quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Brasil x Franca

Em instantes, Brasil e França pelo direito de carimbar o passaporte para Istambul.

O Brasil entra em quadra com Adrianinha, Tati, Paty, Erika e Clarissa.

Inicio bastante truncado, com erros de ataque (principalmente o Brasil). França abre 4 x 0 com Erika cometendo 2 faltas em 40 segundos de partida.

Ambos os times trabalham com suas pivôs neste inicio, com a França levando vantagem ate o momento, com Gruda. No confronto das gigantes, a francesa Ciak (1,97 m) também comete 2 faltas e e substituida.

Clarissa acerta a marcacao sobre Gruda, levando a francesa a errar cestas e cometer violações. Gruda e Dumerc são substituídas, enquanto que pelo Brasil, Tainá entra em lugar de Paty, que também comete sua segunda falta.

Faltando 3.30 min para o final no 1o período, o Brasil vai vencendo por 10 a 8.

Sem Adriana e Erika em quadra o Brasil não pontua e a França passa a frente, encerrando o 1o período com o placar de 12 x 10.


Neste 1o período, nossa seleção desperdiçou 6 em 12 lances livres.



No inicio do 2o período as francesas chegam a botar 16 x 10, mas Adriana desconta com uma bola de 3.

Com Erika ainda no banco, a Franca aperta a marcação e leva nossa seleção a cometer diversos erros. Neste período, após 6 minutos jogados, fizemos apenas 3 pontos, contra 10 das adversárias. Placar de momento 22 x 13.

Erika volta a quadra, mas as meninas não acertam a marcação. Em menos de 20 segundos em quadra, nossa pivô #14 comete sua 3a falta, o que obriga Zanon a novamente trazer Nadia para o jogo.

O Brasil não consegue jogar. As pivôs super marcadas e bloqueadas por  Ciak e Tchatchouang, e as alas sem produzir. Faltando 52 seg Zanon pede tempo, e o placar mostra 24 x 15.

Clarissa comete sua 3a falta, e na sequencia, a arbitragem marca falta técnica contra nossa seleção: são 2 pontos convertidos e posse de bola (provavelmente a ultima do período). Mas a França comete erro na saída de bola, e o Brasil liga um contrataque  que e interrompido por falta.

Lateral para o Brasil faltando 4.9 segundos. Depois de mais duas faltas francesas, o Brasil desperdiça a saída de bola, o que possibilita o time de Dumerc a converter mais um ataque em 2.9 seg. Felizmente a jogada armada pela técnica Valerie Garnier não funciona, e o placar da primeira metade do jogo permanece em 26 x 15.


O Brasil marca apenas 15 pontos em 20 minutos jogados; algo inacreditável, e inadmissível para uma seleção de nível mundial.


Começa o 3o período com o mesmo quinteto titular do inicio do jogo.

Os erros continuam no 3o período, mas de ambos os lados. A bola de 3 de Paty finalmente cai mas não e suficiente para cair a diferença, pois Skrela também converte para as francesas.


Adrianinha não consegue jogar com Erika, o que não acontece com a dupla Dumerc e Gruda.  As pivôs da França jogam fácil, sem marcação e seguem convertendo bolas. Com a diferença chegando a 15 pontos, o técnico do Brasil para o jogo.



O Brasil volta com Tainá, Joice, Ramona e Nadia, alem de Clarissa que já estava em quadra. Logo a pivô de americana recebe falto, converte 2 lances livres e, na saída de bola, as meninas roubam a posse. Tempo para a Franca, e diferença em 13 pontos.

A marcação melhora com as mais novas, mas a produção no ataque continua fraca. Com 9 em 39 nos arremessos de quadra , e impossível bater uma equipe vice-campeã olímpica.


Final do 3o período: Brasil 30 x 45 França .


O jogo segue com bastante dificuldade para nossa seleção. A forte marcação francesa aliada a nosso baixo aproveitamento ofensivo, deixa o Brasil cada vez mais longe de Istambul.

Faltando 4.58 min, com dois ataques convertidos em sequencia, as meninas buscam suas ultimas tentativas de reação. A diferença cai para 11 pontos e, agora, e partir para a decisão.

Clarissa comete sua 5a falta, e a reação brasileira e interrompida por mais 2 pontos adversários. Agora o tempo e pouco (2.52 min) e a diferença insiste em 11 pontos.

