terça-feira, 8 de novembro de 2011

Há quase 14 anos, o lançamento do I Campeonato Nacional De Basquete Feminino

Os recortes abaixo são de 12 de fevereiro de 1998, ou seja tem quase 14 anos. Flagram a repercussão em A Gazeta Esportiva do lançamento do I Campeonato Nacional Feminino.

Me lembrei deles ao tentar ter informações sobre a reunião da LBF que ocorreu na última semana. Quanto evoluiu a competição nesses anos? Melhor nem tentar responder

O mais curioso é perceber que na época o diretor de marketing da Confederação era (vejam só) José Carlos Brunoro.

Esse é o basquete, um esporte que no Brasil tem uma tendência de repetir dentro e fora de quadra seus erros.

Um esporte para os otimistas, com certeza…

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Iziane: ''Feliz em voltar a jogar aqui'' (Imirante Esporte)

imagemizislm No que depender da ala Iziane, o Maranhão Basquete – único time da região norte-nordeste a disputar a Liga de Basquete Feminino no país irá o mais longe possível. Após disputar o Pan-Americano no México pela Seleção Brasileira, a jogadora maranhense desembarcou em São Luís bastante motivada e com “fome de basquete”.

Iziane disse estar acostumada com o fato de ser a principal referência das equipes pelas quais atua. Ela sabe que a sua responsabilidade será muito grande e garante que mais uma vez dará o melhor de si. Após brilhar nas quadras maranhenses quando ainda disputava os Jogos Escolares Maranhenses (JEMs), Iziane espera, 14 anos depois um grande reencontro com a nossa torcida.

“Primeiro eu quero dizer a todos vocês que eu estou muito feliz em voltar a jogar aqui. É muito importante você voltar a jogar no Brasil e mais ainda na sua cidade. Acho que a participação de uma equipe do Maranhão na Liga de Basquete Feminino vai impulsionar bastante o esporte aqui e eu me sinto desde já muito feliz em participar disso”, afirmou.

Principal nome do Maranhão Basquete, Iziane falou sobre as chances da equipe maranhense na competição.

“A gente leva uma certa desvantagem pelo fato de ser uma equipe nova e que está sendo formada agora, mas nós teremos um bom período e todas as condições de treinamento para que a equipe participe bem desta competição. O nosso objetivo é ficar entre as quatro melhores do Brasil e temos todas as condições para isso. Depois vamos saber se é possível ou não brigar pelo título. A nossa equipe terá duas atletas estrangeiras e a Cintia Tuiú (ex-seleção brasileira) e isto já é uma base excelente”, disse.

Iziane disse que espera contar com o ginácio Castelinho sempre lotado nos dias de jogos do Maranhão Basquete.

“O povo maranhense gosta muito de esporte. Por onde eu passo as pessoas me perguntam sobre o time e dizem que não vão perder uma partida e isso é muito bom.  Eu não tenho dúvida de que o ginásio estará sempre lotado e que a nossa torcida será sempre a sexta jogadora em quadra”, finalizou.

A estreia do Maranhão Basquete na Liga de Basquete Feminino 2011/2012 será no dia 5 de janeiro, no Ginásio Castelinho, em São Luís.

Fonte: Blog do Zeca Soares – Portal Imirante

Jundiaí tenta hexa na categoria livre dos Jogos Abertos do Interior (Jornal de Jundiaí)

tainá O time feminino de basquete vai em busca da sexta medalha de ouro consecutiva nos Jogos Abertos do Interior, em Mogi das Cruzes. A competição começa no dia 7 de novembro com o encerramento no dia 19. A equipe representada pelo Divino/COC vai jogar a categoria livre da primeira divisão. São seis cidades na disputa e Jundiaí está no grupo A, ao lado de Suzano e Piracicaba.
O grupo B tem Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. Ainda envolvido com as finais do Campeonato Estadual, o time de basquete feminino está mais que pronto para mais uma vez brilhar nos Jogos Abertos. Contudo, o supervisor da modalidade, Nestor Mostério, destaca que os jogos não serão fáceis. "São todas equipes difíceis, mas creio que teremos partidas interessantes, bem competitivas e com chances para todas as equipes", afirma.
O time de Jundiaí será representado por jogadoras jovens, porém experientes quando o assunto é Jogos Abertos, caso de Michele, Tainá, Ana Paula, Laylla, Carol e Tatiane. O grupo terá também atletas que fazem parte do time juvenil como Mariane Lambert, Isabela Ramona, Joice Coelho, Drielle e Emily.

Cíntia Flores

Fonte: Jornal de Jundiaí

São José vence segundo jogo e está na final do Paulista A-2 Adulto

A equipe de basquete feminina de São José dos Campos está na disputa do título do Campeonato Paulista – Série A-2- Adulto. A vaga foi definida, na última sexta (4), durante a segunda partida do play-off semifinal contra a equipe de Piracicaba. Com placar de 79 a 53, as representantes joseenses venceram fora de casa e agora aguardam a divulgação das partidas da Final que será disputada contra a equipe de Jundiaí.

Para o técnico joseense Carlos José de Lima, os confrontos da série melhor-de-três da final serão muito equilibrados. “Jundiaí tem um grupo que está junto há mais ou menos três anos e possui atletas de grande qualidade. Em confrontos que tivemos na primeira fase, perdemos pra elas, fora de casa por nove pontos e vencemos, em casa, com dez pontos de diferença. Isso mostra o equilíbrio da competição”, salientou o técnico Carlinhos que está na disputa do adulto com grupo formado por atletas sub-21.

O técnico acredita que a Federação Paulista de Basquete divulgará até esta terça (8), as datas da final, pois o cronograma é fechar a competição antes dos Jogos Abertos do Interior. O basquete será disputado em Mogi das Cruzes entre os dias 15 e 19 de novembro.

Juvenil – A equipe juvenil também comemora a vaga na final do Paulista sub-19 que também será definida contra as representantes de Jundiaí. As partidas ainda não possuem data definida. Já a categoria sub-13 ficou com a segunda colocação da Série Prata (sexta colocação geral) e a equipe sub-15 com o bronze da Série Prata (sétima geral). A equipe sub-17 segue na terceira colocação, do segundo turno do Paulista. As equipes sub-13, 15 e 17 integram as categorias de base do Atleta Cidadão.

