terça-feira, 11 de junho de 2002

20 Velinhas



Bem, hoje é aniversário de uma das armadoras mais talentosas da nova geração. Fabianna Manfredi, de Campos (RJ), completa 20 aninhos.

A comemoração vai ser em Ribeirão Preto, onde a atleta se prepara para a Copa América Sub-21, junto da seleção.

À propósito

COPABA DEFINE OS GRUPOS DA COPA AMÉRICA SUB-21

A COPABA (Confederação Panamericana de Basquete) definiu nesta Terça-feira, em Porto Rico, os dois grupos da 1ª Copa América Feminina de Basquete Sub-21, que será realizada de 17 a 21 de julho, no ginásio da UNICOC, em Ribeirão Preto. O grupo "A" é formado pelas seleções dos Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Republica Dominicana. Na chave "B" estão o Brasil, Canadá, Porto Rico e Costa Rica. A seleção brasileira estréia contra a Costa Rica (dia 17). Depois enfrenta Porto Rico (18) e o Canadá (19).

- Acho que o Canadá será o adversário mais difícil da chave. Porto Rico vem embalado pelo título do Campeonato Centro-Americano, mas o país não tem muita tradição no basquete feminino. Já sobre a Costa Rica não temos muito conhecimento mas acredito que podemos vencer. A ausência de Cuba, que não participou do Centro-Americano, favorece a todos os participantes, pois se trata de uma grande e vitoriosa seleção. De qualquer forma, independente dos adversários, temos que trabalhar para acertar a equipe e buscar a classificação para o Mundial - analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

De acordo com o regulamento da Copa América, as duas primeiras colocadas de cada grupo se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º A x 2º B e 1º B x 2º A. Os vencedores disputam o título, enquanto os perdedores jogam pela medalha de bronze. Os três primeiros colocados na Copa América, estão classificados para o 1º Campeonato Mundial da Croácia, em 2003.

1ª COPA AMÉRICA FEMININA SUB-21
Local: Ginásio da UNICOC (Ribeirão Preto)
Período: 17 a 21 de julho
Grupo "A"
Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Republica Dominicana
Grupo "B"
Brasil, Canadá, Porto Rico e Costa Rica


segunda-feira, 10 de junho de 2002

Entrevista - Patrícia Perandini

Entrevista - Patrícia Perandini

PATY






(1) Paty, quando foi que você começou a jogar basquete e por quê motivo? Em que cidade?

Comecei a jogar em Brasilia. Eu tinha 13 anos e a Maria Emília, minha professora de Educação Fisica, me encaminhou para treinar com a filha dela, que é a Mila.

(2) Quem foi seu primeiro técnico?

A Mila.


(3) Quando você começou a jogar, quem eram seus ídolos? Em quem você se inspirava?

Sempre gostei do Oscar. Lá em Brasília só se falava nele.


(4) Por quais cidades você passou nas categorias menores?

Campinas e Americana.

(5) Você passou pela seleção brasileira nas categorias menores?

Sim. Peguei todas as seleções da minha idade.

(6) Seu primeiro ano no adulto, se não estou enganado, foi no Data Control Net, de Santa Bárbara d'Oeste. Queria que você falasse um pouco como você chegou ao clube, se você já conhecia o Ferreto antes, e como foi estar num clube que foi uma das boas surpresas da temporada paulista em 97.

Eu fui para Santa Bárbara, porque eu não ia ter chances de jogar em Americana, pois o time de lá era muito forte. Eu não conhecia o Ferreto, mas foi a melhor coisa que eu fiz, porque o time fez uma campanha muito boa e o Ferreto me deu grandes oportunidades de jogar.


(7) Quando o time de Santa Bárbara chegou ao fim, você foi para a Microcamp, onde disputou o Nacional de 98. Fale um pouco sobre essa rápida passagem por Campinas.

Bem, aí eu voltei à estaca zero, porque novamente o time era composto de grandes jogadoras e eu não consegui desenvolver o meu basquete. Mas foi muito válido jogar com a Paula e com a Branca.

