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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Basquete Feminino precisa tomar um Chá de Roese

roese Na segunda-feira, escrevi aqui sobre a prata da seleção sub-18 feminina na Copa América. Apesar da conquista das meninas, meu texto manifestava uma preocupação: como torná-las adultas?

Ontem cheguei em casa quando a seleção sub-18 masculina fazia a final da mesma competição, contra o mesmo adversário – os Estados Unidos. O resultado foi em tese ‘o mesmo’: a prata.

Só pude ver o quarto final do jogo e passei uma boa parte da noite tentando digerir o basquete apresentado pelos rapazes comandados pelo técnico Walter Roese. O que vi foi realmente impressionante: a seleção masculina sub-18 joga um basquete moderno (no que de melhor isso queira dizer), solidário, inteligente, intenso e cheio de garra. Os meninos mereciam a conquista do título e estiveram muito, mas muito perto dela (81-78), ao contrário das meninas (81-38).

Hoje pela manhã quando vi o release da CBB sobre a conquista do masculino, uma frase de Roese resumia o que eu queria dizer sobre aquele jogo:

“Os meninos jogaram muito bem e chegaram aqui numa categoria juvenil e estão retornando adultos.”

Essa é a diferença básica entre a conquista do masculino e a do feminino. E essa diferença nos resultados é certamente ilustrativa de quanto a capacidade de um técnico inteligente e capacitado – como Roese – pode fazer por uma geração de atletas.

No feminino, há apenas dois técnicos nas categorias de base (Tarallo e Janeth), que também são os únicos assistentes da seleção adulta. Nada contra a dupla. Mas parece-me claro que o basquete feminino precisa de um pouco mais. Precisa de um Roese. Não o próprio, que tem sua trajetória a seguir com esse grupo. Mas de alguém como ele. Será que não seria benéfico incluir nesse grupo nomes novos (ok, Hortência está apostando em Cristiano Cedra) ou uma geração que ainda pode contribuir ao processo (Macau, Mila, Guilherme Vos, Borracha) ou ainda em técnicos brasileiros que (como Roese) tem experiência no exterior, como Júlio Pacheco e Otavio Battaglia?

Acho que se inspirar nos bons resultados não é demérito algum, não é mesmo, Hortência?

ENTREVISTA - Damiris

06damiris Com cinco anos de carreira, Damiris do Amaral vem se firmando a cada dia como um dos destaques da nova geração do basquete feminino brasileiro. A pivô, de 17 anos e 1,92m, acaba de voltar dos Estados Unidos com a medalha de prata da Copa América Sub-18 e a vaga para o Mundial Sub-19 de 2011 na bagagem. Na competição, que acabou no último domingo (27), Damiris confirmou mais uma vez seu potencial e, com 45 pontos em cinco partidas, foi a cestinha da competição junto com a armadora Tássia. Damiris foi também a segunda melhor reboteira da competição (53 no total). O talento da pivô chamou a atenção do técnico Carlos Colinas, que a convocou para a seleção adulta. Damiris ganhou uma folga após o vice-campeonato e se junta ao grupo que já está em Barueri (SP), nesta sexta (2) à noite.

Que balanço você faz da Copa América?
Foi demais. Garantir a presença da nossa geração em um campeonato mundial é uma sensação maravilhosa. Era o nosso principal objetivo e ter cumprido nossa meta é motivo de orgulho. Quando vencemos a Argentina e garantimos a vaga, a alegria não cabia na gente. Na partida contra o Canadá ficamos um pouco ansiosas, mas a união do grupo fez a gente superar as dificuldades e decidir o título.
Qual a sensação de subir no pódio?
Foi a minha terceira vez (a pivô foi campeã sul-americano sub-17 em 2009 e medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, em março deste ano) e continua sendo maravilhoso. A medalha de prata dá uma sensação de quero mais e a gente sente falta de ouvir o hino nacional. Mas fomos até onde podíamos, com muita garra e determinação. Subir no pódio é uma emoção que não cansa.

