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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais sobre a nova liga (LFB ou LBF?)

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Um leitor anônimo deixou na caixa de comentários um texto sobre a liga de basquete feminino, que descobri ser oriundo do blog da equipe de Catanduva e redigido pelo dirigente da equipe, João Leite.

Diz ele:

“Em reunião realizada na sede da Brunoro Sport Business, anexa ao CT Pão de Açúcar no Morumbi em São Paulo, no dia 18 de Maio, foi  fundada a Associação Liga de Basket Feminino, após uma exposição e ampla discussão sobre o assunto, do diretor de Marketing da CBB. Brunoro  demonstrou através de sua experiência os  pontos positivos para fundação da Liga de Basket Feminino, alias,  era um anseio dos dirigentes do Basket Brasileiro, a propósito da Liga Masculina do Novo Basket Brasil, que está em ascensão, e demonstra com resultados positivos na midia, (transmissão Globo aberta) a importância de fundarmos uma Liga independente, mas que terá ao nosso lado  a Confederação Brasileira de Basket- CBB e Federação Paulista, inclusive com o apoio direto da  Hortência, que também estava presente na reunião e demonstrou isso  juntamente com outros executivos na área de Marketing e Assessoria Jurídica. Brevemente após a instalação oficial da LBF, a imprensa fará matérias sobre o assunto, que terá como sede o CT do Pão de Açúcar(…). Os resultados já serão visíveis ainda este ano, pois o campeonato Brasileiro terá a LFB funcionando com a seguinte diretoria aprovada por aclamação em 18/05/2010:

Presidente: Marcio Cattaruzzi

Vice-Presidente: Mauro Chekin

1ª Conselheiro: João Narciso Leite/Catanduva Basket Clube

2º  Conselheira: Arilza Coraça/Santo André

Suplente: Clovis Hadad / Americana”

No Bala na Cesta, o Fábio voltou ao tema hoje comentando a tal dependência.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma liga para mulheres, mas não tão independente

Amanda Romanelli

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O basquete feminino está a poucos meses de se igualar ao dos homens. O Nacional Feminino, que hoje terá a segunda rodada de sua 12ª edição, será substituído por um torneio gerido pelos clubes, tal qual o Novo Basquete Brasil (NBB), em 2010. A questão é saber o tamanho da independência em relação à Confederação Brasileira de Basquete (CBB), que, no caso do torneio masculino, já em sua segunda edição, é total. (*)
 
“Não sei se conseguiremos fazer uma transição completa no ano que vem”, afirma José Carlos Brunoro, diretor de marketing da entidade. “Teremos de ajudar os clubes no primeiro ano, principalmente na captação de recursos, até que seja possível alçar voo solo.”
 
O desafio da vida livre esbarra em problemas dos próprios clubes, que são poucos e com infraestrutura frágil. Brunoro revela que, durante o Nacional, buscará um diagnóstico sobre a situação das oito equipes participantes – Americana, Catanduva, Ourinhos, Santo André, São Bernardo, São Caetano (todos de São Paulo), além de Botafogo (Rio) e Vasto Verde (Santa Catarina). O resultado, que virá no fim do ano, não deve ser animador. “Fiquei triste ao ver a situação do basquete feminino, que foi negligenciado nos últimos anos, apesar de a seleção ter conseguido os melhores resultados para o Brasil.”
 
Hoje, a equipe feminina ocupa o 4º lugar no ranking mundial da Federação Internacional de Basquete (Fiba), atrás apenas de Estados Unidos, Rússia e Austrália. Os homens estão na 14ª posição. “Em visita recente à Fiba, o presidente Carlos Nunes ouviu um conselho do secretário-geral (o suíço Patrick Baumann) para que o basquete feminino, importante internacionalmente, comece a ser olhado com carinho.”
 
Para viabilizar o campeonato deste ano, a CBB comprometeu-se a custear passagens, hospedagens e alimentação, assim como metade dos custos de quadra (arbitragem e estatísticas). O auxílio é possível porque, pela primeira vez, o Nacional tem patrocínio próprio, com a ELETROBRÁS e a farmacêutica EUROFARMA. Também de maneira inédita, o torneio terá um gerente, Márcio Cataruzzi, favorito para ocupar o principal cargo executivo na Liga.
 
