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sábado, 15 de agosto de 2009

Brasil perde e está fora do Mundial



Na disputa pela medalha de bronze da 6ª Copa América / Pré-Mundial, o Brasil perdeu para Argentina por 64 a 47 (30 a 11 no primeiro tempo), no ginásio Juan de la Barrera, na capital mexicana. A cestinha da partida foi a argentina Melisa Gretter com 20 pontos. A principal pontuadora brasileira foi Isabela Macedo com 12 pontos. Na partida final, os Estados Unidos ganharam do Canadá por 103 a 52. Americanas, canadenses e argentinas são as três seleções classificadas para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.

— A partida começou estranha, com as duas equipes errando muito. Depois, a Argentina passou a aproveitar melhor as oportunidades de cesta, enquanto nós não conseguimos impor nosso jogo. Todos sabem que essa idade tem altos e baixos durante um torneio e caímos de produção justamente na hora que não podíamos. Sabemos que o basquete brasileiro precisa de resultados e viemos em busca disso. Estávamos confiantes. É ruim não conseguir a vaga para o Mundial, mas temos um grupo jovem, com muito talento, que pode se recuperar e conquistar as primeiras colocações, que é onde o basquete feminino sempre esteve — comentou o técnico César Guidetti.

BRASIL (04 + 07 + 19 + 17 = 47)

Drielle (3pts), Stephanie (0), Júlia (8 e 6 rebotes), Thamara (6 e 8 rebotes) e Raquel (2). Depois: Erika (6 e 5 recuperações), Martha (6), Isabela (12), Natália (0), Juliana (0), Alana (2) e Vanessa (2 e 6 rebotes). Técnico: César Guidetti.

ARGENTINA (14 + 16 + 13 + 21 = 64)

Acosta (2pts), Gretter (20), Cabrera (10), Favre (6) e Sancisi (2). Depois: Vazquez (5), Zetzsche (0), Martinez (13), Diaz (0), Jourdhevil (2), Pilotti (2) e Chaine (2). Técnico: Eduardo Pinto.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Brasil perde a semifinal para os Estados Unidos na Copa América Sub-16

Depois de manter o equilíbrio no quarto inicial (21-20), a seleção sub-16 acabou dominada pela seleção americana na semifinal da Copa América e perdeu por 105-54.

Entre as americanas, destaque para Kaleena Jordan Lewis (24 pontos) e Ariel Chanel Massengale (23).

A cestinha brasileira foi a armadora Stephanie Oliveira, do CFE Janeth, com 15 pontos, em 15’.

Olhando a coisa pelo lado Pollyanna, a diferença de 51 pontos foi a menor que as americanas conseguiram aplicar até agora na competição. Antes República Dominicana (111), Porto Rico (77) e Argentina (60) haviam sido as vítimas do atropelamento.

Que isso sirva de estímulo para as meninas na decisão do bronze (e da última vaga para o Mundial) amanhã.


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— Fizemos um bom primeiro tempo. Entramos com uma proposta de jogo com uma defesa fechada, pressionando a jogadora com a bola, uma vez que as americanas têm no rebote um de seus pontos fortes. Nos dois períodos finais, rodei mais o time para dar ritmo para quem estava jogando menos e descansar as jogadoras para o jogo decisivo de sexta-feira. Tivemos inteligência nas finalizações e, apesar da derrota, saímos com moral, pois tivemos vários momentos bons na partida, com ótimas situações de cesta. Canadá e Argentina têm estilos diferentes. As argentinas jogam com mais contato e, como as atletas são baixas, atacam mais aberto. As canadenses contam com pivôs muito altas, têm um bom aproveitamento nos arremessos de dois e três pontos e jogam mais leve na defesa. Nós estamos confiantes para conseguir a vaga para o Mundial e não importa se o adversário será o Canadá ou a Argentina. Temos que fazer a nossa parte, jogando com garra e determinação para vencer — comentou o técnico César Guidetti.



Na outra semifinal, o Canadá derrotou a Argentina por 66 a 59. Estados Unidos e Canadá disputam o título e estão classificados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010. A terceira vaga será decidida entre Brasil e Argentina.




ESTADOS UNIDOS (21 + 24 + 32 + 28 = 105)
Vaioletana (11pts), Steward (3), Hartman (4), Massengale (23) e Williams (8). Depois: Lewis (24), Laney (11), Stokes (1), Burdick (2), Adams (12), Graves (6) e Standish (0). Técnica: Barbara Nelson.




BRASIL (20 + 10 + 14 + 10 = 54)
Drielle (3pts), Erika (7), Júlia (2), Thamara (3) e Raquel (0). Depois: Alana (0), Stephanie (15), Vanessa (8), Isabela (5), Juliana (3), Martha (4) e Natália (4). Técnico: César Guidetti.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Copa América Sub-16 – III Dia

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Porto Rico 73 x 59 República Dominicana

Brasil 78 x 37 Guatemala

Destaque para Vanessa Gonçalves (19 pontos e 10 rebotes, em 21’), Isabela Ramona (14 pontos, 6 rebotes e 5 recuperações, em 11’), Érika Leite (12 pontos, em 26’) e Nathália Saar (12 pontos em 24’).

— O time entrou em quadra sabendo que precisava da vitória e que a Guatemala era mais fraca tecnicamente. Temos algumas jogadoras com lesões leves, como a Thamara, que foi poupada, e outras que atuaram por poucos minutos. No primeiro tempo, a marcação não foi tão bem e deu oportunidade para os tiros de fora do adversário. Voltamos para o terceiro quarto com uma pegada melhor, com mais disposição na defesa, o que foi nos deixando cada vez mais distante no placar. A vitória foi alcançada e agora vamos aguardar o resultado de México e Canadá para ter a certeza de que estamos na semifinal. Passando para a próxima etapa, aguardamos o vencedor de Argentina e Estados Unidos para saber quem vamos enfrentar — comentou o técnico César Guidetti.

Estados Unidos 93 x 33 Argentina (!)

Canadá 68 x 46 México (Brasil Classificado)

Fase Semifinal
13/08 - Canadá x Argentina (20h) e Estados Unidos x Brasil (22h)

Brasil passa sufoco, mas vence México



Pela segunda rodada da 6ª Copa América / Pré-Mundial Sub-16 Feminina, a seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, venceu as mexicanas por 66 a 62 (27 a 38 no primeiro tempo). Os jogos estão sendo realizados no ginásio Juan de la Barrera, na capital do México. Nesta quarta-feira, a equipe comandada pelo técnico César Guidetti enfrenta a Guatemala, às 18 horas de Brasília.



