sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

NORBERTO "BORRACHA" CONVOCA SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA SUB-20

O técnico Norberto “Borracha” da Silva convocou a seleção brasileira feminina Sub-20 de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, que irá disputar a Copa América – Pré-Mundial no mês de setembro. As 18 jogadoras iniciam os treinos nesta segunda-feira, às 18 horas de Brasília, no ginásio de Esportes Romão de Souza, em Jundiaí. A segunda fase de preparação acontece de 6 a 9 de março quando o grupo volta a treinar para uma série de jogos contra a seleção principal do Chile.

— Para esse início de preparação, a nossa idéia é fazer de 18 a 20 treinos com o objetivo de avaliar as atletas e introduzir o método de trabalho rumo à Copa América. A base desta equipe é a mesma da seleção que ficou em terceiro lugar na Copa América Juvenil. O diferencial hoje é que essas atletas estão com mais experiência de jogo, formando assim um grupo com grande potencial para representar bem o Brasil e buscar a vaga para o Mundial da categoria em 2007 — explicou o técnico Norberto Borracha.

— Nesse primeiro momento o objetivo é fazer uma análise geral sobre as condições clínicas e físicas do grupo. Faremos exames laboratoriais, clínicos e testes físicos, que avaliam a capacidade física, velocidade e resistência das atletas. Com isso, podemos trabalhar os pontos em que cada uma precisa melhorar. Na próxima convocação, as jogadoras já terão apresentado evolução. Com isso, buscamos deixar a equipe na melhor forma possível para as competições da temporada — disse o preparador físico, João Nunes.

AS CONVOCADAS
Tatiane Balbino – Pivô – 19 anos – 1,91m – São Bernardo (SP)
Juliana Campos – Pivô – 19 anos – 1,90m – São Bernardo (SP)
Franciele Nascimento – Pivô – 19 anos – 1,90m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Débora Pereira – Pivô – 19 anos – 1,90m – São Bernardo (SP)
Daiane Daleaste – Pivô – 20 anos – 1,90m – Unimep/Piracicaba (SP)
Daniela dos Santos – Pivô – 19 anos – 1,87m – Finasa/Osasco (SP)
Izabela Andrade – Ala – 20 anos – 1,83m – São Bernardo (SP)
Priscila Marques – Ala – 19 anos – 1,78m – São Bernardo (SP)
Juliana Castro – Ala – 19 anos – 1,78m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Jéssica Torres – Ala – 19 anos – 1,77m – Divivno/COC/Jundiaí (SP)
Jaqueline Silvestre – Ala – 20 anos – 1,77m – Divivno/COC/Jundiaí (SP)
Adria da Rocha – Ala – 20 anos – 1,77m – Suzano (SP)
Joice Rodrigues – Ala – 20 anos – 1,75m – São Bernardo (SP)
Eliene Honório – Armadora – 19 anos – 1,75m – São Bernardo (SP)
Elisa Martins – Ala – 20 anos – 1,74m – Finasa/Osasco (SP)
Ivana da Silva – Armadora – 19 anos – 1,70m – Fluminense (RJ)
Roberta Fogaça – Armadora – 19 anos – 1,68m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Carla Belini – Armadora – 19 anos – 1,68m – São Bernardo (SP)
Média de idade: 19,3 anos
Média de altura: 1,80m

COMISSÃO TÉCNICA
Coordenador de Seleções: Maurício Fregonesi
Supervisor Técnico: Antonio Carlos Barbosa
Técnico: Norberto “Borracha” Silva
Assistentes técnicos: Luiz Cláudio Tarallo, Vinicius Campos e Guilherme Vos
Preparadores físicos: João Nunes e Paulo Martinagno
Fisioterapeuta: Michele Andrade
Norma Pinto de Oliveira

Considerada uma das melhores jogadoras de todos os tempos, Norma Pinto de Oliveira é um dos grandes destaques do basquete feminino brasileiro. Norminha, como é conhecida, nasceu na Argentina mas veio para o Brasil com treze anos onde descobriu o prazer do esporte. Se naturalizou brasileira para poder jogar na seleção. A armadora, de 63 anos, fez parte, junto com nomes como Maria Helena, Heleninha, Nilza, Marlene entre outras, de uma vitoriosa geração do basquete do Brasil. Entre suas principais conquistas estão seis títulos sul-americanos (Brasil - 1965, Colômbia - 1967, Chile - 1968, Equador - 1970, Peru - 1972 e Bolívia - 1974), medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de São Paulo (Brasil - 1963), medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos (Winnipeg-1967 e Cali – 1971), 5º lugar no Mundial do Peru (1964), medalha de bronze no Mundial do Brasil (1971) e 4º lugar nos Jogos Pan-Americanos da Cidade do México (México - 1975). Ao todo, Norminha participou de oito sul-americanos, quatro Jogos Pan-Americanos e quatro Mundiais em 20 anos de seleção brasileira. Com tantas conquistas no currículo e dona de um talento incomparável, Norminha foi considerada em uma eleição internacional realizada em 2000, uma das cinco melhores jogadoras do século.

Quais as diferenças do basquete da sua época e a atual?

A grande diferença era que na minha época o basquete não era profissional como hoje, não ganhávamos dinheiro com o esporte, nem no clube nem na seleção. O clube ajudava com moradia, comida, mas não tinha salário não. A maioria, como eu, dividia o tempo com os treinos, faculdade e trabalho. O basquete feminino não era muito conhecido e tínhamos muita dificuldade para viajar. Algumas atletas praticavam mais de um esporte ao mesmo tempo. A Marly, por exemplo, fazia basquete e vôlei e era titular nas duas seleções. Ela ia de um treino para o outro. Uma loucura.

O jogo em si, também mudou muito?

Demais. As regras de basquete estão sempre mudando para ficar cada vez mais dinâmico. Quando comecei, não havia, por exemplo, tempo de posse de bola, que depois passou a ser de 30 segundos. A partir daí, os placares ficaram mais altos e o jogo mais emocionante. E foi assim com várias alterações, como a cesta de três pontos, entre outras. Isso tudo para deixar o jogo cada vez mais bonito.

Como era a seleção brasileira naquele tempo ?

Os times femininos de basquete no Brasil eram bem diferentes dos de hoje, a estatura era bem menor. As mais altas da minha geração eram a Nilza, com 1,82m e a Marlene, com 1,81m. As armadoras eram bem baixinhas comparando com as atuais. A gente enfrentava as gigantes russas, americanas, tchecas, era até engraçado. Nós tínhamos uma velocidade impressionante e muita resistência física. O que era interessante, porque na época não tínhamos acesso à preparação como agora, nem uma equipe técnica com, fisioterapeuta, preparador físico, enfim, uma estrutura grande. Como eu tinha o melhor condicionamento físico da equipe, as outras jogadoras repetiam os exercícios que eu fazia.

Você fez parte de uma geração de ouro da seleção brasileira. Fale um pouco sobre essa trajetória.

Fui convocada pela primeira vez para a seleção com 17 anos, na preparação para o Pan-Americano de Chicago, em 1959. Eu só treinei, pois, além de muito nova, ainda não tinha a cidadania brasileira. A Confederação batalhou muito pela minha naturalização e no ano seguinte, fui para o Sul-Americano do Chile. Entrei no segundo jogo e nunca mais saí, só não jogava em caso de contusão. Foram quinze anos jogando com uma equipe ótima, os técnicos mudavam e a gente permanecia. Conquistamos seis títulos sul-americanos, o bicampeonato pan-americano e a medalha de bronze no Mundial do Brasil, em 1971. Foi uma geração realmente vencedora, representamos muito bem o Brasil no basquete numa época em que o país comemorava os títulos da Copa do Mundo. Tivemos participação importante no fortalecimento do basquete feminino no mundo. Depois de vencer o Pan-Americano de 1967, fizemos partidas com a seleção tcheca a convite da FIBA para que avaliasse a inclusão da modalidade na Olimpíada, o que aconteceu em 1976. Isso mostra o prestígio que tínhamos na época.

Quais os momentos mais emocionantes de sua carreira?

Acho que a grande conquista da minha geração foi o bicampeonato pan-americano, em 1967, em Winnipeg, e em 1971, em Cali. O segundo título então foi sensacional, pois o masculino também venceu. Foi a glória para o nosso país. O Pan era uma competição muito difícil e desgastante, era turno e returno e enfrentávamos equipes altas como Estados Unidos, Canadá e Cuba, além da Venezuela, que tinha um bom time na época. A medalha de bronze no Mundial do Brasil, em 1971 também foi inesquecível.

Como foi disputar o Mundial do Brasil, em 1971?

Sensacional. O basquete feminino não era muito reconhecido e apenas um canal de TV, a Gazeta, se interessou em transmitir. O campeonato foi um sucesso, ginásio lotado todas as partidas, fomos vencendo os jogos e avançando na competição. Os canais de televisão acabaram comprando os direitos da Gazeta, que ganhou a maior grana e até trocou os equipamentos. A gente não estava acostumada com público. Na estréia contra França, eu vi o ginásio lotado e fiquei morrendo de vergonha de jogar na frente de tantas pessoas. Era fantástico ouvir os torcedores gritando e cantando a música da Copa do Mundo de 70, que tinha sido meses antes. A disputa da medalha foi maravilhosa. Quinze mil expectadores lotaram o Ibirapuera e cinco mil ficaram do lado de fora.

