quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Basquete Feminino: Tempo bom, Tempo Ruim

O primeiro turno da LBF já chegou ao fim, mas ainda há tempo para algumas observações.

ginasiovazio A falta de público

Não sei se a ressaca de anos de resultados internacionais frustrantes bateu mais pesada depois do último Mundial, mas parece que o público do basquete feminino sumiu.

Nos jogos transmitidos pela Tv, o cenário foi de derrotar mesmo o mais otimistita.

Primeiro jogo, em Americana. O campeão nacional vinha de um período difícil, com problemas com a prefeitura, verbas, ameaça de extinção. Pensava-se que na estreia a torcida demarcaria seu território, mostrando seu apoio em peso. O que vimos? Ginásio vazio.

No segundo jogo, em Recife, entre América x Sport, não havia nem a torcida apaixonada do Sport nos últimos anos, nem se apresentou uma torcida para o timaço do América. Foi tipo assim, o Milagre da Multiplicação, ao contrário.

Terceiro jogo: agora sim seríamos redimidos por um Castelinho apaixonado e vibrante. Mas simplesmente o público maranhense não deu as caras, na confirmação de um desinteresse progressivo pelo projeto, diretamente relacionado a sua forma equivocada de gestão.

Sem TV também

Se nos ginásios, o público não apareceu, em casa é difícil que ele se crie. A emissora oficial – SPORTV – fez péssimas escolhas de partidas, exibiu poucos jogos (seis num intervalo de dois meses) e a maioria num horário de lascar (o almoço de sábado!).

A organização da liga também falhou, já que o canal deu sinais claros que teria mais espaço na programação no período que antecedia o Natal. O NBB se utilizou bem da estratégia. Já a LBF…

pcmoderno Sem internet também

Mas ainda assim, você resistiu e quis acompanhar o torneio pela internet.

Em pelo menos três rodadas, o site da liga não segurou a onda e sumiu.

O modo de transmissão on-line continua o mesmo nesta quuinta edição. Antiquado, não mostra quem está em quadra, nem o que está acontecendo. Ousadia zero.

Dois Parênteses

Faz tempo que não escrevo, mas ficaram duas coisas entaladas no papo nesse período. Vamos a elas.

Alguém avisa o Zanon, por favor!

O técnico da seleção feminina foi consultado pela CBB sobre o sorteio dos grupos para o Pan. Ao saber que as americanas estavam no grupo do Brasil, Zanon já saiu dizendo que o Brasil ia disputar o segundo lugar do grupo. Epa! Será que alguém já avisou a ele que os Estados Unidos andam ligando para o Pan tanto quanto a CBB para o basquete feminino? Será que já avisaram a ele que na última edição dos Jogos, as americanas (desinformação com um time novíssimo) não chegaram às semifinais?

Tá certo que dá trabalho treinar o time masculino de São José, mas não custa se informar um pouco para não cometer gafe no egundo emprego, né não?

O Kebab queimou

A pivô brasileira Kelly Santos está lá na Turquia. Jogando no lanterna do campeonato, enfim aparece a primeira vitória. Kelly se apressou em dizer que aquela havia sido a MAIOR vitória de TODA a sua carreira. Eu li váriaz vezes e era  isso mesmo que estava escrito. Talvez quem sabe, colocasse um “em clubes turcos” na frase… ou ao menos um “em clubes”?

Cada um que escolha seus momentos mais marcantes da maneira que preferir. Mas trata-se certamente de um redimensionamento bastante simbólico para a carreira de uma atleta olímpica.

Voltando à LBF

Vamos a uma breve análise do que o primeiro turno mostrou.

A quinta temporada da liga está sendo a mais movimentada até o momento e a com maior equilíbrio, mas assim como nas duas últimas edições: o antigo Sport (atual América) e Americana disputam o protagonismo.

Tiffany O Todo Poderoso

Até o momento o time do América salta como franco favorito. Tem o elenco mais completo entre as dez equipes, com destaque para a força de suas laterais: as ótimas Tiffany e Tamera, que lideram o ataque com médias de 19 e 15 pontos por jogo. O restante do time titular todo pontua com dois dígitos: Érika (13), Adriana (12) e Nádia (10). Tainá tem jogado bastante. Lamenta-se a ausência de Tatiane, novamente envolta em problemas físicos. Mesmo que volte, a expectativa é que tenha pouco espaço na rotação com as americanas. Uma certa inconsistência tática que teima em acompanhar o time parece ser o único empecilho rumo ao título.