(8) Depois da Microcamp, você foi para Ourinhos e voltou a trabalhar com o técnico Edson Ferreto. No início era um time de pequenos recursos. Você imaginava que podia ser campeã quando chegou a Ourinhos?

No começo, não. Mas a cada ano as coisas iam melhorando. e em 2000, quando o time foi campeão, tudo estava indo muito bem: os treinos ,o grupo. Depois que passamos da semi-final nossa confiança estava lá em cima. Tínhamos certeza de que íamos ser campeãs.


(9) Foi em Ourinhos que seu basquete passou a ser mais notado e, certamente, o Ferreto tem participação nisso. Gostaria que você falasse um pouco da importância dele na sua carreira, da relação dele com as jogadoras e do aprendizado.

Sou muito grata ao Ferreto, pois ele sempre acreditou no meu potencial. Ele que me deu as melhores oportunidades nos momentos em que mais precisei. E isso é algo que nunca vou esquecer.

Mas a relação dele com as jogadoras não é das melhores, pois ele é extremamente exigente em relação aos treinos e jogos, e por causa disso nem sempre ele é compreendido. Mas existe muito respeito por ele e é por isso que a relação dá certo.



(10) Em 2000, o time de Ourinhos surpreendeu a todos e conquistou o título paulista. Na sua opinião quais foram os fatores que fizeram o time superar adversários mais poderosos, como o Quaker/Campinas e o Santo André?

É aí que entra a cobrança do Ferreto. Se a gente perdia um jogo a gente escutava bronca por semanas inteiras. Como ninguém queria escutar, a gente se matava para ganhar um jogo, e nessas horas vem a superação. A garra, a perseverança, a confiança acabou superando a técnica.


(11) Qual é a sua principal lembrança em relação aos play-offs finais contra Guarulhos?

Nos jogos em Orinhos,o ginásio estava lotado. Parecia que tremia de tanta gente. Cada cesta que a gente fazia, a torcida empurrava a gente ao título. Nunca vi uma torcida tão fanática.

(12) Embalado pela conquista do título paulista, o time fez uma boa campanha no Nacional, perdendo as semifinais para o Vasco. Fale um pouco desse Nacional e da eliminação nas semi-finais.



É, fizemos uma boa campanha no Nacional, mas o time do Vasco daquele ano estava muito bom e não tívemos como passar por elas.

A Maria Helena e a Heleninha sabem como tirar o melhor de cada atleta, e as meninas estavam muito bem fisicamente e acredito que psicologicamente também.


(13) Depois do Nacional, você acabou transferindo-se para Guarulhos. Quais foram os fatores que pesaram nessa decisão?

Duas coisas. Primeiro porque eu queria jogar em um time que ficasse mais perto do time do Alfredo, e por último, eu levei em consideração o fator financeiro.


(14) Em 2001, as mudanças no elenco acabaram comprometendo a participação do Guaru no Paulista. Por que o time demorou a se acertar na competição?

Acho que faltou entrosamento.

(15) Mesmo agora em 2002, parece que o time ainda não se encontrou e tem feito uma campanha fraca no Paulista. O que tem dificultado o crescimento do time? Quais as principais deficiências que você enxerga no seu time?





Nosso time passou por algumas dificuldades, mas que têm sido superadas a cada dia. O regulamento do campeonato permite que a gente se recupere, mas claro que deve haver muita superação da nossa parte. Mas nem tudo esta perdido, e o que não falta em nós é vontade de reverter essa situação.


(16) Você acredita que Guaru possa se recuperar para as finais do campeonato, no segundo semestre?

Acredito muito nisso

(17) Vamos falar de seleção brasileira: você teve uma passagem mais recente na conquista do Sul-Americano. Como foi receber essa convocação e como você avalia sua participação neste torneio?

Foi como um prêmio, pois eu vinha de boas atuações nos dois últimos campeonatos. Eu acho que poderia ter ido melhor. Sou muito crítica. Sei quando apenas ajudo um pouquinho e sei quando realmente fui importante.