Liga de Basquete Feminino – Na última quinta-feira (3), durante congresso técnico em São Paulo, foram apresentadas as equipe que vão disputar a Liga de Basquete Feminina. A competição está prevista para início no dia 10 de dezembro e São José dos Campos entra na disputa com as equipes de Ourinhos, São Caetano do Sul, Catanduva, Americana, Araçatuba e Santo André (SP), mais Blumenau (SC) e São Luís (MA). O sistema de disputa será turno e returno com classificação das oito primeiras colocadas, que vão disputar as quartas-de-final, semifinal e final em melhor-de-três jogos.

Obras no Anuar Pachá ‘isolarão’ Catanduva até janeiro na LBF2

BASQUETE FEMININO

O andamento das obras no Ginásio Anuar Pachá, onde o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva mandará suas partidas na segunda edição da Liga de Basquete Feminino (LBF2), forçou a direção da equipe a solicitar que suas três primeiras partidas fossem disputadas como visitante. Desta forma, o time catanduvense vai jogar em seus domínios apenas no dia 7 de janeiro de 2012, contra Ourinhos, já pela quarta rodada do torneio.
A equipe estreia na competição contra Blumenau, no dia 10 de dezembro, às 18 horas. Dois dias depois, as jogadoras terão de se deslocar até o ABC Paulista para enfrentar Santo André, às 20 horas. O terceiro compromisso de Catanduva será contra Araçatuba, no dia 17. “Após essas três rodadas, o campeonato será paralisado e retornará apenas em janeiro”, explicou o diretor João Leite, que participou na última quinta-feira da reunião técnica que definiu a fórmula de disputa da competição.
A segunda edição do Nacional tem a previsão de término para o início de abril. Foram reservados os sábados e as segundas-feiras para os jogos da fase de classificação, com os horários das 18 e 20 horas. O canal de tv por assinatura Sportv transmitirá o total de 22 partidas do torneio.
Na primeira fase, oito clubes se classificam para a fase seguinte. Durante a reunião, também foi confirmada a participação das equipes do Maranhão e de São José dos Campos, que não disputaram a competição no ano passado. “Até janeiro, é provável que as obras no Ginásio tenham sido concluídas para mandarmos essa partida em casa”, continuou o diretor.
Segundo Leite, a fórmula de disputa da segunda fase do torneio ainda não foi definida. A dúvida diz respeito à quantidade de jogos das quartas-de-final, semifinal e final, se serão disputadas em playoff melhor de três ou cinco partidas. “Esses detalhes devem ser resolvidos o mais breve possível”, comentou.

Estrangeiras

A contratação de três jogadoras estrangeiras pelo time do Maranhão abriu discussão entre os clubes sobre a quantidade de atletas do exterior que poderiam atuar na liga brasileira.
Os clubes vão poder contratar, no máximo, três atletas. A diferença do Nacional até então organizado pela CBB era que as três jogadoras poderiam atuar em uma mesma partida.
“Entretanto, durante a reunião, ficou definido que as três contratações estão mantidas, mas apenas duas dessas jogadoras vão poder atuar por jogo”, finalizou.

Fonte: O Regional

Aos 36 anos, ainda há espaço para Silvinha Luz na seleção brasileira?

NLB-Idolkort-7 Passada a euforia da conquista do Pré-Olímpico e o impacto da derrota na semifinal no Pan, é hora de pensar em Londres-2012, que está logo ali.

O primeiro ano do trabalho de Enio Vecchi se encerra com mais pontos positivos do que negativos e a impressão é que continuamos naquele miolo do pelotão médio, que no basquete feminino permite que uma seleções como a República Tcheca e Espanha, prata e bronze no Mundial em 2010 não tenham conseguido ser protagonistas do Europeu nove meses depois.

Como a renovação não aconteceu de forma equilibrada nos últimos anos, a situação é bem delicada e há pouco tempo para mudanças radicais, que só surgirão em face de atuações excepcionais na segunda edição da LBF.

Parece claro que há um grupo de seis jogadoras que tem o total respaldo da comissão técnica e da diretora Hortência: Érika, Adrianinha, Damiris, Iziane, Franciele e Clarissa.

Abaixo dessas seis, mas ainda em posição privilegiada parecem estar Silvia Gustavo, Tássia e Nádia.

Desse grupo de nove atletas, chama atenção a situação das alas. Iziane é Iziane. Silvia ganhou a confiança de Enio, mas seu basquete continua sobrevivendo mais de boas intenções que de condições físicas e técnicas.

Por fim, a expectativa que cerca a ainda menina Tássia tem levado ao erro de que ela (já) pode atuar de ala ou armadora conforme seja o desejo do treinador, algo que eu só vi Magic Paula fazer com a mesma competência.

Nesse cenário, ganha força a madura dupla do Pré Chuca & Micaela, já vista em Pequim-2008, mas ainda sim bem mais afinada que Jaqueline & Izabela no Pan.

Nunca imaginei que fosse escrever isso, mas sobe ainda Palmira, a jogadora que mais evoluiu sob o comando do novo treinador.

Resumindo, o cenário nas laterais é muito complicado.

Nesse universo particular, acho que é hora de pensar numa carta que já julguei fora do baralho. Ainda mais madura que todas as demais, Silvinha Luz, 36 anos está na Suécia, defendendo o NorthLand, que lidera a liga local com seis vitórias.

Na última sexta-feira, jogando contra o Vikings (74-55 sobre o vice-campeão da última temporada), a ala brasileira esteve perto de um tripe-double em 36 minutos de correria: 14 pontos, 11 rebotes, 9 assistências e 3 recuperações. Silvinha lidera a competição em assistências (6,0), é a quarta mais eficiente (19,2) e a nona cestinha (14,8).

Sei que ouvirei comentários do tipo “na Suécia, até eu!”, mas são números semelhantes aos que ela registrou no Brasil no último ano e superiores ao de outras concorrentes citadas acima.

A resposta à pergunta do título só Enio tem. Eu, do lado de cá, acho que ainda sim.

A invencível Unimep (Revista Placar 15/12/1986)

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domingo, 6 de novembro de 2011

Brasil vence Chile na estreia no Sul-Americano Sub-15

imagemka O Brasil teve mais dificuldades que no amistoso da semana passada (75 x 28), mas bateu o Chile na estreia no Sul-Americano Sub-15 por 64 a 48.