Americana pode surpreender?

Buscando seu terceiro título na liga, Americana tem problemas. Em uma temporada traumática, o time tem se segurado no garrafão com Damiris e Clarissa, que somam 30 pontos por jogo. Na posição em que o adversário se destaca, Americana sofre. Se as titulares Ariadna (12 ppj) e Karla (9ppj) andam devendo atuações mais robustas, o banco agoniza com a falta de cor e de confiança na dupla Chuca e Palmira. Palidez semelhante envolve as armadoras Joice e Babi.

Sem novidades, com contratações equivocadas e sem uma subida de produção no returno (que começou com uma vitória sofrida contra Barretos), vai ficar difícil para Americana.

As perguntas que não calam em São José

Debora Em São José, saltam aos olhos o ótimo trabalho de Débora(10 ppj) e a regularidade de Plutín (15 ppj). Na mesma proporção, os equívocos do técnico Carlos Lima incomodam. Qual teria sido o critério para a contratação da uruguaia Vico? Qual a dificuldade em administrar os maus dias e momentos de Karen e Patty, eternamente preferidas apesar da boa fase da elétrica Ramona? E Joice?

Esses equívocos e o excesso de ‘respeito’ das meninas de São José pelos adversários tornam difícil a missão do time de sair da casa do “quase”.

A pivô Fabi tem tido alguns bons momentos, muitas vezes com um aproveitamento surpreendente nos arremessos de longa distância.

Um castelo vazio

No Maranhão, mais uma vez pesa a maneira como o time se constrói e se desconstrói a cada temporada. Essa falta de cuidado acabou minando o principal capital do projeto: a torcida, que acabou fugindo de vez nessa temporada com a novidade da cobrança de ingressos.

Dentro de quadra, são nítidos os progressos com a chegada de Lisdeivi. Ainda assim tem sido difícil administrar a dependência excessiva das alas Iziane e Ajavon, motores do time com 33 pontos por jogo.

Tem faltado perna e banco.

Os bons momentos de Graziane e a surpreendente Letícia tem sido insuficientes para conferir solidez ao garrafão do time, o que pode se resolver com a chegada de Kelly.

Da chegada dessa última e do entrosamento da cubana Gelis dependem as pequenas chances do time superar nessa temporad seu histórico na competição.

O “novo” Sport Recife se segura com estrangeiras e apresenta uma boa novidadeRAPHAELLA

Remodelado, o Sport estreou muito mal na LBF, apesar das boas intenções do técnico Rildo Acioly. A importação de talentos tirou o time do buraco, com a chegada do trio Wheeler-Omotola-Baker, que carrega o time. Do produto nacional, preocupa a irregularidade da dupla Laís e Luana.

Mais interessante é a temporada da ala Raphaella Monteiro, uma ótima surpresa. Merece menção ainda mais uma aparição da subestimada pivô Milena.

Problemas, problemas, problemas…

Campeão da primeira LBF, Santo André vem se perdendo temporada a temporada. A prometida oxigenada fornecida pelas jovens Tássia e Sassá (em um time recordista em problemas físicas e repleto de opções técnicas controversas) não vingou.nº8-TÁSSIA-CARCAVALLI-ARMADORA

Tássia se apresentou com o melhor acontecimento da temporada. Mas não era difícil prever, no entanto, que com o físico raquítico e correndo a maratona de 38 minutos por jogo, as lesões voltariam a perseguí-la. E voltaram infelizmente.

Problemas físicos também apagam o brilho de Sassá.

Uma surpresa intrigante

O relativo sucesso time de Barretos no turno parece até difícil de explicar.

Mas resumidamente brotou da combinação de uma boa estrangeira (a americana Chloe) com um grupo de operárias (Maila, Emily e Bárbara), que chama mais atenção pela obediência tática do que pelo talento.

Mérito delas e do técnico Escame.

Lamenta-se a contusão de Maria Carolina e comemora-se a aparição da pivô Mariana.

Uma incômoda combinação de irregularidades

Em Venceslau, a temporada tem sido tão irregular quanto seu elenco, no qual o maior destaque tem sido a ala Mariana Camargo.

