sábado, 27 de agosto de 2016

Em jogo equilibrado, Jundiaí é melhor no último quarto e supera o Venceslau

A equipe de Jundiaí voltou a triunfar no Campeonato Paulista de Basquete Feminino. Na noite desta sexta-feira (26), em jogo marcado pelo equilíbrio, as jundiaienses foram melhores no último quarto e venceram o Presidente Venceslau por 64 a 61. Com o resultado positivo, as visitantes se mantiveram na liderança isolada da competição, com 12 pontos, enquanto as mandantes seguem na quarta posição, com nove. O confronto válido pelo returno do torneio foi realizado no interior de São Paulo, na cidade venceslauense.
Venceslau x Jundiaí, Campeonato Paulista de Basquete (Foto: Cláudio Almeida / Divulgação, Presidente Venceslau)Fora de casa, Jundiaí (marrom) supera Venceslau por 64 a 61 (Foto: Cláudio Almeida / Divulgação, Presidente Venceslau)

O destaque da partida foi a ala/pivô Aline. A jogadora do Jundiaí marcou 24 pontos e terminou como a cestinha do jogo. Pelos lados do Venceslau, a melhor foi a pivô Fabi Guedes, que anotou 15 pontos.
O próximo compromisso das jundiaienses está marcado para o dia 14 de setembro, às 18h30, contra o São José, em Jundiaí. As venceslauenses encaram o São Bernardo no dia 7 de setembro, às 18h, em São Bernardo do Campo. 
O jogo
O primeiro quarto nem bem começou e as venceslauenses já conseguiram abrir uma boa vantagem no marcador. Apesar da ligeira reação do time de Jundiaí, as mandantes venceram por 19 a 16. No segundo período, o equilíbrio "entrou" em quadra e o placar apontou um empate de 12 a 12.
Assim como no segundo quarto, o terceiro também foi de igualdade. Porém, o Venceslau abriu uma vantagem considerável, mas tropeçou nos próprios erros e as jundiaienses conseguiram empatar outra vez: 12 a 12. No quarto período, as visitantes acertaram a "mão" e venceram por 24 a 18.
Fonte: Globoesporte.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sem sustos, São José supera São Bernardo pelo Paulista Feminino

Foram quase dois meses sem jogos pelo Campeonato Paulista de Basquete Feminino. Para ser mais preciso, 54 dias. O longo período sem atuar pelo estadual parece ter deixado o São José com fome de bola. Na noite desta quinta-feira, no ginásio Cidade Jardim, as joseenses entraram em quadra com ritmo acelerado e efetivas principalmente no ataque. Assim, venceram sem sustos o São Bernardo por 93 a 72. Triunfo que vem com gosto de revanche, já que no primeiro turno a equipe do ABC venceu o embate por 72 a 59.
A vitória das donas da casa veio com boas atuações de Vitória Marcelino, cestinha do jogo com 23 pontos, da pivô Mônica Nascimento, que deixou a quadra com um duplo-duplo (11 pontos e 12 rebotes) e da ala Luana, com 22 pontos. Por São Bernardo, destaque para as atuações de Milena, com um duplo-duplo (16 pontos e 11 rebotes), e Loredana, com 14 pontos.
Sâo José Basquete Feminino x São Bernardo Basquete Feminino Paulista (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)Vitória Marcelino foi a cestinha da partida, com 23 pontos (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)

















O São Bernardo entra em quadra novamente na próxima terça-feira, 30. Às 20h, enfrenta Santo André, no ginásio Pedro Dell'Antonia, no ABC. O próximo compromisso do São José também será contra as andreenses. O confronto está marcado para 2 de setembro, sexta-feira, às 20h, no Pedro Dell'Antonia.
O jogo
Após um longo período sem jogar, São José e São Bernardo entraram em quadra com posturas diferentes. As joseenses estavam atentas na defesa e com as mãos calibradas. Já a equipe do ABC, desfalcadas de algumas atletas, demorou para engrenar. Assim, a vantagem das anfitriãs no placar não demorou para surgir. Fim do primeiro quarto com vitória das donas da casa: 23 a 11.
No início do segundo período, porém, os papéis se inverteram. São Bernardo melhorou no jogo e foi, aos poucos, diminuindo a diferença. São José não apresentava o mesmo rendimento dos dez minutos iniciais. Com isso, deixou as visitantes encostarem. Quando a diferença no marcador chegou a seis pontos, o técnico Carlos Lima, do São José, parou o jogo para acertar a equipe da casa. A parada surtiu efeito. Mesmo com a partida equilibrada, as joseenses conseguiram aumentar para nove pontos a vantagem ao fim do primeiro tempo: 39 a 30.
Sâo José Basquete Feminino x São Bernardo Basquete Feminino Paulista (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)A ala Kiara, do São José, encara a marcação de São Bernardo (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)

















