quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pedras de Pequim: NOVA ZELÂNDIA


Muito do que as neozelandesas puderam experimentar no basquete deve-se à boa fase do basquete australiano. A atual seleção campeã mundial é a evidente inspiração da (ainda) frágil Nova Zelândia. Assim como a federação australiana, que dá "nomes" às suas seleções; a Nova Zelândia repete a dose e chama suas meninas de "Tall Ferns", algo como Samambais Gigantes.

A seleção ocupa a décima sexta posição no ranking da FIBA, mas há poucos resultados internacionais que respaldem tal colocação. O fato é que as meninas encaram sua terceira Olimpíada consecutiva. Beneficiadas pelo fato de a Austrália sediar o evento (2000), pelo antigo sistema de classificação (2004) e pelo ouro da Austrália no Mundial-06 (2008), as samambaias alcançaram um feito histórico.



E é bebendo na fonte australiana, que as neozelandesas pretendem alçar vôos mais altos.

Em outubro de 2007, uma equipe neozelandesa - o Christchurch Sirens - passou a disputar a liga australiana (a WNBL). Das doze jogadoras que vão a Pequim, simplesmente sete jogam na equipe. O técnico do time é o assistente da seleção.

Com tanto incentivo, o time vem evoluindo.

Em Sydney-00, a seleção acabou o torneio com apenas uma vitória (sobre o Senegal), na décima primeira colocação.

Quatro anos depois, em Atenas, a seleção, sob o comando do australiano Tom Maher, (técnico da Austrália na conquista da prata, em Sydney e que agora responde pela China) teve duas vitórias (contra Coréia e China) e conseguiu um honroso oitavo lugar, após cair nas oitavas, justamente, contra a Austrália.

Em Pequim-08, o técnico Mike McHugh pretende surpreender, assim como na vitória contra a (desfalcada, é verdade) Austrália, no torneio-teste, no começo desse ano.

O caminho, no entanto, é complicado para um time jovem e baixo.

O principal destaque é a armadora Angela Marino, de 22 anos e 1,65m, que joga no Adelaide Lightning, atual campeão da WNBL. O pai da jogadora é dono do time. Marino é uma das duas remanescentes do ciclo olímpico anterior. A outra é a pivô Aneka Kerr, 1,82m e 27 anos, capitã da equipe.

Entre as novidades, estão a armadora Clare Bodensteiner, uma nativa que joga no basquete universitário norte-americano (Stanford, da técnica Tara VanDerveer) e que de lá, acabou trazendo a ala Jillian Harmon (nascida em Nova Iorque), que conseguiu cidadania neozelandesa para reforçar o grupo. Uma esperança para elevar a média de altura do time é a pivô Jessica McCormack, de 18 anos e 1,94m, que acaba de ser convidada pela renomada Universidade de Connecticut, do respeitado Geno Auriemma.

Outra curiosidade á a presença de duas irmãs na seleção: as mórmons Charmian e Natalie Purcell. Por motivos religiosos, Charmian não joga aos domingos. Mas Natalie, sim.

A seleção estréia contra Mali, no dia 09 de agosto, mas depois, encara verdadeiras "pedras": Espanha, China, República Tcheca e Estados Unidos. Sobre o sorteio do grupo, o técnico McHugh disse: "Caímos no grupo da morte.", acreditando que no outro grupo sua equipe teria melhores chances (?!) contra Letônia, Brasil e Bielorrússia. Surrado pelas tchecas em amistosos, ele já decretou: "Precisamos encontrar uma maneira de vencer a Espanha.".

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Phoenix perde a terceira partida consecutiva

O Phoenix Mercury perdeu, dentro de casa, para o San Antonio Silver Stars por 97 a 87, foi a terceira derrota seguida do time do Arizona. Sophia Young foi o maior destaque do San Antonio com 26 pontos, 8 rebotes, 5 assistências e 2 tocos. Becky Hammon marcou 19 pontos e pegou 6 rebotes. A belga Ann Wauters marcou 15 pontos e pegou 10 rebotes. Erin Buescher (15 pontos, 6 rebotes e 4 assistências) e Vickie Johnson (10 pontos, 8 assistências e 6 rebotes) também se destacaram. Pelo Mercury, as melhores em quadra foram Cappie Pondexter (23 pontos, 7 assistências e 6 rebotes) e Diana Taurasi (23 pontos e 3 assistências).

Outros Jogos:

O New York Liberty venceu o Connecticut Sun por 77 a 71. Pelo Liberty, Lisa Willis marcou 18 pontos. Shameka Christon marcou 16 pontos e pegou 5 rebotes. Janel McCarville marcou 10 pontos, pegou 7 rebotes e deu 5 assistências. Pelo Sun, Lindsay Whalen marcou 19 pontos e pegou 6 rebotes. Jamie Carey marcou 18 pontos. Asjha Jones marcou 16 pontos, pegou 9 rebotes e deu 5 assistências.

O Detroit Shock venceu o Chicago Sky por 66 a 63, e manteve a invencibilidade dentro de casa. Pelo Shock, Cheryl Ford marcou 14 pontos e pegou 7 rebotes. A caloura Tasha Humphrey marcou 12 pontos, pegou 6 rebotes e deu 3 assistências. Pelo Sky, Jia Perkins marcou 26 pontos e pegou 4 rebotes. Candice Dupree marcou 12 pontos, pegou 12 rebotes e deu 4 assistências.

Seleção...



Iziane desencanta em vitória do Atlanta Dream fora de casa


E enfim, Iziane conseguiu uma boa atuação na temporada da WNBA.

A ala brasileira foi a cestinha da vitória do Atlanta sobre o Indiana (77-81).

Iziane marcou 24 pontos (3pts 2/6 2pts 8/14 LL 2/2), pegou 3 rebotes, deu 3 assistências, recuperou 3 bolas e teve 3 erros, em 36'.

Tamika Catchings, com 18 pontos e 12 rebotes, foi o destaque do Indiana.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Franciele, 20 anos, próxima de Pequim-08


Quando a seleção feminina conquistou a vaga para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, a pivô Franciele do Nascimento ainda nem pensava em praticar esportes. Com apenas cinco anos, ela mal sabia o que era basquete, muito menos o significado da classificação para uma Olimpíada. Agora, quinze anos depois, Fran entende muito bem o que representa a vaga olímpica para o país, para o esporte e a carreira de um atleta.

— Ir a uma Olimpíada é o sonho de qualquer atleta. E eu não sou diferente de ninguém. Quero muito participar do maior evento esportivo do mundo. Além disso, a vaga para Pequim foi conquistada com muito suor. Tivemos garra para superar as dificuldades que enfrentamos. Não foi fácil digerir a derrota para a Bielorrússia na prorrogação. Depois fizemos uma final dramática, contra um adversário forte e tradicional que é Cuba e garantimos o basquete feminino pela quinta vez consecutiva na Olimpíada.

As doze que vão representar o Brasil nos Jogos Olímpicos ainda não estão definidas. É difícil controlar a ansiedade, mas a ala/pivô não mede esforços para conseguir um lugar no time. Ela segue a rotina intensa de treinos sempre motivada pela vontade de melhorar a cada dia.

— O ritmo de treinos está bem forte. Evoluímos em vários aspectos desde o Pré-Olímpico. Todas estão empenhadas em fazer o melhor. Não é um pensamento individual, estamos focadas no conjunto. Todas estão preocupadas em dar o máximo a favor do grupo. Queremos o melhor para a seleção brasileira. Eu, particularmente, sinto que estou crescendo, principalmente na maneira de pensar. Mas tenho consciência de que ainda tenho muita coisa para aprender. Preciso melhorar, principalmente, a minha defesa. Quando eu cheguei, tinha muito medo de errar coisa boba. Agora não. Sei que posso aprender com meus erros. As jogadoras mais experientes também me ajudam muito.

Com apenas 20 anos, a caçula da equipe está bem perto de realizar o sonho. Nem o medo de avião vai atrapalhar a ida para Pequim.

— Eu fico apavorada quando viajo de avião, chego a passar mal nos vôos. São 24 horas do Brasil até a Austrália, onde será a aclimatação. Mas não vai ter medo que me segure. Para Pequim eu vou até de barco se for preciso. É olha que ir pelo mar me apavora muito mais.

Com uma explosão fantástica e muito potencial, de acordo com o técnico Paulo Bassul, Franciele aguarda sua chance de entrar no Estádio Olímpico de Pequim, mais conhecido como “Ninho de Pássaro”, para enfrentar Coréia, Austrália, Letônia, Rússia e Bielorrússia, adversários do Brasil na primeira fase.

— O grupo é difícil. Austrália e Rússia são equipes fortíssimas, segunda e terceira colocadas no ranking mundial. Mas ninguém é imbatível. Temos condições de vencer. Além disso, não vamos entrar derrotadas na quadra. As adversárias vão ter que suar muito para ganhar da gente. Não são só elas que querem a medalha. Nós também vamos buscar nosso lugar no pódio. E do jeito que estamos, bem treinadas e jogando com coração, vamos longe.

A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, segue treinando para os Jogos Olímpicos de Pequim no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. No dia 24 (19h45), a delegação embarca para a Austrália, onde será realizada a primeira parte da aclimatação.

PROGRAMAÇÃO

— Terça-feira (dia 15)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Quarta-feira (dia 16)

10h00 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

Tarde – Folga

— Quinta-feira (dia 17)

09h00 - Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Sexta-feira (dia 18)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

18h00 – amistoso contra Santo André no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Sábado (dia 19) a Segunda-feira (dia 21)

FOLGA

— Terça-feira (dia 22)

12h00 – Reapresentação em São Paulo

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Quarta-feira (dia 23)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

17h30 / 19h30 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— Quinta-feira (dia 24)

09h00 – Academia

10h30 / 12h00 – treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

19h45 – embarque para Austrália

Tarallo "analisa" adversários da Copa América Sub-18


A seleção brasileira feminina, patrocinada pela Eletrobrás, estréia no dia 23 deste mês contra o Canadá na Copa América – Pré-Mundial Sub-18, que será disputado em Buenos Aires, na Argentina. Depois o Brasil enfrenta a Argentina (24), a Venezuela (25), os Estados Unidos (26) e Porto Rico (27). As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009. O técnico Luiz Claudio Tarallo analisa as seleções que o Brasil vai enfrentar na competição.

