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domingo, 13 de março de 2011

Movimentos na A-2

011b Se a série A-1 do Campeonato Paulista ficou restrita a cinco clubes, o mercado para jogadoras de basquete estará ainda mais estrangulado no Brasil e dominado por nomes bastante rodados, que conjugam simultaneamente a valorização em nível doméstico e um fracassado protagonismo nas duas últimas competições pela seleção brasileira (Jogos Olímpicos de Pequim e Mundial da República Tcheca).

Nesse cenário, mesmo clubes que formam – como Americana, preferem as contratações frenéticas e inconsequentes a apostas na transição de suas (ex-) juvenis.

A temporada que virá parece confirmar o exílio dessas meninas. Agora não mais no banco, mas na Série A-2 (a Segunda Divisão).

Com promessa de dez clubes, os movimentos iniciais são justamente de assédio sobre essas atletas.

De acordo com o site da Federação Paulista, São José já teria garantido a pivô Cristiane Simões (a Kika, ex-Jundiaí), a ala Patrícia Ribeiro (ex- São Caetano).

Pindamonhagaba acena com Mônica Nascimento (ex-São Caetano) e Carina Jackson (ex-Osasc0).

Em Presidente Venceslau, haverá abrigo para Amanda Lázaro (Ex-São Caetano), Andressa Arantes (ex-Americana) e Daiane Daleaste (ex-Piracicaba).

É cedo para prever tanto como será o campeonato (ainda sem tabela), quanto as consequências na transição dessas atletas para o adulto.

É certo, no entanto, que o fenômeno passará ignorado pelas despreocupadas federação local e CBB.

sábado, 3 de abril de 2010

Terceira vitória garante a liderança de Catanduva no Paulista Feminino

O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC lidera, de forma isolada e invicta, o Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010, somando seis pontos, decorrentes de três resultados positivos. Até aqui, o time catanduvense, comandado pelo experiente técnico Edson Ferreto, passou pelo Basquete Clube, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos e Divino/COC/Jundiaí.

O Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos ocupa a segunda colocação, com cinco pontos e as mesmas três partidas realizadas (02 vitórias e 01 derrota). Empatados no terceiro lugar, com quatro pontos, provenientes de duas vitórias, aparecem o Santo André/Semasa e Americana, que, assim como o líder, seguem com 100% de aproveitamento.

Na quinta posição, com três pontos, ainda sem vencer, estão o Basquete Clube (Araçatuba) e o Divino/COC/Jundiaí. E, no sétimo posto, com dois pontos (02 derrotas), está o São Caetano/UNIP.

DESTAQUES

Cestinhas (por média)

1o) Karla (Americana) – 21,0 pontos

2o) Patrícia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 19,33 pontos

3o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 18,0 pontos

Rebotes (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 12,0

2o) Fernanda C. (Basquete Clube) – 11,0

3o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 10,13

Assistências (por média)

1o) Bethânia (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 7,0

2o) Babi (Americana) – 6,0

3o) Êga (Santo André/Semasa) – 6,0

Bolas recuperadas (por média)

1o) Paty (São Caetano/UNIP) – 6,0

2o) Ariadna (Santo André/Semasa) – 4,0

3o) Fabiana (Santo André/Semasa) – 3,0

Bloqueio (por média)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 2,5

2o) Ísis (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 2,0

3o) Tatiana (Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos) – 1,33

Arremessos de três pontos (aproveitamento)

1o) Babi (Americana) – 100%

2o) Lilian (Santo André/Semasa) – 50%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 50%

Arremessos de dois pontos (aproveitamento)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 81,82%

2o) Mamá (Americana) – 78,57%

3o) Carina (Americana) – 66,67%

Lance Livre (aproveitamento)

1o) Tayara (Santo André/Semasa) – 100%

2o) Taiane (Divino/COC/Jundiaí) – 100%

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 100%

Eficiência (por média)

1o) Êga (Santo André/Semasa) – 25,0

2o) Sil (Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC) – 21,67

3o) Patrícia (Colchões Castos/FIO/Unimed/Ourinhos) – 21,0

PRÓXIMOS JOGOS

07 de abril (quarta-feira)

20h00 – Divino/COC/Jundiaí x Americana, em Jundiaí (SP)

20h00 – Santo André/Semasa x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, em Santo André (SP)

08 de abril (quinta-feira)

20h00 – Basquete Clube x São Caetano/UNIP, em Araçatuba (SP)

sábado, 20 de março de 2010

Americana e Ourinhos vencem com facilidade na estreia no Paulista

O Americana abriu a sua participação no Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010 com uma vitória sobre o São Caetano/UNIP, na noite deste sábado (20 de março), no ginásio Municipal Armando Lima e Silva Corujeira, na cidade de São Caetano do Sul (SP), por 74 a 46 (48 a 24 no primeiro tempo). Os destaques da partida foram Patrícia Ribeiro (16 pontos) e Jacqueline (12 pontos, 04 rebotes e 01 assistência), pelo time do Grande ABC; Karla (26 pontos, 05 rebotes e 02 assistências) e Mamá (13 pontos e 07 rebotes).

