quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Da fã de Nutella ao torcedor tricolor


Fábio Balassiano trabalhou nas últimas duas semanas na elaboração dos perfis das doze jogadoras e do técnico da seleção, os quais publicou no Da Linha dos 3.

O resultado ficou excelente e eu registro os links abaixo:


Espanha bate Bielorrússia em amistoso


Espanha e Bielorrússia jogaram amistoso hoje, em Pequim.

A Espanha ganhou: 82 a 65.

Santo André e Prudente fazem segundo jogo

O último semifinalista do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008 pode ser definido nesta quinta-feira (07 de agosto), quando acontece o segundo confronto da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final, envolvendo AD Santo André e Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente, às 20h00, no ginásio Municipal Prefeito Celso Daniel, na cidade de Santo André (SP).

O time do Grande ABC, comandado pela experiente Laís Elena, lidera a disputa, já que venceu o confronto inicial, realizado na cidade de Presidente Prudente (SP), por 75 a 71. E, um outro resultado positivo garante a equipe andreense na etapa seguinte do estadual.

Para o representante do Interior, dirigido por Roberto Dornelas Paes, não existe alternativa: é vencer ou vencer. Conseguindo o resultado positivo, a equipe prudentina deixa tudo igual (1 a 1) e força a realização do terceiro e decisivo confronto.

Se necessário, o terceiro confronto será jogado na sexta-feira (08 de agosto), às 20h00, novamente em Santo André (SP).

As equipes do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos e São Bernardo/Metodista/Associação já garantiram vaga no playoff - semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008.

Brasil estréia na madrugada de sábado, contra Coréia


Pela quinta vez seguida o basquete feminino do Brasil participa dos Jogos Olímpicos. A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, estréia neste sábado às 5h45 de Brasília (16h45 em Pequim) contra a Coréia na Arena Wukesong de Pequim, com capacidade para 18 mil pessoas. O Brasil, que está no grupo “A”, irá enfrentar também na primeira fase a Austrália (segunda), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). Pela primeira rodada jogam ainda Bielorrússia x Austrália, Máli x Nova Zelândia, Espanha x China, Estados Unidos x República Tcheca e Rússia x Letônia

Brasil e Coréia já se enfrentaram oito vezes em competições oficiais, com quatro vitórias para cada equipe. O único confronto entre as duas seleções na história da Olimpíada aconteceu em Sydney (2000), na disputa da medalha de bronze, e as brasileiras ganharam por 84 a 73 na prorrogação. O Brasil garantiu sua presença em Pequim ao conquistar a quinta e última vaga no Torneio Pré-Olímpico Mundial da Espanha. A Coréia participa da Olimpíada pela sexta vez e tem como melhor colocação a medalha de prata quando sediou a competição em 1984. Em Atenas (2004) foi a 12ª e última colocada.

— A Coréia vem alternando bons e maus resultados internacionais. Possui boas arremessadoras de três, incluindo a pivô Park Jung, que é muito versátil e joga bem de frente e de costas para a cesta. É uma partida que vai exigir atenção redobrada na defesa, pela velocidade de passes, característica das escolas asiáticas — analisou o técnico Paulo Bassul, que participa da Olimpíada pela terceira vez, sendo a primeira como treinador.

Das 12 jogadoras do Brasil, oito fazem sua estréia nos Jogos Olímpicos: Karen, Micaela, Fernanda, Mamá, Êga, Chuca, Franciele e Graziane. A armadora Adrianinha e a pivô Kelly disputam a terceira Olimpíada (Sydney/2000 e Atenas/2004). As armadoras Karla (Atenas/2004) e Claudinha (Sydney/2000) participam pela segunda vez

— A Coréia é uma equipe perigosa e rápida. Temos que quebrar a velocidade delas fazendo um ótimo trabalho de passe. Com paciência e boa marcação, podemos vencer e estrear com pé direito na competição — comentou a armadora Claudinha.

BRASIL

4. Adrianinha; 5. Karla; 6. Karen; 7. Micaela; 8. Fernanda Beling; 9. Claudinha; 10. Mamá; 11. Êga; 12. Chuca; 13. Franciele; 14. Graziane; 15. Kelly. Técnico: Paulo Bassul.

CORÉIA

4. Kim Yeong-Ok ; 5. Lee Mi Sun; 6. Choi Youn-Ah; 7. Jin Mijung; 8. Yang Ji Hee; 9. Jung Sun Min; 10. Beon Yeon Ha; 11. Park Jung Eun; 12. Ha Eunjoo; 13. Kim Jung Eun; 14. Kim Kwe Ryong; 15. Sin Jung-Ja. Ténico: Jung Duk Hwa.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam a semifinal e final.

BRASIL NA OLIMPÍADA

A seleção brasileira estreou nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha (1992), quando ficou em sétimo lugar. Em Atlanta, nos Estados Unidos (1996), as meninas do Brasil conquistaram a medalha de prata e, em Sydney, na Austrália (2000), ficaram com o bronze. Em Atenas, na Grécia (2004), as brasileiras terminaram na quarta posição.

A ala Janeth Arcain é a jogadora brasileira com o maior número de participações na Olimpíada: 4 (Barcelona/1992, Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004). Cinco atletas têm três participações olímpicas: Adriana Santos (Barcelona/1992, Atlanta/1996 e Sydney/2000); Alessandra Santos (Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004); Cíntia Santos (Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004); Helen Luz (Barcelona/1992, Sydney/2000 e Atenas/2004) e Marta Sobral (Barcelona/1992, Atlanta/1996 e Sydney/2000).

A ala Janeth Arcain é a cestinha do Brasil nos Jogos Olímpicos com 535 pontos em 29 partidas. Em segundo lugar aparece a pivô Alessandra Santos com 290 pontos em 24 jogos. Na terceira posição está a armadora Helen Luz com 252 pontos em 20 partidas, seguida da pivô Marta Sobral com 236 pontos em 20 jogos; da armadora Magic Paula com 210 pontos em 13 partidas (Barcelona/1992 e Atlanta/1996) e da ala Hortência Marcari com 174 pontos em 11 jogos (Barcelona/1992 e Atlanta/1996)..

CONFRONTOS – Brasil 4 x 4 Coréia

Brasil 70 x 63 Coréia – Mundial do Brasil (1971)

Brasil 62 x 80 Coréia – Mundial (1975)

Brasil 79 x 80 Coréia – Mundial (1983)

Brasil 69 x 71 Coréia – Mundial (1986)

Brasil 75 x 65 – Mundial da Alemanha (1998)

Brasil 84 x 73 Coréia –Olimpíada de Sydney (2000) – Disputa do bronze

Brasil 70 x 71 – Mundial da China (2002) – Quartas-de-final

Brasil 106 x 86 Coréia – Mundial do Brasil (2006)

TABELA DO TORNEIO FEMININO

Grupo “A”: Austrália, Bielorrússia, Brasil, Coréia, Letônia e Rússa

Grupo “B”: China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

1ª Rodada (Sábado) – Dia 9 de agosto

Bielorrússia x Austrália, Máli x Nova Zelândia, Espanha x China, Brasil x Coréia, Estados Unidos x República Tcheca e Rússia x Letônia

2ª Rodada (Segunda-feira) – Dia 11 de agosto

Nova Zelândia x Espanha, República Tcheca x Máli, Coréia x Rússia, Letônia x Bielorrússia, China x Estados Unidos e Austrália x Brasil

3ª Rodada (Quarta-feira) – Dia 13 de agosto


Bielorrússia x Rússia, Espanha x República Tcheca, Brasil x Letônia, Nova Zelândia x China, Austrália x Coréia e Máli x Estados Unidos

4ª Rodada (Sexta-feira) – Dia 15 de agosto

República Tcheca x Nova Zelândia, Letônia x Austrália, Rússia x Brasil, China x Máli, Estados Unidos x Espanha e Coréia x Bielorrússia

5ª Rodada (Domingo) – Dia 17 de agosto


Espanha x Máli, Austrália x Rússia, Letônia x Coréia, Brasil x Bieloorrússia, República Tcheca x China e Nova Zelândia x Estados Unidos

QUARTAS-DE-FINAL (Terça-feira) – Dia 19 de agosto

Jogo 61 – B2 x A3

Jogo 62 – A1 x B4

Jogo 63 – A2 x B3

Jogo 64 – B1 x A4

SEMIFINAL (Quinta-feira) – Dia 21 de agosto

Vencedor de 61 x Vencedor de 62

Vencedor de 62 x Vencedor de 64

FINAL


Dia 23 de agosto (Sábado)

Disputa da medalha de bronze

Disputa da medalha de ouro

Bola de Cristal


O bolão do blog (Fábio Balassiano, Da linha dos 3)

Até onde vai o Brasil em Pequim? (Rodrigo Alves, Rebote)

Amistoso: Brasil 76 x 74 Nova Zelândia


A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, derrotou a Nova Zelândia por 76 a 74 (46 a 28 no primeiro tempo), em jogo-treino realizado no Centro de Basquete de Shougang, em Pequim. A cestinha do Brasil foi a pivô Mamá, com 11 pontos. A equipe brasileira estréia na Olimpíada neste sábado, às 5h45 de Brasília (16h45 em Pequim), contra a Coréia. O Brasil, que está no grupo “A”, enfrenta ainda na primeira fase Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

— O time todo está mostrando que tem qualidade para fazer um basquete bonito e técnico na Olimpíada. Os erros cometidos no último quarto foram distrações da equipe e vamos corrigir alguns pontos para a competição — comentou o técnico Paulo Bassul.

BRASIL (28 + 18 + 19 + 11 = 76)

Claudinha (5pts), Karla (9), Micaela (4), Êga (3) e Kelly (8). Depois: Adrianinha (9), Chuca (9), Graziane (4). Fernanda Beling (3), Mamá (11), Karen (8) e Franciele (3). Técnico: Paulo Bassul.