— Sempre fazemos jogos equilibrados contra o Canadá. Na última Copa América, em 2006, perdemos por quatro pontos de diferença (59 a 55). Já no Mundial Sub-19 no ano passado, ganhamos nas oitavas-de-final por 75 a 70. Estamos sempre alternando o resultado. As argentinas vêm crescendo. São as atuais vice-campeãs do continente sul-americano. Elas têm a vantagem de jogar em casa, com o apoio da torcida. Pela tradição, esperamos uma grande equipe no torneio. Os Estados Unidos sempre levam jogadoras de grande qualidade técnica e não será diferente desta vez. A seleção porto-riquenha é uma incógnita. Elas mudam muito de competição para competição. Porto Rico já nos surpreendeu e nos tirou do Mundial uma vez. E a Venezuela é a atual campeã sul-americana dessa geração. Vão estar com moral alto por conta do título conquistado em 2007.

Quanto à equipe brasileira, o técnico Tarallo explica que, apesar das mudanças que ocorrem nas categorias de base, o Brasil consegue manter um bom padrão de jogo.

— A geração vai mudando, mas sempre conseguimos manter um equilíbrio. Algumas atletas saem, outras chegam, e continuamos com um grupo homogêneo. Estamos treinando forte, fazendo amistosos, tudo sempre focado em vencer. Queremos fazer uma boa participação. O primeiro objetivo é garantir vaga para o Mundial, depois vamos pensar em disputar o título das Américas.

Comentário: Nada pessoal contra Tarallo, mas há muito tempo não via declarações tão óbvias:

Canadá? "Estamos sempre alternando o resultado." Hein?

Estados Unidos? "Sempre levam jogadoras de grande qualidade técnica". Ah é?

Argentina? "Vêm crescendo." Não diga?

E os objetivos? Na melhor escola barbosiana: "Garantir vaga para o Mundial, depois vamos pensar em disputar o título das Américas."

No Mundial, não sei. Mas o treinador já conquistou a vaga em "O Melhor do Lugar-Comum".

Torço sinceramente para que em quadra o raciocínio do treinador seja algo mais criativo, ousado e organizado do que o revelado por esse release da CBB.

Unimed/FAM/Goodyear faz amistoso com a seleção brasileira sub-18

De olho nos Jogos Regionais de Rio Claro e no playoff das quartas de final do Campeonato Paulista da Divisão Especial A1 de basquete feminino, a Unimed/FAM/Goodyear faz amistoso contra a seleção brasileira sub-18, que disputará, a partir da próxima semana, em Buenos Aires, a Copa América, competição classificatória para o Mundial da Tailândia.

O jogo acontece neste sábado (dia 19), a partir das 10h30, no ginásio principal do Complexo Poliesportivo Milton Fenley Azenha - Centro Cívico -, em Americana. À exceção da ala Fernanda Beling e da pivô Karina Jacob, que estão na seleção olímpica, o técnico Marcelo Bandieira Sálvio tem todas as jogadoras à disposição.

Na seleção sub-18, há quatro atletas da Unimed - as armadoras Débora da Costa e Tássia Carcavali, a ala Leila Zabani e a pivô Fabiana de Souza -, além do preparador físico Vita Haddad.

Nos Jogos Regionais de Rio Claro, a Unimed/FAM/Goodyear representará Americana e terá como adversárias as cidades de Limeira, Atibaia e Paulínia. As partidas acontecem durante a próxima semana, em datas e horários ainda a serem definidos oficialmente pelo comitê organizador da competição.

No Campeonato Paulista, a equipe de Americana enfrentará São Bernardo do Campo no playoff das quartas de final. A série melhor-de-três começa dia 1º de agosto, às 20 horas, no Centro Cívico. O segundo jogo está marcado para o dia 5, também às 20 horas, em São Bernardo do Campo. Havendo necessidade, a terceira partida também será no ABC, dia 8, no mesmo horário.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Phoenix Mercury perde outra

O Phoenix Mercury perdeu, fora de casa, para o Sacramento Monarchs por 97 a 105. Pelo Monarchs, Chelsea Newton, vinda do banco de reservas, marcou 18 pontos e pegou 3 rebotes. Kara Lawson e Nicole Powell marcaram 15 pontos, cada uma. A portuguesa Ticha Penicheiro 14 pontos e deu 6 assistências. Com um ferimento no joelho, Rebekkah Brunson marcou 13 pontos e pegou 11 rebotes. Pelo Mercury, Cappie Pondexter marcou 33 pontos e deu 8 assistências. Diana Taurasi marcou 20 pontos e pegou 4 rebotes.

Outros Jogos:

O New York Liberty não se intimidou e venceu o líder da Conferência Leste, Detroit Shock, por 74 a 64. A cestinha do Liberty foi Shameka Christon com 19 ponto, 5 rebotes e 4 bolas roubadas. Loree Moore Janel McCarville marcaram 13 pontos, cada uma. Pelo Shock, Plenette Pierson e Katie Smith marcaram 13 pontos. Cheryl Ford marcou 11 pontos e pegou 12 rebotees.

O Minnesota Lynx venceu o Houston Comets por 85 a 71. O Lynx foi liderado por Seimone Augustus que marcou 27 pontos, pegou 2 rebotes e deu 2 assistências. Anna DeForge contribuiu com 17 pontos, 5 rebotes e 4 assistências. A caloura Nicky Anosike marcou 12 pontos, pegou 10 rebotes e roubou 6 bolas. Pelo Comets, Michelle marcou 14 pontos e pegou 8 rebotes. Tina Thompson marcou 12 pontos e pegou 5 rebotes.

O Washington Mystics venceu o Connecticut Sun por 69 a 64. Pelo Washington, Nikki Blue marcou 13 pontos e deu 5 assistências. Taj McWilliams-Franklin marcou 11 pontos, pegou 10 rebotes e deu 5 assistências. Pelo Sun, Lindsay Whalen marcou 33 pontos, pegou 8 rebotes, deu 6 assistências e roubou 3 bolas. Amber Holt marcou 10 pontos.

Divulgado calendário espanhol

Foi divulgado hoje o calendário espanhol para a próxima temporada.

A SuperCopa abre a temporada da Primeira Divisão em 30 de setembro, com a temporada regular começando na semana seguinte (4/10).

Os play-offs serão no final de abril de 2009.

A Segunda Divisão começa no dia 27/09.

WNBA: O "apagão" de Iziane, o sub-aproveitamento de Kelly e mais os tocos e a despedida de Lauren Jackson


I. As constrangedoras declarações de Iziane na semana passada à Gazeta mostraram que os acontecimentos de Madri estão distantes de serem digeridos pela jogadora. E o que dizer do impacto do episódio no jogo da maranhense? O "apagão" prossegue. Ontem, novamente titular, não conseguiu completar nove minutos em quadra, na derrota do Atlanta para o Chicago (79-66). A técnica Marynell Meadors a sacou após dois erros, uma falta e um arremesso equivocado.

II. Depois de dois jogos sem ser utilizada pelo Seattle, Kelly voltou à quadra sábado, na vitória sobre o Los Angeles (70-52). Pena que foram apenas 44 segundos, em que a brasileira conseguiu uma recuperação de bola. A situação de Kelly, bem como a da posição 5 na seleção, realmente preocupa. Não bastassem as dúvidas sobre a recuperação de Érika, há ainda o temor em relação às condições físicas e de ritmo de Kelly, após uma temporada de sub-aproveitamento na WNBA. O sorteio do grupo olímpico apenas reforça as preocupações. As seleções adversárias têm pivôs leves, ágeis (de Stepanova à coreana Park; da letona Jansone à bielorrussa Leuchanka), aptas a deitar e rolar sobre rivais lentas.

III. Voltando à partida de sábado, Lauren Jackson foi um dos grandes destaques com 14 pontos, 5 rebotes e 5 tocos (três deles sobre Candace Parker). Lauren, por sinal, se despede do Seattle, já no próximo sábado. Irá se juntar à seleção australiana na preparação para Pequim.

domingo, 13 de julho de 2008

Espanha reinicia treinamentos na terça-feira

A seleção feminina espanhola só começa a sua preparação para Pequim na próxima terça-feira (15).

Já no dia 19, a seleção joga seu primeiro amistoso, contra Mali.

Depois, vai à Rússia, onde joga um quadrangular entre os dias 22 e 24, contra Israel, República Tcheca e Rússia.

No dia 30, a seleção embarca para a China.

A única novidade em relação ao time do Pré-Olímpico é o retorno de Nuria Martinez, que estava contundida.

sábado, 12 de julho de 2008

Helen Luz próxima de um acordo com o Hondarribia

Após defender o Cadí, a armadora brasileira Helen Luz está prestes a ser anunciada como reforço do Hondarribia para a próxima temporada espanhola.

O clube teve uma temporada complicada no último ano, acabando na décima primeira posição e já perdeu suas principais jogadoras (as letonas Liene Jansone e Zane Tamane, a americana Shameka Crhiston e a espanhola Begona Garcia).

Os objetivos para a atual temporada são ainda mais modestos, bem como o elenco.

Ao lado de Helen, o clube deve anunciar a ala croata Amra Dapo, que estava no Pécs (Hungria).

Pedras de Pequim: BIELORRÚSSIA


Assim como a Letônia, a seleção da Bielorrússia (Belarus) demorou a retornar ao mapa do basquete feminino após o fim da URSS. No entanto, no ano passado, o time se converteu na maior surpresa do Europeu-07, ao conquistar a medalha de bronze, já na primeira vez que disputava o grupo principal da competição. As bielorrussas eliminaram a Itália, que sediava o evento, e derrotaram as tchecas nas quartas-de-final. Após perder para a Espanha nas semifinais, ganharam a disputa do bronze com a Letônia.

A campanha valeu a vaga no Pré-Olímpico Mundial, no qual a Bielorrússia estreou com uma derrota para Cuba (68-58). Após bater Taiwan (81-65), a seleção garantiu a vaga ao vencer o Brasil, na prorrogação, por 86-79.

A vitória da Bielorrússia em Madrid chama atenção para o poder de recuperação do time, algo que já havia sido mostrado no Europeu. Naquela ocasião, as bielorrussas pareciam cartas fora do baralho, quando após boas apresentações na primeira fase, iniciaram a segunda com derrotas para França e Rússia. Em Madri, quando todos (e nós, principalmente) pensamos o mesmo, fomos surpreendidos com uma derrota.