O Americana volta a quadra na quinta-feira (25 de março), às 20h00, em Americana (SP), contra o Basquete Clube. Já o São Caetano/UNIP buscará a recuperação encarando o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, no dia 1o de abril (quinta-feira), em São Caetano do Sul (SP).

No outro duelo da noite, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos passou pelo Divino/COC/Jundiaí, 90 a 51 (42 a 24 no primeiro tempo), em duelo realizado no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). As atletas mais efetivas foram Chuca (15 pontos e 09 assistências) e Fernanda Beling (13 pontos, 04 rebotes e 02 assistências), pelo time da casa; e Kika (11 pontos e 04 rebotes), em favor do visitante.

O próximo desafio do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos será na quinta-feira (25 de março), às 20h00, em Ourinhos (SP), no clássico contra o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva. O Divino/COC/Jundiaí jogará pela reabilitação contra o Santo André/Semana, na sexta-feira (26 de março), às 20h00, na cidade de Jundiaí (SP).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

São Caetano aposta na juventude no Nacional

20091112_782143_1211_SCaet_GN_Gde. A equipe do São Caetano aposta mais uma vez na juventude para fazer bonito no 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), que começa neste sábado (dia 14). O time dirigido pelo técnico Norberto “Borracha” voltou à competição em 2008, com um grupo muito jovem (média de 19 anos). Para esta temporada, São Caetano manteve a base de jogadoras, que estão mais maduras, e trouxe a experiente pivô Eliane Ferreira, de 31 anos, que passou pelos principais clubes brasileiros. A ala Jaqueline Silvestre e a armadora Roberta Fogaça são outros reforços da equipe do ABC. Segundo Borracha, o objetivo é chegar às semifinais do Nacional.
 
— A meta é ficar entre os quatro primeiros e classificar para as semifinais. A base da temporada passada mais os reforços que chegaram formam um elenco muito promissor. Algumas atletas que serviram à seleção brasileira adulta e de base, como Nádia, Patrícia e Júlia, ganharam ainda mais experiência, o que ajudará o grupo nesta temporada — analisa Borracha, que tem dois títulos do CNBF como assistente (Fluminense/1998 e Paraná Basquete/2000).
 
Para o técnico, o São Caetano tem condições de fazer um belo campeonato, dando trabalho para todos os adversários.
 
— Para ganhar da gente, tem que jogar muito bem. O time amadureceu e as atletas estão evoluindo, tanto aqui no clube como nas seleções de base e principal, como é o caso da Nádia, que treinou com a seleção adulta na preparação para a Copa América de Cuiabá. Daremos oportunidades para o grupo ganhar ainda mais experiência e jogo de cintura para enfrentar os momentos mais complicados da partida — concluiu Borracha.
 
A ala Patricia Ribeiro, 19 anos e 1,74m, é uma das atletas que compõe a base do time de São Caetano. Patrícia estreou no Nacional no ano passado. Na seleção brasileira de base, a atleta já tem dois Campeonatos Mundiais no currículo, na categoria sub-19 (Eslováquia/2007 e Tailândia/2009). Patrícia tem ainda o título do Sul-Americano Sub-15 (Equador/2006), ficou em terceiro lugar no Sul-Americano Sub-17 (Equador/2007) e conquistou a medalha de bronze na Copa América Sub-18 (Argentina/2008). A jogadora afirma que São Caetano vai brigar por uma vaga nos playoffs do Nacional Feminino.
 
— A expectativa para começar o campeonato é muito grande. Espero ajudar a minha equipe a trazer o título. Acredito que São Caetano vai jogar de igual para igual contra todos os adversários, e que conquistaremos bons resultados. A arma da equipe é a união. Estamos trabalhando duro para alcançar nosso primeiro objetivo que é estar nos playoffs — disse a ala de São Caetano, Patricia Ribeiro.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Meninas jogam para Bassul ver

FÁBIO ESTEVAM

Marcelo Langue - Jornal de Jundiaí As jogadoras da seleção brasileira juvenil - que treinam em Jundiaí há duas semanas visando o Campeonato Mundial da Tailândia, a partir de 23 de julho - não titubearam diante do técnico da seleção principal, Paulo Bassul, que assistiu ao jogo de ontem na arquibancada do Centro Esportivo Romão de Souza. O time venceu a equipe norte-americana do Atletas em Ação, por 62 a 41.

