Priscila Borges (30%)- 21 anos, 1,77m. A ala participou da seleção sub-21, que disputou o Mundial-2007, com médias de 6,5 pontos por jogo. Depois de defender Catanduva, onde, mesmo jovem, não comprometia nas trocas de Ferreto, defendeu São Caetano, no último Paulista, com destaque (13 pontos por jogo).
Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de 8 pontos no Paulista.
Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fracano clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.
Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e 5 assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.
Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m. A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 ppj) e, nesse ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 ppj). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 ppj no Paulista.
Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 ppj no Paulista.
Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá pra cá, foi a Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 ppj no Paulista.
Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de 8 pontos no Paulista.
Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fracano clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.
Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e 5 assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.
Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m. A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 ppj) e, nesse ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 ppj). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 ppj no Paulista.
Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 ppj no Paulista.
Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá pra cá, foi a Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 ppj no Paulista.






6 comentários:
A Palmira teve uma má atuação no Pan pq o Barbosa inventou de colocar ela pra jogar como armadora, e mesmo assim ela não teve mais do que 4 min de jogo.
.O basquete Brasileiro tem varios talentos como foi mostrado nesta enquete ai varios diamantes brutos.Temos que implantar um jogo de força evelocidade trocas constantes sufocando os adversarios esquecer umpouco esta marcaçao por zona e so´´chute´´de 3 quando nossas chutadoras sao anuladas com marcasao~forte ja era e as americanas sabem fazer isto como ninquem .vamos convocar uma seleçao novas escursionar pelo mundo daqui a 4 anos elas estao prontas ass olheiro
daiane packer,parou de jogar pois nunca foi lembrada para uma selecao,foi campea nos eua,njcaa pelo trinity valley,36jogos invicto,media de 04 cestas de treis pontos por jogo,[em um jogo ela bateu o record de cestas de treis pontos,sendo 10 cestas em 12 tentativas.
Sta Imparcialidade
Helton se ela fosse boa,estaria jogando em time de ponta, eu acho que nem ela sabe do que joga, porque o Bassul,não convocou?e o Barbosa ainda é o culpado.tenha a santa paciencia!!!!!
Sejamos justos,palmira já não é mais a mesma.Entretanto foi barra pelo barbosa.Armadora?Ele enlouqueceu ali.
quer saber pq ele não convocou ela...simpels..pq ela não está no time de ourinhos....
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