O que foi determinante para o sucesso do Brasil na competição?
A evolução técnica e a união do grupo. Treinamos para a Copa América desde fevereiro e o Tarallo (técnico) sempre motivou a equipe para treinar e jogar cada vez melhor. O mais importante é que formamos um time unido, que vibra junto e conversa bastante dentro e fora de quadra. Tudo isso ajuda para o sucesso do Brasil nas competições.
Foi possível conhecer um pouco de Colorado?
Tivemos um dia de folga e fomos ao shopping, claro. Demos uma volta e fizemos umas comprinhas. Como toda adolescente nos Estados Unidos, queríamos levar umas lembrancinhas para casa.
E a comida era boa?
O que americano faz de melhor, os atletas precisam evitar, né? Não podemos chegar muito perto de doces, frituras, essas coisa. Recebemos orientações da nutricionista e ficamos no cardápio bem equilbrado, com arroz, salada, carne, macarrão. A comida no refeitório era boa, só não tinha o nosso feijãozinho preto, mas a competição foi curta e deu para aguentar.

Durante a competição, o que você fazia para se divertir?
Fora os treinos, jogos e a hora do descanso, que é sagrada, estávamos sempre reunidas em áreas do hotel. Conversávamos muito e jogávamos cartas para nos distrair. Mas divertidas mesmo são as conversas e piadas, principalmente da Aruzha e da Tássia, as maiores brincalhonas do grupo.

Como você analisa o seu desempenho na Copa América?
Foi a competição em que mais tive tempo em quadra e fico feliz por ter jogado bem. O mais importante é ter ajudado o Brasil a alcançar os objetivos. Mas sempre fica a sensação de que podia ter dado mais. Sou muito crítica comigo e acho que posso melhorar, principalmente nos arremessos. Para isso é preciso continuar treinando, treinando e treinando.
O grupo viajou para Colorado com Hortência e Janeth. Como foi?
Eu comecei no clube da Janeth, onde joguei durante quatro anos. O convívio com ela é sempre um enorme aprendizado. Além da Janeth, Hortência e Paula (que deu uma palestra em Jundiaí durante os treinos) também passam uma experiência de vida que impressiona. Em Medellín, a Janeth nos disse que ser campeã sul-americana é muito bom, mas é pouco para uma geração talentosa. Isso nos motiva a querer sempre mais, por nós e pelo nosso basquete.

Você é apontada como uma grande promessa do basquete feminino. Como lida com isso?
Agradeço e fico feliz com os elogios ao meu jogo, mas não penso muito nisso e não deixo que isso me suba a cabeça. Tenho é que continuar treinando e jogando com dedicação e responsabilidade.
Você treinará com a seleção adulta. Esperava ser convocada pelo Colinas?
Sinceramente, não esperava. A ficha demorou a cair. Eu e a Tássisa estávamos em Jundiaí com a sub-18. No fim do treino, o Tarallo nos reuniu e contou a boa notícia. Foi uma festa, todos bateram palmas e ficaram muito felizes por nós. Eu fiquei pensando “é comigo mesmo”? Acho que a ficha só vai cair mesmo quando eu chegar em Barueri.
Qual sua expectativa em relação aos treinos?
As melhores, só de treinar com grandes nomes do basquete brasileiro e mundial será um aprendizado enorme.
Na escola, você jogou vôlei, handebol, futsal e até xadrez. O que a fez gostar do basquete?
É um jogo alegre, bonito de se ver, com contato físico e bastante divertido. Comecei na escola e, seguindo o conselho de uma amiga, liguei para o clube da Janeth no final de 2005. A peneira seria em uma semana. Meu tio José Francisco me levou e fiz os testes. Duas semanas depois, a própria Janeth me ligou dizendo que passei. Comecei a jogar e quando os títulos foram chegando, fui me empolgando e vendo que poderia ser realmente uma boa jogadora. Morava em Ferraz de Vasconcelos (SP) com meus tios e ia aos treinos em Santo André todo dia de trem. Gostava tanto que nem via o tempo passar.

Fonte: CBB

terça-feira, 29 de junho de 2010

Seleção Sub-18 retorna ao Brasil

A seleção brasileira sub-18 feminina, patrocinada pela Eletrobras, desembarcou em São Paulo, na manhã desta terça-feira, cheia de alegria e entusiasmo. Na bagagem, a medalha de prata na Copa América da categoria, encerrada no domingo (27) e a vaga para o Mundial Sub-19 de 2011, no Chile.
 
O técnico Luiz Cláudio Tarallo demonstra o orgulho por esta geração promissora do basquete feminino brasileiro.
 