Os destaques foram:

 Kananda (de Ourinhos, com 20 pontos e 8 rebotes);

Vitória (de São José, com 11 pontos e 9 rebotes);

e Caroline (de Barretos, com 11 pontos e 4 recuperações)

 

Outros resultados:

Argentina 106 x 24 Uruguai

Colômbia 68 x 43 Equador

Além de Danila, Ariani Silva também está na NAIA

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Além da pivô Danila Fabbri, a armadora brasileira Ariani Silva também está na NAIA nessa temporada.

Ambas estão na I Divisão da competição universitária, que conta com 112 times.

A Rogers State University (Oklahoma), de Ariani, está na Sooner Athletic Conference e aparece na posição 24 em uma pesquisa entre os técnicos antes do início da competição.

A Park, de Danila, é da American Midwest Conference e não teve votos na enquete.

Ariani estreou como cestinha na vitória sobre MidAmerica Nazarene (75-68), com 17 pontos e 1 assistência.

Seleção Sub-15 estreia hoje no Sul-Americano de Cuenca

20111106_712613_SusanCortes_gde Neste domingo (6), a seleção brasileira sub-15 feminina inicia a caminhada rumo ao degrau mais alto do pódio do 18° Campeonato Sul-Americano da categoria, na cidade equatoriana de Cuenca. A estreia brasileira acontece contra a equipe do Chile, às 19h30 (horário de Brasília).
 
Antes da partida oficial, o time nacional sob o comando do técnico Cristano Cedra realizou um jogo amistoso contra a seleção chilena, na sexta-feira (4). As brasileiras dominaram a partida durante todo o tempo e venceram por 75 a 28.
 
“A expectativa é muito boa. Conseguimos aproveitar muito bem o tempo de treinamento. Conhecemos algumas jogadoras dos nossos adversários, que já jogaram outros campeonatos com certo destaque. A tendência é de termos um bom campeonato”, disse o técnico.
 
Nesta segunda-feira (7), a seleção brasileira folga. Depois enfrentam Peru (dia 8), Uruguai (dia 9), Colômbia (dia 10), Argentina (dia 11) e Equador (dia 12). A grande final da competição acontece dia 13 de novembro.

Erika, talento de seleção no time joseense (O Vale)

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Ala do São José quer fazer bonito na estreia do time na Liga Feminina

Marcos Eduardo Carvalho
São José dos Campos


A equipe de São José dos Campos está prestes a estrear na Liga de Basquete Feminino, torneio na qual disputará pela primeira vez. No elenco, várias jogadoras jovens e promissoras. Entre elas, está a ala Erika, de 18 anos, que veio para a cidade no meio do ano.
Nascida em Porto Feliz-SP, ela se destacou nas equipes do Americana e do Barretos, antes de vir para sua nova casa. E, isso não é tudo: desde os 15 anos, ela vem sendo convocada para as seleções brasileiras das categorias de base.
Personalidade. Até pela bagagem que tem, Erika se mostra madura e acredita em uma boa campanha joseense na Liga, mesmo contra adversárias mais gabaritadas.
“Primeiro dá um nervosismo, pois é uma coisa nova, um campeonato novo. E vai ser difícil marcar jogadoras que a gente tem como ídolos. Apesar disso, não vamos baixar a guarda para ninguém”, disse a jovem promessa do time comandado pelo técnico Carlinhos.
Desde os 12 anos morando fora de casa, por causa do basquete, Erika disse já estar acostumada a morar longe da família. O sonho, claro, é crescer cada vez mais no basquete e voltar à seleção.
Momentos marcantes. Para ela, o seu melhor momento até agora foi a primeira convocação para a seleção brasileira sub-15, quando ainda atuava pelo Americana.
“Foi quando vi meus sonhos começarem a se concretizar”, lembra a jovem promessa do esporte.
Mas a seleção também lhe deu a maior tristeza, quando ficou no último corte do time sub-19 que disputou o Mundial no Chile, este ano. “A equipe ficou junta seis meses e fui cortada de última hora. Foi um momento muito triste e que me deixou muito chateada”, disse Erika.
“Mas agora isso me dá mais motivação para continuar lutando e evitar passar por isso de novo”, afirmou a atleta do time joseense, que considera a agilidade como uma de suas principais características dentro de quadra.
Perfil
Nome completo: Erika Regina Leite
Idade: 18 anos
Naturalidade: Porto feliz-SP

Modalidade: Basquete
Posição: Ala
Altura: 1,70m
Equipe: São José
Principais conquistas: Bicampeã paulista juvenil (2009 e 2010), campeã sul-americana em 2008, 3ª colocada na Copa américa e 6ª colocada na primeira olimpíada juvenil

Fonte: O Vale

Reforço de Peso

 Ícone da geração de Hortência ainda em atividade, a pivô Alessandra chega para integrar grupo de jovens que vai disputar a Liga Nacional

1169801005 O basquete masculino de São José dos Campos é destaque nos campeonatos que disputa com grandes atuações de seus principais jogadores, como Murilo, Fúlvio e Jefferson, que já defenderam a seleção brasileira. Agora o time feminino tenta seguir os mesmos passos de sucesso alcançado pelos homens.
E o começo já foi dado com a contratação da experiente jogadora, e considerada uma das melhores pivôs do mundo, Alessandra Oliveira, campeã mundial em 1994 e que já conquistou medalhas de prata nas olimpíadas de Atlanta em 96 e de Sidney em 2000.
Depois de passar 15 anos jogando no exterior, a atleta estava com saudade do Brasil e por isso voltou.
"Eu já não estava falando português e estava perdendo as minhas referências culturais, além de precisar ficar mais perto da família", afirmou Alessandra que está fazendo treinamento para recondicionamento físico.
Aos 37 anos, ela vai se juntar ao time formado apenas por meninas com menos de 21 anos e que estão na disputa da semifinal do Campeonato Paulista de Basquete Série A2. A pivô veio com a missão de dar experiência à jovem equipe que vai disputar a Liga de Basquete Feminino.
"Achei muito interessante, pois São José não está montando times só com medalhões que depois do campeonato não estarão mais aqui. Esse time é formado por garotas que foram criadas aqui e amam a cidade", disse.
" É importante a chegada dessas jogadoras considerados medalhões, por que a criança tem em quem se espelhar", concluiu.
Exemplo.