Na sua opinião, quais as chances do Brasil no Mundial deste ano, em São Paulo e em Barueri?

A seleção ficou em uma chave relativamente fácil, mas o cruzamento das próximas fases pode ser complicado. Acredito que, com uma boa preparação, a equipe pode se superar, fazer bonito na competição e subir ao pódio no Ibirapuera mais uma vez. O povo paulista gosta demais de basquete e com certeza vai prestigiar a competição, incentivando crianças e jovens a gostarem ainda mais do esporte.

O que o basquete significa na sua vida?

Muita alegria. O basquete só não me deu dinheiro. Mas as emoções e conquistas que tive não têm preço. Conheci o mundo, fiz amizades importantíssimas e ajudei a abrir portas para o basquete feminino no Brasil, e até no mundo. Não tem felicidade maior do que subir em um pódio e ouvir o hino do seu país, a torcida gritando o seu nome. Apesar do Brasil não ter muita memória, eu recebo algumas demonstrações de carinho que me deixam muito orgulhosas. Quando fui eleita, em 2000, uma das cinco melhores jogadoras do século recebi uma série de homenagens do Mackenzie, onde joguei, da FMU, faculdade onde trabalho, da Confederação de Basquete, entre outras e isso me enche de satisfação.

Você trabalha com basquete até hoje. Quais são as suas atividades atuais?

Eu estou aposentada, mas não parei de trabalhar, muito menos de me dedicar ao esporte. Sou professora da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), onde também faço assessoria pedagógica na área de Educação Física. Sempre fui muito dinâmica e gosto de praticar atividades físicas, acho que vai ser difícil parar.


Fonte: CBB
ALESSANDRA ENFRENTA YAYA MARIA NESTE SÁBADO PELO ESPANHOL DE BASQUETE


A pivô Alessandra Santos de Oliveira entra em quadra neste sábado (11 de
fevereiro) para defender o Ros Casares Valencia em mais um confronto do
Campeonato Espanhol de Basquete Feminino de 2005/2006. A equipe da
brasileira enfrenta o Yaya Maria às 16h (horário de Brasília), em Lugo,
pela quinta rodada do returno da fase de classificação.

– Tivemos uma semana inteira para descansar e vamos jogar melhor. Nosso
adversário é difícil. A brasileira Tayara Pesenti foi integrada à equipe
do Yaya Maria e vai dar uma importante contribuição ao grupo. Elas vão
jogar em casa, com a pressão da torcida. Temos que entrar em quadra para
vencer, concentradas neste objetivo desde o primeiro minuto, para não
deixar que elas ganhem moral – afirma Alessandra, cestinha do Ros Casares
Valencia no confronto da rodada passada do Campeonato Espanhol de Basquete
Feminino contra o Perfumerías Avenida, realizado no último domingo (5 de
fevereiro).

A jogadora paulista de 2,00m de altura tem média de 10,1 pontos e 7,9
rebotes por partida na competição (162 pontos e 127 rebotes em 16 jogos).
Nas estatísticas gerais, é a terceira colocada em rebotes ofensivos, com
média de 3,8 por partida (60 em 16 jogos), e a sexta colocada em
aproveitamento nas cestas de dois pontos, com 55,4% (67 arremessos
convertidos em 121 tentativas).

Com 13 vitórias e quatro derrotas, o Ros Casares Valencia está em quarto
lugar na classificação do Campeonato Espanhol de Basquete Feminino. O Yaya
Maria soma oito vitórias e nove derrotas e ocupa a nona colocação.

Alessandra foi um dos destaques do Ros Casares Valencia na Euroliga
Feminina de Basquete de 2005/2006. Apesar do bom desempenho da brasileira,
seu time acabou perdendo por 2 a 0 a série melhor de três partidas das
oitavas-de-final contra o Dynamo Moscow, da Rússia, e foi eliminado da
competição.

– Nossa equipe fez um bom trabalho na Euroliga. É uma competição de alto
nível e o nosso “pecado” foi ter atuações irregulares. Durante o
campeonato, tivemos a inclusão de novas jogadoras e uma mudança de
técnico. A equipe foi se ajustando ao longo do torneio, mas tivemos uma
importante participação. Agora, vamos nos focar só no Campeonato Espanhol
– diz Alessandra, melhor jogadora do Ros Casares Valencia em rebotes, com
83 em 12 jogos (média de 6,9 por partida), e em aproveitamento nas cestas
de dois pontos, com 56,4% (44 arremessos convertidos em 78 tentativas),
nesta edição da Euroliga.

A pivô também analisou os adversários da seleção brasileira no Mundial
Feminino de Basquete, que será disputado em São Paulo. O Brasil está no
grupo A, junto com Espanha, Argentina e Coréia, e estréia no campeonato no
dia 12 de setembro.

– Teoricamente, o grupo do Brasil é fácil, sem desrespeitar os
adversários. Mas não podemos considerar nada fácil numa competição deste
nível e essa idéia de que a nossa chave não é difícil me preocupa. A
Espanha tem boas jogadoras, como Amaya Valdemoro, que está muito bem nesta
temporada. A Coréia sempre apresenta uma equipe entrosada e de ótimo
preparo físico e técnico. A Argentina está evoluindo rapidamente no
basquete feminino, mas ainda não nos ameaça. Nas oitavas-de-final, vamos
cruzar com os países do grupo B, que são Austrália, Lituânia, Canadá e
Senegal. Essa fase é mais complicada. Austrália e Lituânia são fortes
adversárias. O grupo C, com Estados Unidos, Rússia, China e Nigéria, é o
mais forte. Espero uma competição muito equilibrada e vejo que temos uma
grande responsabilidade, que é a de representar bem o nosso país. Realizar
um Mundial em casa significa que temos que nos manter entre os quatro
melhores do mundo – comenta Alessandra.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Continuando a volta ao mundo...

Itália


Na Liga Italiana, há muito a se observar.

O líder isolado é o Schio, de Cíntia Tuiú, campeã dá ultima temporada. Depois de um início ruim, o time cresceu e hoje tem duas vitórias a mais que o segundo colocado. Uma das grandes responsáveis pelo crescimento do time foi a australiana (excelente) Penny Taylor. Cíntia segue com uma boa temporada (9,4 ppj e 5,5 rpj). Foram 10 pontos e 3 rebotes na última partida (69-61 contra o Alghero). Infelizmente a pivô, na seleção, pena na mão incompetente de Barbosa.

Na Euroliga, o Schio caiu nas oitavas, para o Valenciennes, da França, por 2 a 0. Cíntia manteve médias de 8 pontos e 6 rebotes.

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Na terceira posição, está o Faenza, sem Adrianinha. O time conta com Graziane, cada vez melhor (médias de 10,5 pontos, 7,4 rebotes e 1 assitência por jogo). Na última partida, foram 10 pontos e 5 rebotes, na vitória contra o Comense (75-70). Ao seu lado está Passarinho (Ana Flávia Sackis), que cumpre com competência sua primeira temporada no exterior (5,4 ppj, 20 min). Já foi promovida a titular. No jogo de domingo, 6 pontos, 2 assistências e 3 rebotes.

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Na sétima posição, está o Maddaloni, de Mamá. E atenção seja dada: a pivô encara fase fabulosa na Itália (médias de 11 pontos, 7,1 rebotes e 2,5 recuperações), com double-doubles consecutivos. No sábado, o time bateu o Cavezzo (65-66), com 17 pontos e 10 rebotes.

Mamá está ainda nas quartas-de-final da EuroCopa. No primeiro jogo, o time perdeu (63-64, para o Chevakata), com atuação de gala de Mamá: 18 pontos, 10 rebotes, 3 tocos e 3 recuperações. Na EuroCopa, Mamá tem médias de 11,9 pontos e 8,3 rebotes.

Na oitava colocação, está o Venezia, de Zaine, que segue com temporada regular (10 pontos, 4,9 rebotes e 2,1 recuperações). Marcou 13 pontos e 6 rebotes, na vitória sobre o Priolo (85-79).

Na décima segunda colocação, está o Viterbo, de Flávia Luisa, que apesar de talentosa, segue em temporada irregular (média de 9 pontos e 4,7 rebotes). Foram só 7 minutos (2 pontos, 1 rebotes), na derrota para o Parma (61-64). O time contratou Cléia Crepaldi, mas ela não estreou ainda. Talvez nem chegue a jogar pelo time.
Briga boa

