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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Euroliga feminina quer atletas com 'uniforme colado' por jogo mais atraente

Uma polêmica mudança no uniforme das atletas para a próxima Euroliga feminina tem dividido opiniões no Velho Continente. Em busca de maior atenção para o torneio, dirigentes europeus querem obrigar as jogadoras a abandonar camisetas e calções mais largos para utilizar roupas coladas ao corpo.

Segundo a Fiba Europa, a medida visa aumentar a diferenciação entre o basquete feminino e masculino. As roupas mais justas ajudariam a ressaltar a beleza das atletas e deixariam as partidas mais atraentes para os torcedores. Bermudas estariam proibidas e a peça do vestuário teria uma distância mínima de 10 cm para os joelhos. A questão será discutida no dia 7 de junho, em assembléia entre clubes e federações.

A medida tem causado polêmica entre jogadoras, torcedores e dirigentes. Algumas atletas criticaram publicamente o ‘macaquinho’ e até um abaixo-assinado feito por feministas foi criado na Internet.

“Deveriam explicar porque no basquete feminino é obrigatório e no masculino não há nada sobre mostrar o corpo. Estamos acostumadas a jogar com roupa larga e não vejo motivo para mudanças”, disse a armadora Marta Xargay, do clube espanhol Avenida e da seleção local.

As roupas coladas ao corpo não são novidade no basquete. O Brasil adotou o chamado ‘macaquinho’ para a Olimpíada de Sydney, em 2000, e utilizou o modelo por quase seis anos. A mudança no uniforme, porém, foi feita em comum acordo com as atletas.

“Fomos consultadas e achamos que seria legal para a imagem do basquete”, contou Helen Luz, que utilizou o modelo nas Olimpíadas de Sydney-2000 e Atenas-2004. “No começo foi muito estranho, não estávamos acostumadas e ficamos um pouco tímidas. Mas se tornou natural com o tempo. A maioria das meninas gostava. Vestimos literalmente esta camisa”.

Especialista em marketing esportivo, José Carlos Brunoro questiona a eficiência da medida proposta pela Fiba Europa. Para o executivo, a mudança no uniforme traz poucos benefícios em termos de imagem e ainda pode causar constrangimento entre as jogadoras.

“Não acho que isto deixaria o jogo mais atraente para os torcedores. O que atrai o torcedor é uma partida de boa qualidade”, afirmou Brunoro. “Esta é uma medida problemática dentro de um time, pois nem todas as jogadoras têm um corpo legal. O uniforme deveria ser de acordo com a equipe. Não acredito que este seja o melhor caminho a ser tomado”.

Para Lola Aronovich, professora de literatura da Universidade Federal do Ceará e autora de um dos maiores blogs feministas do Brasil (www.escrevalolaescreva.blogspot.com), este tipo de iniciativa deixa de lado o mérito esportivo e faz com que as atletas passem a ser avaliadas apenas por sua beleza. “Pelo jeito, se não forem atraentes para os homens, não podem jogar. É revoltante que essas profissionais, que vivem para treinar e competir, tenham que se sujeitar a serem sensuais para atrair público”.

“Para os homens que não veem nada de mais em exigir que atletas usem roupas menores, mais justas, mais sexy, fica a pergunta: e se fosse com eles? Por exemplo, mulheres vão muito pouco a estádios de futebol. E se de repente, para atrair mais o público feminino, a FIFA obrigasse os jogadores a usar sunga? Seria justo?”, completou Aronovich.

Mesmo sendo adepta do ‘macaquinho’, Helen faz ressalvas sobre a forma como a questão foi abordada na Europa. “Não acho legal obrigar as atletas a usar. A jogadora tem que estar confortável para atuar. Ainda mais na Euroliga, uma competição que passa por países de culturas diferentes. Do jeito que está sendo feito, não sou a favor”, disse a armadora, que jogou por sete anos no Velho Continente.

Fonte: UOL

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Êga avisa: vai chorar na despedida da "irmãzinha" Helen Luz

Campeã mundial será homenageada na decisão da Liga de Basquete Feminino

 Ega (e) e Elen durante disputa Ega (e) beija Helen após o jogo

Os enxugadores de quadra terão trabalho extra no intervalo da decisão da Liga de Basquete Feminino neste domingo no ginásio da Associação Esportiva São José. A ala-pivô Ega, uma das principais jogadoras de Santo André na finalíssima diante de Ourinhos, está preparada para verter um rio de lágrimas durante a homenagem que a LBF prestará à veterana Helen Luz, que anunciou o fim de carreira aos 38 anos depois de defender Americana nesta temporada. "Nossa, vou chorar tanto que nem sei se terei condições de voltar para o segundo tempo", antecipou.

Ega e Helen são amigas de longa data. Atuaram juntas em Americana e na seleção brasileira, além de terem convivido no basquetebol espanhol. "Nós sempre nos tratamos por irmãs. Tem até uma história engraçada dessa época na Espanha. Eu jogava com a Sílvia, irmã dela, e fomos enfrentar a equipe da Helen. Quando nos encontramos no aquecimento, ela cumprimentou a Sílvia com um ‘oi, Sil’, se virou para mim e sorriu ‘oi, irmãzinha’. As jogadoras do meu time ficaram surpresas e disseram que não sabiam que éramos irmãs. Foi difícil elas entenderem o que estava acontecendo..."

Helen se despede do basquete com um currículo brilhante. Foi campeã mundial na Austrália em 1994 e medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sidney em 2000, além de colecionar uma infinidade de títulos no Brasil e no exterior por clubes e pela seleção. "O basquete, como qualquer esporte, exige dedicação e empenho. Às vezes, é preciso abrir mão da vida pessoal e profissional, mas o esforço vale a pena. Representar o seu país é o maior orgulho que um atleta pode ter. E, para atingir um alto nível, é preciso trabalhar duro ou a carreira acaba cedo", costuma dizer.

Ega é próxima de toda a família Luz, um nome que já faz parte da história do basquete brasileiro. Mas não esconde o carinho especial por Helen. "A gente dividia o quarto na seleção. Ela tem um ótimo caráter e como jogadora foi uma das mais inteligentes que já vi. Além de jogar muito, ela fazia o time jogar", reverencia. Curiosamente, o primeiro título brasileiro conquistado por Helen em 1999 foi o único na história de Santo André. Daquele grupo que fez história para a agremiação do ABC, a pivô Simone é a única que pode chegar ao bicampeonato.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Basquete brasileiro agradece a Helen Luz (CBB)

009b Helen Luz se despediu da vitoriosa carreira de jogadora de basquete esta semana. A campeã mundial (Austrália/94) e medalha de bronze olímpica (Sydney/2000) fez sua última partida como profissional na disputa da semifinal da Liga de Basquete Feminino, defendendo Americana. Dona de um currículo extenso e de uma personalidade marcante, Helen, de 38 anos, recebe o carinho da comunidade do basquete.
 
