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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Criador & Criatura

Small_14australia_27C46731 Na semana passada, a liga australiana (WNBL) premiou os destaques da sua temporada.

Os holofotes foram divididos pela dupla que liderou o Bulleen Boomers ao título da última edição.

De um lado, a pivô Elizabeth Cambage, eleita MVP e que só completa 20 anos em agosto. Nome certo no time olímpico australiano em Londres-2012, Cambage deve ser destaque no draft da WNBA na próxima segunda-feira. Na WNBL, suas médias foram de 22,3 pontos e 8,4 rebotes.

Do outro, o técnico Tom Maher, também do campeão Boomers e com experiências olímpicas com Austrália, Nova Zelândia e China. Eleito melhor treinador da liga, Maher se dedica ao seu novo projeto:  comandar a Grã-Bretanha nos próximos Jogos Olímpicos.

Na fase de classificação para o 406326-tom-maherEuropeu, Maher já conseguiu que o time vencesse seu grupo na competição, desbancando forças mais tradicionais como Ucrânia, Eslováquia e Alemanha.

Em 75 dias, o time estreia no Europeu (na Polônia), dividindo o grupo com a Rep. Tcheca (vice-campeã mundial), mais Israel e Bielorrússia.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dentro do Tom

Fábio Balassiano traz uma ótima e esclarecedora entrevista com o técnico australiano Tom Maher.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O exemplo que vem da Austrália

pois de um comemorado quarto lugar na Olimpíada de Seul (1988), a Austrália foi eliminada no Pré-Olímpico de 1992 e passou a trabalhar duro com a sua seleção de basquete feminino.

O país que seria sede do próximo Mundial de Basquete (1994) e das Olimpíadas de 2000 não podia correr o risco de pagar semelhante mico.

O trabalho foi premiado com o surgimento de um desses raros fenômenos do esporte: a excepcional Lauren Jackson e rendeu muitos frutos nesses 15 anos; seja nos Mundiais: dois bronzes (1998 e 2002) e um ouro (2006) ou nas Olimpíadas, com um bronze (1996) e três pratas (2000, 2004 e 2008).

Apesar disso, o trabalho não pára nem cai, mesmo com uma troca períodica de técnicos: de Tom Maher, passando por Jan Stirling até a atual Carrie Graf.

Quando parecem que as peças de reposição se esgotariam, somos surpreendidos pelo aparecimento de uma nova força como a pivô Liz Cambage.

Assim como no Brasil, os maiores nomes do basquete australiano jogam no exterior: de Lauren à Penny Taylor, de Belinda à Kristi.

Uma das respostas para a diferença de resultados pode estar, no entanto, na organização da liga local: a WNBL. Pouquíssimo badalado, o torneio cumpre sua função básica: oferece mercado de trabalho para as jogadoras de lá e a oportunidade de afirmação para os novos talentos. Dois objetivos básicos que o nosso Nacional não conseguiu alcançar até hoje, quando se aproxima (aos trancos e barrancos) de sua décima segunda edição.

Lá, ao contrário, o torneio com dez equipes segue a pleno vapor. A grande maioria dos estados australianos tem uma equipe na WNBL. A temporada dura seis meses e tem um jogo televisionado por semana. A liga já ousa oferecer teto a algumas das estrelas locais, como Kristi Harrower e Suzy Batkovic, ambas recém saídas da WNBA.

Um dos líderes do começo da temporada é o Bulleen Boomers, treinado por Tom Maher e Michele Timms, que comandam a promessa-realidade Liz Cambage. Na última rodada, o time passou pelo Sydney Flames, de Batkovic (80-71).

Também invictos estão o Adelaide Lightning (da neozelandesa Angela Marino) e o Townsville Fire.

Atual treinadora da seleção local, Carie Graf treina o Canberra Capitals, de Mariana Tolo e atual campeão da liga.

Já é possível ainda importar algumas jogadoras, a maioria de segundo escalão – é verdade – como a canadense Chelsey Audrey (que esteve em Cuiabá, na Copa América), a polaca Marta Dydek (irmã caçula de Margo) e a americana Leah Rush.

Assim como cá, há na liga um saco de pancadas. Trata-se da equipe do AIS (Australian Institute of Sport), até o momento cinco derrotas por um média de 46 pontos de diferença. Mas regitre-se: a jogadora mais velha tem 19 anos e o nobre objetivo é a formação para o futuro.

Aqui, há um decepcionante abandono das promessas, que Hortência afirmou que não iria (irá?) mais permitir. E que Paulo Bassul pretendia combater com a formação de uma seleção de novas, que não decolou.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Tom Maher encara novo desafio: Inglaterra

121939301448894_3 Um dos destaques internacionais entre os técnicos, o australiano Tom Maher já tem nova meta olímpica.

Para quem não se recorda, Maher foi o treinador nas primeiras conquistas olímpicas da seleção feminina autraliana: bronze, em 1996 e prata, em 2000.

Esse currículo tem feito Tom rodar o mundo.

Em 2004, treinou a Nova Zelândia, que levou a um honroso oitavo lugar em Atenas.

Em 2008, quarta colocação com a anfitriã China, em Pequim.

Para 2012, o destino de Maher é a Inglaterra, também anfitriã dos Jogos.

“A seleção inglesa jogará melhor” _ disse ele.

Alguém duvida?