MELCHIADES FILHO

Há dez dias, a confederação brasileira enfiou a viola no saco. Os jogadores da Nossa Liga não mais estariam proibidos de servir as seleções, anunciou o presidente Gerasime Bozikis.
Também há dez dias, o técnico Lula Ferreira enfiou a viola no saco. Pediu demissão da Secretaria de Esportes de Ribeirão Preto.
O primeiro disse que fora mal compreendido, que não havia chegado a banir os participantes do campeonato independente.
O segundo, que deixava a política devido aos compromissos do "novo" calendário internacional.
Conversa fiada, claro.
A CBB recorrera várias vezes em público à chantagem para esvaziar os clubes rebeldes. E não há novidade alguma na agenda de competições; ela é fixada com dois anos de antecedência.
Bozikis e Lula corrigiram seus erros porque foram pressionados a fazê-lo, porque o basquete finalmente aprendeu a contestar.
Em 2005, os grandes ídolos resolveram falar, e o presidente da CBB viu-se sozinho dentro do movimento olímpico, destoando dos colegas porque, apesar do recorde de dinheiro do governo, não oferece contrapartidas nem dentro nem fora das quadras.
A virada de ano foi implacável.
Em 2006, Bozikis tomou pito da Justiça, por se negar a reconhecer os times da Nossa Liga, e de quem lhe repassa as verbas, por colocar em risco as chances de o país medalhar (o Pan do Rio vem aí!). Ninguém toleraria outra desculpa esfarrapada para a terceira exclusão seguida da Olimpíada.
Daí o repentino interesse por trabalho da confederação (e de seus paus-mandados).
Em última instância, foi por causa da Nossa Liga que a CBB saiu do torpor e enfim fixou um cronograma de treinos e jogos.
Assim como foi por conta do grito de Oscar, Paula, Hortência, Nenê, Janeth, Marcel etc que saltam do papel para a realidade os Centros de Basquete Integrado, projeto de base acalentado há décadas, e as oficinas de arbitragem.
Por isso erra quem atribui a crise do basquete ao duelo CBB x opositores. (Como erram os que pedem que Bernardinho e Zé Roberto se "entendam". O vôlei ganharia mais se os técnicos lavassem a roupa até o fim. O torcedor, pelo jeito, foi privado de informações. Muita gente até hoje culpa a Mari pelo vexame de Atenas...)
A tal "guerra de vaidades", pelo contrário, pode ser uma solução. É preciso atiçar o fogo _questionar pedágios e politicagens, vasculhar gavetas, fazer cobranças.
O basquete argentino só se ergueu depois que os clubes se revoltaram e sacudiram a poeira escondida sob o tapete. Hoje, celebra títulos continentais em todas as categorias menores, a escalada do número de praticantes e o sucesso da seleção adulta (ouro na Olimpíada e prata no Mundial).
Que sejam, então, abertas as contas da Eletrobrás e da Lei Piva. Que Antonio Carlos Barbosa faça como Lula e renuncie ao cargo público em Bauru para se dedicar à seleção feminina. Que a CBB dê de fato aos clubes a gestão do Nacional. Que os contratos de TV e patrocínio sejam cumpridos com transparência. Mais do que nunca, está na hora do pau.


Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Divino apresenta dois reforços

A ala/armadora Jéssica Cristina Torres, ex-BCN/Osasco, e a pivô Fernanda da Costa Bibiano, ex-São Bernardo do Campo, chegaram ao Divino/Coc/Binotto Transportes apostando alto no projeto apresentado pelos comandantes da equipe.

Jogadoras jovens - 18 e 20 anos, respectivamente -, mas de alto nível, Jéssica e Fernanda foram atraídas pela perspectiva da montagem de um time de ponta, como Jundiaí teve entre o final da década de 80 e o início dos anos 90.

Através das parcerias, com Cica e depois Perdigão, o Divino apresentou um dos maiores times da história do basquete feminino brasileiro, com estrelas como Paula, Janeth, Branca e Marta.

"Nossa intenção é voltar a esse estágio, mas vamos dar um passo de cada vez", afirmou Nestor Mostério, supervisor da equipe. "A idéia é formar uma base sólida e trazer jogadoras do mesmo nível. E depois, ir reforçando aos poucos", explicou.

Jéssica e Fernanda entenderam a proposta. "É ótimo chegar a um time que tem essa mentalidade", comentou Jéssica. "Conheço boa parte das jogadoras das seleções paulista a brasileira. Certamente é um time de qualidade", afirmou Fernanda.

Os treinos da equipe adulta, dirigida por Luiz Cláudio Tarallo, começam na próxima terca-feira.


Fonte: Jornal de Jundiaí
A Volta ao Mundo...

Espanha

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Na Espanha, a liderança está com o Hondarribia (15v 2d), de Muriel Page, Kiesha Brown, Korie Hlede e Marina Ferragut.

Logo atrás, vem o Barcelona, de Érika e Helen, com uma derrota a mais.O time bateu o Canarias (104-89), com boa atuação de Helen (11 pontos, 7 rebotes, 40 minutos - décima maior assistente da Liga) e com Érika mantendo a fase espetacular (25 pontos, 14 rebotes, 34 minutos - jogadora mais valiosa da Liga; quarta cestinha e maior reboteira da competição, a sexta em faltas em recebidas e mais uma vez na seleção do campeonato). O time virou uma enfermaria, no entanto. O último jogo foi disputado por seis atletas. Tentando resolver esse problema, o time contratou Cíntia Luz.

Com igual campanha está o Salamanca, de Elena Tornikidou (magnífica, rumo aos 41 anos) e da nossa Kátia Denise. O time bateu o Valência, de Janeth e Alessandra, no domingo por 73-69. Kátia tem feito bom proveito do espaço que recebe (14 minutos, 5 pontos e 2 rebotes). Alessandra tem alternado boas atuações com jogos discretos e outros em que é poupada, num ano de recuperação (17 pontos e 7 rebotes, 27 minutos). Janeth vem enfrentando mais dificuldades do que a maioria previa para fazer seu jogo vingar nessa primeira temporada européia (12 pontos, 36 minutos).

Na Euroliga, o Valência foi atropelado nas quartas-de-final pelo Dynamo russo.

Na nona colocação, o Breogán deve estrear Tayara no próximo final de semana.

Na décima primeira colocação, o Celta de Leila Sobral não tem muito a fazer, a não ser lutar contra o rebaixamento (trouxe a americana Bridget Pettis). A brasileira, cestinha do time, nona maior da competição e terceira melhor em recuperação de bolas e a quarta que mais recebe faltas (estranhamente ignorada por Barbosa), voltou a treinar essa semana, após contusão.

Na Segunda Divisão, o cenário segue monótono. O Rivas mantém-se na vice-liderança do Grupo A, com Silvinha fazendo as vezes de armadora. No jogo do fime de semana, foram 15 pontos e 10 assistências (a média é de 5 por jogo) contra o Majadahonda (86-56). Adriana teve 16 pontos.

O Ourense, de Mariana Santos, um dos destaques do time, é o décimo.


[o giro continua...]
Reencuentro de hermanas

La internacional brasileña Cintia Santos Luz llega al UB Barcelona con un contrato temporal para paliar las bajas que sufre el conjunto catalán.

Cintia Luz, de este modo compartirá equipo con su hermana Helen Luz. Se trata de una alero de 35 años de edad y 1.75 metros de estatura con una amplísima experiencia deportiva en su país natal y Europa, donde participó en Rivas Futura, siendo pieza fundamental para su ascenso a la Liga Femenina en la temporada 2002-2003, promediando 18 puntos por encuentro.

Luego en el Roubaix francés, en el Americana brasileño, el ADBA de Avilés de Liga Femenina 2 el año pasado y por último el Pão de Açúcar/Animar.

Cintia Regina Santos Luz nació en Araçatuba (estado de Sao Paulo) el 25 de noviembre de 1971. Puede jugar indistintamente como escolta o alero y ha sido internacional absoluta y en categorías inferiores con Brasil, donde fue campeona de la liga federal y del campeonato estatal paulista. Así mismo, tiene un título mundial de inter clubes.

La jugadora ya se encuentra en Barcelona y espera auxiliar la falta de rotación en la plantilla de Silvia Font.


Fonte: Prodep

domingo, 5 de fevereiro de 2006

Hortência e Paula: 'Não queremos ser usadas pela CBB'

São Paulo (SP) - A festa do sorteio dos grupos do 15º Mundial Feminino de Basquete, no dia 31 de janeiro, contou com a presença de ilustres nomes do esporte no Brasil. No entanto, duas ausências foram profundamente sentidas: a rainha Hortência e a mágica Paula, que haviam sido convidadas.
Ambas integram a diretoria da Nossa Liga de Basquetebol (NLB) que trava batalha contra a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) na Justiça.

Sem se importar com o ocorrido, Hortência se justifica: “Não gostaria de ser lembrada apenas no sorteio do Mundial. Na verdade, nem entendi muito bem esse convite da CBB. Eu não quis ser usada por eles para promover o evento”, protesta a ex-jogadora.

“Não tive vontade de participar”, dispara Paula. “Nunca deram valor a gente e quando chega o dia do sorteio dos grupos eles (dirigentes da CBB) nos convidam. Estou na Nossa Liga e não teria a mesma cara de pau deles e aparecer por lá”.

Como exemplo, Hortência cita o dia em que recebeu o prêmio mais importante de sua carreira. “Quando eu fui até os Estados Unidos escolhida para o Hall da Fama do Basquete, ninguém da CBB apareceu por lá. Por que eu deveria ir ao sorteio?”.

Apesar do descontentamento, Hortência não nega que irá torcer pela seleção brasileira feminina na disputa do torneio. “Não sei da preparação que elas tiveram, conheço pouco da seleção, mas vou torcer sim”, garante.

O Brasil está no grupo A, com jogos no ginásio do Ibirapuera, ao lado das seleções da Coréia do Sul, Argentina e Espanha.

Fonte: Gazeta Esportiva

Basquete de Catanduva contrata Pivô da Seleção Brasileira

Clima de mistério ronda a Celt. Um importante segredo está sendo guardado a sete chaves pelos dirigentes da equipe feminina de basquete. E, quem abrir a boca corre o risco de ir para o olho da rua.
Tanto suspense é decorrente das articulações dos cartolas catanduvenses para contratação de uma pivô da Seleção Brasileira. A jogadora “Miss M” já está em Catanduva, mas só assina o contrato após o desfecho da novela esportiva.
Edeval Correa Curitiba, coordenador do time local, disse que o negócio está quase certo e, possivelmente, o martelo será batido até segunda-feira. O salário da “estrela” será bancado por uma empresa ainda não revelada.