Assim como na partida de ontem conta o Canadá, Celine Dumerc toma conta do jogo no final definindo bolas importantes e levando seu time cada vez mais próximo as quartas de final.


Final de jogo em Ancara. Com o placar de 61 x 48, o Brasil encerra sua participação no mundial da Turquia com 1 vitoria e 3 derrotas, e deve ficar em 10o ou 11o lugar na classificação geral.



20 comentários:

Anônimo disse...

França jogando mal, Brasil pior ainda. Time sem tática, só jogadas individuais forçadas. Damiris e Nádia sonolentas em quadra, sinceramente, difícil ver algum futuro nelas...

Anônimo disse...

Zanon não consegue organizar o time para fazer UMA JOGADA e quer colocar a culpa na arbitragem. Ele pedindo (literalmente e em português) para os juízes darem levar falta técnica pra ele foi patético.

Anônimo disse...

Seleção brasileira fez 5 pontos em todo o segundo quarto. 15 Pontos o primeiro tempo todo. Sem comentários!

Anônimo disse...

Patty contra República Tcheca (0), contra Espanha (3 lances livres), contra Japão (27) e contra França (0). Jogadora de um jogo só. Que beleza!

Anônimo disse...

Gente cade a Patty? . Igual a bactéria mesmo ninguém vê! e quando sente faz um puta estrago ruim. Pena que estou aqui outra vez para concretizar como estava certa desde o inicio. Ela não é jogadora de seleção. Acorda Zanon.
ATT. LAYLLA

Anônimo disse...

CADÊ A PATTY. MUITO RUIM SÓ JOGA BEM CONTRA TIMES FRACOS.
SAI FORA PATTY. PEDE PRA NÃO JOGAR POIS PASSAR TANTA BOLA ERRADA AFUNDA O TIME.

Anônimo disse...

ÚLTIMO QUARTO 15 PONTOS E ONDE ESTÁ A PATY? NÃO ACHEI ELA NO JOGO ALGUÉM SABE ONDE ELA SE ENCONTRA? VAMOS PATY MOSTRA TEUS 27 PONTOS NO JOGO VALE TUDO DA SUA VIDA.

Anônimo disse...

A Patricia leva corte toda hora e a Érika vai ajudar e a Gruda pontua. Acorda Zanon volta a Taty. Vergonha

Anônimo disse...

É desanimador ver esse nosso basquete feminino com um técnico que só quer chamar atenção para si e não respeita as atletas.É ridículo. melhor treinar aquele time horrível de sâo José no masculino. Ele não deve trabalhar com mulheres. Será que respeita sua esposa?

Anônimo disse...

É desanimador ver esse nosso basquete feminino com um técnico que só quer chamar atenção para si e não respeita as atletas.É ridículo. melhor treinar aquele time horrível de sâo José no masculino. Ele não deve trabalhar com mulheres. Será que respeita sua esposa?

Anônimo disse...

Já sabíamos que iria acontecer isso. Não é novidade pra ninguém e até que a diferença não foi muito grande.
Agora é a CBB tomar uma decisão de montar um time permanente, não só até as olimpíadas do Rio/2016, mas até a seleção estiver pronta para participar de um campeonato com dignidade.

Anônimo disse...

É engraçado para não começar com a palavra triste, pessoas com importância histórica para o basquete feminino falando, falando, mais não cobrando a falta de um campeonato.
No Brasil tem menina a mais de cinco meses sem jogar valendo alguma coisa
E tem gente falando de rodar as meninas a nível internacional....
é Brasil

Anônimo disse...

que pena garotas. Torci muito pois vi que dava pra avançar. Mas continuemos na luta que é dura, não desanimem. abçs

Henrique Baptista Silva disse...

Aqui não dá nem pra dizer:"Tem gente que fala mal". Porque 99% das opiniões,são "isso". O problema de regularidade das seleções tanto femina quanto masculina,são a instabilidade emocional. O que indigna o torcedor por saber que tem mais a oferecer,mas no momento decisivo;fraqueja. E perde. Diante de tudo isto,devemos pensar que,a nossa seleção feminina produz resultados superiores ao rendimento mostrado pelo masculino,e injustamente,recebe menos apoio financeiro e de infraestrutura. Vocês esperavam o quê ?! Que este contrasenso continuaria a nosso favor,apesar de tudo ? É exigir demais,que tudo continue dando certo sem investimento.

Anônimo disse...

Brasil no 12° lugar, vamos cair mais no ranking

Will do basquete disse...