São José voltou do vestiário embalado e, com passes rápidos no ataque, envolvia com facilidade a defesa adversária. São Bernardo, por outro lado, era instável e não conseguia conter o ritmo das anfitriãs. Ao fim do terceiro quarto, o placar anotava 64 a 52 para São José. Nos dez minutos finais, o jogo seguiu aberto. Com as defesas mais abertas, o placar cresceu com facilidade. Mais eficiente durante toda a partida, São José fez 29 pontos no período e consolidou a vitória por 93 a 72.
Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Seleção brasileira militar é bicampeã mundial

(Divulgação)
A Seleção Brasileira de basquete feminino conquistou o troféu de campeão da segunda edição do Campeonato Mundial Militar Feminino de basquete. No final do mês de julho, o selecionado verde-amarelo bateu a seleção norte-americana e garantiu o título da competição realizada na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.
Para se sagrar bicampeã do Mundial Militar, a Seleção Brasileira derrotou os Estados Unidos com vitória pelo placar de 61 a 60. Com o resultado, além de faturar o título, a equipe brasileira concluiu sua participação na segunda edição do campeonato com 100% de aproveitamento, com vitória nas cinco partidas que disputou.
As grandes destaques da partida que rendeu o troféu de campeão para a Seleção Brasileira foram as pivôs Êga, com duplo-duplo de 13 pontos e 11 rebotes, e Gilmara, com dez pontos e nove rebotes, e a armadora Tássia, com 11 pontos, três assistências e três rebotes. Destaque da Seleção Brasileira durante todo o torneio, Gilmara foi eleita e MVP da competição.
O Mundial Militar contou com a participação de seis equipes e foi disputado em chave única, com todos jogando contra todos. Para chegar ao título, o Brasil derrotou, respectivamente, a Alemanha, por 108 a 38, a China, por 68 a 66, o Canadá, por 65 a 43, a França, por 79 a 62, e os Estados Unidos na última rodada, por 61 a 60.
Além da Seleção Brasileira, Estados Unidos (2º colocado) e China (3º colocado) completaram o pódio. Os três países também formaram o pódio da edição passada do Mundial Militar, realizado na cidade de Angers, na França, com o Brasil em primeiro, a China em segundo e os Estados Unidos em terceiro.
Fonte: LBF

CBB confirma a saída de Magnano e Barbosa


A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) confirmou, nesta terça-feira (dia 23), que os técnicos Rubén Magnano e Antonio Carlos Barbosa não continuarão no comando das Seleções Brasileiras Masculina e Feminina, respectivamente, a partir de 1º de setembro. Conforme estava previsto, os contratos dos dois treinadores serão encerrados dia 31 de agosto.

“São dois excelentes profissionais, medalhistas olímpicos e que deram sua contribuição para as equipes nacionais. Por isso, a Confederação agradece o profissionalismo e a dedicação de cada um. Como nos próximos meses não teremos nenhuma competição adulta, os substitutos serão definidos oportunamente”, disse Vanderlei Mazzuchini, Diretor Técnico da entidade.

Vice-campeão do Mundial de Indianápolis (2002) e medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), Magnano foi contratado pela CBB em janeiro de 2010. Nesses seis anos e sete meses, o treinador argentino foi o responsável pela reestruturação e a nova identidade da Seleção Masculina. Entre suas principais conquistas estão o vice-campeonato do Torneio Pré-Olímpico das Américas (Argentina 2011), que garantiu a volta do Brasil para a Olimpíada após uma ausência de 16 anos; a quinta posição nos Jogos Olímpicos de Londres 2012; o sexto lugar na Copa do Mundo da Espanha (2014) e a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (2015). 