NOVA ZELÂNDIA (14 + 14 + 15 + 31 = 74)

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Em jogo-treino tenso, basquete feminino vence Nova Zelândia (UOL)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Entrevista - Luiz Cláudio Tarallo (CBB)


Aos 42 anos, Luiz Cláudio Tarallo se prepara para o segundo mundial de sua carreira no comando da seleção brasileira. Trabalhando nas categorias de base do Brasil desde 2005, o técnico foi campeão logo na estréia, no sul-americano cadete da Venezuela. Repetiu a dose em 2006, no Equador, trazendo o segundo título na bagagem. Foi assistente de Antonio Carlos Barbosa na conquista de dois sul-americanos adultos (Colômbia – 2005 e Paraguai – 2006). Em 2006, dirigiu o time brasileiro na Copa América das categorias Sub-18 e Sub-20, que garantiram vaga para os mundiais Sub-19 da Eslováquia e Sub-21 da Rússia, em 2007, respectivamente. Este ano, mais uma classificação. Desta vez, para o Mundial Sub-19 da Tailândia de 2009.

Qual a sua análise sobre a participação do Brasil na Copa América Sub-18?

A equipe teve um bom desempenho. Alcançamos o primeiro objetivo, que era classificar para o Mundial da Tailândia. Depois, conseguimos a medalha de bronze. Foi uma competição muito positiva para nós. Temos uma geração boa e temos que continuar investindo. Já estamos planejando o trabalho para o Mundial, nos focando, principalmente para jogar com igualdade contra os times europeus. Esse grupo perdeu para Argentina e Venezuela no ano passado no Sul-Americano Sub-17 e ganhamos desses dois adversários na Copa América. Acho que estamos no caminho certo.

Destaca alguma jogadora nessa competição?

O grupo todo foi muito bem. Todas tiveram sua participação na conquista do bronze e da vaga. Mas a ala Patrícia e a ala/armadora Tássia foram jogadoras que se destacaram mais, sendo a primeira e segunda cestinha do Brasil, respectivamente.


Na sua opinião, qual foi o melhor jogo do Brasil?


Com certeza foi o confronto com a Argentina na segunda rodada. Não tínhamos feito uma boa partida contra o Canadá na estréia. O time estava nervoso e não teve uma boa atuação. Mas contra as argentinas nos saímos bem. Faltando 13 segundos para acabar o tempo normal, perdíamos por dois pontos. Uma jogada da Tássia empatou e levou a partida para a prorrogação. Conseguimos encaixar a defesa e com um jogo mais próximo do garrafão chegamos à vitória. O espírito guerreiro das jogadoras também foi fundamental. Em momento algum deixaram de acreditar no resultado positivo.

Quais são os pontos fortes da equipe e o que precisa melhorar?

O grupo marca muito bem, tem uma defesa sólida. É um time bastante técnico e com um jogo solidário. Temos uma boa performance nos arremessos. Também temos um bom número de bolas recuperadas. Precisamos melhorar nos rebotes, tanto ofensivo como defensivo, e nas bolas perdidas. Nós perdíamos entre 30 e 35 bolas e baixamos para 15. Mas sabemos que ainda podemos melhorar e diminuir ainda mais os erros.

É a terceira vez que você classifica o Brasil para o Mundial. O que representa essas conquistas na sua vida?

Eu fico muito feliz por ver o trabalho dando resultado. Em 2005, eu fui técnico da equipe que foi ao sul-americano Sub-17. Ficamos com o título e a vaga para a Copa América Sub-18 dos Estados Unidos, em 2006. Ficamos em quarto lugar e com vaga para o Mundial Sub-19 da Eslováquia em 2007, que foi dirigida pelo Norberto Borracha. Também em 2006, fui para a Copa América Sub-20 do México, onde garantimos nossa participação no Mundial Sub-21 da Rússia em 2007. E agora, em 2008, consegui mais uma classificação mundial. É muito gratificante para mim saber que o estou dando retorno à confiança que a Confederação tem no meu trabalho. Sou muito agradecido pela oportunidade.


Dessas competições que você já participou, algum teve um sabor especial?

Todas foram importantes. Aprendi muito nas vitórias e nas derrotas. Não sei se é porque está recente, mas essa Copa América, em Buenos Aires, ficou marcada. As argentinas vêm sendo a pedra no nosso sapato. Na Copa América de 2006, nos Estados Unidos, nós perdemos para elas na disputa do terceiro lugar e, este ano, devolvemos a derrota dentro da casa delas.

Como vai ser a preparação para o Mundial da Tailândia?

Nós já nos reunimos com o presidente Grego e apresentamos o planejamento de treinamento para o Mundial. Além dos treinos e amistosos no Brasil, programamos uma excursão à Europa. Queremos que esse grupo tenha contato com as seleções européias para as meninas pegarem mais experiência internacional. Os vídeos ajudam muito na preparação, mas quando elas entram em quadra contra os adversários é que sentem a melhor maneira de marcar, a melhor hora para um corte, para um jump.

Fale um pouco da sua história no basquete.

Eu comecei em 1993, em Jundiaí, como preparador físico das equipes de alto nível. Trabalhei em vários projetos com categorias de base e adultos, inclusive no BCN/Osasco quando a Paula jogava lá. Depois comecei como assistente técnico nos clubes até chegar a técnico.


Por que escolheu treinar equipes femininas?

Eu comecei no basquete feminino e fui ficando. Foi um processo natural e depois que a gente pega gosto, não quer mais sair. Já fui convidado para dirigir equipe masculina, mas recusei. Mesmo com suas diversas particularidades, não me vejo trabalhando fora do feminino.

Fale um pouco do trabalho em Jundiaí?

Jundiaí é um dos pólos brasileiros de basquete feminino, principalmente nas categorias menores. Já revelamos várias jogadoras para a seleção brasileira, como a Jaqueline Silvestre e a Franciele Nascimento, que hoje está na Olimpíada em busca de medalhas para o Brasil. A pivô Graziane, que também está em Pequim, também teve uma passagem pelo time da cidade. E esse é um dos nossos objetivos, revelar atletas.

Você é casado e tem dois filhos. Como é conciliar o basquete e a família?

Eu procuro ficar com a minha família o máximo que posso. E, quando estou longe, mantenho contato constante com minha esposa e meus filhos. Sempre tem um jeitinho. Minha família me apóia muito e entende esse estilo de vida.

E seus filhos jogam basquete?

A minha filha Letícia, de 12 anos, está nas aulas de dança, mas o meu filho Leonardo, de 10 anos, está na escolinha de basquete. Gosto que eles tenham atividade. A gente encaminha para o esporte, porque quer que eles tenham uma vida saudável, mas não forçamos a nada. Se ele quiser seguir carreira no basquete, ficarei muito feliz.

Se não fosse técnico de basquete, o que faria?

Como eu sou professor de Educação Física, acho que se não fosse técnico de basquete, trabalharia nas escolas, pois é uma área com que tenho afinidade. Mas qualquer outra coisa que eu venha a fazer, tem que ser ligada a preparação física. Essa é a minha vida.

Unimed/FAM/Goodyear perde e está fora do Paulista

A Unimed/FAM/Goodyear perdeu para São Bernardo por 66 a 57 e está fora da seqüência do Campeonato Paulista da Divisão Especial A1 de basquete feminino. O segundo jogo da série melhor-de-três do playoff das quartas de final foi disputado na noite desta terça-feira (5), no Ginásio Municipal Ubaldo Lago (Baetinha), em São Bernardo do Campo, e o time da casa fechou a disputa em 2 a 0, já que também venceu em Americana por 79 a 56, na última sexta-feira (1º). Ao contrário da primeira partida, desta vez a equipe do técnico Marcelo Bandieira Sálvio (Marcelinho) apresentou um basquete mais qualificado, mas não o suficiente para empatar a série e adiar a definição da vaga às semifinais.

São Bernardo começou melhor e ganhou o primeiro quarto por 15 a 9. A Unimed/FAM/Goodyear mostrou força, reagiu no segundo quarto e venceu por 23 a 16, fechando o primeiro tempo em vantagem por 32 a 31. No terceiro quarto, o mais equilibrado da partida, o time do ABC ficou dois pontos à frente - 19 a 17. E no último período, com a contusão da ala/armadora Babi e a saída da pivô Karina, que estourou com cinco faltas, a Unimed não conseguiu manter o ritmo e o time da casa fez 16 a 8.

A principal pontuadora da Unimed/FAM/Goodyear no jogo de hoje foi a lateral Renatinha, com 19 pontos. Aninha, com 9 pontos, Karina e Nathy, ambas com 8, também tiveram pontuação importante. Nos próximos dias, o presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina, e o coordenador do projeto de basquete da Unimed, Clóvis Roberto Haddad (Vita), se reúnem para definir o planejamento para o Campeonato Brasileiro.

Ourinhos e São Bernardo garantem vaga na semifinal do Paulista

O Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos garantiu classificação ao playoff – semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2008 ao derrotar o ECUS/Suzano, na noite desta terça-feira (05 de agosto), por 68 a 56 (38 a 33 no primeiro tempo), no segundo jogo da série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final. Com a vitória, o time do Interior fez 2 a 0 na disputa.

Os principais nomes do encontro foram Ariadna (18 pontos, 04 rebotes e 04 assistências) e Iza (15 pontos e 06 assistências), pelo time da casa; Júlia (19 pontos, 03 rebotes e 03 assistências) e Lucinete (15 pontos e 09 rebotes), em favor do visitante.

Na partida inicial da disputa, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos já havia batido o ECUS/Suzano, mesmo atuando no Alto Tiête, por 75 a 51.

