar as semifinais e por pouco, não chegamos à final. Agora, para o Brasileiro, com os reforços que chegaram e mais alguns que devem vir, temos totais condições de conquistar o título nacional, e recolocar Ourinhos no topo do cenário do basquete feminino no Brasil”, prevê.

Novas jogadoras

As novas jogadoras de Ourinhos estão animadas e otimistas para a disputa do Campeonato Brasileiro. Djane considera que jogar em Ourinhos poderá dar uma visibilidade maior à sua carreira. “Ourinhos é uma referência no basquete e jogando aqui e conquistando títulos pela equipe, em breve poderei voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira”, acredita.

Joice revelou que atuar pela equipe ourinhense é a realização de um sonho. “Sempre sonhei em jogar um dia aqui, pois Ourinhos é um dos melhores times de Basquete do Brasil, já conquistou diversos títulos de expressão nacional e internacional. Por isso, estou feliz e realizada. Vim pra cá para somar e ajudar Ourinhos a conquistar novamente o Campeonato Brasileiro”, frisou.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nove anos depois, Nacional 2010 deve contar novamente com as três irmãs Luz

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A próxima edição do Campeonato Nacional deve marcar o reencontro entre as três irmãs da família Luz nas quadras.

Um Nacional não contava com as três ao mesmo tempo desde 2001, quando as irmãs defendiam o mesmo clube: o Paraná Basquete, que perdeu o título daquela edição para o Vasco da Gama.

Depois disso, as três se dispersaram entre outros clubes, experiências no exterior e retornos esporádicos ao Brasil.

Depois dos já anunciados retornos de Helen (Americana) e Silvinha (Catanduva), Cíntia também voltará.

Ela reforça a equipe de Blumenau, onde já treina.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Liga feminina nasce vinculada à CBB e prevê torneio forte em cinco anos

Apesar do lançamento há uma semana, pouco ainda se sabe sobre a Liga de Basquete Feminino (LBF), que promete mudar os rumos da modalidade no Brasil. Ao contrário do NBB, organizado pelos clubes sem a dependência da CBB, o campeonato das meninas vai continuar ligado à entidade máxima da bola laranja no país. A começar por seu presidente, Márcio Cattaruzzi, integrante da equipe de José Carlos Brunoro, que hoje faz parte do comando da Confederação. O dirigente confirma o “vínculo estreito” e acredita que isso pode ser um ponto positivo. Em conversa com o GLOBOESPORTE.COM, Márcio adianta detalhes sobre o primeiro Nacional organizado pela LBF, que começa em outubro, e admite que o Brasil só terá um campeonato interno realmente forte daqui a cinco anos.

GLOBOESPORTE.COM: O que já pode ser adiantado sobre o primeiro Nacional organizado pela Liga? Número de clubes, data de início, duração, forma de disputa...
MÁRCIO CATTARUZZI: Teremos a participação de 10 clubes no mínimo, podendo chegar a 12. O início será na segunda quinzena de outubro deste ano, e o término na primeira quinzena de março de 2011. Será em turno e returno, todos jogando contra todos, e se classificam os oito primeiros para os playoffs.

Já estão definidos estes 10 clubes? O último Nacional teve oito. Quem entra?
Serão sete que disputaram no ano passado: Catanduva, Ourinhos, Americana, Santo André, São Caetano, Blumenau e Botafogo (São Bernardo desfez o time). Mais Araçatuba, Mangueira e Sport.

Há muito tempo o basquete feminino espera uma mudança no Brasil. O que a nova Liga terá de diferente dos Nacionais anteriores?
De fato o basquete feminino brasileiro espera essa mudança e ela virá. O começo destas mudanças é a criação da LBF, que a princípio fará os clubes entenderem a necessidade de se organizarem como clubes de uma liga, para se situarem como integrantes dessa mesma liga. De diferente é a ligação estreita entre a Confederação e a LBF, pois acreditamos que apenas juntos poderemos progredir e ajudar o basquete feminino.