Já Barbosa, assumiu a equipe nacional em dezembro do ano passado durante um momento conturbado do basquete feminino. Mas com sua experiência, conseguiu harmonizar o ambiente. Em seu primeiro desafio, o Evento-teste para os Jogos Rio 2016, venceu Argentina e Venezuela e perdeu a final para a Austrália. No Campeonato Sul-Americano da Venezuela, disputado no mês de maio, a Seleção Brasileira conquistou o 26º título invicto da competição, sendo o 16º consecutivo, e a vaga na Copa América 2017.


Fonte: CBB

Divino derrota o São Bernardo e assume a liderança isolada do Paulista Feminino

Notícias
A jovem Gabriela de Paula comandou o Divino/Jundiaí na vitória da liderança
 
O Divino/Jundiaí assumiu a liderança isolada do Campeonato Paulista Feminino – 2016 ao derrotar a ADC São Bernardo, nesta sexta-feira (19 de agosto), por 66 a 64 (30 a 25 no primeiro tempo), em partida emocionante e acirrada, realizada no ginásio Municipal Nicolino de Lucca (Bolão), na cidade de Jundiaí (SP), no complemento do turno da fase inicial.

O time jundiaiense, comandado pelo técnico Luis Claudio Tarallo, aproveitou bem o mando de quadra e esteve melhor nos três primeiros quartos, com vantagens pequenas (13 a 11, 17 a 14 e 21 a 20), mas que foram importantes para manter a equipe na frente, especialmente quando o represebtante do Grande ABC buscou a recuperação nos dez minutos finais (15 a 19).

Os principais nomes da partida foram Gabriela de Paula (32 pontos, 07 rebotes, 02 assistências e 02 bolas recuperadas) e Susan Cortes (12 pontos, 01 rebote, 01 assistência e 01 bola recuperada), pelo Divino/Jundiaí; Lais de Souza (23 pontos, 05 rebotes, 03 assistências e 04 bolas recuperadas) e Loredana Honório (16 pontos, 06 rebotes e 01 assistência), em favor da ADC São Bernardo. A estatística completa da partida pode ser conferida neste link: http://www.fibalivestats.com/u/CPB/292403/#ASFSK. 

“Chegamos à liderança com muita alegria, pois com um time jovem (média de 19 anos), que entrou sem pretensões e ter esta conquista, realmente, nos enche de orgulho. Embora, saibamos que temos muitos jogos pela frente e que todas as equipes evoluirão no segundo turno”, comenta o técnico Luis Claudio Tarallo, do Divino/Jundiaí.

A classificação final do turno da fase inicial ficou assim:

1º) Divino/Jundiaí – 09 pontos (04 vitórias e 01 derrota)
2º) São José Baasketball
      Top Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Sicredi/Presidente Venceslau
      ADC São Bernardo – 08 pontos (03 vitórias e 02 derrotas)
5º) Basketball Santo André/APABA – 07 pontos (02 vitórias e 03 derrotas)
6º) Franca Basquete/FEAC – 05 pontos (05 derrotas)

O Campeonato Paulista Feminino – 2016 tem sequência na quinta-feira (25 de agosto), com o duelo entre o São José Basketball e a ADC São Bernardo, às 19h00 (de Brasília), na cidade de São José dos Campos (SP), marcando a abertura do returno da fase inicial.
 
