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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Após impasse, Catanduva apresenta duas jogadoras (O Regional)

Um dia após ser resolvido o imbróglio de repasses de verbas para o Catanduva Basquete Clube, a equipe – que está de forma provisória sob a direção de Roberto Cacciari – apresentou ontem duas jogadoras para a disputa do Campeonato Paulista de Basquete. Além de Fabão, que estava contratada desde o final da NLB, Fabi Guedes foi apresentada. 
As duas já treinam com o restante do elenco que se prepara para a estreia na competição, marcada para o dia 9. O adversário será Santo André, a partir das 18 horas, no Ginásio do Jesus Adolescente/Anglo. Fabão, ex-Americana, chega para tentar repetir o sucesso de sua primeira passagem por Catanduva. A jogadora foi uma das principais atletas na conquista do único título nacional da equipe, conquistado na temporada 2009/2010. “Estou confiante em repetir o bom desempenho que tive em Catanduva”, falou.
Segundo a lateral, seu retorno se deve a grande identificação que possui com os torcedores. “Os torcedores de Catanduva sempre me acolheram com respeito e carinho, e espero retribuir dentro de quadra a expectativa criada. Quero entrar em quadra o mais rápido possível para ajudar a equipe”, disse a atleta, que já deve estar a disposição de Ferreto para o jogo de sábado. 
Fabi Guedes, que conquistou o título nacional por Santo André, busca melhora na condição física para estar em condições de enfrentar o seu ex-clube. “A dinâmica dos treinamentos do Ferreto é intensa, e tenho certeza que vou me adaptar para conseguir bons resultados durante o Paulista”, analisa.
Fabi - que é pivô e possui 1m83 de altura -, acredita ser normal enfrentar o seu ex-clube. “Apesar de ter deixado amigas em Santo André, minhas cores agora são de Catanduva. Vou defender esse clube da forma mais profissional possível. O elenco que temos podemos conquistar o Paulista”, comentou.
Outra jogadora que treina há três semanas e que deve assinar contrato é a lateral Leidi. A atleta, que estava em Osasco, terá seu primeiro ano na categoria adulta aos 20 anos. “Estou me adaptando bem a cidade e ao estilo de treinos do Ferreto. Tenho muito a crescer e espero conquistar meu espaço aqui em Catanduva”, finalizou.
Jogos
Nos próximos jogos do Paulista, a equipe deve mandar suas partidas no Ginásio do Jesus Adolescente/Anglo, onde foi disputado o Nacional. “Temos um acordo para a disputa dos jogos lá”, explicou João Leite, diretor da equipe. As reformas no Anuar Pachá seguem ainda sem data para começar.

Fonte: O Regional

sábado, 9 de janeiro de 2010

Frases soltas de um telespectador rabugento

tvrabug 1) Impressão minha ou a filosofia de jogo de Urubutan tem uma certa inspiração barbosiana? Quantas jogadas ensaiadas Ourinhos tem? Salve-se quem puder…

2) Micaela chutou 10 para acertar 3. Estava tão ruim, que Tayara (sim!) entrou muito melhor.

3) Igualmente pouco inspirada no ataque (4/10), Karen se salvou na defesa.

4) Longe de serem excepcionais, as armadoras Bethânia (Ourinhos) e Kátia (Santo André) praticam um basquete com algum senso de inteligência. E em terra de cego, quem tem um olho é rei.

5) Por falar em armação, parece que a garota Paula Pacheco andou assistindo TOP 10 da NBA sem parar. Apesar da inegável disposição, a cada jogada ela sempre escolhe o passe mais difícil ou o arremesso mais improvável.

6) Pelo que vi ontem, Karina Jacob quer ganhar “no grito”. Se continuar assim, bota mais meio século aí pra Mamá.

7) À procura da forma perdida, a caçadora Kelly passou mais tempo no banco. Mesmo com Mamá com joelho meia-boca. Sintomático, não?

8) Lilian pratica um basquete muito bom e de impressionante humildade em Santo André. Pena que as colegas nem sempre se lembrem disso. Uma série de escorregões acabou comprometendo sua atuação ontem.

9) Simone Lima está no auge da carreira. Gostei bastante.

10) Santo André tem um repertório e uma disciplina tática bastante superiores ao adversário, mas ainda assim tem dificuldade de jogar próximo a cesta com suas pivôs, papel que as alas acabam assumindo.

11) Fabiana Guedes entrou bem.

