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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Direto da República Tcheca, SporTV transmite Mundial Feminino de Basquete

Milton Leite, Miguel Ângelo da Luz e Bruna Gosling mostrarão detalhes do campeonato a partir do dia 23

Após a disputa masculina na Turquia, é chegada a hora de acompanhar os passos da seleção brasileira no Mundial Feminino de Basquete, que acontecerá entre os dias 23 de setembro e 03 de outubro. Para garantir a cobertura dos jogos, o SporTV enviou para a República Tcheca uma equipe especial que levará ao ar todas as notícias sobre o campeonato, com a narração de Milton Leite, reportagens de Bruna Gosling e os comentários de Miguel Ângelo da Luz, técnico da geração campeã mundial de 1994. O Canal Campeão também exibirá as principais partidas em HD.

O primeiro jogo a ser exibido será a estreia da seleção brasileira contra a Coreia do Sul, no dia 23. O SporTV transmitirá a partida ao vivo, às 10h15. A equipe do Brasil, que contará com o comando do técnico espanhol Carlos Colinas, deverá levar às quadras as pivôs Érika e Kelly, a ala Iziane e as armadoras Hélen e Adrianinha. Com sede nas cidades de Ostrava e Brno na primeira fase e Karlovy Vary na fase decisiva, o Mundial promete grandes emoções. Além da Seleção, outras grandes equipes mostram força na disputa pelo título, como a australiana, atual campeã mundial; a russa e a americana, atual campeã olímpica.

E o SporTV.com também tem algo especial para os fãs do basquete feminino. Até o dia 30 de setembro, os internautas podem participar de promoção que dará uma camiseta de treino autografada e uma bola de basquete para os dois primeiros colocados. O vencedor também ganhará uma camiseta oficial da seleção feminina. Para participar, o candidato deve fazer inscrição no site e dar sua opinião sobre qual era a principal característica da seleção feminina campeã mundial em 1994, na Austrália.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Escola Nacional de Treinadores realiza primeira reunião de trabalho

A Escola Nacional de Treinadores, uma iniciativa da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e que tem o apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), teve a primeira reunião de trabalho neste sábado, em São Paulo. Durante quatro horas, técnicos, preparadores físicos e profissionais do basquete debateram a formatação e parte da regulamentação da Escola e tomaram as primeiras decisões que entram em funcionamento em 2010.
 
— Foi uma reunião produtiva em que todos se mostraram receptivos e confiantes no sucesso do projeto. A Escola Nacional de Treinadores terá os níveis social e escolinha, 1, 2 e 3. O professor Dante de Rose Júnior será o coordenador das quatro linhas de pesquisa que são o desenvolvimento da parte técnica, tática, postura e conduta do técnico e disciplinas gerais — explicou Diego Jeleilate, coordenador do projeto e preparador físico da seleção brasileira adulta masculina.
 
A próxima reunião do grupo de trabalho está prevista para os dias 1º e 2 de fevereiro. Segundo Diego, em 2010 já serão realizados os cursos dos níveis 1 e 3.
 
— Vamos começar no mês de julho com o Nível 3, que é destinado para os técnicos das principais equipes do país. Em dezembro será a vez do Nível 1 para os técnicos das equipes até 14 anos. O curso do Nível 2, técnicos de 14 a 19 anos, será realizado em 2011.
 
O técnico e comentarista do SPORTV, Byra Bello, aposta no sucesso da Escola.
 
— Fiquei radiante e muito feliz com o projeto que é bem organizado e estruturado. O basquete vive um dos seus melhores momentos e extremamente propício para a implantação da Escola Nacional de Treinadores. É o momento de união da comunidade do basquete para o sucesso desse projeto que será muito benéfico para a modalidade. Parabenizo a diretoria da CBB pelo trabalho profissional com que está dirigindo o esporte — disse o técnico Byra Bello.
 