(18) Num ano de Mundial, como estão suas expectativas - você espera estar entre as convocadas pelo técnico Antônio Carlos Barbosa?

Eu espero que sim, mas sei que depende muito dos jogos daqui pra frente, principalmente se chegarmos na disputa entre as finalistas.

(19) Você acredita que o Brasil possa chegar até onde neste Mundial da China?

Com certeza a lutar por um título!

(20) Além da quadra, você vive o basquete em família também, já que tanto seu marido, como suas cunhadas, são jogadores de basquete. Como é viver no 'meio' do basquete 24 horas por dia? Como é encarar as cunhadas em quadra? Dá briga?



Tem um lado muito positivo, pois fica mais fácil de se ajudar. Afinal fazemos a mesma coisa, e eu e o Alfredo temos os mesmos ideais.

Já com minhas cunhadas, nós nos damos muito bem, nunca brigamos em quadra. Existe muito carinho e respeito entre nós. Quando estamos todos juntos falamos só um pouquinho de basquete...

O Alfredo é que é mais viciado, quando não está falando,está assistindo.



(21) Jogar no exterior faz parte dos seus planos?

Faz sim, e só não fui ainda porque pretendo ir junto com o Alfredo.

Infelizmente, a situação do basquete feminino aqui no Brasil não é das melhores. Do jeito que está indo, vai ter muita gente tentando ir para o exterior.



(22) Bate-Bola:

Uma cidade: Brasília

Uma quadra: a do BCN, em Osasco

Uma comida: Panqueca



Um filme: À espera do milagre

Uma música: "I saw a little prayer for you"

The moment I wake up
Before I put on my makeup
I say a little prayer for you
While combing my hair, now
And wondering what dress to wear, now
I say a little prayer for you
Forever, forever, you'll stay in my heart
And I will love you
Forever, forever, we never will part
Oh, how I'll love you
Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me
I run for the bus, dear
While riding I think of us, dear
I say a little prayer for you
At work, I just take time
And all through my coffee break-time
I say a little prayer for you
Forever, forever, you'll stay in my heart
And I will love you
Forever, forever we never will part
Oh, how I'll love you
Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me
I say a little prayer for you
I say a little prayer for you
Forever, forever, you'll stay in my heart
And I will love you
Forever, forever we never will part
Oh, how I'll love you
Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me
My darling, believe me
For me there is no one
But you ....


A bola que eu chutei e caiu:

Na semifinal contra Santo André. Faltavam 5 segundos para acabar o jogo e elas estavam ganhando de 3 pontos. Chutei e caiu, fomos para a prorrogação, mas acabamos perdendo esse jogo.


A bola que eu chutei e não caiu:

Ah, essa nunca vou esquecer. Foi numa final, quando eu era juvenil. Perdíamos de 3 pontos para o BCN e faltavam 3 segundos para acabar, eu tinha dois lances livres. O Paulinho falou para eu fazer o primeiro e errar o segundo para ter rebote. Fiz o primeiro e quando errei o segundo, eu mesma peguei o rebote e errei praticamente embaixo do aro.

A minha maior virtude em quadra: Determinação

O meu pior defeito em quadra: Impaciência


Uma colega: essa é amiga mesmo...minha irmã Palmira

Uma estrangeira: Jacqueline Nero, a Jack

Uma marcadora: Claudinha

Um(a) técnico(a): Ferreto

Uma revelação: Iziane

Um time: Data Control Net

Um título: o Paulista de 2000

O jogo que eu não esqueço: o último da final contra Guarulhos

O jogo que eu tento esquecer: nos Jogos Abertos, também contra Guarulhos

Um sonho: alcançar tudo que realmente almejo para mim,profissionalmente e na minha vida pessoal.
Feliz Aniversário

Hoje é aniversário da pivo Mariel de Campos. Parabéns!
A rodada de domingo da WNBA

Houston 75 X 62 Sacramento



Janeth fez 10 pontos, em 36 minutos de jogo, e ainda 3 rebotes, 2 assistências e 1 recuperação.