12) A cubana Ariadna esteve como sempre – um trator ofensivo. Parece no entanto que os quatro minutos no banco após trombar na disputa de um rebote não fizeram bem. Voltou apagada.

terça-feira, 17 de março de 2009

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Cestinha Palmira e Êga, líder em eficiência, comemoram bons números no Nacional


Faltando oito jogos para o encerramento da fase de classificação, a pivô Êga, de Ourinhos, é a jogadora mais eficiente do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008), com 19.9 em 14 jogos. A cestinha da competição é a ala/armadora Palmira Marçal, com 19,3 (290 no total). A reboteira é a pivô Clarissa dos Santos, da Mangueira, com 12.2 (172). A líder nas assistências é a ala/armadora Joice Rodrigues, do Sport Recife, com a média de 4.8 (63). A primeira nas recuperações de bolas é a pivô Fabiana Guedes, também do Sport, com 3.3 (20). A pivô Ísis Nascimento, de Catanduva, é a melhor nos bloqueios com 1.4 (19).

— Fico contente com o bom rendimento em eficiência. Ourinhos é um time que conta com grandes talentos em todas as posições e eu estou jogando com mais tranqüilidade, sem aquela pressão de definir. Com isso, estou alcançando uma regularidade legal, com bons números em outros fundamentos, podendo fazer o que eu gosto, que é ajudar a equipe — comentou a pivô Êga, de Ourinhos.

— Confesso que nem esperava ser a cestinha. O meu objetivo no Nacional é ajudar a minha equipe e fazer o meu melhor jogo. No Paulista, fui bem nas finais, mas não tive a regularidade que queria e acho que estou alcançando isso agora. É o que importa para mim, mostrar evolução, que é fruto de muito trabalho e do espírito de equipe de Catanduva. A coletividade é que vem nos ajudando a conquistar as vitórias — disse a ala/armadora Palmira Marçal, de Catanduva.

EFICIÊNCIA

1º- Êga (Ourinhos) – 19.9 pontos (14 jogos); 2º- Karina Jacob (Americana) – 19.6pts (15j); 3º- Patrícia (Floripa) – 19.4pts (13j); 4º- Silvia Gustavo (Catanduva) – 18.5pts (15j); 5º- Clarissa (Mangueira) –17.9pts (14j)

CESTINHA

1º- Palmira (Catanduva) – 19.3 pontos (290 no total); 2º- Tayara (Sport) –18.6pts (242); 3º- Kattya Pereira (Santo André) – 17.4pts (243); 4º- Kátia Cavallaro (Santo André) –16.3pts (228); 5º- Clarissa (Mangueira) – 15.6pts (219)

REBOTE

1º- Clarissa (Mangueira) – 12.2 (171 no total); 2º- Karina Jacob (Americana) – 10.7 (161); 3º- Simone (Santo André) – 10.0 (140); 4º- Eliane (São Bernardo) – 9.7 (132); 5º- Silvia Gustavo (Catanduva) – 8.8 (132)

ASSISTÊNCIA

1º- Joice (Sport) – 4.8 (63 no total); 2º- Bárbara (Americana) – 4.5 (68); 3º- Priscila (São Bernardo) – 4.0 (24); 4º- Vanessa Gattei (Ourinhos) – 43.9 (55); 5º- Fabianna Manfredi (São Bernardo) – 3.5 (45)

RECUPERAÇÕES DE BOLAS

1º- Fabiana Guedes (Sport) – 3.3 (20 no total); 2º- Joice (Sport) – 3.2 (42); 3º- Fabiana Oliveira (Catanduva) – 3.2 (48); 4º- Karla (Americana) – 3.1 (44); 5º- Tayara (Sport) – 2.5 (32)

BLOQUEIO

1º- Isis (Catanduva) – 1.4 (19 no total); 2°- Êga (Ourinhos) – 1.4 (19); 3°- Josiane (Mangueira) – 1.2 (14); 4°- Juliane (São Caetano) – 1.1 (16); 5°- Simone (Santo André) – 1.1 (15)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Revoltado com a derrota para Santo André e sem Fabiana Guedes, Sport enfrenta a Mangueira no sábado


Sport precisa vencer todos os jogos na Ilha, além de ganhar pelo menos duas vezes longe de casa para chegar à semifinal

Com apenas duas vitórias em sete jogos, o Sport/Maurício de Nassau vai precisar de muita disposição para conseguir se classificar às semifinais do Campeonato Nacional de Basquete Feminino. Depois de uma temporada de nove dias em São Paulo - onde disputou 5 jogos e venceu somente 1, o Leão voltou ao Recife numa situação nada cômoda. Para não depender de nenhum resultado, precisará ter 100% de aproveitamento em casa, ou seja vencer as seis partidas que encara a partir de amanhã na Ilha do Retiro, e levar duas das três disputas que terá longe de casa. O primeiro confronto sera às 19h deste sábado contra a Mangueira (RJ), no ginásio Jorge Maia.