As mexicanas chegaram a abrir uma vantagem de 15 pontos no segundo tempo. Foi quando conseguimos encaixar a defesa pressionada e começamos a recuperar bolas. No primeiro tempo, o México marcou bem o nosso ataque, mas depois do intervalo, nossas movimentações ofensivas pegaram o adversário de surpresa. Elas tiveram dificuldade de marcar e surgiram várias situações de cesta. Com isso, fomos diminuindo a diferença, passamos a frente e administramos o resultado. As meninas demonstraram maturidade diante da pressão da torcida mexicana. Temos um grupo fechado, que jogou com muita garra e determinação para conquistar a vitória. É uma equipe que se orgulha muito de estar representando o Brasil e mostrou isso na Copa América — analisou o técnico César Guidetti.



A terceira rodada terá ainda República Dominicana x Porto Rico (16h); Argentina x Estados Unidos (20h) e México x Canadá (22h)

BRASIL (16 + 11 + 21 + 18 = 66)
MÉXICO (21 + 17 + 12 + 12 = 62)

Fonte: CBB

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Copa América Sub-16 – II Dia

vs. PUR 035 Estados Unidos 114 x 37 Porto Rico

Argentina 90 x 33 República Dominicana

Canadá 97 x 22 Guatemala

Brasil 66 x 62 México

Com duas vitórias, Argentina, EUA e Canadá já são semifinalistas. O Brasil define sua condição na partida contra a Guatemala nessa quarta-feira (18h).

E o placar foi… 128 a 17!

Além da derrota brasileira para o Canadá, a primeira rodada da Copa América Sub-16 trouxe um massacre daqueles quase anedótico: os Estados Unidos passaram pela República Dominicana por incríveis 128 a 17. Confira o bizarro placar dos quartos: 39-2, 39-5, 27-5 e 23-5.

O México passou pela Guatemala: 76-40.

E 78-53 foi o placar da vitória da Argentina sobre Porto Rico.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Brasil estreia com derrota para o Canadá na Copa América Sub-16

Júlia Alves A seleção sub-16, do treinador César Guidetti estreou com derrota na Copa América disputada no México.

Contra o Canadá, as meninas caíram por 68-56.

Os destaques brasileiros foram Júlia Alves (12 pontos), Stephanie (11) e Isabela (10).

— O primeiro quarto foi bastante equilibrado, mas ficamos abaixo do que podemos fazer ofensivamente no segundo período. Após o intervalo, voltamos com uma boa postura defensiva e conseguimos diminuir a diferença, ficando apenas seis pontos atrás na metade do terceiro quarto. Mas depois cometemos uma série de erros e as canadenses abriram vantagem novamente. O Canadá também teve um bom aproveitamento nas finalizações e soube ganhar a partida. Apesar da derrota, temos todas as condições de ganhar do México e da Guatemala e garantir a vaga na semifinal — comentou o técnico César Guidetti.

O scout confirma uma alteração de última hora no elenco: saiu Priscilla Bernardes e entrou Martha Imoniana.

domingo, 9 de agosto de 2009

Sub-16 estreia amanhã na Copa América contra o Canadá

120b A seleção brasileira feminina sub-16, patrocinada pela Eletrobrás, estréia contra o Canadá, nesta segunda-feira (15h de Brasília), na Copa América / Pré-Mundial do México. A primeira rodada terá ainda Porto Rico x Argentina (17h); Estados Unidos x República Dominicana (19h) e Guatemala x México (21h). Ainda na primeira fase, o Brasil, que está no grupo “A”, irá enfrentar o México (terça) e a Guatemala (quarta). Apenas os três primeiros colocados garantem a vaga no Campeonato Mundial Sob-17 de 2010.
 
— Vamos estrear contra o adversário mais forte da chave. E uma vitória praticamente garante o Brasil na semifinal. Sabemos que será um confronto difícil, mas temos todas as condições de conseguir um resultado positivo — disse o técnico César Guidetti.
 
De acordo com o regulamento da Copa América, na primeira as equipes jogam entre si nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e A2 x B1.Os vencedores decidem o título na sexta-feira, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sub 16 treina para a Copa América

A seleção brasileira feminina sub-16, patrocinada pela Eletrobrás, está no grupo “A” da Copa América / Pré-Mundial do México e fará seu primeiro jogo contra a equipe do Canadá na segunda-feira (dia 10). Em seguida, o Brasil enfrenta o México (dia 11) e a Guatemala (12). No grupo “B” estão Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Porto Rico. A competição, que será disputada na Cidade do México, irá classificar os três primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.

O técnico Cesar Guidetti considera os dois primeiros jogos, contra Canadá e México, decisivos para a seleção brasileira.

— Conhecemos bem a escola canadense. Elas jogam com bastante organização e muitos arremessos de três. Estão aprimorando cada vez mais o trabalho nas seleções de base. Prova disso foi o quarto lugar que conquistaram no Campeonato Mundial Sub-19, na Tailândia. Imagino que para essa Copa América também venham com um time forte. Já o México surpreendeu na Centrobasket (competição da América Central que classifica para a Copa América). Foi campeão invicto, ganhou os jogos com facilidade e placares altos. Deve ser uma boa geração e jogam em casa — avaliou Guidetti.

Para o técnico, os grupos estão equilibrados, mas em qualquer um dos dois as dificuldades são grandes.

— Como as seleções não se conhecem ainda, acredito que vai levar vantagem quem tiver mais condições de surpreender. Sabemos das dificuldades, mas vamos para vencer. Já temos o time fechado com as 12 atletas e conversamos bastante com elas. Continuamos trabalhando nos treinos, agora dando maior ênfase ao detalhamento do ataque e à defesa — finalizou.
A seleção brasileira feminina sub-16 segue com treinos em Osasco (SP) e na quinta-feira (6) faz um último amistoso contra a equipe de Jundiaí. Na sexta-feira (7) à noite o grupo embarca para o México.