O São Bernardo/Metodista/Associação também se garantiu na etapa seguinte do estadual feminino ao superar o Unimed/FAM/Goodyear/Americana, 66 a 57 (31 a 32 no primeiro tempo), em partida realizada no ginásio Municipal Ubaldo Lago (Baetinha), na cidade de São Bernardo do Campo (SP). Com mais esta vitória, o time de Márcio Beliccieri fez 2 a 0 na série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final.

As atletas mais efetivas do encontro foram Lílian (17 pontos e 06 rebotes) e Flávia (15 pontos, 12 rebotes e 03 assistências – double-double), pelo time do Grande ABC; Renatinha (21 pontos e 03 assistências) e Aninha (09 pontos e 02 assistências), em favor da agremiação do Interior.

“Esta vitória foi muito importante, pois o nosso objetivo era mesmo fechar a série em 2 a 0, já que enfrentamos um adversário tradicional e forte. Lutamos bastante, treinamos forte e vamos seguir desta forma em busca da classificação a decisão”, comenta a pivô Flávia, do São Bernardo/Metodista/Associação.

No confronto que abriu a disputa, o São Bernardo/Metodista/Associação já havia vencido por 79 a 56, jogando em Americana (SP).

"Estamos muito longe da nossa melhor forma". Igor Grudin, técnico da seleção russa

Em entrevista ao site Sports.ru, o técnico da seleção russa, Igor Grudin, comentou sobre o torneio amistoso Diamond Ball e a estréia de Becky Hammon.

"No primeiro jogo do torneio, sofremos uma derrota muito dolorosa para Letônia e todo o time ficou abalado, influenciando no segundo jogo, contra a seleção americana. Apesar da melhora em alguns fundamentos, estamos longe da nossa melhor forma, mas, ainda há tempo para fazermos correções". Disse Grudin.

Em relação a Becky Hammon, Grudin disse: "Em pouco tempo, Becky fez dois longos vôos, EUA-Moscou e Moscou-Pequim. A consequência disso foi o seu péssimo desempenho no primeiro jogo. Nos outros dois jogos, ela evoluiu, mas, não conseguiu entrar no ritmo das partidas. Espero que nas Olimpíadas ela consiga jogar em sua melhor forma".

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Na final do Diamond Ball, Estados Unidos vencem a Austrália por 4 pontos


As americanas não tiveram moleza na final do Diamond Ball. A Austrália fez um jogo duríssimo, só definido nos últimos segundos, mas, ainda assim, perdeu por 71-67.

Lisa Leslie (14 pontos, 10 rebotes) e Candace Parker (12 pontos, 8 rebotes) foram os maiores destaques. Sue Bird teve 11.

Pela Austrália, o esperado: Penny Taylor, 19. Lauren Jackson, 16.

Na decisão do bronze, a China desmontou a Letônia. Com uma defesa forte, as donas-da-casa forçaram 25 erros da Letônia e fizeram 63 a 51, em um jogo muito feio. Nos 3 pontos, por exemplo, as chinesas acertaram 3 em 19.

Anette Jekabsone parou nos 9 pontos.

Por fim, a Rússia passou por Mali, sem brilho: 79-52, com 12 pontos de Korstine e Shchegoleva. Ao final, Abrosimova confessou: "Estamos fora do ritmo. Esses três dias foram um pesadelo para nós.".

Catanduva elimina Santos e é primeiro semifinalista do Paulista

O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC garantiu classificação ao playoff - semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008 ao derrotar o FUPES/Santos, na noite desta segunda-feira (04 de agosto), atuando no ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), por 71 a 48 (37 a 19 no primeiro tempo), na segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final. Com a vitória, o time de Edson Ferreto fez 2 a 0 e segue na briga pelo título máximo da competição.

Os principais nomes da partida foram Natália (27 pontos e 05 assistências) e Silvinha (14 pontos, 07 rebotes e 05 assistências), pelo time do Interior; Cida (21 pontos, 04 rebotes e 01 assistência) e Janaína (07 pontos e 06 rebotes), em favor da agremiação da Baixada Santista.

No primeiro confronto, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC já havia vencido o rival, mesmo atuando longe de sua torcida, por 73 a 68.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Ourinhos e São Bernardo buscam vaga na semifinal dp Paulista


A segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008 prossegue nesta terça-feira (05 de agosto), às 20h00, com a disputa de dois jogos, que poderão apontar mais dois semifinalistas. O São Bernardo/Metodista/Associação e o Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos necessitam de mais um resultado positivo para garantir a classificação.

E, o time do Grande ABC recebe a visita do Unimed/FAM/Goodyear/Americana, no ginásio Municipal Ubaldo Lago (Baetinha), na cidade de São Bernardo do Campo (SP), pensando em repetir o que aconteceu na partida inicial. Na ocasião, a equipe de Márcio Beliccieri venceu o rival, mesmo atuando longe de seus domínios, por 79 a 56.

O representante de Ourinhos também joga por mais um resultado positivo para se garantir na etapa seguinte da competição, já que ganhou a partida que abriu as disputas, mesmo fora de casa, por 75 a 51 . Este segundo confronto será jogado no ginásio Municipal José Maria Paschoalick (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP).

Mais Seleção


Vídeo: Brasil vence Espanha, e Bassul aprova teste (UOL)

Comissão técnica precisa 'importar' remédio para Karla (UOL)

Bassul: 'O time está embalando' (GloboEsporte)

Basquete bate Espanha e tem 5 dias para corrigir erros (Pequim 2008, Abril)

Mais informações: Brasil 64 x 59 Espanha


A seleção feminina de basquete ganhou um bom motivo para ficar otimista para a disputa dos Jogos Olímpicos Pequim 2008. O time derrotou a Espanha, quinta colocada no ranking mundial, por 64 a 59 (29 a 32) em jogo-treino realizado no Ginásio Shijingshan, nesta segunda-feira, 04 de agosto, na capital chinesa.

"Gostei. O meu objetivo, que era dar ritmo ao time, foi atingido. O time começou mal, depois se acertou. Gostei muito da defesa. Tomar menos de sessenta pontos de um time desse é louvável. Mas temos muita coisa pra melhorar ainda. Estes jogos servem pra isso", comemorou o técnico Paulo Bassul, lembrando que, antes da estréia nos Jogos, o Brasil ainda enfrenta a Nova Zelandia, na próxima quinta-feira, 07 de agosto.

Micaela, que vem de um estiramento na coxa sofrido quando a seleção ainda estava em São Paulo, e Kelly, que viajou para a China direto dos Estados Unidos - onde joga - e não participou da preparação com a equipe, ficaram fora do quinteto inicial. O time que entrou em quadra pra enfrentar as espanholas tinha Karla, Claudinha, Chuca, Êga e a pivô Grazi, substituta de Erika, que não se recuperou de uma fratura por estresse e foi cortada.

A Espanha abriu uma diferença de 10 pontos nos primeiros cinco minutos e, logo depois, Micaela e Kelly saíram do banco para ajudar o Brasil a empatar o jogo em 13 a 13 ao fim do quarto inicial. A equipe brasileira teve muitas mudanças ao longo do segundo quarto, com o técnico Paulo Bassul testando diferentes formações e jogadoras até o fim do primeiro tempo, que terminou com o Brasil atrás no placar.

"O Paulinho falou que não ia me forçar muito. Eu não senti dor, mas, correndo, ainda penso na lesão. Mas tenho treinado normalmente, está tudo tranqüilo. Só preciso ter ritmo, tenho que estar cem porcento ate sábado", comentou a ala Micaela, referindo-se à estréia do Brasil contra a Coréia do Sul, no sábado, 09 de agosto.

Bassul fez um diagnóstico parecido. "A Espanha poupou a Valdemoro, nós poupamos a Micaela. Ela vai bem depois da contusão, está inteira. Preferi preservá-la para não arriscar e não acontecer o que aconteceu com a Erika, que estava recuperada da lesão, mas voltou forte demais no seu time e acabou sentindo de novo", afirmou. "A Kelly foi poupada por uma questão tática, ela veio da WNBA, em que joga em outra posicao, ainda está encontrando o seu lugar. Quando ela começou a lembrar as jogadas, o jogo cresceu".

A pivô concordou com o técnico: "Estou sabendo usar mais meu jogo. Antigamente, jogava mais nas posições quatro e cinco. Hoje, jogo mais de cinco. Estou me sentindo psicologicamente cada vez mais forte. Na WNBA, não jogo muito, sabia disso, mas foi uma aposta ter ido para lá, tenho uma aula de basquete todo dia, está sendo útil. Aqui, temos um grupo novo, não dá para dizer onde vai chegar, temos que jogar um jogo de cada vez".

No terceiro quarto, com Micaela jogando menos e Adrianinha crescendo e passando mais minutos em quadra, o Brasil tomou a frente no placar a 1h50s de o cronômetro zerar. No começo do quarto decisivo, o time permitiu que a Espanha voltasse à liderança, mas melhorou de novo e venceu após um fim de partida apertado.

"Tomamos muitos contra-ataques por desatenção, o time precisa se acertar nisso. Mas está cada vez mais frio em situações de fim de jogo, deixando se levar menos pela emoção. Já fizemos isso contra a Espanha no ano passado e é o contrário do que aconteceu contra a Bielorrússia no Pré-Olímpico, quando deixamos o adversário empatar e perdemos na prorrogação", analisou Paulo Bassul, para depois ressaltar a importância do crescimento da armadora Adrianinha na partida, já que ela ainda se recupera de uma pneumonia: "Adrianinha é uma jogadora que depende muito do estado físico, é enérgica. À medida que vai melhorando seu estado físico, vai ficando melhor em quadra".