“A Confederação Brasileira de Basketball agradece a Helen Luz pelos vinte anos dedicados à seleção do Brasil. Helen é um exemplo para todas as gerações do basquete. Sua dedicação, talento, garra e profissionalismo jamais serão esquecidos. Uma líder nata, esteve presente em grandes conquistas do nosso esporte não só com sua habilidade nas quadras, mas com o equilíbrio e disciplina que fez dela uma grande capitã. Obrigado, Helen!” agradeceu Carlos Nunes, presidente da Confederação Brasileira de Basketball.
 
“A Helen foi uma atleta muito importante para o Brasil. Grande companheira, uma pessoa de excelente índole e com um talento maravilhoso. A precisão nos arremessos de três pontos dela impressionou a todos. Fomos companheiras de quarto na primeira seleção adulta dela e pude acompanhar sua evolução e sua conduta sempre correta e amiga” disse Hortencia Marcari, diretora de seleções femininas da CBB.
 
“Desde pequena a Helen é determinada, prestativa, enfim, um exemplo de menina. Tenho muito orgulho de tê-la acompanhado nos primeiros passos no esporte, dos 11 aos 15 anos. Trabalhei com ela outras vezes (em Paulínea, Americana e no Paraná) e posso dizer que ela nunca mudou sua essência. Na última experiência juntos, no campeonato Mundial do Brasil, em 2006, Helen me ajudou bastante com sua vivência. Enfim, foi uma felicidade para mim conhecer não só a Helen, como toda a família Luz”, elogiou Norberto José “Borracha”, primeiro técnico de Helen, no Colégio Divino Salvador, em Jundiaí.
 
“Nos nove anos em que trabalhei com a Helen na seleção, ela sempre foi titular, tanto por sua qualidade técnica como pela postura dentro e fora da quadra. É um exemplo de comportamento a ser seguido por todos”, explicou Antonio Carlos Barbosa, técnico da seleção brasileira feminina adulta de 1997 a 2006.
 
“É sempre difícil encerrar um ciclo, ainda mais de uma carreira tão bem sucedida como a da Helen. Mas como foi uma decisão bem pensada e planejada, ela vai passar muito bem por essa fase de adaptação. Comigo foi assim. A gente precisa primeiro de um tempo para curtir a folga da vida de atleta. Depois, sentimos saudades da quadra e, com o tempo, aproveitamos a nova fase. Boa sorte, Helen“ comentou Janeth Arcain, ex-companheira de Helen na seleção, que encerrou a carreira como jogadora nos Jogos Pan-Americanos de 2007.
 
“A Helen foi uma das atletas de maior equilíbrio emocional com quem trabalhei. Além de grande habilidade técnica, uma pessoa acima de tudo, elegante, dentro e fora de quadra”, concluiu Miguel Ângelo da Luz, técnico campeão mundial em 1994.

Resposta da Helen:

Olá queridos amigos,
Gostaria, mediante a Confederação Brasileira de Basketball agradecer a todos pelas mensagens de carinho que recebi até agora desde a minha última partida como jogadora profissional de basquete.
Quero aproveitar para agradecer aos profissionais com os quais convivi, desde técnicos até os roupeiros, passando pelos dirigentes, médicos, fisioterapeutas, jogadoras, jornalistas e torcedores que tanto carinho me deram nos diferentes clubes em que eu joguei.
Vou me esforçar como sempre fiz para melhorar o basquete brasileiro, só que agora do lado de fora da quadra.
Não quero terminar sem agradecer a Deus pelo talento que me deu, onde eu pude me doar ao máximo em todos os momentos da minha carreira. Aos meus pais, meus irmãos e demais familiares, meu marido e a família dele, que me acolheu como filha.
Obrigada e que Deus os abençoe a todos.
Helen Luz

A gravidez e o telefone

- No segundo semestre, o Brasil vai disputar o Pré-Olímpico. Se o seu telefone tocar, e do outro lado estiver o Ênio Vecchi, te chamando para voltar… não tem nenhuma chance?
- Não. Eu espero estar grávida quando me ligarem [risos].

Essa é a pergunta final de uma excelente entrevista do Rodrigo Alves (Rebote) com a recém-aposentada Helen Luz.

Vale a pena conferir na íntegra: aqui!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Helen revela vontade de trabalhar nos bastidores do basquete

Depois de ficar sete anos jogando na Europa, a armadora Helen Luz está de volta às quadras brasileiras. A armadora foi contratada pelo time de Americana em abril deste ano e será um dos destaques da Liga de Basquete Feminino (LBF), lançada oficialmente nesta terça-feira.

Em sua primeira temporada, a LBF contará com a campeã mundial como o seu principal destaque, uma vez que o torneio estreará com muitos nomes desconhecidos do grande público. Após anos distante, Helen comemorou seu retorno ao Brasil.

"Tudo tem etapas na vida, já aproveitei lá fora. A jogadora sabe o momento de parar e é legal voltar ao Brasil jogando. Foi uma decisão pessoal, que uniu o útil ao agradável, já que eu gosto bastante da cidade de Americana", disse Helen, que conquistou os Jogos Abertos do Interior defendendo a cidade.

Sobre a Liga, a jogadora sabe que será difícil, porém ressalta que o mais difícil é começar. "É uma realidade dura, mas também não é novidade o que vou enfrentar, já sofri bastante por aí. Tem que começar para poder evoluir. Vai dar certo e o trabalho vai ser bem feito", disse a otimista jogadora.

Com 37 anos, Helen já pensa na aposentadoria e dá o recado: quer participar da administração do basquete brasileiro. "Terminando a minha carreira, estou aí. Quero ajudar", disse a armadora, que não se vê como técnica na modalidade no futuro.

"Não quero ser técnica, muita dor de cabeça. Quero ficar gerenciando, aprendi muito da administração do esporte lá fora. Quero ajudar para que o basquete possa evoluir", afirmou Helen, que vê o Americana como um dos favoritos no estreante torneio.

"Somos favoritos, sim, mas se vamos ganhar já não sei. O técnico está fazendo um bom trabalho, estou aprendendo muito e estou gostando bastante do estilo dele. Estou aqui para ser campeã", concluiu Helen.