AS CONVOCADAS
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Thamara de Freitas – Pivô – 15 anos – 1,87m – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Alana Arias – Pivô – 15 anos – 1,87m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Raquel Dudzevich – Pivô – 16 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Vanessa Gonçalves – Pivô – 15 anos – 1,82m – Santo André (SP) – SP
Júlia Alves – Pivô – 16 anos – 1,82m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Isabela Ramona Macedo – Ala – 15 anos – 1,75m - Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Erika Leita – Ala/Armadora – 16 anos – 1,72m – APAB/Barretos (SP) – SP
Natália Saar – Ala – 15 anos –1,72m - São José dos Pinhais (PR) – PR
Stephanie de Oliveira – Armadora – 16 anos – 1,70m – CFE Janeth Arcain (SP) – SP
Juliana Roberto – Ala/Armadora – 16 anos – 1,70m – Centro Olímpico (SP) – SP
Priscilla Bernardes – Armadora – 16 anos – 1,69m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Drielli do Nascimento – Armadora – 16 anos – 1,60m – APAB/Barretos (SP) – SP
Média de idade: 15,5 anos
Média de altura: 1,78m

COMISSÃO TÉCNICA
Administrador: José Alberto Pereira
Técnico: César Guidetti
Assistente técnica: Vânia Paulette
Preparador físico: Paulo Augusto Martignago
Médico: Dr. Rodrigo Palhares
Fisioterapia: Giulianne Trevisan

Fonte: CBB

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Definido os grupos para a Copa América Sub 16

Group A: Canada, Brazil, Guatemala and Mexico.
Group B: United States, Argentina, Dominican Republic and Puerto Rico.

Segunda 10/08:
Brazil vs.Canada, Puerto Rico vs. Argentina, USA vs. Dominican Rep e Guatemala vs. Mexico

Terça 11/08:
Mexico vs. Brazil, Dominican Rep vs. Argentina, Canada vs. Guatemala e Puerto Rico vs. USA

Quarta 12/08:
Guatemala vs. Brazil, Argentina vs. USA, Dominican Rep vs. Puerto Rico e Mexico vs. Canada

Quinta 13/08:
Semifinais

Sexta 14/08:
Final e disputa do terceiro lugar.

OBS: Os três primeiros se classificam para o mundial sub 17 de 2010.

Fonte: FIBA Américas

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Seleção Sub-16 faz amistoso com Osasco hoje

102b Na segunda semana de treinos rumo à Copa América / Pré-Mundial, a seleção brasileira feminina sub-16, patrocinada pela Eletrobrás, participa de amistosos em Osasco (SP), onde está concentrada desde o dia 20. A primeira partida aconteceu nesta terça-feira (28) contra a equipe infanto do Santo André e a seleção venceu por 67 a 64. O próximo adversário será o Finasa/Osasco, nesta quinta-feira (30), às 17h, no ginásio Geodésico. Ainda com 16 atletas, o técnico César Guidetti aproveita os amistosos para avaliar o desenvolvimento das jogadoras e definir o time para a fase final de treinos, na próxima semana.
 
— Estou me preocupando menos com os resultados e mais em pôr todas para jogar, o que consegui fazer na partida contra o Santo André. Foi um bom jogo e elas mostraram que assimilaram bem o que foi passado até agora. Os amistosos são importantes para observarmos o comportamento das atletas em quadra e definirmos o grupo para a terceira semana de treinos. Estamos dando oportunidade a todas — explicou Guidetti.
 
O técnico, que conquistou a vaga para a Copa América com o vice-campeonato no Sul-Americano Sub-15 de 2008, prefere não fazer projeções para a competição.
 
— O Sul-Americano não é parâmetro para avaliarmos como a seleção irá se comportar numa Copa América, onde o universo de times é muito maior. Entram equipes mais competitivas da América Central e do Norte, além da Argentina. Teremos dificuldades, mas estamos treinando bastante os sistemas defensivos e o trabalho vem sendo bem feito. Vamos tirar o melhor das meninas e, claro, queremos ganhar — disse o técnico.
 
A seleção brasileira feminina sub-16 treina até o dia 7 de agosto nos ginásios da ACM (11h às 13h) e Geodésico (17h às 19h), em Osasco (SP). No dia 8, o grupo embarca para o México. A Copa América acontece de 10 a 14 de agosto, na Cidade do México, e vai classificar os três primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sub 16 inicia última fase de treinos para Copa América

A seleção brasileira feminina sub-16, patrocinada pela Eletrobrás, deu início, nesta segunda-feira (20), em Osasco (SP), à segunda e última etapa de treinamentos para disputar a Copa América / Pré-Mundial da categoria, que acontece de 10 a 14 de agosto, na Cidade do México. Dirigida pelo técnico César Guidetti, a equipe treina essa semana concentrada na parte tática, sem deixar de lado o que já foi praticado na primeira fase de treinos, que aconteceu em fevereiro.

— Nessa segunda etapa, vamos dar maior ênfase na parte tática, trabalhando movimentos simples, mas que favoreçam as características das atletas. E continuamos com o trabalho físico e técnico. Até o início da semana que vem, pretendemos já ter avançado nessa parte tática para começarmos os coletivos e amistosos — disse o técnico César Guidetti, acrescentando que a ala Gessica Galli, lesionada, foi a única das 17 convocadas que não se apresentou à seleção.
Os treinos da seleção sub-16 feminina acontecem até o dia 7 de agosto nos ginásios da ACM (10h às 12h) e Geodésico (18h às 20h), em Osasco (SP). No dia 8, o grupo embarca para o México. A Copa América vai classificar os três primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.

AS CONVOCADAS
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Thamara de Freitas – Pivô – 15 anos – 1,87m – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Alana Arias – Pivô – 15 anos – 1,87m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Raquel Dudzevich – Pivô – 16 anos – 185m – Centro Olímpico (SP) – SP
Martha Imoniana – Pivô – 15 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Letícia Lisboa – Ala/Pivô – 16 anos – 1,84m – APAB/Barretos (SP) – MG
Vanessa Gonçalves – Pivô – 15 anos – 1,82m – Santo André (SP) – SP
Júlia Alves – Pivô – 16 anos – 1,82m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Patricia Kelly de Jesus – Ala – 16 anos – 1,80m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Isabela Ramona Macedo – Ala – 15 anos – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Erika Leita – Ala/Armadora – 16 anos – 1,72m – APAB/Barretos (SP) – SP
Natália Saar – Ala – 15 anos – São José dos Pinhais (PR) – PR
Stephanie de Oliveira – Armadora – 16 anos – 1,70m – CFE Janeth Arcain (SP) – SP
Bruna Werberich – Ala/Armadora – 15 anos – 1,70m – Colégio Alfa Medianeira (PR) – PR
Juliana Roberto – Ala/Armadora – 16 anos – 1,70m – Centro Olímpico (SP) – SP
Priscilla Bernardes – Armadora – 16 anos – 1,69m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Drielli do Nascimento – Armadora – 16 anos – APAB/Barretos (SP) – SP
Média de idade: 15,5 anos
Média de altura: 1,78m