O país ocupa a trigésima posição no ranking da FIBA.

O grande destaque do time é a dupla de pivôs. Já chamadas de Torres Gêmeas, Yelena Leuchanka e Anastasya Verameyenka somaram 60 rebotes nos três jogos do Pré-Olímpico.

Leuchanka (25 anos, 1,96m) foi um dos destaques da campanha do Ekaterimburg (Rússia) na última Euroliga. A pivô viveu dos 17 aos 23 anos, nos Estados Unidos, onde acumulou experiência em várias divisões na NCAA, bem como cirurgias nos joelhos. Encerrando a vida universitária, tornou-se a primeira bielorrussa a jogar na WNBA, ao defender o (falecido) Charlotte. Passou por equipes da Espanha e da Lituânia. Esse ano foi selecionada para o Atlanta Dream, mas acabou recusando a proposta. Tem um jogo intenso e baseado no vigor físico.

Anastasya, de apenas 21 anos e 1,92m, joga no Nadezhda Orenburg, também da Rússia. É uma reboteira nata e uma arremessadora quase perfeita à média distância (no jogo contra o Brasil, converteu oito cestas em nove tentadas, registrando um double-double: 19 pontos e 10 rebotes). Destaca-se ainda nos tocos (oito no Pré-Olímpico). É irmã de Vladimir Veremeenko, da seleção masculina.

Se o garrafão já tem duas formidáveis atletas, a armação conta com o talento de Natalia Marchanka, de 29 anos e 1,70m, outro grande destaque no time. Ao final do Europeu, foi eleita para a seleção do campeonato. É excelente arremessadora de longa distância. No momento é a líder da seleção em quadra, mas sempre mantém um tranqüilizador sorriso no rosto. Foi a cestinha no jogo contra o Brasil, com 21 pontos (2pts 3/4 3pts 3/5 LL 6/7). O basquete de Marchanka também foi talhado na NCAA, onde quebrou vários recordes. Ao voltar para a Europa, se firmou no polaco Chelm (pequeno clube, onde jogou com a pivô brasileira Ana Lúcia), até se transferir para o Dinamo-Energiya Novosibirsk, da Rússia (onde já jogaram Helen e Karla). Para essa temporada, já negociou seu retorno à Polônia, mas agora no Lotos.

A ala-armadora Olga Masilionene (28 anos, 1,80m) teve boa atuação Pré-Olímpico, se convertendo na melhor opção do time para as bolas de longa distância (50% de aproveitamento). Ainda busca melhores forma e ritmo, após uma gravidez. Disputou a última temporada pelo Polkowice, também da Polônia.

Tatyana Troina, jogadora do Hasharon, de Israel, também é cria do basquete universitário norte-americano. Casada com Andrey Krivonos, capitão da seleção masculina local, a ala de 28 anos e 1,88m foi a heroína da conquista do bronze no Europeu, ao converter dois arremessos de três pontos quando a Letônia reduzia a vantagem bielorrussa de vinte para quatro pontos. Teve média de 9,7 pontos no Pré-Olímpico.

Reserva de Marchanka, Olga Padabed (29 anos, 1,74m) vem de uma temporada complicada em clubes. Depois de anos freqüentando os maiores clubes russos, já passou esse ano pelo Misnk (da Bielorrússia), pelo Césis (da Letônia) e acabou no Saint-Amand-les-Eaux (da França). Ainda assim não comprometeu no Pré.

Completam o time a ala-pivô Nataliya Trafimava (29 anos, 1,86m), do polonês Wisla, e a pivô Marina Kress, 28 anos, 1,92m, companheira de Kátia Denise, no Extrugasa, da Espanha.

Em relação à Madrid, o técnico Anatoly Buyalski tem um desfalque certo: a ala Sviatlana Volnaya (29 anos, 1,87m). Volnaya foi submetida à uma cirurgia no joelho na semana passada, nos Estados Unidos. Até o Europeu-07, Volnaya era considerada a melhor jogadora da seleção. Problemas físicos, no entanto, já vinham reduzindo sua participação. No Pré, jogou 17' contra o Brasil e marcou dois pontos.

A ala Katsiaryna Snytsina (23 anos, 1,88), que joga no Dynamo Novosibirsk, pode ser mais um desfalque.

Brasil e Bielorrússia se encontram na última rodada da primeira fase dos Jogos, no dia 17 de agosto.

Baú do Esporte (Globo Esporte): Em 1996, basquete feminino e judocas do Brasil embarcam para Atlanta

Atlanta perde para o San Antonio na WNBA



Depois de duas vitórias, o Atlanta voltou ontem à rotina de derrotas.

Contra o San Antonio, o time teve um começo glorioso (9-22), mas acabou superado por 82-74.

Becky Hammon foi a cestinha do time da casa, com 26 pontos.

Betty Lennox teve 22, pelo Dream.

Novamente titular, Iziane jogou 19'. Teve 7 pontos (3pts 1/2 2pts 1/5 LL 2/2).

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O tempo de Érika

Pivô Érika volta a treinar, mas tempo de recuperação pode tirá-la de Pequim (Bruno Doro, UOL)

Grupos da Euroliga são definidos

A FIBA sorteou nesta quinta-feira, os grupos da temporada 2008/2009 da Euroliga, que terá início no dia 15 de Outubro. São 24 equipes divididas em 4 grupos. As 4 melhores equipes de cada grupo avançam aos playoffs. Confira os grupos:

Grupo A

Halcon Avenida (Espanha)
TS Wisla Krakow (Polônia)
Bourges Basket (França)
Besiktas Cola Turka (Turquia)
Nadezhda (Rússia)
Mizo Pécs 2010 (Hungria)

Grupo B

CSKA Moscow (Rússia)
TTT Riga (Letônia)
ESB Villeneuve (França)
Gambrinu Brno (República Tcheca)
Umana Reyer Venezia (Itália)
MKB Euroleasing Sopron (Hungria)

Grupo C

ZVVZ USK Prague (República Tcheca)
Lotos PKO (Polônia)
UMMC Ekaterinburg (Rússia)
Jolly JBS Sibenik (Croácia)
Ros Caseres (Espanha)
Union Hainaut Basket (França)

Grupo D

Spartak Moscow (Rússia)
Teo Vilnius (Lituânia)
Maxima Broker Kosice (Eslováquia)
Famila Schio (Itália)
Fenerbahce (Turquia)
Montpellier (França)

Um mês depois, Iziane esqueceu que é "a estrela"...

"Ele deixou claro que nunca me quis no grupo", diz Iziane

'Crise' não atrapalhou no Atlanta, garante jogadora

Seleção Sem Salário

É o que revela Fábio Balassiano: Seleção feminina treina sem salários e prêmios.

Em ritmo intenso de treinamento, Karla confia no potencial da seleção


A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, continua se preparando para os Jogos Olímpicos de Pequim. A equipe do técnico Paulo Bassul está treinando em dois períodos no ginásio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. Antes de ir para a China, as brasileiras fazem um período de aclimatação na Austrália, onde disputam um jogo-treino e dois amistosos contra o time da casa. Na Olimpíada, o Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9 de agosto), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

Aos 29 anos, a ala/armadora Karla Costa foi peça importante na conquista da vaga para Pequim. Passada a euforia da classificação, é hora de pensar na Olimpíada. O trabalho é intenso, mas o sonho da medalha serve de motivação para seguir em frente.

— Temos uma boa equipe, formada por jogadoras de alto nível, e estamos muito motivadas para ir à Olimpíada. Para isso, cumprimos a rotina de treinos para chegar em condições ideais de brigar por uma medalha. Estamos treinando forte, nos dedicando cada vez mais. Sabemos que é uma competição difícil. Teremos pela frente adversários de grande talento, como os Estados Unidos, Austrália e Rússia, que são as três primeiras do ranking mundial. Mas nós vamos brigar por um lugar no pódio. Confiamos no nosso potencial, no trabalho que está sendo feito e vamos fazer bonito em Pequim — comentou Karla, que defendeu o Brasil na Olimpíada de Atenas, em 2004.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Catchings, Delisha e Kara Lawson são as últimas convocadas para Pequim


As especulações da imprensa americana sobre as três últimas convocadas para Pequim estavam quase certas.

Realmente, Tamika Cathings e Delisha Milton-Jones foram confirmadas.

Mas a favorita Lindsay Whalen foi preterida.

Kara Lawson ficou com a vaga olímpica.

As duas primeiras já tem participações olímpicas no currículo: Delisha, em Sydney-00 e Tamika, em Atenas-04.

Kara é estrante nos Jogos.

Divino/Jundiaí inicia preparação para os Jogos Regionais

Assim como Jundiaí no geral, o basquete feminino espera manter a tradição de faturar o título do torneio de basquete feminino dos Jogos Regionais do Interior.

A equipe do DIVINO/COC/BINOTTO TRANSPORTES mais uma vez estará representando a cidade na competição que é classificatória para os Jogos Abertos.

O time será dirigido pelo professor Jair Tavares, já que Luís Cláudio Tarallo e mais três atletas estão na fase final de treinamentos da seleção brasileira, categoria sub-18.

Durante esta semana, o grupo de Jundiaí estará treinando forte e com trabalhos de condicionamento físico e treinamentos de quadra. "Mesmo com os desfalques das atletas que estão na seleção, acreditamos numa grande campanha em Itu e temos todas as condições de manter a tradição nos jogos", destacou Jair.

O grupo do Divino que vai iniciar os treinamentos será formado por atletas da categoria juvenil e será completado por algumas do time infanto-juvenil:

Juvenil – Layla; Camila; Michelle e Mariana.

Infanto-juvenil – Isadora; Carolina; Mariana Lambert; Juliana e Daiane

Técnico – Jair Tavares

Prep. Físico – Paulinho

Fisioterapeuta – Gonçalo Miguel

Supervisor – Professor Nestor José Mostério

Diretor – Padre Divo Binotto

Unimed tem quatro jogadoras na seleção que vai à Copa América

O técnico Luís Cláudio Tarallo definiu ontem (9) a seleção brasileira sub-18 para a Copa América, competição que acontece entre os dias 23 e 27 deste mês, em Buenos Aires, na Argentina, e é classificatória para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

Entre as 12 jogadoras inscritas, quatro delas são da Unimed de Americana: as armadoras Débora da Costa e Tássia Carcavali, a ala Leila Zabani e a pivô Fabiana de Souza. O clube local também estará representado pelo preparador físico Vita Haddad. A pivô Samara Mathes vinha participando da fase de preparação da seleção, mas a comissão técnica optou por outras jogadoras para a posição.