— É muito bom voltar para casa com os objetivos cumpridos. Além de conquistar a vaga para o Mundial, que era a primeira meta, chegamos à final da competição. O grupo demonstrou talento, maturidade e evolução durante o campeonato, o que nos deixa ainda mais motivado para os próximos compromissos — disse Tarallo, que também é assistente técnico da seleção adulta feminina.
 
Fonte: CBB

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Depois da prata, o que a CBB vai fazer com Tássia, Damiris, Joice & Cia?

Encerrada mais uma campanha das categorias de base, fica difícil não voltar ao tema.

O que será feito com essas meninas que conquistaram a prata das Américas? Qual o plano da Confederação Brasileira de Basquete e da nossa dirigente Hortência para Damiris, Tássia, Joice, Aruhza, Cacá, Mayara, Isabela Ramona, Milena, Jennifer Sirtoli, Mariana Lambert, Érika Leite e Aline?

plantio Elas parecem promissoras e conseguiram um resultado que repete o da primeira edição da competição (Campinas, 1988), quando a seleção de Heleninha tinha nomes como Adriana, Janeth, Roseli e Pontello.

Nas edições seguintes a seleção chegou duas vezes ao ouro. Em 1992 (Méxic0), com o grupo de Alessandra, Cíntia Tuiú, Silvinha, Jacqueline Godoy, Leila Sobral e Claudinha, comandadas por Miguel Ângelo. Esse resultado, aliás, foi o combustível para que ele assumisse a seleção, que dois anos mais tarde seria campeã mundial, com três atletas desse grupo.

Quatro anos mais tarde, ouro em Cancún, sob o comando de Barbosa, com Adrianinha, Cris, Kelly, Micaela, Mamá, Karla. Duas delas estavam nas Olimpíadas num intervalo de 4 anos.

De lá para cá, em 2000 fomos bronze, em 2004 e 2006, quarto e em 2008, terceiro. Dessas três últimas edições, há apenas duas atletas convocadas para a seleção brasileira (Nádia e Franciele).

Após a disputa da edição 2010, há um Mundial no próximo ano. Mas o basquete brasileiro tem falhado em oferecer uma oportunidade a essas meninas de “adultecerem" – me permitam o neologismo: de mostrarem seu valor em times adultos, de terem oportunidades na seleção e um lugar no mercado do basquete.

A regra tem sido denominar as gerações de “preguiçosas” ou “sem talento” e nomes que tiveram uma vida nas seleções de base são rifados do processo, passando a se investir em outros mais velhos (childa saída mais comum) ou mais jovens.

O cenário todo é muito complicado, mas algo tem que ser feito. Se essas meninas forem entregues ao sub-mundo dos nossos sofridos clubes, o resultado vai ser mais uma geração rifada do mapa.

O basquete feminino é dependente da Confederação e é dela que precisa partir algo: um ranqueamento, uma seleção B, um time da CBB de jovens para disputar Nacional e Paulista ou amistosos internacionais, um incentivo aos poucos que têm se aventurado nesse terreno árido (como Sâo Caetano e Jundiaí).

Repito: algo precisa ser feito, a não se continuemos confortáveis vendo o número de carreiras interrompidas depois de uma trajetória de sucesso na base. E mais confortáveis ainda pagando um mico olímpico em 2016.

domingo, 27 de junho de 2010

Brasil fica com a prata na Copa América Sub-18

Decisão do Sétimo Lugar:

Porto Rico 71 x 41 Costa Rica

Decisão do Quinto Lugar:

Argentina 64 x 51 México

Decisão do Bronze:

Canadá 81 x 42 Chile

Decisão do Ouro

Estados Unidos 81 x 38 Brasil

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Luiz Cláudio Tarallo, técnico da Seleção Brasileira Feminina Sub-18, falou da importância do resultado.
 
- Foi uma conquista para o basquete brasileiro. Nosso caminho pra chegar até aqui foi bem mais árduo do que o dos Estados Unidos, mas mesmo assim batalhamos até o fim, com muita raça e determinação. Esta geração é promissora - Completou Tarallo.
 
 
Estão classificados para o Mundial U-19, no Chile, em 2011: Estados Unidos, BRASIL, Canadá, Chile e Argentina. A Argentina conseguiu uma das quatro vagas pois o Chile, por ser país sede, já tinha vaga assegurada, então foi classificado o quinto colocado.