Com passagens por Itália, Rússia, Romênia, Hungria, Estados Unidos, França e Espanha, Alessandra lembra, com carinho, que os conselhos dados por Hortência e Paula, quando tinha apenas 20 e estava começando a carreira logo na seleção, a ajudaram na conquista dos títulos.
"Até hoje falo para a Hortência que as boladas na cara que recebi dela me ajudaram muito na carreira", brinca.
De acordo com a atleta, ela fará a mesma função feita pela dupla Hortência e Paula. "É engraçado. É como se fosse um flash back, mas agora comigo dando os conselhos", afirmou.
Futuro.
Alessandra confirmou que tem o plano de jogar por mais dois anos. Sobre o que vai acontecer com ela depois disso, nem a própria atleta parou para pensar sobre o assunto.
"Vou resolver alguns problemas pessoais mas ainda não tenho nada decidido. Uma das hipóteses é virar treinadora e outra é trabalhar com crianças, coisa que gosto muito", disse Alessandra que estreia em novembro.

Alessandra tem título mundial no currículo

Alessandra tem um rico currículo de títulos conquistados nos 17 anos em que vestiu a camisa da seleção brasileira (de 1993 a 2010). O título mundial em 1994, aos 21 anos, e as medalhas de prata na Olimpíada de Atlanta 1996 e bronze em Sidney 2000 são as principais conquistas.
Alessandra também ajudou o Brasil a ser quarto lugar em Atenas 2004 e bronze no Pan de Santo Domingo em 2003.
Todas essas conquistas dão à Alessandra gabarito suficiente para analisar a atual gestão do basquete feminino nacional.
A pivô atribui o sucesso da seleção ao trabalho feito por Hortência, que está como coordenadora e Janeth, que é a atual auxiliar técnica.
Mas para Alessandra, a conquista do título Sul-Americano e, consequentemente, da vaga nos Jogos Olímpicos ainda não quer dizer nada. "Vendo e analisando, o nível do torneio Sul-Americano caiu muito em comparação à época em que eu jogava. Nós ganhamos esse campeonato mas não podemos parar nisso", afirmou.
Para a atleta, a seleção precisa provar sua força contra as adversárias europeias.
"As seleções da Europa estão muito boas. Eu joguei lá e sei como elas melhoraram. Essas seleções, sim, são verdadeiros testes para as meninas", disse.
Alessandra também acredita na renovação e na nova safra de atletas que atua e que pode atuar pela seleção brasileira.
"Agora a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) está fazendo um trabalho legal porque eles entenderam que sem uma base forte, você não tem uma seleção principal forte" .

Torneio começa em novembro

O time de basquete feminino de São José dos Campos se prepara para disputar a Liga de Basquete Feminina, o campeonato nacional da categoria, que tem início previsto para o próximo mês.
De acordo com o técnico do time, Carlos Lima, uma reunião marcada para essa semana vai definir quais os clubes que irão participar do torneio e como será a fórmula de disputa.
"Nesse encontro eles vão confirmar o número de equipes e como será disputado. Mas está quase certo que serão todos contra todos em dois turnos, classificando os oito primeiros para os playoffs", afirmou Lima.
Carlos Lima disse também que a pivô Alessandra é apenas a primeira das contratações do São José para o torneio. Outras três ou quatro atletas podem integrar o grupo nos próximos meses.
"Conversamos com uma americana que jogou com a Alessandra e temos contatos com outras jogadoras experientes que estão próximas de um acordo", disse.

Fonte: O Vale

Próxima dos 40 anos, Elena Baranova segue em atividade

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Com duas medalhas olímpicas no currículo (ouro em Barcelona-1992, aos 20 anos de idade e bronze em Atenas-2004), duas pratas em Mundiais (MVP na Alemanha-1998 e membro do quinteto oficial na China-2002), uma passagem marcante pela WNBA (sete temporadas), um título da Euroliga (Ekaterinburg, em 2003 e ainda MVP da competição), entre muitas outras conquistas, a russa Elena Baranova já podia se dar por satisfeita e curtir uma merecida aposentadoria.

Mas a ala-pivô que em 1999 chegou a disputar quatro jogos oficiais por um time masculino de Moscou, não parece disposta a se tornar ‘apenas’ a mãe dos gêmos Masha e Misha, de recém-completados 5 anos.

Baranova chega aos 40 anos no próximo dia 28 de janeiro.

Na última quinta-feira, ela esteve em quadra jogando na estreia do Chevakata na EuroCopa.

Na fácil vitória sobre o dinamarquês SISU (34-72), ela teve 12 minutos, marcou 10 pontos (acertou todos os arremessos tentados), pegou 3 rebotes e ainda deu um toco.

Isso é o que eu chamaria de disposição…

Jundiaí é segundo finalista do Paulista A-2

Foto: Thiago Batista - http://www.esportejundiai.com O Divino/COC/Jundiaí garantiu classificação ao playoff - final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2011 ao derrotar o UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau, por 65 a 53, neste sábado (05 de novembro), em partida disputada no ginásio do Colégio Divino Salvador, na cidade de Jundiaí (SP), pela segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - semifinal.
Com a vitória, o time judiaiense fechou a disputa com duas vitórias e nenhuma derrota. No jogo que abriu a série, o Divino/COC/Jundiaí já havia superado o rival, mesmo atuando fora de seus domínios, por 61 a 56.
Na decisão, o Divino/COC/Jundiaí vai enfrentar o São José/SEL/Fadenp, que eliminou o XV/Unimep/Amhpla/Selam na outra série semifinal, também com duas vitórias e nenhuma derrota.

Danila Fabbri estreia com bons números na NAIA

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A pivô brasileira Danila Fabbri começou bem na sua trajetória na Park University.

Iniciando a temporada da NAIA, foi a cestinha da vitória sobre o Tabor College por 62-32 (14 pontos, 6 rebotes, em 19’).

Depois teve 12 pontos e 5 rebotes (em 16’) na vitória sobre a University of Science & Arts de Oklahoma (79-56).

sábado, 5 de novembro de 2011

Brasileiras estreiam com derrota na EuroCopa 2011

Lilian Gonçalves

Ainda invicto na Liga Portuguesa, o Vagos teve uma estreia ruim na EuroCopa, ao perder por 39-70 para o francês Nantes, de Caroline Aubert (18 pontos).

Flávia Luiza somou 8 pontos e 5 rebotes.

Com uma lesão no tórax, Lilian Lopes não conseguiu passar dos 2 pontos.

O adversário da próxima semana parece ainda mais indigesto: o turco Ankara, de Demya Walker e Matee Ajavon.

