segunda-feira, 16 de julho de 2012

Seleção encara americanas em amistoso em Washington

20120716_114678_adrianinhagdefotocolin A segunda-feira (16/07) será um dia especial para o Brasil, que terá suas duas seleções adultas em quadra contra os Estados Unidos. Caberá à Seleção Brasileira feminina a responsabilidade de abrir o show no Verizon Center, às 18h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no Sportv, e a possibilidade de se apresentar a uma presença para lá de especial na arquibancada: o presidente americano Barack Obama.
"Esse evento está muito valorizado, e essa possibilidade de ter uma personalidade mundial, com o Obama, tão próximo, tem deixado as meninas animadas, enobrecidas. Será um jogo de altíssimo nível, uma rodada dupla com o masculino, e poder incluir isso na nossa preparação olímpica é motivo de orgulho", contou o técnico Luís Cláudio Tarallo, que comandou dois treinos neste domingo (15), na quadra da George Washington University.
Na manhã desta segunda acontece a sessão de arremessos no Verizon Center, que precederá o treinamento das americanas. A seleção feminina dos Estados Unidos é a atual tetracampeã olímpica - em 1996 a medalha de prata ficou com o Brasil - e Tarallo sabe dessa força. Mesmo assim, ele tem consciência de que é possível jogar de igual para igual, principalmente com o time brasileiro estando completo, 100% fisicamente, motivado e em melhora visível.
"Queremos utilizar esse jogo como uma espécie de exercício de busca pela vitória. Os Estados Unidos são um time exageradamente forte, com muitas Olimpíadas vencidas de forma invicta, e para nós será muito bom enfrentá-las. Tenho trabalhado sempre com as meninas a necessidade de buscar forças o tempo inteiro, para ganhar com o jogo que fizermos. Este é o grande objetivo que temos visando as Olimpíadas", explicou.
Além das vantagens coletivas do amistoso contra os EUA, Luís Carlos Tarallo terá a possibilidade de seguir adaptando Damiris à posição de ala. Desde que foi draftada, a nova jogadora do Minnesota Lynx enfrentará pela primeira vez as americanas. O técnico brasileiro só vê vantagens nessa nova função, já que possibilita um time muito alto e forte fisicamente, com Clarissa e Érika como pivôs.
"A Damiris é uma jovem muito versátil, que tem tudo para ser uma grande ala, porque é bem alta, ágil, tem bom trabalho de pés e assimila tudo muito rápido. Ela não se enrola com as diferenças de movimentação nas duas posições que pode jogar. Já a testamos como ala contra Austrália e Cuba, e vamos ver como se sai agora. É muito bom tê-la como ala, porque precisamos ter um garrafão bem encorpado, já que pegaremos equipes altas e fortes nos Jogos Olímpicos", explicou.
Após a partida da seleção feminina, será a vez do time masculino enfrentar os Estados Unidos. O Sportv transmite ao vivo a partir das 21h (horário de Brasília).

domingo, 15 de julho de 2012

Kawanni comemora aniversário durante os treinos para o Mundial Sub-17

Finalizando a primeira semana de preparação, a ala Kawanni Firmino comemorou o 17º aniversário ao lado de suas companheiras de equipe, que estão se preparando para o 2º Mundial Sub-17 Feminino, que será realizado entre os dias 17 a 20 de agosto em Amsterdã, na Holanda.

Kawanni agradeceu a festa e falou que o melhor presente que pode receber é o título mundial.

"Eu nunca passei meu aniversário longe da minha família. Mas estou muito feliz, pois as meninas são como se fossem também minha família. Conheço a maioria delas há cerca de três anos e já temos bastante intimidade. Se eu pudesse escolher um presente, com certeza, seria o título mundial", disse a ala brasileira que defende o time do ADC Bradesco (SP).

As atletas estão concentradas no hotel Estância Santa Mônica, já os treinamentos acontecem no ginásio da Área de Lazer do Trabalhador Vereador José Finamore, em Louveira (SP). A preparação brasileira está sendo realizada em parceria da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) com a Prefeitura Municipal de Louveira. Sobre a preparação a ala destacou o foco do grupo.

"A preparação está bastante puxada, mas nós estamos bem focadas no objetivo. Estou bastante ansiosa para iniciar as disputas do Mundial, com a convicção que vamos fazer um grande campeonato", afirmou Kawanni.

Forma de Disputa
Durante a primeira rodada, as seleções se enfrentam dentro de seus respectivos grupos e as quatro melhores equipes avançam à fase eliminatória (quartas de final, semifinal e final). O atual campeão é o Estados Unidos, que levou o ouro em 2010, na França, na primeira edição da competição.

SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-17 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – UF

Bianca Araújo da Silva – pivô - 16 anos - 1,89m- A.D. Santo André (SP)- SP
Camila Pereira da Silva – ala - 17 anos - 1,74m- ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Carla Patrícia Silva Lucchini – armadora - 16anos - 1,70m - DIVINO/COC/Jundiaí (SP) - SP
Caroline Fernanda dos Reis Oliveira – ala - 15anos - 1,76m - APAB Barretos (SP)- SP
Daphner Pezavento Porto – pivô - 17 anos - 1,90m- ADC Bradesco (SP) – SP
Izabella Frederico Sangalli – ala - 17 anos -1,84m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Kananda Ribeiro Benedicto – ala/pivô - 16 anos -1,78m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Kawanni Silva Dantas Firmino – ala - 16 anos -1,84m - ADC Bradesco (SP) – SP
Laís Cristina Ferreira da Silva – ala - 17 anos- 1,71m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Larissa Jerônimo Carneiro – armadora - 15 anos -1,65m - A.B. Presidente Venceslau (SP) – SP
Letícia da Silva Marcelino – armadora - 17 anos- 1,65m - ADC Bradesco (SP) – SP
Ingrid Maia de Oliveira - lateral - 17 anos -1,68m - A.C.E. Ourinhos (SP) - RO
Maíra Fernanda de Andrade – pivô - 16 anos -1,85m - A.E. São José Basketball (SP) – SP
Monique Teresa Soares Pereira – pivô - 15 anos -1,87m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Raphaella Monteiro da Silva – ala - 17 anos -1,83m – Mangueira (RJ) – RJ
Tayna Fernanda dos Reis – armadora - 16 anos -1,63m - APAB Barretos (SP) – SP
Vitória Maria Domingos Marcelino – pivô - 16anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) – SP

Comissão Técnica
Diretora: Hortência Marcari
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnica: Janeth Arcain
Assistentes Técnicos: Elias Rudek e Adriana Santos
Preparador Físico: Lucinei Carlos da Silva
Médica: Daniela Santini
Fisioterapeuta: Thayse Lins

PROGRAMAÇÃO

- TREINAMENTOS:

Período: 09/07 a 08/08
Local: Área de Lazer do Trabalhador Vereador José Finamore
Endereço: Rodovia Romildo Prado, s/n° – km1 –Louveira/SP