Fonte: Gazeta Esportiva

"Bela e atrevida", Liga de Basquete Feminino estreia no sábado

Com as palavras "bela, atrevida, charmosa e vencedora" figurando nos cartazes espalhados pelo Spaço Quatá, na Vila Olímpia, a Liga de Basquete Feminino foi oficialmente lançada. O torneio, que pretende incentivar a modalidade no Brasil, começa neste sábado, com a partida entre Santo André e Americana.

A LBF é uma idealização dos próprios clubes, sendo uma competição independente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Em sua primeira temporada, o torneio contará com oito clubes: Americana, Basquete Clube (Araçatuba), Catanduva, Ourinhos, Santo André e São Caetano, representando o Estado de São Paulo, ao lado de Joinville, de Santa Catarina, e Mangueira, do Rio de Janeiro.

O evento contou com a participação de Hortência, diretora da seleção brasileira, uma das incentivadoras do campeonato. Segundo a ex-jogadora, este torneio será um divisor de águas no basquete brasileiro, importante para o desenvolvimento da modalidade no país. "A Liga representa uma nova etapa no basquete feminino. Vocês viram que o torneio veio com uma roupagem diferente. Ficou perfeito. Agora você percebe que é o basquete feminino", disse Hortência, referindo-se ao slogan mais delicado da LBF.

A Liga age sob a chancela da CBB, que arca com os gastos de transporte, alimentação, hospedagem e também com metade dos custos com arbitragem. Para Hortência, é importante dar este apoio ao basquete feminino para que ele possa se estabilizar um dia.

"É uma ação com a CBB, uma empresa de marketing e os clubes trabalhando juntos, acho que o perigo de isto não dar certo é muito menor. O feminino ainda não consegue andar com as próprias pernas, por isso que nós temos que ajudar", disse a Rainha do Basquete, que acredita que "a Liga tem que estar na rua para que isso aconteça".

Em seu projeto inicial, a LBF teria 10 equipes participantes, mas no final apenas oito foram confirmadas. Apesar de não ter um número ideal para se ter um torneio forte, o presidente da Liga, Márcio Cattaruzzi, afirmou que está tudo certo para que a competição comece bem.

"Após as duas desistências, organizamos as oito equipes e está tudo preparado para começar e seguir o caminho normal da competição. Os clubes conseguiram todo o patrocínio que se propuseram a fazer, juntaram os recursos para atender arbitragem, hospedagem, alimentação e transporte", afirmou Cattaruzzi.

O presidente disse ainda que o Novo Basquete Brasileiro (NBB) foi a inspiração da Liga, e elogiou o torneio masculino brasileiro, que começou sua terceira temporada no último final de semana. "O NBB está bem estruturado. Os homens estão fazendo acontecer. O mais importante é tirar o basquete da CBB, esta é a proposta diferente dos outros torneios. Precisa colocar o campeonato na rua", completou.

Já Carlos Nunes, presidente da CBB, definiu o lançamento da LBF como sendo "um dia histórico, um passo importante para o desenvolvimento do esporte", sabendo que tem uma grande jornada pela frente.

Entre as jogadoras, o nome de Helen Luz chamou a atenção. Após sete anos jogando fora do país, Helen voltou para o basquete brasileiro e defenderá o Americana na primeira temporada da Liga. "Só falta um título para encerrar a carreira com chave de ouro: o da Liga de Basquete Feminino", brincou Helen, que comemorou o incentivo ao esporte no país. "Estava na hora de fazer alguma coisa, de voltar os olhos para o basquete feminino no Brasil, vai ser muito bom", acrescentou.

Formato da Liga de Basquete Feminino - A competição terá quatro fases. Na classificação, as oito equipes se enfrentarão em dois turnos. As duas melhores já garantirão vaga nas semifinais, enquanto as outras quatro jogarão o playoff no sistema melhor de três partidas nas quartas de final (terceira colocada pegará a sexta e a quarta decidirá a vaga contra a quinta. A fase de semifinal será definida em uma série de cinco jogos contra as vencedoras dos duelos das quartas.

O mando de quadra será sempre do time que tiver melhor posicionado na fase de classificação, ou seja, poderá decidir a série em seu ginásio. A primeira final da Liga de Basquete Feminino será uma partida, realizada em quadra neutra, no dia 27 de fevereiro de 2011.

Fonte: Gazeta Esportiva

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Americana é campeã dos Jogos Abertos

Campeã mundial de basquete em 1994, a armadora Helen Luz ajudou Americana a sagrar-se bicampeã da Divisão Especial dos Jogos Abertos do Interior de Santos, na tarde de hoje (8), no Ginásio da Unisanta. A equipe superou Catanduva por 76 a 72, na prorrogação, depois de empate em 66 pontos no tempo regulamentar, e, coincidentemente ganhou o segundo título em Santos. O primeiro foi em 2003. A ala Karen, de Americana, foi a cestinha, com 24 pontos. A partida foi especial para Helen, que se despede da modalidade neste ano. “Desde 2002 que não disputava os Abertos e essa competição é muito intensa. Tem um ritmo frenético, mas também temos contatos com inúmeros atletas de outras modalidades. E essa interação é positiva. Foi mais um motivo para lutar tanto para trazer essa taça para Americana”, disse a jogadora de 37 anos, que esteve presente em 10 edições do JAI. Helen, que atuou por sete anos na Europa, destacou o alto nível dos Jogos Abertos. “Os seis primeiros colocados do Campeonato Paulista estavam na busca por uma medalha. Essa vitória confirmou o bom momento de Americana, já que ganhamos o Estadual e agora vamos lutar pelo título brasileiro”, complementou. A alegria de Helen, porém, não foi completa porque no time adversário estava sua irmã, Sílvia Luz, que ficou com a prata. “Vencer é sempre bom, mas ganhar de alguém que a gente ama nem sempre é. Mas, a vida é assim. Um dia a gente ganha, outro perde. E tenho certeza que, apesar de tudo, ela ficou feliz com a minha conquista”. Além de Helen, a decisão do título feminino do basquete da Divisão Especial do JAI contou com outras três atletas da Seleção Brasileira: Karen, de Americana, Sílvia e Palmira, de Catanduva.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Hortência quer Alessandra e Helen nos bastidores da Seleção

Campeãs mundiais em 1994, a pivô Alessandra e a armadora Helen Luz se despediram da Seleção Brasileira de basquete com o nono lugar no Mundial, na República Checa. Isto, entretanto, não significa que elas ficarão afastadas da equipe: no que depender de Hortência, as duas voltarão em breve a ter participação no time verde-amarelo. Só que, desta vez, fora das quadras.