Fonte: FPB - Assessoria

Apesar de hegemonia, técnico dos EUA vê basquete feminino crescendo

O sexto ouro consecutivo da seleção americana de basquete feminino foi, sem dúvidas, o desempenho mais dominante da equipe em seis ciclos olímpicos. Enquanto outros países que rivalizaram com elas na última década - como o próprio Brasil, Austrália e Rússia - caíram de nível com a transição entre gerações, os EUA apresentaram na Rio 2016 o que o treinador da Espanha, Lucas Mondelo, classificou como "versão feminina do Dream Team de 1992".
O cenário é assustador para quem pretende destronar as americanas no próximo ciclo olímpico, especialmente quando se pensa que apenas três veteranas - Diana Taurasi, Sue Bird e Tamika Catchings - devem se despedir da seleção antes de Tóquio 2020. Craques como Elena Delle Done e Brittney Griner estiveram apenas em sua primeira experiência olímpica, e outras como Maya Moore, Tina Charles e Angel McCoughtry ainda não chegaram aos 30 anos de idade e têm mais ciclos olímpicos pela frente. Apesar disso, o treinador dos EUA. Geno Auriemma, garante que o resto do mundo segue evoluindo, e que as antigas potências do basquete feminino podem ressurgir em breve.
- As coisas seguem em ciclos. É muito difícil permanecer num nível tão alto por muito tempo. Para cada Brasil que não está tão bem, o Canadá melhorou muito. Para cada Rússia que não é mais dominante agora, a Espanha esteve na final do Mundial e na final hoje. Talvez a Austrália tenha dificuldades; a Sérvia, um país tão pequeno, tem seus homens e mulheres nas finais. Esses países vão voltar - as russas de 18 anos foram fenomenais este ano, venceram o Mundial dessa idade. Há um ciclo. Neste momento, estamos num nível muito alto que talvez ninguém viu antes. Isso não é necessariamente porque eles pioraram, é porque o basquete feminino segue ficando mais forte nos EUA. Neste torneio, se você vir quantos jogos parelhos e com prorrogação tivemos, o fato de a Austrália ser o número 2 do mundo e foi eliminada (nas quartas), a França jogou na final em 2012 e perdeu para a Sérvia hoje... Muita coisa boa está acontecendo. Se você nos tirasse do torneio, esse teria sido um incrível torneio. Mas, infelizmente, não vamos a lugar nenhum (risos) - comentou Auriemma após a vitória dos EUA por 101 a 72 sobre a Espanha na disputa do ouro, no sábado.
Auriemma notou também que, nas categorias de base, as seleções de outros países fazem jogo duro com as americanas, e que é no nível adulto que a seleção dos EUA se distancia das demais. Este sucesso, ele atribui tanto à federação de basquete do país, quanto ao sistema universitário do qual faz parte como treinador da universidade de Connecticut.

- Nós temos a sorte de termos uma organização nos EUA comprometida em diversas formas, tanto emocionalmente quanto financeiramente... Há um tremendo comprometimento em conquistar medalhas de ouro, e isso é grande parte do nosso sucesso. Temos um sistema de basquete universitário que ajuda nossas jogadoras a evoluírem em quatro anos. Não dominamos tanto nos níveis de 17 e 18 anos. As jogadoras de base estão bem mais avançadas que as nossas americanas nessa idade, bem mais. Mas a experiência universitária as ajuda a se preparar, além de jogar no exterior e outras coisas.

Jogar no exterior: um detalhe citado por Auriemma que, para a veterana Sue Bird, também é crucial, e parte da diferença entre o domínio absoluto das mulheres americanas e a vantagem cada vez menor dos homens americanos para seus adversários. No basquete feminino, a temporada da WNBA dura poucos meses, e a maioria de suas jogadoras defende times europeus no restante do ano, enquanto no masculino, os jogadores da seleção dos EUA se ocupam com o desgastante campeonato da NBA por pelo menos nove meses, contando pré-temporada, temporada regular e playoffs.
- Acredito firmemente que as coisas mudaram no basquete feminino em termos de preparação para a experiência internacional. Se você voltar até 2002, 2004, as pessoas não iam tanto para o exterior como agora. Nós entrávamos naqueles torneios sem saber nada sobre as jogadoras, nem sobre os times, ou como pronunciar seus nomes. Agora, o técnico pode fazer a preleção no treino e já dizemos, "Sim, sim, é a Laia Palau, ela faz isso, aquilo, é canhota, etc". Sabemos tudo sobre essas jogadoras. Com isso, vem uma certa confiança para jogar contra este estilo. Em 2004, eu percebi que precisava ir para o exterior, ou ia ter dificuldades. Agora, todas vão para o exterior. Não há elemento de surpresa, que é algo que vemos com o time masculino. Eles não estão acostumados com esses árbitros, com isso. Para nós, é normal - explicou Bird.
Fonte: Globoesporte.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Corinthians/Pague Menos/Americana prioriza parte física nesse início de temporada