"As mulheres são mais alegres", afirma Ênio Vecchi (Luís Araújo, iG)

Divulgação/VIPCOMM Treinador se diz adaptado ao trabalho na seleção feminina de basquete, comemora vaga olímpica e projeta medalha em Londres

Luís Araújo, especial para o iG, em São Paulo

O anúncio de Ênio Vecchi como comandante da seleção feminina de basquete, em dezembro de 2010, foi visto com surpresa por muitos. Afinal de contas, o treinador jamais havia trabalhado com mulheres. A carreira toda foi construída como técnico de equipes masculinas. Prestes a completar um ano na nova função, agora de maneira exclusiva no cargo, ele demonstra estar bem à vontade em seu novo habitat. “As mulheres são mais alegres”, brinca.

Vecchi observa que o basquete feminino não tem a mesma força física do masculino, e que até por isso as atletas se aplicam mais à parte tática e prestam maior atenção aos detalhes. Mas a diferença entre homens e mulheres que mais chama atenção não aparece dentro de quadra. “Elas têm uma preocupação muito grande em manter o bom humor e resolver os problemas de maneira suave”, garante.

Apesar da eliminação na semifinal do Pan-Americano diante de Porto Rico, Vecchi julga como satisfatório o primeiro ano à frente da seleção feminina por conta da conquista da vaga às Olimpíadas. Agora, ele já planeja a preparação para 2012, quando o seu desafio será voltar de Londres com uma medalha olímpica.

Leia abaixo a entrevista com Ênio Vecchi:

iG: Qual o balanço que você faz do primeiro ano à frente da seleção feminina?
Ênio Vecchi: Trabalhar com as mulheres foi uma grande mudança na minha carreira, mas me adaptei bem. Fui muito bem recebido por todo mundo da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e pelas jogadoras. Isso foi ótimo. Os resultados atingidos neste primeiro ano foram muito satisfatórios. Nosso grande objetivo era conquistar a vaga para as Olimpíadas, e nós conseguimos cumprir essa meta.

iG: Depois de passar a carreira toda treinando equipes masculinas, quais as diferenças que você sentiu em trabalhar com as mulheres?
Ênio Vecchi: O aspecto físico é um ponto importante. Elas procuram superar isso com muita disciplina tática e técnica, e têm uma atenção aos detalhes muito maior. Isso ajuda bastante o trabalho do treinador.

iG: E fora de quadra, como é lidar com elas?
Ênio Vecchi: Ao contrário do que geralmente é falado, as mulheres são mais alegres. Não que o masculino não seja, mas isso ficou bastante evidente no feminino. Elas têm uma preocupação muito grande em manter o bom humor e resolver os problemas de maneira suave, dentro do próprio grupo, não individualmente. As mulheres são ponto de referência nas suas respectivas famílias, por isso elas sabem da importância de manter um ambiente com clima positivo.

iG: A eliminação diante de Porto Rico na semifinal do Pan escancara que tipo de defeito a ser corrigido na equipe?
Ênio Vecchi: Sempre fazemos uma avaliação minuciosa depois de uma derrota como essa. Sabemos que o nível das Olimpíadas será muito mais forte. Precisamos apresentar maior concentração do que tivemos no Pan para enfrentarmos as seleções mais fortes em Londres.

iG: Além da concentração, no que mais o time pecou?
Ênio Vecchi: Nós erramos mais do que acertamos. Não tivemos o aproveitamento que normalmente temos. Tivemos um volume de jogo de 190 pontos e tivemos apenas cerca de 30%. Foi um dia pouco inspirado, nada deu certo para nós. Ao mesmo tempo, deu tudo certo para as portorriquenhas.

iG: Como você imagina utilizar as atletas que ficaram em terceiro lugar no Mundial Sub-19 deste ano?
Ênio Vecchi: Essa geração tem muito potencial, nós precisamos fazer com que elas continuem se desenvolvendo. Existe uma lacuna na transição do juvenil para o adulto. Nossa preocupação é facilitar essa transição dando sequência ao trabalho. Vamos acompanhar as garotas nos seus respectivos clubes ao longo dos próximos meses e trazê-las para competições internacionais, para que adquiram experiência internacional cada vez maior. Já fizemos isso no Pan com a Carina e a Isabela, que treinaram com a gente. O objetivo disso tudo é poder contar com número maior de jovens jogadoras selecionáveis.

iG: Encerrado o Pan, qual o planejamento de preparação para as Olimpíadas?
Ênio Vecchi: Nossa intenção é ter três meses de treinamentos para as Olimpíadas, mas isso pode variar. Temos convites da China, Austrália e Rússia para jogar torneios amistosos. E nós podemos também organizar aqui um evento como esse. A ideia é adquirir o máximo de experiência internacional possível.

iG: Conquistar um lugar no pódio em Londres é otimismo demais ou é uma possibilidade concreta?
Ênio Vecchi: É fundamental todos nós termos a medalha como objetivo. Essa é a nossa motivação. Sem esse pensamento, não há razão para fazer uma preparação desse jeito. Ainda não falamos disso entre a gente, mas naturalmente todo mundo vai ter essa mesma resposta. A nossa preparação está sendo feita para ganharmos uma medalha.

iG: E quais são os concorrentes mais fortes nas Olimpíadas?
Ênio Vecchi: A seleção mais forte é a dos EUA. Rússia, Austrália, China, França e o Brasil também estão na briga. A República Tcheca foi finalista no último Mundial e está mostrando desenvolvimento, assim como Turquia e Croácia – que eliminou a Espanha no Pré-Olímpico europeu. Todos esses nove países têm chances de medalha.

Fonte: iG

A mexicana do Maranhão Basquete: Brisa Silva

Alguns lances da armadora mexicana Brisa Silva, reforço do time do Maranhão para a LBF.

Aqui há um resumo da carreira da menina.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Antes do Sul-Americano, seleção sub-15 bate Chile em amistoso

Já em Cuenca, no Equador, onde disputa o Sul-Americano a partir da próxima segunda (7), a seleção sub-15 do técnico Cristiano Cedra bateu o Chile em amistoso por 75 a 28.

Maranhão Basquete estreia dia 5 de janeiro

Técnico Betinho Lima espera iniciar treinamentos na próxima semana

imagemaranhao A Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB) divulgou a tabela da Liga de Basquete Feminino 2011/2012. A competição será disputada por nove equipes, sendo sete de São Paulo, uma de Santa Catarina e o Maranhão Basquete, de São Luís - único representante da região norte-nordeste. Pela primeira vez, o Maranhão terá uma equipe disputando um título na principal competição do basquetebol feminino do país.