Mais fotos de Brasil x Estados Unidos

USA vs. BRA 155 USA vs. BRA 168 USA vs. BRA 176 USA vs. BRA 221 USA vs. BRA 597 USA vs. BRA 619 USA vs. BRA 622 USA vs. BRA 630 USA vs. BRA 641 USA vs. BRA 656 USA vs. BRA 679 USA vs. BRA 696 USA vs. BRA 700 USA vs. BRA 714 USA vs. BRA 729 USA vs. BRA 734 USA vs. BRA 792 USA vs. BRA 902

Fonte: USA Basketball

CBB me responde no Twitter, mas depois muda de ideia e apaga

Assumo.

Eu sou o chato da paróquia.

E tem certas coisas capazes de elevar essa minha chatura a níveis jamais esperados.

Ao ver ontem a deselegante postura da CBB na cobertura das Copas Américas masculina e feminina sub-18, não me contive e disparei reclamações.

Hoje pela manhã, reforcei o combate e inclusive enviei e-mail ao presidente da CBB e à ouvidora da entidade.

Fui surpreendido ao ver que a resposta apareceu no mesmo Twitter.

O responsável resolveu dar uma desculpa (esfarrapada – é verdade) a esse humilde datilógrafo, como diria Barbara Gancia.

O pior é que ele(a) se arrependeu e apagou a mensagem, mas consegui recuperá-la no FriendFeed:

imagemcbbtwitter

(“transmitidos ao vivo” era o final do argumento).

Enfim, taí o registro da resposta ao meu protesto, mas o melhor é ver a lição aprendida – já são vários os tweets sobre a competição feminina no dia de hoje.

Nada como um dia após o outro.

E o saldo final do dia no twitter da CBB foi…

31 tweets sobre a seleção sub-18 masculina que estreou na Copa América

x

1 tweet sobre a seleção sub-18 feminina que é finalista da Copa América

sábado, 26 de junho de 2010

Fotos: Brasil 50 x 49 Canadá




Twitter da CBB deixa bem clara a preferência pelos queridinhos

imagemcbb Acho fantástica a incursão da CBB em novas mídias, como o Twitter.

Mas fiquei espantado ao checar agora há pouco que a entidade não conseguiu disfarçar sua ‘devoção’ ao basquete masculino nem no serviço de microblogs.

Hoje a sub-18 masculina estreou com vitória na Copa América.

A sub-18 feminina faz a semifinal da mesma competição, contra o Canadá.

Há pelo menos 15 tweets sobre o jogo dos meninos no canal da CBB (@CBB_basquete), com uma animação ímpar: “Jogaram muito!!!”.

Perdi as contas no meio, mas é gritante o desequilíbrio em relação aos tweets mencionando a competição feminina.

Até o momento (19:45) não há nenhuma informação sobre a semifinal feminina em curso.

Mas o twitter da USA Basketball, por exemplo, já traz a informação:

imagemusa

Um pouquinho mais de atenção e disposição para cubrir o femino não faria mal, não é mesmo?

Brasil vence Canadá por um ponto e faz final da Copa América Sub-18

Disputa do Quinto Lugar

México 73 x 55 Porto Rico

Argentina 86 x 34 Costa Rica

Semifinais

Estados Unidos 98 x 28 Chile

Brasil 50 x 49 Canadá

As cestinhas da partida foram Aruzha e Carina com 15 pontos cada.

 
Luiz Cláudio Tarallo, técnico da Seleção Feminina, falou sobre a importante vitória do grupo.
 
- As meninas estão felizes, foi um jogo duro, decidido no finalzinho. Nossa defesa foi bem sólida, forte, e o nosso ataque demorou a pontuar.
Estávamos atrás no placar, mas mostramos confiança, preparação física e técnica, para buscar a vitória. Para a partida de amanhã vamos jogar de igual pra igual, como fizemos hoje com o forte time do Canadá - completou Tarallo.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

No sufoco, Brasil vence Argentina e garante vaga no Mundial Juvenil

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Canadá 74 x 18 Costa Rica

Chile 65 x 63 México

Estados Unidos 108 x 44 Porto Rico

Brasil 64 x 61 Argentina (que suor! e depois de iniciar perdendo o primeiro quarto por 6-16. por que tem que ser sempre assim?)

As cestinhas da partida foram Tássia Carcavalli (BRA) e Melissa Gretter (ARG), com 18 pontos cada.
 
Com o resultado, o Brasil, que terminou em segundo lugar no grupo "B", enfrenta o Canadá neste sábado (18h30 de Brasília), por uma vaga na final da competição, que está sendo disputada em Colorado Springs. Estados Unidos e Chile fazem a outra semifnal, às 20h45.
 