- Domingo (dia 15 de julho)
19h - Reapresentação

- Segunda-feira (dia 16 de julho)
08h15 - Academia
09h45 às 12h - Treino
16h30 às 18h30 - Treino

- Terça-feira (dia 17 de julho)
08h15 - Academia
09h45 às 12h - Treino
16h30 às 18h30 - Treino

- Quarta-feira (dia 18 de julho)
09h45 às 12h - Treino

- Quinta-feira (dia 19 de julho)
08h15 - Academia
09h45 às 12h - Treino
16h30 às 18h30 - Treino

- Sexta-feira (dia 20 de julho)
08h15 - Academia
09h45 às 12h - Treino
16h30 às 18h30 - Treino

- Sábado (dia 21 de julho)
09h45 às 12h - Treino

- SUMMER TOURNAMENT
Período: 10 a 12/08
Local: Itália

- 2º MUNDIAL SUB-17 FEMININO
Período: 17 a 20/08
Local: Amsterdã/Holanda

Blumenau vence a Taça Catarinense

O Blumenau/UNIASSELVI/Vasto Verde garantiu o bicampeonato da 10ª Taça Catarinense de Basquete (TCB) – Troféu Álvaro Muniz, ao superar o Chapecó, por 86 a 45, em final disputada no sábado (07 de julho), no ginásio da Barra, em Balneário Camboriú (SC).

Segundo o técnico da equipe, João de Almeida Camargo, o grupo lutou e conquistou o objetivo. “Conseguimos um ótimo desempenho e agora temos um novo desafio no Campeonato Sul-Brasileiro, vamos buscar o tricampeonato”.

Confira os resultados do reprsentante de Blumenau nesta competição:
Blumenau/UNIASSELVI/Vasto Verde 99 x 33 Jaraguá do Sul
Blumenau/UNIASSELVI/Vasto Verde 75 x 40 Maringá-PR
Blumenau/UNIASSELVI/Vasto Verde 86 x 45 Chapecó

Fonte: LBF

Magic Paula visita seleção olímpica antes da viagem para os Estados Unidos

Um dia antes do embarque da Seleção Brasileira Adulta Feminina, a ex-jogadora Magic Paula esteve no hotel da equipe para desejar boa sorte e realizar uma palestra de incentivo. Paula falou sobre a importância da união do grupo e do sonho de poder conquistar os objetivos.

"Quando começaram a jogar, todas que estão aqui sonharam em um dia estar na seleção, além do reconhecimento como as melhores do país. Sonhar é muito importante, mas é preciso ir atrás dos sonhos para transformá-los em algo real. Outro fator que deve ser levado em conta é a união de todas para o sucesso da equipe. Acredito que tem coisas que não devemos deixar para amanhã, então desejo que todas aproveitem para viver este momento em grupo. Acho que elas devem ter sempre em mente o que tiveram que passar para chegar na seleção e usar isso a favor", frisou Magic Paula.

Fonte: CBB

‘Outra pessoa’, Iziane leva sua montanha-russa rumo a Londres

Por Rodrigo Alves

Quando Iziane pisou em solo olímpico pela primeira vez, em Atenas-2004, o penteado ainda exibia tranças daquelas que dão um trabalhão para fazer. A ala tinha 22 anos e, de lá para cá, muito vento passou por aqueles cabelos. Hoje eles estão alisados, presos num curto rabo-de-cavalo, mas as mudanças vão muito além da aparência. Durante quase uma década, a jogadora se lançou numa montanha-russa. Subiu até o topo e chegou a ser considerada o nome ideal para tocar o barco do basquete feminino após as saídas de Hortência, Paula e Janeth. Desceu em queda livre quando se recusou a entrar em quadra numa partida do Pré-Olímpico de 2008 e, com o rótulo da insubordinação colado na testa, não foi a Pequim. Voltou a subir lentamente, reencontrou raízes ao trocar a WNBA pelo Maranhão, e agora se diz pronta e madura para voltar ao palco mais nobre do esporte mundial. Vestindo a mesma camisa amarela que já lhe rendeu um bocado de alegria e outro tanto de polêmica.
 
 
Na noite da sexta-feira 13, Iziane e mais 11 jogadoras embarcaram para os Estados Unidos, já com a cabeça em Londres. Após o amistoso contra as americanas, elas partem para a Europa e ainda disputam um torneio preparatório antes da estreia olímpica, no dia 28, contra a França. A jornada sob comando do técnico Luís Cláudio Tarallo, em Jundiaí, no interior paulista, rendeu mais de 70 dias de treino em clima de paz. Dentro da quadra, a ala chama o jogo, mas fala pouco. Conversa ao pé do ouvido com uma, orienta outra, mas basicamente trabalha em silêncio.

Já apareceu o bastante em 2008, quando descumpriu ordem do treinador Paulo Bassul no jogo contra a Bielorrússia e pagou caro. Não só com a ausência em Pequim, mas com a fama de rebelde que a persegue até hoje. O retorno a São Luís na última temporada, para disputar a Liga de Basquete Feminino pelo time que criou em sua cidade natal, ajudou a acalmar os ânimos. Hoje ela diz ainda não entender o tamanho da repercussão do episódio há quatro anos, mas, em todo caso, garante que mudou e amadureceu.

- Hoje sou uma jogadora mais experiente e uma mulher mais experiente. Sou outra pessoa. A gente muda, a gente aprende. O tempo passa, e a gente vai evoluindo – afirma Iziane, que acumula com a seleção o bronze no Pan do ano passado, o quarto lugar em Atenas-2004 e três participações em Campeonatos Mundiais.

No papo com o GLOBOESPORTE.COM após o penúltimo treino em Jundiaí antes do embarque para os EUA, a jogadora de 30 anos e 1,82m admite o tropeço em 2008, mas se diz pronta para virar a página e puxar o ataque brasileiro rumo ao pódio em Londres.

GLOBOESPORTE.COM: Disputar as Olimpíadas não chega a ser novidade para você, mas já se vão oito anos desde sua última participação. O retorno te deixa nervosa?
IZIANE:
O frio na barriga não é nem pelo fato de ser Olimpíadas, mas toda vez que a gente veste a camisa da seleção dá esse friozinho. É uma responsabilidade. O povo brasileiro é tão carente de vitórias, e se a gente parar para pensar, é muita coisa. É isso que eu sinto, mais do que tudo. Lembro de Atenas, de como é legal. Você compartilha um grande momento esportivo com todo mundo. Dá para assistir às competições, mas vale até ficar sentada lá na Vila Olímpica, com todo mundo junto, torcendo pelo Brasil, para o quadro de medalhas ficar bom.

