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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Frases para crianças assustadas com o jogo Ourinhos 56 x 68 Catanduva

1) Com o Ginásio Monstrinho lotado, Catanduva e Ourinhos jogaram um basquete da pior categoria. Uma pena que asChora não, logo vai acabar! crianças – tão focalizadas pelo SPORTV – tenham assistido um esporte que parece de tudo um pouco, menos com o basquete.

2) A bola frequentou pouco a cesta, num show de arremessos tresloucados.

3) Da linha de três, foram 31 arremessos equivocados (17 de Ourinhos e 14 de Catanduva).

4) Nos dois pontos, foram 54 os erros (37 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

5) Registrem-se ainda os 43 erros adicionais (26 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

6) Assustadora a inércia do técnico de Ourinhos Urubatan Paccini, que depois que perdeu sua armadora Bethânia, colocou a reserva Ângela. Dezessete minutos depois, sacou a menina que fazia uma partida regular e improvisou Karen na armação. Foi um show de horrores. E o que fez Uruba? Nada. Aliás, o mesmo quando seu time tomava cestas seguidas de Êga, num insistente replay de erros de marcação.

7) No meio desse filme de terror, Gilmara comeu a bola no garrafão, com 19 pontos (9/12 nos 2 pts) e 12 rebotes. Até minha amiga Palmira (21 pontos) não comprometeu, apesar de aquele basquete não ter fôlego para algo mais consistente que o fundo do poço que nos metemos.

8) Em Ourinhos, merece menção a disposição de Micaela. Nada mais.

9) O quinteto Karen-Mamá-Tatiana-Karina-Kelly teve uma atuação tão ruim, mas tão ruim, que faltam-me os adjetivos. Vou tentar simplificar dizendo que a eficiência da atuação das cinco somadas resultou em 18, o mesmo número da atuação isolada de Micaela.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Quatro jogos pelo Nacional, na terça-feira

A quinta semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008) prossegue nesta terça-feira com quatro partidas: Mangueira/Petrobras (RJ) x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), no ginásio da Mangueira, no Rio de Janeiro (18h de Brasília); São Caetano (SP) x São Bernardo/Associação/Metodista (SP), no ginásio da Escola SEMEF, em São Caetano (20h); Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) x Clube Doze/Floripa (SC), no ginásio Centro Cívico, em Americana (20h); e Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP), no ginásio do Sport, em Recife (20h30).

A equipe de Americana segue na liderança invicta com 100% de aproveitamento em 11 jogos (11 vitórias) e já está classificada para a semifinal. Na segunda posição vem Ourinhos com 90% em dez partidas (nove vitórias e uma derrota), seguido do Catanduva com 70% em dez jogos (sete vitórias e três derrotas). O Santo André está na quarta colocação com 45.5% em 11 partidas (cinco vitórias e seis derrotas), Em quinto lugar aparece o São Bernardo com 40% em dez jogos (quatro vitórias e dez derrotas). O Sport Recife ocupa a sexta posição com 36.4% em 11 confrontos (quatro vitórias e sete derrotas). Nos três últimos lugares estão São Caetano, Mangueira e Floripa com 30%, 27.3% e 10%, respectivamente.

MANGUEIRA (8º) x OURINHOS (2º)

— Sabemos que Ourinhos é uma equipe forte, que joga de forma certinha. Não fizemos uma boa partida lá e perdemos feio (89 a 59). Mas o time está muito mais entrosando e confiante. Estamos fazendo bons jogos e acho que em casa vamos dar mais trabalho para Ourinhos — declarou a ala Renata Oliveira, Mangueira.

— O time da Mangueira atravessa um bom momento na competição e está dificultando muito a vida dos adversários. Por isso, devemos ter cuidado com a equipe carioca, principalmente dentro da casa delas. Precisamos defender bem e segurar a pivô Clarissa, que é o ponto forte da Mangueira — explicou a pivô Tatiana, de Ourinhos.

AMERICANA (1º) x FLORIPA (9º)

— O mais preocupante para o grupo nesse momento é o cansaço. O fundamental agora é cuidar da parte física. Mas a equipe está bem e vamos jogar em casa, que é um fator determinante. Quando um time está invicto, todos querem ganhar dele, o que torna a situação muito delicada. Então, temos que corrigir algumas falhas e nos concentrarmos no nosso grupo e não nas equipes adversárias — analisou a ala Adriana Santos, de Americana.

— Enfrentar Americana será realmente uma pedreira para nós. A equipe paulista está mostrando sua força dentro e fora de casa e é o melhor time do campeonato. Temos que primeiro superar a nós mesmos e fazer um bom jogo. Mas acredito no time, que vem ganhando mais entrosamento e melhorando a cada partida, apesar da nossa delicada posição na tabela — explicou a armadora Paula, do Floripa.