Duelo

Caso a contratação seja concretizada, a pivô estréia nesta terça-feira, dia 7, em amistoso no Sesc às 20 horas. As meninas de Catanduva enfrentam um “catado”, denominado como Seleção Paulista Feminina. A entrada é franca.

Rotatividade

A equipe Catanduva/Jesus Adolescente acaba de contratar outro reforço. Seu nome é Paula, ela joga de ala e disputou a última temporada pelo Suzano. Mais duas atletas assinaram contrato no final da tarde de ontem. Neste mesmo dia, o técnico Edson Ferreto também dispensou duas laterais: Viviane e Juliana. Ele aguarda novas contratações antes do Carnaval. Existe pressa nos reforços em razão do Campeonato Paulista começar logo na primeira semana de março.

Jogos internacionais

A Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB) agendou dois jogos internacionais em Catanduva. As partidas acontecem em setembro, em dia e local ainda não definidos. Os torcedores, amantes do basquete, poderão ver de perto jogadores de altíssimo nível técnico pertencentes a seleções de outros países.


Fonte: Notícia da Manhã

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Basquete: técnico vice-campeão pede mudanças à CBB

Não havia decepção no semblante de Norberto Silva ao final da terceira e última partida do playoff decisivo do 8º Campeonato Nacional Feminino de Basquete. Apesar da derrota por 70 a 55 para o Fio/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos, que rendeu ao time do interior o bi invicto e a ampliação da série sem derrotas para 48 jogos, o técnico do Limpol/São Caetano sabia que suas meninas fizeram o que era possível. “Chegamos até onde deu. Na verdade, fomos um bom sparring para as campeãs”, observou Borracha, como é mais conhecido nas quadras.

O treinador da equipe do ABC concordou que os resultados parecidos dos três encontros – os anteriores, em Ourinhos, terminaram em 71 a 52 e 72 a 74 – dão uma idéia exata da realidade das finalistas. E, para que essa disparidade de forças não se perpetue, disse que a Confederação Brasileira de Basquete deve introduzir mudanças que levem ao aumento do equilíbrio entre as equipes. A principal seria a volta do ranqueamento. “É assim que vamos impedir a formação de potências. Hoje, é quase impossível brigar com Ourinhos”, lembrou.

Borracha também reivindica um calendário que atenda às necessidades técnicas e de marketing. “O ideal seria uma temporada mais longa, que vá de setembro a abril. Essa maior duração favoreceria a exposição na mídia e, conseqüentemente, a chegada de novos patrocinadores”, comentou. O campeonato encerrado neste domingo em São Caetano do Sul começou no dia 4 de novembro. Foram, portanto, pouco menos de três meses de competição, incluindo o período de festas de final de ano.

Embora reconhecendo a superioridade do adversário, Borracha ressaltou que não é tarefa impossível interromper a atual fase de Ourinhos. “Essa diferença que elas abriram sobre nós na decisão pode ser compensada com a chegada de uma ou duas jogadoras, reforços que representariam um salto de qualidade para nossa equipe.” Neste domingo, o Limpol/São Caetano chegou a comandar o placar na maior parte do primeiro tempo. Mas não foi capaz de manter o ritmo físico e técnico e caiu diante de um time poderoso que raramente desperdiça os ataques. “Nosso time desabou no último quarto”, admitiu.

As jogadoras comemoraram o vice-título, o melhor resultado da equipe em oito edições do campeonato nacional. “Estamos de parabéns pela excelente campanha. Perdemos lutando, e temos de reconhecer os méritos de Ourinhos. Agora, vamos trabalhar para quebrar a invencibilidade delas no futuro”, avisou a ala Vivian, cestinha e principal destaque do time na fase decisiva.


Fonte: De Primeira

Sorteio cria uma armadilha

Alessandro Lucchetti

Brasil pega chave favorável na fase preliminar do Mundial feminino, mas deverá ter sérias dificuldades ao chegar às quartas-de-final
O sorteio que formou as chaves da 15ª edição do Campeonato Mundial feminino de basquete, que será disputado em setembro, em São Paulo e Barueri, foi ingrato para a seleção brasileira. O Brasil caiu em um grupo razoável na fase preliminar, o “A” ao lado da Espanha (terceira colocada no Europeu), Coréia do Sul e Argentina. A estréia, no dia 12, será contra a freguesa Argentina, no ginásio do Ibirapuera.

Na fase de oitavas-de-final, as três equipes classificadas do grupo A vão se juntar às qualificadas do B, formado por Austrália, Lituânia, Canadá e Senegal. Os times carregam a pontuação da fase preliminar.

O grande problema é que a maior parte das grandes potências do basquete caiu no outro lado da chave, os grupos C e D. É desses grupos que sairão os adversários das equipes provenientes do “A” e “B” nas quartas-de-final, disputadas em formato de mata-mata.

De tão forte, o grupo “C” recebeu o apelido de “Terceira Guerra Mundial” dos dirigentes que assistiram ao sorteio, em um hotel na capital paulista. Estados Unidos, Rússia e China, além da apenas esforçada Nigéria, formam o grupo.

O técnico da seleção brasileira, Antonio Carlos Barbosa, vê perigos no caminho que sua equipe terá pela frente. “Esse negócio de sorteio engana muito. Caímos em um grupo legal na primeira fase, mas nas quartas-de-final corremos o sério risco de ter pela frente uma China ou uma República Tcheca, campeã européia. O ideal seria que enfrentássemos mais potências na fase de oitavas-de-final, para não termos de encará-las nas quartas, que é decidida em um jogo apenas”.

Olho em Valdemoro

A primeira fase não mete medo no treinador. “A Espanha é a terceira força da Europa, tem boa defesa e uma jogadora, a Amaya Valdemoro, capaz de ganhar sozinha”, afirma. “A Coréia nos eliminou no último Mundial, mas ficou em último na Olimpíada. A Argentina não pode causar problemas”.

Estrelas não aparecem


A briga entre dirigentes da NLB e da CBB respingou na divulgação do Mundial feminino de basquete. Paula e Hortência, os dois maiores nomes da história do basquete feminino brasileiro e verdadeiras embaixatrizes da modalidade, ignoraram o convite da CBB e não apareceram no sorteio. As duas são ligadas à Nossa Liga.

O próprio secretário-geral da Fiba, o suíço Patrick Baumann, sentiu a ausência das estrelas. “O normal seria esperar que estivessem aqui. Nem pensaria que não participariam”.

O presidente da CBB, Gerasime Bosikis diz que convidou todas as campeãs de 94.


Ourinhos fatura bicampeonato do Nacional


Alessandro Lucchetti

Com sete patrocinadores e elenco sem concorrentes, equipe do sudoeste paulista conquista com facilidade o inédito bi do Brasileiro feminino

Como se esperava, Ourinhos conquistou ontem o inédito bicampeonato do Nacional feminino de basquete. A equipe do sudoeste paulista liqüidou a série final em 3 a 0 ao bater o São Caetano, no ginásio Joaquim Cambaúba Rabello, no ABC, por 70 a 55.

Foi a final mais sem graça da história do Nacional. Ourinhos não perde em jogos disputados no Brasil desde janeiro do ano passado. Trata-se de uma série invicta de 48 duelos.

Resignado, o técnico do São Caetano, Norberto da Silva, o Borracha, contentou-se por ter proporcionado alguma dificuldade às adversárias, apesar de não ter perdido nenhuma partida das finais por menos de 15 pontos. “Ao menos fomos um bom sparring para Ourinhos”, afirmou o treinador, que pede a volta do ranqueamento para reequilibrar as forças.

O ranqueamento era um sistema que conferia pontuação a cada jogadora, criado depois de a Ponte Preta ter dominado a modalidade, contando com Paula e Hortência. Segundo esse sistema, que ainda existe no vôlei, as equipes não poderiam extrapolar um teto de pontos.

Antônio Carlos Vendramini, o técnico de Ourinhos, não é favorável à volta do ranqueamento. “Hoje não há patrocinadores suficientes nas outras equipes para pagar as jogadoras que sairiam de Ourinhos por força do ranqueamento. Elas iriam para onde?”

Vendramini preferiu destacar seu currículo recheado: em oito decisões do Nacional, ele esteve presente em sete e conquistou quatro títulos.

Somando-se os títulos do Campeonato Nacional aos da Taça Brasil, competição que precedeu o Nacional, “Vendra” chega ao expressivo número de dez conquistas. Ele possui também dez títulos paulistas.

Micaela vai para a Polônia

Micaela, cestinha do jogo de ontem com 23 pontos e eleita a jogadora mais valiosa do campeonato (MVP), assinou um contrato de três meses com o Pabianice, da Polônia, mesma equipe da armadora Karla. A supremacia de Ourinhos é tão destacada que ela acha até desnecessária a contratação de outra atleta para substituí-la. “Acho que nem precisa, né?”

A ala de 26 anos, considerada a principal jogadora em atividade no País, diz que a manutenção da invencibilidade foi uma meta da equipe. “Nosso time investiu bastante. A gente tinha que entrar para ganhar todas. Se perdêssemos uma, iriam criticar muito a gente”.