Catanduva busca vaga na semifinal do Paulista

O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC enfrenta o FUPES/Santos, nesta segunda-feira (04 de agosto), às 20h00, no ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), no segundo jogo da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008.

O time catanduvense, comandado pelo técnico Edson Ferreto, lidera a série, já que venceu o confronto inicial, mesmo atuando na Baixada Santista, por 73 a 68. Desta forma, com um segundo resultado positivo fecha a disputa e se garante no playoff - semifinal.

Para a equipe santista, dirigida por Carmen Fernandes, a única alternativa é vencer, igualar a série e levar a decisão para o terceiro confronto.

Entrevista - Lisa Leslie


Excelente entrevista de Fábio Balassiano com Lisa Leslie.

Estados Unidos massacram a Rússia em Haining


Realmente, parece que as americanas virão com tudo pra cima das russas, depois da derrota na semifinal do Mundial-06.

Hoje, no Diamond Ball, as americanas dominaram o jogo, e após um segundo quarto fabuloso (26-9), liquidaram a fatura, por 93-58.

Diana Taurasi foi a cestinha, com 21 pontos, seguida por Sylvia Fowles (15) e Candace Parker (12).

Na Rússia, a pivô Shchegoleva foi o destaque, com 14 pontos, incluindo a perfeição nos arremessos de 3 (4/4). Também pivô, Osipova teve 12 e Becky Hammon fez 10, mas perdeu 6 bolas.

O primeiro jogo da rodada foi um massacre ainda mais cruel. A Austrália ignorou Mali e venceu por 112-43.

Lauren Jackson teve 24 pontos.

Por Mali, Sissoko teve 14.

Brasil ganha da Espanha em amistoso

Notícia Boa:

Deu Brasil hoje, no amistoso contra a Espanha, por 64 a 59.

Segue a descrição de Júlio Gomes Filho, no Terra:

"Brasil e Espanha voltaram a apresentar um jogo acirrado e equilibrado.

O técnico Paulo Bassul aproveitou a oportunidade para testar uma formação diferente, com jogadores que provavelmente devem ser reservas na disputa de Pequim: Claudinha, Karla, Chuca, Grazi e Êga.

Melhor para a Espanha, que entrou atropelando e abriu 11 a 1 de vantagem nos primeiros minutos. Bassul mandou à quadra algumas titulares e conseguiu empatar o primeiro quarto em 13 a 13. No segundo quarto, contudo, as espanholas voltaram a exibir uma melhor atuação e venceram por 32 a 29.

No segundo tempo da disputa, o treinador brasileiro abdicou de vez da formação reserva e escalou o quinteto com Claudinha, Adrianinha, Micaela, Kelly e Êga, provável time-base nos Jogos. Micaela, ainda sentindo as dores de uma contusão e poupada de alguns treinos, atuou com uma proteção na coxa direita e jogou por pouco tempo.

Foi a deixa para que a partida ficasse ainda mais acirrada e disputada, apesar de ser um jogo-treino. Chuca se estranhou com a pivô Sánchez e as equipes passaram a se alternar na liderança do placar.

A vitória brasileira só foi confirmada nos últimos segundos. As sul-americanas venciam por 59 a 56, mas Martinez acertou um arremesso de três e empatou o placar. A virada aconteceria no lance seguinte, também com um chute de longa distância de Claudinha, que no final ainda converteu dois lances livres e fechou o placar.

No fim, foi só segurar a vantagem até o final e coroar o bom teste antes da estréia nos Jogos de Pequim, próximo dia 9, contra a Coréia do Sul."


Mais: Em jogo-treino fraco, basquete brasileiro bate a Espanha em Pequim (UOL)

Pontos:


Claudinha (14pts), Karla (3), Chuca (8), Êga (8) e Graziane (5). Depois: Adrianinha (3), Kelly (11), Fernanda Beling (7), Mamá (5), Karen (0), Micaela (0) e Franciele (0)

domingo, 3 de agosto de 2008

Do rebote à 'chinesa' Magic Paula


Austrália e Estados Unidos vencem no segundo dia do Diamond Ball

No segundo dia, o Diamond Ball não teve surpresas, com Austrália e Estados Unidos confimando o favoritismo.

A Austrália passou pela China (84-70), mesmo levando o jogo em ponto morno após um ótimo primeiro tempo (49-33).

Aparentemente Lauren Jackson já superou a contusão da semana passada. Foi a cestinha, com 21 pontos.

Penny Taylor teve 17.

E Suzy Batkovic comprovou a boa fase, com mais 17.

Pela China, Chen Xiaoli e Miao Lijie marcaram 14 pontos.

Após, os Estados Unidos se benficiaram de um início arrasador (31-18, no primeiro quarto) para bater a Letônia (84-74), que endureceu nos quartos seguintes (16-20, 18-19 e 19-17).
Mais uma vez, Anette Jekabsone-Zogota esteve impossível, ao marcar 24 pontos. Zane Tamane teve 12 e Ieva Kublina, 10.

Sylvia Fowles foi a cestinha americana, com 13 pontos. Tina Thompsom, 12; Sue Bird e Seimone Augustus, 11, cada e Lisa Leslie, 10. Candace Parker marcou 8, em apenas 9'.

Na prorrogação, Santo André bate Prudente

A AD Santo André saiu na frente na série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008 ao derrotar o Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente, na noite deste sábado (02 de agosto), mesmo atuando no ginásio do Tênis Clube, em Presidente Prudente (SP), por 75 a 71, no tempo extra, depois de um empate de 66 pontos (33 a 34 no primeiro tempo).

Os principais nomes do encontro foram Tayara (30 pontos, 09 rebotes e 02 assistências) e Jacque (09 pontos), pelo time do Interior; Kattya (21 pontos e 02 assistências) e Vanuzia (19 pontos e 06 rebotes), em favor da agremiação do Grande ABC.

O segundo duelo está marcado para quinta-feira (07 de agosto), às 20h00, em Santo André (SP). Uma nova vitória garante a equipe de Laís Elena na fase semifinal do estadual feminino.

"Carudo"



sábado, 2 de agosto de 2008

Adrianinha & Micaela


Êga & Grazi


Letônia supera Rússia na estréia de Becky Hammon



Começou hoje o Diamond Ball feminino, torneio amistoso de preparação para os Jogos. A sede é Haining, na China.

Participam China, Austrália, Letônia, Rússia, Estados Unidos e Mali.

O torneio começou com uma grande surpresa. No confonto entre Letônia e Rússia, Anette Jekabsone-Zogota teve uma atuação sensacional, alcançando 34 pontos (2pts 6/11 3pts 5/5 e LL 7/7). Assim, a Letônia acabou derrotando a russa, por 75 a 69 e ofuscou por completo a estréia de Beky Hammon.

Gunta Basko teve 8 pontos e 7 rebotes. Ieva Kublina marcou mais 8.

Na Rússia, a pontuação esteve melhor distribuída. Maria Stepanova marcou 16 pontos e 9 rebotes. Korstine anotou mais 16. Shchegoleva marcou mais 13; e Osipova, 10. Becky Hammon errou seus seis arremessos de quadra, teve 3 pontos (de lances livres), 3 rebotes, 2 recuperações e 1 assistência.

Na outra partida, a China passou por Mali, por 91 a 67, em uma partida menos fácil do que o placar sugere (primeiro tempo: 35-32).

Chen Nan teve 24 pontos pela China.

Foi seguida por: Sui Fei Fei, 13. Chen Xiaoli, 11 e Miao Ljie, 11.

Djénébou Sissoko teve 24 pontos e 7 rebotes. Hamchetou Maiga, 17.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Prudente e Santo André abrem série amanhã

A primeira rodada da série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2008 será complementada neste sábado (02 de agosto), às 20h00, no ginásio Municipal Watal ishibashi, na cidade de Presidente Prudente (SP), envolvendo o Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente e AD Santo André.

Na fase inicial da competição, o time prudentino ficou com a sexta colocação na classificação geral, somando 27 pontos, em 18 jogos disputados (09 vitórias e 09 derrotas). “Trabalhamos bastante a questão física, com a realização de exercícios individualizados por parte das atletas. A equipe está completa e bem preparada para dar o melhor e lutar para chegar à semifinal”, comenta Roberto Dornelas, técnico do Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente.

Já a equipe andreense fechou a etapa inicial com o terceiro lugar, contabilizando 31 pontos, com as mesmas 18 partidas realizadas (13 vitórias e 05 derrotas).

Estas agremiações se enfrentaram duas vezes na primeira fase do estadual feminino, com duas vitórias para a AD Santo André, que é comandado pela técnica Laís Elena: 53 a 45 (turno – Santo André/SP) e 73 a 60 (returno – Presidente Prudente/SP).

Seleção faz primeiro treino em Pequim


Depois de 11 horas de viagem da Austrália para a China nada de descanso. A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, fez as primeiras cestas em solo chinês nesta sexta-feira, na Universidade de Línguas e Culturas de Pequim. Sob o comando do técnico Paulo Bassul, as doze atletas fizeram um treino de intensidade média, com o objetivo principal de reconhecer a quadra e readaptar o grupo.

— Fizemos um trabalho aeróbico, de alongamento, para despertar o corpo após tantas horas de vôo. Na parte tática, a meta foi reconhecer o ambiente e integrar as jogadoras Kelly, que estava na WNBA, e Micaela, recuperada de lesão. Foi um ótimo treino e as meninas estão bem. A viagem foi longa, mas a estadia na Austrália ajudou muito no processo de aclimatação para Pequim — explicou o técnico Paulo Bassul.

Aos 40 anos, Bassul chega a sua terceira Olimpíada (foi assistente em Sydney/2000 e Atenas/2004), mas faz sua estréia como técnico em Pequim. O treinador garante que a felicidade de chegar na Vila é a mesma, não importa o cargo ocupado.