Participaram da reunião do grupo de trabalho Alberto Bial, André Germano, Antonio Silva, Byra Bello, Dante de Rose Júnior, Diego Falcão, Ênio Vecchi, Flávio Davis, Hermes Balbino, Jorge Guerra (Guerrinha), José Alves Neto, José Medalha, Lula Ferreira, Maria do Carmo Ferreira (Macau), Miguel Ângelo da Luz, Paulo Bassul, Tácito Pinto Filho e Vigil Lopez.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Laís, Maria Helena, Vendramini, Barbosa, Macau e Miguel estão entre os convidados para o grupo de trabalho da Escola Nacional de Treinadores da CBB

Neste sábado (dia 19) será realizada a primeira reunião oficial do grupo de trabalho da Escola Nacional de Treinadores, uma iniciativa da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e que tem o apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O encontro no Golden Tulip Park Plaza, em São Paulo, acontece das 14 às 17 horas.
 
— Na reunião, vamos apresentar o projeto, finalizar a regulamentação e montar os comitês que vão desenvolver a parte pedagógica. Vamos trabalhar com profissionais experientes e capacitados e todos com o mesmo objetivo. Posso afirmar que o basquete do Brasil entra numa nova fase. Com a união de todos os profissionais envolvidos no projeto, conseguiremos obter resultados a curto e médio prazo — explicou Diego Jeleilate, coordenador do projeto e preparador físico da seleção brasileira adulta masculina.
 
Foram convidados para fazer parte do grupo de trabalho Alberto Bial, Alexandre Moreira, Antonio Carlos Barbosa, Antonio Silva, Antonio Carlos Vendramini, Ary Vidal, Byra Bello, Cláudio Mortari, Dante de Rose Júnior, Ênio Vecchi, Flávio Davis, Hélio Rubens Garcia, Jorge Guerra (Guerrinha), José Medalha, Laís Elena Aranha, Lula Ferreira, Marcel de Souza, Maria do Carmo Ferreira (Macau), Maria Helena Cardoso, Miguel Ângelo da Luz, Tácito Pinto Filho e Wlamir Marques.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

CBB lança edição 2009 do Nacional e promete liga para 2010

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Depois da conquista do título invicto da Copa América Feminina de Cuiabá e a vaga para o Campeonato Mundial da República Tcheca, em 2010, chegou a hora da disputa do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009). A CBB lançou nesta sexta-feira, em São Paulo, a competição que reunirá atletas campeãs mundiais, medalhistas olímpicas e pan-americanas e campeãs sul-americanas. O CNBF 2009 terá o patrocínio da Eletrobrás e da Eurofarma. A partir de agora, o basquete feminino do Brasil escreve uma nova página em sua história que irá ganhar mais força com a criação da Liga Nacional, em 2010.
 
— Estamos cumprindo todas as nossas promessas de campanha. E uma delas era colocar o basquete masculino e o feminino no mesmo nível, sem distinção. Essa festa que estamos fazendo hoje irá se repetir nos próximos anos. Em 2010, teremos a Liga Nacional Feminina mais forte e com mais equipes. Estamos alavancando o basquete com a ajuda de todos os segmentos da modalidade. A CBB está de portas abertas para a comunidade do basquete. Conto com vocês para recolocar o basquete no lugar que ele merece — explicou o presidente da CBB, Carlos Nunes.
 
— É um momento muito gratificante para o basquete. Sempre ouvimos muitas promessas e quase nada de concreto. Na nova gestão da CBB temos os profissionais certos ocupando seus cargos e fazendo o basquete como tem que ser feito. Hoje eu vejo uma união muito grande em todos os segmentos. Clubes e federações trabalhando em conjunto com a CBB. Estamos resgatando a credibilidade do basquete. Em 2010, vamos fazer a Liga Nacional Feminina que vai ser uma das melhores competições do planeta. O nosso projeto é de médio a longo prazo, mas eu quero antecipar e trazer os resultados o mais rápido possível — explicou a diretora de seleções femininas da CBB, Hortência Marcari.
 
— É o momento de união, atitude e cumplicidade, um querendo ajudar o outro. Chegou a hora do comprometimento de todos os setores do basquete feminino. Precisamos resgatar as nossas atletas que estão no exterior. O Botafogo faz parte desse grupo de oito equipes que disputa o Nacional 2009. Mas tenho certeza que em 2010 teremos mais equipes com a criação da Liga Nacional — disse o supervisor do Botafogo, Miguel Ângelo da Luz, campeão mundial na Austrália (1994) e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996) como técnico da seleção brasileira feminina.
 
