quinta-feira, 27 de outubro de 2005

Rio perde a sede do Mundial feminino de basquete de 2006

Os organizadores do Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007 sofreram um grande golpe nesta quinta-feira. O presidente da Suderj (Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro), Francisco de Carvalho, anunciou que o Mundial feminino de basquete de 2006 não poderá ser realizado na cidade carioca, como previsto, porque as obras no ginásio do Maracanãzinho não ficarão prontas a tempo. Assim, o Pan-2007 perde um dos seus principais torneios de preparação.

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou nesta quinta-feira que, com a impossibilidade da utilização do Maracanãzinho, apenas a cidade de São Paulo sediará a competição. O Mundial será realizado dos dias 12 a 23 de setembro de 2006.

"Foi achado um problema estrutural na obra. Por isso, ela não poderá ser entregue no primeiro semestre do ano que vem, conforme programado inicialmente. O Maracanãzinho só fica pronto em dezembro de 2006", explicou Francisco de Carvalho.

Em obras de modernização há mais de um ano visando o Pan-Americano de 2007, o ginásio seria um dos locais do Mundial de basquete junto com o Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Em Minas, as partidas devem ser realizadas no Mineirinho.

Sede do próximo Pan, o Rio de Janeiro tem se especializado em perder eventos nos últimos anos. Só em 2005 a cidade fracassou em organizar o GP Brasil de Motovelocidade e os X-Games. O Rio também já perdeu a etapa da Fórmula Indy, o GP Brasil de Atletismo e a etapa do WCT (campeonato mundial de surfe).

A não realização da disputa no Rio também é um golpe para a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Nos últimos anos, a entidade viu a seleção fracassar em torneios internacionais (a equipe masculina não disputou as últimas duas Olimpíadas e as seleções de base perderam a hegemonia no continente) e acompanhou o surgimento de uma liga paralela (a NLB, comandada por Oscar, que iniciou nesta semana o seu primeiro campeonato nacional). Agora, não vai poder contar com um dos principais ginásios do país na organização do Mundial.

Representantes da CBB vão se reuniar com uma comissão da Federação Internacional de Basquete (Fiba) para discutir os detalhes do Mundial. Nesse encontro será decidido a quantidade de ginásios a serem usados no torneio. O presidente da CBB, Gerasime Bozikis, já disse que o Ibirapuera é um desses locais.

Fonte: UOL

CBB CONFIRMA MUNDIAL ADULTO FEMININO 2006 EM SÃO PAULO

Rio de Janeiro – A cidade de São Paulo será a sede do 15º Campeonato Mundial Adulto Feminino de Basquete, de 12 a 23 de setembro de 2006. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Gerasime Grego Bozikis, que viaja na próxima semana para Genebra (Suíça), onde irá participar da reunião da Federação Internacional de Basketball (FIBA). Na pauta, os Mundiais de 2006 do Brasil (feminino) e do Japão (masculino).

Este será o oitavo Campeonato Mundial a ser realizado no país, que já sediou cinco competições adultas e duas juvenis. Das 14 edições anteriores do Mundial Adulto Feminino, as americanas foram campeãs sete vezes, a ex-União Soviética conquistou seis títulos e a seleção brasileira foi campeã em 1994, na Austrália.

Quatorze países já estão classificados para o Mundial: Brasil (país sede); Estados Unidos (campeão olímpico); República Tcheca, Rússia, Espanha, Lituânia e França (Europa); China, Coréia e Taipe (Ásia); Austrália (Oceania); e Argentina, Canadá e Cuba (Américas). As duas últimas vagas serão disputadas pela África, de 21 a 29 de dezembro.

MUNDIAIS NO BRASIL
1954 – Campeonato Adulto Masculino (Rio de Janeiro)
1957 – Campeonato Adulto Feminino (Rio de Janeiro)
1963 – Campeonato Adulto Masculino (Rio de Janeiro)
1971 – Campeonato Adulto Feminino (São Paulo)
1979 – Campeonato Juvenil Masculino (Bahia)
1983 – Campeonato Adulto Feminino (São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul)
1997 – Campeonato Juvenil Feminino (Rio Grande do Norte)
2006 – Campeonato Adulto Feminino (São Paulo)

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

Silvia Cristina tem filho e descobre que jogou grávida a Copa América

Ano passado, em Atenas, na sua primeira Olimpíada, a ala Silvia Cristina divertia-se ao contar quer em sua família o primeiro presente não é uma chupeta, mas uma bola de basquete. Sobrinha da ex-jogadora Roseli, prima do armador Nezinho e com mais cinco tias que tambám atuaram nas quadras, ela só não poderia imaginar que seu primeiro herdeiro chegaria de forma tão inusitada.
Sílvia não sabia que estava grávida e jogou a Copa América da República Dominicana, em setembro, com cinco meses de gestação. No dia 15 deste mês, participou da final e foi campeã dos Jogos Abertos de São Paulo, pelo São Caetano. Luís Fernando nasceu no dia 21, de sete meses, sem dores.
Quatro dias antes, Silvia consultara o médico, reclamando de prisão de ventre. Mas só depois de outra consulta, com seu ginecologista, soube da gravidez.
" Entrei em choque. Por isso ele nasceu prematuro, segundo meu ginecologista, e não pelo esforço físico de eu estar jogando. Ela disse que se não tivesse feito o parto jamais diria que eu estava grávida. O outro médico apalpou a minha barriga e falou que eu estava com um caroço. Coitadinho, meu filho foi chamado de caroço. Ele está bem e é um presente", diz Silvia.
Depois de atuar em Portugal, a jogadora de 23 anos se apresentou à seleção para a preparação da Copa América. Tratando uma gastrite, fez testes físicos e exames laboratoriais, mas a comissão técnica da CBB não detectou sua gravidez. Ela disputou dois torneios no País antes de jogar a Copa América, onde atuou nos cinco jogos no Brasil e foi autora de 20 pontos, três rebotes e oito assistências.
"Não senti nada de diferente. Estava tomando anticoncepcional. Fiz os exames de gastrite e mostrei para um monte de médicos. Fiquei com dúvidas porque meu corpo não sofreu mudanças, só engordei 3,8Kg. E o exame de urina não revelou nada", disse Silvia


Fonte: O Dia
Sil

(trecho da coluna de Fábio Balassiano, no Databasket)

O escândalo da gravidez de Silvia, da seleção brasileira e do São Caetano, revela mais uma das características do basquete brasileiro – o amadorismo absoluto. Semana passada ouvi de um amigo, que trabalhou no meio, a seguinte frase: “Eles (os dirigentes) são apaixonados por basquete, não há como negar. O grande problema é que são completamente despreparados”. Da segunda parte eu não desconfiava, mas começo a achar que a primeira frase não é verdadeira. Grávida de seis meses, a atleta disse que não sabia de nada. Deve ser alguma brincadeira (de mau gosto) evidentemente –prefiro encarar assim. A Confederação alega que nada poderia fazer –outra anedota. Comenta-se até que os outros participantes da Copa América entrarão com ação contra o Brasil, já que a seleção atuou com seis jogadores em vários momentos das partidas - não poderia perder a piada...

Fonte: Databasket
Comissão aprova requerimento e chama Oscar e Grego a Brasília

Da Redação
Em São Paulo

A CTD (Comissão de Turismo e Desporto) da Câmara dos Deputados aprovou de forma unânime o requerimento para convidar os presidentes da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Gerasime Bozikis, o Grego, e da NLB (Nossa Liga de Basquete), o ex-jogador Oscar Schmidt para participarem de audiência pública em Brasília com o objetivo de discutir o racha no basquete brasileiro.

As divergências já estavam "anunciadas" há seis meses, quando da idéia da criação de uma liga, que é prevista pela Lei Pelé. A NLB foi anunciada oficialmente dia 4 e começou nesta terça, com a vitória do Winner/Limeira sobre o Rio de Janeiro/Telemar por 83 a 80.

Uma semana após o lançamento, a CBB entrou em confronto direto com a liga montada por Oscar, vetando a participação de qualquer jogador que nela atue na seleção brasileira masculina e feminina que disputarão o Mundial do ano que vem.

Para discutir o problema, os deputados Silvio Torres (PSDB/SP) e Deley (PSC/RJ) entraram na última semana com requerimento para ouvir os presidentes das duas entidades. Os pedidos foram aprovados unanimemente pelos parlamentares que formam a CTD.

"A nossa proposta é discutir os rumos do basquete brasileiro, tirá-lo da crise que está mergulhado há vários anos, que o deixou fora de importantes competições, como as últimas Olimpíadas. Vamos ouvir os dois lados, numa tentativa de procurar o entendimento para harmonizar o basquete", disse Silvio Torres.


Fonte: UOL
Jogadora que não sabia que seria mãe volta a treinar em 20 dias

Kati Dias
Do Diário do Grande ABC


A ala Sílvia, do Santa Maria/ São Caetano, retorna aos treinamentos daqui 20 dias. É o que garante o técnico do time, Norberto Silva, o Borracha. A atleta, que se descobriu grávida de sete meses há uma semana e deu à luz a Luís Fernando no último sábado, será examinada por um ginecologista indicado pelo clube nesta quinta-feira. Mas como o parto foi normal, Borracha acredita que Sílvia poderá voltar a rotina. "Ela está bem de saúde, mas um pouco assustada. Tudo aconteceu tão rápido, que pegou a todos de surpresa", disse o treinador. Por causa da confusão, o treinamento da equipe, que aconteceria na tarde desta terça-feira, foi cancelado.

Faz menos de um mês que a ala de 23 anos foi contratada pelo São Caetano. Borracha conheceu a atleta nos treinamentos da Seleção Brasileira na Copa América, que aconteceu na República Dominicana em setembro. Antes de se transferir para o clube, Sílvia foi examinada pelo médico da seleção, Cezar Pereira Soares de Oliveira. "Não passava pela cabeça de ninguém que ela poderia estar grávida. Tudo estava normal. O único problema que ela teve foi uma contratura na coxa direita. Por isso, só estreou no time na semifinal dos Jogos Abertos", disse Borracha.

