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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Que esporte é esse na Tv?

88757029 "O que eu quero com basquete? Tanto jogo bom passando hoje e ficam transmitindo basquete?"

Essa era a indignação de um ilustre desconhecido que observava meu contorcionismo para acompanhar Brasil x Argentina, na terça-feira, na sala de embarque do Aeroporto de Cumbica.

"Essa semana foi estranha. Tão estranha que eu me vi torcendo pela seleção de basquete. Uma coisa que não acontecia desde nem sei quando... desde Paula e Hortência!"

Um dos apresentadores do programa 'Fim de Expediente', da CBN na última sexta-feira.


São apenas dois exemplos com os quais me deparei na última semana, que mostram como o torcedor brasileiro está desacostumado com o basquete. Espero por uma reconciliação em breve.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Pra não dizer que não falei dele(s)


Raras vezes arrisquei comentários sobre basquete masculino nesse espaço. A eliminação da seleção no Pré-Olímpico, na semana passada, no entanto, me motivou a quebrar esse protocolo.

Antes do torneio começar, a onda de otimismo com a chegada de Moncho e o resultado dos amistosos me levaram a torcer por um enredo de final redentor, no qual a seleção ficasse com a vaga olímpica, mesmo desfalcada de suas "estrelas".

No dia da estréia, o trabalho só me permitiu assistir o jogo contra o Líbano nos momentos finais do terceiro quarto. De pé, em frente a uma televisão de hipermercado, com a narração abafada pela reprodução de um DVD gospel na seção do lado, resisti até o final. Achei horrível. Fiquei decepcionado com a apresentação dos jogadores reservas, donos da oportunidade àquela altura da partida. Convenci-me ali, que, com aquele banco, o time não teria chances no torneio. Tentei afastar essa certeza, com justificativas pouco racionais ( da “tensão da estréia” ao barulho do supermercado), mas falhei.

Infelizmente, estava certo. Pela terceira vez consecutiva, a seleção masculina fracassou no torneio. A mais nova derrota reacende uma série de discussões sobre a péssima gestão de Grego à frente da Confederação. E espero que a dor e a indignação da eliminação persistam vivas até o próximo ano, quando, enfim, tal senhor possa ser democraticamente destituído do cargo, nas eleições para presidência da entidade.

No meio de tantas notícias ruins para o masculino, tenho notado a construção de uma grande figura à margem dos holofotes. Holofotes esses dominados pelos próprios desmandos de Grego ou por "estrelas" peladeiras e egos inflados no mundo hollywoodiano da NBA. Distante de tudo isso, existe o grande Tiago Splitter. Não bastassem as impressionantes qualidades do pivô dentro de quadra, o catarinense é dono de virtudes incomuns fora dela. Inteligente, sensato e coerente em suas declarações. Respeitador das hierarquias e de seus companheiros. Dedicado à sua seleção, apesar de todos os conhecidos pesares. Todas essas características emprestam a Splitter um brilho, que a derrota não apaga, e que ele parece disposto a conservar em meio a sua fabulosa ascensão no basquete europeu.

Termino esse texto, voltando à minha praia: reforçando minha torcida pela irmã de Tiago, Michelle e ansioso por novas e boas notícias dela.

sábado, 19 de julho de 2008

A Ira da Rainha

"Estamos mal mesmo."

" [Se] opresidente da república só pode se candidatar a uma reeleição, (...), porque os presidentes de confederações se eternizam?"

"Acorda, GREGO!"

É ela, Hortência, em seu bloglog

O novo fracasso dos homens