— Tudo o que é bom tem que ser feito com vontade. A CBB está de parabéns pela iniciativa de unir federações, clubes, técnicos e atletas em prol do basquete feminino. Todos precisam estar juntos neste recomeço da modalidade. Tenho certeza que vai ser um grande campeonato e que no próximo ano com a criação da Liga vai ser ainda melhor. Temos que colocar o nosso esporte para cima — afirmou a ala Adriana Santos, de Americana, que foi campeã mundial (Austrália 1994) e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996) pela seleção brasileira.
 
— Foi muito positivo esse lançamento do Campeonato Nacional porque o basquete feminino do Brasil tem inúmeras conquistas e precisa voltar a ocupar o seu lugar de destaque no cenário mundial. E o primeiro passo está sendo dado pela CBB reorganizando, profissionalizando e unindo todos os segmentos do nosso esporte. Ano que vem voltarei a jogar no Brasil e quero muito disputar o Campeonato Nacional — disse a pivô Alessandra Santos, campeã mundial na Austrália (1994), medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996) e medalha de ouro na Copa América de Cuiabá (2009).
 
Estiveram presentes ao lançamento do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009) os presidentes das federações do Mato Grosso (Cláudio Barreto), Mato Grosso do Sul (Reginaldo Senna), Rio de Janeiro (Álvaro Almeida) e de Santa Catarina (Oscar Archer), o vice-presidente da Federação Paulista (Carlos Alberto Ayres), o diretor técnico da LNB (Sérgio Domenici); o diretor da BSB Marcelo Dória; atletas, técnicos e dirigentes das equipes do CNBF, além de autoridades do esporte.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

15 anos do Mundial da Austrália – Dawn Staley: “Elas quebraram a nossa defesa”

20090611_905037_1106_TriodeOurogde O povo brasileiro, que ainda lamentava a perda do grande ídolo do esporte nacional, o piloto Ayrton Senna, teve motivos para sorrir novamente. No ano Internacional do Esporte e do Espírito Olímpico, o basquete feminino brasileiro alcançou uma de suas maiores conquistas. Comandadas pelo técnico Miguel Angelo da Luz, o Brasil chegou ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Mundial da Austrália, em 1994. A grande potência mundial da modalidade, os Estados Unidos, caíram diante do talento verde-amarelo na semifinal. Na disputa do título, nem os 2,04m da chinesa Haixia foram suficientes para parar Hortência, Paula, Janeth e companhia.
 
Dia 12 de junho de 1994. Fim de jogo no State Sport Centre, em Sydney. A seleção brasileira vence a China por 96 a 87 e o Brasil inteiro já podia comemorar a conquista inédita do basquete feminino. Na quadra, comemorando muito, um emocionado Miguel Angelo da Luz comenta a vitória.
 
— Estou muito contente. Esse é o fruto que muitos técnicos e muitas jogadoras plantaram no passado e estamos colhendo agora. Trabalho sério que começamos no dia 4 de abril. Nós falamos que poderíamos ter chance. Pouca gente acreditou. Mas os dias foram passando e falamos que elas teriam chance de disputar esse Mundial de igual para igual com outros países e que íamos merecer esse título, essa medalha, esse pódio.
 
Sem poder conter as lágrimas, a rainha Hortência tem dificuldades em expressar o que sente no momento.
 
— Nossa, eu ainda não acredito que tenha acontecido isso. Tudo graças a minha superação, da Paula e de toda equipe. A gente merecia essa medalha. Vamos ficar na história da seleção brasileira com a medalha de ouro.
 
Muito emocionada e ainda sem acreditar que era campeã mundial, a armadora Magic Paula explica como foi chegar ao título.
 