A delegação do Brasil viaja para Buenos Aires no dia 21. Antes, a seleção fará amistosos contra São José dos Campos, dia 14, em Osasco, e contra a Unimed/FAM/Goodyear, dia 19, em Jundiaí. Na Copa América, a estréia será contra o Canadá, dia 23.

Nas rodadas seguintes, as meninas brasileiras enfrentarão Argentina (dia 24), Venezuela (25), Estados Unidos (26) e Porto Rico (27). As sete seleções jogam entre si e as quatro primeiras garantem classificação para o Mundial da Tailândia. A expectativa é que o Brasil fique com uma das vagas.

Rainha na Mídia

Hortência esteve envolvida com as gravações do programa Mulheres Possíveis, da atriz Ingrid Guimarães (GNT) e também com as do global Estrelas, com Angélica.

Bom Dia Brasil nas Olimpíadas: Janeth quer unir basquete e meio ambiente

SP 91,6%


Excelente texto do Fábio Balassiano, no Da Linha dos 3, sobre a seleção brasileira sub-18, dos técnicos Tarallo e Macau:

Revolução Paulista

Sonho de Mestre - Magic Paula, Hortência e Maria Helena Cardoso (Bom Dia Brasil)



Candace Parker faz 40 pontos em vitória dos Sparks

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Segundo o técnico do Los Angeles Sparks, Michael Cooper, Candace Parker "está começando a entender a WNBA".

Realmente, os adversários devem temer a evolução desse "entendimento".

Ontem, Candace Parker atingiu seu recorde pessoal em pontos na WNBA, ao marcar 40 pontos (inclusive os lances-livres que levaram o jogo à prorrogação) na vitória sobre o Houston , por 82 a 74.

Além dos 40 pontos, Candace pegou ainda 16 rebotes, deu 6 assistências e 5 tocos.

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Nas entrevistas após jogo, Parker atribuiu humildemente sua performance à presença de Lisa Leslie no garrafão. A veterana teve 13 pontos na partida e comemorou o resultado com a filha Lauren Lockwood.

Pelo Houston, Tina Thompson teve 21 pontos.

E não é que o Atlanta Dream ganhou a segunda?


Parece sonho.


Mas o Atlanta conseguiu ontem sua segunda vitória na temporada da WNBA, ao bater o Minnesota dentro de casa, por 67 a 73.

O destaque foi Betty Lennox, com 24 pontos.

Na primeira partida em que Iziane atuou como titular, após seu retorno da seleção, o resultado foi novamente desastroso: 11 minutos, 1 rebote e 1 assistência.

Pelo Lynx, Seimone Augustus foi a cestinha, com 17 pontos.

Geisa acerta retorno à Girona


A pivô Geisa Oliveira (28 anos, 1,88) acertou nessa semana a renovação de seu contrato com o Uni Girona, da Segunda Divisão Espanhola.

A brasileira foi um dos destaques da última temporada da competição, com médias de 13,8 pontos e 10,23 rebotes, mas o time falhou em conquistar a vaga para a Primeira Divisão.

Segundo a agência da jogadora, Geisa, que defende a Unimed/Americana no Campeonato Paulista, se apresentará já em setembro para a nova temporada.

Na Espanha, Geisa já esteve em equipes da Primeira Divisão (Andalucia e Zaragoza). Defendeu ainda o Pécs, da Hungria e o Bolzano, da Itália.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Um dia com Adrianinha

Detroit vence duelo com Connecticut

Em duelo de líderes da Conferência Leste, o Detroit Shock venceu o Connecticut Sun por 88 a 82. O destaque do Shock foi da ala-pivô Plenette Pierson, que marcou 23 pontos e pegou 6 rebotes. Deanna Nolan marcou 16 pontos, deu 8 assistências e pegou 5 rebotes. Ainda pelo Shock, Katie Smith marcou 17 pontos e Cheryl Ford marcou 16 pontos. Pelo Sun, Lindsay Whalen marcou 20 pontos, deu 8 assistências, pegou 7 rebotes e roubou 4 bolas. Asjha Jones marcou 21 pontos e pegou 4 rebotes.

Outros jogos:

O Phoenix Mercury venceu o Houston Comets por 99 a 94. O Mercury foi liderado por Diana Taurasi, que marcou 30 pontos, deu 6 assistẽncias, pegou 5 rebotes, deu 3 tocos e roubou 3 bolas. Com seus 30 pontos marcados, Taurasi, atingiu a marca de 3000 pontos na WNBA em apenas 151 jogos, é o mais novo record da liga. O record anterior pertencia a Lauren Jackson, que havia atingido a marca em 162 jogos. Outro destaque do Mercury na partida foi de Cappie Pondexter, que marcou 22 pontos e deu 5 assistências. Pelo Comets, Tina Thompson marcou 23 pontos e pegou 7 rebotes, Sancho Lyttle marcou 18 pontos, pegou 9 rebotes e deu 3 tocos. Shannon Johnson marcou 6 pontos e deu 13 assistências.

Liderado por Becky Hammon, o San Antonio Silver Stars venceu sua quinta partida seguida, desta vez foi sobre o New York Liberty por 83 a 79. Hammon marcou 27 pontos, deu 3 assistências e pegou 3 rebotes. Sophia Young marcou 23 pontos, pegou 5 rebotes e deu 4 assistências. Ann Wauters marcou 16 pontos e pegou 11 rebotes. Pelo Liberty, Shameka Christon marcou 27 pontos e Janel McCarville marcou 15 pontos e pegou 7 rebotes.

O Washington Mystics venceu o Indiana Fever por 50 a 48. Pelo Washington, Taj McWilliams-Franklin marcou 20 pontos, pegou 7 rebotes e deu 4 tocos. Alana Beard marcou 9 pontos, pegou 3 rebotes e deu 3 assistências. Pelo Indiana, Ebony Hoffman marcou 16 pontos e pegou 9 rebotes. Katie Douglas marcou 11 pontos e deu 3 assistências.

Tarallo define as doze da seleção sub-18



O técnico Luis Claudio Tarallo definiu nesta quarta-feira as 12 jogadoras que vão disputar a Copa América – Pré-Mundial Sub-18 da Argentina, de 23 a 27 de julho, em Buenos Aires. Tainá, Débora e Tássia (armadoras), Patrícia, Bruna, Tatiane e Joseane (alas); Leila, Fabiana, Leidilânia, Cristiane e Mônica (pivôs) formam a seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, que estréia no dia 23 contra o Canadá. Em seguida, o Brasil enfrenta a Argentina (24), a Venezuela (25), os Estados Unidos (26) e Porto Rico (27). As quatro primeiras colocadas se classificam para o Campeonato Mundial da Tailândia, em 2009.

— O grupo tem bastante potencial. É uma geração promissora, que está associando ao trabalho defensivo uma característica bastante competitiva. As posições estão bem preenchidas. Prova disso são os amistosos que fizemos contra as equipes adultas femininas de Americana, Suzano e São Caetano do Sul e vencemos todos. Das 12 jogadoras, dez já têm experiência internacional. Pode-se dizer que é uma equipe Sub-18 experiente — analisou o técnico Tarallo.

A seleção feminina Sub-18 fará mais dois amistosos até o embarque para a Argentina no dia 21: segunda-feira (14) contra a equipe de São José dos Campos e dia 19 contra Americana.

PROGRAMAÇÃO

— Quinta-feira (dia 10)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio Geodésico (Osasco)



— Sexta-feira (dia 11)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio Geodésico (Osasco)



— Sábado (dia 12)

10h00 / 12h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco



— Domingo (dia 13)

10h00 / 12h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco

Folga à tarde



— Segunda-feira (dia 14)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 – amistoso contra a equipe Sub-21 de São José dos Campos no Geodésico (Osasco)



— Terça-feira e Quarta (dia 15 e 16)

Folga



AS CONVOCADAS


Cristiane Lima – Pivô – 1,92m – 17 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Fabiana de Souza – Pivô – 1,92m – 17 anos – Unimed/Americana (SP)

Monica Nascimento – Pivô – 1,89m – 17 anos – Finasa/Osasco (SP)

Leidilania Ferreira – Pivô – 1,87m – 17 anos – Finasa/Osasco (SP)

Bruna Siqueira – Pivô – 1,82m – 18 anos – Unimed/Ourinhos (SP)

Leila Zabani – Ala – 1,87m – 17 anos – Unimed/Americana (SP)

Tatiane Nascimento – Ala – 1,78m – 18 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Joseane Bazilio – Ala – 1,77m – 17 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)

Tássia Carcavali – Armadora – 1,75m – 16 anos – Unimed/Americana (SP)

Patrícia Ribeiro – Ala – 1,75m – 17 anos – Santa Maria/São Caetano (SP)

Tainá Paixão – Armadora – 1,70m – 16 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Débora da Costa – Armadora – 1,65m – 16 anos – Unimed/Americana (SP)

Média de altura: 1,82m

Média de idade: 17 anos

Primeiros treinos da seleção em São Paulo


O Ponto de Interrogação (Rodrigo Alves, Rebote)

Quartas-de-final do Paulista começam dia 30

O departamento técnico da Federação Paulista de Basketball (FPB) divulgou a tabela completa do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2008. As quatro séries serão decididas em melhor-de-três partidas. A etapa começa no dia 30 de julho (quarta-feira), às 19h00, na cidade de Santos (SP), com a partida entre FUPES/Santos e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC.

