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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mais Mundial Master em Natal

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Foi melhor do que as expectativas! O Brasil tinha como planejamento ficar na segunda colocação geral no 11º Campeonato Mundial de Basquete Master realizado em Natal de 24/06 a 3/07, porém, o país surpreendeu em várias categorias e foi o campeão geral no evento, que se encerrou neste domingo (3) na capital potiguar. O Brasil conseguiu sete títulos das categorias disputadas. A conquista geral foi bastante comemorada pelos brasileiros. O Brasil foi campeão nas categorias 30+ masculina, 40+ masculina, 50+ masculina, 30+ feminina, 35+ feminina, 55+ feminina e  60+ feminina. Resultados, estatísticas e informações sobre a competição, que pela primeira vez aconteceu no Brasil, podem ser encontrados no site: www.fimba.net .

O carismático técnico Paulista teve influência total nesse título. Ele ficou com a missão de treinar as equipes femininas do Brasil e convidou atletas de qualidade e ainda convenceu clubes a liberar atletas que estão em atividade, como Kátia e Fabiana Oliveira. "Foi muito importante a participação de atletas como Kátia, Fabiana Oliveira, Alessandra e também outras atletas que se dispuseram a disputar essa competição master, que foi tão importante para nós, por ser realizada no Brasil", comentou Paulista, que ainda deu a sua contribuição como jogador da categoria 70+, equipe que ficou com o vice-campeonato.
O último título conquistado pelo Brasil foi justamente o de uma equipe feminina. Na categoria 35+, o time comandado pela ex-atleta olímpica Alessandra venceu a Lituânia pelo placar de 76 a 54, em jogo realizado neste domingo (3) na AABB. "Essa competição teve um nível técnico mais alto do que eu esperava. Tínhamos muitos atletas que conhecem a realidade de grandes clubes e que também participaram da Seleção Brasileira em Olímpicos, como o próprio técnico Paulista, um dos grandes responsáveis pelos títulos brasileiros e que também já jogou em Olimpíadas", disse Alessandra, após a conquista do título.

Fonte: Tribuna do Norte

Trio de Catanduva participa de conquista do Mundial Master (O Regional)

cat2natal As atletas do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, que disputam o Campeonato Mundial Máster de Basquete em Natal (RN), conquistaram ontem o título da Categoria para atletas de 30 a 35 anos. O time brasileiro derrotou a Argentina por 104 a 52. Antes, o time havia batido a Letônia, além da equipe do Brasil da categoria até 40 anos na semifinal.

Catanduva foi representada pelas atletas Vanessa Gattei, Kátia Denise, Fabi Guedes e Fabão. As atletas devem se reapresentar ao técnico Édson Ferreto na próxima terça-feira para se prepararem para a disputa dos Jogos Regionais. “Foi uma grande conquista que as jogadoras de Catanduva tiveram. Representaram bem a cidade e agora vamos nos preparar para as competições do segundo semestre”, comentou o presidente do clube, Luís Roberto Daoglio.

Fonte: O Regional

domingo, 17 de abril de 2011

Nunca é tarde para realizar um sonho (O Popular)

Aos 61 anos, a atleta e professora Wagnér vai disputar mundial de basquete. Sem equipe feminina em Goiânia, ela treina com homens