— Em qualquer circunstância, pisar na Vila Olímpica é uma alegria imensa. Pode ser a primeira, segunda ou terceira vez, não interessa. Será sempre uma emoção única. É realmente gratificante representar o Brasil no maior evento esportivo do planeta, fazendo aquilo a que me dediquei a vida inteira.

Dizem que a primeira impressão é que fica. E Bassul gostou do que viu e elogiou a organização da Vila.

— Aqui é tudo muito bonito, organizado e os voluntários são bastante atenciosos. Para as atletas, o mais importante é dormir e comer bem e isso está acontecendo. As acomodações são ótimas e a comida também.

Quanto à expectativa para a competição, Bassul diz que a equipe está consciente e amadurecida.

— Por tudo que esse grupo já passou, ele está mais maduro e sabe das dificuldades que vai encontrar. O time está determinado e unido para trabalhar sério, superar os obstáculos e jogar bem. Agora estamos com a equipe completa e vamos disputar dois amistosos (Espanha e Nova Zelândia) antes da estréia contra a Coréia (9 de agosto), o que será muito importante nessa reta final de preparação.

A ala Micaela, recuperada de uma contusão na coxa direita, treinou em ritmo leve e está muito animada com o seu retorno à quadra.

— Não agüentava mais ficar assistindo às meninas treinarem. Estava ansiosa para voltar às atividades normais. Fiz um treino não muito pesado e não senti dor alguma. Graças a Deus deu tudo certo e estou pronta para voltar a jogar contra a Espanha no amistoso de segunda-feira.

Feliz em disputar sua primeira Olimpíada, Micaela ficou impressionada com a beleza da Vila Olímpica.

— É tudo muito lindo e organizado. A emoção que senti quando pisei na Vila foi enorme, não dá para explicar. Senti um frio na barriga, claro. Afinal, chegar aqui é a realização do maior sonho de um atleta.

São Bernardo vence Americana na primeira partida

O São Bernardo/Metodista/Associação derrotou o Unimed/FAM/Goodyear/Americana, mesmo atuando no ginásio Centro Cívico, em Americana (SP), por 79 a 56 (39 a 32 no primeiro tempo), na noite desta sexta-feira (1o de agosto), pela rodada inicial da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da série A-1 - 2008.

O time do Grande ABC começou melhor a partida e logo conseguiu uma vantagem de dez pontos no marcador, isso ao final do quarto inicial. O representante do Interior cresceu de produção e fez a vantagem cair um pouco, para sete pontos, no final do segundo período.

No terceiro quarto, o São Bernardo/Metodista/Associação voltou a crescer e fez a diferença aumentar novamente. Por fim, no último período, as duas equipes erraram demais e o panorama foi mantido.

As atletas mais efetivas do encontro foram Renatinha (15 pontos), Milene (09 pontos e 05 rebotes) e Aninha (09 pontos e 03 assistências), pelo time da casa; Flávia (23 pontos, 09 rebotes e 04 assistências) e Cinthia (15 pontos e 06 assistências), em favor do visitante.

O segundo jogo da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008 será jogado na terça-feira (05 de agosto), às 20h00, em São Bernardo do Campo (SP). Uma vitória garante o São Bernardo/Metodista/Associação na semifinal.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Ourinhos bate o Suzano

O Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos abriu com vitória sua participação na série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008. O time do Interior bateu o ECUS/Suzano, 75 a 51 (32 a 19 no primeiro tempo), em partida disputada no ginásio Municipal Paulo Portela (Portelão), na cidade de Suzano (SP).

O representante de Ourinhos esteve na frente em todos os períodos, inicialmente com uma vantagem pequena, mas que cresceu no decorrer do encontro. O time da casa até tentou a reação em alguns momentos, porém o visitante conseguiu brecar com eficiência.

Os principais nomes da partida foram Lucinete (17 pontos e 03 rebotes) e Bruna (10 pontos, 05 rebotes e 05 assistências), pela equipe do Alto Tiête; Iza (15 pontos e 03 rebotes), Tatiana (14 pontos e 08 rebotes), Ariadna (14 pontos e 03 assistências) e Carina (14 pontos, 10 rebotes e 06 assistências - double-double), em favor do representante do Interior.

O segundo jogo da série melhor-de-três está agendado para terça-feira (05 de agosto), às 20h00, no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), em Ourinhos (SP). A vitória garante o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos na semifinal do estadual feminino.

Brasileiro Feminino Sul/Sudeste começa amanhã

Começa nesta sexta-feira (dia 1) no ginásio do Centro Esportivo La Salle, em Toledo (PR), o 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino de Seleções da Região Sul/Sudeste (Grupo 4). Na primeira rodada jogam Paraná x Espírito Santo (20h). No sábado (19h30) jogam Espírito Santo x Minas Gerais. A competição termina no domingo (9h30) com Minas Gerais x Paraná. De acordo com o regulamento do Brasileiro, as três equipes jogam entre si em turno único, sendo campeã a que somar o maior número de pontos.

— Temos uma equipe bastante promissora, com atletas que começaram a jogar basquete há um ou dois anos no máximo e já mostram talento. Por ser um time baixo, precisamos compensar a falta de estatura com muita velocidade e um jogo bastante coletivo. A expectativa é obter uma colocação melhor este ano e quem sabe, conquistar o título inédito — comentou o técnico do Espírito Santo, Gilmar da Silva.

— A equipe é extremamente nova e todas as meninas estão estreando na competição. É um time talentoso e com muito potencial, mas por conta da idade não sabemos como vão reagir em quadra. Teoricamente, a seleção do Paraná é a favorita, pois além de ter mais tradição, joga em casa e isso é uma vantagem a mais — comentou a técnica de Minas Gerais, Silvia Amorim.

— A expectativa é a melhor possível. O objetivo é vencer e levar o estado do Paraná à Divisão Especial. Estamos animados e confiantes. O grupo é bom e conta com atletas altas e talentosas. Organizamos o time para marcar forte e fazer um jogo de transição rápido. É assim que lutaremos para colocar a seleção no lugar mais alto do pódio — disse o técnico do Paraná, Silvio Zanini.

17º BRASILEIRO SUB-15 FEMININO


Grupo 4 – Região Sul/Sudeste

Local: Centro Esportivo La Salle – Toledo (PR)

— 1ª Rodada – Sexta-feira (dia 1 de agosto)

20h00 – Paraná x Espírito Santo. Folga: Minas Gerais.

— 2ª Rodada – Sábado (dia 2 de agosto)

19h00 – Espírito Santo x Minas Gerais. Folga: Rio Grande do Sul

— 3º Rodada – Domingo (dia 3 de agosto)

09h30 – Minas Gerais x Paraná. Folga: Espírito Santo

Kelly confiante na chegada em Pequim

A pivô Kelly Santos foi a primeira atleta da seleção brasileira feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, a desembarcar em Pequim. A atleta, que defende o Seattle Storm, da WNBA, está animada e ansiosa para disputar sua terceira Olimpíada. Kelly foi medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney (2000) e quarto lugar em Atenas (2004).

— Estou muito feliz. Me sinto bem física e tecnicamente. Será minha terceira Olimpíada e estou pronta para defender o Brasil. O time é jovem, mas tem muito talento. Confio nas minhas companheiras para desempenharmos um bom papel na competição. No Pré-Olímpico da Espanha passamos por algumas dificuldades e superamos tudo para garantir a vaga. Provamos que somos um grupo aguerrido e disposto a enfrentar qualquer batalha. Não vai ser diferente desta vez — comentou a pivô, que marcou 847 pontos em 111 jogos oficiais pela seleção brasileira.

Pedras de Pequim: ESPANHA


A Espanha estreou nos Jogos Olímpicos no mesmo ano do Brasil, em 1992, na condição de sede da competição (Barcelona). Com a belíssima Blanca Ares, mais Carolina Mújica, Ana Belén Álvaro, Elizabeth Cebrián e Marina Ferragut, as donas-da-casa chegaram à quinta colocação.

Dinheiro nunca faltou ao basquete do país, que desde o final da década de 80, já se posicionava ao lado da Itália, ostentando os melhores elencos do mundo, em clubes. Na Espanha inclusive, Magic Paula teve sua primeira experiência internacional: no Tintoretto (1989). Em 92, o famoso Dorna exibia em quadra dois dos maiores mitos da modalidade: a russa Natalya Zazouskaya e a americana Kathrina McClain, que formavam uma dupla infernal no garrafão.

Apesar do dinheiro, faltava (e ainda falta) uma melhor distribuição dele. E maior qualidade no trabalho, com treinos técnicos e físicos deixando a desejar.

A preparação para a primeira Olimpíada acabou servindo de impulso para algumas alterações nessa estrutura. E só assim, a Espanha voltou a disputar a competição, doze anos depois, em Atenas-04, quando acabou na sexta posição.

Mesmo evoluindo no trabalho de formação, mantendo uma liga disputada, com catorze equipes na divisão principal e mais vinte e quatro na divisão de acesso, a seleção espanhola ainda não despontou de fato no cenário internacional e segue sem medalhas nos grandes torneios. Ocupa a quinta posição no ranking FIBA.

Uma das razões está no excesso de estrangeiras na Liga, que limitam a atuação das pratas da casa. No último campeão nacional (Ros Casares), por exemplo, havia nada menos que sete: as russas Elenas (Baranova e Tornikidou), a brasileira Érika, as americanas Katie Douglas e Delisha Milton, a grega Evahthia Maltsi e a sérvia Milka Bjelica. Mesmo nas equipes mais humildes, o cenário não muda muito, com uma legião de estrangeiras (incluindo muitas brasileiras) invadindo o espaço.