Já o ginecologista obstetra Jorge Naufal, da Neomater, de São Bernardo, discorda do treinador do São Caetano. Para ele, Sílvia sabia da gravidez. "É praticamente impossível uma mulher não saber que está grávida. Embora a atleta alegue que não tinha menstruação e enjôo, no quinto mês ela já pode sentir a criança se mexer dentro dela", explicou o médico. "Só se a jogadora for muito inocente e encarou erradamente os sintomas, o que é improvável", disse Naufal. Mesmo assim, Borracha acredita na versão de Sílvia. "Ela estava tranqüila, e empenhada em vencer nos Abertos. Se soubesse da gravidez, não colocaria o filho em risco", rebateu.


O treinador fez questão de ressaltar que o bebê não corre risco de vida. Luís Fernando nasceu com 31 cm e pouco mais de 1 kg. "O bebê está bem, mas como está com baixo peso está em uma incubadora num hospital em São Paulo", disse Borracha.


Fonte: Diário do Grande ABC
CBB confirma início de torneio nacional

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou que o Torneio Nacional feminino começará no dia quatro de novembro e terminará, apenas, no dia 31 de janeiro de 2006.
Ainda sem saber se poderá jogar o torneio, o Jesus Adolescente/Catanduva segue treinando para a disputa do Paulista.
De acordo com o técnico Édson Ferreto, por falta de estrutura, sua equipe pode ficar sem disputar torneios nacionais este ano. “Infelizmente, também temo quanto ao futuro do time”, destacou. A CBB deve divulgar a tabela completa da sua competição ainda nesta semana.

Fonte: Notícia da Manhã
Winner/Limeira vence Telemar em dia de festa do basquete

O torcedor da Winner/Limeira viveu fortes emoções ontem à noite no Ginásio Vô Lucato. Primeiro, acompanhou a abertura da Nossa Liga de Basquete, que marcará para sempre a cidade de Limeira como um marco para a nova entidade. Em segundo lugar, pode ficar lado a lado com verdadeiros mitos do basquetebol, como Oscar Schmidt, Magic Paula, Hortência e Janeth, que distribuíram autógrafos e tiraram fotos. E em terceiro, acompanhou o final dramático entre Winner e Telemar, pela primeira rodada. A vitória limeirense por 83 a 80 (47 x 42) aconteceu nos segundos finais, deixando o torcedor apreensivo nas arquibancadas. Durante os pedidos de tempo, exibições, distribuição de brindes e brincadeiras com o público. O prefeito Silvio Félix(PDT) e o secretário de Esportes, Roberto Lucato, acompanharam o evento. Hoje a equipe limeirense voltará à quadra, agora pelo Campeonato Paulista da Série A-1. O time comandado pelo técnico Zanon enfrentará a Hebraica, às 20h, em São Paulo.


Fonte: Gazeta de Limeira
Sheryl Swoopes, MVP da WNBA e ala do Houston Comets, assume homossexualidade

A ala do Houston Comets Sheryl Swoopes, atual Jogadora Mais Valiosa (MVP) da WNBA e tricampeã olímpica, assumiu ser homossexual em uma entrevista à revista "ESPN The Magazine", nesta semana. A jogadora, líder do Comets desde a aposentadoria de Cynthia Cooper, se tornou assim a primeira superestrela dos esportes profissionais coletivos americanos a assumir sua preferência sexual por pessoas do mesmo sexo.

"Minha razão para sair do armário não é ser algum tipo de heroína. Só estou em um ponto da minha vida em que me cansei de ter de fingir ser alguém que não sou. Cansei de esconder meus sentimentos pela pessoa com que me importo, a pessoa que amo", disse Swoopes, cestinha do time da brasileira Janeth Arcain. "Atletas masculinos do meu calibre provavelmente sentem que têm muito mais a perder do que ganhar (ao se assumir). Não concordo com isso. Para mim, o mais importante é a felicidade".

Duas outras jogadoras da WNBA já haviam assumido sua homossexualidade ainda em atividade, mas nenhuma das duas tem a fama de Swoopes: Sue Wicks, ex-atleta do New York Liberty, e Michele Van Gorp, ex-jogadora do Minnesota Lynx. Entre os homens, Esera Taolo, ex-jogador de futebol americano, e Billy Bean, ex-atleta do beisebol, também se assumiram, mas após se aposentarem, e nenhum teve uma carreira como a da lateral do Comets, tetracampeão da liga de 1997 e 2000. O ato de Swoopes talvez se compare apenas à tenista Martina Navratilova, que assumiu ser bissexual em 1981, ao receber cidadania americana. Na época, custou muitos patrocínios a ela. Talvez coincidentemente, seu jogo decolou após a revelação.

Swoopes foi considerada a jogadora do ano da NJCAA quando jogava pela faculdade Sputh Plains Junior College, em 1991, e se transferiu para Texas Tech, onde em 93 seria campeã da NCAA, liderando seu time com um recorde nas finais de 47 pontos, o que a garantiu os prêmios de melhor jogadora das finais e jogadora do ano. Em 94, foi medalha de ouro nos Jogos da Amizade e, em 96, integrou o time olímpico que derrotou o Brasil de Hortência, Paula, Marta e Janeth na final em Atlanta, o que iniciou a criação da WNBA, primeira liga profissional de um esporte feminino nos EUA.

Desde então, ela levou mais duas medalhas douradas em Olimpíadas, em Sydney-2000 e Atenas-2004, os quatro primeiros títulos da WNBA, entre 1997 e 2000, três prêmios de MVP da liga, cinco colocações para a primeira seleção da WNBA e foi MVP do Jogo das Estrelas neste ano.

"Algumas pessoas podem dizer que me assumir agora, após vencer o título de MVP, é heróico, e entendo isso, e sei que haverá algumas coisas negativas também. Mas não muda quem sou. Não posso mudar com quem me apaixono. Ninguém pode", disse a jogadora.

A ala foi a primeira jogadora a ter um tênis com o próprio nome, o Nike Air Swoopes, na mesma linha do maior jogador de basquete da história, Michael Jordan.

No artigo, ela fala de seu filho de oito anos, Jordan, seu casamento de três anos e da vida com sua parceira, a ex-treinadora de basquete Alisa Scott.

"Descobrir que sou gay simplesmente aconteceu mais tarde na minha vida. Ser íntima com (Alisa) ou com qualquer outra mulher nunca tinha passado por minha cabeça. Ao mesmo tempo, acredito firmemente que quando você se apaixona, não há como controlar isso", declarou a ala.

A notícia ainda não foi comentada pela WNBA, que nunca teve muita facilidade em reconhecer o elemento homossexual conectado à liga, e que continua lutando para aumentar sua base de torcedores. Ironicamente, Swoopes foi uma das principais jogadoras envolvidas nas campanhas promocionais da liga, como heterossexual, posando quando era casada e estava grávida como uma face heterossexual da WNBA. Ela costuma levar o filho Jordan aos jogos.

"Tudo o que se diz da WNBA ser repleta de lésbicas não é verdade. Há tantas mulheres hetero na liga quanto há gays. O que me irrita é que quando as pessoas falam do futebol americano, beisebol e NBA, não se ouve nada sobre homens gays jogando. Já ao se comentar da WNBA, vira um problema. Sexualidade e gênero não devia mudar a atuação de ninguém em quadra", protestou a atleta.


Fonte: BasketBrasil

Limeira vence na estréia da Nossa Liga


Limeira - O Winner/Limeira, jogando em casa, venceu a Telemar/Rio por 83 a 80 (47 a 42), nesta terça-feira, no primeiro jogo da Nossa Liga de Basquete (NLB), no ginásio Vô Lucatto lotado, pela Conferência Norte. O jogo marcou a entrada em quadra da NLB, criada em 16 de março e não reconhecida pela Confederação Brasileira de Basquete. O torneio é o primeiro movimento formal de nomes representativos – Oscar, Paula e Hortência – contra a forma como o basquete vem sendo administrado no País.

O jogo de abertura foi definido no último minuto. Limeira chegou a estar em vantagem de 15 pontos. O Rio reagiu e chegou a empatar por 79 a 79, a 1min30 do fim. Apesar do equilíbrio, Limeira venceu por 83 a 80.

Nesta terça, na estréia do Brasileiro da NLB, Oscar Schmidt, presidente da liga, anunciou que o campeonato terá a participação de mais duas equipes e apoio de um outro ex-jogador, atualmente técnico, Marcel, que vai comandar Jundiaí. São Carlos também disputará a NLB, com 20 equipes, divididas nas conferências Norte e Sul. “Meu compromisso é com o basquete e, por isso, estou na NLB”, afirmou Marcel, que terá como assistente-técnico o irmão Mauri.

A abertura da NLB, nesta terça, teve a presença de Oscar, Paula e Hortência, diretoras da NLB, e Janeth, usando a camisa de seu time – o Janeth Arcain, de Santo André, que está inscrito na liga –, jogando a preliminar. Janeth ainda não tem time para a temporada, mas desafiou o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, ao participar da abertura do torneio. O dirigente anunciou que os atletas que jogarem em clubes da NLB não atuarão nas seleções. Janeth ficaria fora do Mundial de 2006, que será no Brasil?


Fonte: Estadão
Questão genética

Conhecidos de Sílvia, ala que descobriu gravidez aos sete meses, conforme a Folha revelou ontem, já imaginam a identidade da madrinha da criança. Sugerem Roseli, sua tia, que também descobriu tardiamente gravidez durante competição da seleção nacional de basquete.

Inconformismo


Hortência, que calcula que Roseli jogou até os seis meses de gravidez, diz "não ter cabimento" o que ocorreu com Silvia.