A Liga de Basquete Feminino começa no dia 10 de dezembro, mas o representante Maranhense só vai estrear no dia 5 de janeiro, no ginásio Castelinho, em São Luís contra o Americana-SP. Serão 16 jogos para cada equipe. Na primeira fase, as equipes jogarão entre si em sistema de ida e volta. As duas primeiras colocadas estarão garantidas no play-off das semifinais. As equipes classificadas na primeira fase da 3ª à 6ª colocações disputarão o play-off das quartas-de-final. Os vencedores disputarão as semifinais com o 1º e 2º colocado na fase inicial.

O técnico do Maranhão Basquete, Betinho Lima disse que acredita que a competição será bastante equilibrada e destacou a importância da participação de uma equipe maranhense na Liga.

"Ontem eue estive participando do congresso técnico e posso adiantar a você que teremos uma competição bastante equilibrada. É claro que equipes como Americana, Ourinhos e Santo André que já vem disputando a Liga e obtendo bons resultados levam um pouco de vantagem, mas com o grupo que estamos montando, mesmo ainda não tendo sido iniciado o período de treinamentos, ao contrário das equipes paulistas, temos muita chance de crescer durante a competição que é bastante longa. A expectativa é grande por parte da Confederação Brasileira de Basquetebol para a participação da nossa equipe e não tenho a menor dúvida que a participação de uma equipe daqui na Liga vai impulsionar a prática do basquete no Maranhão, além de dar a oportunidade do público maranhense ver as grandes jogadores do basquete nacional que virão jogar aqui", afirmou.

A principal estrela do Maranhão Basquete será a ala maranhense Iziane, da Seleção Brasileira, mas o time terá também a norte-americana Crystal Kelly (pivô) e a mexicana Brisa Rodrigues (armadora); além da paulista Cintia Tuiú (pivô, ex-seleção brasileira), a gaúcha Jennifer Sirtoli (ala e pivô da seleção brasileira sub-19) e as maranhenses Renata Lima (armadora), Rayana Souza (ala e armadora), Elivane Silva (ala) e Maria Cláudia (ala).

Na próxima semana, o técnico Betinho Lima espera contar com todas as atletas para iniciar os treinamentos que deverão ser realizados no Sesc, Olho D'Água e ginásio Castelinho.

Jogos do Maranhão Basquete

Turno

05/01 - Maranhão x Americana-SP

07/01 - Santo André-SP x Maranhão

09/01 - Blumenau-SC x Maranhão

11/01 - Maranhão x São José-SP

14/01 - Maranhão x Araçatuba-SP

16/01 - Maranhão x Catanduva-SP

21/01 - Ourinhos-SP x Maranhão

23/01 - São Caetano-SP X Maranhão

Returno

25/01 - São José-SP x Maranhão

11/02 - Maranhão x Santo André-SP

13/02 - Maranhão x Blumenau-SC

23/02 - Americana-SP x Maranhão

25/02 - Catanduva-SP x Maranhão

27/02 - Araçatuba-SP X Maranhão

03/03 - Maranhão x São caetano-SP

05/03 - Maranhão x Ourinhos-SP

Fonte: Imirante.com

Governo de São Paulo aprova projeto para basquete de Ourinhos captar 616 mil reais

IMG_9999 O valor aprovado será captado com recursos do ICMS de empresas do município que serão destinados exclusivamente para infraestrutura do time de basquete feminino de Ourinhos

No último dia 18, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a aprovação da Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude, do Projeto “Super Basquete de Ourinhos”, elaborado pela SEMESPOR (Secretaria Municipal de Esportes e Recreação) e a ACEO (Associação Centro Esportivo de Ourinhos), que tem como objetivo captar recursos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no valor total de R$ 616 mil junto a empresas do Município, que serão destinados à despesas de infraestrutura do time de basquete feminino adulto de Ourinhos, tais como: transporte para as viagens, alimentação, estadia, uniformes e bolas, dentre outros.

Na sexta-feira, 04, o Presidente da ACEO Júlio Barbin, o “Julião” e o Secretário Municipal de Esportes e Recreação (SEMESPOR), Evaldo Pereira Santos, foram recebidos pelo Prefeito Toshio Misato, ocasião em que relataram ao Prefeito, a aprovação do Projeto pelo Governo do Estado de São Paulo.

O Prefeito Toshio destacou a importância da aprovação do Projeto.

“Com certeza, será algo muito importante a captação destes recursos para a manutenção da infraestrutura do time de basquete, aliviando os gastos que tanto a Prefeitura, quanto as empresas parceiras que patrocinam a equipe, tem para mantê-lo, cujo apoio foi decisivo para a conquista dos diversos títulos conquistados pela equipe nos últimos anos e que tanto orgulho e alegria já deram ao povo ourinhense”, disse.

Segundo o Presidente da ACEO, Júlio Barbin, “nos próximos dias será feito contato com as empresas que já são parceiras do basquete feminino, para que seja assinada uma carta de intenção para captação de parte dos recursos de ICMS pagos pelas mesmas, e posteriormente, caso seja necessário, serão procuradas outras empresas da cidade que tenham interesse em colaborar com recursos para o Projeto”. Barbin explicou ainda que “os recursos serão destinados exclusivamente para despesas de infraestrutura do time adulto de basquete feminino e não poderá ser utilizado para pagamento de salários ou contratação de atletas”.

Fonte: Repórter na Rua

São José é finalista do Paulista Série A2

O São José/SEL/Fadenp garantiu classificação a final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2011 ao derrotar o XV/Unimep/Amhpla/Selam, na noite desta sexta-feira (04 de novembro), por 79 a 53 (37 a 27 no primeiro tempo), em duelo realizado no ginásio Municipal Waldemar Blatkauskas, na cidade de Piracicaba (SP), pela segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - semifinal. Com a vitória, o time comandado pelo técnico Carlos José Lima (Carlinhos) fechou a disputa com duas vitórias e nenhuma derrota.
As atletas mais efetivas foram Luciana de Andrade, 14 pontos, e Sandra Leão, 13 pontos, em favor do time piracicabano; Patrícia Ribeiro, 29 pontos, e Maila Ciciardi, 14 pontos, em favor da equipe joseense.
- A nossa defesa foi o diferencial, pois conseguimos encaixar bem a marcação pressão e também fomos bem nas variações, além de marcarmos forte durante os 40 minutos. E, isso deu força ao nosso ataque - comenta Carlinhos.
Na partida que abriu a disputa, o representante do Vale do Paraíba já havia vencido por 72 a 62, jogando ao lado de sua torcida.
Na outra série semifinal, o Divino/COC/Jundiaí recebe a visita do UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau, neste sábado (05 de novembro), às 17h00, no ginásio do Colégio Divino Salvador, na cidade de Jundiaí (SP). O time jundiaiense se qualifica a decisão com um novo resultado favorável, já que venceu o confronto inicial, mesmo atuando na casa do rival, por 61 a 56.