Além disso, o ambiente dentro da seleção parece não ser dos mais harmoniosos, conforme sugere recente artigo da imprensa local. Segundo o autor, depois da eliminação para o Brasil, em Atenas-04, as principais jogadoras teriam arquitetado a queda do técnico, Vicente Rodríguez, com quem a relação nunca havia sido pacífica. Depois do Mundial do Brasil-06, o mesmo grupo de jogadoras teria decidido pelo afastamento da ótima Marta Fernandes, incomodado por dividir as atenções com a nova estrela.

Por falar em estrela, o grande nome espanhol é a ala Amaya Valdemoro, 32 anos, 1,81m. Excepcional jogadora, arremessadora furiosa e dedicada aos demais fundamentos, a espanhola é uma das grandes estrelas da modalidade. Pena que, mais uma vez, esteja enfrentando sérios problema físicos, o que não é novidade alguma em sua carreira. Há algum tempo, Amaya tem freqüentado as principais competições no limite. Ainda assim consegue brilhar, mesmo mancando em quadra ou portando uma parafernália de protetores articulares. Em Pequim, não deve ser diferente. Em blog que Amaya mantém para um dos patrocinadores dos Jogos, ela resume os últimos dias: "Foram terríveis. Não desejo a ninguém o que passei. Quase não dormi, chorei muito. Até o último momento, não sabia se estaria em Pequim(...)". Depois de dois anos no CSKA (Rússia), Amaya voltará à Espanha na próxima temporada, pelo Ros Casares. A ala procurou, mas não encontrou seu espaço na WNBA, onde jogou por três anos no Houston. No Pré-Olímpico, esteve muito perto dos 20 pontos de média. No Europeu-07, foi eleita a MVP, após perder o ouro para a Rússia.

Um dos grandes destaques atuais da seleção é a ala-pivô Anna Montañana, de 28 anos, 1,86m, que jogou a última temporada no Avenida, ao lado de Alessandra. Muito versátil e inteligente, tem se tornado uma das referências da seleção no garrafão, se encaixando bem no perfil moderno para a posição 4. Mas é muito frágil para o confronto com pivôs mais pesadas, e é aí que mora uma das grandes deficiências da Espanha, principalmente quando o jogo de velocidade e arremessos de longa distância não funciona.

Outra jogadora que vive boa fase (talvez, seu auge) é a armadora Elisa Aguilar, do Ros Casares. A armadora, de 31 anos e 1,72m é uma ótima arremessadora dos três pontos e real comandante do grupo, para a qual o clichê "técnico em quadra" é verdadeiro.

A armadora Nuria Martinez, 24 anos, 1,72m é a novidade do time para Pequim. A jogadora retorna, após uma contusão que a tirou do Pré-Olímpico. Apesar de jovem, é uma armadora segura e excelente defensora, além de apta para definir. Filha de uma jogadora de basquete, sempre procurou a evolução na carreira, desde cedo. Teve uma rápida passagem pela WNBA. Nas duas últimas temporadas esteve no Dynamo de Moscou. Para a próxima, assinou com o Schio (da Itália), onde deve jogar ao lado de feras como Candice Dupree e Alisson Feaster.

A ala Laia Palau, 22 anos, 1,78m experimentou fantástico crescimento desde que foi treinada por Carmen Lluveras, no Barcelona. A partir daí, assumiu papel de importância também na seleção. Bastante veloz, joga com muita habilidade no "um contra um", e ainda defende acima da média. Às vezes, a irregularidade a ataca. Joga atualmente no Ros Casares.

No banco, um dos nomes que chama a atenção é Cindy Lima, de 1,96m. Destaque da Liga Espanhola pelo San Jose, a pivô de 27 anos, só recebeu as primeiras convocações no ano passado, depois de ser insistentemente preterida. Rapidamente conquistou seu espaço e o respeito das companheiras, mas ainda tenta desenvolver maior traquejo ofensivo.

A ala Isabel Sanchez, 1,79m, é outra opção segura no banco. Aos 31 anos, chegou tardiamente à seleção, após anos de árdua dedicação em clubes pequenos da Espanha. Jogou a última temporada no Avenida.

A ala-pivô Tamara Abalde, 1,93m, 19 anos é a maior promessa do basquete espanhol. Após uma temporada da NCAA, acertou retorno à Espanha, pelo Ros Casares, mas será cedida ao Rivas, mesmo clube de Franciele.

A jovem lateral Alba Torrens, 19 anos, 1,85, do Celta, é outra novidade. Foi cestinha da recente vitória contra a Rússia, em amistoso.

Também do Celta, vem a pivô Laura Nichols, 19 anos, 1,89, a quem o técnico Evaristo Peréz define como "duríssima na defesa e um ímã para os rebotes".

O elenco ainda conta com mais duas jogadoras do San Jose: a pivô Lucila Pascua, 25 anos, 1,96, que apesar do potencial, tem tido dificuldades em se firmar na seleção, e a ala Maria Revuelto, 1,79m, 26 anos.

A Espanha estréia no dia 9, contra a anfitriã China. Depois, pega Nova Zelândia, República Tcheca, Estados Unidos e Mali.

Kelly no aeroporto e entrevista com a musa Lauren



Confusão na chegada não tira o bom humor de Kelly (André Amaral, GloboEsporte, que se confunde ao dizer que Kelly nasceu no Maranhão)

Lauren Jackson fala ao Rebote (Rodrigo Alves, novamente no território das musas)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Catanduva bate Santos na primeira partida das quartas

O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC saiu na frente na série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2008 ao derrotar o FUPES/Santos, na noite desta quarta-feira (30 de julho), mesmo atuando no ginásio Municipal Antonio Guenaga (Rebouças), na cidade de Santos (SP), por 73 a 68 (41 a 35 no primeiro tempo).

A partida foi bastante movimentada, com as duas equipes se alternando no comando do marcador. O time santista foi melhor no quarto inicial, mas o representante do Interior se recuperou e liderou o placar nos dois períodos seguintes.

No último quarto, apoiado pela torcida, o FUPES/Santos buscou a recuperação, mas não foi o suficiente para passar à frente do rival.

Os principais nomes da partida foram Luciana (22 pontos, 04 rebotes e 01 assistência) e Rosa (13 pontos e 04 rebotes), pela equipe da Baixada Santista; Gil (22 pontos e 13 rebotes – double-double) e Fabão (18 pontos, 11 rebotes e 03 assistências – double-double), em favor da agremiação do Interior.

O segundo confronto acontece na segunda-feira (04 de agosto), às 20h00, na cidade de Catanduva (SP). Uma vitória garante o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC na semifinal do estadual feminino.

Suzano recebe Ourinhos amanhã pelas quartas do Paulista

O ECUS/Suzano recebe a visita do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, nesta quinta-feira (31 de julho), às 20h00, no ginásio Municipal Paulo Portela (Portelão), na cidade de Suzano (SP), na primeira partida da série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2008.

Para chegar a esta fase da competição, o time do Alto Tiête fechou sua participação na etapa inicial com a sétima colocação, somando 25 pontos, em 18 jogos realizados (07 vitórias e 11 derrotas).

Já o representante do Interior concluiu a etapa inicial do estadual feminino, com 33 pontos, em 18 partidas disputadas (15 vitórias e 03 derrotas), ocupando a segunda colocação na classificação geral.

Nos confrontos válidos pela primeira fase desta competição, duas vitórias do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos: 68 x 49 (turno – Ourinhos/SP) e 67 a 58 (returno – Suzano/SP).

Os demais jogos da série melhor-de-três estão marcados para estas datas: 05 de agosto (terça-feira), às 20h00, em Ourinhos (SP); e, se necessário, no dia 06 de agosto (quarta-feira), 20h00, no mesmo local.

Seleção chega a Pequim amanhã


A seleção brasileira feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, desembarca nesta quinta-feira em Pequim, às 18h50 de Brasília (sexta-feira, às 5h50 de Pequim) e segue direto para a Vila Olímpica. Antes da estréia na Olimpíada, o Brasil irá disputar dois amistosos: dia 4 enfrenta a Espanha e no dia 7 joga com a Nova Zelândia. Nos Jogos Olímpicos, o Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9 de agosto), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam a semifinal e final.

BRASIIL x AUSTRÁLIA

No segundo amistoso disputado nesta quarta-feira, na cidade de Sydney, o Brasil foi superado pela Austrália por 85 a 62 (34 a 27 no primeiro tempo). A cestinha da partida foi a pivô australiana Batkovic, com 17 pontos. A principal pontuadora da equipe brasileira foi a ala/armadora Karla, com 16 pontos. O time da casa não contou com a ala/pivô Lauren Jackson, poupada após sentir dores no tornozelo direito durante o treino da manhã. No primeiro confronto, na segunda-feira, em Wollongong, as australianas venceram por 99 a 62.

O técnico da seleção brasileira Paulo Bassul faz uma avaliação positiva dos dois amistosos que o Brasil disputou na Austrália, onde a equipe fez parte da aclimatação para a Olimpíada de Pequim. O time jogou desfalcado da ala Micaela, que se recupera de uma contusão na coxa direita, e da pivô Kelly, que se integra ao grupo na China. E apesar das duas derrotas, Bassul aponta crescimento no grupo.

AMISTOSOS NA AUSTRÁLIA

— Os dois jogos foram ótimos para avaliarmos a equipe e acertar os detalhes do time para a Olimpíada. Na primeira partida, jogamos bem durante 15 minutos, mas não conseguimos sustentar o mesmo padrão e sofremos 99 pontos. No segundo confronto, tivemos boa atuação por 25 minutos e levamos 85 pontos. Poderíamos ter ido melhor, mas já apresentamos evolução entre uma partida e outra, o que é muito importante. Ainda temos trabalho duro pela frente. Precisamos acertar em alguns aspectos táticos e, principalmente, ganhar mais ritmo, incorporando Kelly e Micaela ao grupo.