De 2004 até agora, muito aconteceu. O que mudou na Iziane nestes oito anos?
Muita coisa. São oito anos que se passaram, e eu amadureci com eles. Vivi muitas coisas, joguei em muitos lugares. Hoje sou uma jogadora mais experiente e uma mulher mais experiente. Sou outra pessoa. A gente muda, a gente aprende. O tempo passa e a gente vai evoluindo.

Com essa nova Iziane, o que dá para esperar da seleção em Londres? Na sua cabeça existe a meta da medalha? Com certeza. Hoje a diferença que existe entre as seleções é um jogo, um momento. Nós estamos fazendo por onde, queremos ter esse momento a nosso favor. Treinamos mais de 70 dias, melhorando o que tem de ser melhorado para chegar lá e dar o que o Brasil precisa para ganhar essa medalha. Não estamos só desejando, estamos nos preparando. A equipe americana ainda é superior, mas as outras estão muito iguais. É questão de jogo, de momento. Você tem que estar bem e levar a melhor.

Você tem a noção de que todos os olhos vão estar em cima de você?
Sim. Até nas conversas com o Tarallo, ele já colocou isso para mim, ele quer que eu tenha um papel no sistema ofensivo, sendo uma jogadora que define mais e chama o jogo nos momentos mais importantes. Sei da minha responsabilidade, mas sei que é um grupo e todo mundo tem que dar o seu melhor. Não vamos ganhar só com uma, duas ou três jogadoras. Vamos precisar de todas. Os Estados Unidos, por exemplo, têm 12 jogadoras no mesmo nível, que podem rodar à vontade. A gente não pode se dar ao luxo de uma não contribuir durante uma partida.

Essa vontade de estar em quadra nos momentos importantes chegou ao extremo naquele episódio de 2008, quando você se recusou a voltar no fim do jogo contra a Bielorrússia, no Pré-Olímpico mundial. Olhando para trás, você faria diferente ou ainda acha que aquilo foi certo? Não, eu nunca achei que foi certo. Foi uma atitude de emoção daquele momento, mas nunca achei que foi uma atitude certa. É lógico que, quando recordo tudo que aconteceu, penso: “Nossa, por que tudo isso?”. Eu não imaginava. E como eu não estava no Brasil depois daquele torneio, nem vivenciei tudo isso, né. A repercussão foi só de um lado, porque eu não estava aqui.

Você tem ideia da imagem negativa que passou para a torcida?
Com certeza, porque só viram um lado da história, o outro lado não estava aqui para se defender. Então só se bateu em uma tecla. A mídia colocou o que dá ibope, mas a história foi outra, porque não houve nada além daquele momento ali. Nunca houve falta de respeito com ele (o então técnico Paulo Bassul), briga, nada disso. Foi só aquilo no jogo.

As críticas te incomodam? Você costuma ler o que sai na imprensa?
Não. Eu não ligo, não leio, não me importa. Nestes anos, eu aprendi a saber qual é o meu valor e tirar proveito apenas do que me faz crescer. O resto nem passa por mim.

Hoje você parece se dar muito bem com o treinador da seleção, o Luís Cláudio Tarallo, que já trabalhou contigo. Como tem sido o convívio? Muito bom. O principal do Tarallo é que ele traz para este grupo uma característica do Brasil que ficou um pouco para trás, que é ser um time rápido e ofensivo. A gente se sempre se deu bem jogando assim e perdeu um pouco isso nos últimos anos. O grupo também facilita esse estilo, e ele traz isso para a filosofia de trabalho dele. É claro que, sendo um técnico que já treinou todo mundo aqui, fica muito mais fácil. São 72 dias de treinamento, então não temos do que reclamar.

Em outras oportunidades você se apresentou em cima da hora e não pôde treinar com o grupo desde o início, como fez agora. Isso faz diferença?
Muita. É muito importante todo mundo estar à disposição para o trabalho que a comissão técnica se dispôs a fazer. Até para avaliar se deu certo ou não, o que precisa mudar. A equipe deu um salto de qualidade muito bom. E ajuda muito no entrosamento. Apesar de eu já ter jogado com muitas dessas atletas, outras são mais novas, então acaba sendo fundamental.

Seu processo de mudança também incluiu um retorno às raízes, no ano passado, quando você voltou a morar em São Luís e jogou a liga nacional pelo Maranhão. O reencontro com a sua casa te ajudou a amadurecer? A amadurecer, não. Acho que eu já atingi o amadurecimento da minha carreira. Dizem que o atleta chega lá entre os 28 e 32 anos, e acho que eu estou lá. O mais importante desse retorno foi sentir o carinho e o orgulho do meu povo. Eu montei essa equipe sem saber o que esperar. Eles apoiaram de coração, e isso foi muito importante para o basquete feminino. É muito legal sentir esse carinho.

E a família, o que achou de você ter voltado após tanto tempo fora?
Ah, a família e os amigos gostaram muito. Até o pessoal que era do esporte, que ia aos jogos, todo mundo achou legal a iniciativa, porque não foi uma coisa só para o basquete, foi para o esporte em geral. Todo mundo estava torcendo, se reencontrando, confraternizando.

Fonte: Globo Esporte

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Iziane diz que seleção tem grandes chances de medalha (SPORTV)

Uma das principais esperanças brasileiras da seleção feminina de basquete, a ala Iziane diz que o torcedor brasileiro pode ficar confiante com as perspectivas da equipe nos Jogos Olímpicos de Londres. Para a jogadora, as chances de medalhas são "grandes".

- Temos grandes possibilidades de trazer uma medalha. Acho que o torcedor pode ficar contente que vamos dar o máximo para trazer uma medalha olímpica - disse a ala no "Arena" desta quinta-feira.

Na primeira fase, o Brasil está no Grupo B ao lado de Turquia, França, Canadá, Austrália, Grã-Bretanha e Rússia. Chave considerada como a da morte, com as fortíssimas australianas e russas.

Apesar da chave ter sido lamentada por Luiz Carlos Tarallo, treinador da seleção nacional, Iziane vê o país jogando de igual para igual com as concorrentes.

- A chave é forte, mas acho que, em um campeonato como Olimpíadas, não tem jogo fácil. Todo jogo tem que ser encarado como uma final - complementou.

Iziane aproveitou para elogiar Tarallo. Segundo ela, o treinador mantém a característica do basquete brasileiro, que é a velocidade, além de montar uma defesa bem agressiva. Segundo ela, isto pode ser o grande diferencial da seleção em Londres.

Antes de embarcar para Londres, o Brasil terá quatro amistosos pela frente: Estados Unidos (dia 16) e China, França e Austrália (entre 20 e 22 de julho), em torneio realizado em solo francês.