Fonte: Folha de São Paulo
Disputa larga com 20 times

Nossa Liga estréia e já ganha mais dois times


TALES TORRAGA
ENVIADO ESPECIAL A LIMEIRA

A Nossa Liga de Basquetebol deu ontem o seu bola ao alto inicial na cidade de Limeira (150 km a noroeste de São Paulo), onde a equipe da casa bateu o Rio de Janeiro por 83 a 80 em um ginásio que estava lotado (cerca de 1.500 pessoas) no jogo inaugural.
Em meio à cerimônia de abertura da competição, que contou com a participação de grandes nomes do esporte, como Hortência, Paula, Janeth e Oscar, o grande idealizador da liga paralela à CBB, mais duas equipes se integraram oficialmente à disputa.
São Carlos e Jundiaí elevam agora a 20 o número de times na Nossa Liga. A primeira jogará na Conferência Norte, e a segunda, na Conferência Sul. Ambos os times, com grandes nomes do basquete por trás, acertaram seus patrocínios na última hora e foram aceitos pela Nossa Liga.
""A tabela original tinha dez times em cada conferência. Não muda nada", disse José Medalha, diretor-executivo da NLB.
A Nossa Liga chegou a anunciar 26 equipes, mas começaria com 18 de sete Estados. Porém Nenê, do Denver (NBA), e Marcel e Mauri, ex-atletas da seleção, aderiram de vez à competição que não é reconhecida pela entidade que rege o basquete brasileiro.
Nenê apóia o time de São Carlos. ""Vamos aproveitar a estrutura já existente para o Paulista. E contrataremos reforços, como o técnico americano Bob", disse Edson Donizete Hilário, diretor-presidente do time e tio de Nenê.
O jogador tem relação estremecida com a CBB e sua adesão tem claro cunho político. Já a equipe de Jundiaí tem Marcel como técnico e Mauri como assistente.


Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 25 de outubro de 2005

Basquete de Catanduva pode ficar fora de torneios nacionais

Com falta de estrutura necessária para manter equipe profissional de basquete, equipe pode ficar de fora de competições nacionais

Nem CBB ou NLB. O basquete feminino profissional de Catanduva pode ficar de fora da disputa dos torneios nacionais neste ano, frustrando torcedores, comissão técnica e diretoria.
O motivo, segundo o técnico Édson Ferreto, já vinha sendo anunciado pelo próprio treinador há alguns meses: falta de estrutura. “Precisamos de mais patrocinadores para poder abrigar jogos dessa magnitude e conseguir arcar com as eventuais despesas de viagens”, relatou.
Ferreto não vê futuro para a equipe. “Caso nenhuma ajuda seja conseguida, o futuro do Jesus Adolescente/Catanduva é incerto. Se o presente já está difícil, imagine o futuro”, comentou.
Com a falta de estrutura e com boas jogadoras no plantel, os convites de outras equipes para as atletas tornam-se rotina. Feda, Lelê e Roberta agora são assediadas pela equipe de Pindamonhangaba. “A proposta é bem mais vantajosa financeiramente. Mas, o trabalho que desenvolvemos aqui é de longo prazo e confiamos no projeto desenvolvido pelo Édson Ferreto”, comentou Feda.

Compromisso

Apesar das reclamações por falta de estrutura e patrocínio, o Jesus Adolescente/Catanduva volta suas atenções para o Campeonato Paulista da Série A-2.
Hoje, a equipe enfrenta o Uniara de Araraquara, às 20 horas em Araraquara, na abertura do segundo turno da competição classificatória para a elite do basquete paulista. “O time de Araraquara vem com algumas modificações do primeiro confronto, como a entrada da jogadora Roseli, que é um dos destaques do time”, ressaltou Ferreto.

Urupês

O jogo contra Taubaté, válido pela segunda rodada do returno do Paulista, será disputado em Urupês, no próximo sábado, às 17 horas.
“Recebemos o convite da Prefeitura de Urupês, que possui uma boa quadra, e vamos atuar lá”, anunciou Ferreto.

Churrasco

No dia 13 de novembro, os diretores da equipe vão promover um churrasco para angariar fundos para a equipe do Jesus Adolescente/Catanduva.
O evento será na AABB e o convite, que pode ser conseguido com as próprias jogadoras do time, custa R$ 10.


Fonte: Notícia da Manhã
Basquete de Piracicaba

O basquete piracicabano pega fogo nos bastidores. Do lado masculino, o diretor Roberto Filetti e o vice-presidente Beto Godoi não estão se entrosando. Tanto que o segundo está se desligado da Associação de Basquete do XV. No feminino, a técnica Maria Angélica Gonçalves, a Branca, já tinha uma lista de dispensas em decorrência do vexame nos Jogos Abertos. Mas a presidente da AD Unimep, Ilda Borges –– que é mãe de Branca –– , optou em prorrogar, se houver, o afastamento de três atletas. Enquanto em ambas diretorias as coisas andam complicadas, na quadra a situação é semelhante.


Fonte: Jornal de Piracicaba
WILSON É A NOVA PARCEIRA DA NOSSA LIGA DE BASQUETEBOL

Fornecedora de bolas oficial da liga universitária dos EUA produzirá bola personalizada para a Nossa Liga de Basquetebol


A Wilson, marca norte-americana de artigos esportivos, é a nova parceira da Nossa Liga de Basquetebol (NLB). A empresa, primeira patrocinadora oficial da entidade, fabricará todas as bolas para a disputa dos campeonatos organizados pela NLB. Nos EUA, a Wilson é uma marca tradicional no basquete e fornece as bolas da National Collegiate Athletic Association (NCAA), a liga universitária norte-americana, que revela grandes astros para a NBA.

Inicialmente, serão utilizadas nos campeonatos da NLB as bolas Wilson da linha Reaction, fabricada em couro com microfibra. A partir de fevereiro do próximo ano, essas bolas serão substituídas por esféricas personalizadas produzidas exclusivamente para a Nossa Liga. Além das bolas usadas nas competições e treinos da NLB, a Wilson produzirá bolas para fins promocionais que serão utilizadas durante toda a temporada. A empresa norte-americana ainda terá direito a uma cota de publicidade nos jogos da Nossa Liga, com duas placas em todos os jogos.

O campeonato masculino da Nossa Liga de Basquetebol, com transmissão ao vivo da ESPN Brasil, conta com 18 equipes e terá início no próximo dia 25, em Limeira, com o jogo entre Winner Limeira, vice-campeão paulista, e Rio de Janeiro Telemar, atual campeão brasileiro. O campeonato feminino, com seis equipes, tem início previsto para novembro.



ALESSANDRA ESTRÉIA NA EUROLIGA NESTA QUARTA-FEIRA


Começa nesta quarta-feira (26 de outubro) a 14ª Euroliga Feminina, torneio
continental organizado pela FIBA que reúne os principais clubes do basquete
europeu. O Ros Casares Valencia, da pivô brasileira Alessandra Oliveira,
estréia na competição enfrentando o Mizo-Pécs, da Hungria, às 16h30 (horário
de Brasília) no ginásio Fuente de San Luis, em Valência, na Espanha.

São 18 times de dez países divididos em três grupos brigando pelo título da
Euroliga. O Ros Casares Valencia, de Alessandra, e o Mizo-Pécs estão no
Grupo A, junto com o atual campeão VBM-SGAU Samara, da Rússia, o Dexia
Namur, da Bélgica, o USO Mondeville Basket, da França, e o USK Praha, da
República Tcheca.

– A estréia é sempre difícil. A equipe do Mizo-Pécs é muito experiente e há
dois anos faz ótimas campanhas na Euroliga. O time tem jogadoras habilidosas
e fortes, como Dalma Ivanyi, que joga na WNBA e na seleção da Hungria,
Pollyanna Johns e Vickie Johnson. Mas nós vamos entrar em quadra para
vencer, principalmente porque é fundamental somarmos pontos na competição
jogando em casa. Esse é um torneio difícil, composto pelos melhores clubes
da Europa. Ganhar em casa é uma obrigação, por isso vamos fazer tudo para
conquistarmos a vitória – afirma Alessandra.

A pivô brasileira, que joga há oito anos fora do Brasil, já participou de
cinco edições da Euroliga. Alessandra chegou duas vezes ao Final Four do
torneio: em 1998/1999, quando ficou com o título de vice-campeã pelo Societá
Ginnastica Comense (Itália), e em 2001/2002, quando ficou na quarta
colocação pelo SCP Ruzomberok (Eslováquia).

– A Euroliga é um torneio onde tudo pode acontecer. O favoritismo de alguns
times é relativo, porque existem muitos fatores além do técnico. São equipes
equilibradas, que disputam mais de uma competição importante
simultaneamente, enfrentando viagens longas e lutando contra o cansaço –

comenta Alessandra, que, além da Euroliga, também disputa o Campeonato
Espanhol de Basquete de 2005/2006 pelo Ros Casares Valencia.

EUROLIGA FEMININA 2005/2006

EQUIPES PARTICIPANTES

GRUPO A

Ros Casares Valencia (Espanha)
Dexia Namur (Bélgica)
USO Mondeville Basket (França)
Mizo-Pécs (Hungria)
USK Praha (República Tcheca)
VBM-SGAU Samara (Rússia)

GRUPO B

MKB Euroleasing Sopron (Hungria)
Famila Schio (Itália)
Bourges Basket (França)
Lotos Gdynia (Polônia)
UMMC Ekaterinburg (Rússia)
Gambrinus Sika Brno (República Tcheca)

GRUPO C

K Cero I.C.P. Kosice (Eslováquia)
Phard Napoli (Itália)
US Valenciennes Olympic (França)
Dynamo Moscow (Rússia)
Wisla Can-Pack Krakow (Polônia)
Lietuvos Telekomas Vilnius (Lituânia)


FASE DE CLASSIFICAÇÃO

GRUPO A – ROS CASARES VALENCIA

26/10/2005 - Ros Casares Valencia x Mizo-Pécs
02/11/2005 - USO Mondeville Basket x Ros Casares Valencia
10/11/2005 - Ros Casares Valencia x USK Praha
17/11/2005 - Dexia Namur x Ros Casares Valencia
23/11/2005 - VBM-SGAU Samara x Ros Casares Valencia
01/12/2005 - Mizo-Pécs x Ros Casares Valencia
08/12/2005 - Ros Casares Valencia x USO Mondeville Basket
14/12/2005 - USK Praha x Ros Casares Valencia
12/01/2006 - Ros Casares Valencia x Dexia Namur
18/01/2006 - Ros Casares Valencia x VBM-SGAU Samara


FASE DE CLASSIFICAÇÃO (26/10/2005 a 18/01/2006)
Os cinco primeiros colocados de cada grupo e o melhor time em sexto lugar
garantem vaga para as oitavas-de-final.