A tabela completa do playoff - quartas-de-final é a seguinte:


AÇÚCAR COMETA/UNIMED/CATANDUVA BC x FUPES/SANTOS


30 de julho de 2008 (quarta-feira)
FUPES/Santos x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, às 19h00, em Santos (SP)

04 de agosto de 2008 (segunda-feira)
Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC x FUPES/Santos, às 20h00, em Catanduva (SP)

05 de agosto de 2008 (terça-feira) - se necessário
Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC x FUPES/Santos, às 20h00, em Catanduva (SP)


COLCHÕES CASTOR/FIO/UNIMED/OURINHOS x ECUS/SUZANO


31 de julho de 2007 (quinta-feira)
ECUS/Suzano x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, às 20h00, em Suzano (SP)

05 de agosto de 2008 (terça-feira)
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos x ECUS/Suzano, às 20h00, em Ourinhos (SP)

06 de agosto de 2008 (quarta-feira) - se necessário
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos x ECUS/Suzano, às 20h00, em Ourinhos (SP)


AD SANTO ANDRÉ x MAURÍCIO DE NASSAU/SPORT/TÊNIS PRUDENTE


02 de agosto de 2008 (sábado)
Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente x AD Santo André, às 20h00, em Presidente Prudente (SP)

07 de agosto de 2008 (quinta-feira)
AD Santo André x Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente, ás 20h00, em Santo André (SP)

08 de agosto de 2008 (sexta-feira) - se necessário
AD Santo André x Maurício de Nassau/Sport/Tênis Prudente, às 20h00, em Santo André (SP)

SÃO BERNARDO/METODISTA/ASSOCIAÇÃO x UNIMED/FAM/GOODYEAR/AMERICANA

1o de agosto de 2008 (sexta-feira)
Unimed/FAM/Goodyear/Americana x São Bernardo/Metodista/Associação, às 20h00, em Americana (SP)

05 de agosto de 2008 (terça-feira)
São Bernardo/Metodista/Associação x Unimed/FAM/Goodyear/Americana, às 20h00, em São Bernardo do Campo

08 de agosto de 2008 (sexta-feira) - se necessário
São Bernardo/Metodista/Associação x Unimed/FAM/Goodyear/Americana, às 20h00, em São Bernardo do Campo

Kelly não joga em vitória do Seattle

O Seattle bateu o Sacramento (64-79), mas a brasileira Kelly não atuou.

Lauren Jackson foi o destaque, com 17 pontos e 9 rebotes.

terça-feira, 8 de julho de 2008

CSKA Moscow contrata ala americana Katie Douglas



O CSKA Moscow contratou a ala americana, Katie Douglas, para a temporada 2008/2009. Ela assinou um contrato de 2 anos e irá se apresentar em outubro, durante a offseason da WNBA. Douglas é, até agora, o maior reforço do CSKA para a próxima temporada.

Entre as principais jogadoras confirmadas para a próxima temporada estão as russas Maria Stepanova e Ilona Korstin, a belga Ann Wauters, a americana Becky Hammon.

Na WNBA, Katie Douglas defende o Indiana Fever, onde possui médias de 16,5 pontos, 4,4 rebotes e 3,2 assistências, por partida.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

São Bernardo conquista Regionais e contrata Eliane para play-off do Paulista

O São Bernardo/Metodista/Associação foi campeão dos Jogos Regionais - 2008, em São Caetano do Sul (SP), apesar de perder o jogo final para Santo André. A equipe de São Bernardo do Campo tinha em seu favor a pontuação imposta no duelo contra Santos, dois dias antes e tinha vantagem de 25 pontos sobre Santo André e também o favorecimento da derrota de Santo André para Santos, pela diferença de 10 pontos.

“Nossa equipe jogou muito mal, pois entrou muito desconcentrada, talvez pela vantagem que possuía, coisa contrária da equipe de Santo André, que entrou com o propósito de tirar a diferença, o que quase conseguiu“, disse Mauro Bassoli, supervisor de São Bernardo. O jogo terminou 66 a 45, sendo que com este resultado, São Bernardo sagrou-se campeão e Santo André ficou em segundo lugar, ficando ainda Santos em terceiro.

“A equipe jogou muito mal e não era esse o resultado que queríamos, entramos para vencer, porém não conseguimos impor nosso jogo. Não fiquei satisfeito, mas por outro lado, conseguimos o objetivo de chegar em primeiro e dar os pontos preciosos à cidade que nos dá total apoio para que consiga chegar ao topo nestes Jogos Regionais. Agradeço à Prefeitura e à Secretaria de Esportes, pelo total apoio ao nosso basquete“, relata Márcio Beliccieri, técnico da equipe campeã.

Agora as atenções ficam voltadas ao playoff - quartas-de-final nos dias, 1o, 05 e 08 (se necessário) de agosto contra Americana. Para este desafio, o São Bernardo/Metodista/Associação já contará com o mais novo reforço, a pivô Eliane, ex-São Caetano e Marília.

“Trata-se de uma grande jogadora, de um nível alto que reforçará e muito nossa equipe para o segundo semestre, visando os playoffs do Paulista, o Campeonato Brasileiro e os Jogos Abertos em Piracicaba, em novembro“, finalizou o supervisor Mauro Bassoli.

Pedras de Pequim: AUSTRÁLIA


Segunda adversária do Brasil em Pequim, a Austrália tem sido um compromisso indigesto para nós, nos últimos anos.

Mantemos com a atual campeã mundial uma desagradável relação de freguesia.

Nas últimas competições oficiais, só conseguimos bater as australianas em duas ocasiões, com dez anos de intervalo (1992 e 2002).

A primeira foi a histórica vitória, em Vigo (Espanha), no Pré-Olímpico. Com a técnica Maria Helena Cardoso, o time bateu a Austrália (99-97) após duas prorrogações. Os destaques australianos nessa época eram Robyn Maher, Sandy Brondello e Michele Timms. A derrota tirou a Austrália de Barcelona-92

Após esse triunfo, não reencontramos as rivais nem no Mundial da Austrália-94, quando fomos ouro; nem em Atlanta-96, quando fomos prata.

Em 98, foram duas as derrotas no Mundial da Alemanha. Primeiro, nas oitavas: 76-75. E depois, na decisão do bronze, por 72 a 67.

Em Sydney-2000, mais duas derrotas: na primeira fase (81-70) e nas semifinais (64-52).

Em 2002, enfim veio uma vitória contra as australianas (75-74), no Mundial da China, sob o comando de Antônio Carlos Barbosa. Mas que ficou absolutamentes esquecida, pelo fato de o Brasil ter perdido em seguida a partida das quartas-de-final para a Coréia.

Em Atenas-2004, mais duas derrotas ocorreram. Na primeira fase: 84 a 66. E novamente, nas semifinais: 88 a 75.

No Mundial-2006, em São Paulo, perdemos a oportunidade de fazer história ao anotarmos no caderninho mais duas derrotas. Na primeira fase, o placar foi 73-82. E, finalizando, a derrota mais frustrante dos encontros entre as seleções: 76-88, nas semifinais.

Já no final desse mês, a seleção terá seus primeiros confrontos com a Austrália, sob o comando de Paulo Bassul. Logo após, no dia 11 de agosto, os países voltarão a se encontrar, na primeira fase dos Jogos de Pequim.

Bater a Austrália, como se viu, não é fácil. O time soube se reconstruir após o fracasso de 1992, e organizou seu basquete a partir de então, principalmente investindo em formação, mas também sediando o Mundial (1994) e comandando uma intensa renovação, que segue sem atropelos, mesmo com a mudança de técnicos (de Tom Maher, hoje no comando da seleção chinesa, para a atual Jan Stirling).

Desde 1994, o time sempre foi ao menos semifinalista de todos os Mundiais e Olimpíadas. Acumula três medalhas nos Jogos: duas pratas (2000 e 2004) e um bronze (1996). A surpreendente conquista do último Mundial (2006), que lhe valeu vaga antecipada para Pequim-08, é o grande impulso da Austrália na luta pelo inédito ouro olímpico em Pequim. No entanto, o maior empecilho nesse caminho é a dificuldade que a seleção apresenta no confronto com as americanas, contra quem sempre protagonizam decisões respeitosas e mornas, ao contrário das russas.

A ténica Jan Stirling é inteligente e segue tentando renovar o elenco, na intenção de manter o excelente retrospecto internacional da seleção.

A preparação para Pequim é extensa, mas no momento ainda sofre o desfalque de suas principais estrelas: Lauren Jackson e Penny Taylor, que juntas foram responsáveis por 45% dos pontos da seleção no Mundial-06.

Lauren Jackson é uma unanimidade no basquete mundial. Bela, minionária, educada e acessível, a pivô de 1,95 m constrói uma carreira sólida, com uma impressionante regularidade, sem se envolver em grandes polêmicas, ou sofrer fisicamente pela maratona de jogos. Realmente, Lauren é um espetáculo. Aos 27 anos, já é um mito. Excelente definidora, nunca se acanhou com a responsabilidade, seja onde for (Europa, WNBA, seleção). Todas essas características fazem de Lauren uma referência na posição, e uma inspiração certeira para uma série de jogadoras, de vários países. Lauren só se apresenta à seleção no final do mês, quando será liberada pelo Seattle, da WNBA.

Penny Taylor saiu da conquista do Mundial reverenciada como a MVP do torneio. Uma surpresa para a jogadora, que apesar de excelente, nunca brigou pelos holofotes. No ano seguinte, o status de Penny foi reconfirmado ao ser uma das líderes da conquista do título da WNBA pelo Phoenix e ao trocar o basquete italiano por um milionário contrato na Rússia (Ekaterimburg). Esse excesso de compromissos acabou fazendo a ala de 27 anos e 1,83m pedir clemência no ano olímpico. Acabou não voltando ao Phoenix, onde ainda é aguardada, apesar de serem fortes os rumores de que, esse ano, não virá. Penny começa nessa semana os treinos com a seleção, afirmando estar motivada e descansada.

Terceira estrela da Austrália, a armadora Kristi Harrower já está em atividade com a seleção. Experiente, esteve na série de três vitórias em recentes amistosos com a Rússia. É uma condutora segura, que faz uma excelente leitura do jogo, favorecida pelo longo tempo na seleção. Tem 33 anos e 1,62m, já jogou na WNBA, mas preferiu nos últimos anos se estabelecer na Europa. O último clube também foi o Ekaterimburg.

Em relação ao time do Mundial-06, há apenas duas alterações no elenco.

A primeira é o retorno da pivô Suzy Batikovic (28 anos, 1,94m). Recuperada de uma contusão, Suzy é uma presença segura e forte (92 kg), embaixo da cesta, que favorece bastante o jogo de Lauren. Com o retorno de Suzy, Jennifer Whittle perde a vaga. Surfista nas horas vagas, já jogou em vários países da Europa e na WNBA; e nessa temporada retornará à Itália (Taranto), após defenter o Ekaterimburg (Rússia).