Vídeo: aqui!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Seleção se reapresenta hoje para últimos amistosos antes da estreia em Londres

20120710_474480_Clarissa_gde Depois dos amistosos em Foz do Iguaçu (PR), e a definição das 12 jogadoras que vão defender a Seleção Brasileira Adulta Feminina em Londres, a equipe do Luís Cláudio Tarallo se reapresenta em Jundiaí (SP), nesta quarta-feira (11). Esta será a última atividade das atletas em solo nacional, antes das disputas Olímpicas. Durante os dias 11, 12 e 13 de julho, a equipe irá realizar um total de quatro treinos no ginásio do Clube Jundiaiense (Rod. Vereador Geraldo Dias, Km 70.4 Parque Centenário - Jundiaí).
No dia 13 (sexta-feira), as atletas embarcam rumo a Washington D.C., nos Estados Unidos, onde farão treinamentos e ainda um jogo amistoso contra as donas da casa, no dia 16 de julho. Antes da entrada na Vila Olímpica, em Londres, o time participa de jogos na França, entre os dias 20 e 22 de julho, contra as seleções de China, Austrália e França.
"Fiquei muito contente com o resultado dos amistosos contra Cuba, e a evolução do grupo. Esses jogos foram muito positivos, pois tivemos a oportunidade de analisar a equipe já com as 12 jogadoras definidas. A nossa expectativa é continuar nessa evolução constante para chegar em Londres com cem por cento de aproveitamento”, analisou a pivô carioca Clarissa.

Marta distribui uniformes em Heliópolis

vivo

Medalha de bronze nas Olimpíadas de Sydney (2000), e prata em Atlanta (1996), a ex-jogadora de basquete Marta Sobral sabe a real importância do esporte na vida das pessoas. Idealizadora do Instituto Lance Livre e com patrocínio da VIVO, a ex-atleta da Seleção Brasileira deu mais um passo no projeto Lance Livre, que insere crianças da região de Heliópolis no esporte da bola laranja.

No decorrer desta semana, estão sendo distribuídos os uniformes para que os jovens atletas possam praticar o basquete da melhor forma. Atualmente, o projeto Lance Livre atende 495 crianças e adolescentes de 06 a 14 anos. As atividades acontecem desde a última segunda-feira, e se estendem até a sexta-feira, com participação da VIVO.

“Nosso intuito é incentivar a prática de atividades físicas regulares e fazer com que todos a vejam como um hábito prazeroso, que promove a integração entre pessoas de diferentes faixas etárias e classes sociais”, disse Marta Sobral, idealizado do projeto e do instituto Lance Livre.

As aulas acontecem semanalmente em diversos núcleos. Terças e quintas as atividades ocorrem no núcleo Mina, localizado na Rua da Mina, n°38, em Heliópolis, e no núcleo Sacomã, que fica na Rua Canção do Exílio, no Jardim São Silvério. Já nas quartas e sextas, as aulas de basquete acontecem na Rua Coronel Silva Castro, n° 58, e na Rua São Gregório, n° 10, ambos na Cidade Nova Heliópolis, em São Paulo.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Futuro do Divino/COC na Série A-1 ainda é incerto

A diretoria do Divino/COC aguarda para definir o futuro do time adulto de basquete feminino, que encerrou a participação na primeira fase do Campeonato Paulista no último sábado, com derrota por 72 a 60 para Presidente Venceslau. A equipe jundiaiense ficou com a segunda colocação, com 14 pontos (seis vitórias e duas derrotas), e garantiu classificação para o Campeonato Paulista da Série A1, junto com Presidente Venceslau, Guarulhos e São Caetano.

No entanto, a participação do Divino na primeira divisão do Estadual deve ser confirmada somente no dia 18, quando as quatro equipes e as seis já classificadas (Americana, Santo André, Ourinhos, Catanduva, Araçatuba e São José) devem se reunir com representantes da Federação Paulista de Basquete. "Ainda não temos uma resposta definitiva sobre a nossa participação na primeira divisão.

Precisamos ver de que forma e se a federação vai ajudar os times", comenta o supervisor de basquete feminino Paulo Martignago. O ponto principal das negociações gira em torno da taxa de arbitragem, que beira os R$ 2,5 mil por partida. "Como está, não dá, porque são vários jogos e o Divino tem equipes em várias categorias. Se a gente tiver um respaldo da federação, vamos jogar a A1", disse.

Caso não haja um acordo, o Divino deve jogar a segunda divisão do Estadual. Segundo Martignago, a diretoria do time também está em busca de novos investidores. "É o que precisamos, porque nosso grande objetivo é disputar a Liga Nacional. Jundiaí precisa disso. A última vez que comemoramos um campeonato nacional foi em 2005, com o Paulista", comentou.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Seleção sub-18 de basquete dá início aos treinos no Praia Clube


Com o bronze conquistado em 2011 pelo Mundial, a seleção feminina de basquete sub-18 garantiu a vaga e se prepara para disputar a Copa América, em agosto. E a concentração começa em Uberlândia, que vai sediar os treinos até 20 de julho, no Praia Clube. Segundo o treinador, a escolha não foi aleatória.

- Uberlândia tem uma história no basquete sensacional! São muitos anos, equipes profissionais, então podemos dizer que é um polo do basquete. A estrutura aqui é fantástica e a CBB valoriza muito isso. Estão nos acolhendo muito bem também e acredito que a equipe tem muito a crescer aqui - disse Júlio César Patrício.

Fonte: Globo Esporte

Cintia Luz deixa as quadras e passa a integrar a comissão técnica de Blumenau

A ala Cintia Luz, do Blumenau Vasto Verde/UNIASSELVI/FMD, que foi a atleta mais experiente da segunda edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2011/2012, entrando em quadra aos 40 anos (25 de novembro de 1971), ‘pendurou o tênis’, mas não vai se afastar do basquetebol. A agora ex-jogadora, já vem trabalhando como treinadora nas equipes de base do representante de Blumenau e será também assistente do técnico João Almeida Camargo Neto no time adulta.

De acordo com Cíntia, o trabalho caminha positivamente. “Está sendo muito bom, estamos reestruturando a base, porque temos muitos problemas, e recrutando jogadoras. A Uniasselvi, que nos patrocina, abriu um polo da modalidade dentro da faculdade e a aceitação está muito boa, com várias garotas fazendo basquete”, comenta Cíntia.

“No adulto, estou aprendendo bastante com o Camargo (técnico), já tive a oportunidade de dar treinos. Realmente, está sendo ótimo”, acrescenta a ex-jogadora.

Na edição de 2011/2012 da LBF, o representante catarinense ficou com a sétima colocação na classificação geral, com 31,3% de aproveitamento – 05 vitórias e 11 derrotas. O último jogo de Cíntia Luz aconteceu no dia 18 de março de 2012 (domingo), na cidade de Ourinhos (SP), quando o representante de Santa Catarina foi derrotado pelo Ourinhos Basquete, no segundo jogo da série melhor-de-três do playoff – quartas-de-final, por 64 a 48.

