Quando pequena, Clarissa fazia esporte por fazer. Não se interessava muito, mas era vista por muitos técnicos como uma promessa no atletismo. Até descobrir o basquete. Incentivada por uma professora, trocou os arremessos de peso e lançamento de discos pelas quadras. Hoje, anos mais tarde, liderou Americana ao título da Liga de Basquete Feminino (LBF) com uma campanha impecável. Eleita melhor jogadora do campeonato, a pivô, constante nas convocações da seleção brasileira, diz que, por ela, não teria largado atletismo. Mas sabe que também não teria alcançado o nível atual se não tivesse optado pelo basquete.
- Poderia estar no atletismo até hoje. Mas chegou uma hora que precisei escolher. Eram muitas viagens, então acabei ficando no basquete. E deu certo.
Após a vitória de Americana sobre Ourinhos, Clarissa recebeu o prêmio de melhor jogadora do campeonato das mãos de Hortência. Apesar de reconhecer o talento de uma das maiores jogadoras do basquete brasileiro, a pivô diz que só foi conhecer a história da atual diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete quando já estava representando o país.
- Eu não acompanhava muito esporte. Claro, conhecia a Hortência, mas só fui saber da sua história mesmo quando estava no Pré-Olímpico da Colômbia, no ano passado. É uma honra receber um prêmio desses dela.
Com mais uma atuação decisiva, Clarissa foi fundamental para a conquista de Americana. Com a presença do técnico na seleção, Luiz Cláudio Tarallo, no ginásio, a pivô garante que só pensou no título durante toda a partida.
- Eu trabalhei duro para chegar ao título. Sei que ele estava aqui para ver o jogo, mas fiz o meu trabalho sem pensar nisso. Queria ser campeã. Se for convocada para os Jogos Olímpicos, ótimo. Mas isso será consequência do meu trabalho.
Para a jogadora, o momento é de aproveitar a conquista da equipe, que teve apenas uma derrota em toda a competição – para Santo André, nas semifinais.
- Agora é só aproveitar. Aproveitar esse momento, essa conquista. Nós trabalhamos muito duro para chegarmos aqui. Esse título é consequência de um trabalho muito duro.
Fonte: Globo Esporte
- Poderia estar no atletismo até hoje. Mas chegou uma hora que precisei escolher. Eram muitas viagens, então acabei ficando no basquete. E deu certo.
Após a vitória de Americana sobre Ourinhos, Clarissa recebeu o prêmio de melhor jogadora do campeonato das mãos de Hortência. Apesar de reconhecer o talento de uma das maiores jogadoras do basquete brasileiro, a pivô diz que só foi conhecer a história da atual diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete quando já estava representando o país.
- Eu não acompanhava muito esporte. Claro, conhecia a Hortência, mas só fui saber da sua história mesmo quando estava no Pré-Olímpico da Colômbia, no ano passado. É uma honra receber um prêmio desses dela.
Com mais uma atuação decisiva, Clarissa foi fundamental para a conquista de Americana. Com a presença do técnico na seleção, Luiz Cláudio Tarallo, no ginásio, a pivô garante que só pensou no título durante toda a partida.
- Eu trabalhei duro para chegar ao título. Sei que ele estava aqui para ver o jogo, mas fiz o meu trabalho sem pensar nisso. Queria ser campeã. Se for convocada para os Jogos Olímpicos, ótimo. Mas isso será consequência do meu trabalho.
Para a jogadora, o momento é de aproveitar a conquista da equipe, que teve apenas uma derrota em toda a competição – para Santo André, nas semifinais.
- Agora é só aproveitar. Aproveitar esse momento, essa conquista. Nós trabalhamos muito duro para chegarmos aqui. Esse título é consequência de um trabalho muito duro.
Fonte: Globo Esporte


No primeiro tempo, um passeio. Atual campeão, Santo André não tomou conhecimento do Basquete Clube mesmo na casa do adversário e foi para o intervalo com 48 a 27 no placar. Mas o time do ABC paulista relaxou. E viu as donas da casa conseguirem uma reação incrível: 73 a 71, em Araçatuba, em jogo isolado nesta quarta-feira.