Phoenix 80 X 77 Charlotte



Adrianinha jogou 12 minutos, fez 5 pontos, 2 assistências e 1 recuperação.

Washington 76 X 67 Miami

Helen voltou a ser destaque ao marcar os pontos que definiram a vitória do seu time. Foram 10 pontos, 3 assistências, 2 rebotes em 23 minutos de jogo (a minha amiga Stanley me ouviu!!!).

Give me light
Give me love
Give me peace on earth


Claudinha jogou 8 minutos pelo Miami, o suficiente apenas para 1 assistência.
Americana e Santo André fazem clássico da rodada

A equipe do Unimed/Americana, atual campeão paulista e líder da temporada 2002, com 16 pontos (oito vitórias em oito jogos), faz um clássico contra o Corinthians/Santo André, a partir das 20h, no ginásio ‘‘Centro Cívico’’, em Americana. A partida é válida pela quarta e penúltima rodada do Campeonato Paulista Feminino de Basquete.

O técnico Paulo Bassul, da Unimed, não tem nenhuma dúvida de que o duelo vai ser dos mais difíceis: ‘‘Precisamos continuar jogando todas as partidas com muita seriedade. Santo André tem uma bela equipe sob o comando da Laís Elena, se firmou em terceiro lugar e representa um risco. Além do mais, todo mundo quer acabar com a nossa invencibilidade’’.

Em São Caetano do Sul, no ginásio Joaquim Rabello, também a partir das 20h, o Santa Maria procura melhorar sua colocação na classificação geral. E a equipe do ABC não deve encontrar muitas dificuldades, pois encara o lanterna da competição: o Sundown/Bike, de Jundiaí.

No jogo que encerra a rodada, às 20h30, em Guarulhos, no ginásio João do Pulo, o Guaru/Pinheiros, em penúltimo lugar, encara uma verdadeira pedreira: o vice-líder Unimed/Ourinhos.

domingo, 9 de junho de 2002

00

Na rodada da WNBA, o Los Angeles bateu o Minnesota por 76 a 72 e Érika não jogou.

O Orlando bateu o Cleveland por 103 a 99 e Cíntia Tuiú teve direito a 4 minutos, nos quais não pode fazer mais que pegar 1 rebote.

sábado, 8 de junho de 2002

A Linha do Equador

Além de Vanira Hernandes (na equipe de Quito, ao lado da norte-americana Shaka Massey), outras seis brasileiras estão abrilhantando o Campeonato Equatoriano de Basquete Feminino.

A ala Rosângela Aparecida (ela foi!) e a veterana pivô Edna Oliveira reforçam o ESPE.

E aindaCláudia Diele (ex-Vasco), no La Udla.

Cleo e mais duas brasileiras (saídas do basquete carioca) fechariam a lista.

O campeonato começou no último dia 06 de junho.


Porque hoje é sábado...




Dia de lembrar de gente boa que está lá fora.

Jacqueline Godoy recebe o troféu Kodak, que equivale a sua inclusão na seleção das melhores da liga norte-americana NAYA.

Jacqueline jogou pela Universidade de Azusa.

Jacqueline e outras atletas brasileiras que estão mostrando seu basquete fora das terras tapuias devem ser lembradas na próxima convocação de Antônio Carlos Barbosa.
Ela é a número 1!

Em duas categorias, Helen Luz lidera as estatísiticas gerais da WNBA: pontos por minuto e porcetagem de aproveitamento das cestas de três pontos.
Reforço

Como Adriano informou num dos comments abaixo, a pivô Kátia Denise é o mais novo reforço do Unimed/Ourinhos para a disputa do Paulista.
Iziane na França

Para os que não sabem, Iziane já tem destino certo após a WNBA e o Mundial com a seleção: irá disputar o campeonato francês pela equipe Aix en Provence.

sexta-feira, 7 de junho de 2002

HELEN LUZ

Mais uma noite brilhante da fantástica Helen Luz.

Em 15 minutos, foram 12 pontos.

Nos lances de 3, quatro acertos em cinco tentativas.