As estreias de Érika de Souza e Lauren Jackson na EuroLiga 2011

2431 Rivais históricos, os até então invictos espanhóis Avenida e Ros Casares tiveram durante essa  semana uma rodada oposta  na Euroliga, quando coincidentemente estreaphpThumb_generated_thumbnailvam suas estrelas na competição.

O Avenida contava com a primeira partida de Érika no torneio. A brasileira afastou a “gripe” ao marcar 18 pontos e 10 rebotes na vitória sobre o Tarbes (78-70), a quarta na competição.

Enquanto Érika não vinha, já houve tempo suficiente para a torcida de Salamanca se enamorar por Dewanna Bonner, cestinha até o momento da Euroliga (23,3 ppj).

Já o super-time do Ros Casares promovia o primeiro jogo da australiana Lauren Jackson, que ainda parece estar fora do ponto. Na derrota para o tcheco USK Praga (59-67), ela teve dez minutos e passou em branco. Do outro lado, Eva Vitecková esteve –como de costume – excelente, com 20 pontos.

Jacareí fica o título da Grande São Paulo na categoria mini

sub 13 campeão paulista A equipe mini (sub-13) do Jacareí Basketball/ABJ, sob o comando de Marcelo Gomes e Edson Fiorentino, conquistou o título de Campeã Paulista, Série Ouro, do torneio GSP (Federação Paulista de Basketball). As meninas disputaram a final na manhã deste feriado de Finados contra a equipe do A.D. Centro Olímpico, no EducaMais Espaço Centro.

O jogo terminou em 88 a 58 e Jacareí saiu invicto do campeonato, com vitória em todos os 20 jogos. Duas atletas da equipe, Milena Rodrigues e Lays, foram as cestinhas do torneio.

A classificação ficou assim -
SERIE OURO
1 - JACAREÍ
2 - SANTO ANDRE
3 - CENTRO OLIMPICO
4 – AMERICANA

Com essa conquista, Jacareí e Santo André obtiveram o direito de disputar o quadrangular final Estadual com mais duas equipes do inteiror, que será realizada em breve.

Em setembro, as meninas da equipe mini do Jacareí Basketball/ABJ faturaram a medalha de bronze na maior competição esportiva escolar do Brasil, as Olimpíadas Escolares para alunos de 12 a 14 anos. As competições aconteceram na capital paraibana, João Pessoa, e envolveram cerca de 3.500 atletas disputando 12 modalidades.

A equipe mini de Jacareí representou o Estado de São Paulo nas competições devido ao título de campeã escolar, conquistado em agosto. O time chegou até as semifinais invicto. As equipes do Jacareí Basketball contam com apoio da Prefeitura de Jacareí por meio da Life (Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte)

A primeira final da LBF

Liga de Basquete Feminino 2010/2011 from LBF - Liga de Basquete Feminino on Vimeo.

A Força Paulista na seleção do Mundial 1986 (Revista Placar 07/07/1986)

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10º CAMPEONATO MUNDIAL FEMININO
Local: Minsk, Vilnius e Moscou União Soviética
Data: 8 a 17 de agosto de 1986
Delegação do Brasil
Anna Maria Krabbenborg (5pts), Hortência de Fátima Marcari (129), Maria Paula Gonçalves da Silva (168), Maria José Bertolloti “Zezé” (7), Marta de Souza Sobral (35), Mirley Aparecida Bento da Silva (4), Nádia Bento de Lima (42), Neuza Maria Ribeiro (23), Ruth Roberta de Souza (13), Suzete Pereira da Silva (0), Vânia Hernandez de Souza (57) e Vânia Somaio Teixeira (55). Técnico: Maria Helena Cardoso.
Campanha do Brasil
Brasil 95 x 103 União Soviética
Brasil 72 x 82 Bulgária
Brasil 69 x 71 Coréia
Brasil 78 x 93 Cuba
Brasil 75 x 82 Canadá (69 x 69 no tempo normal)
Brasil 57 x 72 Austrália
Brasil 92 x 57 China Taipei
Classificação final
1º- Estados Unidos; 2º- União Soviética; 3º- Canadá; 4º- Tchecoslováquia; 5º- China; 6º- Cuba; 7º- Bulgária; 8º- Hungria; 9º- Austrália; 10º- Coréia ; 11º- Brasil; 12º- China Taipei.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Laís Elena repensa decisão de se aposentar (Diário do Grande ABC)

Anderson Fattori

5923982 Laís Elena Aranha parece disposta a reconsiderar a hipótese de se aposentar ao fim da temporada. Aos 68 anos, sendo 28 deles dedicados ao basquete andreense, a treinadora havia dito em março que pararia, mas sofre só de pensar na possibilidade de mudar de rotina no próximo ano. Os insistentes pedidos das jogadoras para que ela continue à frente do Santo André/Semasa têm influenciado na decisão.

"Todos os dias as atletas me perguntam por que vou encerrar a carreira se meus treinamentos ainda são dinâmicos, pesados e dão resultados. Não sei muito bem o que responder e isso me faz refletir. Me sinto motivada com o trabalho e, por isso, vou esperar acabar a segunda edição da Liga (de Basquete Feminino) para resolver se continuo ou não", confidenciou a treinadora.

Laís não assumiu, mas o que atormenta sua cabeça é abandonar a carreira sem ter tido chance no comando da Seleção Brasileira. Ela se sente útil e tem o desejo de ajudar no bom momento vivido pela modalidade. "Muito se fala em renovação, mas no Brasil isso seria trocar o velho pelo novo. Entendo de outra maneira, assim como os japoneses, acho que renovar seria trocar o ruim pelo bom", declarou.