KELLY E MICAELA


— A entrada dessas duas jogadoras muda bastante o time. A Kelly é uma atleta experiente e com ela ganhamos mais uma pivô de força. Isso representa menos sobrecarga para a Graziane, enquanto Mamá e Êga ficam mais liberadas para desempenharem suas funções originais na posição quatro. A Micaela está se recuperando muito bem. Ela vai treinar normalmente em Pequim e jogará os amistosos contra a Espanha e Nova Zelândia antes da estréia contra a Coréia. É um grande reforço para a equipe, sobretudo na defesa e nos rebotes. Além disso, é mais uma opção de ataque dentro do nosso sistema tático.

EXPECTATIVA PARA A OLIMPÍADA

— Meu pensamento é focar em um jogo de cada vez, sem fazer projeções. O nosso primeiro objetivo é passar para a próxima etapa e para isso o passo inicial é estrear bem contra a Coréia.

BRASIL (14 + 13 + 16 + 19 = 62)

Claudinha (5pts), Karla (16), Chuca (10), Êga (8) e Graziane (10). Depois: Mamá (12), Adrianinha (0), Fernanda (0), Karen (1) e Franciele (0). Técnico: Paulo Bassul.

AUSTRÁLIA (19 + 15 + 25 + 26 = 85)

Harrower (9pts), Snell (13), Penny Taylor (8), Grima (5) e Batkovic (17). Depois: Summerton (16), Randall (9), Cox (9), Bevilaqua (0), Screen (3) e Philips (6). Técnica: Jan Stirling.

Becky Hammon treina com a Seleção Russa

Após um longo vôo dos EUA até a Rússia, Becky Hammon se juntou à seleção russa e realizou nesta quarta-feira seu primeiro treino.

Em entrevista ao site de seu clube, CSKA Moscow, Becky disse que estava muito cansada, mas, por estar em Moscou e a vontade de ir aos Jogos Olímpicos, suas forças se renovam.

"Para mim, ir às Olímpiadas é um grande incentivo. Quero fazer o meu melhor para que a Rússia seja campeã." Disse Hammon. "Eu conheço todas as jogadoras da equipe. Ainda estou um pouco deslocada, mas, muitas companheiras do CSKA estão na equipe e isto me permitirá uma adaptação rápida". Completou.

"Quero ser a primeira a enterrar nas Olimpíadas."


A dona dessa outra frase é Candace (Fenômeno) Parker, em entrevista a Fábio Balassiano, no Da Linha dos 3.

"Kelly vai fazer bonito em Pequim."


A dona da frase acima é Sue Bird, companheira de Kelly, no Seattle e musa do Rodrigo Alves, que a entrevista no Rebote.

E eu espero que ela esteja certa.

Com mais um "apagão" no final do terceiro quarto, seleção perde de 23 pontos

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E a seleção perdeu novamente para a Austrália. Dessa vez, a diferença caiu para 23 pontos: 85-62.

Mas fica difícil saber se houve alguma evolução ou se foi apenas conseqüência de Lauren Jackson não ter jogado.

O Brasil continua sofrendo nos mesmos fundamentos que nos atormentaram no Pré-Olímpico: poucas assistências (7 contra 14, da Austrália); falhas no rebote (23 contra 31) e muitos erros (27 contra 19).

E novamente um "apagão" nos atacou no terceiro quarto, já que a 4 minutos do fim do período o Brasil perdia de 6 pontos: 46-40.

Os destaques da Austrália acabaram sendo a pivô Suzy Batikovic (17 pontos, 6 rebotes, 6 recuperações) e a ala Belinda Snell, com 13 pontos. Penny Taylor teve apenas 8.

Pela nossa seleção, a cestinha foi Karla, com 16 pontos (3pts 2/5 2pts 3/8 LL 4/5).

Três outras jogadoras tiveram atuações bastante corretas: Chuca (10 pontos, 3 assistências, 3 rebotes, 2 recuperações), Mamá (12 pontos e 5 rebotes) e Graziane (10 pontos e 5 rebotes).

Pontuaram ainda: Êga, 8; Claudinha, 5 e Karen, 1.

As condições de Adrianinha preocupam: em 16', tentou três arremessos de 3 pontos, não converteu nenhum. Perdeu 5 bolas. E ainda cometeu 3 faltas.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Santos e Catanduva abrem as quartas de final do Paulista

O playoff –quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2008 será aberto nesta quarta-feira (30 de julho) com o primeiro jogo da série melhor-de-três, envolvendo FUPES/Santos e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, que acontece às 19h00, no ginásio Municipal Antonio Guenaga (Rebouças), na cidade de Santos (SP).

Para chegar a esta etapa, o representante da Baixada Santista fechou sua participação na fase inicial da competição com 23 pontos, em 18 jogos realizados (05 vitórias e 13 derrotas), ocupando a oitava colocação na classificação geral. Para esta disputa de quartas-de-final, a treinadora Carmen Fernandes espera jogar forte para tentar surpreender o rival, especialmente jogando em casa.

“Treinamos forte, tivemos vários contratempos de lesões, foi difícil de trabalhar a parte tática, mas no início da semana, enfim, conseguimos. A equipe não veio bem no campeonato, contudo no final da fase conseguiu fazer bons jogos e é por aí que estamos trabalhando. Temos plena consciência da dificuldade que é enfrentar a equipe de Catanduva, mas nossa meta é fazer bons jogos e equilibrar as partidas”, analisa Fernandes.



“Mesmo contra tudo e contra todos, trabalhamos forte para vencer em casa. Se der, tudo bem; mas se não der, sairemos com a cabeça erguida, já que tentamos até o final”, complementa a treinadora do FUPES/Santos, que não sabe se poderá contar com a jogadora Rosa, que se recupera de uma contusão.



O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, por sua vez, concluiu a primeira fase do estadual com a liderança, contabilizando 33 pontos e as mesmas 18 partidas disputadas (15 vitórias e 03 derrotas). O experiente técnico Edson Ferreto não poderá contar com a jogadora Karla, que integra o elenco da Seleção Brasileira para os Jogos Olímpicos de Pequim, porém já tem a presença de Natália.

“A Natália vai reforçar o nosso time na série de playoff contra Santos, pois já trabalhou conosco e está em ritmo ideal”, comenta Ferreto.

Na fase inicial, estas equipes se enfrentaram duas vezes, com dois resultados favoráveis ao representante do Interior: 95 a 47 (turno - Catanduva/SP) e 70 a 75 (returno - Santos/SP). Já os outros confrontos desta fase estão agendados para as seguintes datas: 04 de agosto (segunda-feira), às 20h00, na cidade de Catanduva (SP); e, se necessário, 05 de agosto (terça-feira), às 20h00, no mesmo local.

Graziane substitui Érika nos Jogos de Pequim


A pivô Graziane Coelho irá substituir a pivô Érika de Souza nos Jogos Olímpicos de Pequim. A informação foi confirmada na segunda-feira pelo Departamento Técnico da CBB, após contato telefônico do empresário da jogadora Érika, Fábio Jardine. Segundo Fábio, a atleta estava se recuperando de uma fratura de stress e jogou domingo à noite uma partida da WNBA por sua equipe, o Atlanta Dream. Nos 31min19s que esteve em quadra, a Érika marcou nove pontos, pegou 11 rebotes e deu duas assistências. Após o jogo a atleta voltou a sentir fortes dores na perna.

— Lamento profundamente a ausência dela porque perdemos uma jogadora chave dentro do nosso esquema tático. Mas temos que olhar para frente e buscar a melhor forma de montar a equipe para a Olimpíada. A Grazi está totalmente adaptada ao sistema da seleção e, com certeza, irá contribuir bastante para que a equipe tenha um bom desempenho — explicou o técnico Paulo Bassul.


AMISTOSO EM SYDNEY

Sydney / Austrália – As seleções femininas de basquete da Austrália e do Brasil disputam a segunda partida amistosa nesta quarta-feira (6h de Brasília), no ginásio do Centro de Entretenimento de Sydney. No primeiro amistoso, realizado segunda-feira, em Wollongong, as australianas venceram por 99 a 62. A equipe brasileira não conta com a pivô Kelly, que está na WNBA, nem com a ala Micaela, que se recupera de uma contusão na coxa direita.

Fonte: CBB

Magic Paula diz não à CBB

Em conversa com o amigo Fábio Balassiano, Magic Paula revela ainda estar frustrada com a experiência na Nossa Liga de Basquete e descarta candidatura à presidência da CBB.

Hit Parade

Funk do Basketeiro, por MC L. DOCTOR, ou Marcel de Souza

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Opinião do Sta. Ignorância

Opinião do Sta. Ignorância: Entre mortos e feridos, linguas queimadas e muitas cornetadas, a seleção sub 18 garante o bronze e a vaga para o Mundia da Tailândia.

Ufa! Elas conseguiram... sinceramente, depois da derrota para o Canadá, pensei que a vaga tivesse ido pro brejo junto com a vaca verde amarela.


Após a desastrosa derrota contra o Canadá e a raçuda vitória contra as portenhas donas da casa, ganhamos bem das venezuelanas, num dia simplesmente espetacular da menina Patrícia, 37 pontos e 6 assistencias. Depois de uma atuação dessas, fica mais dificil ainda entender porque o Tarallo iniciou o jogo contra o Canadá com a menina no banco...

Patrícia deu a volta por cima e tornou-se a cestinha da equipe e a segunda maior da competição (14,6 ppj), ficando atrás apenas da venezuelana Roselis Serrano (16 ppj).