COMISSÃO TÉCNICA
Administrador: José Alberto Pereira
Técnico: César Guidetti
Assistente técnica: Vânia Paulette
Preparador físico: Paulo Augusto Martignago
Médico: Dr. Rodrigo Palhares
Fisioterapia: Giulianne Trevisan

Fonte: CBB

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Seleção Sub 16 se apresenta domingo

A seleção brasileira feminina sub-16, patrocinada pela Eletrobrás, se apresenta neste domingo (19), às 18h, no Hotel Vollare, em Osasco (SP), para a segunda e última fase de treinamento rumo à Copa América / Pré-Mundial da categoria, que acontece de 10 a 14 de agosto, na Cidade do México. Na segunda-feira (20), as atletas entram em quadra para começar o trabalho técnico, físico e tático. A preparação vai até o dia 7 de agosto, nos ginásios da ACM (10h às 12h) e Geodésico (18h às 20h). A Copa América vai classificar os três primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 do ano que vem.

O assistente técnico Adriano Lucena Araújo, que participou da primeira fase de treinos da sub-16, em fevereiro, pediu dispensa da Comissão Técnica por motivos pessoais e não estará presente nesta etapa.

AS 17 CONVOCADAS
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Thamara de Freitas – Pivô – 15 anos – 1,87m – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Alana Arias – Pivô – 15 anos – 1,87m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Raquel Dudzevich – Pivô – 16 anos – 185m – Centro Olímpico (SP) – SP
Martha Imoniana – Pivô – 15 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Letícia Lisboa – Ala/Pivô – 16 anos – 1,84m – APAB/Barretos (SP) – MG
Vanessa Gonçalves – Pivô – 15 anos – 1,82m – Santo André (SP) – SP
Júlia Alves – Pivô – 16 anos – 1,82m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Patricia Kelly de Jesus – Ala – 16 anos – 1,80m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Géssica Galli – Ala – 16 anos – 1,80m – Clube Escolar Bom Jesus (SC) – PR
Isabela Ramona Macedo – Ala – 15 anos – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Erika Leita – Ala/Armadora – 16 anos – 1,72m – APAB/Barretos (SP) – SP
Natália Saar – Ala – 15 anos – São José dos Pinhais (PR) – PR
Stephanie de Oliveira – Armadora – 16 anos – 1,70m – CFE Janeth Arcain (SP) – SP
Bruna Werberich – Ala/Armadora – 15 anos – 1,70m – Colégio Alfa Medianeira (PR) – PR
Juliana Roberto – Ala/Armadora – 16 anos – 1,70m – Centro Olímpico (SP) – SP
Priscilla Bernardes – Armadora – 16 anos – 1,69m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Drielli do Nascimento – Armadora – 16 anos – APAB/Barretos (SP) – SP
Média de idade: 15,5 anos
Média de altura: 1,78m

COMISSÃO TÉCNICA
Administrador: José Alberto Pereira
Técnico: César Guidetti
Assistente técnica: Vânia Paulette
Preparador físico: Paulo Augusto Martignago
Médico: Dr. Rodrigo Palhares
Fisioterapia: Giulianne Trevisan

APRESENTAÇÃO
Data: 19 de julho
Horário: 18 horas
Local: Hotel Vollare (Av. Santo Antônio, 57 – Vila Osasco)

TREINAMENTO
Período: 20 de julho a 7 de agosto
Locais e horários: ginásio da ACM (10h / 12h) e ginásio Geodésico (18h / 20h)
Endereços:
ACM – Av. das Flores, 453 – Centro
Geodésico – Av: dos Eucaliptos, s/nº - Cidade das Flores

Fonte: CBB
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Segundo consta no site da FIBA Américas, o mundial Sub 17 de 2010 será realizado na França.
E pelo jeito a luta pela vaga será acirrada entre Brasil, Argentina e Canadá pelas duas vagas do Mundial. Uma já é dos EUA. Ou alguém discorda?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Guidetti convoca seleção Sub 16 para a Copa América

Rio de Janeiro — O técnico César Guidetti convocou a seleção brasileira sub-16 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, para a segunda fase de treinamento rumo à Copa América / Pré-Mundial da categoria, que será realizada de 10 a 14 de agosto, na Cidade do México. As 17 atletas se apresentam no dia 19 de julho, às 18 horas, no Hotel Vollare, em Osasco (SP). No dia seguinte, as meninas entram em quadra para começar o trabalho técnico, físico e tático. A preparação vai até o dia 7 de agosto, nos ginásios da ACM (10h às 12h) e Geodésico (18h às 20h).

— Vamos iniciar a última etapa de treinamento para a Copa América. O grupo vem numa crescente, participaram do Campeonato Sul-Americano Sub-15 do ano passado e estiveram na primeira fase de preparação, no início do ano. Convocamos as 17 meninas que estão em melhores condições neste momento, conforme avaliamos a evolução delas tanto na seleção como nos respectivos estados. Algumas atletas foram chamados para treinar com a sub-15 e com a sub-17 no mês passado e Tivemos a oportunidade de observar e trocar informações com as comissões técnicas sobre a atuação das jogadoras — explicou Guidetti

A Copa América / Pré-Mundial vai classificar os três primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 do ano que vem. Além dos resultados, o objetivo também é preparar jogadoras para as futuras gerações.

— Agora é hora do elenco ficar mais focado do que nunca no objetivo de conquistar a vaga para o Mundial. A classificação é importante para dar seqüência às competições internacionais tanto para o crescimento individual das atletas como do grupo. Além do resultado, também queremos formar jogadoras para as futuras gerações do basquete brasileiro.