E ainda mais 03 assistências.

No final, Washington 89 X 67 Indiana.

Já não é hora de Helen ser titular?

Ou ao menos jogar mais de 20 minutos?
Torcida brasileira apóia Claudinha e Iziane nas partidas do Miami Sol

Fiba vistoria ginásios brasileiros - para o Mundial de 2006!
Apenas Janeth está na votação do All Star Game



Para o All Star Game deste ano, apenas Janeth está entre as pré-selecionadas para a votação popular.

As outras brasileiras podem ser lembradas pelo eleitor, mas não tem seu nome incluído na lista de 72 jogadoras escolhidas pela liga.

Mesmo assim, vamos votar: http://www.wnba.com/allstar2002/AS_Ballot.html
São Caetano bate Guaru no ABC


O Santa Maria/São Caetano venceu o Guaru/Pinheiros por 67 a 61, jogando no ABC,na partida que completou a terceira rodada do returno do Campeonato Paulista de Basquete feminino. O primeiro tempo terminou com a vantagem do time do ABC por 39 a 28. Kattynha, do São Caetano, foi a cestinha do jogo com 20 pontos.

Com o resultado, a equipe do AC manteve a quarta colocação na tabela geral de classificação e o Guaru continua ocupando a penúltima posição, à frente apenas do Sundown/Bike, de Jundiaí.

Santo André/Corinthians ganha fácil do lanterna


Jogando em Jundiaí, o time do ABC não teve nenhum tipo de dificuldade para bater o Sundown/Bike por 88 a 56 (32 pontos de diferença), na noite de quinta-feira (6 de junho). O Santo André já virou o primeiro tempo ganhando por 46 a 31 (15 pontos de vantagem). Aide, da equipe do ABC, foi a cestinha da partida com 21 pontos. O Corinthians chegou aos 13 pontos, com cinco vitórias em oito partidas e se firmou no terceiro lugar da tabela. O Sundown continua segurando a lanterna, apenas uma vitória em oito partidas, com nove pontos.




Notinhas

1. A armadora Pabliana está de férias do college norte-americano e mata a saudade da terra brazilis.

2. Ourinhos deve ser o próximo time convidado para os Quadrangulares de Basquete Feminino. Desta vez, a Copa será em Varginha (MG), nos dias 22 e 23 de junho.

3. Magic Paula tira 10 dias de férias no Centro Olímpico.

4. A russa Maria Stepanova (Phoenix Mercury) está grávida e não defenderá seu país no Mundial da China.

quinta-feira, 6 de junho de 2002

EXCLUSIVO!!!

Alessandra Oliveira está na Coréia



A fantástica pivô Alessandra Oliveira acabou não sendo aproveitada nesta temporada pelo Seattle Storm, já que a equipe da WNBA exigia que ela se apresentasse até o dia 05 de maio e a sua equipe na Europa (o eslovaco Ruzomberok) não pode liberá-la.

A pivô então rumou para Seul, contratada pelo WooriBank Team, para jogar a Summer League.

Alessandra chegou nesta terça-feira ao país e já encara os treinamentos.

Sua estréia deve se dar no dia 01 de julho.

O campeonato tem a duração de dois meses.
BARBOSA CONVOCA SELEÇÃO BRASILEIRA PARA COPA AMÉRICA

Rio de Janeiro – O técnico Antonio Carlos Barbosa convocou, nesta quarta-feira, a seleção brasileira feminina que irá disputar a 1ª Copa América Sub-21, de 17 a 21 de julho, no ginásio da UNICOC, em Ribeirão Preto. As 20 atletas iniciam os treinamentos nesta segunda-feira (dia 10), às 17 horas, no Centro de Treinamento do COC. A Copa América terá a participação do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Chile e os três representantes do Torneio Centro-Americano. Os três primeiros colocados na Copa América, estão classificados para o 1º Campeonato Mundial da Croácia, em 2003.