— A equipe começou ansiosa, cometendo algumas falhas, especialmente na defesa, chegando a estar perdendo por 22 a 6 no primeiro tempo. Fizemos trocas no sistema defensivo, as meninas começaram a subir de produção e ganhamos o segundo período por 23 a 12. Daí em diante, o jogo foi bastante equilibrado, mas o grupo soube administrar bem e sustentar o placar com inteligência. O bom aproveitamento nos lances-livres também foi fundamental para a vitória. Já comemoramos a classificação e agora é hora de pensar em vencer o Canadá para disputar o título. Todas estão de parabéns pelo esforço e maturidade apresentados na partida — analisou o técnico Luiz Cláudio Tarallo.
 
Um dos destaques do jogo, com 18 pontos, a armadora Tássia Carcavalli enfatizou a união do grupo rumo à vitória.
 
— Foi um começo de jogo nervoso e com muitos erros da nossa equipe, mas a união e força de vontade nos fizeram ganhar. Melhoramos muito a defesa durante a partida e nos concentramos mais no ataque. Estamos todas muito felizes, pois conseguimos alcançar o primeiro objetivo, que era a classificação para o Mundial — comemorou Tássia.
 
Por ser a sede do Mundial do ano que vem, o Chile já estava garantido na competição. Com isso, o quinto colocado também carimba o passaporte para o campeonato de 2011.
 
BRASIL (06 + 23 + 19 + 16 = 64)
Tássia (18), Carina (0), Joice (1 e 6 rebotes), Aline (2) e Damiris (13 e 6 rebotes). Entraram: Jennifer (2), Aruzha (5), Mariana (12), Érika (0) e Isabela (11). Técnico Luiz Cláudio Tarallo.
 
ARGENTINA (16 + 12 + 16 + 17 = 61)
Spiatta (2), Cabrera (6), Acosta (8), Gretter (18) e Martinez (5). Entraram: Diaz (15), Santos (0), Jaime (0), Scevola (0), Llorente (5), Schmidt (2). Técnico: Eduardo Pinto.

Nunes, Hortência, Janeth e Colinas em Colorado Springs

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Copa América Sub-18 – Segunda Rodada

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Canadá 66 x 33 Chile

México 74 x 40 Costa Rica

Argentina 68 x 60 Porto Rico

Estados Unidos 89 x 46 Brasil – amanhã é ganhar ou ganhar da Argentina

As principais pontuadoras do time brasileiro foram Joice Coelho, com 10 pontos e Aruzha Lima, com oito.
 
— A equipe americana jogou em ritmo bastante forte durante os quarenta minutos. Aproveitamos para trabalhar o time rumo à partida contra Argentina, que será decisiva para a nossa classificação. Temos uma campanha melhor do que a das argentinas na competição. Vencemos Porto Rico por uma diferença bem maior que elas e perdemos para as americanas por um placar mais baixo. Mas isso não nos garante nada. Vamos entrar em quadra amanhã com toda a força para vencer e garantir nosso lugar no Mundial do ano que vem. Por tudo que trabalhamos e apresentamos até aqui, temos todas as chances de alcançar nossos objetivos — comentou o técnico Luiz Cláudio Tarallo.
 
A seleção brasileira está no grupo “B” e faz o último jogo da fase de classificação contra a Argentina, nesta sexta-feira (18h30 de Brasília). Quem vencer se classifica para as semifinais e garante a vaga no Mundial Sub-19 do ano que vem.
 
A Copa América classifica as quatro melhores seleções para o Mundial Sub-19 de 2011, no Chile. Em caso de classificação da equipe chilena, o quinto colocado também carimba o passaporte para o Mundial.
 
BRASIL (11 + 11 + 13 + 11 = 46)
Tássia (6), Joice (10), Damiris (7), Aline (2) e Carina (5). Entraram: Milena (0pts), Jennifer (5), Mayara (3), Aruzha (8), Mariana (0), Érika (0) e Isabela (0).
 
ESTADOS UNIDOS (29 + 19 + 21 + 20 = 89)
Jones (12), Mc Bride (10), Howard (0), Ogwumike (15) e Hartley (14). Entraram: Peoples (6pts), Deshields (8), Malott (7), Harberts (4), Gray (2), Plaisance (5) e Dolson (6).