quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Sorteio dos grupos do Mundial 2018


28 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns Carlos Lima por nós deixar de fora do mundial.

Anônimo disse...

Parabéns Carlos Nunes por estarmos fora do mundial.

Anônimo disse...

Se o Brasil estaria no grupo C se tivesse vencido Porto Rico, iria cair ainda na primeira fase

Anônimo disse...


Perderiamos pra Espanha.
Mas Japao e Belgium, nao estaria tao certo sobre isso...
Eu acho k com Clarissa, Damiris, Nadia, Taina e Tayna; tinhamos chances de vencer, sim.

Mas, vai saber, neh?

Como dissem o pessinistas do Basquete feminino:

"Nao estamos nem classificados!"

Pena!



Anônimo disse...

Dizer "não estamos nem classificados" não é ser pessimista e sim realista, afinal essa é a realidade.

Anônimo disse...

quanta tristeza.....nunca imaginei que estaria vivo pra ver isso....o brasil fora do mundial....

Fabio Leonardo Romano Fragnan disse...

A culpa não é de fulano ou ciclano. O basquete brasileiro seja o naipe feminino ou masculino sofre com as más gestões da CBB a anos. Grego, depois Carlos Nunes eles são os responsáveis por acabar com o basquete feminino.

Anônimo disse...

Eu tbm nao ( nunca imaginaria), e, confesso k nao eh pessimismo, eh realidade, sim.

Mas vendo essas selecoes internacionais ai , eh fato...se nohs nos esforcarmos um pouco mais...abrissemos o basquete feminino pro Brasil inteiro, ou seja , investir no Basquete feminino por todo Brasil, nao soh em Sao Paulo...teriamos material humano pra sempre sermos prata, bronze e quem sabe Ouro aa cada 10 anos, no minimo!

Gnt, o Brasil eh muito grande...mas a cultura eh do futebol/Carnaval e, agora, pra piorar!
... do funk.

Sigo confiante dizendo:

Avancar no basquete feminino hoje eh muito facil, basta ter seriedade.
Desde a comissao tecnica ate as jogadoras...

Tecnicos: investam em conhecimento. Imitem os melhores, os americanos. Criem treinamentos especificos.

Federacoes...pronovam intercambio com os americanos.

Jogadoras...."do the extra mile"....provem a si mesmas k gostam de ESPORTE acima de tudo.
Fazao basquete, mas se espelhem nas americanas...se desenvolvam em musculacao tbm..nao soh no basquete.... jah viram o fisico de uma americana comparado ao resto do mundo?
Fisicamente, elas tem musculo!

O volley brasileiro , com Paula, Fabiana, Fabi, Sheila...enfim....sao meninas FORTES fisicamente acima de TUDO.
Esse eh o ponto. Alias, existem varios pontos.

Totavia, eh soh mais uma imbecil opiniao de quem ama esse esporte e viu meninas vencer os Estados Unidos soh no talento.
Mas um raio nao caih no mesmo lugar doas vezes.

Jah dizia akele sabio:

"SUCESSO EH 10% DE TALENTO/INSPIRACAO E 90% DE TRANNNSPIRACAO."

Pensem nisso..eu, vc e todos NOHS! Penssemos nisso.

Acima de tudo...AMOR AO ESPORTE. Especialmente se eh o k vc escolheu ou vive dele.






Anônimo disse...

E cadê a nova Gestão da CBB? Não era uma das tarefas resgatar o basquete feminino? Nem no site se vê nada relacionado ao feminino. Cadê o novo técnico para acompanhar a LBF? Desde a eliminação da nossa seleção, a CBB está nesta inércia. É assim que vamos evoluir?

Anônimo disse...

A gestão atual está sendo uma decepção em relação ao basquete feminino. Clarissa e Nádia foram dispensadas por lesão na Copa América e duas semanas depois estavam jogando como titulares por mais de 30 minutos em seus clubes, sendo cestinhas e reboteiras. As patriotas Erika e Damiris estavam saudáveis e simplesmente não vieram. As seleções da Europa consegue liberação na WNBA até de atleta americana naturalizada para jogar Eurobasket. A CBB não teve planejamento e capacidade de negociação com suas principais atletas, agentes e clubes. O resultado foi a desclassificação para o Mundial. OK, mas depois disso o basquete feminino deixou de existir para a CBB. No site só tem notícia de basquete masculino. Enquanto a seleção masculina tem mais um técnico internacional, exclusividade em patrocínio e verba do COB, a seleção feminina não tem técnico e nem calendário definidos. É como se o feminino não existisse realmente. Ainda bem que tem a LBF fazendo um trabalho sério, fortalecendo e estimulando os novos clubes. Graças a LBF surgiram Raphaella Monteiro, Letícia Rodrigues, Lays, Milena, Thayná, Leidy, Maira e tantas outras. A base de atletas selecionáveis está crescendo cada vez mais. Falta a CBB fazer a parte dela, contratando um técnico do mesmo nível do masculino para observar as atletas jogando pelos clubes, planejando um calendário para compensar a ausência no Mundial. Porque não levar uma seleção renovada para a Espanha e se oferecer para amistosos preparatórios às seleções que vão participar do Mundial? O mesmo deveria ser feito em relação as seleções de base, pois não vamos participar do Mundial sub-17 de 2018 e nem do Mundial sub-19 do ano que vem. Não podemos ficar tanto tempo sem intercâmbio internacional. A presidência da CBB precisa ser mexer e mostrar a que veio, principalmente em relação ao feminino, que até agora ficou só na promessa que teria o mesmo tratamento do masculino.