Na sua última competição oficial disputada, Cíntia atuou em 18 jogos e teve 308 minutos de presença em quadra. No aproveitamento dos arremessos, a camisa 12 teve 40.0% nos três pontos; 45,5% nos dois pontos; e 71.4% nos lances livres. Já as médias por jogo foram estes: 4.3 pontos; 1.2 rebotes; 1.3 assistências; 0.7 bolas recuperadas; e 0.1 bloqueios.

Para o futuro, a Luz almeja a carreira de treinadora. “Quero seguir trabalhando com a modalidade, pois adoro estar no meio do basquete, esse esporte que me deu tudo e quero retribuir. Eu amo essa modalidade e quero viver isso a minha vida toda”, finaliza.

Fonte: LBF

domingo, 8 de julho de 2012

Fabi Guedes é cestinha da primeira fase do Paulista

Venceslau

A pivô Fabi Guedes, um dos principais reforços do Colégio Uniesp/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau para esta temporada, encerrou a Primeira Fase do Campeonato Paulista Feminino – 2012 como a principal cestinha, registrando média de 20.0 pontos por partida. O time de Presidente Venceslau, comandado pelo técnico Flávio Antônio Prado, ficou com a primeira colocação na etapa inicial do estadual, somando 15 pontos, em oito partidas disputadas (07 vitórias e 01 derrota).

Ao todo, a atleta marcou 122 pontos, em seis jogos realizados. A principal marca de Fabiana aconteceu no duelo contra o Asser/SEME Rio Claro, quando anotou 26 pontos. Em outras três oportunidades, a pivô registrou 21 pontos: contra o Cristo Rei/SEL/FAIP Marilia, Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba e XV/Unimep/Amhpla/Selam/Self Idiomas.

Na segunda colocação ficou Fernanda Santos, do Guaru ESD/Esporte Guarulhos, com média de 18.0 pontos por jogo, seguida pela companheira de clube, Laís de Souza, que concluiu a competição com média de 17.0 pontos. Em seguida, Andressa Arantes, do Colégio Uniesp/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau (16.0 pontos de média), ficou no quarto lugar, e Carolina da Costa, do XV/Unimep/Amhpla/Selam/Self Idiomas (13.0 pontos de média), apareceu na quinta colocação.

Tarallo aprova atuação do Brasil e projeta crescimento até Londres

Depois de perder três jogos para a Austrália, fora de casa, a Seleção Brasileira não teve dificuldades para vencer dois jogos contra Cuba, em Foz do Iguaçu (PR).
  
Apesar de ter enfrentado um time tecnicamente mais fraco e que nem vai a Olimpíada de Londres, o técnico Luís Cláudio Tarallo aprovou a evolução da Seleção.

- Dá para cresecer ainda. Nesta semana começamos a fazer um trabalho de potência e velocidade com as jogadoras. Acredito que com os jogos que teremos pela frente até a olimpíada (Estados Unidos, França, China e Austrália) chegaremos bem - disse o treinador.

Cestinha na vitória deste domingo contra as cubanas (91 a 61), com 26 pontos, a ala Iziane viu o time com uma boa postura e projetou um crescimento.

- Em relação aos jogos na Austrália deu uma evoluída boa, acho que estamos com uns 80% de onde queremos chegar. vamos aproveitar os próximos jogos para acertar ainda mais as coisas - afirmou.

Fonte: Lancenet

Brasil vence Cuba no segundo amistoso

20120708_315289_zzgde

A Seleção Brasileira Adulta Feminina encerrou o Desafio Eletrobras com mais uma vitória sobre Cuba, neste domingo (08/07), no ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu (PR). Desta vez, o time comandado pelo técnico Luís Cláudio Tarallo venceu por 91 a 61, com 26 pontos da cestinha Iziane e outro duplo-duplo da pivô Érika - 17 pontos e 17 rebotes.
Agora, o grupo volta para Jundiaí (SP), onde faz mais alguns treinamentos antes da viagem para Washington DC. Lá, o adversário é o Estados Unidos, no dia 16 de julho, no Verizon Center, em rodada dupla com a seleção masculina. Logo depois, o Brasil pega Austrália, França e China num torneio em Lille (FRA).
"O jogo contra os Estados Unidos será um jogo bom para treinarmos o nosso time e vermos o que ainda temos que fazer, sem ter que nos preocuparmos com o que elas estão fazendo. O time já deu uma evoluída boa, acredito que estamos em 80% da nossa condição", analisou Iziane.
O jogo
O Brasil começou a partida já se impondo contra Cuba e, em poucos minutos, abriu oito pontos de vantagem. Comandada por Adrianinha, a seleção trocava passes no garrafão adversário enquanto Érika fugia da forte marcação, até que os espaços apareceram. A pivô foi perfeita nos arremessos, anotou seis pontos no primeiro quarto, e a armadora converteu oito, deixando o placar em 17 a 9.
No segundo quarto, Tarallo aproveitou para rodar a equipe, e o Brasil seguiu superior. Com uma forte marcação e com facilidade para chegar ao ataque, a seleção dominou as ações e, em belo contra-ataque de Karla, que chegou livre no garrafão adversário, o placar subiu para 30 a 18. O placar no intervalo era 35 a 25.
Na volta, Iziane roubou a cena com boas infiltrações e liderou o Brasil em sua melhor etapa da partida, com 31 a 19. Nos últimos dez minutos a seleção só administrou o resultado, fechado em 91 a 61.
BRASIL (17+18+31+25 = 91)
Adrianinha (14 pontos, 05 rebotes e 05 assistências); Karla (06 pontos, 02 rebote e 06 assistências), Chuca (02 rebotes), Joice (02 pontos, 01 rebote e 01 assistências), Iziane (26 pontos, 02 rebotes e 04 assistências), Franciele (06 pontos e 04 rebotes), Silvinha (04 pontos, 01 rebote e 01 assistências), Clarissa (01 pontos, 05 rebotes e 05 assistências), Damiris (06 pontos, 02 rebotes e 01 assistência), Nádia (05 pontos e 03 rebotes); Érika (17 pontos e 17 rebotes e 01 assistência) e Tássia (04 pontos). Técnico: Luís Cláudio Tarallo.
CUBA (9+16+19+17 = 61)
Islen (14 pontos); Anislaydis (07 pontos); Lisdeyvi (02 pontos); Oyanaisi; Arlenis (02 pontos); Yamara (02 pontos); Edith; Gonzales (06 pontos); Taimi (04 pontos); Leyds (08 pontos) e Suchitel (18 pontos). Técnico: Alberto Sabala.

sábado, 7 de julho de 2012

Tarallo diz temer sequência inicial da Seleção na Olimpíada

A entrada da França e do Canadá no grupo da Seleção Brasileira feminina nos Jogos Olímpicos de Londres não agradou nem um pouco ao técnico Luís Cláudio Tarallo.

A definição dos dois adversários restantes aconteceu na última semana, após a disputa do Pré-Olímpico Mundial de Ancara (TUR).
– Torcia muito para que França e República Tcheca, as duas europeias mais fortes neste torneio, não caíssem no nosso grupo. Nossa chave ficou muito complicada – disse o treinador.