A repetição do mesmo filme

Brasília chegou à segunda temporada prometendo evolução. A triste contusão de Micaela parece no entanto ter feito o time revisitar seus maus momentos na temporada passada.

De qualquer maneira, é animadora a presença de Kananda.

A luz do lanterna

A incômoda posição de lanterna da competição ofusca bastante a primeira participação de Jaraguá na liga.

O elenco jovem, no entanto, reproduz os grandes problemas do basquete brasileiro.

Há talento, sim. Mas esse brilho está apagado por fundamentos deficientes, limitada capacidade de concentração e de leitura do jogo e principalmente por uma incapacidade psicológica de lidar com vitória/derrota e responsabilidades do jogo.

Ainda assim, é um dos melhores acontecimentos do campeonato.Izabella-Frederico-Sangalli

Tenho impressão que os problemas são agravados pela falta de uma armadora. A jovem Beatriz (19 anos) me agradou demais, mas é natural que enfrente dificuldades. A equatoriana Leida demorou muito a estrear e até agora passou em branco.

Nas alas, é bastante interessante a evolução e a maturidade de Leila.

Izabella Sangalli tem conseguido se apresentar bem, ainda mais considerando que acumulou em alguns jogos a função de armadora. E mesmo Kawanni teve bons momentos.

No garrafão, a coisa complica um pouco. A cubana Yuli tenta se virar muitas vezes na base do individualismo. Suas companheiras tem atuado mal.

A argentina Sthefany foi uma boa sacada do técnico Júlio Patrício.

10923472_1401738483455824_949766303243197002_n As Netas de Marta Sobral não entederam a história

Há 30 anos Marta causava polêmica ao arremessar de três. Pivô arremessando de três? Era. Mas não era “só” isso que Marta fazia. Era uma jogadora incrível, com excelente arremesso de média distância, mobilidade acima da média, mas que também jogava com extrema competência embaixo da cesta. Uma atleta completa.

Parece existir hoje no Brasil uma tendência a tentar reproduzir apenas parte da história.

O primeiro exemplo é Fabi (São José), que tem conseguido de maneira mais equilibrada. Chutou 20 bolas de três até o momento, das quais acertou 9 (45%, o melhor aproveitamento de seu time). De dois, chutou 36 vezes (56%).

O segundo exemplo é Barbara (Barretos), que parece começar a se exceder na empreitada. No momento, a pivô alcançou a façanha de superar as bolas de 3 chutadas em comparação aos chutes de dois pontos (37 x 36).

Otimismo?

100_6270 Num cenário bastante complicado para a modalidade do país, o alento é que novas caras tem conseguido movimentar a competição. Por convicção ou por falta de opção, algum espaço apareceu para uma nova geração que um dia vai ter que assumir o cenário.

Não há detalhes, datas, informação alguma, mas o site da LBF anuncia a chegada da Liga de Desenvolvimento Sub-21. “Vem aí!”

Quero crer que seja um outro movimento muito benéfico para a reestruturação do basquete feminino no país.

Um link para terminar

Quem está no Facebook, deve ficar de olho na página Basquete Feminino. Muito legal.

Até a próxima.

21 comentários:

Anônimo disse...

Ótimo texto Bert!
Carlos Lima de SJC continua afundando o time com suas preferencias e nao consegue aproveitar Ramona, Joice e principalmente a Fabi!
E Americana como sempre em suas contratacoes equivocadas desprezando sempre as jovens e apostando nas "velhas"!
Triste basquete feminino e nem vou entrar no merito do Zanon que so pensa no masculino e no periodo de ferias treina o feminino!

Anônimo disse...

Engraçado falam do publico porém não dizem que o ginásio de Presidente Venceslau esta sempre lotado.
Até no jogo transmitido as 5 da tarde tinha muita gente.
O trabalho que Presidente Venceslau realiza deveria ser olhado com muito mais carinho por todos do basquete feminino.

Anônimo disse...

berth concordo com alguns pontos do seu raciocino lógico, mas acho muito impertinente a sua frase sobre a " Kelly" acompanho seu blog a anos e olha que não sou tão velho assim rs, mas me chateia ouvir você falar assim de uma Pivo do nível dela ..., ela esta certa sim de ter ido para a Europa," indiferente o time esta na lanterna ou não o que importa mesmo e o dinheiro na conta " pelo menos é isso que eu penso", ela iria fazer oque aqui ???????? ganhar pouco? e ser só mais uma, pois na seleção com a mafia de hoje ela não volta.