OITAVAS-DE-FINAL (31/01/2006, 03 e 08/02/2006)
QUARTAS-DE-FINAL (21 e 24/02/2006 e 01/03/2006)
FINAL FOUR (31/03/2006 e 02/04/2006)
NACIONAL FEMININO COMEÇA DIA 4 DE NOVEMBRO COM 9 EQUIPES

Rio de Janeiro – A oitava edição do Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2005) começa dia 4 de novembro com a participação de nove equipes: FIO/Unimed/Pão de Açúcar/Ourinhos, atual campeão brasileiro, Santo André, Limpol/São Caetano, WIMPRO/Guarulhos, Jesus Adolescente/CELT/Catanduva, Pão de Açúcar/Unimar/Marília e São Bernardo/Metodista (São Paulo), APUC/Goiás (Goiás) e Sport Recife (Pernambuco). A competição será disputada durante três meses em turno, returno, quartas-de-final, semifinal e final. Pelo oitavo ano consecutivo, o SPORTV irá transmitir ao vivo as principais partidas. As estatísticas de todos os jogos poderão ser acompanhadas ao vivo no site da CBB (www.cbb.com.br) e já está disponível o link do Nacional 2005.

A primeira rodada terá os seguintes jogos no dia 4 de novembro (sexta-feira): Sport Recife (PE) x Limpol/São Caetano (SP), em Recife; APUC/Goiás (GO) x FIO/Unimed/Pão de Açúcar/Ourinhos (SP), em Goiânia; Santo André (SP) x Jesus Adolescente/CELT/Catanduva (SP), em Santo André; e São Bernardo/Metodista (SP) x WIMPRO/Guarulhos (SP).

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as nove equipes jogam entre si em turno e returno. As oito primeiras colocadas se classificam para as quartas-de-final nos seguintes confrontos: 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º. Os vencedores disputam a semifinal e o título. Os playoffs serão jogados em melhor de cinco partidas, sendo o primeiro, o segundo e o quinto jogos na quadra da equipe de melhor campanha na fase de classificação.

OS CAMPEÕES DO NACIONAL
1998 – Fluminense (RJ) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
1999 – Arcor/Santo André (SP) – Técnica: Laís Elena Aranha
2000 – Paraná Basquete (PR) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2001 – Vasco da Gama (RJ) – Técnica: Maria Helena Cardoso
2002 – São Paulo/Guaru (SP) – Técnico: Alexandre Cato
2003 – Unimed/Americana (SP) – Técnico: Paulo Bassul
2004 – Unimed/Pão de Açúcar/Ourinhos (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
Sílvia, 23, diz que disputou campeonatos sem saber que esperava bebê

Em 3 dias, atleta da seleção descobre gravidez e dá à luz

TATIANA CUNHA
DA REPORTAGEM LOCAL

EDUARDO OHATA
DO PAINEL FC




Em uma semana a vida da ala Sílvia, 23, mudou radicalmente.
Há dez dias, a jogadora disputava a final dos Jogos Abertos do Interior pelo São Caetano, quando seu time bateu o Catanduva e ficou com o ouro. Apesar de feliz, Sílvia não se sentia muito bem.
Dois dias depois, procurou os médicos do clube reclamando de prisão de ventre. Foi examinada e teve um "caroço" encontrado na barriga. Assustada, procurou um médico conhecido de Americana, onde já morou. Para o seu espanto, o "caroço" era um bebê.
"Nunca imaginei que estivesse grávida. Não tive enjôo nenhum e também não senti desejo. A única coisa é que estava um pouco acima do peso", disse a atleta, que foi reserva da seleção brasileira na Olimpíada de Atenas, em 2004.
Como toma anticoncepcionais ininterruptamente, Sílvia já não menstrua há algum tempo.
Segundo ela, três dias após descobrir que estava grávida, deu à luz Luis Fernando, que nasceu com sete meses, 31 cm e pouco mais de 1 kg e continua internado.
"Achei que ela estava um pouco lenta, fora de forma, mas jamais pensei que ela pudesse estar grávida. Nem barriga ela tinha", afirmou o técnico do São Caetano, Norberto da Silva, o Borracha. "Como ela tinha acabado de jogar pela seleção, a gente nem se preocupou em fazer exames nela."
Quando se apresentou à equipe nacional para disputar amistosos e a Copa América, a ala foi submetida a uma bateria de testes, mas nenhum detectou a gravidez.
"Toda vez que as atletas se apresentam fazemos alguns exames de rotina, como avaliação cardíaca, hemograma, urina. Mas nenhum deles é específico para gravidez, e realmente não detectamos nada", explicou César de Oliveira, chefe do departamento médico da Confederação Brasileira de Basquete. "Como a Sílvia também não desconfiava, não havia motivos para fazer estes testes."
De acordo com Oliveira, a única queixa da atleta nos últimos tempos era de forte dor de estômago, tanto que ela foi submetida a endoscopia que detectou uma gastrite e uma hérnia de hiato.
"Levei um susto quando o pai dela ligou e falou: "Sabe a dor de estômago que a Sílvia estava reclamando ontem? Pois é, nasceu o filho dela'", disse Borracha.
"Não há como medir ou estimar se o fato de a atleta ter praticado exercícios vigorosos durante a gravidez traria problemas para o bebê. Há mulheres que trabalham na roça, de sol a sol, e não têm problemas", explicou Carlos Alberto Petta, professor de ginecologia da Unicamp. "No geral, orientamos para pegar leve."
"O maior risco era de sofrer uma queda ou um traumatismo no local", declarou Oliveira, que ainda lembrou o caso de outra atleta da seleção, Roseli, que jogou grávida o Mundial.


PINGUE-PONGUE

Comilona, Sílvia achou que quilos eram só gordura

DA REPORTAGEM LOCAL

Ainda surpresa com a maternidade e dividida entre sua casa, onde repousa, e o hospital, onde Luis Fernando permanece internado, Sílvia falou à Folha sobre a "gravidez de três dias" e os momentos que antecederam o nascimento do filho. (TC)


Folha - Você não desconfiou de que estava grávida?

Sílvia Gustavo - Nunca. Fui ao médico na segunda passada por causa da prisão de ventre, e ele disse que eu tinha um caroço na barriga. Na terça, fui ao meu médico, que falou que eu estava grávida. Na quarta, fiz o ultra-som. E na sexta tive o bebê.


Folha - Mas seu apetite não aumentou, por exemplo?

Sílvia - Eu sempre comi muito, então não senti diferença. Sabia que estava uns 4 kg acima do peso, mas achei que era a comida.


Folha - Como foi o parto?

Sílvia - Acordei na quinta de madrugada com muita dor nas costas e no estômago e já não tinha conseguido comer nada durante o dia. Acordei meu irmão e ele queria me dar um remédio, mas eu quis ir para o hospital. Ainda não tinha contado para ninguém que estava grávida. Quando cheguei no hospital foi muito rápido, eu já estava tendo contrações. Os enfermeiros não acreditavam que eu estava tendo bebê porque não tinha barriga nem nada. Aí pedi que um deles contasse para o meu pai sobre a gravidez.


Folha - E o pai?

Sílvia - Engravidei quando estava jogando em Portugal. Não somos casados, mas o pai está muito feliz.

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Após atraso, baixas e polêmica com CBB, torneio dirigido por clubes e criado por ex-atleta começa com 1 patrocinador

Liga de Oscar larga hoje com o bolso vazio

TALES TORRAGA
DA REPORTAGEM LOCAL


De bolso vazio, a Nossa Liga de Basquetebol joga ao alto hoje sua primeira bola. Sete meses depois das tentativas iniciais, o torneio idealizado pelo ex-jogador Oscar Schmidt dá a largada na cidade de Limeira (150 km a noroeste de São Paulo), às 20h10, onde a equipe da casa recebe o Rio de Janeiro.
A NLB, que chegou a anunciar 26 equipes, começará sua trajetória com 18 times, de sete Estados. Praças de pouca tradição no esporte, como Pará e Piauí, serão representados respectivamente por Paysandu e Teresinense.
O primeiro momento da iniciativa esbarra na falta de dinheiro. Transmitido pelo canal fechado ESPN Brasil, o torneio começará com apenas um patrocinador, o da bola do campeonato: Wilson.
De acordo com os organizadores, novos anunciantes devem ser divulgados em cerca de dez dias.
Curiosamente, a dificuldade em angariar dinheiro foi justamente um dos motivos que afastaram os clubes da CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
Na nova liga, regulamento e tabela foram definidos pelos próprios times, que repartirão a receita do torneio.
A Folha apurou que o custo médio de um time na NLB será de R$ 20 mil mensais -no ano passado, as equipes reclamaram que as despesas do Nacional da CBB consumiam em média R$ 50 mil por mês. A queda no custo seduziu times pequenos. "Nosso orçamento não permitia opção mais cara", afirmou Miguel Sampaio, diretor do Paysandu.
A fórmula definida para cortar gastos foi reduzir viagens. Divididas em duas conferências - Norte e Sul-, as equipes visitantes jogarão duas vezes no Piauí e no Pará, abrindo mão do duelo que teriam direito como mandante.
A "caridade", entretanto, não será de graça. As equipes do Norte terão de colocar a mão no bolso para custear as despesas dos times visitantes -ou parte delas.
As dificuldades financeiras não são o único problema da NLB, que foi retaliada pela confederação antes mesmo de seu início. Não reconhecida pela entidade, a liga viu a debandada de times tradicionais, como Franca, Paulistano, Ribeirão Preto e as equipes do grupo Universo, que vão disputar o Brasileiro da CBB a partir de 11 de dezembro. Ao todo, 28 times participarão do Nacional.
A confederação foi além: os jogadores que participarem da NLB não poderão defender a seleção brasileira, que ano que vem disputará, entre 19 de agosto e 3 de setembro, o Mundial no Japão.
"Vamos valorizar quem acreditou no nosso projeto. Seremos transparentes e democráticos. É o que o basquete mais precisa", afirmou Oscar.
O campeonato feminino da NLB reúne até agora seis equipes: Rio Preto, São Bernardo, Piracicaba, Pindamonhangaba, Niterói e Maringá. A estréia está marcada para o dia 19 de novembro.