Outras jogadoras que merecem destaque são a armadora Tássia e a pivô Cristiane. Tássia, a mais jovem da equipe e, provavelmente, uma das mais jovens da competição, não se intimidou e em alguns jogos foi a cestinha da seleção, terminando como a segunda maior cestinha do Brasil e a terceira da competição (14 ppj), sem dúvidas, terá um belo futuro pela frente. Já a pivô Cristiane só confirmou nessa competição a sua ascenção. Desde que se transferiu do Colégio Magnum (MG) para o time do Divino/Jundiai, é notório o crescimento dela, sendo a MVP do Sul Americano Cadete do ano passado, e uma das responsáveis pelo título do Divino no Paulista Infanto de 2007 ao derrotar a favorita Unimed/Americana. No Pré Mundial, ela teve médias de 10,2 pontos e 8,3 rebotes por jogo. Bom ver uma atleta alta (1,93) se destacando.

Em contrapartida, as talentosas Bruna, Tatiane e Fabiana deixaram a desejar e ficou a sensação de que elas poderiam rendem bem mais, como rendem em seus clubes. Fabiana, inclusive, acabou perdendo espeço em alguns jogos para a novata Monica, que desempenhou bem o seu papel.

A baixinha e talentosa armadora Débora derrapou no ataque (3,4 ppj), mas foi a líder em assistências da competição: 3,8 por jogo. Detalhe: Débora foi reserva de Tássia.

Tainá, Joseane, Leila e Leidilânia tiveram pouco espaço e terão que mostrar em seus clubes que merecem mais uma chance ano que vem.

O saldo final é positivo, claro, mas muitas coisas deverão ser repensadas: jogamos em função das bolas de três... que não caíram. Apostaram num quinteto titular alto (Tássia 1,75/ Tatiane 1,80/ Bruna 1,82/ Monica 1,85/ Cristiane 1,93) que não funcionou. Particularmente também não me agradou. E isso tem um dedo do Barbosa, essa fixação de um quinteto alto. Mas os técnicos brasileiros precisam entender que nós não somos a Rússia que possui jogadoras altas em todas as posições e que uma jogadora que joga, por exemplo, como 4 no clube, não vai render a mesma coisa na seleção jogando como 3. Espero que os tropeços de hoje, somados aos tropeços do Mundial sub 21 façam o Tarallo repensar a sua tática e de uma vez por todas perceber que seleção não é clube.

Vamos ver agora na Tailândia.


Torçamos...


As declarações de Bassul sobre a derrota de hoje



"O grande objetivo desses amistosos é dar ritmo de jogo ao grupo e é isso o que importa. Apesar do resultado, vi coisas boas na equipe, especialmente no primeiro tempo. Jogamos em condições adversas, enfrentamos uma viagem longa, fuso horário grande, arbitragem local e a ausência de três atletas: da ala Micaela (machucada) e das pivôs Érika e Kelly (na WNBA). O importante é que conseguimos utilizar todas as jogadoras disponíveis e aperfeiçoamos o entrosamento. Estamos longe do ideal, mas tenho certeza que jogaremos melhor na segunda partida, em Sydney."

Karla, 15 segundos

Lituânia derrota Rússia e leva Europeu Sub-18


Pela primeira vez na história da competição, a Lituânia ficou com o título do Europeu Sub-18. O time bateu a Rússia, na final, por 63-57.

A armadora Aurime Rinkeviciute, de 1,79m, foi a cestinha da partida, com 27 pontos e MVP do torneio.

Além das finalistas, República Tcheca (bronze), França (quarto lugar), Espanha (quinto) garantiram vaga para o Mundial do próximo ano.

Em seu segundo jogo, Érika quase chega ao double-double


Ontem, na última rodada da WNBA antes da paralisação de um mês para os Jogos Olímpicos, a técnica Meadors, do Atlanta, não viu outra solução, senão recorrer à Érika, voltando de contusão, para tentar parar a peso-pesado Janel McCarville (22 pontos, 10 rebotes). Com isso, a pivô acabou sendo a jogadora que mais ficou em quadra na derrota para New York (76-86): 31 minutos. A brasileira esteve próxima de um double-double, ao registrar 9 pontos (2pts 3/8 LL 5/7), 11 rebotes, 2 recuperações, 1 toco, 5 faltas e 2 erros. Iziane jogou 28', somou 11 pontos (2pts 4/9 3pts 1/4 LL 0/1), 4 rebotes, 2 recuperações, 1 assistência e 5 erros.

O Seattle conseguiu uma vitória sobre o sacramento (77-71), com Sue Bird marcando 24 pontos. Pena que Kelly jogou apenas 1 minuto.

Austrália atropela Brasil no segundo tempo e ganha amistoso por 99 a 62


O Brasil não começou bem sua preparação final para Pequim.

Com desfalques (Micaela, Érika e Kelly), o time até que levou bem os primeiros dois quartos do amistoso contra a Austrália, perdendo por 21 a 18 e 21 a 15.

No segundo tempo, a coisa desandou e a Austrália passeou. Em cinco minutos de apagão da nossa seleção, as campeãs mundiais abriram 20-0. Os quartos finais registraram 23-11 e 34-18, e o jogo finalizou em 99 a 62.

Pela Austrália, destaque para Lauren Jackson (19 pontos, 7 rebotes, 22') e Penny Taylor (17 pontos, 7 rebotes, 6 assistências, 27'). Belinda Snell ainda marcou mais 16 pontos, pegou 7 rebotes e deu 5 assistências, em 26'. Kristi Harrower foi poupada, em função de uma lesão no tornozelo.

A Austrália passeou sobre o Brasil, nos rebotes (39 x 22) e assistências (24 x 11). Não fosse o bastante, voltamos a errar muito (19, contra dez das australianas).

Bassul iniciou a partida com Claudinha, Karla, Chuca, Êga e Graziane.
A cestinha foi Claudinha, com 12 pontos, 3 rebotes e 1 assistências, em 30'.

Karla e Chuca a seguiram, com 11 pontos, cada.

As pivôs se carregaram em faltas: Mamá e Franciele foram eliminadas, com 5, cada. Grazi fez 4.

Ainda: Êga (8 pontos, 5 rebotes), Graziane (6 pontos, 3 rebotes), Fernanda (5 pontos), Franciele (4), Karen (3), Mamá (2). Adrianinha que nem chegou a participar do amistoso com São Bernardo na semana passada, por uma gripe, entrou por apenas 6 minutos e não foi bem (2 erros de arremesso e 3 bolas perdidas).

domingo, 27 de julho de 2008

Brasil e Austrália jogam amanhã às 7 horas

Na reta final de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim, as seleções femininas de basquete da Austrália e do Brasil disputam uma partida amistosa nesta segunda-feira (7h de Brasília), no ginásio do Centro de Entretenimento de Wollongong. As duas equipes voltam a se enfrentar na quarta-feira, no mesmo horário, em Sydney. Brasileiras e australianas se enfrentaram 12 vezes em competições oficiais, com dez vitórias da Austrália contra duas do Brasil.

BRASIL


4. Adrianinha; 5. Karla; 6. Karen; 7. Micaela; 8. Fernanda; 9. Claudinha; 10. Mamá; 11. Ega; 12. Chuca; 13. Franciele; 14. Graziane. Técnico: Paulo Bassul.

AUSTRÁLIA


4. Erin Philips; 5. Tully Bevilaqua; 6. Jennifer Screen; 7. Penny Taylor; 8. Emma Randall; 9. Holie Grima; 10. Kristi Harrower; 11. Laura Summerton; 12. Belinda Snell; 13. Suzy Batcovic; 14. Rohanee Cox; 15. Lauren Jackson. Técnica: Jan Stirling

Copa América Sub-18: Brasil bate Porto Rico, garante bronze e vaga no Mundial


Brasil, Estados Unidos, Canadá e Argentina são os representantes das Américas no Campeonato Mundial Sub-19 Feminino de Basquete da Tailândia, em 2009. Na quinta e última rodada da 6ª Copa América – Pré-Mundial Sub-18, disputada em Buenos Aires, a seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, derrotou Porto Rico por 82 a 41 (36 a 16 no primeiro tempo), com 18 pontos e oito rebotes da cestinha Patrícia Ribeiro. A principal pontuadora portorriquenha foi Kátia Rivera, com 11 pontos. Nos cinco jogos que disputou na competição, o Brasil obteve três vitórias e sofreu duas derrotas.

— Conseguimos alcançar os dois objetivos na Copa América: garantir a vaga para o Mundial e subir ao pódio. É claro que gostaríamos que fosse uma medalha de ouro, mas a medalha de bronze tem um significado especial. Perdemos para as duas melhores equipes da Copa América (Estados Unidos e Canadá), que vão brigar por uma medalha no Mundial. Vencemos a Venezuela, atual campeã sul-americana, Argentina, nosso tradicional adversário, e Porto Rico. Estou muito feliz com o desempenho da equipe, mas temos consciência do que precisamos melhorar. Agora começamos o planejamento para o Mundial da Tailândia — explicou o técnico Luis Cláudio Tarallo.

BRASIL (20 + 16 + 25 + 21 = 82)

Tássia (11pts), Patrícia (18 e 8 rebotes), Tatiane (7), Bruna (7) e Cristiane (2 e 8 rebotes). Depois: Mônica (14 e 12 rebotes), Débora (5), Leidilânia (4), Fabiana (4), Leila (6), Tainá (4) e Joseane (0). Técnico: Luís Claudio Tarallo.

PORTO RICO (09 + 07 + 12 + 13 = 41)

Kátia Rivera (11pts), Rita Rivera (6), Centeno (3), Vega (4) e Negron (1). Depois: Feliciano (2), Roxi Rivera (2), Soto (5), Gonzalez (2), Burgos (2), Vargas (3) e Román (0). Técnico: Raymond Cintron.