E voltando ao comentários a Barbara tem um bom chute dos 3 pode observada de perto, MAS COMO VOCÊ MESMO DISSE O SENHOR ZANOM ESTÁ PREOCUPADO COM O SÃO JOSÉ DOS CAMPOS RSRSRSR QUE ESSE ANO ESTA UM FRACASSO E AINDA FALANDO NO MASCULINO O SENHOR ZANOM E TÃO BOM QUE ELE CONSEGUIU IR PARA SJC. E OS MELHORES JOGADORES FORAM TODOS EMBORA DE LÁ PORQUE SERÁ ?????? A VELHA DESCULPA FALTA DE VERBA MENTIRA NINGUÉM O SUPORTA. POIS ELE AINDA ACHA QUE É JOGAR .

Marcio Pimenta disse...

Matéria maravilhosa no meu ponto de vista, conta muito bem tim tim por tim tim o que vem acontecendo nesta LBF e no Basquete feminino Brasileiro!
Parabéns! Espero que atletas tb leiam o conteúdo!

Anônimo disse...

Basquete feminino é um esporte estranho. Que liga esportiva prefere mostrar na TV os jogos dos lanternas do campeonato do que a disputada pela liderança da competição? Todos merecem espaço na TV, mas qual a lógica das equipes com menor investimento ter mais jogos transmitidos do que as equipes que de maior investimento e de melhor nível técnico? Dos clássicos entre Americana, America, Maranhão, Sport, São José, Santo André nenhum jogo foi mostrado na Tv. Assim fica difícil...

Anônimo disse...

Sabemos muito bem que o Zanon mal acompanha os jogos da LBF. Aí faço uma pergunta , o Cris Cedra assistente técnico do Zanon, está acompanhando os jogos da liga? Alguém sabe me responder?

filipe disse...

nossa bert que bom que rompeu seu silêncio..........ótimo texto.....zanon sem comentários......sua escolha como técnico da seleção mostra muito claramente como a cbb trata o basquete feminino...... com absoluto desdém........a kelly não merecia ter sido jogada fora da seleção como um nada....assim como foi feita essa renovação totalmente absurda...jogadoras que não jogam bem nem em clube convocadas e titulares da seleção,,,,,,caso patty por exemplo...enfim...se for falar dos problemas o texto não terá fim........

Anônimo disse...

Boa Bert, ótimo texto, e mostra a realidade lamentável do basquete feminino nacional, com técnico e assistente técnico da seleção brasileira sem assistir ou acompanhar um jogo da lbf! Onde iremos parar? Pq no fundo do poço já está!! Isso porque o seu Zanon trabalha e mora numa cidade onde tem uma equipe feminina na lbf! Ou ele vai acreditar nas orientações do péssimo tecnico de são josé da equipe feminina, que não consegue conduzir e nem administrar suas jogadoras, elas jogam por si, para ganhar jogos, o q ele vai falar para o Zanon?? Não adianta culpar o sistema, ou jogadoras, tudo está errado, o brasil pode ter o tanto de dinheiro que precisar para organizar o basquete feminino, mas sem o "querer" das pessoas envolvidas, desde os medalhões da CBB, aos técnicos de escolinhas, nada irá mudar, apenas pagaram mais para jogadoras, mas a qualidade ainda será horrível para padrões internacionais! Está cada dia mais difícil ver uma luz ao fim do poço!!!

Anônimo disse...