AS 17 CONVOCADAS
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Thamara de Freitas – pivô – 15 anos – 1,87m – Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Alana Arias – pivô – 15 anos – 1,87m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Raquel Dudzevich – pivô – 16 anos – 185m – Centro Olímpico (SP) – SP
Martha Imoniana – pivô – 15 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Letícia Lisboa – ala/pivô – 16 anos – 1,84m – APAB/Barretos (SP) – MG
Vanessa Gonçalves – pivô – 15 anos – 1,82m – Santo André (SP) – SP
Júlia Alves – pivô – 16 anos – 1,82m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Patricia Kelly de Jesus – ala – 16 anos – 1,80m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Géssica Galli – ala – 16 anos – 1,80m – Clube Escolar Bom Jesus (SC) – PR
Isabela Ramona Macedo – ala – 15 anos - Mangueira/GRESEP (RJ) – RJ
Erika Leite – ala/armadora – 16 anos – 1,72m – APAB/Barretos (SP) – SP
Natália Saar – ala – 15 anos – São José dos Pinhais (PR) – PR
Stephanie de Oliveira – armadora – 16 anos – 1,70m – CFE Janeth Arcain (SP) – SP
Bruna Werberich – ala/aarmadora – 15 anos – 1,70m – Colégio Alfa Medianeira (PR) – PR
Juliana Roberto – ala/armadora – 16 anos – 1,70m – Centro Olímpico (SP) – SP
Priscilla Bernardes – armadora – 16 anos – 1,69m – Finasa/Osasco (SP) – SP
Drielli do Nascimento – armadora – 16 anos – APAB/Barretos (SP) – SP
Média de idade: 15,5 anos
Média de altura: 1,78m

COMISSÃO TÉCNICA
Administrador: José Alberto Pereira
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Adriano Lucena Araújo e Vânia Paulette
Preparador físico: Paulo Augusto Martignago
Médico: Dr. Rodrigo Palhares
Fisioterapia: Giulianne Trevisan

APRESENTAÇÃO
Data: 19 de julho
Horário: 18 horas
Local: Hotel Vollare (Av. Santo Antônio, 57 - Vila Osasco)

TREINAMENTO
Período: 20 de julho a 7 de agosto
Horários: 10 às 12h no ginásio da ACM e 18h às 20h no ginásio Geodésico
Endereços:
ACM – Av. das Flores, 453 – Centro
Geodésico – Av: dos Eucaliptos, s/nº - Cidade das Flores

Fonte: CBB

terça-feira, 31 de março de 2009

CBB divulga a programação das seleções em 2009

As competições da temporada 2009 para as seleções brasileiras de basquete, patrocinadas pela Eletrobrás, começa com a disputa do 21° Campeonato Sul-Americano Sub-17 Masculino, em Trinidad, no Uruguai, de 25 a 30 de maio, e termina com o 16º Campeonato Sul-Americano Sub-15 Feminino, na primeira quinzena de novembro. As seleções adultas e sub-16 têm como principal desafio a Copa América – Pré-Mundial, que classifica para o Campeonato Mundial de 2010. Já a sub-19 feminina vai encarar o Mundial da Tailândia. Confira o calendário elaborado pelo Departamento Técnico.
 
CALENDÁRIO 2009
 
SUB-15 FEMININA
1 a 22 de julho – 1ª fase de treinos (Teresópolis/RJ)
25 de outubro a 8 de novembro – 2ª fase de treinos (Teresópolis/RJ)
1ª quinzena de novembro – 16º Campeonato Sul-Americano (Equador)
 
SUB-15 MASCULINA
1 a 22 de julho – 1ª fase de treinos (Poços de Caldas/MG)
1 a 15 de setembro – 2ª fase de treinos (Poços de Caldas/MG)
28 de setembro a 4 de outubro – 22º Campeonato Sul-Americano (San Andrés/Colômbia)
 
SUB-16 FEMININA
6 a 18 de fevereiro – 1ª fase de treinos (Osasco/SP)
14 de maio a 7 de junho – 2ª fase de treinos (Osasco/SP)
10 a 14 de junho – Copa América – Pré-Mundial (México)
 
SUB-16 MASCULINA
6 a 18 de fevereiro – 1ª fase de treinos (Poços de Caldas/MG)
1 a 20 de junho – 2ª fase de treinos (Poços de Caldas/MG)
24 a 28 de junho – Copa América – Pré-Mundial (Mendoza/Argentina)
 
SUB-17 FEMININA
8 a 20 de março – 1ª fase de treinos (Osasco/SP)
31 de maio a 16 de junho – 2ª fase de treinos (Osasco/SP)
23 a 28 de junho – 15º Campeonato Sul-Americano (Santiago/Chile)
 
SUB-17 MASCULINA
8 a 20 de março – 1ª fase de treinos (Teresópolis/RJ)
30 de abril a 16 de maio – 2ª fase de treinos (Teresópolis/RJ)
25 a 30 de maio – 21° Campeonato Sul-Americano (Trinidad/Uruguai)
 
SUB-19 FEMININA
8 a 20 de março – 1ª fase de treinos (Jundiaí/SP)
1 de junho a 8 de julho – 2ª fase de treinos (Jundiaí/SP)
14 a 19 de julho – Jogos da Lusofonia (Lisboa/Portugal)
23 de julho a 2 de agosto – 8° Campeonato Mundial (Bangkok/Tailândia)
 
ADULTA FEMININA
20 de julho a 19 de agosto – 1ª fase de treinos (São Paulo/SP)
21 a 23 de agosto – Jogos Desafio Eletrobrás (Chile)
25 de agosto a 15 de setembro – 2ª fase de treinos (Rio de Janeiro/RJ)
18 a 20 de setembro – Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
23 a 27 de setembro – Copa América – Pré-Mundial (Cuiabá/MT)
 
ADULTA MASCULINA
28 de junho a 8 julho – 1ª fase de treinos (São Paulo/SP)
10 a 12 de julho – Jogos amistosos em Portugal
14 a 19 julho – Jogos da Lusofonia (Lisboa/Portugal)
26 de julho a 3 de agosto – 2ª fase de treinos (São Paulo/SP)
31 de julho a 2 de agosto – Torneio Super Four (Argentina)
6 a 8 de agosto – Torneio Internacional Eletrobrás (Rio de Janeiro/RJ)
18 a 20 de agosto – Copa Tuto Marchand (San Juan/Porto Rico)
26 de agosto a 6 de setembro – Copa América – Pré-Mundial (México)

segunda-feira, 2 de março de 2009

P­ara não per­der atle­tas, CBB con­ta com ­apoio das fe­de­ra­ções


Da­niel Bri­to
Agên­cia Es­ta­do


São Pau­lo - A es­ta­tu­ra ele­va­da, a gran­de en­ver­ga­du­ra dos bra­ços e a boa im­pul­são são ca­rac­te­rís­ti­cas em co­mum dos jo­ga­do­res de vô­lei e bas­que­te.

