quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Brasileiras no basquete universitário americano



O basquete universitário americano continua sendo uma opção para as jovens atletas, recém saídas da categoria de base, sendo que algumas delas já passaram pela seleção brasileira.

Thais Oliveira
Quem tem ido muito bem é a pivô amazonense Thaís Gaia de Oliveira, de 20 anos, pivô de 1,85.

Jogando por College of Central Florida, ela foi eleita a atleta da semana (01/12 a 07/12) da NJCAA, com médias de 20,7 pontos, 8 rebotes e 3,7 assistências nos jogos dessa semana.

Pela mesma universidade, ainda jogam a armadora Marcella Rocha (21 anos - 1,60 - ex-Botafogo) que possui médias de 8 pontos e 3,5 assistências por jogo e a ala Camilla Silva que possui média de 3,2 pontos por jogo.

Ainda há outras brasileiras no basquete universitário americano:

Colorado State University (NCAA)
Alana Arias (20 anos - pivô - 1,90 - Ex-Colégio Farroupilha/RS): 9,4 pontos por jogo.


New Mexico Junior College (NJCAA)

Alana Gonçalo (20 anos - armadora - 1,65 - Ex-Recra e Osasco): 6,4 pontos e 4,8 assistências por jogo.
Angélica de Paulo (22 anos - pivô - 1,85 - Ex-São Bernardo e Guarulhos): 14,5 pontos e 6 rebotes por jogo.


College of Eastern Utah (NJCAA)

Ana Carolina Borges (20 anos - ala/pivô - 1,80 - Ex-Americana e São José): 8,1 pontos por jogo.
Caroline Fischer (20 anos - ala - 1,78 - Ex-São Bernardo): 7,7 pontos por jogo.


Crowder College (NJCAA)

Mariana Silva (21 anos - pivô - 1,85 - Ex-São José): 9,3 pontos e 5,5 rebotes por jogo.
Thays Barbosa (20 anos - 1,80 - ala - Goiás): 6,5 pontos e 7 rebotes por jogo.
Thalita Valério (20 anos - ala - 1,69)


Eastern Arizona College (NJCAA)

Natália Hausmann (20 anos - ala - 1,82 - Ex-Pindamonhangaba): 9,2 pontos por jogo.


Paris College (NJCAA)

Natália Saar (20 anos - ala - 1,74 - Ex-Divino): 6,0 pontos por jogo.


Arkhansas Tech University (NCAA II)

Fabiana Monte (22 anos - ala - 1,72 - Ex-São José): 4,3 pontos por jogo.


Eastern Oregon University (NAIA)

Larissa Quintana (20 anos - ala - 1,78 - Ex-Colégio Farroupilha/RS): 6,2 pontos por jogo.


North Central Missouri (NAIA)

Narel Santos (20 anos - pivô - 1,90 - Ex-Ourinhos)


Oklahoma Baptist University (NCAA II)

Raquel Dudzevich (21 anos - pivô - 1,85 - Ex-Centro Olímpico)


Colorado State University - Pueblo (NCAA II)

Mariana Lambert (22 anos - ala - 1,78 - Ex-Divino)


Lyon College (NAIA)

Gabriela Martins (20 anos - armadora - 1,65 - Ex-São Caetano)
Carina Jackson (23 anos - ala - 1,78 - Ex-Pindamonhangaba e Osasco)
Tamires de Souza (pivô - 1,85)

11 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de entender porque grande parte destas jogadoras não são nem testadas em treinos da seleção brasileira?

Anônimo disse...

Gostaria de entender porq nao sao testadas, nao jogam no brasil, e nenhum time se interessam por elas?

Anônimo disse...

Pq, já temos jogadoras ruins suficientes sendo testadas!

Anônimo disse...

São ligas fracas/amadoras, a maioria dessas jogadoras (brasileiras e americanas) ñ irão se tornar jogadoras profissionais.

Mas, é claro, com o cenário do basquete feminino atual no Brasil, terá mercado para pelo menos essas meninas tentarem aqui na LBF.



Anônimo disse...


ANONIMO

RSRSR!!!!Que pergunta ingênua!!!Vc imagina o nível delas e das Ligas que elas jogam!!!Deixem elas arrumarem uma boa faculdade,voltar com um diploma americano e esquece o basket!!!

Anônimo disse...

qualquer coisa é melhor do que jogar no brasil........se bobear é o mesmo nível da LBF...........

Anônimo disse...

Os campeonatos lá geralmente são bons e jogam bem mais que aqui. A maioria não tem oportunidade na categoria adulta. E também precisam estudar . Aqui no Brasil e preciso fazer mágica para jogar e estudar ao mesmo tempo.

Anônimo disse...

As que jogam NCAA com certeza podem ser bem observadas!!!!!

Anônimo disse...

Queria saber se tem alguma jogadora jogando a WNBA, além das 3 que servem a seleção brasileira?

Schineider Oliveira disse...

Saudades de novas materias....eu sei k isso deve significar ferias coletiva...mas isso jah eh demais, soh pode ser tortura! Kkkk

Anônimo disse...

La pelo menos a infra-estrutura é bem melhor que aqui, qq colégio tem 2 ginásios, climatizados e com bom publico.
Aqui S.Jose não tem onde jogar, os ginásios estão sempre vazios, e para ser jogadora tem de conhecer alguém, a técnica e fundamentação não fazem diferença, por isso nosso basquete cai cada vez mais e não se encontra o fundo do poço