SÃO CAETANO (7º) x SÃO BERNARDO (5º)

— Precisamos muito dessa vitória para continuar na briga por uma vaga na semifinal. Para ganhar, concentração será fundamental, evitando ao máximo os erros que podem fazer o adversário gostar do jogo. Temos que melhorar a movimentação de bola no ataque, para suprir a falta da ala Lilian e da ala/armadora Priscila, que continuam machucadas — disse a pivô Lidiane, de São Bernardo.

SPORT RECIFE (6º) x CATANDUVA (3º)

— Não esperávamos a derrota para Americana na sexta-feira em casa. Sabemos que é uma equipe forte, mas aqui em Recife, na nossa quadra, nós também somos. Perdemos nos últimos quatro minutos do último quarto. Mas amanhã faremos de tudo para ganhar de Catanduva. Sabemos que é uma equipe muito boa, apesar de ter sofrido alguns desfalques. Elas não perdem tempo. Se a defesa estiver desarrumada, elas vêm com tudo — comentou a armadora Gislaine, do Sport.

— É um jogo importante e precisamos vencer, mas não ser nada fácil. O Sport tem uma torcida dedicada, que pressiona o adversário. Mas o nosso time está motivado para buscar a vitória fora de casa. Temos que fazer uma defesa forte e principalmente, constante, para que o ataque flua com mais facilidade o jogo inteiro — disse a pivô Izabela, de Catanduva.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Ourinhos bate Catanduva em jogo equilibrado


Pela terceira semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008), Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) derrotou o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) por 75 a 72 (37 a 43 no primeiro tempo), no ginásio Anuar Pachá, em Catanduva. A cestinha da partida foi a ala/armadora Palmira Marçal, com 20 pontos. A principal pontuadora de Ourinhos foi a pivô Mamá, com 17 pontos.

— Foi um jogo disputadíssimo. Não começamos bem na defesa e acabamos perdendo o primeiro tempo por seis pontos (37 a 43). Voltamos do intervalo marcando um pouco melhor e conseguimos segurar a vantagem no final. O importante foi a vitória contra um adversário tão forte como Catanduva. Agora é trabalhar para defender melhor nas próximas partidas — disse a pivô Tatiana Conceição, de Ourinhos.

A equipe de Americana segue na liderança isolada da competição com 100% de aproveitamento em sete partidas (sete vitórias). Em segundo lugar está Ourinhos com 87.5.7% em oito jogos (sete vitórias e uma derrota). Catanduva e Santo André dividem a terceira posição com 62,5% em oito partidas (cinco vitórias e três derrotas). O São Bernardo vem em quinto lugar, com 42.9% em sete partidas (três vitórias e quatro derrotas). O Sport Recife e o São Caetano aparecem em sexto com 28.6% em sete jogos (duas vitórias e cinco derrotas). Mangueira e Floripa dividem a oitava colocação com 14.3% em sete jogos (uma vitória e seis derrotas).

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Ourinhos e Americana vencem na rodada do Nacional


No encerramento da primeira semana do 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2008), o Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) ganhou do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) por 73 a 57 (28 a 33 no primeiro tempo), em Americana, com 19 pontos da cestinha Adriana Santos. A principal pontuadora de Catanduva foi a ala Palmira Marçal com 17 pontos. Em Santo André, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) venceu o Santo André (SP) por 71 a 58 (29 a 32). As cestinhas da partida foram Simone Lima, de Santo André, e Tatiana Conceição, de Ourinhos, com 17 pontos cada. Americana e São Bernardo lideram com 100% de aproveitamento em duas partidas (duas vitórias) e são as únicas equipes invictas.

— Não fizemos um bom primeiro tempo, deixamos o adversário gostar do jogo e terminamos cinco pontos atrás. No intervalo a técnica Branca deu uma chamada no grupo e voltamos para a etapa final com outra atitude. Isso mostra a força da equipe que soube sair de uma desvantagem para ganhar por 16 pontos — comentou a ala Adriana Santos, de Americana.

— Foi uma partida disputada e equilibrada nos três primeiros períodos com as duas equipes se alternando na liderança do placar. Somente no último quarto conseguimos acertar a defesa e imprimimos nosso ritmo para obter a segunda vitória em três jogos — disse o técnico Urubatan Paccini, do Purinhos.

Três jogadoras fizeram um Duplo-Duplo nos dois jogos desta sexta-feira: Sílvia Gustavo (Catanduva) – 14 pontos e 13 rebotes; Simone Lima (Santo André) – 17 pontos e 11 rebotes; e Tatiana Conceição (Ourinhos) – 17 pontos e 10 rebotes.

quarta-feira, 12 de abril de 2006

A Hora de Tatiana Conceição







No início do mês, uma notícia chamou atenção.

Uma pivô brasileira, com destaque no basquete universitário norte-americano acabou sendo incluída no draft da temporada da WNBA.

No último dia 05, data do draft, Tatiana Castro Conceição não foi escolhida.

De qualquer maneira, a indicação deve marcar a passagem de Tati ao basquete "profissional".