— O Brasil todo sempre teve muito carinho com o basquete feminino. Isso é um trabalho de muitos anos. Acho que é uma vitória para todo o Brasil. Uma vitória dessa geração, que buscou tanto essa medalha de ouro. E para todos aqueles que acompanharam, confiaram e acreditaram no trabalho brilhante que essa equipe fez. Um trabalho consciente e tranqüilo. O título é a retribuição de tudo isso e de todo sacrifício.
 
Chorando muito, Janeth mal consegue achar palavras para descrever a emoção de ganhar o Mundial.
 
— Agora a gente sabe qual é a emoção de ser campeão do mundo. Nós somos as melhores. Tantos anos buscando isso e agora nós conseguimos. Não dá nem para falar direito, que a emoção é muito grande.
 
Medalha de bronze no Mundial da Austrália, a ex-jogadora Dawn Staley foi a quinta cestinha da equipe americana com 81 pontos em sete jogos. Staley, que é dona de três medalhas olímpicas de ouro (1996, 2000 e 2004) e de dois títulos mundiais (1998 e 2002), conheceu o talento das atletas brasileiras e mesmo após 15 anos, se lembra perfeitamente do que Paula e Hortência eram capazes.
 
— Achei a equipe brasileira muito, mas muito experiente. Elas sabiam como jogar com eficácia contra nós. Souberam tirar vantagem dos nossos pontos fracos e quebraram a nossa defesa. Foi ótimo jogar contra uma seleção com suas melhores atletas e era isso que Hortência e Magic Paula representavam para o Brasil. Eu era fanática por basquete há muitos anos e acreditava que os Estados Unidos era o país que produzia os melhores talentos. Mas quando joguei contra as duas, eu soube que o basquete estava sendo jogado em alto nível em todo o mundo. Para mim, elas significam que quando eu estava jogando internacionalmente, eu jogava contra as melhores atletas do mundo — comentou com exclusividade Staley, que atualmente é assistente técnica da seleção americana adulta feminina.

domingo, 7 de junho de 2009

Entrevistas…

Consegui colocar no menu ao lado links para as 46 entrevistas que fiz nesses anos. Vale conferir.

Vale ainda checar a de Miguel Ângelo da Luz, no Bala na Cesta.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

RECORTES: Copa América 1993

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Brasil 82 x 70 Canadá

Hortência (25), Helen (5), Paula (17), Janeth (18), Marta (5), Ruth (10) e Alessandra (2).

sábado, 10 de janeiro de 2009

No Botofago, Miguel Ângelo diz que não esquecerá o basquete feminino

O Engenhão é um dos estádios de futebol mais modernos do Brasil, mas a nova administração do Botafogo tem o objetivo de fazer valer o nome “olímpico” no João Havelange. Recentemente nomeado coordenador de esportes olímpicos do Alvinegro, Miguel Ângelo da Luz diz que sua principal meta será dar vida ao atletismo no local, algo que não acontece desde o fim do Pan de 2007.

- O complexo do Engenhão conta com pista e equipamentos. Meu objetivo é conversar com entidades de atletismo para que competições sejam disputadas lá - explicou.

Treinador da seleção brasileira feminina de basquete que conquistou o título mundial em 1994, Miguel Ângelo da Luz garante que este esporte não será esquecido. No entanto, ele reconhece que o Botafogo ainda precisa buscar o patrocínio de empresas e melhorar sua estrutura em General Severiano.

- Vou começar a bater na porta das empresas para fechar parcerias. O Botafogo tem muita tradição no basquete e no vôlei. Por isso, precisa montar times fortes não apenas na base. Mas teremos de fazer algumas reformas, cobrindo e mudando o piso das quadras de General Severiano, por exemplo - disse.


Fonte: GloboEsporte.Com

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Frases e Links


As nossas seleções (Rodrigo Alves, Rebote)


"A seleção feminina tem chance de conseguir uma medalha."

"Iziane foi vítima do meio ao se recusar a entrar em quadra pela seleção de basquete."

“Jogadores da NBA nunca ganharam nada pelo Brasil”

“Não me deixam mais trabalhar”.

"A saída para o basquete brasileiro é a saída do Grego em 2009."

Miguel Ângelo da Luz, em entrevista à Marcela Reis, na Gazeta On Line.