Bassul gostou do que viu na noite de ontem. Disse que existem jogadoras talentosas na atual seleção juvenil e acredita em uma equipe forte para o futuro, diante da proposta da filosofia de trabalho imposta pela rainha Hortência Marcari. "Tem jogadoras aqui com capacidade já para estar numa seleção adulta de novas. Outras ainda não estão preparadas, mas têm capacidade para chegar lá", afirma Bassul.

Bassul tem ficado com a seleção diariamente, aliás, hospedado junto com toda a delegação, em Jundiaí. "Essa é a nossa nova filosofia de trabalho e está sendo muito proveitosa. Acompanho todos os treinos, jogos e dia a dia das jogadoras", afirma.

No dia da apresentação das jogadoras na cidade, Bassul já havia explicado que a intenção é que ele acompanhe jogos das seleções de base, pensando em moldar um time considerado ideal para o futuro da seleção adulta. Bassul diz não acreditar que as meninas se sintam incomodadas com sua presença no ginásio, pelo fato de ser técnico da seleção principal.  "Vamos introduzindo isso aos poucos. Já fico com elas o dia todo e isso vai ajudando. Está sendo positivo", afirma.

Para ele, a equipe está sendo bem comandada e fará um bom papel no Mundial. "A comissão técnica vem fazendo um excelente trabalho com o time, que ao meu ver fará um bom papel no Mundial. Elas terão uma seqüencia de amistosos que vai ajudar na preparação."

Para o técnico Luiz Cláudio Tarallo, a situação também é normal. "Acho tranquilo. Serve mais como forma de motivação para elas a presença dele aqui", acredita. A jogadora Damires Dantas, que pertence à equipe do Janeth Arcain, diz não se incomodar. "Ele é experiente e passa isso para a gente, nos deixando tranquilas. Eu, por exemplo, sou a mais nova desse time - 16 anos - e estou tranquila."

Jogo - A equipe brasileira encontrou um adversário forte, afinal de contas, era o basquete norte-americano em quadra. Até por isso, o time encontrou dificuldades, principalmente nos primeiro tempo. Mesmo assim, virou vencendo por 26 a 18. Do terceiro quarto em diante, a equipe passou a jogar melhor e abriu a vantagem da vitória.

Hoje, a equipe volta a jogar em amistoso, às 16 horas, no Romão de Souza, conta a equipe adulta de Santos. Na terça-feira, volta a enfrentar a equipe americana, que está no Brasil, além dos jogos, para evangelizar. Elas são as chamadas ´atletas de Cristo´.

Todos os passos são 'rastreados'

A seleção brasileira conta com um sistema informatizado no banco de reservas, que permite uma planilha perfeita, com dados do jogo e, consequentemente, uma arma a mais para o técnico Luiz Claudio Tarallo trabalhar.

O responsável por não deixar nada do jogo escapar, é Vita Haddad - que não tem nenhum parentesco com o prefeito da cidade. "É muito diferente e bem melhor do que o papel. Aqui você vai jogando os números do jogo e automaticamente o programa cuida de fazer as contas", diz ele, se referindo ao programa criado pela própria CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Foi possível saber, facilmente, por exemplo, que a cestinha do jogo foi Patrícia, com 18 pontos anotados.

Baixa - A jundiaiense Isadora foi cortada da seleção. A jogadora disputou jogada com Tainá e torceu o pé direito. Ela deve ficar três semanas em recuperação. Outras duas serão cortadas até a ida para a Tailândia.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Seleção Sub-19: Conhecendo o Mundo com o Basquete

20090617_121529_1706_viagem_gde Quando uma menina começa a quicar a bola de basquete no quintal de casa ou no ginásio da escola, não imagina para onde aqueles movimentos irão levá-las. Ao chegar na seleção brasileira, além de realizar o sonho de defender o país, a atleta ganha ainda a oportunidade de conhecer vários lugares no mundo inteiro. É o caso de Patrícia Ribeiro e Fabiana de Souza, da seleção brasileira sub-19 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, que está na reta final de treinamento para o Campeonato Mundial da categoria. A competição será disputada de 23 de julho a 2 de agosto, em Bangkok, capital da Tailândia. Paty e Fabi, como são chamadas, falam com alegria e orgulho sobre os lugares onde puderam, juntas, representar o Brasil: Equador, Estados Unidos, Argentina, Espanha e Eslováquia. É o basquete enchendo os passaportes de vistos e as malas de boas lembranças e conquistas.
 