Um dos pontos mais elogiados do NBB é o fato de ser totalmente desvinculado da CBB, com autonomia total dos clubes. Qual será a ligação da liga feminina com a Confederação? Qual será o papel da CBB no processo?
A Liga deve ter um vínculo muito estreito com a Confederação, pois vários fatores dependem de oficialização, tais como: filiação dos atletas, dos clubes, arbitragem, regras do esporte etc. Por essas razões, os clubes passarão a ter autonomia para negociarem seus direitos como Liga, alicerçados na segurança do aspecto técnico.

Se, ao contrário do NBB, a liga feminina terá este “vínculo muito estreito” com a CBB, na prática qual será a diferença do novo campeonato para o antigo? Não parece apenas uma mudança de nome, com um braço da CBB organizando o torneio?
A diferença é o início de uma descentralização por parte da CBB, que vai repassando aos clubes as responsabilidades de manter um Campeonato Nacional, de conseguir os seus próprios recursos, de apresentar uma competição possível de ser comercializada, de melhores índices técnicos e de outros aspectos que são consequências naturais da necessidade de melhora do basquete feminino, que ainda tem um número reduzido de atletas, mas com um nível técnico internacional muito bom. O surgimento de novas jogadoras será um processo natural da organização da LBF: com um bom campeonato, maior divulgação; com maior divulgação, boa comercialização; com boa comercialização, maior interesse da mídia; com maior interesse da mídia, mais interesse de jogar basquete, e assim vamos – logicamente que não precisa ser na ordem colocada.

O fato de você, como presidente, ser ligado à equipe do Brunoro, que faz parte do comando da CBB, não cria um conflito?
Pelo contrário, facilita o contato entre a Liga e a CBB.

Já existe contato com novos patrocinadores?
Estão bastante adiantados.

Há expectativa de repatriar jogadoras? O novo modelo pode facilitar a volta de algumas?
Inicialmente apenas para as equipes que tenham condições financeiras de fazê-lo, porém acreditamos que a Liga poderá contribuir nos anos seguintes. Ao melhorar o nosso campeonato, essas equipes conseguirão apoio financeiro melhor.

Até que ponto a liga vai ajudar os clubes em termos de estrutura? Viagens, hospedagens e taxas de arbitragem, por exemplo, serão custeadas pelos clubes ou pela liga?
Inicialmente a Liga vai custear o transporte, a hospedagem e a alimentação, além de parte dos custos de arbitragem.

Viagens longas, como as de Pernambuco e Santa Catarina, serão de avião ou de ônibus?
Esta questão ainda depende das negociações com os nossos patrocinadores, mas devemos melhorar as condições que foram oferecidas no ano passado.

Um dos grandes problemas do basquete feminino continua sendo a base. A Liga terá alguma atuação neste sentido? Ou isso continua sendo assunto da CBB?
A princípio, da CBB.

Com esta nova fase começando agora, em quantos anos o Brasil pode ter um campeonato feminino realmente forte, com ginásios cheios e equipes competitivas?
Acreditamos que em cinco anos.

Fonte: Globo Esporte

terça-feira, 13 de julho de 2010

Catanduva recomeça as contratações para a próxima temporada

Segundo informações do jornal O Regional, Catanduva se prepara para o Nacional com muitas modificações mais uma vez.

Chegariam a pivô Clarissa (ex-Vagos/Portugal), a ala Silvinha Luz, a pivô sueca Anna Barthold (ambas ex-Sundsvall Saints/Suécia) e ainda a ala Jennifer (ex-Ourinhos).

Na direção contrária, estariam saindo as pivôs Ísis e Cíntia Tuiú e a ala Joice.

Consegui acesso ao texto no blog da equipe de Catanduva:

Catanduva Anuncia ‘Pacotão’ e Contrata Pivô Sueca para Sul Americano

Dentre as contratadas está a experiente Sílvia Luz, que estava há seis anos na Europa

 

Enio Franco

Depois de dispensar três atletas após o encerramento do Campeonato Paulista da Série A-1, o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva reformulou grande parte do elenco que disputará o Campeonato Sul Americano de Clubes, previsto para ser disputado no próximo mês. A diretoria do clube catanduvense anunciou ontem as contratações das pivôs Clarissa e Anna Barthold e das armadoras Sílvia Luz e Jennifer Souza.