Anônimo disse...

Realmente e na Copa América tinha jogadoras que foram representar o Brasil mas não tinha basquete suficiente para estar numa seleção brasileira quando se fala em seleção as pessoas querem ver jogadoras de um nível superior fazendo jogadas bonitas chamando a torcida incentivando as Crianças A jogarem basquete É necessário uma renovação e encaixar jogador as novas para essa mudança de cenário urgente

Anônimo disse...

É verdade a seleção está precisando de jogadoras que queiram jogar e que gostam do basquete imagine uma seleção não excluindo todas as veteranas é claro mas já imaginou juntas Laís e Tainá de São Bernardo Maíra do ituano Vitória do Sampaio Aline Moura uninassau

Anônimo disse...

O nome pra ser técnico da seleção é Virgil Lopez

Anônimo disse...

POVO FALA DE JOGADORA Y JOGADORA X ... CARLOS NUNES ... GREGO ... A MESMA LADAINHA ALGUEM JA PAROU PRA PENSAR QUE NOSSO BASQUETE ESTÁ ONDE ESTA PORQUE 80 % DAS ATLETAS SÃO "MUITO RUINS " TECNICAMENTE ?

Anônimo disse...

Então meu amigo você já deu a solução convocar jogadoras quê tenham técnica e inteligência tática e boas fisicamente

Anônimo disse...

Temos atletas com muito potencial. O fato de termos 11 atletas contratadas por clubes no exterior, diversas atletas nos Estados Unidos, algumas ranqueadas entre as melhores e a própria LBF com vários talentos revelados prova isso.. falta um trabalho sério nas seleções brasileiras para desenvolver essas meninas.

Anônimo disse...

Alguem ja percebeu (ou jah pensou), k reinvindicar uma coisa nao se trata de "ladainha" e sim, cobrar e exigir?

E que:
Alias, e principalmente, porq, teve dinheiro publico envolvido nisso (uma pena), entao logo passa a ser um problema nosso?

E, tbm, no k diz respeito as jogadoras, o nivel tecnico s0h estah ruim, porq, quando tinhamos campeas mundiais em quadra, nada foi feito pra popularizar o esporte?

Contudo, se nao temos muitas pessoas
praticando o esporte, perdemos em material humano, conseguentimente tbm, em nivel tecnico?

Fica a dica.
#vamos ladainhar!

Ricardo Pires disse...