Segundo a pivô Fabiana, a Eslováquia foi o país mais exótico que conheceu. Lá ela disputou o Mundial Sub-19 em 2007. Episódios engraçados e língua estranha fizeram parte do diário de bordo da pivô, de 18 anos, que marcou 201 pontos em 30 jogos oficiais pelas seleções de base.
 
— A nossa mala foi extraviada na Áustria. Ficamos um dia com apenas as roupas do corpo e quando chegamos no hotel as colocamos para secar na varanda. Bateu um vendaval, saiu tudo voando e um bando de meninas grandonas correndo atrás das roupas. Uma subiu na árvore para resgatar uma blusa. Tem gente procurando as meias até agora. Foi muito engraçado. A língua eslovaca é muito estranha, com um monte de consoantes juntas. No hotel, eles tentaram fazer uma comida internacional, mas não conseguiram, coitados. Comemos um macarrão branquelo e arroz frio — diverte-se Faby, que joga em Americana.
 
Já a ala Patrícia, de 18 anos, agradece ao esporte que a levou a realizar o grande sonho de conhecer os Estados Unidos.
 
— Sempre tive vontade de ir aos Estados Unidos e só com o basquete consegui alcançar meu objetivo. Ficamos em Colorado Springs, em 2007, e foi uma experiência sensacional. Conhecemos um centro de treinamento maravilhoso, participamos de clínicas bem legais e fizemos jogos bastante fortes. Foi um intercâmbio muito útil para a nossa equipe — explica Paty, que atua no São Caetano, time que defendeu no Campeonato Nacional 2008.
 
Fabiana faz coro com a companheira de seleção e diz que se não fosse atleta, não viajaria tanto. O basquete é responsável por maravilhosas lembranças e fotos lindíssimas que guarda com carinho.
 
— O mais divertido para fazer no pouco tempo de folga que temos é tirar fotos. Quando não é muito caro, compramos lembrancinhas para a família e os amigos, mas o legal mesmo é registrar os momentos e lugares incríveis que o basquete nos dá a chance de conhecer — diz a pivô, que estreou na seleção cadete, em 2006, quando foi campeã sul-americana no Equador.
 
Patrícia destaca que cada país tem seu jeito, e conhecer vários lugares do mundo enriqueceu muito a vida da atleta, que já defendeu o Brasil em 24 partidas oficiais, anotando 309 pontos.
 
— Cada lugar tem sua característica e é super interessante conhecer diferentes culturas, comidas, idiomas e costumes, além de treinar o nosso “portunhol” na Espanha e na América do Sul. Vou trabalhar ainda mais para me manter no grupo e conhecer outros lugares bacanas — promete a ala, que começou a carreira no Círculo Militar (SP).
 
Depois de tantas aventuras nas Américas e Europa, Fabiana e Patrícia lutam para ficar entre as doze que vão aos Jogos da Lusofonia e ao Mundial, carimbando mais dois vistos em seus passaportes: Portugal e Tailândia. É esperar e conferir.
 
— Espero estar no meu segundo mundial. Não conheço nada sobre a Tailândia. Só sei que quero ganhar delas, já que é o nosso adversário de estreia. É para isso que estamos treinando em ritmo forte. Para fazer bonito e vencer — garante Fabiana.
 
— Estou doida para ganhar o visto rumo à Tailândia. Dizem que é um país lindo e muito diferente. Quem for, vai curtir pouco o lugar, já que é um Mundial e o foco é a competição. Mas uma fotinho aqui, outra ali, dá para fazer — promete Patrícia.
 
A seleção brasileira treina em Jundiaí até o dia 8 de julho, quando embarca para Lisboa, em Portugal, para os Jogos da Lusofonia. Na competição, o Brasil vai enfrentar Cabo Verde (dia 12 de julho), Moçambique (15), Angola (18) e Portugal (19). Depois, a equipe segue para Tailândia, onde estreia contra as donas da casa no dia 23 de julho pelo grupo “B”. Ainda pela fase de classificação jogam contra a República Tcheca (24) e a Lituânia (25).
 
SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-19
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
 
Taina Mayara da Paixão – Armadora – 18 anos – 1,70m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP
Débora da Costa – Armadora – 18 anos – 1,65m – Unimed/Americana (SP) – SP
Leila Zabani – Ala – 18 anos – 1,80m – Unimed/Americana (SP) – SP
Tatiane Nascimento – Ala – 18 anos – 1,78m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP
Joseane Maria Bazilio – Ala – 18 anos – 1,77m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – RJ
Patricia Ribeiro – Ala – 18 anos – 1,75m – São Caetano (SP) – SP
Amanda Karine Lazaro – Ala – 18 anos – 1,70m – São Caetano (SP) – SP
Cristiane de Lima – Pivô – 18 anos – 1,95m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – MG
Nayara Cristina Araújo – Pivô – 18 anos – 1,93m – GRESEP/Mangueira (RJ) – MG
Fabiana de Souza – Pivô – 18 anos – 1,92m – Unimed/Americana (SP) – SP
Monica Fernanda Nascimento – Pivô – 18 anos – 1,89m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Damiris do Amaral – Pivô – 16 anos – 1,88m – CFE Janeth (SP) – SP
Leidilânia Ferreira – Pivô – 18 anos – 1,87m – Finasa/Osasco (SP) – GO

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Americana, Santo André e Guarulhos saem vencedores em jogos equilibrados

O Vivosabor/Folhamatic/Unimed/Americana manteve a invencibilidade no Campeonato Paulista Feminino – 2009 ao derrotar o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, na noite desta quinta-feira (23 de abril), atuando no ginásio Centro Cívico, na cidade de Americana (SP), por 64 a 63 (34 a 28 no primeiro tempo), pelo turno da fase inicial. Com a vitória o tiem comandado pela técnica Branca chegou aos seis pontos, decorrentes de três resultados positivos, aparecendo na segunda colocação na classificação geral.

Os principais nomes da partida foram Flávia, 19 pontos, para o time da casa; e Palmira, 16 pontos, em favor do visitante.

O próximo desafio do Vivosabor/Folhamatic/Unimed/Americana será na terça-feira (28 de abril), às 20h00, em Ourinhos (SP), contra o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos. Já o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC buscará a recuperação encarando o XV/Cosan/Unimep/Selam no dia 30 de abril (quinta-feira), às 20h00, em Catanduva (SP).

Já no Clássico do Grande ABC, a AD Santo André se recuperou e bateu o São Caetano/UNIP, atuando no ginásio Municipal Pedro Dell'Antonia, em Santo André (SP), por 70 a 64 (42 a 30 no primeiro tempo). As atletas mais efetivas foram Ariadna, 18 pontos, e Lilian, 17 pontos, pelo time da casa; e Patrícia, 16 pontos, em favor do visitante.

Com a vitória, as comandadas de Laís Elena assumiram a liderança da competição, somando sete pontos, em quatro jogos realizados (03 vitórias e 01 derrota).

O próximo desafio da AD Santo André será no dia 07 de maio (quinta-feira), às 20h00, em Catanduva (SP), contra o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC. Já o São Caetano/UNIP buscará a recuperação jogando contra o Guaru ESD/Guarulhos Esporte, no dia 30 de abril (quinta-feira), ás 20h00, em São Caetano do Sul (SP).

Por fim, o Guaru ESD/Guarulhos Esportes alcançou a primeira vitória na competição ao suplantar o XV/Cosan/Unimep/Selam, por 61 a 60 (35 a 25 no primeiro tempo), em duelo emocionante, realizado no ginásio Municipal Paschoal Thomeu, na cidade de Guarulhos (SP).

As atletas mais efetivas foram Priscila, 18 pontos, pelo time da casa; e Kelly Cota, 17 pontos, em favor do visitante.

Com a vitória, o time da Grande São Paulo, comandado pelo técnico Alexandre Cato, chegou aos cinco pontos, em quatro jogos realizados (01 vitória e 03 derrotas), aparecendo no quinto lugar.

O próximo desafio do Guaru ESD/Guarulhos Esportes será no dia 30 de abril (quinta-feira), ás 20h00, em São Caetano do Sul (SP), contra o São Caetano/UNIP. Já o XV/Cosan/Unimep/Selam tentará a recuperação contra o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, na mesma data e horário, em Catanduva (SP).

terça-feira, 7 de abril de 2009

Federação Paulista divulga a lista das melhores na temporada 2008

O departamento técnico da Federação Paulista de Basketball (FPB) divulgou, nesta terça-feira (07 de abril) a relação dos atletas, treinadores, árbitros e mesário que se destacaram na temporada de 2008. Os escolhidos receberão o "Troféu Carmo de Souza", que homenageia o ex-jogador Rosa Branca, que muito fez pelo basquete paulista e brasileiro.