A única experiência de Laís Elena no time nacional aconteceu em 2003, quando foi auxiliar do técnico Antonio Carlos Barbosa. Ela teve outra oportunidade, mas na ocasião preferiu recusar e privilegiar o time andreense, que passava por fase de transição. Apesar do sonho, sabe que convite hoje é improvável.

"Creio que seja inviável pela filosofia implantada pela Hortência (coordenadora do basquete feminino) na CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Ela prefere apostar em técnicos estrangeiros ou mais novos, que possam se adaptar ao que ela entende ser o melhor para o basquete brasileiro", comentou a treinadora.

Uma prova da competência de Laís Elena são os últimos títulos conquistados por Santo André. Mesmo com investimento modesto em relação aos concorrentes, a equipe venceu a primeira edição da Liga Nacional no início do ano sobre Ourinhos, ficou com o título do Campeonato Paulista ao bater Americana e recentemente conquistou o título dos Jogos Regionais.

Agora, a equipe se prepara para os Jogos Abertos do Interior, que serão disputados de 7 a 19, em Mogi das Cruzes. Caso conquiste o troféu, Santo André finaliza a temporada com 100% de aproveitamento. "Com certeza será a competição mais difícil de todas, pois os jogos são bem próximos e contra bons adversários, mas estamos preparadas e confiantes. Falo todos os dias com as jogadoras sobre isso, seria histórico conquistar os quatro títulos na mesma temporada e mais uma prova da nossa competência", ressaltou.

Fonte: Diário do Grande ABC

Brilhante no Pan, mexicana Erika Gómez se aposenta

21o7pc Descrita pelo técnico da seleção feminina mexicana Ray Santana, como “líder, espírito e alma da equipe”, a pivô Erika Gómez (35 anos e 1,87 m) anunciou sua despedida das quadras.

Símbolo do basquete mexicano, conhecida como “La Cucha” e primeira atleta local a jogar profissionalmente na Europa, a pivô acumulou 22 anos de carreira.

Depois da medalha de prata no Pan, competição na qual foi a cestinha, Erika confirmou que seu ciclo estava encerrado e que se dedicará à família e à equipe de Monterrey, onde já trabalhava como treinadora desde a última temporada.

Jundiaí volta a vencer Americana e está no final do Sub-19

Com uma vitória em casa por 90-75, a equipe de Jundiaí fechou em 2-0 a série sobre Americana e estará na final do Paulista Sub-19 contra São José dos Campos.

Um Domingo de Estrelas (Revista Placar 27/01/1986)

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A Frase

“Será difícil, mas vamos apelar à FIBA por um convite para que as meninas participem do Pré-Olímpico. Elas merecem pela sua trajetória.”

José Luis Sáez, presidente da Federação Espanhola, garantindo que a luta da seleção feminina por uma vaga em Londres-2012 ainda continua

Polêmica agita segunda edição da Liga de Basquete (Diário do Grande ABC)

Anderson Fattori

No que depender da técnica do Santo André/Semasa, Laís Elena Aranha, a reunião que vai definir as diretrizes da Liga de Basquete Feminino, amanhã, vai pegar fogo. A treinadora lidera grupo de dirigentes que tenta evitar que clubes privilegiados financeiramente possam encher os elencos com jogadoras estrangeiras, enquanto revelações do basquete brasileiro estão desempregadas. No ano passado, o regulamento permitia três estrangeiras por time, e a ideia é que neste ano sejam liberadas apenas duas.

A atitude é baseada no recém-criado time do Maranhão. A equipe terá a ala Iziane e outras duas jogadoras norte-americanas que atuam com a brasileira no Atlanta Dream, da WNBA. Nos últimos dias, porém,surgiram informações de que a equipe está atrás de outra estrangeira. "Isso seria permitir que a maioria das cinco jogadoras em quadra seja de fora. Vai totalmente contra o que queremos, que é valorizar nossas atletas", argumenta Laís.

Polêmica à parte, a segunda edição da Liga tem início previsto para o dia 10 de dezembro com nove clubes: Santo André, São Caetano, Ourinhos, Americana, São José dos Campos, Catanduva, Araçatuba, Blumenau e Maranhão. O regulamento será definido na reunião de amanhã, assim como a tabela da competição.

TIME

Atual campeão, o Santo André não terá grandes novidades para a segunda edição da Liga. Foram mantidas as jogadoras, entre elas a cubana Ariadna, além do trio Jaqueline, Micaela e Nádia, que defende a Seleção Brasileira. Reforçam a equipe ainda as atletas da base Sassá e Cacá, que também estiveram com o time brasileiro em competições internacionais.

"Temos uma equipe competitiva, mas já sofremos com desfalque da Nádia, que está com fratura por estresse e não tem previsão de volta. Sorte que como a Liga começa no dia 10 de dezembro temos mais tempo para recuperá-la", comemora a técnica.

Laís considera os times paulistas os principais rivais. "Americana e Ourinhos são grandes forças. Agora precisamos saber como virá esse time do Maranhão. Certo é que essa temporada será muito mais equilibrada do que a primeira edição", garante.

Fonte: Diário do Grande ABC

Leila Sobral: “O fim do banquinho” (1988)

Leila sobral

São José é primeiro finalista do Paulista Sub-19

Sub19 SJC
Carolina Ribeiro, a Carolzinha de São José Com uma vitória em casa na noite de ontem sobre Santo André por 72 a 70, a equipe sub-19 de São José dos Campos fechou em 2 a 0 a série semifinal do Campeonato Paulista.
A equipe teve entre seus destaques Carolina Ribeiro (17 anos e 17 pontos), Maila Ciciardi (16) e Mariana Martins (11).
Na primeira partida, em Santo André, o placar foi 78-75.
A conquista de São José chama a atenção por outros fatores, fora o ineditismo.
  • 1 - Grande parte das jogadoras foi formada nas categorias de base do projeto e essas meninas ganham uma oportunidade de vitrine com a confirmação do time adulto e a presença de Alessandra, uma das maiores jogadoras da história do basquete nacional.
  • 2 - O time disputou o Sub-19 em um “segundo grupo”, já que federação e clubes optaram por dar um “descanso” a Americana, Osasco, Jundiaí e Santo André em função das jogadoras na seleção permanente, que foi bronze no Mundial. A equipe liderou esse grupo, eliminou Osasco e agora Santo André.
O time agora aguarda a decisão do seu rival na decisão, que pode sair hoje, quando Jundiaí faz o segundo jogo da série contra Americana, em casa. Na primeira partida, em Americana, deu Jundiaí (71x73).