O Corinthians/Pague Menos/Americana iniciou os trabalhos nesta segunda-feira(22) no Ginásio do Centro Cívico em Americana. Na ocasião, atletas e comissão técnica compareceram ao local e iniciaram os trabalhos visando as competições em que irá disputar na temporada 2016/2017.
Os trabalhos dessa primeira semana ficarão a cargo do fisioterapeuta Abner Sousa e do preparador físico Marcos Strapasson, que explicou como será o início da nova temporada. “Inicialmente precisamos mapear para ver como as atletas estão se apresentando. Nessa semana vamos iniciar as avaliações médicas, cardiológicas, ortopédicas, avaliação física, antropométrica e fisioterápica e desta forma, conseguimos fazer uma programação física adequada para as atletas até o início da primeira competição, que será os Jogos Abertos” explicou.
Como os Jogos Abertos do Interior serão realizados na cidade de São Bernardo do Campo entre os dias 14 e 19 de setembro, hoje já começam os treinos técnico e tático com bola. Os trabalhos de academia serão sempre no período da manhã. Na próxima quinta-feira e sexta-feira (01 e 02/09) as atletas farão uma avaliação física na Unicamp de Limeira.
O Campeonato Sul Americano de Clubes que estava programado para setembro em Santiago no Chile foi suspenso pela ABASU/FIBA e deve ser remarcado para novembro. 
O Corinthians/Pague Menos/Americana tem como patrocinadores a Rede de Supermercados Pague Menos, a Unimed Santa Bárbara d´Oeste, Americana e Nova Odessa, Sage e o Grupo Clarian. Além disso tem o apoio da prefeitura de Americana


Jogadoras:
-  Barbara Generoso - armadora
- Melisa Gretter – armadora
- Joice Rodrigues – ala/armadora
- Karla Costa – ala
- Isabella Sangalli – ala
- Patricia Ferreira – ala
- Damiris Dantas – ala/pivô
- Tatiana Conceição – pivô
- Ega Garvão – Pivô
- Maria Carolina de Oliveira – pivô

Comissão técnica
- Antonio Carlos Vendramini – técnico
- Marcos Strapasson – Supervisor/Preparador Físico
- Abner Souza - Fisioterapeuta
- Elisabete Carcavalli –  Atendente Geral
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

E as olimpíadas continuam...

Team Spain




Confesso que a pífia (pra ser bem educado) participação da seleção feminina me causou um pouco de ressaca em relação ao basquete feminino na Rio 2016.

A competição seguiu e apresentou boas surpresas.

A toda poderosa Austrália acabou surpreendida seleção sérvia e foi eliminada ainda nas quartas de final por 73 x 71, apesar do domínio da gigante Elizabeth Cambage (29 pontos e 11 rebotes). Ana Dabovic foi a cestinha sérvia com 24 pontos.

Outro jogo de tirar o fôlego foi entre Turquia e Espanha. As espanholas confirmaram o favoritismo e venceram as turcas por 64 a 62, com uma bola da armadora Ana Cruz no estouro do cronômetro.

As japonesas bem que tentaram, mas não foram páreas para as americanas, que venceram por 110 a 64.

Por fim, as francesas e canadenses fizeram outro confronto equilibrado, com vitória francesa por 68 a 63.

Hoje, pelas semifinais, a Espanha venceu a Sérvia por 68 a 54 e fará a final olímpica com o vencedor de EUA e França (alguém duvida quem será o vencedor?).

Após o vice campeonato mundial em 2014, a Espanha se firma definitivamente como uma das forças do basquete feminino (alguns degraus abaixo dos EUA, como todas as outras, claro).