Relegados a segundo plano enquanto a seleção conquistava títulos, os clubes que trabalham com mulheres foram reduzidos e estão, basicamente, no Estado de São Paulo. A descentralização é outro objetivo – claramente, a longo prazo – para que a Liga se fortaleça. “Precisamos ter outros polos. Abrimos caminho, nesta edição, para Rio e Santa Catarina, mas ainda é pouco.”
 
REPATRIAR
 
O fortalecimento do basquete feminino não passa, exclusivamente, pela melhoria dos clubes e por torneios mais bem organizados. A ex-jogadora Hortência, diretora do departamento destinado às mulheres na CBB, garante que o repatriamento de atletas é parte fundamental nesseprocesso. Para este ano, voltaram ao País apenas três jogadoras: Kelly (Ourinhos), Cíntia Tuiú (Americana) e Fernanda Beling (Catanduva).
 
A dificuldade de contar com jogadoras que buscam subsistência no exterior é grande, até para a seleção. Tanto é assim que Hortência também já busca uma maneira de viabilizar a permanência de estrelas como a pivô Érika e a ala Iziane no País, ao menos no primeiro semestre, para uma boa preparação para o Mundial da República Checa, a ser realizado em setembro. “Vamos tentar evitar que elas disputem a WNBA e fiquem conosco para uma boa preparação”, diz a dirigente.

 

Fonte: O Estado de São Paulo

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Hortência prega união pelo bem do basquete feminino

União. Esta foi a palavra mais usada por Hortência na apresentação do Campeonato Nacional Feminino, que começa neste sábado. A diretora da Confederação Brasileira (CBB) exigiu que todos estejam juntos para alavancar o esporte.

– Estamos começando praticamente do zero, vejo uma nova mentalidade de todos. É necessário que haja união de todos os envolvidos, de técnicos a jogadoras – disse Hortência.

Para a dirigente, o campeonato deste ano, que contará com a participação de oito equipes, de três estados, servirá como transição para a liga nacional, que deverá tomar forma em 2010.

–Infelizmente não foi possível criar a liga neste ano pois foi tudo em cima da hora. Mas no ano que vem, temos este desejo. Esperamos contar com pelo menos dez equipes – afirmou.

Nacional feminino de basquete terá primeiro patrocinador master

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) deve acertar nesta sexta-feira um patrocínio inédito para o Campeonato Nacional Feminino, que tem início no sábado, com a participação de oito equipes.

A Eurofarma, empresa do ramo farmacêutico, será a parceira comercial da CBB para administrar o campeonato, segundo informou ao LANCE! o diretor de marketing da entidade, José Carlos Brunoro.

- Estamos finalizando esse acordo - afirmou o dirigente.

Com a oficialização do acordo, essa será a primeira das 12 edições que o torneio terá um patrocinador master. Segundo Brunoro, a Eurofarma será responsável por arcar com gastos de passagens aéreas e hospedagens dos clubes.

- Este patrocínio dará uma maior sustentabilidade aos clubes, vai facilitar bastante para todos, pois teremos uma nova fonte de renda - explicou o diretor da CBB, que não quis falar sobre valores.

Procurada pelo L!, a direção da Eurofarma informou que só se manifestará sobre o assunto quando o contrato estiver assinado.

Além da parceria com a empresa farmacêutica, um acordo com a Eletrobrás também está sendo discutido. Com isso, a CBB poderia dedicar parte de sua receita para uma maior divulgação do campeonato.

Para Brunoro, estes patrocínios são o primeiro passo para a concretização da Liga Nacional, prevista para sair do papel no ano que vem. Isso ajudará inclusive na repatriação de brasileiras que estão no exterior e a vinda de estrangeiras.

Fonte: Lance!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Oito equipes paulistas participam da reunião do “Nacional”

Com a participação de oito equipes, foi realizada nesta quinta-feira (dia 17), em Barueri (SP), a reunião do 12º Campeonato Nacional Feminino (CNBF 2009). O início da competição está marcado para a segunda quinzena de outubro e será disputada em turno, returno e playoffs (melhor de cinco), com a presença de oito a dez times. Os clubes têm até a próxima quinta-feira (dia 24) para enviarem um ofício para a CBB confirmando a inscrição. Além das oito equipes presentes, outras três, representando as cidades do Recife (PE), Blumenau (SC) e Rio de Janeiro (RJ), também manifestaram interesse em participar do Nacional Feminino.
 