Categoria Mini

Atleta Capital: Kimberly Salvador da Silva (AD Centro Olímpico)

Atleta Interior: Julia Araújo Lima (Divino/COC/Jundiaí)

Técnico: José Mario Valério (Finasa/Osasco)

Categoria Mirim

Atleta: Érika Regina Leite (Unimed/Americana)

Técnico: Cristiano Cedra (Finasa/Osasco)

Categoria Infanto Juvenil

Atleta: Tássia Pereira de Souza Carcavalli (Unimed/Americana)

Técnico: Mila Souto Mayor Rondon (Unimed/Americana)

Categoria Juvenil

Atleta: Patrícia Teixeira Ribeiro (Santa Maria/São Caetano)

Técnico: Urubatan Lopes Paccini (Objetivo/Unimed/Ourinhos)

Categoria Divisão Especial A-1

Atleta: Natália Aparecida Mares Burian (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Técnico: Edson Ferreto (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Atleta Revelação

Palmira Cristina Marçal (Açúcar Cometa/Catanduva)

Seleção de Ouro

Armadora: Natália Aparecida Mares Burian (Açúcar Cometa//Unimed/Catanduva)

Ala: Karla Cristina Martins da Costa (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)

Ala: Patrícia de Oliveira Ferreira – Chuca (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)

Pivô: Micaela Martins Jacintho (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)

Pivô: Flávia Luiza de Souza dos Santos (São Bernardo/Metodista/Associação)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Patrícia, Fabiana e Bruna: em busca do segundo Mundial


A principal competição das categorias de base é o Campeonato Mundial. O trabalho para ficar entre as 16 melhores seleções do mundo começa com a briga no continente sul-americano por três vagas na Copa América. E depois vai ficando cada vez mais difícil. Os adversários da segunda etapa são os times caribenhos e as equipes americana e canadense. Os quatro primeiros da competição das Américas se classificam para o Mundial, onde enfrentarão os melhores da Europa, África, Ásia e Oceania.

Poucos atletas têm a oportunidade de vivenciar a experiência de disputar uma competição internacional de alto nível, ainda mais numa categoria dois anos acima. Em 2007, três atletas, uma com 17 anos e duas com 16, participaram do Campeonato Mundial Sub-19 da Eslováquia. Bruna Boccasius Siqueira, Fabiana Caetano de Souza e Patrícia Teixeira Ribeiro ganharam a confiança do técnico Luiz Claudio Tarallo e viajaram para defender o Brasil. Hoje, as três treinam forte para ficar entre as doze que vão para a o Mundial da Tailândia no mês de junho.

— Investimos nessas três atletas desde a categoria Sub-15. Elas foram para o Mundial Sub-19 em 2007 para ganhar experiência, já visando a competição deste ano. A Bruna é uma atleta bastante técnica. A Fabiana é muito fundamentada. E a Patrícia é corajosa e pontuadora. São três meninas que têm muito valor para o basquete brasileiro e esperamos que elas coloquem em prática o aprendizado que adquiriram nesses anos de seleção e, principalmente, no Mundial da Eslováquia — comentou o técnico.

Bruna era a mais velha das três. Com 17 anos completos, a pivô teve uma passagem discreta na competição. A atleta atuou em quatro jogos e marcou sete pontos nos 21 minutos que ficou em quadra.

— Mesmo não participando muito, foi uma experiência única para mim. Só em estar no banco, vivenciando o clima de um Mundial, foi um aprendizado enorme. Pude ver como é difícil disputar uma competição desse nível e acho que isso vai me ajudar este ano na Tailândia. Vou fazer de tudo para ficar no grupo e ter a chance de ficar por mais tempo em quadra para ajudar o Brasil a conseguir resultados positivos no campeonato.

Os 188 minutos de experiência que Fabiana ganhou no Mundial foram de extrema importância para a atleta. Na época, a pivô tinha apenas 16 anos e mesmo assim participou de oito jogos, assinalando 50 pontos e 52 rebotes.

— Ir para a Eslováquia foi muito importante para o meu amadurecimento como jogadora e como pessoa. O Mundial era para meninas nascidas em 1988 e, como sou de 1991, não esperava por essa chance de conhecer novos estilos de jogo tão cedo assim. Foi uma oportunidade de ouro para mim. É sempre um orgulho muito grande vestir a camisa do Brasil e espero fazer isso por muitas e muitas vezes. Estou me dedicando ao máximo e vou continuar assim para garantir minha passagem para a Tailândia.