OBSERVADOR

Como sempre comentários de quem mesmo sem estar presente,analisa bem o basquete feminino.O Zanon tem seus problemas com o masculino,ou acham que ele tem de ficar desempregado e ganhar o que aonde da CBB,falida,e pessimamente administrada.Não é justa esta critica a ele,deveria sim ser endereçada a CBB.O América não tem como perder,apesar do técnico dono do time,ter suas limitações.Americana só equívocos nas suas contratações e dispensas,Chuca não tem sentido, dispensar a Sangalli,Leila,Débora,Fabi e Ana Carolina,demonstra que sua administração não esta competente.A citação da Kelly foi de uma infelicidade muito grande,demonstrando um certo ranço com relação a jogadora,o assunto aqui era a LBF e ela esta KMs de distancia.Avalio que Santo André esta sendo a decepção,embora a dupla lais e Arilza mereçam todo o respeito, acho que ali tudo precisa ser oxigenado! O Maranhão não entendi que o comentário sobre a Lisdeives,se o time foi todo remontado não tem como se comparar trabalhos anteriores,ainda mais com um jogo só televisionado e uma vitória apertada de 7 pontos contra o lanterna.Infelismente esta é a realidade que no defrontamos hoje.Brasilia tentou uma melhora é digno de elogios, o Sport paga pelo time de ultima hora e com um técnico de masculino,o Barretos esta sendo a surpresa positiva,assim como o Jaraguá que embora sem ganhar tem feitos boas partidas,Wenceslau dentro do possível.

roger disse...

Excelente texto Amigo Bert! Parabéns .Pelo menos várias meninas novas estão tendo espaço em seus times nesta LBF, o que nos dá esperança de dias melhores. Abs. Rogério

Schineider Oliveira disse...

Bom texto Bert...parabens! Gosto da Kelly e entendi seu ponto de vista em relacao a sua ( dela) declaracao. Nao k ela precise mas, fazendo sua defesa , talvez como a Paula tbm acreditava, pra Kelly sua grande vitoria seja , a ultima...Gostei da mencao a nossa maior pivo : Marta Sobral , pouco badalada, mas grande jogadora. E soh pra terminar: acho k nosso observador esta com os olhos furados! CBB e Za-alienado-non, sao incompetentes!

Fusca disse...

De tudo que li, só não gostei da citação referente a pivô Kelly Ex-Maranhão e Americana, soa "pessoal" o comentário ... Enfim o campeonato lá "quebabe" "Turquia" e um dos melhores do mundo e nenhuma pivô brasileira levantou interessante deles, a não ser a Kelly, talvez pelo seu currículo, bronze em olimpíada, ser jogadora voluntariosa, volume de jogo, forte e extremamente técnica, mesmo aos 34 anos e destaque absoluto na sua equipe e seria tb em qqer outra equipe bem treinada!
Por isso o fato de estar na lanterna não a desmerece em nada, até porque o campeonato não acabou!
A declaração dela com certeza tem a ver com as ameaças de ser extinta do cenário do basquete nacional e internacional por ter levado a público a situação deplorável que passava seu último time "Americana" que tentava esconder uma grande crise financeira , deixando nas costas das jogadoras responsabilidades dos dirigentes!
Por tal atitude digna e honrada sofreu ameaças, repito, de ser extinta do basquete... Mas isso não aconteceu muito pelo contrário, após um grande período de perdas o time da Turquia se reergueu com sua ajuda, dai dentro desse contexto, considerando também ser a ultima vitória sempre a mais importante e que cabe bem a declaração de Kelly ao dizer ser a maior vitória da carreira dela ...

Anônimo disse...

Primeiramente bom dia a todos.
Pensei muito em escrever um post. Liguei e desliguei várias vezes o computador. De repente, pensei na maneira mais educada e respeitosa em discordar dos outros posts. A análise técnica do Bert continua como sempre, precisa. Mas já há um bom tempo vem acompanhada de um conjunto de tantas outras análises, no mínimo, DESNECESSÁRIAS. Para quem acompanha o basquete feminino (os insistentes), não é segredo algum que nunca mais teremos o que tivemos no passado. Que já passamos e continuaremos a passar por períodos muito difíceis. A partir dai, criticar sobre a falta de público, a falta de TV, sobre o desempenho desta ou daquela equipe ou jogadora, onde isto contribui para a melhoria do basquete? Só de ver estrangeiras novamente no Brasil, só de ver equipes empregando as jogadoras brasileiras, já deveria ser motivo de ELOGIOS. O crescimento da modalidade não ocorrerá do dia para noite, não teremos jogadoras com melhores fundamentos se não estiverem jogando com outras melhores que elas. Assim, penso que os posts e análises do Bert poderiam ser MAIS GENEROSOS, mais PACIENTES, menos pessoais, enfim. Concordo com o post do Rogério. Ass: Fábio Amaral

Anônimo disse...