Tarallo, inclusive, afirmou temer a ordem de confrontos em Londres. Depois de estrear diante das francesas, em 28 de julho, a equipe nacional enfrentará a Rússia no dia 30 e a Austrália no dia 1. Na primeira fase, ainda terá pela frente seleções mais fracas, como o Canadá (3 de agosto) e Grã-Bretanha (5).

– Já venho trabalhando esta questão com as meninas desde agora. Não gostei nem um pouco desta ordem. Se você não consgue aprontar uma surpresa e perde os três primeiros jogos, o time chega com um desgaste para partidas contra adversários que estão brigando pela mesma posição que a gente – disse o treinador.

Antes da estreia na Olimpíada, o Brasil ainda fará cinco amistosos. Neste domingo, faz a última partida em território nacional, contra Cuba, em Foz do Iguaçu (PR).

Fonte: Lancenet 

Destaque contra Cuba, Érika diz que estava mordida

Destaque da Seleção Brasileira feminina de basquete na vitória sobre Cuba, por 99 a 60, na noite de sexta-feira, ao fazer 34 pontos e apanhar dez rebotes, a pivô Érika reconheceu que está devendo uma boa atuação.

Nos três amistosos que o Brasil perdeu para a Austrália, na última semana, a jogadora teve atuação discreta. Somando todos os jogos, anotou somente 26 pontos, sendo que no primeiro deles saiu de quadra com dois.
– Fiquei mordida com minha atuação na Austrália. Eu não estava tão bem preparada, estava cansada por causa do fuso horário, fora de forma – disse a jogadora.

Apesar de ter ficado contente com a atuação da Seleção diante das caribenhas, Érika acredita que o time ainda tem muito a evoluir até a estreia nos Jogos Olímpicos, diante da França, em 28 de julho.

– Temos de jogar bem contra times grandes. Mas temos um grupo forte que ainda vai evoluir. Temos ainda tempo para corrigir os erros que apareceram – afirmou.

Neste domingo, às 11h (de Brasília), a Seleção volta a enfrentar Cuba no Ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu.

Fonte: Lancenet

Seleção Sub 18 se apresenta amanhã

A Seleção Brasileira Sub-18 Feminina se apresenta neste domingo (08/07), às 20h, em Uberlândia, Minas Gerais, onde será realizada a preparação do Brasil visando a Copa América da categoria, que acontece de 15 a 19 de agosto, em Gurabo, (PUR). As 16 jogadoras convocadas pelo técnico Júlio César Patrício vão iniciar a primeira fase de treinamento no dia 9 de julho, no ginásio Praia Clube. O comandante irá decidir quais jogadoras formarão a equipe para defender a invencibilidade brasileira.

O treinador da equipe contou como será a fase de treinamento. Além disso, destacou sua confiança no potencial do grupo.

“Nós já conhecemos as atletas e sabemos o potencial de cada uma. Mesmo tendo quatro vagas para o mundial, essa primeira fase será difícil. Enfrentaremos o Canadá e o Porto Rico, por isso temos que focar bastante nos treinos. Nós estamos almejando muito essa vaga, e vamos correr atrás. Temos tudo para repetir os últimos resultados que alcançamos na base. Estou indo muito confiante,
porém vou tentar nesse período atingir um potencial de jogo intenso e com muita defesa. Mas, principalmente com qualidade e fundamento. Temos experiências positivas e vamos continuar com esse trabalho. Dentro desse conceito vou trabalhar a equipe e dar sequência ao que fizemos em 2011”, afirmou o técnico.

Júlio afirmou também que possui um grupo experiente.

“A ala Isabela Macedo foi um dos destaques na conquista do bronze no Mundial Sub-19, em 2011. Além dela temos no grupo a Vanessa e Thamara que também ajudaram o Brasil na conquista da medalha. As três darão uma força extra ao grupo, pois todas possuem experiência e muita qualidade”, finalizou o técnico.

Oito seleções da América vão participar do torneio continental. As equipes foram divididas em dois grupos de quatro para a fase preliminar. No grupo “A” se enfrentam Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Colômbia. No grupo “B” jogam Canadá, Brasil, México e Porto Rico. O Torneio classificará quatro equipes para o Campeonato Mundial Sub-19 de 2013, que será realizado de 18 a 28 de julho, na Lituânia.

SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – NATURALIDADE

Carolina dos Santos Ribeiro - armadora - 17 anos - 1,65m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Gabriela Martins de Oliveira - armadora - 18 anos - 1,64m - S.E.R.C. Santa Maria/ São Caetano (SP) -SP
Ana Carolina Calixto Demori - armadora - 17 anos - 1,64m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Alana Gonçalo da Silva - armadora - 17 anos - 1,63m - ADC Bradesco (SP) - SP
Natalia Maria Hausmann - ala/armadora - 17 anos - 1,67m - Pindamonhangaba (SP) - SP
Estela Arantes Gregório - ala - 17 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Maria Cláudia Fonseca Teixeira - ala - 18 anos - 1,79m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - MA
Bruna Werberich - ala - 18 anos - 1,75m - ADC Bradesco (SP) - PR
Isabela Ramona Lyra Macedo - ala - 18 anos - 1,80m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Caroline Gnan Ficher - ala - 18 anos - 1,79m - College of Eastern Utah (EUA) - SP
Ana Carolina da Silva Borges - ala - 18 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Vanessa Fausto Gonçalves - ala/pivô - 17 anos - 1,86m - A.D. Santo André (SP) - SP
Thamara Silva de Freitas - pivô - 17 anos - 1,91m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Alana Schossler Arias - pivô - 17 anos - 1,92m - Palm Beach State (EUA) - RS
Maria Carolina Ferreira de Oliveira - pivô - 17 anos - 1,88m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Martha Silva Imoniana - pivô - 18 anos - 1,85m - ADC Bradesco (SP) - SP

Média de idade = 18 anos
Média de altura = 1,77m

COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortencia Marcari
Administradora: Andréia Luisa Cavalcante Lopes
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnico: Bruno Guidorizzi
Assistente Técnico: Elvis Luís Pinto
Preparador Físico: Paulo Augusto Martignago
Médico: Rafael Figueiredo
Fisioterapeuta: Paula Hensel
Fisiologista: Rafael Fachina
nutricionista: Emy Takahashi

APRESENTAÇÃO
Data: 08/07/2012 – Domingo
Horário: 20h
Local: Praia Clube
Endereço: Praça Primo Crosara, 505 - Copacabana – Uberlândia/MG

1ª Fase – TREINAMENTOS
Período: 9 a 20/07/2012
Local: Praia Clube
Endereço: Praça Primo Crosara, 505 - Copacabana – Uberlândia/MG
Telefone: (34) 3256-3100

- COPA AMÉRICA SUB-18 FEMININA
Grupo “A”: Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Colômbia
Grupo “B”: Canadá, Brasil, México e Porto Rico
Local: Gurabo/Porto Rico
Período: 15 a 19 de agosto de 2012

Brasil venceu Cuba no primeiro jogo amistoso em Foz do Iguaçú

A Seleção Brasileira Adulta Feminina estreou com vitória no Desafio Internacional Eletrobras. No ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguacu (PR), o time derrotou a seleção de Cuba por 99 a 60 (42 a 31 no primeiro tempo). O grande destaque da partida foi a pivô Érika, que anotou um duplo-duplo com 34 pontos e dez rebotes. Outros destaques nacionais foram Karla, Damiris e Adrianinha que anotaram 14, 11 e 10 pontos, respectivamente.