Dentre as novas contratadas, o destaque é a pivô sueca Anna Barthold. A jogadora foi companheira de Sílvia Luz na Suécia e treinam desde o começo dessa semana no novo clube.

Ambas assinaram contrato até março do ano que vem, período em que se encerra o Nacional Feminino de Basquete. “A expectativa é permanecer por um bom tempo em Catanduva”, disse Silvinha, que está há seis anos no basquete da Europa.

A jogadora, que defendia o Sundsvall Saints, da primeira divisão sueca, disse que há muita diferença entre os estilos de jogos dos países. “Na Suécia, não se joga tanto voltado para o estilo tático, mas sim pela velocidade, que é o sistema utilizado pelo técnico Édson Ferreto”, falou a brasileira.

Em espanhol, Anna prevê que não será difícil sua adaptação dentro de quadra. “Já fora dela, acredito que o único entrave será suportar o calor, já que na Suécia o inverno dura praticamente o ano inteiro”, comentou. Essa é a primeira vez que a atleta joga fora de seu país de origem. Sílvia será sua interprete dentro de quadra. “As instruções que o Ferreto der e que eu não souber, vou pegar com a Sílvia”.

Silvinha – que disputou as Olimpíadas de 1996 e 2000 -, diz que o Sul Americano é a principal competição do ano para Catanduva. “Temos que focar nossa preparação para a disputa do torneio internacional”, comentou.

Clarissa, que estava no Vagos, de Portugal, deve chegar a Catanduva na próxima quarta-feira enquanto Jennifer, ex-Ourinhos, deve ser integrada ao elenco ainda essa semana. O quarteto suprirá a ausência de Natália, Palmira, Micaela e Sil, que se apresentaram no último dia 29 na Seleção Brasileira.

Em contrapartida, a diretoria do clube anunciou outras três dispensas: Ísis, Joyce e Cíntia Tuiú. “Estamos em negociações com outras duas jogadoras de peso para suprir a dispensa dessas três atletas”, explicou João Leite, supervisor técnico da equipe, sem citar o nome das atletas.

O Sul Americano - que ainda não tem data para ser realizado - deve ser disputado em seqüência ao Sul Americano de Seleções, que ocorrerá no Chile. A previsão é que a competição comece em 20 de agosto.

Compromisso

O próximo compromisso de Catanduva é a disputa dos Jogos Regionais, que será realizado em Ilha Solteira, a partir do dia 19.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Unimed/Americana pode poupar atletas nos Regionais

Uma reunião hoje entre o técnico Luiz Augusto Zanon e o presidente Ricardo Molina, definirá com quais atletas a Unimed representará Americana nos Jogos Regionais, que começam a ser disputados na cidade a partir do próximo dia 20.
Integradas à seleção brasileira, as laterais Karen Gustavo e Tássia Carcavalli, a armadora Helen Luz e a pivô Mamá Dantas estão fora dos Regionais. Agora surge a possibilidade de serem poupadas jogadoras como as laterais Karla Costa e Fabão Oliveira e as pivôs Karina Jacob e Carina Fellipus. Elas ficariam treinando para a Liga Nacional.

Em se confirmando essa situação, a Unimed jogaria os Regionais com atletas mais novas, o que não deve comprometer a conquista da medalha de ouro, mas, com certeza, afastará o público do ginásio.

Limeira, Paulínia e São João da Boa Vista são as outras cidades, além de Americana, inscritas na categoria livre do basquete feminino dos Jogos Regionais.