Faltava apenas um mês para Patrícia completar 17 anos, quando a ala vestiu a camisa brasileira por 163 minutos, anotando 71 pontos em oito partidas. A jogadora ainda contribuiu com 15 recuperações, 13 rebotes e oito assistências.

— Foi uma experiência nova, bem diferente do que eu estava acostumada. O Campeonato Mundial é uma competição difícil, com adversários fortes. É uma competição longa, sem muito tempo de descanso. Acabou uma partida já temos que pensar na próxima. Não dá para lamentar as derrotas ou comemorar as vitórias. Foi muito bom ter contato com as outras seleções, principalmente com as européias.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Mangueira, Ourinhos e Santo André vencem na rodada dominical

Na abertura da terceira semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008), a Mangueira/Petrobras (RJ) venceu o São Caetano (SP) por 61 a 56 (36 a 25 no primeiro tempo), em São Caetano, com um Duplo-Duplo da cestinha Clarissa Santos: 15 pontos e 13 rebotes. A principal pontuadora da equipe paulista foi a ala Patrícia Ribeiro, com 14 pontos. Jogando em casa, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) derrotou o São Bernardo/Metodista/Associação (SP) por 60 a 52 (29 a 31). As cestinhas da partida foram a pivô Êga, de Ourinhos, e a pivô Eliane, de São Bernardo, com 20 e 18 pontos, respectivamente.

— Foi uma partida equilibrada, mas merecemos ganhar. Jogamos com raça desde o inicio e graças a Deus conseguimos nossa primeira vitória na competição. O ponto forte da equipe foi a defesa. Marcamos bem o jogo inteiro e, com isso, o ataque fluiu com mais tranqüilidade — disse a pivô Clarissa, da Mangueira.

— Começamos defendendo muito mal e isso deixou sem confiança no ataque. Só que o time se uniu e conseguiu superar juntas as dificuldades. Melhoramos a marcação e, nos momentos mais decisivos, soubemos escolher as melhores bolas no ataque, vencendo a partida. Foi uma prova de que estamos amadurecendo e vamos crescer ainda mais nos próximos jogos — comentou a pivô Êga, de Ourinhos, que anotou 20 pontos e 12 rebotes.


O Santo André (SP) venceu o Sport Recife/Maurício de Nassau (PE), por 68 a 63 (31 a 32 no primeiro tempo), em Santo André. A cestinha e destaque da partida foi a ala Tayara Pesenti, do Sport, com 21 pontos, seis assistências, cinco recuperações e três rebotes. A principal pontuadora da equipe paulista foi a ala Kattya Pereira, com 16 pontos.

— Sabíamos que seria um jogo difícil, pois o Sport é uma equipe muito bem treinada, especialmente na defesa. No início, elas marcaram muito forte e tivemos dificuldade de trabalhar o nosso ataque. Depois melhoramos e tivemos mais sorte nas finalizações. O importante foi conquistar mais uma vitória. Para as próximas partidas, temos que consertar algumas falhas, principalmente na parte ofensiva — comentou a técnica Laís Elena Aranha, do Santo André.

A equipe de Americana segue na liderança isolada da competição com 100% de aproveitamento em cinco partidas (cinco vitórias). Em segundo lugar está Ourinhos com 83.3% em seis jogos (cinco vitórias e uma derrota). Santo André ocupa a terceira colocação com 66.7% em seis partidas (quatro vitórias e duas derrotas). Catanduva vem em quarto lugar, com 60% em cinco jogos (três vitórias e duas derrotas), Na quinta posição está o São Bernardo, com 50% em seis partidas (três vitórias e três derrotas). O Sport Recife aparece em sexto com 33.2% em seis jogos (duas vitórias e quatro derrotas). Mangueira e Floripa dividem a sétima colocação com 20% em cinco partidas (uma vitória e quatro derrotas). O São Caetano está em nono com 16.7% em seis jogos (uma vitória e cinco derrotas).

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ressaca Olímpicas: AS ALAS

Confira agora o resultado para as laterais:



Priscila Borges (30%)- 21 anos, 1,77m. A ala participou da seleção sub-21, que disputou o Mundial-2007, com médias de 6,5 pontos por jogo. Depois de defender Catanduva, onde, mesmo jovem, não comprometia nas trocas de Ferreto, defendeu São Caetano, no último Paulista, com destaque (13 pontos por jogo).

Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de 8 pontos no Paulista.

Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fracano clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.

Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e 5 assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.

Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m.
A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 ppj) e, nesse ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 ppj). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 ppj no Paulista.

Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 ppj no Paulista.

Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá pra cá, foi a Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 ppj no Paulista.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Com 37 pontos de Patrícia, Brasil bate Venezuela


Pela terceira rodada da 6ª Copa América – Pré-Mundial Sub-18 Feminina de Basquete, que está sendo disputada em Buenos Aires, na Argentina, o Brasil venceu a Venezuela por 89 a 76 (46 a 30 no primeiro tempo), com 37 pontos da cestinha Patrícia Ribeiro. A principal pontuadora venezuelana foi Roselis Serrano, com 20 pontos. Com o resultado, o Brasil soma cinco pontos em três jogos (duas vitórias e uma derrota) e está próximo de garantir a vaga para o Mundial 2009.

A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, volta à quadra neste sábado (15h de Brasília) para enfrentar os Estados Unidos. No domingo, no mesmo horário, o Brasil encerra sua participação contra Porto Rico. De acordo com o regulamento, as seleções se enfrentam em turno único, sendo campeã a equipe que somar o maior número de pontos. As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

BRASIL (26 + 20 + 24 + 19 = 89)

Tássia (19pts), Patrícia (37 e 6 assistências), Tatiane (0), Bruna (3) e Cristiane (14 e 12 rebotes). Depois: Débora (8), Mônica (0), Fabiana (4) e Leidilania (4). Técnico: Luís Claudio Tarallo.


VENEZUELA (17 + 13 + 21 + 25 = 76)

Corrales (12pts), Serrano (20), Requena (0), C. Blanco (17) e Padilla (4). Depois: Pitter (0), Morillo (11), Verenzuela (0), G. Blanco (9), Coronado (0), Rodriguez (3) e Pacheco (0). Técnico: Eduardo Gil.

sábado, 19 de julho de 2008

Entrevista - Patrícia Ribeiro


A ala Patrícia Ribeiro, de apenas 17 anos é uma das atletas mais experientes da seleção feminina sub-18, que vai disputar a Copa América/Pré-Mundial da Argentina de 23 a 27 de julho. Patrícia e suas companheiras embarcam para Buenos Aires com a missão de conquistar uma das quatro vagas para o Campeonato Mundial da Tailândia no ano que vem. A jogadoras paulista estreou na seleção brasileira em 2006 e foi a cestinha do Brasil na conquista do campeonato Sul-Americano Cadete, no Equador. Um ano depois, foi medalha de bronze no Sul-Americano Sub-17, também no Equador, e disputou o Mundial Sub-19, na Eslováquia, onde o Brasil terminou em 10º lugar. Em competições oficiais, Patrícia acumula 236 pontos em 19 partidas, com média 12,4 pontos por jogo.

Qual a sua expectativa para a Copa América?

Muito boa. Fizemos uma ótima preparação na parte física e na tática. É uma competição difícil, com equipes muito fortes, mas treinamos bastante para fazer um bom campeonato e conquistar essa vaga para o Brasil no Mundial.

Quais os adversários mais difíceis do Brasil na competição?

Não tem seleção fácil e todas querem estar no mundial. Os Estados Unidos são favoritos ao título, claro. Canadá, Argentina e Venezuela são ótimas equipes, e vamos brigar com elas por um lugar no Mundial.

Você esteve no Mundial Sub-19, na Eslováquia. Como foi a experiência?

Maravilhosa. Era uma das mais novas do grupo e pude aprender bastante. Um mundial nos dá uma experiência incrível, além da oportunidade de conhecer a Eslováquia, que é um país muito diferente. Acho que fui bem (71 pts em oito jogos) e pude ajudar a equipe a fazer boas apresentações na competição.

Agora na Copa América, você acha que a sua experiência pode ser útil ao grupo?

Espero que eu possa ajudar as mais novas como me ajudaram em outras seleções. É importante o grupo trocar experiências, uma aprende com a outra e a equipe só ganha com isso.

Quais seus ídolos no basquete?

Janeth. Ela é maravilhosa. Tive a oportunidade de jogar no time dela (CFE Janeth Arcain) e foi muito bacana. Lá conquistei um campeonato paulista e um vice-campeonato brasileiro. Aprendi muito lá.

Como você começou a jogar no esporte?

Com nove anos, em Caieiras, minha cidade natal. Praticava basquete e vôlei, mas basquete sempre foi o meu esporte favorito. Comecei no Círculo Militar, depois joguei no CFE Janeth Arcain, Pinheiros, Unimed/Americana e hoje estou no São Caetano/Santa Maria.


Comentário: Na entrevista original, a CBB comete a gafe de confundir o clube atual da atleta.