Mecenas distribui grana e festeja fim do sofrimento


Muita gente pode estar insatisfeita com o fim da competitividade do Nacional devido ao amplo domínio de Ourinhos. Não é o caso do usineiro Francisco Quagliato, 70 anos.

“Seu Chico” paga salários de Micaela, Ega e Lilian. O mecenas de Ourinhos já foi o responsável pela remuneração de Janeth no Nacional de 2004.

Mesmo sem necessidade, Quagliato incentivou Ourinhos na final com um bicho de R$ 10 mil por atleta.

O campeonato não despertou emoção, mas Quagliato não reclama. “A gente já sofreu muito antes de ganhar”. A paixão pelo basquete começou há cinco anos, quando Quagliato ficou viúvo. “Comecei a ver os jogos e passei a gostar de basquete. As meninas me tratam como um pai. Quem não gosta de ser bem tratado?”

O próximo investimento de Quagliato deve ser a permanência de Lisdeivi, pretendida por um clube tcheco.


Fonte: Diário de São Paulo





`Quiero jugar en buenos equipos, y el Yaya María lo es´

La escolta brasileña Tayara Pesenti fue presentada como nueva jugadora del Yaya María Porta XI. La internacional con Brasil, que ocupará la segunda plaza de extranjera, debutará con el equipo lucense el próximo domingo (12.30 horas) en el Pazo dos Deportes ante el Cadí La Seu d’Urgell, partido en el que el equipo lucense buscará un triunfo que prácticamente le descartaría de la lucha por la permanencia en la Liga Femenina de Baloncesto.

Pesenti, escolta de 24 años y 1,80 metros de estatura, aseguró “tener muchas ganas” de disputar este encuentro. Mientras, el técnico del Yaya María, Juan Corral, confirmaba su participación y destacaba que “viene en buena forma física porque hasta la semana pasada estuvo jugando en la Liga de Brasil”.

El entrenador lucense se mostró satisfecho por esta incorporación que, según dijo, “es una solución para los problemas que teníamos. No sabíamos si las lesiones de Roser Martínez y Carrie Bacon iban a ser largas y empezamos a mirar en el mercado, pero cuando surgió la posibilidad de fichar a Tayara ya no esperamos más”.

Juan Corral dijo, además, que Tayara Pesenti “es una jugadora rápida, anotadora y tiene desparpajo de cara al aro. Es, como he dicho, una solución para el juego de perímetro y también nos ayudará en anotación”.

El punto de vista de Juan Corral fue ratificado por la propia brasileña, que se definió como “una jugadora a la que le gusta penetrar porque soy rápida. Además, tiro de tres puntos y me gusta defender, soy agresiva”.

Tayara Pesenti, que se considera “una anotadora”, explicó que “en Brasil me consideran una jugadora descarada ante el aro rival, no tengo miedo a tirar”.

Experiencia en España

La brasileña tiene experiencia en el baloncesto español tras su paso por el Islas de Tenerife en la temporada 2003-2004, con el que alcanzó una media de 20,1 puntos, 5,1 rebotes, 1,1 asistencias y 3,5 recuperaciones por partido. “Estoy encantada de estar aquí, de poder jugar en la máxima categoría. Como cualquier atleta, quiero jugar en mi selección y en buenos equipos, y el Yaya María lo es. Por esto vine”, comentó.

De todas formas, la internacional brasileña reconoció no saber demasiadas cosas del club lucense: “Mi agente me dijo que era un buen equipo, que tenía un buen entrenador y que estaba en lucha por jugar el play off, y esto me pareció interesante”.

También sabe que en el conjunto lucense militó hace algunas temporadas su compatriota, también internacional con Brasil, Iziane Castro: “No he hablado con ella del Yaya. Iziane es una gran jugadora. Somos algo parecidas, sobre todo porque las dos somos muy rápidas y buenas anotadoras”.

Una internacional hacia Polonia

La internacional brasileña Micaela, ha formalizado un contrato con el Pabianice de Polonia hasta el final de la temporada 2005/2006.


Micaela alterna la posición de alero y escolta, tiene 27 años, 1,80 de altura y una gran destreza en las situaciones del 1x1, acompañado con un buen tiro de media distancia. Micaela es una jugadora muy atleta con muy buen tiro después de parada. A su vez, en facetas defensivas es muy lista, sobre todo en las recuperaciones de balón en el lado débil.

La internacional acaba de proclamarse campeona del 8ª Campeonato Nacional de Brasil con Pao de Açucar-Unimed de Ourihos, con un rotundo 3-0 y sin conocer la derrota en los veinticinco encuentros disputados.

Además de máxima anotadora fue elegida MVP, y la propia jugadora, después del último partido, hacia el siguiente balance, "Todas estas conquistas son fruto del gran trabajo de equipo realizado en Ourinhos, donde siempre nos concentramos en el objetivo de que seamos campeonas. Yo estoy muy contenta por haber ayudado a mi equipo" .

Micaela jugó en Italia con el Club Basket Juvenilli y el Pool Comense. Ahora llega al Pabianice en plena forma para competir al más alto nivel europeo.

Samba para el Mizo Pecs


El equipo húngaro del Mizo Pecs se hace con los servicios de la brasileña Geisa Oliveira para jugar los play-offs de la Euroliga.

Geisa Oliveira hasta hace pocos días disputó la liga nacional brasileña con el Sport de Recife, perdiendo en el tercer partido de las semifinales ante el subcampeón Limpol Sao Caetano.

Con 27 años y 188 de estatura Geisa Oliveira destaca por ser una jugadora muy atleta con buen tiro de 4 metros y por su buen olfato reboteador.

La internacional a lo largo de la presente temporada tiene un promedió de 12 puntos, 10.57 rebotes, 1.3 asistencias, 1.2 tapones en 36 minutos disputados de media.

La pívot llega al conjunto húngaro para reforzar el juego interior en la próxima elminatoria de Euroliga que el Pecs disputará, primero en casa y luego en Polonia, ante el Lotos Gdynia.


Helen: Va a ser un partido con un aliciente especial

Una de las internacionales por excelencia brasileña, ha vivido el sorteo y el desenlace de forma especial. Helen Luz disputando la liga española con el actual campeón, el UB Barça y casada con un español.

Un sorteo que recibe con gran agrado, "Está bien, son equipos que ya conocemos. Dentro de lo que cabe un mundial no es fácil, no se puede elegir rival, y nos ha tocado España. Es mejor al principio que al final y es el rival más fuerte, de nuestro grupo. Aunque hay que ir paso a paso porque yo he vivido muchos mundiales, tengo experiencia y es paso a paso. No hay que mirar adelante antes de vivir el momento", explicó la carioca.

Viviendo siempre el momento, pero es innegable que el grupo A, es uno de los más asequibles, "comparado con el grupo C o D, seguro, que son los más difíciles, aunque factible no hay " dijo Helen Luz.

El objetivo de Brasil es el primer puesto de grupo, "el objetivo que tenemos que tener es el primer puesto, porque con Australia, Estados Unidos o Rusia es difícil. Es importantísimo salir primero de grupo y con los puntos para la siguiente fase"

Helen Luz concede a España la lucha por el liderato de grupo, "el equipo más difícil de nuestro grupo, es España. Yo estoy viviendo aquí (Barcelona) y va a ser un partido un poco especial, por que hay más brasileñas en España y Brasil tenemos mucho contacto, de amistad. Va a ser un partido que va a tener un aliciente especial", reveló la directora de juego.

Nos preguntamos si va a mirar de forma especial a sus compañeras de equipo, "Ya hemos hablado, incluso con Marta, porque antes del sorteo incluso la semana pasada ya me comentó, "vosotras en Brasil un equipo muy fuerte, con el apoyo de los brasileños", y es cierto. En Brasil se juega mucho con el apoyo de la selección, y va y resulta que nos toca enfrentarnos. Lo primero del entrenamiento fue mencionar el grupo, y lo bueno es que jugamos en la primera fase y haber que pasa después."

Se jugará en el pabellón de Ibirapuera, en el centro de Sao Paulo, que acogerá la fase final en esa misma instalación, "Sí, está muy bien, es muy conocida se jugó un mundial allí, es un pabellón muy grande que caben de 14.000 a 15.000 personas. Yo estoy acostumbrada a jugar con el pabellón lleno, a nosotros nos gusta hay más emoción"

"Nosotras necesitamos de este apoyo, aunque si las cosas van mal se traduce en presión. Nos gusta jugar con el apoyo de la gente, tenemos la sangre caliente. Y estar preparados para todas las situaciones del partido, que nada ni nadie juegue contra nosotras" apuntó Helen


Erika de Souza MVP del mes de Enero

Está claro que la pívot internacional del UB Barça, quiere romper los moldes habidos y por haber.


Erika de Souza ha sido en seis ocasiones la MVP de la jornada, de las dieciséis existentes de Liga Femenina hasta la fecha, por tanto, clara dominadora de la competición. Pero más aún en la segunda vuelta con tres jornadas disputadas, todas han recaído para la joven brasileña.

La pívot internacional se siente orgullosa de este nombramiento, "para mi significa mucho. Señal que estoy trabajando bien, que mi trabajo está siendo recompensado. Me está encantando mi juego y estoy haciendo todo lo que siempre he querido hacer en la pista, estoy muy contenta por ésto" nos comenta la jugadora del UB Barça.