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NA TV - Limeira x Rio de Janeiro, ESPN Brasil, ao vivo, às 20h10


FRASE

Estamos empolgados em fazer parte desse momento histórico do basquete

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MIGUEL ÂNGELO DA LUZ
técnico do Rio


O PERSONAGEM

Juiz de futebol volta ao basquete depois de 36 anos

MARIANA LAJOLO
DA REPORTAGEM LOCAL


A NLB resgatou do futebol o homem que cuidará da arbitragem de seus torneios.
Emídio Marques de Mesquita dedicou mais de 30 anos de vida aos gramados. Mas nunca esqueceu o esporte que o fez apitar pela primeira vez.
Mesquita iniciou a carreira no basquete em 1959 e, por dez anos, foi um dos árbitros mais respeitados do esporte. "Meus amigos dizem que no futebol não consegui mostrar tudo. Que era melhor no basquete. Mas só posso assegurar que sempre tentei trabalhar com correção", disse. Para ele, parte de seu sucesso no futebol se deveu à experiência no basquete.
"É muito mais difícil. Você tem de apitar o lance e explicar o que marcou. Mãe de árbitro de basquete sofre bem mais", declara o dirigente.
Mesquita vai comandar 40 árbitros e 60 oficiais. Eles foram recrutados do quadro de jubilados por idade da confederação brasileira, profissionais que haviam se afastado ou que "trocaram de lado". A CBB não deve permitir que seus árbitros atuem na NLB.
Uma de suas preocupações é treiná-los para as novas regras. Nos últimos dois minutos do jogo, o time com a posse de bola poderá pedir tempo. É uma cópia da NBA.


"Busão" reaparece e vira rotina na NLB

DA REPORTAGEM LOCAL

Um dos destaques negativos do último Nacional estará presente na primeira rodada da NLB: a viagem de ônibus. Esta foi a forma de transporte do time do Rio, que percorreu cerca de 530 quilômetros de estradas até chegar a Limeira na noite de ontem.
Em 2004, o desconforto causado pelo excesso de viagens gerou revolta nos atletas mais altos, que reclamavam de constantes dores nas costas. Na NLB, as viagens de avião devem ser feitas somente para lugares mais distantes.
"Isso não é novidade para a gente. Estamos empolgados em fazer parte deste momento histórico", falou o técnico do Rio, Miguel Ângelo da Luz. Luiz Zanon, treinador do Limeira, também usa o ineditismo para motivar seu elenco. "Meus atletas serão pioneiros, e eles precisam ter consciência deste momento." (TT)


TIRA-TEIMA

A nova liga é pirata ou funciona na legalidade?

A liga funciona de acordo com a Lei Pelé, principal legislação esportiva do Brasil, e foi chancelada pelo Comitê Olímpico Brasileiro e pelo Ministério do Esporte. Quem não a reconhece como oficial é a Confederação Brasileira de Basquete, que promete continuar organizando seu próprio Nacional.

Os times poderão jogar os dois torneios?

Não. A confederação solicitou aos interessados em sua competição que enviassem um ofício garantindo que não participariam "de campeonato similar". Os interessados da NLB não descartam, contudo, recorrer à Justiça comum.

Quem será o verdadeiro campeão brasileiro?

A CBB não vai reconhecer o vencedor da NLB como campeão brasileiro. O campeão do torneio da CBB -e não o da NLB- vai representar o país em competições internacionais.

Os jogadores que atuarem na NLB podem ser convocados para defender a seleção brasileira?

Não. A CBB anunciou que as portas da seleção estarão fechadas para os atletas que não aceitarem disputar o torneio que ela organiza. Cerca de 300 atletas serão atingidos. A entidade alega que respeita orientação da Federação Internacional de Basquete. Os clubes filiados à NLB contestam. Dizem que seus atletas são filiados às federações estaduais, que são reconhecidas pela CBB. A equação os tornaria vinculados legalmente à Fiba.


A força do Piauí

MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE


O treinador, o presidente, o tesoureiro, o relações públicas são o mesmo rapaz de 30 anos. Estão todos de parabéns.
A equipe nem nome possui. A cidade se acostumou com "CBT", a televisão prefere "Teresinense", os marqueteiros não descartam o potencial de "Teresina".
Os jogadores são baixos, inexperientes e desconhecidos. A maioria estava fora do mercado.
A receita nem de longe empata os modestos R$ 20 mil mensais de despesa e só saiu do zero porque os pais de garotos dos times de base organizaram uma vaquinha e a prefeitura aceitou contribuir.
Mas a ousadia da idéia, a coragem política de levá-la adiante e o empenho em realizá-la desmoralizam de antemão os que pinçam um dos motivos acima para desqualificar o novo clube do Piauí.
O primeiro representante do Nordeste em um torneio nacional masculino de basquete merece aplausos, e não a pilhéria fácil.
O projeto coincide com a trajetória de Chiaretto Costa, técnico há 13 anos e devoto da bola laranja há 21, desde que irmã Glorinha catou-lhe no pátio do colégio Maria Auxiliadora, no Recife, e disse: "Ei, grandinho, avise sua mãe que você vai praticar basquete".
Chiaretto tem duas escolinhas em Teresina. Iniciou no esporte cerca de 3.000 garotos -entre eles, 5 dos 12 que estrearão no dia 29, contra o Paysandu.
Há cerca de dois meses, ele ouviu falar da Nossa Liga, campeonato independente que nasceu da insatisfação dos clubes com os pedágios e favores cobrados pela confederação brasileira.
Telefonou para Oscar Schmidt, o idealizador do novo torneio. "Não imaginava que ele iria me atender", festeja o faz-tudo. "Mas ele conversou comigo, me ouviu. Eu nunca tinha sido ouvido."
A boa surpresa serviu de incentivo extra. O time foi criado a toque de caixa. Treinadores até então rivais se uniram. Prefeito e governador juntaram forças. Cerca de 2.000 piauienses abraçaram Oscar em agosto. Vinte e duas pessoas se dispuseram a ajudar a levantar a infra-estrutura. Uma clínica de cardiologia fechou patrocínio. A TV local já negocia a transmissão de todas as partidas.
Muitos em Teresina ainda desconfiam, claro. Não porque a equipe careça de predicados técnicos ou de instalações modernas -mas porque, assim como Chiaretto, não estão acostumados a receber a atenção do eixo Rio-SP.
O Piauí encontra-se tão à margem do basquete de alto rendimento que até aqui nem sofreu pressões por ter aderido à NLB.
Não que esteja imune à vileza política. Não pôde jogar, por exemplo, o último interestadual de base. A confederação só enviou passagens aos que votaram cordeirinhos na última eleição. O Piauí foi riscado; Roraima não.
É justamente por causa disso que o grito teresinense tem tanta importância. Um país excluído há de perceber que pode participar. Os piauienses, aliás, já estão recebendo várias ligações dos vizinhos. Gente que quer jogar basquete, que quer ver basquete, que vai acabar provando que o esporte é bem maior do que uma sigla.
O que começa nesta noite não é a NLB; é o Brasileiro, finalmente.

Carga negativa

Pelo terceiro ano, o Brasil leva biaba no Sul-Americano cadete. Os rapazes da seleção patrocinada pela Eletrobrás não resistiram a argentinos e uruguaios. Em julho, o time juvenil, patrocinado pela Eletrobrás, já havia sucumbido diante desses rivais. No ano passado, o vexame foi da equipe sub-21, patrocinada pela Eletrobrás. O basquete masculino brasileiro, aliás, não se classificou para nenhum Mundial de categoria de base neste milênio, desde que desfruta do patrocínio da Eletrobrás. No feminino, em dois anos a histórica hegemonia continental também foi para o ralo. A seleção juvenil, patrocinada pela Eletrobrás, não resistiu às argentinas em junho. A mesma derrota afligiu as cadetes, patrocinadas pela Eletrobrás, em 2004. Já que parece não ter mesmo vergonha de financiar os responsáveis por esse escândalo, a estatal tem de assumir cada um dos maus resultados.

E-mail melk@uol.com.br

Fonte: Folha de São Paulo




segunda-feira, 24 de outubro de 2005

Cereja do bolo


Erich Beting
Da MBPress, em São Paulo




A Nossa Liga de Basquetebol (NLB) decidiu usar o prestígio da ala Janeth, que atua no Houston Comets, da WNBA (liga de basquete americana), para promover a disputa do campeonato feminino de basquete, sem reconhecimento da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Com apenas seis times inscritos na competição, a NLB vai promover um jogo preliminar com duas seleções feitas por jogadoras das equipes participantes, numa estratégia parecida com a usada na NBA, a liga de basquete americana, para chamar a atenção para seu campeonato.

A partida, que ocorre nesta terça-feira, na preliminar do jogo entre Winner/Limeira e Telemar, na cidade paulista, terá a presença de Janeth, maior expoente do basquete brasileiro na atualidade e única jogadora a atuar em todas as partidas do Houston Comets na história da WNBA.

Até agora, a direção da NLB, que conta com os ex-jogadores Oscar, Hortência e Paula, além do ex-treinador da seleção brasileira José Medalha, planejou algumas estratégias de marketing ligadas à competição feminina para conseguir maior cobertura da mídia.

Ainda sem data definida de estréia, o Nacional feminino deverá ser disputado numa espécie de vários mini-torneios em cada uma das seis cidades que abrigarão os times. A idéia, assim, é gerar mais atividade e maior receita para os clubes.

Fonte: Máquina do Esporte


Atletas do Nichteroy BA atuarão no All-Star Game da Nossa Liga. Janeth atuará entre elas.


Nessa terça-feira, às 18 horas, em Limeira, na preliminar de Limeira x Telemar, haverá uma partida de apresentação da Nossa Liga feminina. A grande novidade será a presença da cestinha Janeth jogando meio tempo em cada time. Alice, Cleomara, Adriana e Carol serão as atletas do Nichteroy que estarão se exibindo nessa grande festa do basquete feminino brasileiro.

Fonte: FBERJ

Karla é cestinha em derrota na Polônia




A armadora Karla foi a cestinha na derrota do seu Pabianice para o CCC (66-55). Karla marcou 10 pontos.

Foi a primeira derrota do time na Liga, até então invicto com duas vitórias.

O time está na sexta colocação, mas tem um jogo a menos no torneio.

Karla é a cestinha do time, com 35 pontos nas 3 partidas, ao lado de Krystofova.
Na França, time de Claudinha é o quinto

Pela Liga Francesa, o Montpellier teve sua segunda derrota. Foi para o Challes (88-76). Claudinha teve 8 pontos, 7 rebotes e 4 assistências.
São José dos Campos




Essa é a equipe do Sel/Fadenp/São José dos Campos, campeã dos Jogos Abertos de Botucatu 2005 na categoria livre.