Realmente, chegamos onde foi possível e previsível....
A proposta está lançada, renovação tem o seu preço... parabéns a quem está dando a cara a tapa...
Não faltou luta, pelo contrário foi o ponto forte...
Porém, tiremos lições dos jogos... extrema vontade e dedicação na defesa e desorganização tática e péssima performance técnica.... eficiência de equipe pré mirim ou mini..... jogadoras e comissão técnica corajosos tirem conclusões positivas e foquem seu trabalho no conhecimento tático aliado a eficiência individual, somente assim trabalhando muito, mas muito mesmo subiremos degrau por degrau, estar entre os 4 melhores deverá ser vossa meta, aperfeiçoem-se, busquem trabalhar melhor a bola, movimentar-se com mais inteligência sem ela, passes precisos e arremessos certeiros. De qualquer maneira, parabéns pela coragem... mas lembrem-se isso não é o suficiente. Assistam esgotadamente os vídeos dos jogos e tirem vossas próprias conclusões. A modalidade "Basquetebol" depende de vocês, da vossa humildade em reconhecer vossas qualidades e dificuldades.... Desçam do pedestal, arregacem as mangas e trabalhem arduamente.... São vocês e vocês, não tem mais ninguém que pode reverter a situação atual.
Abraços e vão a luta, sempre........

Schineider Oliveira disse...

Uma pena...quem uma essa modalidade sabe k poderiamos ir mais longe....parabens as meninas...ps: soh aas meninas

Anônimo disse...

Parabéns erika Damiris tati já que line e Nádia vocês fizeram muito pela nossa seleção kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Vocês esperavam o que? Com esse investimento de #*$@ que a CBB faz para o feminino, cada vez mais afundando.
O trabalho precisa começar aqui na base, no Brasil. Escolinhas, professores. Várias ex-atletas trabalham com isso, mas cadê a CBB? Cadê o investimento? Cadê o marketing para procurar novos parceiros e ajudar os clubes?
Hoje para continuar jogando tem que ter muito amor pelo basquete mesmo, pq o pouco caso que fazem é triste.
O Campeonato Paulista está tão apagado que nem temos notícias praticamente. O time campeão nacional, Americana, está enfrentando uma crise e pode não continuar tb. Brasilia provavelmente não vá disputar a LBF pela falta de patrocínio. Grandes clubes como Ourinhos, Catanduva, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, que sempre tiveram times competitivos, estão fora do basquete feminino.
Falta investimento e pessoas comprometidas com isso. Ninguém vai fazer milagre.
Outra coisa muito importante. Muita gente entra aqui para criticar jogadoras, detonar mesmo. O que é isso pessoal? Estamos torcendo por elas, estão representando o Brasil. Jogamos mal sim, não conseguimos seguir, mas não podemos ficar aqui condenando, temos que dar força, que continuem acreditando no basquete feminino do Brasil, que tenham força, garra e não desistam.
Vamos dar solução e parar de deixar o basquete feminino mais embaixo do que já está com esses comentários que não levam a lugar nenhum.

Anônimo disse...

Damiris treine, a Alessandra na sua idade já era uma realidade, você não(ainda espero que seja).Aprenda os fundamentos de sua posição.
Erica, você é uma boa jogadora, mas a Marta Sobral na sua idade jogava o fino do basquete, ela sim foi uma excelente pivô, voce é boa.
Nádia, aprenda os fundamentos básicos do basquete, pois não dar pra ir pra um mundial, depois de uma temporada de treinamentos na WNBA e chegar a comenter erros bobos de quem nao tem noçao do que esta fazendo em quadra.
Tainá, você não é uma Paula e nem mesmo uma Helem, assista varios videos de paula jogando, alem de outras grandes jogadoras de sua posição, treine. Como Paula sugeriu pra todas, treine arremessos, movimentação, PASSES, arremece duas mil bolas por dia.
Jaqueline, vá para clubes e seja feliz.
Clarissa, tem potencial, treine mais, jogo internacionais, não são jogos da LBF. Se prepare melhor, voce pode muito mais.
Tati, lembra da Janete? TREINE que voce pode.
Paty, se inspire na Hortência, tenha foco, tenha meta, queira ser a melhor.
Joyce e Ramona, voce tem vontade, so dependem de voces, treinem, facam do basquete sua vida, facam dos fundamentos do basquete seu sacerdócio.

A todas, ser ou não ser as melhores dependem mais dos seus esforços, do que de outros sistemas.