A segunda novidade é a ala-armadora Rohanee Cox, 28 anos, 1,82, que ganhou a vaga de Emily Mclnerny. Cox foi um dos destaques da seleção juvenil australiana, que ficou com a prata no Mundial-97, em Natal. De lá pra cá, duas sérias lesões e o nascimento da filha a tiraram de combate, mas acabou dando a volta por cima, em grande estilo. É jogadora do Townsville Fire, da WNBL, a liga australiana.

Além de Lauren Jackson, outra jogadora experiente se apresentará tardiamente. A baixinha Tully Bevilaqua (36 anos, 1,64m), que jogou o Mundial-06, e está cumprindo temporada no Indiana ( WNBA). A armadora é uma excelente defensora; e é nesse setor que seus números se destacam. Apesar da idade, essa será a primeira Olimpíada de Tully.



Também presentes na conquista do ouro no Mundial, vão para Pequim: a ala Belinda Snell (27 anos, 1,80 m, do Bourges, da França), a ala-pivô Laura Summerton (24 anos, 188 m, com passagens na WNBA e atualmente no Taranto, da Itália), e a ala-armadora Jennifer Screen (26 anos, 1,80, do Parma, da Itália).

As três jogadoras mais jovens da seleção asutraliana garantiram a vaga olímpica em duelo com veteranas como Michelle Brogan (36 anos), Alicia Poto (30 anos) e Natalie Porter (27 anos), todas preteridas pela treinadora Jan Stirling.



As três já estiveram na conquista do Mundial-06. São elas: Emma Randall (pivô, 22 anos, 1,88m, destaque na fase de preparação, que já jogou na Rússia, mas atualmente defende o Melbourne Boomers), Hollie Grima (pivô, 25 anos, 1,90m, que joga no Italmoka Pozzuoli, da Itália) e a graciosa Erin Phillips (armadora, 23 anos, 1,73m, virtual sucessora das balzaquianas Tully e Kristi, que já jogou na WNBA e irá se aventurar na Europa nessa temporada, após deixar o local Adelaide Lightning).

A Austrália estréia em Pequim, no dia 09 de agosto, contra a Bielorrússia.

Adrianinha perto da terceira Olimpíada

Poucos dias separam a armadora Adrianinha de sua terceira Olimpíada. A jogadora, que foi medalha de bronze em Sydney (2000) e quarto lugar em Atenas (2004), voltou à seleção brasileira, após ficar ausente dos Torneios Pré-Olímpicos das Américas (Chile/2007) e Mundial (Espanha/2008). Um dos principais nomes da seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, Adrianinha quer ajudar o Brasil a chegar ao lugar mais alto do pódio.

— Estou muito feliz por estar aqui. Fazia tempo que não via minhas companheiras. Matei um pouco as saudades e também pude conhecer as meninas novas. Como sempre, fui muito bem recebida por todos. Estou ansiosa para entrar no ritmo das outras jogadoras. Fiquei parada por algumas semanas e elas vêm de duas competições seguidas. Vou continuar trabalhando forte para alcançá-las. Mais alguns dias e já vou estar no mesmo ritmo.

Entre um treino e outro, Adrianinha aproveita o tempo livre para descansar e ficar com a filha de dois anos. A pequena Aaliyah é mais uma motivação para a atleta buscar uma medalha em Pequim.

— É uma alegria enorme ter minha filha comigo. É muito gostoso saber que vou chegar do treino e a Aaliyah vai estar me esperando. Sinto muita falta dela. Uma vez fiquei duas semanas sem vê-la e morri de saudades. Estou adorando tê-la comigo.

A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, se reapresenta nesta terça-feira, no Golden Tulip Park Plaza, em São Paulo (12h de Brasília). Logo em seguida (18h), a equipe faz o primeiro treino no ginásio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. As jogadoras estão se preparando para os Jogos Olímpicos de Pequim, de 9 a 23 de agosto. Na Olimpíada, o Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

— AS 16 CONVOCADAS

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE

Érika de Souza – Pivô – 26 anos – 1,97m – Atlanta Dream (WNBA)

Jucimara Dantas (Mamá) – Ala/Pivô – 30 anos – 1,93m – Villeneuve (França)

Kelly Santos – Pivô – 28 anos – 1,92m – Seattle Storn (WNBA)

Graziane Coelho – Pivô – 24 anos –1,91m – Mizo Pécs (Hungria)

Soeli Zakrzeski (Êga) – Ala/Pivô – 30 anos –1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)

Franciele Nascimento – Ala/Pivô – 20 anos – 1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)

Karina Jacob – Pivô – 22 anos – 1,87m – Americana (SP)

Fernanda Beling – Ala – 25 anos – 1,83m – Americana (SP)

Patrícia Ferreira (Chuca) – Ala – 29 anos –1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Micaela Jacintho – Ala – 29 anos – 1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Jaqueline Silvestre – Ala/Armadora – 22 anos – 1,78m – Sport/Maurício de Nassau (PE)

Karen Gustavo – Ala/Armadora – 24 anos – 1,77m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Karla Costa – Ala/Armadora – 29 anos – 1,73m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Adriana Moisés (Adrianinha) – Armadora – 29 anos – 1,70m – Gospic (Croácia)

Cláudia das Neves (Claudinha) – Armadora – 33 anos – 1,70m – Clermont Ferrand (França)

Natália Burian – Armadora – 23 anos – 1,63m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

PROGRAMAÇÃO

— 8 de julho

12h – Reapresentação no Golden Tulip Park Plaza – São Paulo

18h/20h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

(Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino)

— 9 a 18 de julho

10h/12h e 18h/20h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— 19 de julho

10h/12h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

Tarde – Folga

— 20 e 21 de julho

FOLGA

— 22 de julho

12h – Reapresentação no Golden Tulip Park Plaza – São Paulo

18h/20h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— 23 de julho

10h/12h e 18h/20h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

— 24 de julho

10h/12h – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

19h45 – Embarque para Austrália

Seattle encara Sacramento na terça-feira

Embalado pelas vitórias contra Washington, Nova York e Minnesota, o Seattle Storm entra em quadra na noite desta terça-feira, dia 8, para enfrentar o Sacramento Monarchs no Arco Arena, em jogo da 19ª rodada da temporada regular da WNBA 2008. Terceira colocado da Conferência Oeste (11v e 07d), atrás apenas do líder San Antonio Silver Stars (11v e 06d) e do Los Angeles Sparks (10v e 06d), a equipe da pivô brasileira Kelly tem pela frente o lanterna Sacramento, buscando uma vitória fora de casa para manter-se na luta pela liderança do Oeste.

- A equipe se acertou e está jogando bem, encontrou o equilíbrio entre ataque e defesa, e está conseguindo resultados importantes. Temos um jogo complicado pela frente, por mais que a diferença na tabela sugira facilidade, sabemos que o Sacramento é um bom time, vai jogar em casa e vir para cima da gente buscando um bom resultado. Temos que manter uma boa defesa e uma forte marcação - frisou Kelly, que anotou seis pontos na última partida, na vitória contra Minnesota Lynx.

Depois de encarar o Sacramento Monarchs, fora de casa, o Seattle Storm volta a jogar em casa na próxima quinta-feira, dia 10, enfrentando o Phoenix Mercury, atual campeão da WNBA, no Key Arena.

Estrelas brilham e Los Angeles vence Phoenix

Após 3 derrotas seguidas, o Los Angeles Sparks venceu o Phoenix Mercury por 91 a 80. Pelo Sparks, Candace Parker marcou 31 pontos, pegou 10 rebotes, deu 4 assistências e 3 tocos. Lisa Leslie marcou 25 pontos, pegou 15 rebotes, deu 8 assistências e 3 tocos. Shannon Bobbit marcou 11 pontos e deu 5 assistências. Pelo Mercury, Cappie Pondexter e Kelly Miller marcaram 14 pontos, cada uma. Diana Taurasi marcou apenas 8 pontos.

Outros Jogos:

Liderado por Becky Hammon, que marcou 28 pontos, deu 6 assistências e pegou 5 rebotes, o San Antonio Silver Stars venceu o Washington Mystics por 83 a 75. Ainda pelo San Antonio, Sophia Young marcou 23 pontos, pegou 8 rebotes e deu 4 assistências. A belga Ann Wauters marcou 18 pontos e pegou 4 rebotes. Pelo Washington, Alana Beard marcou 20 pontos, pegou 6 rebotes e deu 3 assistências. Taj McWilliams-Franklin marcou 15 pontos, pegou 8 rebotes e deu 5 assistências.

O Indiana Fever venceu o Connecticut Sun por 81 a 74. Pelo Fever, Tammy Suntton-Brown marcou 18 pontos e pegou 9 rebotes. Katie Douglas, marcou 18 pontos, pegou 5 rebotes e deu 5 assistências. A australiana Tully Bevilaqua marcou 17 pontos e pegou 4 rebotes. Tamika Catchings marcou 11 pontos e pegou 8 rebotes. Pelo Sun, Asjha Jones marcou 20 pontos e pegou 6 rebotes. Lindsay Whalen marcou 18 pontos, deu 3 assistências e pegou 3 rebotes.

O Houston Comets venceu o Sacramento Monarchs por 73 a 65. Ausente nos últimos 4 jogos por causa de uma fratura no dedo, Tina Thompson liderou o Comets com 19 pontos e 2 rebotes. Ainda pelo Comets, Michelle Snow marcou 17 pontos, pegou 4 rebotes e deu 4 assistências. Pelo Monarchs, Nicole Powell marcou 18 pontos, pegou 3 rebotes e deu 3 assistências.

Seleção Sub-18 retoma treinamentos em Osasco


A seleção brasileira Sub-18 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, segue se preparando para a Copa América – Pré-Mundial da Argentina, que será disputada de 23 a 27 de julho em Buenos Aires. Para chegar bem na competição, além do treinamento em tempo integral, a equipe já disputou dois amistosos com duas vitórias sobre os times adultos de Suzano (97 a 57) e de São Caetano (74 a 67). A partir desta segunda-feira, as 15 atletas treinam em tempo integral na cidade de Osasco, nos ginásios da ACM e no Geodésico.