— O objetivo do encontro foi trocar idéias e falar das necessidades dos clubes. Pautados na transparência que marca a nova gestão da CBB, explicamos o que a entidade pode oferecer hoje aos clubes. A Confederação se responsabilizará pelas despesas de transporte das equipes, metade dos custos de quadra (arbitragem, representante, mesário e estatística), além das 12 bolas para treino. O canal SPORTV transmitirá, a principio, as partidas das semifinais e finais. Estamos lutando para ampliar esse número de jogos. Isso acontecerá este ano, com o Nacional organizado pela CBB. Em 2010, teremos a Liga Feminina de Clubes, que objetiva garantir aos clubes autonomia para a gestão do Campeonato — explicou o diretor de Marketing da CBB, José Carlos Brunoro, que representou o presidente da entidade, Carlos Nunes.
 
Brunoro explicou ainda que o Nacional Feminino 2009 terá uma equipe de profissionais especializados que cuidarão especificamente do evento, divididos nas áreas de administração/financeiro, arbitragem e promoção, além do superintendente da competição.
 
— Faremos um Campeonato muito bem organizado, segundo os preceitos de profissionalização pregados pelo presidente Carlos Nunes desde a sua campanha para a presidência da CBB. Quanto à publicidade estática, temos as placas dos nossos patrocinadores e as outras poderão, este ano, serem vendidas pelos clubes. Se a CBB conseguir vender essas outras placas, sem prejudicar as equipes, estas receberão 20% da receita — acrescentou Brunoro.
 
EQUIPES PRESENTES À REUNIÃO:
  • Americana (SP)
  • Catanduva (SP)
  • Guarulhos (SP)
  • Ourinhos (SP)
  • Santo André (SP)
  • Santos (SP)
  • São Bernardo (SP)
  • São Caetano (SP)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Colombo recebe o Projeto Centro de Excelência do Basquetebol

CE

O projeto idealizado pela Hortência Marcari foi lançado na última segunda-feira (08/06) na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba. Este projeto é realizado pela Federação Paranaense de Baskteball, com o patrocínio da Unimed Curitiba e visa buscar novos talentos esportivos e massificar o basquetebol na região.

Participaram do lançamento o vice-presidente da Unimed Curitiba, Dr. Antônio Carlos Kuster e o consultor de marketing da CBB José Carlos Brunoro além das demais autoridades ligadas ao município e do estado.

Para o presidente da FPRB, Amarildo Rosa, O Centro de Excelência de Basquetebol, vai oportunizar o aumento de crianças e jovens na prática do basquetebol em toda a região metropolitana de Curitiba. “A CBB vai apoiar projeto sociais assim, principalmente de ex-atletas como a Hortência,que serve de espelho para essa garotada. Além da massificação trazer naturalmente os talentos”, comentou José Carlos Brunoro, coordenador de marketing da Confederação Brasileira de Basketball.

Saí de um projeto assim aos 13 anos. Por isso estamos lutando para levar adiante a criação de novos núcleos. Mas nada pode ser feito sem o apoio dos municípios, FPRB e patrocinadores como a Unimed Curitiba, que está fornecendo todos os materiais esportivos. Com este projeto, com certeza vamos revelar novos talentos para a nossa seleção brasileira”, comentou Hortência Marcari, diretora do departamento feminino da CBB.

O Centro de Excelência do Basquetebol é um projeto de escolinhas da modalidade idealizado pela Hortência, gerenciado pela Federação Paranaense de Basketball (FPRB), patrocinado pela Unimed Curitiba, e realizado em parceria com as Prefeituras Municipais. As escolinhas já foram implantadas em Curitiba, que é a sede do projeto, Araucária, Campo Largo, Fazenda Rio Grande e Colombo. Em três meses estão participando 2.550 crianças em 22 núcleos já implantados. A meta é atingir até o final do ano aproximadamente 6.000 crianças e adolescentes em 40 núcleos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Brunoro, consultor de marketing da CBB, define prioridades da nova gestão

Excelentes condições de trabalho para atletas e comissões técnicas, aumentar a base de jogadores e jogadoras no Brasil, reunir o máximo possível de atletas durante o período olímpico para que a seleção ganhe corpo, melhorar a qualidade do intercâmbio, manter o bom relacionamento com a mídia, expandir o trabalho de marketing para as Federações, envolver a comunidade do basquete no trabalho e resgatar a condição de ídolos dos atletas atuais. Esses são algumas metas traçadas pelo consultor de marketing da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), José Carlos Brunoro para a entidade.
 