As duas equipes voltam a se encontrar no próximo domingo, às 11h (de Brasília), com transmissão ao vivo do Sportv.

O técnico Luís Cláudio Tarallo analisou a vitória do time: "O time melhorou bastante e estamos em evolução, hoje a Érika teve bastante espaço e conseguiu ter uma boa atuação. Ela é uma jogadora que vem crescendo dentro da preparação", comentou o treinador.

Tarallo explicou ainda a formação brasileira na disputa desta noite. "Como nós estamos indo para um campeonato muito difícil, tentamos jogar com várias opções táticas. Estivemos muitas vezes na quadra com duas armadoras, com duas pivôs, ou com três pivôs, em outros momentos com o jogo mais aberto, e até jogar com três opções. Nosso objetivo é adquirir diversidade tática, fundamento importante, para não sermos presas fáceis para as equipes adversárias", finalizou.

A armadora Adrianinha que somou na partida dez pontos e cinco assistências, comentou o desempenho da equipe.

"A partida de hoje foi muito importante para o time ter confiança. Temos ainda algumas coisas a melhorar, mas estamos em uma crescente. Na partida de domingo espero que possamos estar melhores. Agora é pensar que estamos próximas da nossa estreia nas Olimpíadas, e aproveitar cada jogo para aperfeiçoar ainda mais a nossa preparação", avaliou Adriana.

O jogo

O jogo começou muito equilibrado e disputado ponto a ponto. As cubanas saíram na frente, mas com uma bela infiltração de Adrianinha a equipe virou e passou a ocupar a liderança do placar na maior parte do tempo. Já no fim da etapa, Karla, com uma cesta de três, deixou o a disputa em 21 a 18 para as brasileiras, que venceram o quarto por 23 a 22.

Na volta, a seleção dominou as ações. Entrosada, a equipe do técnico Luís Cláudio Tarallo envolveu Cuba com a troca de passes no garrafão adversário. Em lance de Joice, Damiris recebeu a bola livre e fez 27 a 25. A partir daí, o time manteve o ritmo e foi para o intervalo vencendo por 42 a 31.

O Brasil voltou com a mesma intensidade para o terceiro quarto. Tarallo aproveitou para rodar a equipe e com tranquilidade o time aumentou a vantagem para 26 pontos. Nos dez minutos finais, a seleção continuou superior e só teve o trabalho de aumentar a vantagem, garantindo o triunfo por 99 a 60.

Na administração da partida estava o trio de arbitragem formado por Jacob Barreto (SP), Andreza Almeida (DF) e Juliana Roveri (SP).

BRASIL (23+19+30+27 = 99)
Adrianinha (10 pontos e 05 assistências); Karla (14 pontos, 01 rebote e 01 assistência), Chuca (02 rebotes e 03 assistências), Joice (02 pontos e 03 assistências), Iziane (08 pontos, 02 rebotes e 05 assistências), Franciele (09 pontos e 05 rebotes), Silvinha (05 pontos, 01 rebote e 03 assistências), Clarissa (04 pontos, 07 rebotes e 02 assistências), Damiris (11 pontos, 04 rebotes e 01 assistência), Nádia (02 pontos e 03 rebotes); Érika (34 pontos e 10 rebotes) e Tássia (01 assistência). Técnico: Luís Cláudio Tarallo.

CUBA (22+9+15+14 = 60)
Islen; Anislaydis (04 pontos); Lisdeyvi (06 pontos); Oyanaisi (06 pontos); Arlenis (02 pontos); Yamara (11 pontos); Edith (04 pontos); Gonzales; Taimi (01 ponto); Leyds (08 pontos) e Suchitel (18 pontos). Técnico: Alberto Sabala.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tarallo corta Jaqueline, Babi e Gilmara, traz Tássia e define as doze para Londres

O técnico da Seleção Brasileira, Luís Cláudio Tarallo, comandou na manhã desta sexta-feira (06/07), com o grupo já definido, o último treino antes do confronto contra as Cubanas. Brasil e Cuba entram em quadra hoje, às 19h30, com transmissão ao vivo do Sportv2.
Os amistosos estão sendo realizados em parceria entre Confederação Brasileira de Basketball (CBB); Federação Paranaense de Basketball (FPRB); e Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu. As disputas fazem parte da preparação brasileira para os Jogos Olímpicos de Londres.
O comandante brasileiro analisou a segunda fase do trabalho e falou sobre os próximos objetivos do Brasil em vídeo: aqui!

No domingo a partida está marcada para 11h (de Brasília). Depois dos Jogos em Foz do Iguaçu, as brasileiras disputam no dia 16 de julho nos Estados Unidos um jogo-treino contra as americanas. Antes da entrada na Vila Olímpica, em Londres, o time participa de jogos na França, entre os dias 20 e 22 de julho, contra as seleções de China, Austrália e França. O Brasil está no grupo ‘B’ dos Jogos Olímpicos, ao lado de Austrália, Grã-Bretanha, Rússia, França e Canadá. A estreia acontece no dia 28 de julho, contra as francesas.
Seleção Brasileira Adulta Feminina
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA – CLUBE – NATURALIDADE