"Eu conto com a Helen como minha gerente e conto com a Alessandra em algum cargo que eu ainda vou estudar", comentou a diretora de seleções femininas da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). "Vamos capacitar a Helen e a Alessandra será alguma coisa internacional, porque ela fala cinco línguas e conhece tudo e todos no mundo inteiro", afirmou.

Respectivamente com 38 e 37 anos, Helen e Alessandra já tinham se despedido da Seleção, mas mudaram de ideia para atender a um pedido da "Rainha do Basquete", que assumiu o cargo em maio de 2009 disposta a fazer uma revolução na modalidade depois de anos de má gestão por parte do ex-presidente da CBB, Gerasime "Grego" Bozikis.

Como reconhecimento, a despeito da má campanha da República Checa, as jogadoras foram homenageadas em Karlovy Vary, onde o time nacional fez suas últimas partidas no Mundial.

"Fizemos uma homenagem para elas, levamos flores e tudo. Elas ficaram super emocionadas. Não na quadra, mas as duas continuam com a gente", assegurou Hortência. "As duas são muito importantes para esta continuidade e temos que ter pessoas do basquete trabalhando juntas", destacou.

Fonte: Terra

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nove anos depois, Nacional 2010 deve contar novamente com as três irmãs Luz

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A próxima edição do Campeonato Nacional deve marcar o reencontro entre as três irmãs da família Luz nas quadras.

Um Nacional não contava com as três ao mesmo tempo desde 2001, quando as irmãs defendiam o mesmo clube: o Paraná Basquete, que perdeu o título daquela edição para o Vasco da Gama.

Depois disso, as três se dispersaram entre outros clubes, experiências no exterior e retornos esporádicos ao Brasil.

Depois dos já anunciados retornos de Helen (Americana) e Silvinha (Catanduva), Cíntia também voltará.

Ela reforça a equipe de Blumenau, onde já treina.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ajustado, Brasil pode vencer qualquer equipe, avalia Helen Luz

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Bruno Pongas

Veterana de 37 anos, a armadora Helen Luz segue no selecionado brasileiro com um acúmulo de tarefas: além de guiar o time dentro das quadras, usa da experiência para orientar as jovens jogadoras fora delas.
Após anunciar sua aposentadoria da equipe depois do Mundial de 2006, disputado na capital paulista, Helen resolveu voltar no ano passado motivada por uma nova ideologia para o basquete feminino.
“Eu retornei o ano passado (2009) justamente pela nova gestão, pela ilusão de dar uma renovada no basquete feminino”, explicou. “De um ano pra cá já é nítida (a melhora), principalmente para nós que estamos aqui. Temos visto uma melhora na estrutura, além da tranquilidade que temos tido para trabalhar”.

Helen também falou sobre o novo treinador, o espanhol Carlos Colinas, que assumiu a equipe após a conturbada passagem de Paulo Bassul pelo comando técnico.
“É um basquete moderno que está se jogando mundialmente, e o Carlos (Colinas) vem colocando isso em prática. Ele está se aproveitando das nossas características e qualidades para implantar a filosofia dele. Acho que com isso temos chances de fazer um grande campeonato”.
Quando Helen falou em campeonato ela se referia ao Mundial da República Tcheca, disputado entre os dias 23 de setembro e 3 de outubro. O Brasil brigará na primeira fase com as tradicionais Espanha e Coreia do Sul, além de Mali. 
“É um grupo nivelado”, analisou. “Acho que temos que nos preocupar com a gente e cometer o mínimo de erros. Bolas perdidas, passes errados, essas coisas nós temos que diminuir, porque num Mundial pesa muito”.
Helen emendou: “Diminuindo esse número de erros e se fortalecendo na defesa a gente pode ganhar de qualquer equipe. Acho que temos chance de fazer um grande campeonato”.
Por fim, a armadora falou sobre o trabalho da ex-jogadora Janeth Arcain como assistente técnica e sobre como sua experiência pode auxiliar as jovens atletas brasileiras.

“O ano passado a Janeth já fez esse trabalho. Nesse ano ela está super bem, super forte”, avaliou. “Agora já vemos ela com cara de técnica. Ficamos super felizes, porque além de ela estar ensinando como técnica, ela passa coisas de jogadora. É um ‘plus’ que ela tem, e nós que estamos ganhando com isso, porque aprendemos muita coisa do que ela viveu em quadra. Para o nosso grupo é fantástico”.
“Eu e a Alê (Alessandra) fomos as que mais participaram de mundiais. Eu aceitei esse novo desafio (de voltar à equipe) porque acho que posso ajudar muito as meninas com minha experiência. É um grupo novo, tem muita menina nova, com energia e vontade de jogar o Mundial”, finalizou.
Na República Tcheca, o Brasil de Helen Luz faz sua estreia no grupo C, diante das sul-coreanas, duelo que acontece no dia 23 de setembro. Em seguida, as comandadas de Carlos Colinas confrontam Mali (24) e Espanha (25).

Fonte: IG Esporte

sábado, 26 de junho de 2010

Unimed mostra força e é campeã paulista de 2010 (O Jogo)

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Foi uma noite inesquecível para o basquete feminino de Americana. A equipe da Unimed, depois de começar perdendo por 2 a 0 o playoff final do Campeonato Paulista de Basquete Feminino, mostrou força para reagir e fechar em 3 a 2 a série melhor-de-cinco. O ápice da história foi quinta-feira (24), no Ginásio Pedro Dell´Antônia, na Vila Pires, em Santo André, no confronto que definiu o título da temporada 2010.

Apoiadas por aproximadamente 300 torcedores que foram ao ABC, as meninas do técnico Luiz Zanon derrotaram o time da casa por 71 a 61 (31 a 35 no primeiro tempo) e sagraram-se campeãs estaduais. A Unimed não ganhava um campeonato desde 2003, quando conquistou o Paulista e o Brasileiro. A festa foi intensa na casa do adversário, com jogadoras, comissão técnica, dirigentes e torcida extravasando toda alegria pela vitória.

O jogo foi digno de final de campeonato. Santo André foi um pouco melhor no primeiro tempo, vencendo o primeiro quarto por 15 a 12 e o segundo por 20 a 19. A Unimed sobrou no segundo tempo. Com defesa agressiva e sob comando de Karla Costa e Helen Luz, a equipe de Americana, gradativamente, passou a dominar as ações em quadra, enquanto o adversário começou a cometer erros em excesso. A Unimed venceu o terceiro quarto por 19 a 13 e o último período por 21 a 13, fechando o jogo em 71 a 61.