Em cima , da esquerda pra direita: Carlos José (assistente), Lucilene, Elaine, Ângela, Cláudia, Rosângela, Rosemeire, Thelma (preparadora física) e Edson Fiorentino (técnico);

Em baixo: Amanda, Talita, Jacqueline, Gleise, Camilinha, Monique e Cristal.
Mirim do Finasa decide vaga para semifinais do Campeonato da Grande São Paulo

Após vencer na estréia fora de casa, time volta a jogar sábado em Osasco


Osasco (SP) – As quartas-de-final das categorias mirim e mini do Campeonato Feminino de Basquete da Grande São Paulo estão empolgantes. O mirim do Finasa decide neste sábado, às 16 horas, no Continental Parque Clube, contra o Santa Maria, quem passa para a próxima fase da competição. Na partida de estréia, disputada nesta quinta-feira em São Caetano, o Finasa venceu o time da casa por 59 a 41.

“O grupo jogou muito bem, solto, tranqüilo. Abrimos 15 pontos de vantagem e soubemos administrar a vantagem”, comentou a técnica Fernanda Amado Ferreira Garcia. Nesta etapa, quem obtiver o melhor resultado em três jogos passa à semifinal. Se for necessário, o jogo decisivo ocorrerá às 15 horas de segunda-feira, novamente no ginásio de Osasco.

Classificado em oitavo lugar na primeira fase da categoria, o mini do Finasa tem uma missão dura pela frente. Enfrentará às 15 horas da próxima quinta-feira, também no Continental Parque Clube, a equipe C.F.E. Janeth Arcain — classificada em primeiro lugar no torneio. A segunda partida do time dirigido por Cristiano Cedra ocorre no dia 31, às 16 horas, no Sesi Santo André. Se a disputa terminar empatada, a terceira partida ocorrerá no dia 3 de novembro, às 16 horas, também em Santo André.

Juvenil

O time juvenil do Finasa, que participa de dois torneios simultâneos do Campeonato Paulista Feminino de Basquete, joga neste sábado, às 17 horas, contra o Del/Taubaté, em Taubaté, em partida válida pela série A2. O time será dirigido pela assistente Marisa Adélia Bianco, já que Maria do Carmo Mardegan, a Macau, está na seleção brasileira cadete que treina para o Sul-Americano da Venezuela.

Pelo juvenil, as oito equipes que disputarão as quartas-de-final já estão definidas. As datas dos jogos serão marcadas após a volta da seleção cadete, no começo de novembro. Mas já se sabe que o Finasa, que terminou a primeira fase na terceira colocação, enfrentará o São Bernardo.

Técnica e três jogadoras do Finasa estão na seleção cadete

Macau, Camila, Natália e Milena embarcam dia 29 para disputar o Sul-Americano da Venezuela


Osasco (SP) – O basquete do Finasa, que conquistou na última semana o vice-campeonato dos Jogos Abertos do Interior, categoria sub-21, terá quatro representantes na seleção brasileira cadete (com jogadoras de 15 a 16 anos) que disputa a partir do dia 31 o Campeonato Sul-Americano, na cidade venezuelana de Barquisimeto. São elas a técnica Maria do Carmo Mardegan, a Macau, que trabalhará como assistente técnica de Luiz Cláudio Tarallo, e as jogadoras infanto Camila, Natália e Milena.


O embarque da seleção está previsto para o dia 29. Em virtude do Sul-Americano, os jogos da categoria infanto serão paralisados e retomados dia 6 de novembro, após o fim da competição, previsto para o dia 4.


Enquanto Macau estiver na seleção, o juvenil do Finasa será comandado pela assistente Marisa Adélia Bianco. O próximo desafio da categoria ocorre sábado, às 17 horas, em Taubaté, contra o time local, em partida que marca a estréia no returno do Campeonato Paulista.

“Ganhamos bem do Taubaté na primeira fase. Mas verificamos nos Jogos Abertos que a equipe está bastante reforçada. Temos de ter atenção”, ressalta Macau. O juvenil encerrou o primeiro turno em segundo lugar, com apenas duas derrotas, atrás do líder Divino Salvador, de Jundiaí.

Lílian lamenta fraco desempenho de Ourinhos


Ourinhos (SP) - Sétimo colocado no Campeonato Mundial feminino de basquete, na Rússia, o desempenho do Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos deixou frustrada a ala Lílian. 'Realmente, a gente podia ir melhor do que foi no Mundial', reconhece. 'Terminar em sétimo na classificação geral não era o nosso objetivo. Estávamos lá como o clube que representava o Brasil e queríamos, sem dúvida, um resultado melhor'.
Na primeira rodada, sua equipe enfrentou o Samara, campeão de todas as edições do torneio até agora. 'Encaramos logo o adversário mais difícil na primeira rodada. Isso atrapalhou muito a gente', explica.

Agora, o ritmo é de retomada de trabalho na equipe. Depois de uma semana de folga, Ourinhos retorna aos treinos hoje. “O time todo está muito animado. Agora o Mundial já passou e a gente está com o pensamento voltado novamente em trabalhar bastante para conseguir bons resultados”, completa a ala.

Fonte: Gazeta Esportiva

domingo, 23 de outubro de 2005

Catanduva estréia no 2º turno em Araraquara

A equipe feminina de basquete do Jesus Adolescente/Catanduva estréia na próxima terça-feira contra a Uniara em Araraquara, às 20 horas, em partida válida pela primeira rodada do segundo turno do Campeonato Paulista da Série A-2. No primeiro turno, o time comandado pelo técnico Édson Ferreto venceu por 91 a 36.

CBB

A estréia do time de Catanduva na competição no Nacional da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) será no dia quatro de novembro. O adversário ainda não foi definido.


Fonte: Notícia da Manhã
Adrianinha e Graziane lideram isoladas na Itália

O começo de temporada está sendo incrível para o Faenza, de Adrianinha e Graziane. A equipe é a única invicta no Italiano, com 5 vitórias, após bater o Maddaloni, de Mamá, por 85 a 61. Adrianinha teve 23 pontos, 5 assistências, 5 recuperações e 3 rebotes. Grazi, 10 pontos e 10 rebotes. Mamá teve 4 pontos e 2 rebotes e seu time está em quinto.

O Viterbo, de Flávia, segue surpreendendo. O time bateu o Taranto, de Sheryl Swoopes, por 70 a 65, após 1 prorrogação. A brasileira teve 6 pontos e 6 rebotes. O Viterbo é o terceiro.

Na nona posição, está o campeão Schio, de Tuiú. Mas o time não se acertou. Perdeu para o Ribera por 83 a 76. Cíntia teve 8 pontos.

Também sem se acertar está o Venezia, de Zaine. É o décimo primeiro após a derrota para o Parma (74-66), com a brasileira sendo uma das cestinhas (14 pontos e 8 rebotes).
Espanha: Érika é MVP pela segunda vez


Apesar da boa atuação da pivô Alessandra Oliveira, o Ros Casares Valencia
perdeu a sua invencibilidade no Campeonato Espanhol de Basquete de
2005/2006. A equipe sofreu uma derrota para o Perfumerías Avenida por 77 a
58 (46 a 30) neste sábado (22 de outubro) no ginásio Wurzburg, em Salamanca,
durante a quarta rodada da fase de classificação da competição.

Com 19 pontos, seis rebotes e uma assistência em 33 minutos em quadra,
Alessandra foi o destaque do Ros Casares Valencia no jogo deste sábado (22
de outubro). A pivô brasileira foi uma das cestinhas da partida, junto com
Elena Tornikidou (29 pontos) e Kelly Marie Schumacher (21 pontos), do
Perfumerías Avenida, e foi a melhor reboteira do seu time. Pelo Salamanca, Kátia Denise jogou 21 minutos e teve 3 pontos, 1 assistência e 3 rebotes.

Com três vitórias e uma derrota, o Ros Casares Valencia soma sete pontos na
classificação do Campeonato Espanhol de Basquete de 2005/2006 e é o quarto colocado. O Avenida é o sexto.

O Barcelona voltou a vencer com uma atuação maiúscula de Érika. O time bateu o Canarias (93-66), com 26 pontos, 16 rebotes e 2 assistências da brasileira. Helen teve 3 pontos e 7 assistências. O Barça é o terceiro na tabela.

Com essa atuação, Érika voltou a ser eleita a MVP da rodada. É a segunda vez que Érika recebe o título em quatro rodadas.

O Celta, de Leila, perdeu mais uma por pouco: 65-63 contra o invicto Leon. Leila foi a cestinha de seu time, com 15 pontos e 2 rebotes.

E ainda sem vencer, o Cadí, de Cris, ocupa a lanterna. Perdeu para o Breogán (65-53), com 2 pontos da brasileira.

Na Segunda Divisão, o Rivas, de Adriana e Silvinha está isolado na liderança, após bater o Majadahonda (62-52).. Silvinha foi a cestinha, com 19 pontos. Adriana teve 5.

O Ourense, de Mariana, é o décimo; após bater o Malaga (77-53), com 13 pontos da brasileira.


4ª RODADA

22/10/2005
Perfumerías Avenida 77 x 58 Ros Casares Valencia
UB FC Barcelona 93 x 66 CajaCanarias
Acis Incosa Leon 65 x 53 Celta Vigourban
Hondarribia-Irún 60 x 56 Mann Filter Zaragoza
Puig d’En Valls 82 x 58 Universitario de Ferrol
Cadi La Seu d’Urgell 52 x 65 Yaya Maria

23/10/2005
USP CEU Adecco Estudiantes 56 x 73 Arranz Jopisa Burgos

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

VAI COMEÇAR A NLB

*Por Luciano Silva

Boicotes, desistências, pressão política. Mesmo assim a Nossa Liga conseguiu sobreviver. Nesta terça-feira, começa a primeira edição do campeonato organizado pelos clubes. Um momento histórico para o basquete nacional. Se vai dar certo ou não, só o futuro dirá. Independentemente de qualquer coisa, a NLB já mexeu com o mundo do basquete. Até o campeonato organizado pela Confederação Brasileira de Basquete está sofrendo alterações. Bom para o esporte, que precisa de idéias novas.