"O time carioca está em penúltimo, mas tem feito jogos muito equilibrados. Contra o Catanduva (campeão paulista), perdeu só por 6 pontos. É uma equipe nova com armadoras fortes no rebote. Temos que conter as laterais Bruna e Renata, especialistas em cestas de três pontos", adiantou o técnico Roberto Dornelas.

O grande dilema da comissão técnica é saber quem vai suprir a ausência da pivô Fabi, lesionada (ruptura parcial no tendão) durante a partida contra o Santo André, no último domingo. Até o momento, a armadora Joice e ala/pivô Flávia são as prováveis substitutas. Durante o treino de ontem, duas formações táticas foram testadas. A primeira com Joice dando mais velocidade. Na segunda, Flávia ajudaria na marcação.

Desde que voltou de São Paulo, o time não conseguiu esquecer a derrota por apenas cinco pontos para o time do ABC Paulista. Segundo o técnico do Sport, a vitória pernambucana foi "tirada" pelos árbitros da partida. "A Confederação escalou uma arbitragem tendenciosa. O que era falta de um lado não era para o nosso, violações na cara deles que não eram marcadas. Inventaram faltas das nossas jogadoras. Além de tudo, perdi Fabi. Ainda bem que filmamos toda a partida para termos a prova", revoltou-se Dornelas.

No início da semana, o técnico rubro-negro entrou com uma queixa contra a arbitragem do jogo, junto à assessoria da CBB. "Essa derrota mudou o nosso rumo no campeonato".

O jogo contra o Santo André está entalado. Infelizmente não temos tempo a perder. Precisamos correr para tirar o atraso
Tatiane Balbino, pivô rubro-negra


Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Três jogos pelo Nacional na terça-feira



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A terceira semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008) prossegue nesta terça-feira com duas partidas, ambas às 20h de Brasília: Santo André (SP) x Mangueira/Petrobras (RJ), no ginásio Pedro Dell’Antonia, em Santo André; e Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) x Sport Recife/Maurício de Nassau (PE), no ginásio Centro Cívico, em Americana. Na quarta-feira jogam Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) x Clube Doze/Floripa (SC), em Ourinhos (20h); e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) x São Bernardo/Metodista (SP), em Catanduva (20h).

A equipe de Americana segue na liderança isolada da competição com 100% de aproveitamento em cinco partidas (cinco vitórias), enquanto o Sport Recife é o sexto colocado com 33.2% em seis jogos (duas vitórias e quatro derrotas). É a primeira vez que os dois clubes se enfrentam na história da competição.

— Sabemos que vamos encontrar dificuldades. O Sport tem jogadoras que vêm se destacando e pontuando bastante. Estamos treinando, analisando o adversário, vendo qual é o ponto forte delas e quem cada uma de nós deve marcar. Temos a torcida a nosso favor, que tem comparecido e lotado o ginásio e motivado muito a equipe — analisou a ala Renata de Oliveira, de Americana.

— A equipe vem melhorando principalmente na defesa. A vitória sobre o São Caetano no sábado foi importante, mas lamentamos muito a derrota de domingo para o Santo André. No próximo jogo, o principal objetivo é tentar para o contra-ataque de Americana, que é muito forte — disse a pivô Fabiana Guedes, do Sport.

Terceiro colocado com 66.7% de aproveitamento em seis partidas (quatro vitórias e duas derrotas), o Santo André terá pela frente a Mangueira, que ocupa a sétima posição com 20% em cinco jogos. No domingo, a equipe paulista superou em casa o Sport por 68 a 63, enquanto o time carioca ganhou do São Caetano por 61 a 56, em São Paulo.

— Estamos buscando a vitória em todos os jogos. Alguns times, como o São Bernardo, nosso vizinho, já conhecemos muito bem. Já a Mangueira é novidade, então temos que entrar em quadra bem ligadas. Independentemente de o time ser forte ou não, é um grupo que não conhecemos. A técnica Laís Aranha quer que o time tenha atitude desde o início da partida para evitar surpresa — explica a pivô Simone Lima, do Santo André, que é a reboteira do Nacional com a média de 11.7 e 70 no total.

— Depois da primeira vitória, as expectativas são as melhores possíveis. Santo André é um time jovem e rápido como o nosso, mas leva vantagem no entrosamento. Nós melhoramos muito, principalmente na defesa, que tem dado boa cobertura, facilitando o contra-ataque. E é nisso que temos que continuar investindo para continuar a vencer — comentou a ala Bruna Duarte, da Mangueira.