O técnico Luiz Cláudio Tarallo gostou da atuação da equipe nos dois amistosos e já agendou mais quatro partidas antes do embarque para a Argentina. O objetivo é fazer com que o grupo ganhe mais entrosamento e ritmo de jogo para chegar bem preparado na Copa América.

— Temos mais duas partidas programadas, com Suzano e São José dos Campos, e vamos acertar mais dois jogos. Os confrontos foram equilibrados e muito produtivos. Colocamos em prática o que trabalhamos nos oito dias de treinamento. Além disso, as meninas estão se adaptando a filosofia da comissão técnica em situações reais. O grupo já tem uma certa experiência. Algumas jogadoras já participaram de Sul-Americano e três estiveram no Campeonato Mundial Sub-19, no ano passado. Estamos confiantes de que vamos chegar bem na Copa América para garantir a vaga para o Mundial da Tailândia em 2009 — explicou Tarallo.


PROGRAMAÇÃO


— Segunda-feira (dia 7)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio Geodésico (Osasco)



— Terça-feira (dia 8)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 – amistoso contra a equipe adulta de Suzano no ginásio Geodésico (Osasco)



— Quarta-feira (dia 9)

10h00 / 12h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 – amistoso a confirmar no ginásio Geodésico (Osasco)



— Quinta-feira (dia 10)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio Geodésico (Osasco)



— Sexta-feira (dia 11)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio Geodésico (Osasco)



— Sábado (dia 12)

10h00 / 12h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 / 19h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco



— Domingo (dia 13)

10h00 / 12h00 – treino no ginásio da ACM de Osasco

Folga à tarde



— Segunda-feira (dia 14)

10h00 / 11h00 – academia

11h10 / 12h30 – treino no ginásio da ACM de Osasco

17h00 – amistoso contra a equipe Sub-21 de São José dos Campos no Geodésico (Osasco)



— Terça-feira e Quarta (dia 15 e 16)

Folga



AS CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE

Cristiane Lima – Pivô – 1,92m – 17 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Fabiana de Souza – Pivô – 1,92m – 17 anos – Unimed/Americana (SP)

Monica Nascimento – Pivô – 1,89m – 17 anos – Finasa/Osasco (SP)

Leidilania Ferreira – Pivô – 1,87m – 17 anos – Finasa/Osasco (SP)

Andressa Arantes – Pivô – 1,83m – 17 anos – Santo André (SP)

Bruna Siqueira – Pivô – 1,82m – 18 anos – Unimed/Ourinhos (SP)

Leila Zabani – Ala – 1,87m – 17 anos – Unimed/Americana (SP)

Camila Schneider – Ala – 1,78m – 17 anos – Clube Escolar Bom Jesus (SC)

Samara Pereira – Ala – 1,78m – 17 anos – Unimed/Americana (SP)

Tatiane Nascimento – Ala – 1,78m – 18 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Joseane Bazilio – Ala – 1,77m – 17 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)

Tássia Carcavali – Armadora – 1,75m – 16 anos – Unimed/Americana (SP)

Patrícia Ribeiro – Ala – 1,75m – 17 anos – Santa Maria/São Caetano (SP)

Tainá Paixão – Armadora – 1,70m – 16 anos – Divino/COC/Jundiaí (SP)

Débora da Costa – Armadora – 1,65m – 16 anos – Unimed/Americana (SP)

Média de altura: 1,82m

Média de idade: 17 anos



COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa

Administrador: José Alberto Valle Pereira

Técnico: Luiz Cláudio Tarallo

Assistente Técnico: Maria do Carmo Ferreira (Macau)

Preparador Físico: Clóvis Hadadd

Médico: José Carlos Cordeiro Jr.

Fisioterapeuta: Carolina Botelho

Frases e Links


As nossas seleções (Rodrigo Alves, Rebote)


"A seleção feminina tem chance de conseguir uma medalha."

"Iziane foi vítima do meio ao se recusar a entrar em quadra pela seleção de basquete."

“Jogadores da NBA nunca ganharam nada pelo Brasil”

“Não me deixam mais trabalhar”.

"A saída para o basquete brasileiro é a saída do Grego em 2009."

Miguel Ângelo da Luz, em entrevista à Marcela Reis, na Gazeta On Line.

domingo, 6 de julho de 2008

Swin Cash é descartada pela seleção norte-americana para Pequim

Depois de ganhar o ouro em Atenas-04, de participar da conquista da vaga para Pequim-08, em Valdívia-07, e até mesmo de fazer parte da programação de amistosos nesse ano, a ala Swin Cash recebeu um telefonema da USA Basketball nessa semana antecipando que ela não fará parte do time olímpico.

Em maio, a entidade já havia divulgado as nove primeiras selecionadas (Lisa Leslie, Katie Smith, Sue Bird, Diana Taurasi, Tina Thompson, Seimone Augustus, Sylvia Fowles, Candace Parker e Cappie Pondexter), e Cash esperava estar no anúncio das últimas três, que deve ocorrer nessa semana.

Embora ainda não confirmado, especula-se que Lindsay Whalen (Connecticut), Tamika Catchings (Indiana) e DeLisha Milton-Jones (Los Angeles) serão os últimos nomes da técnica Anne Donovan para Pequim.

Pode acreditar: Atlanta ganha a primeira e Kelly joga oito minutos


Enfim o Altanta Dream conseguiu sua primeira vitória na WNBA, após dezessete derrotas consecutivas. Graças aos 18 pontos de Ivory Latta e Jennifer Lacy, o time passou pelo Chicago Sky, por 91-87.

O jogo foi bastante disputado, com treze alternâncias de liderança entre os times.

Iziane entrou bem no primeiro quarto, substituindo Betty Lennox, quando o Chicago abria vantagem, chegando a 21-9. Com seis pontos da brasileira, o quarto terminou em 21-17. No total, Iziane somou pouco menos de 12 minutos. Teve 10 pontos (2pts 3/5 3pts 1/2 LL 1/2), 2 rebotes, 1 recuperação e 2 erros.

Quase tão incrível quanto a primeira vitória do Atlanta, foram os oito minutos a que Kelly teve diretito na vitória do Seattle sobre o Minnesota (96-71). Foi a segunda vez que a brasileira jogou por tal período, o máximo alcançado até o momento. Cravou 6 pontos (2pts 2/2 e LL 2/3), mais 1 assistência, 1 erro e 2 faltas.

O destaque do jogo foi Lauren Jackson, que em 25', fez 34 pontos.

Ponte Aérea

Seleção feminina deixa o Rio e vai treinar em São Paulo (Fábio Balassiano, Da Linha dos 3)

Vídeo: Prata em Atlanta, 1996

Em 1996, meninas do Brasil ganham medalha de prata no basquete (GloboEsporte)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

San Antonio vence Sacramento por 1 ponto

O San Antonio Silver Stars venceu o Sacramento Monarchs por 68 a 67. Pelo San Antonio, Sophia Young marcou 20 pontos e pegou 12 rebotes. Becky Hammon marcou 16 pontos e deu 4 assistências. A belga Ann Wauters contribuiu com mais 12 pontos, 7 rebotes e 3 tocos. Pelo Monarchs, Rebekkah Brunson marcou 18 pontos e pegou 9 rebotes. Ticha Penicheiro marcou 8 pontos, deu 8 assistências e roubou 4 bolas.

Minnesota Lynx surpreende Los Angeles dentro de casa

O Minnesota Lynx venceu o Los Angeles Sparks por 88 a 70 e comprovou que é um dos favoritos ao título da liga em 2008. A cestinha do Lynx foi Seimone Augustus que marcou 29 pontos, deu 4 assistências e roubou 4 bolas. Saindo do banco de reservas, a caloura Candice Wiggins marcou 19 pontos. Nicky Anosike contribuiu com mais 9 pontos e 10 rebotes. Pelo Sparks, Lisa Leslie marcou 26 pontos, pegou 10 rebotes e deu 3 tocos. Candace Parker e Marie Ferdinand-Harris marcaram 12 pontos, cada uma.

'Novidades' na WNBA: Kelly não joga e Atlanta perde mais uma


A rodada da WNBA seguiu nessa quinta sem novidades para os times das brasileiras.

Se a situação do Seattle, da pivô Kelly, é mais agradável após uma vitória sobre o Liberty (84 a 71), com 33 pontos de Lauren Jackson; a situação da pivô brasileira preocupa. Kelly não chegou a entrar em quadra. Descontado o item no currículo "jogo na WNBA"; a temporada tem oferecido pouco à Kelly, que tem médias de 3 minutos por partida, nos sete jogos que participou (num total de 17 do Seattle).

No fundo so poço, o time do Atlanta perdeu sua décima sétima partida. Foi para o Houston (65-72). O destaque foi Sancho Lyttle, com 15 pontos e 18 rebotes.

Iziane jogou 16', teve 5 pontos (3pts 1/3; 2 pts 1/4) e 1 assistência.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

4 Links

Pedras de Pequim: CORÉIA

Adversária da estréia do Brasil em Pequim, a Coréia, é um rival bem conhecido por nós.

O time é o atual campeão asiático, título conquistado em junho de 2007, após vitória sobre a China.

Por essa razão, o país garantiu antecipadamente a vaga para Pequim, sendo poupado da disputa do Pré-Olímpico Mundial.

Assim como as demais seleções asiáticas, a Coréia busca a recuperação em Pequim.

Depois de conseguir o quarto lugar nas Olimpíadas de Sydney-2000 (após perder a decisão do bronze para o Brasil) e no Mundial da China-2002 (após eliminar o Brasil nas quartas-de-final), a seleção não passou de um décimo segundo lugar em Atenas-2004, e de um décimo terceiro lugar no Mundial-2006, acompanhada de perto pelos outros representantes asiáticos: China (décimo segundo) e Taiwan (décimo quarto).

Um dos fatores para essa queda de produção é o envelhecimentos das principais jogadoras coreanas.

Um outro fator apontado é o fato de que as atletas domésticas estavam ocupando cada vez menos espaço na WKBL (a liga coreana), com a participação crescente de estrelas estrangeiras como Lauren Jackson, Tamika Cathings, Tina Thompsom, Alana Beard e Alessandra Oliveira no torneio.

Em função disso (e também por motivos econômicos), a presença de estrangeiras foi suspensa já na temporada 2007 da WKBL.

A Coréia ocupa a sétima posição no ranking mundial da FIBA, mas ainda assim a popularidade do basquete feminino é muito baixa no país.