Primeiramente bom dia a todos.
Pensei muito em escrever um post. Liguei e desliguei várias vezes o computador. De repente, pensei na maneira mais educada e respeitosa em discordar dos outros posts. A análise técnica do Bert continua como sempre, precisa. Mas já há um bom tempo vem acompanhada de um conjunto de tantas outras análises, no mínimo, DESNECESSÁRIAS. Para quem acompanha o basquete feminino, não é segredo algum que nunca mais teremos o que tivemos no passado. Que já passamos e continuaremos a passar por períodos muito difíceis. A partir dai, criticar sobre a falta de público, a falta de TV, sobre o desempenho desta ou daquela equipe ou jogadora, onde isto contribui para a melhoria do basquete? Só de ver estrangeiras novamente no Brasil, só de ver equipes empregando as jogadoras brasileiras, já deveria ser motivo de ELOGIOS. O crescimento da modalidade não ocorrerá do dia para noite, não teremos jogadoras com melhores fundamentos se não estiverem jogando com outras melhores que elas. Assim, penso que os posts e análises do Bert poderiam ser MAIS GENEROSOS, mais PACIENTES, menos pessoais, enfim.

Anônimo disse...

Ótimo comentário. Estranho o time de Santo André. Esta horroroso e varias atletas de qualidade.

Anônimo disse...

As pessoas não sabem o que Santo André está passando
nessa liga.Sou amigo das meninas e sei que contusoēs,
falta de estrutura em todos os segmentos.As meninas
voltaram dos jogos abertos em Bauru num ônibus que
não poderia nem circular em rodovias.Banco de madeira
e escolar.O Depto. de esportes é um verdadeiro fracasso.
Até agora não conseguiram um tostão de patrocínio.
A Marta como secretaria de esportes é uma excelente
secretaria de lazer.

Anônimo disse...

belas palavras do fusca, todos nós sabemos a realidade do nosso basquete feminino,se você tem opinião e tem a cabeça boa as pessoas fazem de tudo para te EXCLUIR para você não expor as suas opiniões.... enfim a Kelly esta correta de ter saído do Brasil sim independente de estar na lanterna do campeonato turco... cada um sabe aonde seu calo aperta .... SABEMOS QUE A VIDA DE UM ATLETA DE AUTO NIVEL E CURTA E NÃO TEM NINGUÉM PRA AGRADECER " PAGAR AS CONTAS " ISSO MESMO KELLY CONTINUA AI NA TURQUIA COMO DIZ O BERTH" QUEBABA" GANHANDO RIOS DE DINHEIRO, POIS COMO JÁ DEREM UMA SENTENÇA NA SUA CARREIRA DIZENDO QUE VOCÊ DEVERIA SE APOSENTAR, MAS DEUS PÕE UMA, E NÃO UM PONTO FINAL.

Anônimo disse...

Com relação ao técnico da seleção, sugiro o Dedé do time de Limeira.Seu time joga de forma extremamente eficiente e de forma inteligente. O Zanon, com seu São José, levou uma lavada de Limeira, que jogou sem seu melhor jogador.

Anônimo disse...

O basquete feminino do Brasil, não é a coisa mais importante, e sim dinheiro no bolso, isso começa pelos coordenadores dos clubes, técnicos e atletas, porque se a CBB e os clubes estivessem preocupados com a Olimpíada que será realizada no Brasil, o basquete feminino não estaria nessa bagunça, nessa falta de comprometimento. Técnicos que estão ultrapassados, não estuda, não se reciclar,só fica sempre com o mesmo pensamento, mediocreira, pequeno, se contem com 10º, 8º lugar. NINGUÉM MERECE

Anônimo disse...

Bert, o técnico Carlos Lima, nunca vai dar chance a essas meninas, pois quem manda no time, são as atletas e o coordenador que não sabe nada, porque o técnico é inseguro, não estuda, é arrogante, prepotente, pois ele no jogo parece mais um animador de torcida, só grita, faz troca errada, no pedido de tempo fala coisas para as meninas tudo errado, pois elas volta para quadra e faz o que elas querem, ganha jogo por elas. Esse é o nosso basquete de São José, SOCORRO.

Anônimo disse...

BERT, para você saber, São José não vai ter SUB 19, pois o Coordenador e o Técnico, que nunca apoiou e nem faz questão nenhuma dessa categoria, deu todo apoio aos comandante para tirar essa categoria, e as atletas da base o que vai fazer, disse que não joga e nem treino com o técnico Carlos Lima.