Prestes a completar os estudos, Tati ainda fará testes em equipes da WNBA nesse mês, não descarta a possibilidade de jogar na Europa e pretende buscar uma chance na seleção brasileira.

Esses foram alguns dos assuntos que Tatiana abordou em entrevista exclusiva ao Blog do Basquete Feminino.


Tati, no Brasil onde e quando você começou a praticar o basquete? Por quais cidades e técnicos você passou?

Eu comecei jogar na escolhinha de basquete no DEFE, em São Paulo, aos dez anos de idade. Com 12 anos, comecei a jogar na Lacta/Santo André, com a técnica Andréia. Participava também dos treinos das categorias infatil e infanto, com a técnica Arilza Coraça. Quando Santo André perdeu o patrocínio da Lacta, eu fiz teste na equipe do Sundown Bike, em Jundiaí. Lá, joguei durante sete anos antes de vir para cá, com os técnicos Jair, Mina e Tarallo.

Quando e como apareceu a oportunidade de ir para os Estados Unidos? Fale sobre essa decisão.

A oportunidade apareceu no ano de 2002, quando tivemos uma clínica em Jundiaí com técnicos americanos. Recebi o convite, mas não levei muito a sério. Com o tempo, vi que era para valer. Tive muito apoio da minha mãe. Ela nunca permitiria que eu deixasse essa oportunidade passar.

Nesse período, qual você acredita que foi o aspecto em que seu jogo mais evoluiu?

Com certeza, na defesa e na habilidade com a bola e nos chutes de três pontos.

Como foi a adaptação ao basquete e à vida nos Estados Unidos?

A maior dificuldade, com certeza, foi aprender o inglês. No meu primeiro ano, eu fazia o que eu queria nos jogos, porque eu não entendia meu técnico. [risos]. Mas depois me adaptei com tudo: desde a comida até a neve.

Você já concluiu a faculdade? Em qual curso?

Ainda tenho mais dois semestres para concluir minha faculdade. Estou no quarto ano de educação física, com ênfase em educação.




Como foi essa última temporada em Missouri? Como o time se saiu na NCAA?

Foi muito boa e gratificante. Fomos campeãs da nossa conferencia. No ano passado, havíamos perdido na final, depois de duas prorrogações. Então isso estava entalado na garganta.

Na NCAA, infelizmente perdemos nosso primeiro jogo [72-45 para Stanford]. Não tivemos uma boa noite. Nossas adversárias eram muito boas.

Nesses quatro anos, você tem sido elogiada e premiada. Fale sobre alguns dos prêmios que recebeu na última temporada. Qual mais te marcou?

Agradeço muito a Deus pelos títulos e premiações que conquistei em quatro anos aqui. Mas acho que o que marcou mais foi ganhar o título de melhor jogadora da minha conferência, no ano passado.

Você esperava a indicação para o draft da WNBA? Quando e como ficou sabendo?

Sabia que havia a possibilidade de ser indicada, mas não esperava. Fiquei sabendo pelo meu técnico. Fiquei feliz, mas consciente de que muitas outras jogadoras também haviam sido indicadas.

Quais são seus planos no momento? Você pensa em começar "profissionalmente" no basquete? Já há algum contato?

Com certeza, essa é uma meta: quero muito jogar profisionalmente, seja aqui ou na Europa. Já tenho um agente que está trabalhando comigo.

Ainda vou participar de alguns try-outs na WNBA na próxima semana. Espero que dê certo.

Fale um pouco sobre sua posição, estilo de jogo, altura...

Jogo de pivô, tenho 1,85 m. O que me fez ter sucesso foi aprender a jogar em quase todas as posições. Sou originalmente pivô, mas sei bater bola como lateral e tenho um bom chute também.

Você pensa em seleção brasileira?

E por que nao? Eu participei em várias seleções brasileiras infanto e juvenis. Mas não tive a change de participar da adulta ainda. Gostaria muito de jogar pelo meu país

Um bate-bola pra encerrar:

Um prato: qualquer comida que seja brasileira.
Uma cidade: São Paulo
Uma música: Unbreakable, Alicia Key
Um livro: Pai rico, pai pobre
Um filme: Sonho de liberdade
Um time: Corínthians
Um técnico: Pat Summit (Tennessee Coach)
Um ídolo: Jay-z
Um título: Campeão Infanto em 98
Uma colega: Fernanda Beling ( mais que colega, uma amiga-irmã)
Uma estrangeira: Candace Parker
Uma quadra: a do Clube São João, em Jundiaí
A bola que eu chutei e caiu: uma com 3 segundos no relógio
A bola que eu chutei e não caiu: nemhuma em especial
O jogo que eu não esqueço: quando perdemos para o BCN em 99
O jogo que eu tento esquecer e não consigo: meu primeiro jogo na NCAA
Uma marcadora: a Aide
Um sonho: jogar como professional e ter meu próprio negócio.