Por cau­sa de­las, a ca­rio­ca Tha­ma­ra de Frei­tas, 15 ­anos, cha­mou a aten­ção dos téc­ni­cos de vô­lei do Flu­mi­nen­se, no Rio, que a con­vi­da­ram pa­ra fa­zer um tes­te. Vi­ram na me­ni­na a téc­ni­ca, ain­da que pou­co de­sen­vol­vi­da, pa­ra bri­lhar no ho­je se­gun­do es­por­te ­mais po­pu­lar do Bra­sil. Pa­ra sor­te de Cé­sar Gui­det­ti, trei­na­dor da se­le­ção bra­si­lei­ra de bas­que­te fe­mi­ni­no sub-16, Tha­ma­ra não gos­tou do tes­te no Flu.

‘‘Já trei­na­va bas­que­te quan­do me cha­ma­ram pa­ra fa­zer vô­lei. Não gos­tei do es­por­te, não tem tan­ta emo­ção quan­to o ­basquete’’, de­fen­deu a pi­vô da equi­pe co­man­da­da por Gui­det­ti. A se­le­ção se pre­pa­ra pa­ra a Co­pa Amé­ri­ca, em ju­nho, em Bue­nos Ai­res. A com­pe­ti­ção clas­si­fi­ca­rá as qua­tro me­lho­res se­le­ções pa­ra o Mun­dial Sub-17, em 2010, sem se­de de­fi­ni­da.

Tha­ma­ra me­de 1,83m de al­tu­ra. Ela é a ­mais al­ta do elen­co de Gui­det­ti e ­atua co­mo pi­vô ao la­do da pau­lis­ta Mar­tha Imo­nia­na, que tem a mes­ma ida­de e é um cen­tí­me­tro ­mais bai­xa.

Gui­det­ti co­me­mo­ra a pre­sen­ça de Tha­ma­ra e Mar­tha em seu ti­me. Mas sa­be que é di­fí­cil con­ven­cer ou­tras ga­ro­tas al­tas a jo­gar bas­que­te. ‘‘Mui­tas me­ni­nas nes­sa ida­de vão jo­gar ­vôlei’’, cons­ta­tou o trei­na­dor. ‘‘O Bra­sil es­tá ca­ren­te de me­ni­nas al­tas. Mar­tha e Tha­ma­ra têm uma boa es­ta­tu­ra, mas não são as ­mais al­tas nem as ­mais bai­xas que já ti­ve­mos no gar­ra­fão da se­le­ção nes­sa fai­xa ­etária’’, ex­pli­cou.

Só pa­ra efei­tos com­pa­ra­ti­vos, Tha­ma­ra tem a mes­ma al­tu­ra da ala-pi­vô mi­nei­ra Fer­nan­da Bel­ling, 26, que dis­pu­tou os Jo­gos de Pe­quim/2008. Não bas­tas­se a con­cor­rên­cia com o vô­lei, o bas­que­te ain­da so­fre com a fal­ta de re­co­nhe­ci­men­to do pú­bli­co. ‘‘Quan­do as pes­soas me ­veem na rua com uni­for­me de trei­no, me per­gun­tam se sou jo­ga­do­ra de vô­lei ou de ­futebol’’, con­tou Mar­tha.

In­fluên­cia ca­sei­ra

Mar­tha jo­ga pe­lo Cen­tro Olím­pi­co, de São Pau­lo, e nun­ca ex­pe­ri­men­tou o es­por­te ‘‘­concorrente’’ por cau­sa da in­fluên­cia que so­fre den­tro de ca­sa.

‘‘Mi­nha ir­mã jo­ga bas­que­te em São Cae­ta­no e eu co­me­cei por cau­sa ­dela’’.

Fi­lha de pai ni­ge­ria­no e mãe bra­si­lei­ra, ela es­tá fa­zen­do um tra­ba­lho es­pe­cí­fi­co pa­ra dei­xar o gar­ra­fão e se tor­nar ala.

‘‘O Bra­sil pre­ci­sa de ­alas al­tas, co­mo a Mar­tha vai ser da­qui a uns ­anos’’, dis­se Gui­det­ti. A co­mis­são téc­ni­ca es­ti­ma que ela po­de cres­cer de ­seis a oi­to cen­tí­me­tros.

Tha­ma­ra, por sua vez, ­atua pe­la Man­guei­ra e sua de­di­ca­ção ao es­por­te ser­ve de exem­plo pa­ra a ir­mã ­mais no­va, de 12 ­anos, que co­me­ça a pe­gar os pri­mei­ros re­bo­tes e fa­zer ces­tas nas qua­dras da agre­mia­ção ver­de-ro­sa.

‘‘Te­nho 15 ­anos e che­guei à se­le­ção bra­si­lei­ra. Não há por que de­sis­tir ago­ra. Que­ro ir ­mais lon­ge den­tro do ­basquete’’, pla­ne­jou Tha­ma­ra, fi­lha de um se­gu­ran­ça e uma fun­cio­ná­ria de su­per­mer­ca­do do Rio de Ja­nei­ro.

Pa­ra não dei­xar me­ni­nas de es­ta­tu­ra aci­ma da mé­dia mi­grar pa­ra o vô­lei, Gui­det­ti, téc­ni­co ex­clu­si­vo da se­le­ção des­de 2006, con­ta com a co­la­bo­ra­ção das fe­de­ra­ções es­ta­duais.

‘‘O pes­soal da Ba­hia, por exem­plo, in­di­cou uma me­ni­na de 14 ­anos com 1,92m que es­tá trei­nan­do no Fi­na­sa e de­ve ser con­vo­ca­da em ­breve’’.

Fonte: matéria publicada no jornal Folha de Londrina, que o Marival Junior avisou que tinha publicado em seu blog (Basquete em Londrina) na caixinha de comentários.



P.s: a publicação dessa reportagem é (segundo o Blogger) o post de número 10.000 desse blog.

Não imaginava chegar até aqui, nem arrumar tanto assunto.

Mas aqui estamos.