E não há segredo para o sucesso do basquete espanhol: um sólido trabalho de base que apresenta um excelente resultado nos últimos dez anos (vários pódios nos mundiais de base de uns anos pra cá), aliados a um esquema de naturalização de atletas de ponta (Sancho Lyttle e agora a também ótima-porém-pouco-experiente Astou Ndour).


Enquanto isso, assistimos na Rio 2016 a morte do basquete feminino brasileiro.

Tive a (infeliz) oportunidade de assistir no ginásio os jogos da seleção feminina contra o Japão e Bielorrússia e acompanhei os outros jogos pela TV.

Espero que os defensores da volta das veteranas estejam satisfeito com o desempenho delas, pois eu sinceramente não fiquei.

Iziane até tentou, mas realmente já não é a mesma jogadora de antes. Com arremessos ruins, restava a ela apenas a tentativa de infiltração e buscar as faltas (isso quando seu físico permitia).

Érika é a personificação do "fala muito e joga pouco" dito em uma entrevista. Errava bolas fáceis no ataque e não defendia NINGUÉM (Tokashiki, Leuchanka e cia agradecem).

Adrianinha estava nitidamente fora da capacidade física e não desempenhou o papel esperado de uma armadora com a experiência dela. Espero que desta vez a aposentadoria seja pra valer e que outras armadoras assumam a posição (Tainá, Débora, Tássia, Lays, Izabella estou torcendo por vocês).

Kelly e Palmira não merecem uma linha sequer sobre a participação delas na Rio 2016. Simplesmente lamentável o estado físico e técnico das duas. A idade não pode ser justificativa para tamanho desleixo para quem se diz atleta de alto nível. A ótima pivô turca Nevriye Yilmaz de 36 anos é um ótimo exemplo de bom estado físico e técnico.

Joice esbanja garra, vontade. Infelizmente, seus frágeis fundamentos não acompanha à ótima visão de quadra e a impetuosidade que tem desde as categorias de base.

Nádia acabou pouco aproveitada, tendo em vista a indecisão de Barbosa entre ela e Kelly. Não pudemos avaliar se toda aquela evolução apresentada no basquete doméstico e das Américas se confirmaria em um torneio de grande porte. Quem sabe na próxima.

Ramona e Tainá tiveram pouco tempo de quadra devido a um pensamento jurássico do nosso "querido" técnico. Não há comentários a serem tecidos sobre elas, a não ser a uma sorridente Tainá após a derrota para a Bielorrússia. Ninguém se importa mesmo, por que ela deveria se importar, não é mesmo?

Tatiane, cortada por motivos de doença, foi um episódio triste para uma jogadora perseguida pelas lesões. Desejo a ela uma pronta recuperação e uma boa LBF.

Damiris e Clarissa foram os grandes destaques da seleção no Rio. 

Damiris me surpreendeu em sua atuação como ala, em seu melhor momento com a seleção. Que o improviso vire uma constante e que ela passe a atuar como ala em seus clubes. 

Clarissa, envolta à ainda viva polêmica do evento teste, mostrou garra e disposição, apesar da sua crônica falta de leitura de jogo. Espero que esta temporada na França (num basquete mais organizado) lhe dê uma melhor condição neste fundamento.

Em relação a comissão técnica, o resultado é extremamente negativo.

Barbosa dispensa comentários. Foi o Barbosa que conhecemos potencializado com uma arrogância sem fundamento (quais foram os títulos que ele ganhou mesmo? O bronze olimpico, a Copa América de 97 e...? Ah, claro, os Sul Americanos!)

Gostaria que o Vita explicasse o motivo das jogadoras chegarem à olimpíada cansadas. Foi falta ou excesso de treinos?

Eu ainda não sei ao certo o que Adriana Santos faz na seleção. Pra mim, ela foi apenas ao Rio pra fazer o juramento na abertura.

A CBB, maior culpada, passou vergonha na Rio 2016. O masculino também não passou de fase e os investimentos do COB e do Ministério do Esporte deverão minguar após essa ridícula participação em casa.

Difícil prever como será o próximo ciclo olímpico. Talvez devessemos aguardar as eleições na CBB, mas sem muito ânimo.