Cristiano Leobas

imagemwagner "Quem tem um sonho não dança." O verso é antigo e a gíria está caindo no desuso, mas a frase do cantor e poeta Cazuza é ideal para refletir a conquista da professora e atleta Wagnér de Oliveira Costa. Aos 61 anos, ela foi convocada pela primeira vez para a seleção brasileira de basquete e vai disputar o Mundial Master da modalidade, de 24 de junho a 3 de julho, em Natal (RN).
O e-mail com a convocação para defender o País num torneio internacional representou para Wagnér a realização do sonho que começou na adolescência e não morreu com o tempo. Ao contrário, o amor pelo basquete foi materializado na dedicação à formação de jovens valores na escolinha da Agência Goiana de Esporte Lazer (Agel) do Parque Mutirama, no Centro.
Ao saber da notícia, Renata, a filha de Wagnér que mora nos Estados Unidos, resumiu bem o feito da mãe em um recado pelo Orkut, rede social da internet: "Antes tarde do que nunca. Não conseguiu chegar à seleção aos 30, mas conseguiu com 60."
Como em Goiás não há seleção feminina, Wagnér defende as cores do Rio de Janeiro há cinco anos e já venceu o Campeonato Brasileiro por duas vezes ao lado das cariocas. Ela também já jogou pelo Distrito Federal e pela Paraíba, Estados pelos quais atuou por quatro anos.
O primeiro contato de Wagnér com o basquete ocorreu apenas aos 20 anos, na Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás (Eseffego). Durante o ensino médio, apenas os meninos faziam basquete no seu colégio, em São Paulo. "Para as meninas, tinha só vôlei e queimada. Comecei o basquete aqui como Velho Ju (Serradourada), pai do Serrinha (ex-jogador do Joquei Clube)", relembra a atleta.
Hoje, a professora treina com os atletas veteranos do Clube de Engenharia na segundas, quartas e sextas, das 6 horas às 7h30. "Sou uma pessoa muito focada. Fico sempre me cobrando e gosto de testar os meus limites. Ver até onde eu aguento. Tenho mais de 60 anos, mas acho que tenho só 40", revela.
Ala-armadora, Wagnér está disposta a disputar qualquer posição na seleção. "Se necessário, jogo até de pivô. Meu objetivo é a defesa. O ataque é consequência. Quero representar bem o País no Mundial", disse.
Homens No masculino, outros dez representantes de Goiás vão disputar o Mundial. A categoria que vai levar mais goianos é a acima de 65 anos, com César Sebba, Marco Túlio Tahan e os irmãos Amadeu, Armin e Franklin Pfrimer.
Na acima de 60, os atletas serão Joia e Ricardo Barroco. Outros veteranos são Vladimir José Hadlich, o Tarzan (acima de 35 anos), Ricardo Pereira de Melo (acima de 45) e Habbib Issa (acima de 75).
Wagnér dá exemplo a garotada
Treinadora das escolinhas de basquete da Agência de Esporte e Lazer (Agel) nas quadras do Mutirama, Wagnér de Oliveira Costa espera que a sua convocação à seleção brasileira possa se transformar em mais um estímulo aos garotos com quem trabalha. "Digo para eles correrem atrás do sonho", sugere Wagnér.
Segundo ela, o Mutirama é o melhor lugar do mundo. "Tem as árvores, o ar puro. Sinto como se estivesse numa fazenda. Aqui estou em casa", diz.
Apesar das quadras velhas e tabelas gastas, Wagnér já conseguiu colocar jogadores em grandes clubes do País como Flamengo, Tijuca, Limeira, Jundiaí, Catanduva, Pindamonhangaba e Minas Tênis (Belo Horizonte). Uma das jogadoras foi Carla Cintra, que jogou no antigo BCN e se transferiu para o Kansas (EUA), onde hoje é assistente técnica.
Wagnér diz que a procura pela escolinha tem sido menor neste ano. "Vou passar novamente nas escolas para chamar o pessoal. As diretoras são minhas parceiras", conta. Ela revelou que tinha um certa frustração por trabalhar quase exclusivamente com meninos. No grupo atual, há só duas meninas que estão treinando com os garotos.

Fonte: O Popular

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Brasileiras em ação no Pan-Americano

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A foto acima é do Twitter da pivô Joyce (@Joycenara), campeã pan-americana (1991) e registra o encontro com suas companheiras Marta Sobral e Ana Nery.

As três estão disputando em Eugene (EUA) o Pan-Americano da FIMBA.

Além do trio, o time é composto por Ana Regina, Dalila, Ana dos Anjos, Silvana Teixeira, Luciana Peil, Maria Telma,  Rosana Natalia e Zamir.

O site da competição é http://www.maxibasketballeugene2010.com/

Atualização: Tweet às 22 horas - “É campeão! É campeão! Huhu! Sou campeã pan-americana de novooooo!”