Donde la interior está subiendo aún más su aportación del año anterior, destrozando defensas. No en vano, es la máxima reboteadora con una media de 12.73 capturas por encuentro -tanto defensivos 8.27, como ofensivos con 4.47-, y la máxima taponadora con 2.47 de media., Con su contribución forja más grande al actual campeón, "intento superar este limite, ahora estoy entrenando mucho todos los días para ser cada vez mejor. Estoy en el mejor momento de la temporada. Trabajando con mi equipo para hacer lo mejor para nosotras, intento hacer todo lo que puedo para superarnos y salir como campeonas otra vez" manifestó Erika.

Los números de Erika de Souza en Enero:

• Jornada 14, Arranz Jopisa Burgos 77-58
Con una valoración de 33, anotó 20 puntos, capturando 16 rebotes, 7 de 11 en tiros de 2, 4 faltas recibidas y 2 tapones en 27 minutos.

• Jornada 15, Mann Filter Zaragoza 58-82
Con una valoración de 31, anotó 26 puntos, capturando 17 rebotes, 10 de 21 en tiros de 2, 8 faltas recibidas y 2 recuperaciones en 31 minutos.

• Jornada 16, Celta VigoUrban 90-72
Con una valoración de 35, anotó 22 puntos, capturando 16 rebotes, 9 de 14 en tiros de 2, 6 faltas recibidas y 2 recuperaciones en 27 minutos.


Fonte: Prodep






Iziane pode ser único problema de Barbosa

A ala Iziane Marques, apontada como um dos destaques da nova geração nacional do basquete, pode ser o único problema do técnico Antonio Carlos Barbosa na preparação brasileira para o 15º Campeonato Mundial Feminino de Basquete. A jogadora que defende o USK Praha, na República Tcheca, é a única que, segundo o treinador, pode participar da próxima temporada da WNBA, nos Estados Unidos.
Se isso acontecer, o calendário da liga norte-americana prevê jogos da temporada regular até agosto. A seleção brasileira será convocada em maio, com treinos a partir de junho. Nos meses de julho e agosto a equipe nacional participa de torneios e partidas amistosas. O Mundial será realizado em São Paulo de 12 a 23 de setembro.

Inicialmente, a preocupação era quanto a participação ou não da armadora Adrianinha que está grávida. Barbosa tranquilizou a torcida: 'A previsão de nascimento do bebê é para 25 de maio e o médico diz que como ela é atleta terá uma recuperação rápida e condições de jogar'.

A história de Adrianinha pode ficar bastante semelhante a de Hortência. Em 1996, a ala havia tido seu primeiro filho em fevereiro, mas conseguiu se recuperar e readquirir a boa forma em tempo para ajudar o Brasil a conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta.


Fonte: Gazeta Esportiva
Não será mais possível lutar pelo ouro olímpico, diz Janeth

Melhor jogadora brasileira da atualidade afirmou que vai encerrar a carreira após os jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro


Campeã mundial, pan-americana, tetracampeã da WNBA e duas vezes medalhista olímpica, a ala Janeth revelou que não disputará os Jogos Olímpicos de Pequim-2008. Aos 35 anos, a melhor jogadora brasileira da atualidade vai encerrar a carreira logo após a disputa dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

“Deixo a Seleção no Pan, pois acho que seria uma despedida e tanto, por ser no Brasil. Gostaria de lutar pelo ouro olímpico, mas isso não será mais possível como atleta, talvez como dirigente”, afirmou Janeth, que atualmente defende o Valência da Espanha.

Com 22 anos de carreira, Janeth tem um dos currículos mais vitoriosos do basquete mundial. Campeã pan-americana em 1991 em Havana, Cuba, campeã mundial em 1994, na Austrália, medalhista de prata nos Jogos de Atlanta-1996 e bronze em Sydney-2000, a ala brasileira ainda se tornou uma celebridade nos Estados Unidos, ao conquistar quatro títulos da WNBA pelo Houston Comets.

Brasileiras são eliminadas na Euroliga feminina

Equipe de Janeth e Alessandra erra demais no ataque e perde em casa para equipe russa


A equipe de Janeth e Alessandra foi eliminada da Euroliga feminina nesta sexta-feira. O Ros Casares Valencia, time espanhol que conta com as duas brasileiras no elenco, perdeu por 64 a 43 para o Dynamo Moscow em casa, no segundo jogo do playoff válido pelas oitavas-de-final.

No primeiro jogo, em Moscou, o time russo havia vencido por 72 a 59. Nesta sexta, a equipe espanhola teve péssimo aproveitamento no ataque e acertou apenas 16 de 71 arremessos tentados (22,5% de acertos).O Dynamo também começou mal, tanto que as espanholas estavam á frente por 16 a 13 com um minuto restando para o final do primeiro quarto.

Porém, a equipe russa, equipada com estrelas da WNBA como Sue Bird, Diana Taurasi e Tammy Sutton-Brown, reagiu no segundo período e dominou o resto do jogo. A cestinha da equipe foi Oxana Rakhmatulina, do Casaquistão, com 15 pontos. A melhor pontuadora do Valencia, a francesa Nicole Antibe, conseguiu apenas dez pontos.

Janeth errou seus sete chutes e dois lances livres e terminou zerada em pontos, mas com cinco rebotes, quatro roubos de bola e duas assistências. Alessandra acertou um arremesso em seis tentativas e terminou com dois pontos e seis rebotes.


Fonte: Ibest Esportes
Estrelas são homenageadas no aniversário do Centro Olímpico

Hugo Vecchiato, especial para a GE. Net

São Paulo (SP) - Celeiro de atletas brasileiros desde 1976, o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) de São Paulo celebra 30 anos de sua existência neste mês. Na festa de comemoração, realizada nesta sexta-feira na quadra de basquete do complexo esportivo, antigos e atuais nomes do esporte nacional formados ou que trabalham no local receberam homenagens.
Liderada pela ex-jogadora de basquete Paula, diretora do COTP, a festa contou com a presença de esportistas como o Servílio de Oliveira, único medalhista olímpico do Brasil no boxe (bronze em 68, no México), o ex-goleiro Gilmar dos Santos Neves, Montanaro, medalha de prata no vôlei em Los Angeles-84 e as ex-jogadoras de basquete Marta e Hortência.

Com a carterinha de atleta do COTP que guarda desde 1978, quando começou, Montanaro fala com saudades do tempo em que era apenas promessa. “O Centro é muito mais do que esporte, é uma escola de vida. Aqui aprendi o que é disciplina e respeito”.

Atualmente, mais de 750 jovens, entre 7 e 17 anos, são treinados em 10 modalidades: atletismo, basquete, boxe, futsal, ginástica olímpica, handebol, judô, luta olímpica, natação e vôlei. A partir desde ano, a diretoria do COTP irá implantar o badminton e o futebol de campo feminino. O intuito é desenvolver atletas e equipes competitivas nas categorias de base.

Servílio, que não foi formado ali, mas comanda o departamento de boxe, explica como é o trabalho. “Quando assumimos, há um ano atrás, começamos a fazer uma adaptação dos atletas ao treino. O que se trabalha de manhã, também se faz à tarde e à noite. Nossa estrutura é excelente”.

Além da entrega de troféus aos esportistas, diretores e técnicos, o COTP também festeja uma série de reformas já em andamento para 2006. As quadras ganharão nova cobertura e piso de madeira flexível, a piscina está sendo remodelada e a área de luta olímpica e judô será substituída por um dojô olímpico.

Gerações do basquete se encontram em festa do COTP

Hugo Vecchiato, especial para a GE. Net

São Paulo (SP) - Antes de se tornarem estrelas do basquete brasileiro, Hortência, Paula e Marta bateram cartão para treinar no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), em São Paulo, no início de suas carreiras. Nesta sexta-feira, além de celebrar 30 anos de fundação do complexo, elas puderam se reencontrar com outros ex-jogadores e seus antigos técnicos.
“A Marta era aquele tipo de jogadora meio indisciplinada. Chegava sempre atrasada, mas isso era coisa da idade”, brincou Edson Bispo, campeão mundial de basquete com a seleção brasileiro no Chile em 59 e ex-treinador da jogadora.

No entanto, Marta se defende das “acusações”: “Eu morava em Santo André e chegava muitas vezes atrasada. Cada dia que passava eu inventava que algum parente meu morreu. Acho que “matei” quase toda a família naquela época”, lembrou, com bom-humor.

De jogadora e outra revelação do Centro Olímpico, Paula Gonçalves se tornou Magic Paula e hoje é a diretora do projeto. “Esse é meu trabalho, minha paixão. Aqui retribuo tudo o que conquistei na minha carreira”, garantiu. A ex-atleta acrescentou que o compromisso maior do COTP é formar cidadãos.

Já Hortência teve a chance de bater um papo com Waldir Pagan Peres, comandante da seleção brasileira vice mundial em 71 e um dos primeiro treinadores da rainha do basquete, em 74. “Ela não achava que chegaria à seleção, mas eu sempre acreditei nisso”, recordou Pagan.

“Aqui foi o início de tudo. O COTP vem dando certo porque foi uma grande idéia que teve continuidade, independente de diferenças políticas”, analisou Hortência, cujo nome se encontra hoje no Hall da Fama do basquete.

Para Edson Bispo, o COTP é receita para a melhoria, não só do basquete, mas do esporte no Brasil. “Se tivesse pelo menos um desse centro em cada capital do país, não teríamos mais problemas para revelar novos talentos”.