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Antes mesmo do cronômetro zerar, da arquibancada já ecoavam os gritos de "é campeão!". Ao final da partida, jogadoras, comissão técnica, dirigentes e patrocinadores se abraçaram e não faltou choro de alegria. A delegação retornou a Americana na madrugada de hoje. No início da tarde, aconteceu evento na sede da VivoSabor Alimentação. Logo após, houve carreata pelas principais ruas e avenidas de Americana.

Karla Costa foi a cestinha do jogo com 22 pontos. Também pontuaram pela Unimed: Mamá (5), Carina (10), Karina (7), Fabi (2), Karen (9), Helen (12) e Fabão (4).

KC22: "Foi a conquista da superação e merecimento"

kc22 Ídolo da torcida e destaque nos jogos finais, a lateral Karla Costa, a KC22, teve o privilégio de levantar a taça do Campeonato Paulista como capitão da equipe. Depois de muita comemoração e fotos com os torcedores, a jogadora falou ao O JOGO sobre o título.

"Foram cinco jogos difíceis, mas nossa conquista foi a conquista da superação, do merecimento. Nossa equipe foi muita criticada, judiada, mas mostrou que tem valor. Devíamos um título para Americana e para os patrocinadores. O título agora está aí", afirmou KC22.

"Voltei para ser campeã. Estou muito feliz. Merecemos o título por toda superação que tivemos", disse a armadora Helen Luz, outro destaque da Unimed e que retornou do basquete europeu recentemente.helenpp

"É o tipo de conquista que ninguém pode contestar, não há questionamento. Superamos Catanduva, que era apontada como grande favorita, e agora batemos Santo André depois de sair perdendo por 2 a 0. Nossa primeira missão do ano está cumprida. Temos outras pela frente", comentou o técnico Luiz Augusto Zanon, que faz história como campeão com time masculino e com equipe feminina.

"Tivemos alguns momentos complicados ao longo do campeonato, mas em momento algum as meninas perderam o foco no trabalho. Todos nós tínhamos confiança naquilo que estávamos fazendo e o resultado veio. Me enche de orgulho saber que a parte física foi importante na conquista do título", falou o preparador físico Vita Haddad.

Bastidores do título da Unimed – Zaramelo Jr

- O jogo começou com 40 minutos de atraso porque o ônibus que levava a delegação da Unimed ao ginásio ficou preso em congestionamento monstro pelas ruas de Santo André.
- O atraso acabou sendo benéfico, pois a chegada das jogadoras coincidiu com a chegada dos ônibus dos torcedores. A troca de energia positiva começou fora do ginásio.
- Karla Costa, a KC22, desceu do ônibus com a cara fechada, amarrada, sinal de concentração total. E ela jogou muito.
- Torcida de Americana deu show na arquibancada do Pedro Dell´Antônia. Apoiou do início ao fim. A torcida da casa, mesmo em maior número, foi goleada pelos americanenses.
- Além dos ônibus, muita gente de Americana foi ao ABC paulista de carro.
- Parentes de integrantes da comissão técnica de Santo André meteram pressão para que não fosse liberado um espaço para a torcida da Unimed. Um carequinha mau-humorado e uma moça histérica queriam que os americanenses ficassem no fundo do ginásio, mas o policiamento liberou e a galera fez a festa.
- Dos patrocinadores da equipe, dois estavam em Santo André: Alexandre Brochi, da VivoSabor Alimentação, e Émerson Oliveira, da Folhamatic.
- Mario Antonucci, secretário de Esportes, também marcou presença no jogo que valeu o título à Unimed. Ele abraçou e beijou quem apareceu pela frente. E fez a entrega da taça à capitã Karla Costa.
- A família do prefeito Diego De Nadai foi apoiar a equipe de Americana. Estavam no ginásio o pai Oswaldo, a irmã Talita e o cunhado Rodrigo Siqueira.
- Débora Costa e Leila Zabani, jogadoras campeãs nascidas em Americana, assim como Babi Honório, tiveram o apoio dos pais e dos irmãos.
- O último título da Unimed havia sido o Nacional de 2003, com vitória sobre Ourinhos, também na casa do adversário. Daquela época, os remanescentes são o preparador físico Vita Haddad e as jogadoras Babi Honório e Karen Gustavo.
molina - Na comemoração, a taça caiu das mãos da pivô Mamá e uma parte ficou solta. Mas nem isso serviu para tirar o ânimo das campeãs.
- Ricardo Molina, presidente da ADCF Unimed, estava em êxtase. Foi seu primeiro título desde que assumiu o comando do basquete da cooperativa médica. "PQP, ganhamos essa p...!!!", não cansava de gritar o dirigente.
- Molina queria que jogadoras, comissão técnica e patrocinadores jantassem em churrascaria da Capital, mas em razão do horário avançado, mais de meia-noite, nenhum local estava aberto.
- Por isso, ficou mesmo num lanche no Frango Assado da Rodrebolationovia Bandeirantes.
- Vita Haddad desfilava todo orgulhoso pela lanchonete com a medalha de campeão no peito. "Amanhã cedinho vou entregar essa medalha para minha filha", disse o preparador físico.
- Os ônibus das jogadoras e dos torcedores chegaram em Americana durante a madrugada, por volta das 3h. Os veículos tiveram que desviar de congestionamnto na Marginal, em São Paulo.
- Pela ordem, as próximas competições da Unimed são Jogos Regionais, em julho, Jogos Abertos do Interior, em outubro, e Liga Nacional, a partir de 30 de outubro.
- A armadora Natalinha, que jogou pela Unimed em 2009, foi a Santo André levar seu apoio às amigas da equipe de Americana.
- O JOGO foi ao Pedro Dell´Antônia. Estive lá ao lado do fotógrafo Allisson Roberto.
- O cartola multiuso Roberto Camacho não aguentou a tensão e ficou o jogo todo do lado de fora do ginásio. Só voltou quando escutou a torcida gritando "Americana!" e "É campeão!". O coração do glorioso Tio disparou
- Na foto da coluna, o rebolation de Karina Jacob e Karla Costa.

Zaramelo Jr

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Vídeo (EPTV): http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,18310;1,americana+campea.aspx

Fonte: Jornal O Jogo

Campeãs paulista desfilam pela cidade

Clodoaldo Santos | TodoDia Imagem O time de basquete feminino de Americana, que conquistou o título paulista quinta-feira, ao bater Santo André no ABC, foi recepcionado no início da tarde de ontem na empresa Vivo Sabor, uma das patrocinadoras da equipe, em Americana, e depois percorreu as principais ruas e avenidas da cidade sobre um carro de som. A ausência foi o técnico Luiz Augusto Zanon.