4 - Adriana Moisés Pinto - Armadora - 33 anos - 1,70m - Basket Parma (Itália) - SP
5 - Karla Cristina Martins Da Costa - Ala/Armadora – 33 anos - 1,72m - Adcf Unimed Americana (SP) - DF
6 - Patrícia De Oliveira Ferreira "Chuca" - Ala/Armadora – 33 anos - 1,82m - Ourinhos Basquete (SP) - SP
7 - Joice Cristina De Souza Rodrigues – Armadora – 25 anos - 1,74m - Ourinhos Basquete (SP) - SP
8 - Iziane Castro Marques - Ala/Armadora – 30 anos - 1,82m - Maranhão Basquete (MA) - MA
9 - Franciele Aparecida Do Nascimento - Ala/Pivô - 24 anos - 1,88m - Hondarribia - Irún (Espanha) - PR
10 - Silvia Cristina Gustavo Rocha Valente – Ala - 29 anos - 1,83m - Ourinhos Basquete (SP) - SP
11 - Clarissa Cristina dos Santos - Pivô – 24 anos - 1,82m - Adcf Unimed Americana (SP) - RJ
12 - Damiris Dantas Do Amaral - Ala/Pivô – 19 anos - 1,92m - Minnesota Lynx (WNBA)- SP
13 - Nádia Gomes Colhado – Pivô – 23 anos - 1,94m - Santo André/Semasa (SP) - PR
14 - Érika Cristina De Souza Pivô – 30 anos - 1,97m - Perfumerias Avenida (Espanha) - RJ
15 - Tássia Pereira De Souza Carcavalli - Armadora – 19 anos - 1,79m - Adcf Unimed Americana (SP) - SP
Comissão Técnica
Diretora: Hortência Marcari
Administrador: Bruno Gomes De Valentin
Técnico: Luís Claudio Tarallo
Assistentes Técnicos: Cristiano Cedra e Maria do Carmo Mardegan Ferreira "Macau"
Preparador Físico: Clóvis Roberto Rossi Haddad "Vita"
Médica: Liane Catani
Fisioterapeutas: Milena Gomes Perroni e Paula Hensel
Massagista: Jailma Neves
PROGRAMAÇÃO
—DESAFIO INTERNACIONAL ELETROBRAS

Local: ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu / PR
- Sexta-feira (06/07)
19h30 - Brasil x Cuba - Sportv2
- Domingo (08/07)
11h00 - Brasil x Cuba - Sportv
— JOGO AMISTOSO: Brasil x EUA
Data: 16 de julho
Local: Washington D.C. / Estados Unidos
— TORNEIO INTERNACIONAL
Data: 20, 21 e 22 de julho
Local: Lille / França
Seleções Participantes: França, Austrália e China
— TABELA 30º JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES
Entrada na Vila Olímpica: 23 de julho
Jogos: 28 de julho a 12 de agosto - Londres / Inglaterra
Grupo A: Estados Unidos, China, Angola, Croácia, República Tcheca e Turquia.
Grupo B: Austrália, BRASIL, Grã Bretanha, Rússia, França e Canadá.
28/07 - 16h00* - Brasil x França
30/07 - 12h45* - Brasil x Rússia
01/08 - 10h30* - Brasil x Austrália
03/08 - 10h30* - Brasil x Canadá
05/08 - 18h15* - Brasil x Grã-Bretanha

Depois do susto na Austrália, Tarallo fala em “três armadoras”

A Seleção feminina de basquete chegou a Foz do Iguaçu nesta terça-feira para jogar com a Seleção de Cuba. Na sexta (06) às 19h30 e no domingo (08), às 11h da manhã, no Ginásio de Esportes Costa Cavalcanti. A competição Desafio Eletrobrás de Basquete Feminino é uma preparação, para as seleções rumo as Olimpíadas de Londres 2012.

Segundo o técnico Luis Carlos Tarallo o time conta com 15 jogadoras e, após a competição em Foz será definido o time, com 12 atletas, que irá jogar nas Olimpíadas em Londres.

"Será uma semana muito importante pra nós, pois se trata de treinamento, período de preparação. Não vamos nos preparar em função do jogo com Cuba. Mas, vamos preparar o time, criar estratégias, dentro do grupo, com sistema de jogos sobre os adversários", afirmou o técnico.

De acordo com o técnico o grupo é formado por atletas experientes e também por atletas muito jovens. Por isso aliar as duas qualidades, somar os talentos da experiência e da vitalidade física das meninas são ingredientes, mais que positivos para se conseguir um bom resultado.

Estratégia - "Vamos trabalhar com três armadoras, porque quando jogamos na Austrália, fomos com duas armadoras, e uma terceira opção, lateral. Por coincidência as duas armadoras se contundiram, e não puderam jogar, e a gente ficou sem armadora, vimos que há necessidade de uma terceira armadora", revelou o técnico.

"Nós caímos numa chave muito dura, entre eles Austrália, Rússia, França e República Tcheca. A Rússia é campeã européia. Torcíamos pra não cair com equipes como a Austrália e Rússia. Por isso, acredito que a primeira fase da competição é a mais difícil. Nossa assistente técnica esteve na Turquia assistindo aos jogos, e vai trazer os DVDs pra gente estudar nossos adversários", considerou o técnico.

Jogadora- Entre as três jogadoras paranaenses que integram o time, Franciele Nascimento, é de Jacarezinho, tem 24 anos, 1,88 de altura e joga na posição de pivô. Começou a jogar basquete com nove anos. Na ocasião da morte de seu pai. "Sou filha única, meu pai era tudo pra mim e, jogar preenchia o vazio que sentia pela falta dele", disse Franciele. Com o incentivo de um professor, começou a participar da escolinha de basquete. O grupo foi campeão em vários campeonatos, pelo estado do Paraná, Jacarezinho foi campeão. Aos 14 anos, foram fazer teste no estado de São Paulo, em Americana e Jundiaí. E, das cinco jogadoras, só três passaram no teste em Jundiaí e, posteriormente só Franciele continuou.

"Acho fiz a melhor escolha, não era meu sonho, eu não tinha nenhum planejamento, hoje eu sei, que a melhor coisa que fiz, foi me dar à oportunidade de tentar. Meu maior incentivador era o nosso técnico na época da escolinha, que conseguia os apoios e os patrocínios, roupas, passagens do ônibus, porque minha mãe não tinha condições de bancar", sintetizou a jogadora.

Participando em sua segunda Olimpíada, Franciele falou sobre sua expectativa para as Olimpíadas de Londres. "É uma comissão técnica nova, é uma nova gestão, que está dando todo o suporte pra gente, dá um ânimo diferente, é uma seleção de cara nova. E a gente vai com tudo. Matando um leão por dia, a gente tem que ir jogo por jogo, cada jogo é uma final. E, a expectativa é ocupar o lugar mais alto do pódio. É uma satisfação muito grande estar treinando no Paraná", finalizou.

Evento- A realização do evento é uma parceria entre Confederação Brasileira de Basquete, Federação Paranaense de Basquete, Prefeitura de Foz do Iguaçu, Eletrobrás e Itaipu Binacional.

O Brasil está se preparando desde o início de maio para as Olimpíadas, que acontecem de 28 de julho a 12 de agosto.

As brasileiras estão no grupo 'B', e vão jogar na estreia contra a França (28/07); depois enfrentam a Rússia (30/07); além das seleções da Austrália (01/08); Canadá (03/08) e Grã-Bretanha (05/08). No dia 16 de julho, a equipe nacional disputa contra as americanas um jogo-treino. Antes da entrada na Vila Olímpica, em Londres, o time ainda participa de jogos na França, entre os dias 20 e 22 de julho, contra China, Austrália e França.

Fonte: Rádio Cultura Foz

Comentário: A pergunta então é: _ Para Tarallo, Tássia é armadora ou ala?