 
SELEÇÕES BRASILEIRAS
Nós temos duas responsabilidades imediatas, que são as duas Copas Américas. A feminina será realizada no Brasil, e a masculina seria no México, mas possivelmente deve mudar para Porto Rico ou Argentina. Ainda não foi decidido. A idéia é que todas as seleções brasileiras estejam sempre com a maior força possível. Para isso, os contatos com os atletas que estão no exterior já foram estabelecidos anteriormente a nossa gestão. Agora estamos estudando tudo que tem sido feito para oferecer as melhores condições de trabalho para os jogadores e comissões técnicas, tanto no feminino como no masculino. Com isso, vamos ter uma representatividade mais forte e maior empenho de todos.
 
 

TRABALHO PARA CICLO OLÍMPICO

O que a gente tem que fazer agora são dois tipos de trabalho, pois não podemos pensar apenas no ciclo olímpico de Londres (2012). Temos que nos preparar para o próximo também (2016). Um deles é aumentar a base de jogadores e jogadoras no Brasil. Passar por um treinamento forte, com duas fases, visando uma boa qualidade desde o começo para que possam dar resultado na seleção adulta. Tentar reunir o máximo possível de atletas durante o período olímpico para que a seleção ganhe corpo, qualidade de trabalho e se conheçam melhor. Isso, lógico, dentro das possibilidades de cada um, já que temos um pouco de dificuldade com os jogadores que atuam no exterior. Outra situação que eu vejo e que temos conversado com a diretoria técnica é o intercâmbio. Desde a base até o adulto, precisamos melhorar muito a qualidade do intercâmbio. Temos que jogar contra seleções fortes, adquirir experiência com diversas escolas para ter versatilidade nos jogos. Dar uma base de experiência internacional, que é importantíssimo para a qualificação do trabalho.
 
 

JOGADORES NO EXTERIOR

Precisamos manter a qualidade de trabalho que os atletas encontram na NBA e no exterior, lógico que de acordo com a nossa realidade econômica. Isso é fundamental, porque eles não estão preocupados com dinheiro, já que provavelmente todos estão financeiramente resolvidos. Nossa preocupação é com as condições de trabalho que vão ter aqui no Brasil. Queremos que os atletas cheguem e a programação esteja em dia, os locais de treinos sejam bons e que tudo o que foi combinado está sendo respeitado. Estamos fazendo um trabalho forte em cima disso para que as condições sejam cumpridas. Se dentro da realidade brasileira, do que podemos oferecer, não for atender aos atletas, depende de cada um querer ou não jogar pelo Brasil. É uma decisão que vamos respeitar.
 
 

MARKETING

Estamos fazendo um planejamento, um projeto de marketing mais completo, durante os próximos 30 dias com alguns pontos importantes. Primeiro será a parte de relacionamento. Já temos um trabalho bom de comunicação na CBB e vamos dar condições para que seja ampliado para que as pessoas da mídia tenham acesso rápido às informações da Confederação. O Carlos Nunes é um presidente disponível para dar informações nos momentos bons e ruins. A segunda parte é expandir o trabalho de marketing para o país inteiro. Todos os projetos de marketing, tudo aquilo que a gente desenvolve na CBB também vão servir para colaborar com o crescimento das Federações. Vamos dar estrutura para que as Federações possam ter seus projetos locais, o que trará recursos, patrocinadores. Uma outra situação é a comunidade do basquete. Ex-atletas, jogadores atuais, treinadores, dirigentes, todos aqueles envolvidos no basquete serão figuras permanentes no nosso trabalho.
 

ÍDOLOS

O basquete não está carente de ídolos. Nem no feminino nem no masculino. O que acontece é que os nossos ídolos estão jogando lá fora. São jogadores extraordinários, atuando nas melhores competições do mundo. Só que isso não tem sido aproveitado dentro do Brasil. Temos que apostar na relação com eles, fazer um trabalho integrado para que possamos aproveitar a imagem deles e recompor a situação.