Os maiores destaques são as pivôs Park Jung (31 anos, 1,80m), que chuta bastante da linha dos 3 e Sun Min Jung (34 anos, 1,86m) e as laterais Beon Yeon Ha (28 anos, 1,82m) e Kim Kwe Ryong (29 anos, 1,91m).

Um time já bastante experiente e menos adequado a executar o tradicional jogo coreano, pautado em velocidade, intensidade na defesa e arremessos de longa distância.

Mais nova e alta, Eunjoo Ha, 25 anos, 2,02m teve atuação destacada na final do Asiático, saindo do banco com uma contusão de Park Jung.

A pivô teve uma rápida passagem pelo Los Angeles Sparks, da WNBA. É irmã de Ha Seung-Jin, que já passou pelo Bucks, na NBA.

Em abril, a Coréia participou do torneio-teste em Pequim, e perdeu para Austrália, Estados Unidos, Cuba e China.

Suas únicas duas vitórias no evento foram contra o mesmo adversário: a Nova Zelândia.

Los Angeles é surpreendido em casa

O Los Angeles Sparks perdeu, em casa, para o New York Liberty por 89 a 78. Pelo Liberty, Shameka Christon marcou 28 pontos, pegou 3 rebotes e roubou 3 bolas. Janel McCarville marcou 15 pontos e pegou 8 rebotes. Pelo Sparks, Candace Parker marcou 18 pontos, pegou 10 rebotes, deu 4 tocos, 3 assistências e roubou 3 bolas. DeLisha Milton-Jones marcou 15 pontos. Lisa Leslie marcou 12 pontos e pegou 5 rebotes.

Outros Jogos:

O San Antonio Silver Stars venceu o Detroit Shock, na prorrogação, por 79 a 72. Pelo San Antonio, Sophia Young marcou 27 pontos e pegou 8 rebotes. Becky Hammon marcou 19 pontos e deu 6 assistências. A belga Ann Wauters marcou 17 pontos e pegou 9 rebotes. Pelo Shock, Katie Smith marcou 17 pontos, deu 9 assistências e pegou 4 rebotes. Kara Braxton marcou 16 pontos e pegou 5 rebotes. Plenette Pierson e Deanna Nolan marcaram 11 pontos cada uma.

O Sacramento Monarchs venceu o Washington Mystics por 87 a 81. Pelo Monarchs, a portuguesa Ticha Penicheiro marcou 17 pontos, deu 8 assistências e pegou 4 rebotes. Kara Lawson marcou 13 pontos e pegou 4 rebotes. Pelo Mystics, Alana Beard marcou 31 pontos, pegou 5 rebotes e deu 3 assistências. Monique Currie marcou 17 pontos, deu 7 assistências e pegou 4 rebotes.

O Connecticut Sun venceu o Houston Comets por 78 a 68. Pelo Sun, Asjha Jones marcou 15 pontos e pegou 8 rebotes. Lindsay Whalen marcou 14 pontos, deu 9 assistências e pegou 5 rebotes. A francesa Sandrine Gruda marcou 14 pontos e pegou 4 rebotes. Pelo Comets, na ausência de Tina Thompson, a caloura Matee Ajavon foi a cestinha com 14 pontos, 3 rebotes e 3 roubos de bola. Hamchetou Maiga-Ba contribuiu com 11 pontos e 10 rebotes.

O Indiana Fever venceu o Chicago Sky por 74 a 67. Pelo Fever, Tamika Catchings marcou 18 pontos, pegou 6 rebotes e deu 3 assistências. Tammy Sutton-Brown marcou 11 pontos, pegou 12 rebotes e deu 3 tocos. Pelo Sky, Candice Dupree marcou 20 pontos, pegou 13 rebotes e deu 4 assistências. Dominique Canty marcou 16 pontos e pegou 6 rebotes.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Vitória em casa pode levar o Seattle à vice-liderança da Conferência Oeste

Em boa recuperação na tabela de classificação da temporada 2008 da WNBA, o Seattle Storm volta à quadra na noite desta quinta-feira, dia 3, para enfrentar o New York Liberty no Key Arena, buscando uma vitória que pode levar a equipe a ultrapassar o San Antonio Silver Stars (09v 06d) e, caso haja derrota do adversário direto na rodada, chegar à vice-liderança da Conferência Oeste (está na terceira posição / 09v 07d). Para a pivô Kelly, que foi convocada por Paulo Bassul para a equipe que disputará os Jogos Olímpicos de Pequim-2008, o jogo será muito equilibrado e a defesa pode ser a arma do Seattle para conseguir um bom resultado.

- É uma partida muito importante para a gente, porque uma vitória vai nos ajudar a subir na classificação e vamos fazer de tudo para conseguir um bom resultado dentro da nossa casa. Precisamos fazer uma defesa forte, porque assim vamos conseguir usar bem os nossos contra-ataques - frisou Kelly, medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007.

Depois de enfrentar o New York Liberty, o Seattle Storm vai encarar o Minnesota Lynx, também no Key Arena, no próximo sábado, dia 5.

Atlanta chega a dezesseis derrotas na WNBA; Iziane não pontua


O Atlanta Dream ampliou ontem seu recorde de derrotas na WNBA, ao perder para o Phoenix, em casa: 79-97.

Foi a derrota de número 16 da equipe estreante na liga.

Diana Taurasi foi a cestinha do Phoenix, com 28 pontos e 6 assistências.

Betty Lennox teve 18, pelo Atlanta.

Saindo do banco, Iziane não conseguiu pontuar (2pts 0/3 e 3pta 0/1), mas deu 3 assistências e recuperou 2 bolas; em 21'.

Impressionado com a atípica atuação de Iziane, peguei a calculadora.

A brasileira jogou 11 dos 16 jogos do Dream.

Quatro antes do Pré-Olímpico; e sete após.

Nos quatro primeiros, foi titular em todos. As médias nessa fase foram de 26 minutos, 10,2 pontos, 1,5 assistência, 1,5 rebote e 1,7 recuperação.

Retornando de Madri, Iziane ainda não retornou ao quinteto titular. A média de minutos caiu para 17 (menos 35%). A de pontos para 4,5 por jogo (menos 55%). As demais pouco mudaram, embora em dois dos últimos três jogos, Iziane tenha alcançado seu recorde de assistências na temporada (3 por jogo).

Que fase, hein?

terça-feira, 1 de julho de 2008

Primeiro Treino

Seleção feminina inicia treinos olímpicos


A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, iniciou nesta terça-feira na Arena Multiuso, no Rio de Janeiro, a preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim, de 9 a 23 de agosto. O Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9 de agosto), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

Uma das novidades da equipe dirigida pelo técnico Paulo Bassul é a ala Fernanda Beling, de 26 anos, que joga em Americana (SP). Fernanda foi vice-campeã do Mundial Sub-21 da Croácia (2003) e sétima colocada no Campeonato Mundial Juvenil da República Tcheca (2001).

— Foi uma surpresa. Achei que o Bassul não ia mexer no grupo, tanto que as mudanças na convocação foram mínimas, e não estava esperando ser chamada para integrar o elenco. Agora é treinar forte para tentar ganhar uma vaga na seleção que vai a Pequim. Tenho a oportunidade na mão e vou trabalhar muito para que isso aconteça. Estou bem familiarizada com as meninas que estão aqui. Já joguei e treinei com algumas na seleção e enfrentei outras nos campeonatos que disputamos pelos clubes. Conheço bem o estilo do Bassul e já trabalhamos juntos nas categorias de base. Estou em casa — comentou Fernanda.

Depois de operar o joelho direito, no dia 7 de junho, a ala/armadora Karen Gustavo continua fazendo fisioterapia e iniciou um trabalho de reabilitação.

— A Karen passou por uma artroscopia do joelho direito. A atleta não sente dores, está se recuperando bem e já iniciou o trote progressivo. Acreditamos que em uma semana, a jogadora deve estar retornando às quadras — disse o médico da seleção feminina, Dr. Carlos Eduardo Marques.

— AS 16 CONVOCADAS

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE

Érika de Souza – Pivô – 26 anos – 1,97m – Atlanta Dream (WNBA)

Jucimara Dantas (Mamá) – Ala/Pivô – 30 anos – 1,93m – Villeneuve (França)

Kelly Santos – Pivô – 28 anos – 1,92m – Seattle Storn (WNBA)

Graziane Coelho – Pivô – 24 anos –1,91m – Mizo Pécs (Hungria)

Soeli Zakrzeski (Êga) – Ala/Pivô – 30 anos –1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)

Franciele Nascimento – Ala/Pivô – 20 anos – 1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)

Karina Jacob – Pivô – 22 anos – 1,87m – Americana (SP)

Fernanda Beling – Ala – 25 anos – 1,83m – Americana (SP)

Patrícia Ferreira (Chuca) – Ala – 29 anos –1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Micaela Jacintho – Ala – 29 anos – 1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Jaqueline Silvestre – Ala/Armadora – 22 anos – 1,78m – Sport/Maurício de Nassau (PE)

Karen Gustavo – Ala/Armadora – 24 anos – 1,77m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Karla Costa – Ala/Armadora – 29 anos – 1,73m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Adriana Moisés (Adrianinha) – Armadora – 29 anos – 1,70m – Gospic (Croácia)

Cláudia das Neves (Claudinha) – Armadora – 33 anos – 1,70m – Clermont Ferrand (França)

Natália Burian – Armadora – 23 anos – 1,63m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

PROGRAMAÇÃO

Terça-feira (dia 1 de julho)

08h30 / 09h30 – musculação na Academia A! Body Tech (Cittá América)

10h00 / 11h00 e 17h00 / 19h00 – treino na Arena Multiuso

Quarta-feira (dia 2 de julho)

08h30 / 09h30 – musculação na Academia A! Body Tech (Cittá América)

10h00 / 11h00 e 17h00 / 19h00 – treino na Arena Multiuso

Quinta-feira (dia 3 de julho)

09h00 / 11h00 e 17h00 / 19h00 – treino na Arena Multiuso

Sexta-feira (dia 4 de julho)

Cerimônia com o presidente Lula em Brasília

Em 1994, Hortência e Paula em duelo no basquete feminino

Ponte Preta, time da Hortência, vence a Unimep e se torna bicampeão Mundial Interclubes de Basquete Feminino. Para assistir, clique aqui.