O preparador Vita Haddad, que há anos participa do projeto de basquete da Unimed. “O trabalho em equipe é tudo e posso dizer que é fantástico trabalhar com vocês (grupo de atletas). Passamos juntos por todas as dificuldades”, comemorou. Para a ala Karla, uma das principais jogadoras da equipe, o time “tinha algo a mais” para buscar o título e não se abalou com as críticas.

O secretário de Esporte, Mário Antonucci, era um dos mais animados com a conquista do time americanense. “Vínhamos há vários anos tentando a conquista e sempre batia na trave. Desta vez foi diferente. Vocês não sabem a alegria que deram a Americana. Agora temos pela frente os Jogos Regionais, e com certeza não terá pra ninguém”, comemorou.

Para o presidente da Unimed Americana, Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa, Rafael Moliterno, a conquista é “de muita importância e incentivo para as garotas que fazem parte das categorias de base”. Americana tem pela frente os Regionais, no mês que vem, depois o Brasileiro e os Abertos.

LUIZ PENINHA

Fonte: Todo Dia

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Fonte: Jornal O Liberal

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Americana faz primeiro jogo da final do Paulista em Santo André

fabicaet Nesta quinta-feira (24), a equipe de basquete feminino viajará até o ABC paulista, onde dará inicio a disputa pelo título do Campeonato Paulista de 2010 contra a equipe de Santo André, em partida realizada no ginásio municipal Pedro Dell’Antonia, às 20h, primeira da série melhor de cinco jogos.

Na fase de classificação, as equipes se enfrentaram em duas oportunidades (turno e returno), com vitória de Americana jogando em casa, pelo placar de 77 a 74, e com uma vitória do Santo André no ABC, pelo placar de 68 a 51.

A equipe de Americana, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal, VivoSabor, Unimed, Folhamatic, FAM e Dahruj, vem treinando forte durante toda a semana, tanto o condicionamento físico, sobre a orientação de Vita Haddad, preparador físico da equipe e também da Seleção Brasileira feminina adulta, quanto a parte tática.

A armadora de Americana, Helen Luz, que aparece entre as jogadoras com melhor média de lances livres e cestas de 03 pontos nas estatísticas do campeonato, e convocada à Seleção Brasileira para a fase preparatória para o Sul Americano e Mundial, avalia as dificuldades que a equipe americanense encontrará jogando na quadra do adversário, porém ressalta o bom momento que vive a equipe e a coletividade das jogadoras “Estamos bem treinadas e concentradas para a decisão. Santo André é uma equipe muito forte, não é a toa que está na final. Serão dois jogos muito difíceis que teremos pela frente lá (Santo André), mas acredito que se mantivermos a concentração, e soubermos nos portar taticamente e emocionalmente em quadra, nossa equipe tem potencial para fazer bons resultados” comentou a atleta.

O Treinador Luiz Augusto Zanon também exalta o bom momento da equipe “Estamos satisfeitos com o crescimento que viemos apresentando. Estar na final brigando pelo título é sempre um grande momento. Sabemos que a dificuldade será muito grande, e esperamos realizar uma boa final”.

A cidade de Americana receberá a partida válida pela série final na segunda-feira (21), às 21h, no ginásio do Centro Cívico. 

Fonte: Assessoria de Imprensa Esportiva - Unimed de Santa Bárbara d'Oeste e Americana

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Americana e Santo André saem na frente na semifinal do Paulista

ariadnasl O Americana saiu na frente na série melhor-de-três do playoff - semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2010 ao derrotar o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, na noite desta quarta-feira (09 de junho), por 73 a 59 (36 a 20 no primeiro tempo), em duelo realizado no ginásio Municipal Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), na cidade de Americana (SP). As maiores pontuadoras foram Helen, 20 pontos e 06 assistências, e Carina Felippus, 14 pontos e 02 assistências, pelo time da casa; Palmira, 18 pontos e 11 rebotes (double-double) e Micaela, 12 pontos e 07 rebotes, em favor do visitante.

O segundo jogo da série, que pode ser o decisivo, será jogado no sábado (12 de junho), às 18h00, em Catanduva (SP). Uma vitória garante o Americana na final do estadual.

Já o Santo André/Semasa passou pelo Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, mesmo atuando no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP), por 79 a 62 (40 a 30 no primeiro tempo). As atletas mais efetivas do encontro foram Fernanda Beling, 17 pontos e 11 rebotes (double-double) e Patrícia Chuca, 17 pontos, 09 rebotes e 04 assistências, pelo time do Interior; Ariadna, 26 pontos, 05 rebotes e 05 assistências, e Paula, 16 pontos, em favor do representante do Grande ABC.

O segundo jogo da série, que pode ser o decisivo, será jogado no sábado (12 de junho), às 18h00, na cidade de Santo André (SP). Uma nova vitória coloca o Santo André/Semasa na decisão.

Frederico Batalha

Fonte: FPB

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Subindo a Colina: Armadoras

imagemenquete

A primeira etapa da enquete aqui no blog para definir a convocação de Carlos Colinas para o Mundial se encerrou essa semana.

Os leitores sugerem a manutenção do mesmo trio que disputou a Copa América no ano passado: Adrianinha, Natália e Helen.

As três suplentes seriam na ordem: Vanessa Gattei, Bethânia e Débora da Costa.

A enquete prossegue essa semana com a votação para as alas.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Catanduva vence e encerra primeiro turno do Paulista na liderança invicta

O Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC manteve o 100% de aproveitamento no Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2010 ao derrotar o Santo André/Semasa, na noite desta quinta-feira (22 de abril), mesmo atuando no ginásio Municipal Pedro Dell´Antonnia, na cidade de Santo André (SP), por 79 a 68 (40 a 31 no primeiro tempo), no fechamento do turno da fase inicial. Com a vitória, o time comandado pelo técnico Edson Ferreto chegou aos 12 pontos, decorrentes de seis resultados favoráveis.

As cestinhas da partida foram Êga (22 pontos, 10 rebotes e 02 assistências - double-double) e Tayara (14 pontos), pelo time do Grande ABC; Palmira (18 pontos e 03 rebotes) e Gil (17 pontos e 09 rebotes), em favor da agremiação do Interior.