Os 18 times que vão participar da Nossa Liga estão divididos em duas conferências. A Norte é formada por: Paysandu-PA, Teresina-PI, Saldanha da Gama-ES, Cetaf-ES, Macaé-RJ, Rio de Janeiro-RJ, Casa Branca-SP, Limeira-SP e o São José do Rio Preto-SP. Na Conferência Sul estão: Corinthians-RS, Torres-RS, Maringá-PR, São José dos Pinhais-PR, São Caetano-SP, Hebraica-SP, Araraquara-SP, São João da Boa Vista-SP e o Guarujá-SP.

A forma de disputa mescla regras da NBA e das ligas européias. Na primeira fase os oito melhores de cada conferência se classificam à próxima. Na fase seguinte serão formados quatro grupos com quatro times que se enfrentam em turno e returno. O líder de cada chave assegura vaga nos play-offs finais. Os eliminados terão oportunidade de se recuperar dentro da competição numa repescagem chamado Torneio de Verão, que será realizado numa única cidade durante uma semana.

Durante o campeonato da NLB, haverá ainda a realização da Copa NLB, que será um quadrangular envolvendo os líderes de cada grupo da segunda fase. É um forma de manter os times em atividade, enquanto se definem os demais adversários.

Assim, a competição dará cinco troféus: para o campeão de cada conferência, campeão do Torneio de Verão, campeão da Copa NLB e o campeão nacional. Cada time vai jogar no mínimo 20 partidas e a competição deve acabar no
final de maio de 2006.

A bola sobe nesta terça-feira e você vai ver com exclusividade a partir das 18h00, na ESPN Brasil.

NOVIDADES NO REGULAMENTO
Uma das novidades do regulamento da NLB é que os times tem dois tempos extras nos dois minutos finais da partida, que podem ser solicitados pelo jogador que estiver de posse da bola.

REGULAMENTO 2
Cada equipe pode ter 3 estrangeiros. Os jogadores podem ser inscritos até o final da fase de classificação. Os atletas também podem trocar de equipe durante a competição, desde que não tenham jogado mais de seis partida no campeonato.

PAULISTA
Mesmo com a Nossa Liga, o campeonato Paulista não vai perder espaço na ESPN Brasil. As transmissões continuam às quintas-feiras, às 20h30, e domingo, às 18 horas.

POR DENTRO DO BASQUETE
O Por Dentro do Basquete passa a ter três exibições semanais: terça, quinta e domingo, sempre no intervalo das transmissões da Nossa Liga e do Campeonato Paulista de Basquete.


Fonte: Espn Brasil
INVICTO NO ESPANHOL DE BASQUETE, TIME DE ALESSANDRA ENFRENTA O PERFUMERÍAS AVENIDA NESTE SÁBADO


O Ros Casares Valencia, da pivô Alessandra Oliveira, enfrenta o Perfumerías
Avenida neste sábado (22 de outubro), às 14h (horário de Brasília), no
ginásio Wurzburg, em Salamanca, pela quarta rodada da fase de classificação
do Campeonato Espanhol de Basquete de 2005/2006. Com três vitórias em três
jogos, o Valencia está entre os quatro times que se mantêm invictos na
competição, junto com o Acis Incosa Leon, o Hondarribia-Irún e o USP CEU
Adecco Estudiantes.

– Vamos jogar em Salamanca para ganhar, somar mais dois pontos na
classificação e procurar manter o nosso time entre os líderes do campeonato.
Esse é o momento para embalar a equipe. Na próxima semana, começamos a
disputar mais uma competição importante: a Euroliga. O Perfumerías Avenida
tem boas jogadoras, algumas bastante conhecidas, como a brasileira Kátia
Denise da Silva e Elena Tornikidou. O jogo deste sábado deve ser tumultuado
e difícil. Sabemos que vamos enfrentar a torcida local. Lá, todos gostam de
basquete e o ginásio fica lotado. Nossa equipe já está completa, jogamos
juntas há mais ou menos um mês e estamos ganhando entrosamento. Ainda
precisamos de um tempo para haver mais sintonia no grupo, mas nosso técnico,
Israel Sanchís, está confiante e satisfeito com o time que montou – comenta
Alessandra.

Um dos destaques do Ros Casares Valencia no Campeonato Espanhol de Basquete
de 2005/2006, Alessandra é a melhor reboteira da equipe, com um total de 23
rebotes em três jogos. A pivô brasileira, que está disputando a sua primeira
temporada na Espanha, tem média de 8,0 pontos, 7,7 rebotes, 1,0 recuperação
de bola, 1,0 toco e 24,4 minutos por partida na competição.

CAMPEONATO ESPANHOL FEMININO DE BASQUETE 2005/2006

FASE DE CLASSIFICAÇÃO
TURNO: de 08/10/2005 a 21/12/2005
RETURNO: de 14/01/2006 a 08/04/2006

4ª RODADA

22/10/2005
Perfumerías Avenida x Ros Casares Valencia
UB FC Barcelona x CajaCanarias
Acis Incosa Leon x Celta Vigourban
Hondarribia-Irún x Mann Filter Zaragoza
Puig d’En Valls x Universitario de Ferrol
Cadi La Seu d’Urgell x Yaya Maria

23/10/2005
USP CEU Adecco Estudiantes x Arranz Jopisa Burgos

quinta-feira, 20 de outubro de 2005

Para Hortência, interesse de políticos é positivo

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - O impasse entre Nossa Liga de Basquetebol (NLB) e Confederação Brasileira de Basquete (CBB) extrapolou o universo do esporte. Na próxima semana, o deputado federal Silvio Torres (PSDB/SP) apresenta um requerimento em conjunto com Deley (PSC/RJ) na Comissão de Turismo e Desporto para ouvir os presidentes das duas entidades, o ex-jogador Oscar Schmidt e Gerasime Grego Bozikis, respectivamente, sobre o que está acontecendo na modalidade. Para a vice-presidente da NLB, a ex-jogadora Hortência, o interesse dos políticos pela situação é uma coisa positiva.
'Acho bom se interessarem pelo basquete', afirmou à GE.Net. 'Do nosso lado está tudo sob controle, não há nada que esconder', garante, achando 'bacana' a entrada do deputado na questão. 'Se ele tem alguma dúvida é bom que pergunte, se informe. Pode chamar'.

Nesta quinta-feira, os dois políticos confirmaram ao UOL que o requerimento será votado pela Comissão na próxima quarta. Para a Rainha das quadras, única brasileira com o nome inscrito no Hall da Fama do basquete nos Estados Unidos, tudo segue o curso normal na iniciativa da Liga. 'Está tudo dentro da lei. Dia 25 temos o primeiro jogo da tabela e estamos fazendo tudo dentro da lei', destaca.

O interesse dos dois deputados foi despertado após a decisão da CBB de vetar a convocação de atletas cujos times participassem do torneio da NLB. Na elaboração do regulamento para o Nacional da Confederação deste ano, a entidade incluiu a exigência de as equipes não disputarem outra competição similar.

A atitude foi classificada pela ex-jogadora como irregular. 'Não pode proibir. Como você vai proibir o jogador de uma equipe que também está jogando um campeonato como o Paulista? Ele (Grego) não pode proibir, isso é ilegal'.

Para Hortência, a mudança tem de partir da CBB. 'Você não pode mudar a regra no meio. Não posso fazer o que quiser no regulamento. Como uma equipe disputa um campeonato, se classifica e não pode competir? Isso é ilegal, mas não posso falar nada antes de acontecer. Depois que acontecer é que vamos ver se é legal ou não'.

Segundo a ex-jogadora, tudo o que está acontecendo prova uma coisa, que ninguém pode permanecer muito tempo em um cargo. 'O presidente do Brasil só pode se reeleger uma vez e o presidente da confederação fica 15, 20 anos... Para os presidentes das outras confederações não é interessante que a Nossa Liga dê certo. O que vai acontecer se formarem a nossa liga de vôlei, de ginástica, de futsal? Ninguém quer isso'.


Fonte: Gazeta Esportiva
Deputados querem ouvir Oscar e Grego sobre racha no basquete

Ricardo Zanei
Em São Paulo


Os deputados Silvio Torres (PSDB/SP) e Deley (PSC/RJ) entraram nesta quinta-feira com um requerimento conjunto na CTD (Comissão de Turismo e Desporto) para ouvir o ex-jogador Oscar Schmidt e hoje presidente da NLB (Nossa Liga de Basquete) sobre a rusga entre a nova competição e a CBB (Confederação Brasileira de Basquete), que provocou um racha na modalidade. O presidente da entidade, Gerasime Bozikis, o Grego, também deve ser chamado.

"A proposta é discutir os rumos do basquete brasileiro. O que aconteceu é que foi formada uma Liga, com o Oscar, a Hortência [vice-presidente feminina de marketing], a Paula [vice-presidente de competições femininas]. A formação de uma Liga é prevista pela Lei Pelé. Isso já vem na seqüência de desentendimentos de atletas e ex-atletas com o atual presidente da CBB. A Liga já está para ser iniciada, vários times aderiram, vários times de ponta. O presidente deliberou que atletas que jogarem a liga não seriam convocados, alegou que a Fiba não permite isso. Se isso ocorrer, perderemos boa parte dos nossos atletas para os Mundiais e, provavelmente, para o Pan de 2007", disse o deputado Silvio Torres.

O requerimento ainda não foi aprovado e deve ser votado na próxima reunião administrativa da CTD, quarta-feira da semana que vem. "Vai ser aprovado sim. É que só teremos reunião na próxima semana", afirmou Torres.

Para Deley, ex-jogador de futebol, com passagens por Fluminense, Palmeiras, Botafogo-RJ, Belenenses (Portugal) e Atlético-PR, os problemas fora de quadra não podem mais influenciar no basquete. "O tumulto está acontecendo e eu acho importante você ouvir os dois lados. Eu, particularmente, sempre estou querendo saber das ações inovadoras, como essa coisa da Nossa Liga", afirmou. "Já tem duas Olimpíadas que o basquete brasileiro não consegue se classificar. Precisamos conversar sobre isso", completou.

O CTD não tem poder de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), ou seja, pode apenas convidar as partes a prestarem esclarecimentos em Brasília. Os chamados não têm a obrigatoriedade de aceitar o chamado dos deputados. Exemplo disso é o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, que alegou uma viagem ao exterior para não ir à capital federal.