Bom dia:
Parece filme de ficção cientifica, porém, é a dura realidade do povo brasileiro sendo sempre enganado e iludido seja outrora na politica brasileira em outras no esporte futebol, vôlei e agora nitidamente no basquete masculino.
Todos os meios de comunicação estão dando uma enorme ajuda a esse processo colocando os jogadores de rotação na NBA como estrelas da NBB.
Os jogadores sendo tratados como astros da NBA não são mais que meros atletas que com sorte conseguiram oportunidades dentro do melhor basquete do planeta, porém, se fossem astros estariam como Ginobile, Barea, Parker, dentre outros estrangeiros sendo importantes as suas equipes.
Aqui com grande maquiagem e falsos critérios ambos são tidos como aquilos que nunca foram. Uma questão tivemos aqui jogadoras da WNBA(versão feminina da NBA) - Janeth Arcarin tetra campeã titular e importante ao extinto time do Houston Comets, Helen Luz , Alessandra Santos que jogaram e foram campeã mundiais, prata e bronze olímpicas. Além dessa era atual Erika, Iziane, Clarissa e Damaris que jogam na WNBA e a imprensa do Brasil nunca usaram isso para promover o batido basquete feminino.
O machismo, falta de luta das jogadoras como sentar expor tais situações que ficam evidentes que não existem apoio a elas sejam pela confederação, pela midia e pela FIBA essa utlima talvez a grande vilã da modalidade na versão feminina.
Quando mudam as regras para classificação para o próximo mundial, copiando descaradamente o futebol, com muito mais participantes duração maior, o feminino mantem-se como unica modalidade com apenas 16 times, campeonato curto sem atrativos.
O vôlei feminino para quem acompanha não tem grandes seleções existem apenas Brasil, Russia, Servia, China e talvez alguma surpresa algo difícil, porém , são tratadas com respeito e vários times medianos somente para deixar no mesmo patamar que no masculino.
As seleções dos USA, Austrália, Espanha e França estarão possivelmente nas semifinais deveriam se impor exigir o aumento de participantes e que a FIBA auxilie a exposição maior do esporte em vários países na Europa, América do sul, onde existem equipes no masculino.
Foi triste ver a passividade de jogadoras como Paula,Hortência, Haixia, Blanca Ares, Baranova, Stepanova, Zassoulkaya, Tereza Edwards, Macclain, Lisa Lesley, tantas jogadoras sensacionais que deveriam ter lutado fora das quadras exigindo igualdade seja nos campeonatos como na divulgação melhor e melhorais no esporte como baixar as cestas.
Mas infelizmente esse é o retrato atual do basquete feminino os estados unidos de boa pq são campeãs antes de entrarem em quadra, espanholas com a americana Sancho sendo a diferencia,França com a Epoupa e Austrália sempre estando entre as melhores. E o Brasil que tantas glórias deu ao pais com o Mundial 1994, nas olimpíadas prata e bronze alem do pan-americano de cuba, viveremos de milagres com jogadoras sendo formadas nos estados unidos e quem sabe algum técnico bom entre e ajuste a seleção para voltar a ser respeita pela argentina e canada que outrora foram presas facies.
Não tenhamos o mesmo fim que Cuba, China ........

sergio/RJ disse...

Se o Brasil tivesse ido para copa américa com suas melhores jogadoras, com certeza teria conseguido a vaga para o mundial, talvez até sido campeão, mas infelizmente, não pudemos contar com todas e ficamos de fora, mas quanto as equipes que lá estão, com a seleção completa e bem treinada poderíamos ficar entre as 6 melhores do mundo, já que poderíamos ganhar da Coréia, do Senegal da Argentina, de Porto Rico, da Nigéria, da Grécia, Bélgica, China e Latvia e ainda dar um susto no Canadá e Austrália.

Anônimo disse...

Concordo com todos as comentarios racionais aki. Enfim, aparece os VERDADEIROS amantes desse esporte, com opinioes equilibradas, sem xingamentos baixos e cobrando solucoes possiveis, diante da realidade atual.
Parabens a todos nohs!

Loreley disse...

falando do Mundial, a FIBA poderia criar mais competições entre as seleções ao estilo liga mundial ou gran prix do volei, principalmente para o naipe feminino. Estimularia as equipes a fazerem mais jogos, com várias escolas do mundo se enfrentando aumentando o nivel e distribindo dinheiro, já que ajudaria um pouco instituições em crise como a CBB. Até os EUA se quisessem participar que madassem um time B ou C ou juvenil que seria muito interessante. Ninguem aguenta mais a previsibilidade do basquete feminino internacional que há décadas só da hegemonia norte americana em 1º com sobras, com uma Austrália ou Espanha se revezando da 2ª colocação para baixo. Está chato demais.

Anônimo disse...

vergonha.......fundo do poço é pouco....tem que acabar de vez com o basquete feminino no brasil depois dessa....pior geração que existiu....érica, clarissa, nádia, damiris, qdo precisou delas cadê....por isso nunca serão nada no esporte.....serao esquecidas antes mesmo de se aposentarem......

Anônimo disse...

O Campeonato mundial de basquete feminino é o único com apenas 16 seleções, outros esportes coletivos são mais de 20 equipes. A fiba poderia aumentar o número de participantes, acho que a própria federação internacional trata com descaso o feminino.

Anônimo disse...

Para a FIBA o basquete feminino é apenas uma obrigação. Por isso é de se estranhar cobrar da CBB mais respeito com o feminino sendo que o exemplo de descaso vem dela mesma.

Denis Sander disse...

Um campeonato totalmente previsivel. Sem Brasil, Servia, Russia, Cuba seleções tradicionais que poderiam agregar ao mundial. Triste.

Anônimo disse...

è mas se o Brasil tivesse classificado, pelo interesse que essa nova gestão tem demonstrado pelo feminino a seleção ia treinar uns 20 dias no máximo com um técnico sem experiencia e cai na primeira fase.Não tenha duvida esse presidente em relação ao feminino é mais do mesmo. Tem alguém da cbb acompanhando a LBF????

Anônimo disse...

Isso mesmo.
BRASIL, RUSSIA, SERVIA E CUBA, formaria um grupo muito dificil.
Mas...

Anônimo disse...

Este blog não vai ser mais atualizado? Temos um campeonato em andamento e nada se comenta?