O espanhol Carlos Colinas, que foi apresentado oficialmente como técnico da Seleção Brasileira Adulta Feminina na manhã desta quinta-feira (22 de abril), em São Paulo (SP), esteve acompanhando a este clássico, ao lado da diretoria de seleções do naipe feminino da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Hortência Marcari.

- Estamos observando individualmente as jogadoras, analisando a postura, seja defensiva ou mesmo ofensiva. Este é o início do conhecimento e familiarização do Carlos Colinas com o as jogadoras que atuam por aqui, mas foi muito bom, já que a partida foi bastante disputada - comenta Hortência, salientando que o treinador seguirá com as observações nestes próximos dias.

No outro confronto, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos passou pelo Americana, mesmo atuando no ginásio Municipal Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), na cidade de Americana (SP), em duelo bastante disputado e decidido apenas nos segundos finais, por 52 a 50 (28 a 20 no primeiro tempo).

As atletas mais efetivas foram Karen (18 pontos, 09 rebotes e 01 assistência) e Helen (12 pontos e 04 assistências), pelo time da casa; Fernanda Beling (22 pontos e 04 rebotes), Chuca (12 pontos, 05 rebotes e 02 assistências) e Flávia Luiza (11 pontos, 11 rebotes e 01 assistência - double-double), em favor do visitante.

A classificação final deste primeiro turno é esta: 1o) Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, 12 pontos (06 vitórias); 2o) Santo André/Semana, Colchões Castor/FIO/Uimed/Ourinhos e Americana, todos com 10 pontos (04 vitórias e 02 derrotas); 5o) São Caetano/UNIP, 08 pontos (02 vitórias e 04 derrotas); 6o) Basquete Clube, 07 pontos (01 vitória e 05 derrotas); e 7o) Divino/COC/Jundiaí, 06 pontos (06 derrotas).

O returno será aberto no sábado (24 de abril) com a partida isolada entre Americana e Divino/COC/Jundiaí, às 18h00, na cidade de Americana (SP). No domingo (25 de abril), mais dois confrontos: Basquete Clube x Santo André/Semasa, ás 17h00, em Araçatuba (SP); e Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos x São Caetano/UNIP, às 17h00, em Ourinhos (SP).

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Americana enfrenta Ourinhos pela última rodada do primeiro turno

helenamericana Pela última rodada do 1º turno do Campeonato Paulista de Basquete Feminino, a equipe de Americana enfrentará nesta quinta-feira (22), às 20h, a equipe de Ourinhos, em partida que ocorrerá no Ginásio Principal do Complexo Poliesportivo Centro Cívico, em Americana.

A partida também marcará a estréia da armadora Helen Luz diante da torcida de Americana

Segundo a jogadora Karina, a equipe está concentrada e motivada para o jogo “Estamos treinando em um ritmo forte, focando o bom resultado. Acredito que a equipe esteja bem preparada e concentrada para fazer uma boa partida. Jogaremos com o apoio da torcida, e é sempre bom sentir o apoio vindo das arquibancadas na hora do jogo” comentou a jogadora.

Americana ocupa o segundo lugar do campeonato, ao lado de Santo Andre, com nove pontos acumulados em cinco jogos.

Já no sábado (24), a equipe americanense abre o 2º turno do Paulista em confronto contra o Jundiaí, às 18h, também em Americana.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Únicos invictos, Catanduva e Americana se enfrentam nessa quinta-feira

027b O ‘Clássico dos Invictos’, envolvendo Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC e Americana, que acontece nesta quinta-feira (15 de abril), às 20h00, no ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), válido pelo turno da fase inicial do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010, vai apontar o time que segue na liderança, de forma isolada, da competição. As duas equipes ponteiam o estadual, ambas com oito pontos conquistados, decorrentes de quatro resultados positivos.

Para a experiente Natália Burian, do time catanduvense, o duelo será bastante acirrado e quem cometer menos falhas terá chances maiores de vencer. “O jogo vai ser complicado e vai ganhar aquele que errar menos, mas são duas grandes equipes e ainda existem dois grandes técnicos envolvidos. Quem souber administrar melhor o seu time, com certeza, sairá com vitória, por isso a nossa equipe vem trabalhando forte para terminar o turno inicial em primeiro”, analisa a armadora, que vive um grande momento na carreira.

“Olha, acho que não só eu, como o time inteiro, vem se destacando. O grupo está trabalhando duro e com um único objetivo, que é tentar trazer o bi Paulista para Catanduva”, complementa Natália.

Já Luis Zanon, técnico do Americana, terá o desfalque da lateral Karla, cestinha do time, que se recupera de contusão, mas poderá contar com a estréia da experiente Helen Luz, contratada recentemente. “O jogo tende a ser muito duro, pois vencer Catanduva em seus domínios, que tem um volume de jogo forte, é sempre muito difícil, mas vamos tentar conseguir esse feito inédito, já que desde que cheguei à Americana, não obtive resultado positivo atuando lá. Vamos jogar sem a Karla, uma das nossas principais jogadoras, que deverá ficar de fora por cerca de 20 dias, mas teremos a estréia da Helen, ainda sem estar no seu melhor ritmo”, comenta.

“Vamos lutar bastante e buscar essa vitória, que nos manterá na liderança do estadual”, complementa Zanon.

A última vez que esteve em quadra, o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC bateu o São Caetano/UNIP; enquanto o Americana passou pelo Santo André/Semasa.

O São Caetano/UNIP (6o colocado) e o Santo André/Semasa (3o colocado) buscam a recuperação no ‘Clássico do Grande ABC’, que será disputado no ginásio Municipal Armando Lima e Silva Corujeira, na cidade de São Caetano do Sul (SP). No seu compromisso mais recente, o time andreense perdeu para o Americana; enquanto a agremiação de São Caetano do Sul foi batida pelo Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC.

E, complementando a jornada, mais um clássico regional, agora envolvendo Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (4o colocado) e Basquete Clube (5o colocado), às 20h00, no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). Na rodada passada, o time de Ourinhos perdeu para o Santo André/Semasa; enquanto a equipe de Araçatuba derrotou o Divino/COC/Jundiaí.

domingo, 11 de abril de 2010

Americana vence Santo André na prorrogação

O Americana manteve a invencibilidade e de quebra se juntou ao Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC na liderança do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010 ao derrotar o Santo André/Semasa, no tempo extra, no início da noite deste sábado (10 de abril), por 77 a 74 (65 a 65 no tempo normal e 36 a 39 no primeiro tempo), em duelo válido pela quinta rodada do turno da fase inicial, disputado no ginásio Municipal Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), na cidade de Americana (SP).

