terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Campeãs mundiais de 1994 vão participar do Arremesso das Estrelas do NBB6

JE14 -  arremesso moças POST

Arremesso das Estrelas, desafio especial do Jogo das Estrelas do NBB6, conta com a participação de quatro campeãs mundiais

por Roberta Rodrigues

No Brasil, era madrugada do dia 12 de junho. O ano era 1994. Algumas pessoas dormiam, outras acordavam. Mas doze brasileiras estavam em um ginásio da Austrália para fazer história pelo seu país. Marcari, Luz, Sobral, Silva, Arcain, Souza, Oliveira, Santos, Gustavo, Pontello, dos Santos e Mello. À primeira vista, sobrenomes comuns desse grande território no Cone Sul, mas quando associados aos nomes Hortência, Helen, Leila, Paula, Janeth, Ruth, Alessandra, Cintia, Roseli, Simone, Adriana e Dalila se tornam uma coleção rara. Uma coleção, digamos, de ouro.

Esse foi o time que representou o Brasil na final do Campeonato Mundial de Basquete Feminino da Austrália, em 1994. E diante de todas essas, claro, estava o maestro Miguel Ângelo da Luz.

Naquele ano, o Brasil sagrou-se campeão do mundo com uma vitória por 96 a 87 sobre a China. Antes das orientais, o esquadrão liderado pelo trio Hortência, (Magic) Paula e Janeth derrotou a seleção dos Estados Unidos na semifinal em um jogo emocionante cujo placar final foi 110 a 107. O time americano tinha em seu elenco Lisa Leslie, Sheryl Swoopes, Teresa Edwards e Dawn Stanley.

Aquela geração do basquete feminino brasileiro é inesquecível. O título do mundial em 1994 ficará para sempre na memória dos fãs do esporte da bola laranja no Brasil, e com a Liga Nacional de Basquete não é diferente.

Durante os eventos dos Jogos das Estrelas do NBB6, em Fortaleza, o desafio Arremesso das Estrelas dará início às comemorações dos 20 anos da conquista do ouro na Austrália. 4 campeãs formarão equipes ao lado de um atleta da atual temporada do NBB e um ex-jogador.

Os times terão os nomes de 4 das mais belas praia cearenses.

Confira os trios para a disputa do Arremesso das Estrelas:

Time Jericoacara – André Goes, Rogério e Alessandra

Time Iracema – Cauê Borges, Chuí e Roseli

Time Canoa Quebrada – Guilherme Giovannoni, Marcel e Helen

Time Cumbuco – Arnaldinho, Pipoka e Janeth

Quer sentir um gostinho da emoção que foi lá do outro lado do mundo naquele 12 de junho de 1994? 

Confira os últimos minutos da semifinal contra os Estados Unidos:



Os últimos minutos da final contra a China:


Fonte: NBB

4 comentários:

Anônimo disse...

NBB? Não é LBF? Meu Deus, quanta falta de atenção.

Paulo Roberto disse...

Ao Anônimo das 11:20:

Nessa correria em que vivemos, a falta de atenção é um problema muito comum realmente, mas se você ler a matéria com calma, vai perceber que se trata do evento Jogo das Estrelas do NBB e não da LBF. Na dúvida, acesse o link "Fonte". Obrigado!

Anônimo disse...

esse ano tem sido muito positivo para o basquete feminino. muitas ações que nunca vimos. bacana esse prestígio da NBB para as meninas, além das novidades e o crescimento técnico da LBF, as jovens que estão crescendo.....falem o que quiser, mas a hortência tem feito um bom trabalho neste momento. parabéns pela iniciativa de todos!

Anônimo disse...

Nesse caso o mérito é do NBB e não da Hortência, que nem foi citada. O crescimento técnico dos clubes é mérito de quem investe nos clubes e não da Hortência. O surgimento de novas atletas é mérito de quem investe e treina as categorias de base há anos e não da Hortência. O único mérito da Hortência até agora foi ter uma ideia super original e inovadora, fazer um jogo de estrangeiras X brasileiras, coisa que toda liga tem. Ah, teve também outro mérito: inscrever uma equipe amadora na LBF, que perde das outras de 100 pontos de diferença.