Independente de quem seja o técnico, é importante notar que não dá mais pra adiar a renovação. Nádia, Clarissa, Damiris, Ramona, Tatiane e Tainá devem seguir, somadas a jovens destaques que devem ser observadas desde já (Vitória, Maíra, Mônica, Luana, Letícia Viviane, Raphaela Monteiro, Sangalli, Lays, Nicoletti, Raphaela da Silva).

Ao contrário do que dizem, temos material humano que precisa ser melhor lapidado. Será que teremos uma confederação e um técnico dispostos a isso?

Oremos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Érika de Souza lamenta resultados nas Olimpíadas e confirma permanência na seleção



A pivô Érika de Souza, 34 anos e 1,97m, da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, lamenta a campanha do elenco nacional nas Olimpíadas Rio 2016, eliminada na primeira fase do torneio. Apesar do resultado, a jogadora reconhece o esforço de suas companheiras e comissão técnica.

"Estou muito triste. Meu maior objetivo era conseguir essa medalha. Eu estava disposta a fazer de tudo para chegar naquele pódio. Ter que me despedir tão rápido dói demais", lamenta a atleta.

"Não foi nada do que imaginávamos. Treinamos muito, estávamos entrosadas, mas na quadra não conseguimos corresponder às expectativas. Não acredito que seja culpa de nenhuma de nós ou do técnico, mas, ciente de que sou uma das veteranas desse time, não fujo da minha responsabilidade para com os brasileiros. Gostaria de ter ido melhor".

A jogadora também afirmou que essa não será a última vez que veste o uniforme da seleção brasileira.

"Eu já falei isso e não vou cansar de repetir: vestir a camisa verde e amarela é o maior orgulho da minha vida. De maneira alguma estou me aposentando da seleção, me sinto muito bem fisicamente e sei que tenho muita condição de jogar mais campeonatos. Estou à disposição para servir ao meu país nos campeonatos que estão por vir".

Érika de Souza já saiu da Vila Olímpica e passará os próximos dias com a família, no Rio de Janeiro. Em 17 de agosto (quarta-feira), embarca para Chicago, nos Estados Unidos, onde se apresenta ao Chicago Sky para a continuação da temporada de 2016 da WNBA (liga norte-americana de basquete feminino).

‘Basquete está perdendo jovens altas para o vôlei’, diz Hortência

Link: aqui!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Tati Pacheco confirma corte da seleção em publicação no Facebook

A ala Tati Pacheco se manifestou publicamente no dia de hoje sobre sua ausência nas partidas da seleção feminina de basquete na Olimpíada.

Segue o texto que a atleta publicou em sua página no Facebook:

Meu sonho sempre foi disputar uma Olimpíada. Depois de superar algumas lesões, fui convocada para participar dos treinos, fiquei entre as 12 e entrei na Vila Olímpica. Estava realizando meu sonho. A gente estreava no sábado à tarde, contra a Austrália, mas como alguns perceberam, não fui ao jogo. Acordei me sentindo mal, inchada e fui examinada pelo médico da seleção, Dr. Jorge Luiz Oliva. A suspeita era que eu estava com caxumba.
Enquanto a delegação foi para a Arena Juventude enfrentar a Austrália, eu fui para um hotel no Rio, enquanto esperava o resultado dos exames. Não poderia ter contato com outros atletas para não acabar contagiando outras pessoas.
Também não vesti a camisa do Brasil nos jogos contra o Japão e Bielorrússia. Esperando os exames, torcia de longe, querendo representar meu país dentro de quadra. Não foi dessa vez.
Ontem de noite, os resultados dos exames específicos saíram e deram compatíveis ao quadro de virose por caxumba.
Como a doença é transmitida por um vírus, fui cortada hoje pela manhã e adio a realização do meu sonho. É difícil aceitar que para mim acabou, mas são as dificuldades que fazem a gente crescer. Já superei outras coisas e vou superar mais essa. Tenho certeza que no futuro, terei outra oportunidade.
Muito obrigada a todos que torceram por mim! O carinho de vocês foi muito importante para eu chegar até aqui. Espero representar o Brasil em outras oportunidades e dar alegria a todos vocês!