terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Zanon assume time masculino de São José

O técnico da Seleção Brasileira Adulta Feminina, Luiz Augusto Zanon, irá comandar também a equipe masculina do São José/Unimed na sexta edição do Novo Basquete Brasil (NBB). O anúncio oficial será feito nesta terça-feira pela diretoria da equipe paulista, em São José dos Campos. Zanon, de 50 anos, assumiu o comando da Seleção no dia 28 de março de 2013 e conquistou o título invicto do Campeonato Sul-Americano e garantiu a vaga do Brasil no Campeonato Mundial da Turquia 2014.
“Fiquei muito feliz com o convite porque é uma excelente oportunidade profissional, mas só aceitei depois de conversar com o Vanderlei Mazzuchini (Diretor Técnico da CBB), já que o projeto olímpico Rio 2016 teve início no ano passado quando assumi o comando da equipe nacional. Vou continuar assistindo aos jogos da Liga Feminina em São José e acompanhando os jogos televisionados. Além disso, temos uma comissão técnica que continua fazendo suas observações”, explicou Zanon. “O importante é pensar e trabalhar em prol do basquete brasileiro. É mais um desafio em minha carreira que vou conseguir vencer”, completou.
“O Zanon é um excelente profissional e de forma alguma o seu trabalho no São José irá interferir no planejamento da Seleção Brasileira, que tem como principal competição em 2014 o Mundial da Turquia, em setembro. O Campeonato Sul-Americano será em agosto e os treinos desta temporada irão começar na segunda quinzena de julho“, explicou Vanderlei.
Segundo o dirigente, o contrato a ser assinado entre Zanon e São José prevê o atendimento imediato de qualquer convocação da CBB, não colocando em risco o projeto desenvolvido para a seleção brasileira feminina para os Jogos Olímpicos de 2016 e que passa pelo Mundial de 2014 e demais competições, inclusive as fases de treinamento.

Fonte: CBB

11 comentários:

Anônimo disse...

Melhor não opinar..

Anônimo disse...

Basquete feminino jogado às traças. No masculino temos um campeão olímpico com contrato de exclusividade, ninguém cogita que o Magnano coincilie o trabalho da seleção masculina com algum clube. Já no feminino, temos um técnico que caiu de pára-quedas no feminino, ganhou um título, quando não tinha adversário a altura e já passou a sentir o melhor do mundo e agora sai do cenário feminino e volta para comandar um clube masculino.
Não tem como conciliar dois trabalhos em dois universos distintos, o trabalho no feminino exige dedicação, planejamento, observação, estudo, conhecimento dos aversários, principalmente por se tratar de um técnico sem experiência internacional que quer fazer um trabalho de renovação.
Como ele é amigo do Vanderley, faz o que quiser e tá tudo certo. Péssimo!
Estamos cada vez piores!!!!!

Anônimo disse...

Melhor não opinar..X2

Anônimo disse...

È triste.....
Infelizmente estamos no Brasil, que amo, mas não consigo entender essas pessoas que estão no comando.....

Anônimo disse...

tbm prefiro não comentar

Anônimo disse...

Esse Zanon como pessoa,vale muito pouco.Não
consegue sustentar nem sentado o que ele fala em pé.
Essa atitude foi ridícula e o consentimento do Vanderlei
foi um pouco pior.Bem teria muitas outras coisas para
colocar mas, como não vai mudar nada,fico por aqui.

Abellardo Eper disse...

Deveria ser desligado da seleção para fazer o que quer e o que gosta, sem obstáculos.

Mas enfim, ele e alguns devem pensar, se o Bernardinho (Volei) consegue, por que ele não?

Vai ver que foi por isso que aceitou que o basquete feminino não fosse ao sul-americano. Ganhou o direito de ir pra SJ como um cala boca!

Sta. Ignorância disse...

O certo era tirar o Zanon e deixar a seleção no comando do Cedra e da Janeth como auxiliar...

Anônimo disse...

Santa ignorância,o nome já diz tudo.Voce inverteu.
Janete como técnica e o Cedra como terceiro assistente
na frentedele vem o Júlio Patrício que é muito melhor
que o Cedra.

Anônimo disse...

Janeth só pode ser piada né? Parece que esqueceram que ela ficou em penúltimo no Mundial sub-17. PENÚLTIMO LUGAR perdendo para POTÊNCIAS como Holanda, Japão e MALI!!!!! Acordem, bom dia!

Anônimo disse...

As coisas são difíceis para o basquete feminino. Quando a Hortência estava lá e tinha carta branca, só fazia burradas e preferia técnicos inexpressivos para poder mandar no trabalho deles. Agora com o Vanderlei, o basquete feminino está abandonado de vez.

No masculino temos um técnico campeão olímpico com contrato de exclusividade, no feminino temos um técnico sem experiência internacional e que agora vai se dedicar a um clube masculino.

Se houvesse igualdade, o feminino teria um treinador estrangeiro do mesmo nível do Magnano, não um Carlos Colinas da vida, que nem experiência no basquete adulto tinha, mas um treinador com títulos expressivos no currículo.