Fonte: Jornal O Jogo

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Basquete feminino de Pernambuco em alerta

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) divulgou ontem a formação da Liga de Basquete Nacional Feminino (LBF), que terá a função de organizar o próximo campeonato nacional. A competição será realizada neste ano e funcionará semelhante ao Novo Basquete Brasil - torneio masculino que substituiu o campeonato brasileiro.
A LBF é quem ficará encarregada de organizar o torneio nacional enquanto que a CBB auxiliará nas inscrições das equipes, cederá árbitros para os jogos e acompanhará os julgamentos do Tribunal de Justiça Desportiva. "A Liga Nacional de Basquete foi uma das melhores coisas que já aconteceu para o basquete brasileiro. Gostaria muito de ver uma competição no mesmo formato para o feminino. Precisamos enraizar um torneio forte para as mulheres e acredito que a criação da Liga ajudará na evolução do campeonato feminino, assim como aconteceu com a competição masculina", afirmou o presidente da CBB, Carlos Nunes.
No entanto, de acordo com o presidente da Federação Pernambucana de Basquete, Luiz Morais, se as exigências de participação de clubes na liga feminina forem as mesmas que ocorreram na masculina, será muito difícil o estado ter algum representante. "Há vários pré-requisitos para entrar na competição, como, por exemplo, deve-se depositar 'x' quantia para a inscrição; o time tem que arcar com tudo e não pode desistir no meio do campeonato, entre outras coisas mais", comentou.
Ele ainda afirmou que pela atual situação que enfrenta o basquete feminino no Nordeste será muito difícil que algum time da região esteja no campeonato. "Em Pernambuco, em especial, os clubes não têm condições técnicas nem financeiras para participar. Eles precisariam de recursos para contratar novos atletas, montar suas equipes e fazer todas as reformulações necessárias", lembrou.
Uma das esperanças do estado nesta nova liga seria o Sport, que ao longo dos anos sempre participou do brasileiro, com exceção de 2009, quando não entrou na competição. "Sempre temos interesse em participar. Porém, quem decide é a diretoria do Sport. Mas, posso dizer que até o momento não temos uma equipe feminina adulta no clube", afirmou o técnico rubro-negro de basquete feminino, Erivaldo Souza "Alemão".

Fonte: Diário de Pernambuco

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Unimed/Americana mantém campeãs paulistas para Liga Nacional

karinazanon Todas as jogadoras campeãs do Campeonato Paulista de Basquete pela Unimed serão mantidas para a 1ª Liga Nacional, que será disputada a partir de outubro. A manutenção do grupo foi definida em reunião entre o técnico Luiz Augusto Zanon (na foto com a jogadora Karina Jacob) e o presidente do clube de Americana, Ricardo Molina Dias. No encontro, os dois fizeram avaliação do trabalho do primeiro semestre e traçaram planos para o segundo.

"De um modo geral, ficamos satisfeitos com os resultados alcançados. Tivemos um início um pouco complicado, a equipe teve momentos de instabilidade, mas cresceu na reta final, mostrou força, poder de superação e chegou ao título", disse Molina. "A idéia para o segundo semestre é manter o grupo, já que todas as jogadoras têm contrato em vigência. A princípio, não devemos fazer nenhuma contratação", salientou o dirigente.

Desta forma, continuam em Americana as armadoras Helen Luz, Babi Honório e Débora Costa, as laterais Fabão Oliveira, Karla Costa, Karen Gustavo, Leila Zabani e Tássia Carcavalli e as pivôs Carina Felippus, Grazi Coelho, Mamá Dantas, Karina Jacob, Fabi Souza e Andressa Bolha.

Após a conquista do título paulista em Santo André, quinta-feira (24), as jogadoras e a comissão técnica ganharam duas semanas de descanso. A volta aos treinamentos está programada para o próximo dia 12.

Helen Luz, Mamá Dantas, Karen Gustavo e Tássia Carcavalli, além do preparador físico Vita Haddad, estão em Barueri com a seleção brasileira que se prepara para o Sul-Americano, de 8 a 14 de agosto, no Chile, e para o Mundial da República Tcheca, de 23 de setembro a 3 de outubro. Eles não retornam às atividades em Americana.

Agora em julho, de 20 a 30, a Unimed representará Americana nos Jogos Regionais, que serão realizados na cidade. No segundo semestre, serão duas competições: a Liga Nacional, a partir de 30 de outubro, e os Jogos Abertos do Interior, de 1º a 14 de novembro, em Santos.