As equipes de Americana e Catanduva lideram com oito pontos conquistados, decorrentes de quatro resultados positivos. Já a equipe do Grande ABC aparece logo atrás, na terceira colocação, com sete pontos (03 vitórias e 01 derrota).

O time andreense levou ligeira vantagem nos dois períodos iniciais, terminando o primeiro tempo três pontos à frente do rival. O terceiro quarto, entretanto, foi dominado completamente pela equipe da casa, que conseguiu uma vantagem de nove pontos (14 a 05), passando a comandar o marcador.

Mas, a reação do Santo André veio rapidamente, deixado o último quarto eletrizante, com as duas equipes se alternando no comando do marcador.

Faltando apenas 05 segundos para o encerramento do quarto período, Americana perdia pelo placar de 65 a 63, e chegou ao empate no arremesso da atleta Karen. “Fico feliz em ter ajudado a equipe. Nós tínhamos apenas cinco segundos para tentar empatar, o técnico Zanon pediu tempo e disse à equipe que quem ficasse com a bola teria que decidir o jogo. Eu recebi o passe da Babi na esquerda e arremessei. Fui feliz no lance e consegui marcar os pontos para a equipe” contou a jogadora.

No final, o empate demonstrou bem o equilíbrio entre os times. Na prorrogação, o time de Luis Zanon, contando com apoio da torcida, conseguiu um rendimento melhor e garantiu a importante vitória.

Os principais nomes da partida foram Carina (20 pontos e 03 assistências) e Karen (14 pontos, 04 rebotes e 03 assistências), pelo time do Interior; Êga (16 pontos e 13 rebotes – double-double), Tayara (14 pontos e 03 assistências) e Ariadna (14 pontos, 09 rebotes e 03 assistências), em favor do representante do Grande ABC.

No intervalo da partida deste sábado, foi apresentada a torcida a jogadora Helen Luz, nova contratada da Equipe de Americana “Gostaria de agradecer o apoio de Americana, em depositar confiança em mim. Considero-me uma pessoa privilegiada em voltar pra casa, pois considero Americana minha casa, por ser o último clube brasileiro em que joguei no Brasil, antes de ir para a Europa. Vou me esforçar ao máximo para dar o meu melhor pela equipe” declarou Helen sobre seu retorno ao Brasil.

O Americana volta a quadra na quinta-feira (15 de abril), às 20h00, em Catanduva (SP), para enfrentar o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC. Já o Santo André/Semasa tentará a recuperação contra este mesmo adversário, no dia 22 de abril (quinta-feira), ás 20h00, jogando em Santo André (SP).

COMPLEMENTO

O Basquete Clube e o Divino/COC/Jundiaí lutam pela primeira vitória no estadual, neste domingo (11 de abril), às 17h00, no ginásio Municipal Dr. Plácido Rocha, na cidade de Araçatuba (SP), no complemento da quinta rodada do turno da fase inicial.

As duas agremiações dividem a sexta colocação na classificação geral, ambos com quatro pontos, decorrentes de quatro resultados negativos. Na última vez que esteve em quadra, o time da casa foi superado pelo São Caetano/UNIP; enquanto a equipe visitante perdeu para o Americana.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Helen Luz de volta à Americana

image2002-01-17_AmericanaxxGuaru_Helenb A Equipe de Basquete Feminino de Americana anunciará oficialmente no próximo sábado (10), a contratação da armadora Helen Luz, como reforço para a temporada 2010.

A jogadora, que atuou nos últimos 08 anos fora do Brasil, assinou contrato de um ano com a equipe americanense, e será apresentada para a imprensa no sábado às 17h. Para os torcedores, a apresentação será no intervalo da partida entre Americana e Santo André, pela quarta rodada do Campeonato Estadual, que ocorrerá  no mesmo dia às 18h, na quadra principal do Complexo Poliesportivo do Centro Cívico, em Americana.

A contratação da jogadora foi comemorada pelo presidente da ADCF, Ricardo Molina “A Helen dispensa comentários. É uma grande profissional e tenho certeza que, juntamente com toda a equipe, fará uma ótima temporada”.

O técnico Luiz Augusto Zanon também comentou a chegada da nova jogadora “Ela é uma atleta de Seleção Brasileira, é diferenciada, e chega para agregar valor a nossa equipe. Neste retorno ao Brasil, ela traz na bagagem uma grande experiência adquirida na Europa e nos outros países por onde jogou. É uma jogadora que possui uma boa leitura de jogo, e dentro do meu estilo, acredito que ela será muito importante para que possamos brigar pelos nossos objetivos nesta temporada” avaliou o técnico.

A jogadora atuou nos últimos anos pelas equipes espanholas do Barcelona, Rivas, Cadi La Seu D´Urgell e Hondarribia, além de compor a equipe principal da Seleção Brasileira na conquista do título da Copa America de 2009, realizada em Cuiabá.

domingo, 4 de abril de 2010

Carlos Colinas encontra Helen e Érika na Espanha

O técnico da seleção brasileira adulta feminina, Carlos Colinas, esteve em Madri, na Espanha, no sábado, e acompanhou a vitória do Ros Casares sobre o Estudiantes por 79 a 58 com 14 pontos e cinco rebotes da brasileira Érika de Souza. Após o jogo, Colinas se reuniu com a pivô e com a ala/armadora Helen Luz para uma conversa sobre o planejamento da equipe nacional para a temporada 2010.
 
— O encontro com as duas atletas foi muito positivo e agradável. Conversamos sobre o momento atual do basquete feminino e o planejamento que temos para a seleção brasileira para esta temporada, em que vamos disputar o Campeonato Sul-Americano e o Mundial da República Tcheca este ano. O duas se mostraram comprometidas com a seleção brasileira e esperam que a nova etapa seja excelente para todos — comentou Carlos Colinas.
 
O técnico já está na Itália, onde vai acompanhar o confronto entre Club Atlético Faenza e Família Wüber Schio nesta segunda-feira (dia 5), às 15h30 de Brasília. Após a partida, Colinas se encontra com a armadora Adrianinha Pinto e com a pivô Alessandra Santos.
 
Colinas retorna à Espanha para acompanhar o Final Four da Euroliga, que será realizado de 9 a 12 de abril, na cidade de Valencia. O time da ala Iziane Marques está na fase decisiva da competição e o técnico aproveita a oportunidade para conversar com a jogadora. No dia 14, Colinas retorna a Madri para assistir às partidas da semifinal da Liga Espanhola e chega ao Brasil no dia 21.