CONVOCAÇÃO E TREINAMENTOS
— O grupo é basicamente o mesmo que disputou o Mundial Juvenil da República Tcheca, no ano pasado. São ótimas atletas, que já têm um certo entrosamento e vêm apresentando maior maturidade e evoluindo em seus clubes. Convoquei também algumas jogadoras mais novas para observação e irem se integrando a um ambiente de treinos de uma seleção brasileira. Isso é muito importante para aumentarmos o número de atletas selecionáveis. Nas duas primeiras semanas, enfatizaremos a parte física e o trabalho técnico individual. Depois vamos fazer os treinos táticos.

AUSÊNCIAS
— É claro que a ausência da ala Iziane e da pivô Érika no início do treinamento traz algumas dificuldades, já que são excelentes atletas. Mas acho que o benefício é maior. O intercâmbio com grandes estrelas do basquete na WNBA será ótimo para o desenvolvimento e amadurecimento dessas duas jogadoras.

ADVERSÁRIOS
— O nosso primeiro objetivo é conquistar uma das três vagas para o Mundial. Será uma tarefa difícil, mas temos condições de alcançar. Acredito que essas vagas serão disputadas entre Brasil, Estados Unidos, Canadá e Cuba, que são grandes equipes e a Argentina, que vem desenvolvendo um ótimo trabalho de base e pode surpreender.

AS CONVOCADAS
JOGADORA – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE
Alessandra Camargo – Pivô – 19 anos – 1,83m – Sundown Bike/Jundiaí (SP)
Ana Cristina Oliveira – Armadora – 19 anos – 1,65m – Sundown Bike/Jundiaí(SP)
Ana Flávia Sackis – Ala – 18 anos – 1,68m – Sundown Bike/Jundiaí (SP)
Camila Nass – Pivô – 18 anos – 1,97m – BCN/Osasco (SP)
Cláudia Araújo – Ala – 18 anos – 1,83m – Unimed/Americana (SP)
Domênica Silva – Ala/Pivô – 1,82m – BCN/Osasco (SP)
Érika Cristina – Pivô – 20 anos – 1,95m – Vasco da Gama (RJ)
Fabiana Manfredi – Ala/Armadora – 20 anos – 1,77m – Automóvel Clube/Campos (RJ)
Fernanda Beling – Ala – 19 anos – 1,83m – Sundown Bike/Jundiaí (SP)
Fernanda Bibiano – Pivô – 16 anos – 1,93m – Sundown Bike/Jundiaí (SP)
Flávia Luiza – Pivô – 19 anos – 1,87m – Vasco da Gama (RJ)
Graziane Coelho – Pivô – 19 anos – 1,91m – Sundown Bike/Jundiaí (SP)
Karen Gustavo – Ala/Armadora – 18 anos – 1,75m – Unimed/Americana (SP)
Karina Tranquilini – Pivô – 19 anos – 1,83m – BCN/Osasco (SP)
Iziane Marques – Ala – 20 anos – 1,81m – Yaya Maria Breogan (Espanha)
Juliana Belinazzo – Ala – 20 anos – 1,77m – Unimed/Americana (SP)
Kátia Regina – Pivô – 19 anos – 1,91m – Santo André (SP)
Nathalia Gabrielle – Ala/Armadora – 19 anos – 1,81m – Unimed/Americana (SP)
Silvia Cristina – Ala – 20 anos – 1,83m – Unimed/Americana (SP)
Viviane Nascimento – Ala – 18 anos – 1,81m – BCN/Osasco (SP)

COMISSÃO TÉCNICA
Técnico: Antonio Carlos Barbosa
Assistentes: Paulo Roberto Bassul e Maria do Carmo Ferreira
Preparador Físico: João Nunes
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira
Governanta: Matilde Silveira
Estatísticas da iluminada Helen

Primeira na média de pontos por 48 minutos;
Primeira em arremessos de quadra convertidos por 48 minutos;
Segunda em arremessos de 3 convertidos por 48 minutos;
Quinta em porcentagem de arremessos de 3 convertidos;
Sexta em porcentagem de arremessos de quadra convertidos.

A armadora figura entre as 20 primeiras em nada menos que 8 categorias.