Campeão em 59, Bispo quer mais ex-atletas como dirigentes

Hugo Vecchiato, especial para a GE. Net

São Paulo (SP) - Longe dos holofotes, mas não do esporte, Edson Bispo dos Santos acompanha de perto os acontecimentos que marcaram o basquete nos últimos anos. Com a autoridade de campeão mundial (Chile-59) e bronze em duas Olimpíadas (Roma/60 e Tóquio/64) pela seleção brasileira, ele critica os dirigentes atuais e afirma: “Gostaria de ver ex-atletas no comando”.
Por isso, comemora e muito o fato de Magic Paula estar à frente do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo, como diretora. “A Paula é uma idealista e faz um grande trabalho aqui. Deveria dar oportunidade para outros atletas virarem dirigentes”, opina. Hoje, Bispo, que revelou, entre outras, Marta Sobral, é técnico de basquete no COTP.

O recado dele vai direto à Confederação Brasileira de Basquete, que vem travando uma briga com a Nossa Liga de Basquetebol, fundada em protesto por Oscar, Paula, Janeth, e Hortência. A alegação do grupo era, principalmente, a falta de retorno financeiro aos clubes participantes do Nacional.

“A seleção masculina de basquete tem conquistado nos últimos anos apenas resultados pífios. Nem se classificou para as duas últimas Olimpíadas (Sydney-2000 e Atenas-2004)”, protesta. “Mas agora parece que temos uma geração boa aqui no país e com os brasileiros que jogam lá na NBA”, pondera.

E ele dá a receita para ao sucesso: “Hoje temos material, para conquistar resultados só falta dirigentes e jogadores, principalmente os da Liga Norte-americana, terem humildade”. Na competição, o país tem Nenê, Leandrinho, Varejão e Rafael Araújo.

Edson Bispo acredita em um bom resultado no Mundial do Japão deste ano. “Se a comissão técnica conseguir arrumar a equipe, o Brasil pode ser podium com certeza”. O torneio será disputado de 19 de agosto a 3 de setembro e o time canarinho está no grupo C, com Austrália, Lituânia, Grécia, Turquia e Catar.


Fonte: Gazeta Esportiva


terça-feira, 31 de janeiro de 2006

Pivô Érika volta a ganhar prêmio de melhor da rodada na Espanha

A pivô brasileira Érika, do Barcelona, conseguiu pela segunda semana consecutiva o prêmio de melhor jogadora da rodada da Liga Feminina de basquete da Espanha, após um confronto contra a equipe do Celta Vigourban.

Em 27 minutos de jogo, a brasileira marcou 22 pontos, com uma série de nove acertos em 14 arremessos de dois e três pontos e de 100% de aproveitamento em quatro lances livres. Érika registrou ainda 16 rebotes, sete deles no ataque, uma assistência e dois rebotes, conseguindo uma avaliação de 35 pontos.

Com a qualificação, a pivô brasileira aumentou sua vantagem na disputa do troféu de melhor jogadora da temporada. Suas adversárias mais diretas na luta pela conquista são a russa Elena Tournikidou (23,5 pontos) e a letona Liene Jansone (23,3 pontos).


Fonte: UOL
BRASIL ESTRÉIA CONTRA ARGENTINA NO MUNDIAL FEMININO 2006

A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, estréia contra a Argentina, no dia 12 de setembro, no 15º Campeonato Mundial do Brasil. As brasileiras que estão no grupo “A”, com sede no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, terão ainda como adversárias na primeira fase a Coréia (dia 13) e Espanha (14). Nas oitavas-de-final, o Brasil irá enfrentar os três primeiros colocados no Grupo “B”: Austrália, Canadá, Lituânia ou Senegal. O técnico da seleção brasileira, Antonio Carlos Barbosa, analisa o sorteio dos grupos e os primeiros adversários do Brasil. Das 14 edições anteriores do Mundial, as americanas foram campeãs sete vezes, a ex-União Soviética conquistou seis títulos e a seleção brasileira foi campeã em 1994, na Austrália.

— Acho que ficamos em um grupo bom. Espanha deverá ser o adversário mais forte, é uma boa equipe e conta com a excelente atleta Valdemoro. A Coréia não foi bem na Olimpíada de Atenas, mas joga um basquete perigoso, rápido e com ótimas arremessadoras. A Argentina é, tecnicamente, o mais fraco e o nosso retrospecto contra elas é extremamente favorável. Temos tudo para nos classificar muito bem para a próxima etapa. Analisando o grupo B, de onde sairá os confrontos das oitavas-de-final, nosso desafio mais difícil será mesmo a Austrália. Acredito que hoje os Estados Unidos estejam em um nível um pouco acima, depois Brasil, Austrália, Rússia e República Tcheca são as maiores forças, que lutarão, junto com as americanas, pelo título. Com a preparação que estamos desenvolvendo e a qualidade da nossa equipe, que mistura muito bem experiência e juventude, temos tudo para chegar ao pódio e dar essa alegria à torcida brasileira — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

— Nosso grupo é difícil pois tem equipes de muita qualidade. É um orgulho para nós jogar contra o Brasil, que é uma seleção magnífica e o favorito dentro do grupo, mas vamos disputar partida por partida. Será uma competição diferente, com um público muito caloroso e estamos felizes por jogar aqui em setembro — comentou Domingo Diaz, técnico da Espanha.

DEPOIMENTOS

— É um momento esportivo de muita importância para o basquete brasileiro realizar o sorteio dos grupos do Campeonato Mundial Feminino, que acontecerá em setembro. Este será o oitavo Mundial realizado em nosso país, o que demonstra a nossa força. Que no dia 23 de setembro, a nosso seleção esteja no pódio — Gerasime Grego Bozikis, presidente da CBB.

— Em nome do Movimento Olímpico é uma enorme alegria estar aqui hoje. Parabenizo o presidente Grego pela determinação e vontade de realizar mais uma competição internacional no Brasil. O basquete traz emoções a cada décimo de segundo, o que faz dele um esporte muito empolgante. Parabéns à CBB e acima de tudo, aos atletas e técnicos que farão desse mundial uma grande festa em terras brasileiras — Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro.
— É um grande prazer estar aqui hoje. O entusiasmo do presidente Grego nos contagia e é com essa mesma disposição que vamos organizar esse Mundial, que é uma das maiores competições do calendário esportivo. Quem já realizou sete mundiais sabe o que faz e estamos muito contentes com o Mundial no Brasil, que sempre foi um grande destaque do basquete feminino no mundo —Patrick Baumann, secretário geral da FIBA.
— É uma honra para o Estado de São Paulo sediar um evento dessa magnitude. Será um trabalho vitorioso e de grande união entre as entidades envolvidas. Que vença a melhor equipe, mas que o Brasil possa repetir o feito de 94, na Austrália, quando foi campeão do mundo — declarou Lars Grael, secretário da Juventude, Esporte e Lazer do Estado de São Paulo.

15º MUNDIAL FEMININO DO BRASIL
GRUPO “A” – Sede: Ibirapuera
Argentina, Brasil, Coréia e Espanha

GRUPO “B” – Sede: Ibirapuera
Austrália, Canadá, Lituânia e Senegal

GRUPO “C” – Sede: Barueri
China, Estados Unidos, Nigéria e Rússia

GRUPO “D” – Sede: Barueri
Cuba, França, República Tcheca e Taipé


TABELA DA 1ª FASE
1ª Rodada – Dia 12 de setembro
A: Coréia x Espanha e Argentina x Brasil
B: Lituânia x Austrália e Senegal x Canadá
C: Estados Unidos x China e Rússia x Nigéria
D: França x República Tcheca e Cuba x Taipé

2ª Rodada – Dia 13 de setembro
A: Brasil x Coréia e Espanha x Argentina
B: Canadá x Lituânia e Austrália x Senegal
C: Nigéria x Estados Unidos e China x Rússia
D: Taipé x França e República Tcheca x Cuba

3ª Rodada – Dia 14 de setembro
A: Coréia x Argentina e Brasil x Espanha
B: Lituânia x Senegal e Canadá x Austrália
C: Estados Unidos x Rússia e Nigéria x China
D: França x Cuba e Taipé x República Tcheca

OITAVAS-DE-FINAL (Dias 16, 17 e 18 de setembro)

QUARTAS-DE-FINAL (Dia 20 de setembro)

FASE SEMIFINAL (Dia 22 de setembro)

RODADA FINAL (Dia 23 de setembro)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Time bate São Caetano, fecha série final em 3 a 0 e termina temporada perfeita, com 48 jogos sem derrotas no país