Um abraço a todos que me ajudam a manter o PBF vivo.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Atleta de Medianeira na seleção brasileira

Já com participação no vice-campeonato Sulamericano de Basquetebol Sub-15 defendendo a Seleção Brasileira no ano passado, Bruna Werberich, paranaense de Medianeira, recebeu no início deste mês mais uma convocação para integrar a Seleção Brasileira. Desta vez Bruna integra a na seleção Sub-16, categoria que o Brasil disputa a Copa América no mês de junho.
Bruna, que joga a pouco mais de 3 anos, começou nas escolinhas na cidade onde nasceu, e apesar da pouca idade já coleciona títulos importantes, como o de campeã brasileira e paranaense Escolar em 2007, vice-campeã brasileira de seleções em 2008, sendo considerada a melhor jogadora da competição e vice-campeã sulamericana também em 2008.
A atleta que treina na seleção sub-16, tem apenas 15 anos e se diz super motivada com a oportunidade.
"Vou fazer de tudo pra ajudar a seleção conseguir uma vaga para o mundial. Darei o meu máximo. Ano passado acabamos perdendo a final do sulamericano para a Argentina, mas com certeza nos serviu como uma grande experiência." Comentou a atleta que encontra-se em Osasco com outras 16 convocadas em treinamento até o dia 16.
Sobre a hipótese da atleta transferir-se para o basquetebol paulista, esta foi categórica.
"Me acho muito nova ainda pra sair de casa. Acho que nesse momento o que realmente importa é eu estar junto da minha família e pensar mesmo em meus estudos. Tive vários contatos com clubes de São Paulo, e tive também a opção de escolher, mas preferi ficar." finalizou Bruna.

Diferenças que convivem em harmonia na seleção Sub-16

Osasco / SP — A pivô gaúcha Karine Marroni vive no alojamento do Colégio Sinodal com as companheiras de time. Já a ala/pivô paulista Sheila Nunes mora com os pais em Osasco. Estilos de vidas diferentes que se cruzam no período em que treinam juntas na seleção brasileira Sub-16 feminina, patrocinada pela Eletrobrás. As duas, que têm 16 anos, lutam para ficar no grupo que disputará a Copa América – Pré-Mundial da categoria em junho, na cidade de Buenos Aires, na Argentina.
Karine é a organizada da dupla. Como divide a casa com outras colegas, tem a tendência de deixar as coisas nos seus devidos lugares.
— O alojamento é muito confortável e não podemos fazer bagunça para não atrapalhar as outras meninas. Deixo tudo direitinho para não me atrasar para aulas, treinos e jogos. No meu armário separo as roupas por função: treino, jogo, para sair, para ficar em casa.
Já para a pivô Sheila, arrumar o armário não é seu ponto forte, mas ela garante que capricha na limpeza em casa.
— Sou eu que limpo a minha casa, deixo tudo um brinco, mas concentro a bagunça no armário. É uma zona mesmo. Os sapatos ficam debaixo da cama e às vezes deixo a toalha molhada espalhada pelo quarto, mas não sempre.
O único ponto em comum entre as jogadoras é o caderno. Como é normal nas adolescentes, elas gostam de manter organizado, dividido em matérias e enfeitado.
— Meu caderno é bonitinho, separo por disciplina, coloco uma capa bonita e anoto tudo que a professora fala. Os livros eu guardo na estante. Só fica de fora aquele que eu estou lendo mesmo — diz a organizada Karine.
— O meu caderno também é legal. De vez em quando eu faço uns rabiscos, mas em geral é organizado. A gente precisa ter tudo em dia, para poder correr atrás quando é necessário faltar a aula para jogar — explica Sheila.
Diferenças à parte, o que vale é serem organizadas e decididas em quadra. Características que as duas têm de sobra, respeitando as regras do trabalho dentro da seleção.
— Na quadra eu me concentro para que tudo saia organizadinho, como o técnico pede. Estou me esforçando ao máximo para mostrar meu potencial e continuar no grupo. Durante o período de concentração, temos que entrar no ritmo e estar fazer tudo bem-feito para dar certo — conta Karine, de 1,82m.
— Nada de bagunça nos treinos. A dedicação deve ser total. Temos que seguir as orientações e cumprir os horários para que tudo saia conforme o planejado para conseguirmos evoluir no treinamento rumo à Copa América — comentou Sheila, que marcou 43 pontos em sete jogos do Sul-Americano Sub-15 do Equador, em 2008.
A seleção brasileira Sub-16 feminina encerra nesta quarta-feira, em Osasco, a primeira fase de treinamentos. O Brasil se prepara para a Copa América – Pré-Mundial Sub-16, que será disputado de 10 a 14 de junho, em Buenos Aires, na Argentina. A competição classifica os quatro primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 em 2010.
Fonte: CBB

Entrevista com Ana Jéssica Pinto, da seleção sub 16

Nem mesmo a timidez consegue esconder o brilho da jogadora Ana Jéssica Pinto, que está em Osasco participando da primeira fase de treinamento da seleção brasileira Sub-16, patrocinada pela Eletrobrás. No Campeonato Sul-Americano do ano passado, no Paraguai, a ala/pivô foi um dos destaques do Brasil com 60 pontos, 28 rebotes, seis assistências, sete recuperações e um bloqueio. Ana foi vice-campeã na competição, resultado um pouco amargo para a estréia com a camisa verde e amarela. Mas o objetivo maior foi conquistado: a vaga para a Copa América – Pré-Mundial, que acontece de 10 a 14 de junho, em Buenos Aires, na Argentina. A jogadora vem se dedicando cem por cento aos treinos para se manter no grupo que vai buscar a classificação para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.



Como foi a experiência no Sul-Americano do Paraguai em 2008?
Eu gostei muito. Fizemos bons jogos, apesar da derrota para a Argentina. Nessa partida, não estávamos muito bem, cometemos alguns erros bobos que nos custaram o título, mas acho que tudo na vida serve de aprendizado. Hoje estamos treinando para não cometer as mesmas falhas e superar os adversários na Copa América.



O que achou da viagem para o exterior?
Só tinha ido fazer compras no Paraguai uma vez, mas não com um grupo tão grande. Foi muito legal viajar com as meninas. A ida foi muito boa, estávamos na expectativa de defender o Brasil fora do país pela primeira vez. Voltar que foi um pouco triste, porque além da vaga para o Pré-Mundial, queríamos o título. Infelizmente não deu, mas ganhamos experiência e conhecemos pessoas com culturas totalmente diferentes da nossa.



E a cidade de Assunção?
A capital do Paraguai me pareceu uma cidade bem antiga. Alguns pontos turísticos são muito bonitos. Também fomos ao shopping um dia, fazer umas comprinhas. Não resistimos em sair do Paraguai sem levar mais peso na bagagem.



Você foi a cestinha do Brasil junto com a Érika com 60 pontos em sete jogos. Fale da sua atuação no Sul-Americano.
Falhei em alguns momentos que não poderia, mesmo assim acho que fui bem no geral. Eu sempre me concentrava antes dos jogos e pensava comigo mesma: hoje eu tenho que jogar bem. Felizmente, consegui fazer meu jogo, principalmente boas infiltrações. Com certeza, sem a ajuda das minhas companheiras, isso não seria possível.