A reportagem do UOL Esporte tentou falar com Oscar, mas ele não foi encontrado, assim como Grego. De acordo com a assessoria de imprensa da CBB, o presidente, que está fora da entidade cuidando de problemas pessoais e viaja nesta sexta-feira para o Uruguai para acompanhar o Sul-Americano cadete masculino, só deve se pronunciar caso o requerimento seja aprovado.


ENTENDA O BATE-REBATE

A CBB, por meio de seu presidente, Grego, justificou o veto dizendo que a Fiba (Federação Internacional de Basquete) não permite que jogadores que estejam em competições que não são reconhecidas, como caso da NLB, estejam na seleção.

Já a NLB rebateu em nota oficial, na qual contestou a versão. "No Brasil os clubes e seus atletas são filiados às federações estaduais, estas são ligadas à CBB, que por fim é vinculada à Fiba. Os clubes que fazem parte da NLB e os seus atletas são filiados às federações dos seus estados e conseqüentemente ao Sistema Federal Desportivo, o que os torna vinculados legalmente à Fiba", disse a entidade.
Lançada no dia 4 deste mês, a NLB, que terá 18 times no masculino e seis no feminino e começará no próximo dia 25, demorou seis meses para ser criada e, desde quando ainda era uma idéia, já "batia de frente" com a CBB.

Uma semana após o anúncio oficial do novo torneio, a entidade que rege o basquete no país entrou em confronto direto com a liga montada por Oscar, vetando a participação de qualquer jogador que nela atue na seleção brasileira masculina e feminina que disputarão o Mundial do ano que vem.

Fonte: UOL


Como lá

A exemplo do que acontece nos EUA, a Nossa Liga de Basquetebol confeccionará ingresso comemorativo para o jogo de abertura de seu Nacional masculino. O bilhete terá impressão especial, com detalhes em prateado, para servir de suvenir.


Fonte: Folha de São Paulo
CAMPEONATO MASCULINO DA NOSSA LIGA DE BASQUETEBOL COMEÇA NO DIA 25

Partida entre atual campeão nacional e vice-campeão paulista abre campeonato nacional masculino da NLB. Abertura da competição contará com a presença dos ídolos Oscar, Paula, Hortência e Janeth

Na próxima terça-feira, dia 25, Rio de Janeiro Telemar, atual campeão Brasileiro, e Winner Limeira, equipe vice-campeã paulista, abrem 1º Campeonato Nacional Masculino da Nossa Liga de Basquetebol (NLB). O jogo acontece na arena Vô Lucato, em Limeira, às 20h10, e terá transmissão ao vivo da ESPN Brasil.

A Nossa Liga de Basquetebol prepara uma verdadeira festa para a abertura da competição. A partir das 18h00 será realizada uma partida preliminar entre duas equipes femininas compostas pelas principais jogadoras dos seis clubes que disputarão o campeonato feminino da NLB. O jogo contará com a participação especial da jogadora da WNBA, Janeth Arcain. As duas equipes serão comandadas pelos seis técnicos que dirigirão as equipes femininas da Nossa Liga.

Antes do início do jogo principal, haverá a abertura oficial da competição e apresentação dos 18 clubes que participarão do campeonato, com a presença das estrelas Oscar Schmidt, Hortência Marcari e Magic Paula. Nos intervalos do jogo principal serão realizados jogos interativos com a participação do público, que concorrerá a brindes exclusivos da Nossa Liga. Haverá ainda uma apresentação especial da Liga Urbana de Basquete (LUB), ONG que promove o basquete de rua, que fará uma apresentação de streetball.

“Vamos promover o melhor campeonato de basquetebol do Brasil, com bons jogos, atrações para o público, transmissão de TV e, acima de tudo, democracia e transparência, que é o que o nosso basquete mais precisa”, afirma Oscar, presidente da Nossa Liga de Basquetebol.

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Equipe ganha folga após conquista

As jogadoras profissionais de basquete feminino da equipe do Jesus Adolescente/Catanduva ganharam folga até quinta-feira depois de conquistarem a medalha de prata nos Jogos Abertos do Interior.
Agora, a equipe do técnico Édson Ferreto volta suas atenções para o Campeonato Paulista da Série A-2, quando enfrenta no dia 24 a equipe do Uniara de Araraquara, na abertura do segundo turno da competição.
O dirigente responsável pelo basquete, Edeval ‘Curitiba’ Correa, comemorou bastante a medalha de prata conquistada em Botucatu. “Foi um feito histórico para Catanduva. Com certeza, foi uma medalha de prata com o sentimento de ouro”, explicou.
Apesar da conquista, a possibilidade de algumas atletas deixarem a equipe é grande. Desta vez, as investidas foram do time de Florianópolis, que disputará o torneio da CBB. “Para mantermos a equipe, precisamos do apoio dos empresários da cidade. Só assim o time poderá se estruturar para tentar manter suas atletas”, comentou o dirigente.


Fonte: Notícia da Manhã
Brasileiras estréiam na Eurocopa

As brasileiras que jogam na Europa iniciaram hoje a disputa da Eurocopa.

Primeiro, o italiano Faenza, de Adrianinha e Grazi, bateu o francês Tarbes por 69-54, jogando em casa.

Adrianinha teve 12 pontos, 7 rebotes e 6 assistências. Grazi, 6 pontos e 5 rebotes.

A cestinha foi Gunta Basko, do Tarbes, com 16 pontos.

O espanhol Salamanca bateu o Dornsten, por 68-51. Mas Kátia não jogou. Não sei se está inscrita para a competição.

E o italiano Maddaloni, de Mamá, perdeu para o francês SCAB, por 70-64. Mamá teve 4 pontos e 1 rebote.
Jaqueline de Paula Silvestre

A ala Jaqueline Silvestre, de 19 anos, é um dos destaques da nova geração do basquete feminino brasileiro. A jogadora, que nasceu em São José do Rio Preto (SP), estreou com o pé direito na seleção adulta, conquistando o campeonato sul-americano, na Colômbia, e o vice-campeonato na Copa América, na República Dominicana. Para o técnico, Antonio Carlos Barbosa, a atleta tem um futuro bastante promissor no basquete: “Jaqueline é uma jogadora de muito potencial. Tem um físico privilegiado e boa velocidade, além de um ótimo jump”. A experiência internacional adquirida nas competições com a equipe adulta trouxe mais maturidade à Jaqueline, que se prepara para disputar o Campeonato Paulista Juvenil, onde seu clube, Divino/COC/Jundiaí enfrentará o Unimed/Americana na semifinal. As metas da atleta agora são jogar o Campeonato Nacional Feminino e treinar bastante para disputar uma Olimpíada. Apesar de jovem, Jaqueline já conquistou vários títulos em sete anos de carreira. Pela seleção, Jaqueline foi campeã sul-americana juvenil (Bolívia - 2004), 4º lugar na Copa América Juvenil (Porto Rico - 2004), campeã sul-americana adulta (Colômbia - 2005) e vice-campeã da Copa América Adulta (Rep. Dominicana - 2005). Pelos clubes, foi campeã paulista mirim (2000), vice-campeã paulista infantil (2001), campeã paulista infanto-juvenil (2002), vice-campeã infanto-juvenil (Jundiaí - 2003), campeã dos Jogos Abertos (São João - 2003) e campeã da Copa Eletrobrás (Jundiaí - 2004).

Você estreou na seleção adulta este ano, disputando o Sul-Americano e a Copa América. Fale sobre essa experiência.

Foi uma grande chance para uma atleta jovem como eu. Tive oportunidade de jogar algumas partidas e acho que pude mostrar meu potencial. Estar em uma competição oficial traz uma grande responsabilidade e a gente aprende a lidar com a pressão de várias situações de jogo.


Depois dessa temporada na seleção, você acha que retornou ao clube jogando melhor?

Voltei mais madura, pois o ritmo é completamente diferente das categorias de base. O trabalho de fundamento também é muito puxado e por conta disso melhorei em alguns aspectos. A comissão técnica corrigiu meu arremesso e eu estou chutando com mais eficiência.


E quais os seus planos para esta temporada?

Hoje, o Jundiaí só tem equipes de categorias de base e em novembro encerra a minha participação na equipe juvenil. Espero que seja montado um time adulto, pois gostaria de ficar na cidade, onde estou há sete anos. Se não, vou tentar jogar o Nacional Feminino por outra equipe.


E os sonhos para o futuro?

Minha meta é melhorar ainda mais e jogar uma Olimpíada, que é o sonho de todo o atleta. Vou me empenhar bastante para isso. Pretendo estudar Educação Física, mas ainda não dá para conciliar o basquete com a faculdade.


Como você define a atleta Jaqueline?


Me acho muito lutadora, não desisto nunca. O basquete me deu essa força de vontade, pois saí de casa muito cedo, aos doze anos, e isso nos dá uma grande experiência de vida. Tecnicamente, sou uma jogadora que gosta muito de marcar e acho que a defesa é sempre a base para uma boa jogada. Além disso, acho que tenho uma boa explosão nos contra-ataques.


Fale sobre sua trajetória no basquete.

Nunca pensei em ser atleta e nunca me interessei por basquete na infância. Mas um dia, aos nove anos, eu estava saindo da padaria perto da minha casa e um professor de Educação Física, Wiliam, se impressionou com a minha altura e me chamou para jogar na escolinha do América de Rio Preto. Fui ver como era e nunca mais parei. Aos doze anos, saí de casa para jogar em Jundiaí, onde estou até hoje.


Quais as vantagens e desvantagens da vida de atleta?

A maior desvantagem é que temos que abrir mão um pouco da nossa vida social, principalmente na adolescência. Enquanto minhas amigas saíam eu tinha que descansar para os jogos e treinos. Mas a grande vantagem, além de estar fazendo o que gosto, é que o esporte traz uma lição de vida a cada instante para o atleta, dentro e fora de quadra. A gente conhece novos lugares e pessoas, aprende a superar as dificuldades e amadurece mais rápido.


Qual a importância da família em sua carreira?

Saí de casa para jogar com doze anos. Morando em uma República, tendo que me virar sozinha me fez dar mais valor às coisas que eu tinha em casa. Meus pais e meus irmãos sempre apoiaram a minha carreira e me ajudaram a superar as dificuldades de morar longe.


Fonte: CBB