Invencível, Ourinhos é 1º bi do Nacional


Host Photos With PicTiger


Em uma final previsível, o Nacional feminino foi encerrado ontem com o título do Ourinhos. Sem ser ameaçada, a equipe do interior bateu o São Caetano por 70 a 55 e conquistou o troféu pelo segundo ano consecutivo.
É a primeira vez na história que um clube ganha o bicampeonato do Nacional, criado em 1998. Em Brasileiros de basquete, tal fato não ocorre desde a formação do supertime da Ponte Preta, com Paula e Hortência, bicampeão da antiga Taça Brasil em 1994/95.
Ontem, nem o São Caetano acreditava que pudesse superar o Ourinhos. O time do interior encerrou uma temporada perfeita: colocou em sua sala de troféus o Paulista e o Nacional e agora ostenta uma invencibilidade de 48 partidas oficiais no país.
"Fomos um bom "sparring'", resumiu o técnico Norberto da Silva, o Borracha, do São Caetano.
"Temos que repensar o feminino. É preciso voltar a ter ranqueamento, para motivar mais o campeonato", completou o treinador.
Do lado do Ourinhos, a avaliação não era muito diferente.
"Montamos o time para ser campeão, mas prefiro ter competitividade. Motiva mais as equipes. Não acho legal quando alguém sai", analisa Antonio Alves Passos, presidente do Ourinhos, referindo-se ao Americana, último rival a vencer sua equipe, que acabou com o time adulto.
Organizadora do Nacional, a Confederação Brasileira de Basquete nem chegou a estabelecer datas para a quarta e quinta partidas decisivas, tal era a certeza de que o mata-mata seria encerrado ontem, com o 3 a 0 do Ourinhos.
Sem crer que seu time pudesse surpreender, a torcida local esteve longe de lotar o acanhado ginásio Joaquim Cambaúba Rabello, no ABC. No início do confronto, era possível até contar o número de mortais na arquibancada: 214.
Menos numerosos -um ônibus levou 55 torcedores-, os ourinhenses faziam mais barulho.
Dentro da quadra, a situação não era muito melhor. As goteiras do ginásio obrigaram os responsáveis pela partida a colocar tufos de papel higiênico no piso, para evitar que as jogadoras sofressem queda e se machucassem.
A precaução não evitou acidentes. Em lance do segundo quarto, Vivian, do São Caetano, roubou a bola de Micaela. A armadora, contudo, escorregou logo em seguida e perdeu o controle da bola.
Foi o suficiente para a torcida da equipe visitante comparar a arena com uma "caixa d'água".
Dependendo excessivamente das penetrações de Vivian e dos deslocamentos de Fabianna, o São Caetano dominou apenas o primeiro quarto do confronto, que terminou com vitória por 18 a 16 do clube mandante.
Com duas atletas apresentando fraco desempenho -a ala Sílvia Gustavo e a pivô Maristela-, Borracha foi obrigado a usar o banco, pondo para atuar Simone Lima e Leão. A dupla foi melhor do que as titulares, contribuindo com 12 e dez pontos, respectivamente, para o total da equipe.
As opções do treinador, no entanto, não iam muito além disso. Fabianna, destaque do São Caetano no primeiro tempo, foi obrigada a permanecer em quadra durante os 40 minutos. Não pontuou no segundo tempo. O Ourinhos, por sua vez, pôde fazer mais trocas. Das 11 jogadoras do banco, dez atletas atuaram ontem.
A vantagem do banco se refletiu na quadra. No segundo quarto, as visitantes já dominavam o placar.
A intensidade do jogo foi decisiva para a derrocada do São Caetano. Cansado, o time errou excessivamente no último quarto. Em lances bisonhos, Simone Lima e Leão chegaram até a arriscar bolas que nem tocaram no aro.
Micaela, do Ourinhos, eleita a melhor atleta do Nacional, foi a cestinha ontem, com 23 pontos.
"Nosso time era favorito, mas tivemos a responsabilidade de confirmar isso. Esse é meu décimo título de Brasileiro, mas é como se fosse o primeiro", afirmou o técnico Antonio Carlos Vendramini, do Ourinhos, ganhador de seis Taças Brasil e quatro Nacionais.


FRASE

Não foi complicado. Só nosso time investiu. Mas tínhamos que entrar para ganhar

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MICAELA
ala do Ourinhos

Time campeão pode perder 2 titulares


Mal festejava o título, a diretoria do Ourinhos já se mexia para segurar o elenco, invencível no país há um ano. Micaela, 26, será a primeira baixa. Ela viaja na quinta-feira para a Polônia para atuar pelo MTK Polfa Pabianice.
"Nem sei o nome do time. Ainda vou assinar contrato. Fico até abril e volto para a seleção. Quero jogar o Mundial", diz a ala, que não atuou no Mundial-02 e na Olimpíada-04, por causa de lesão.
Outro possível desfalque para a equipe de Ourinhos é a pivô Lisdeivi, 31. A cubana, que se exilou no Brasil há dois anos, também tem proposta da Polônia. Sua saída, no entanto, pode ser evitada.
"Vamos fazer uma proposta e ela vai ficar", assegura Francisco Quagliato, o "seo Chico", mecenas do Ourinhos, que pagou os salários de Micaela, Lisdeivi e Lílian durante o Nacional.


Fonte: Folha de São Paulo



Técnico Barbosa está confiante no Mundial
São Paulo/Brasil ? O Brasil é a sede do Campeonato Mundial Feminino, não é apontado com favorito, mas o técnico, Antonio Carlos Barbosa, acredita que a seleção brasileira é boa o suficiente para ganhar o título. O Brasil venceu o Mundial da Austrália em 1994 e pode acontecer novamente em setembro deste ano. ? Nós não vamos só participar.
Nós temos um time competitivo e vamos brigar pelo título. É claro que uma equipe forte pode nos vencer ? Só espero que as minhas atletas joguem com o coração. Nós somos uma grande seleção.O sorteio dos grupos do Campeonato Mundial acontece nesta terça-feira, em São Paulo, e Barbosa afirma que não tem motivos para ficar nervoso.? Nós estamos muito tranqüilos. O sorteio é um sistema no qual não podemos escolher nossos adversários. Por isso, estamos calmos. Se tivermos que jogar contra a Austrália na primeira fase, então nós vamos jogar. Se tivermos que enfrentar a Coréia, então vamos enfrentá-la com o mesmo objetivo.
Barbosa tem um time experiente, que conta com a ala Janeth Arcain, que ajudou o Brasil a ganhar a medalha de ouro na Austrália, em 1994. O Brasil tem feito boas apresentações recentemente. Na Olimpíada de Atenas, as brasileiras derrotaram a Espanha e chegaram na semifinal, mas perderam a medalha de bronze para as russas. Em 2005, o Brasil foi vice-campeão da Copa América ? Pré-Mundial da República Dominicana.
Na última competição, o técnico não contou a pivô Alessandra, que se recuperava de uma cirurgia no pé. ? Nós temos um time forte e vamos enfrentar outras grandes seleções. Na primeira ou na segunda fase, vamos enfrentar uma equipe forte. Os Estados Unidos são os grandes candidatos ao título mundial. Eu tenho uma seleção competitiva e sempre espero terminar entre os quatro primeiro colocados. O Brasil parece ter vantagem com Barbosa, que tem nove anos de experiência no cargo.
Outra característica de seus times é a capacidade de superação. ? Nosso segredo é uma boa condição física e o jogo coletivo. Nos temos jogadoras importantes como Alessandra, Janeth, Adrianinha, mas as doze são muito importantes. Se eu tiver que descrever a seleção brasileira em três palavras, eu diria intensidade, experiência e versatilidade. .

SORTEIO DO MUNDIAL FEMININO AO VIVO NA INTERNET E NO SPORTV

São Paulo ? O sorteio das chaves do 15º Campeonato Mundial Adulto Feminino do Brasil será realizado nesta terça-feira (dia 31), às 14 horas de Brasília, no Hotel Sofitel (rua Sena Madureira, 1355 ? Ibirapuera), em São Paulo. O sorteio poderá ser acompanhado ao vivo no site oficial da competição (www.fiba2006brazil.com) e durante o programa ARENA SPORTV, no canal SPORTV.
O sorteio vai determinar os quatro grupos de quatro seleções e a tabela da primeira fase. O Mundial será disputado nos ginásios do Ibirapuera e de Barueri, de 12 a 23 de setembro, pelas 16 melhores equipes do mundo. A seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, é a única que conquistou o título (Austrália/1994), além dos Estados Unidos (sete vezes) e da ex-União Soviética (seis).? O sorteio é um sistema no qual não podemos escolher nossos adversários. Por isso, estamos tranquilos. Se tivermos que jogar contra a Austrália na primeira fase, então nós vamos jogar. Se tivermos que enfrentar a Coréia, então vamos enfrentá-la com o mesmo objetivo. Ou seja, na primeira ou na segunda fase, vamos enfrentar uma equipe forte. Os Estados Unidos são os grandes candidatos ao título mundial. Eu tenho uma seleção competitiva e sempre espero terminar entre as quatro primeiras colocadas ? disse o técnico Antonio Carlos Barbosa.
Para a pivô Alessandra, numa competição do nível do Campeonato Mundial não dá para escolher adversários.? Durante a minha carreira, eu aprendi que devemos respeitar todos os adversários. Enfrentar os Estados Unidos, a Austrália e a Rússia é quase a mesma coisa que jogar contra um dos outros países classificados para a competição. Se nós evitarmos uma dessas equipes, podemos pegar a República Tcheca, por exemplo, que venceu a Rússia na final do Campeonato Europeu e ficou com o título. Será uma competição muito difícil, pois todos vão querer ganhar da gente. Nós vamos nos preparar muito bem para esse desafio.
Já para a ala Janeth não importa se o Brasil ficar num grupo difícil na primeira fase.? Pessoalmente, eu prefiro jogar contra os times mais fortes logo na fase de classificação e evitá-los nas rodadas seguintes. Mas, como todas as seleções, precisamos estar prontas para enfrentar qualquer adversário. Acredito que temos grandes chances de chegar às finais.