"Queremos vencer todos os campeonatos. Uma equipe como a nossa não pode pensar em outro resultado que não seja o título. Mas ganhar a Liga Nacional terá um sabor diferente, pois será a primeira edição", finalizou o presidente Ricardo Molina.

Fonte: Jornal O Jogo

Criada a LBF

Com a chancela da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e com estatuto, conselho fiscal e administrativo aprovados, a Liga de Basquete Feminino (LBF) vai organizar o primeiro campeonato já em 2010. Estiveram presentes à reunião de lançamento da Liga a diretora do departamento feminino da CBB, Hortência Marcari; o diretor de Marketing da CBB, José Carlos Brunoro; o diretor da Brunoro Sports Business, Marcelo Dória; o diretor executivo da CBB, Luis Felipe Monteiro de Barros; o diretor técnico da CBB, André Alves; o presidente da LBF, Márcio Cattaruzzi; o vice-presidente da LBF, Mauro Chekin; além de representantes dos sete clubes que participaram do 12º Campeonato Nacional Feminino (CNBF 2009/2010): Catanduva (SP), Ourinhos (SP), Americana (SP), Santo André (SP), São Caetano (SP), Vasto Verde (SC) e Botafogo (RJ).
 
A LBF pretende organizar a competição feminina ainda este ano. Segundo o presidente da Liga, Márcio Cattaruzzi, todos os clubes se mostraram interessados e concordaram com a necessidade da criação de uma liga independente.
 
— A Liga de Basquete feminino (LBF) foi criada seguindo o modelo da Liga Nacional de Basquete Masculina (LNB). Foi apenas o primeiro passo de uma longa jornada que o basquete feminino terá pela frente. Nosso objetivo principal é a reestruturação da modalidade no Brasil. Os clubes entenderam que era preciso ter união. Cada um tem sua diversidade, mas precisamos buscar uma unidade — disse o presidente da Liga Feminina, Márcio Cattaruzzi.
 
A Brunoro Sports Business será responsável pelo marketing e comercialização da LBF. A CBB auxiliará nas inscrições das equipes, além de ceder árbitros para as partidas e acompanhar julgamentos do Tribunal de Justiça Desportiva. Os campeonatos organizados pela Liga de Basquete Feminino serão organizados pelos clubes.
 
— A Liga Nacional de Basquete (LNB) foi uma das melhores coisas que já aconteceu para o basquete brasileiro. Gostaria muito de ver uma competição no mesmo formato para o feminino. Precisamos enraizar um torneio forte para as mulheres e acredito que a criação da Liga ajudará na evolução do campeonato feminino, assim como aconteceu com a competição masculina — comentou o presidente da CBB, Carlos Nunes.

sábado, 26 de junho de 2010

Santo André levanta cabeça e pensa nos Regionais

Anderson Fattori

laisp2010 O sentimento na equipe de basquete feminino de Santo André era o pior possível, ontem, um dia após perder de forma inacreditável a decisão do Campeonato Paulista para Americana. Até mesmo a técnica Laís Elena, com quase 40 anos de basquete, sentiu o golpe. Não pela derrota, mas por saber que esteve tão perto da conquista.

"Estamos decepcionadas. Tínhamos tudo para conquistar o título e vacilamos. Prevaleceu a experiência de Americana", lamentou a treinadora.

Se esforçando para deixar a derrota em segundo plano, Laís Elena falou sobre o futuro. "Temos de levantar a cabeça e nos preparar para os Jogos Regionais (a partir de julho) e também para a Liga Nacional (em outubro)", aconselhou. "Pelas conversas que tivemos, vamos manter a equipe. Se alguma jogadora tem proposta para sair, ainda não nos comunicou", garantiu.

Sobre reforços, Laís considera difícil, já que são poucas opções. "Os times estão fechados e não tem tantas jogadoras no mercado. Para contratar temos de buscar fora do País", explicou a treinadora, que não teme perder o patrocínio do Semasa. "Cumprimos o que prometemos no começo do Paulista que era chegar às finais. Claro que queríamos o título, mas não deu. Os representantes do Semana e da Prefeitura estiveram no ginásio e elogiaram nossa determinação", finalizou.

Fonte: Diário do Grande ABC