Quais são suas características de jogo?
Meu ponto forte é o corte. Eu gosto de jogar na velocidade e cortar, mas agora estou procurando melhorar meu arremesso de três pontos. Ainda posso defender melhor do que faço hoje. Eu gosto muito de atacar, mas precisamos sempre garantir uma boa marcação no adversário para vencer.



O que achou da convocação para a primeira fase de treinamento para a Copa América?
Achei muito interessante dar continuidade ao trabalho que começamos no Sul-Americano. A gente já se conhece bem e ir para mais uma competição juntas facilita bastante. Já nos entendemos melhor em quadra, sabemos como cada uma joga e os pontos fortes. Entrosamento é muito importante para uma equipe numa competição de alto nível.



O que está achando dos treinos?
A primeira semana foi mais para recuperarmos o físico, já que a maioria estava em férias ou tinha voltado à quadra uma semana antes da convocação. Agora, já temos musculação e entramos numa fase de praticar bastante a parte defensiva e começar a aprender algumas jogadas que vamos usar na Copa América.



Você saiu de São José dos Pinhais (PR) para jogar no Finasa/Osasco (SP). Como foi a mudança de time?
Estou gostando de estar aqui em Osasco. O treinamento é bem puxado, meu técnico é ótimo e acho que vou aprender muito aqui. E esse é o principal objetivo, ganhar experiência e melhorar cada vez mais. Estou me adaptando muito bem, mesmo longe da minha família.



Como é deixar a casa dos pais para viver com as companheiras de equipe?
O ruim é que a gente não tem a mesma liberdade que temos na nossa casa, com a nossa família. Por outro lado é bom porque moramos com pessoas diferentes, aprendemos a conviver com a personalidade de cada pessoa. A cidade não é muito diferente de onde eu morava. Só tem mais movimento. O clima é o mesmo.



Quando não está treinando ou jogando, o que você gosta de fazer?
Gosto muito de ler livros e estudo bastante. Vou ao shopping com as meninas, falo com a minha mãe pelo telefone. Vejo filmes, escuto música. Não dá para fazer muita coisa porque é preciso descansar também para render nos treinos e jogos.



Sua família apóia sua decisão de jogar basquete?
Minha família me dá bastante suporte. Enquanto eu estiver gostando de jogar basquete, está tudo bem para eles. Eles só vão parar de me apoiar quando eu começar a ficar triste e querer começar uma outra carreira.



Qual o melhor momento do jogo?
Além da vitória? Bom, gosto daquela partida que tem o placar bem apertado, que a gente precisa jogar mais até do que sabe e temos que superar os momentos difíceis para ganhar.



Tem alguma superstição antes das partidas?
Eu sempre calço primeiro a meia do pé direito, depois a do esquerdo. Faço a mesma coisa com o tênis. Na quadra, eu entro com o pé direito quando eu lembro. Não é sempre que isso acontece. Eu raramente lembro de fazer isso, mas na hora de me arrumar, nunca deixo de fazer meu ritual.



Fonte: CBB

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Carioca e Maranhense dividem quartos e sonhos na seleção sub-16


Thamara de Freitas é carioca, adora história e detesta matemática. Maria Claudia Teixeira nasceu no Maranhão, odeia história e ama matemática. Mas as diferenças param por aí. As duas são companheiras de quarto na seleção brasileira Sub-16 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, e dividem o mesmo sonho: defender o Brasil na Copa América – Pré-Mundial da categoria em junho, na cidade de Buenos Aires, na Argentina. As duas viajaram juntas para o Sul-Americano Sub-15, realizado no Paraguai, no ano passado, e já aprenderam a conviver com as peculiaridades uma da outra. Enquanto Thamara é mais tranqüila e quieta, Maria Claudia está sempre agitada e falante.

— Dividir o quarto com a Maria Claudia é uma loucura. Ela fala bastante, está sempre inquieta, mas eu estou adorando a convivência com ela. Uma das melhores coisas na seleção é a amizade que a gente faz com pessoas de outros lugares. Aprendemos muito com elas também — comentou Thamara.

— A Thamara é ótima companheira de quarto. Ela é tímida, mas a gente conversa bastante quando estamos só nos duas. Estou adorando conhecê-la melhor, porque ano passado não tínhamos tanta intimidade como temos agora. Ganhei uma excelente amiga — declarou Maria Claudia

Jogadora da Mangueira/Petrobras (RJ), Thamara acumulou 25 pontos em sete jogos no Campeonato Sul-Americano Sub-15. Foi a segunda reboteira do Brasil e a sétima no geral com média de 7.3 (51 no total). Maria Claudia, que defende o Beto Sports (MA), anotou 14 pontos em seis jogos na competição e espera ter a oportunidade de ajudar ainda mais o Brasil este ano.

— O Sul-Americano foi um aprendizado para a Copa América. Podemos chegar bem na competição em junho e, para isso, estamos treinando forte desde agora. Minha meta é me manter entre as doze e estou me dedicando ao máximo para isso. A responsabilidade aumenta quando estamos na seleção, afinal estamos representando o nosso país. Mas encaro numa boa e não me sinto pressionada por isso — disse Thamara.

— A experiência que ganhei no Sul-Americano foi muito boa para o meu crescimento como atleta. Espero amadurecer cada vez mais nessas fases de treinamento e ficar no grupo que vai brigar por uma vaga no Mundial. Estar na seleção é um grande privilégio para mim — acrescentou Maria Claudia.

Se a carreira no basquete não der certo, as duas atletas já sabem o que fazer. Thamara quer ser advogada, enquanto Maria Claudia pretende fazer Medicina.

— Aprendi muito com o basquete. O principal é ter união, não se vence jogo sozinha. Precisamos das nossas companheiras para jogar bem. Pretendo ser jogadora, mas se não der certo quero fazer faculdade de Direito. Pelo menos não vou ter que saber tudo de matemática para ser advogada. É a matéria que eu menos gosto de estudar — explicou Thamara.

— Meus pais praticaram a modalidade e minha mãe sempre ficava insistindo para eu trocar o vôlei pelo basquete. Ela nunca me pressionou, mas sempre ficava no meu ouvido, dizendo que o basquete era melhor. Ainda não sei se vou seguir a carreira profissional. Gostaria muito, mas se não der certo vou fazer Medicina, como minhas tias e tios — concluiu Maria Claudia.