segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Reunião na quinta-feira deve definir segunda edição da LBF

nota Nota oficial da LBF confirmou equipes participantes e no dia 03 de novembro em São Paulo, reunião definirá regulamento e tabela da competição

Na terça-feira, 25, o Presidente da Liga de Basquete Feminino - LBF, Márcio Cataruzzi, divulgou em Nota Oficial enviada à ACEO (Associação Centro Esportivo de Ourinhos) por e-mail, a confirmação das 9 equipes que irão participar da 2ª Edição da Liga de Basquete Feminino, que deverá ter início na última semana de novembro. De acordo com a Nota Oficial da LBF, as 9 equipes participantes da Liga deste ano serão: Ourinhos, Americana, Araçatuba, Blumenau, Catanduva, Maranhão, Santo André, São Caetano e São José dos Campos. Cataruzzi informou ainda que realizará no dia 03 de novembro, em São Paulo, uma reunião com os representantes das equipes, para definição do regulamento e tabela da competição.

Expectativa para a 2ª Edição da Liga

Segundo o Presidente da ACEO, Júlio Barbin (Julião), a Edição da Liga deste ano deverá ter um nível técnico ainda mais forte. “Acredito que teremos uma Liga mais forte que o ano passado, pois Americana se reforçou, Santo André manteve a base do time que venceu a competição no ano passado e caso a equipe do Maranhão, confirme a contratação da Iziane e de mais 2 ou 3 jogadoras estrangeiras, como vem sendo divulgado, também virá forte. Portanto, acho que estas 3 equipes ao lado de Ourinhos, serão fortes candidatas ao título”, considera. Julião falou ainda sobre a expectativa da participação de Ourinhos na competição. “Ourinhos está mais forte este ano, com a chegada da Kelly e nossa expectativa é disputarmos o título deste ano, brigando de igual pra igual, com Americana, Santo André e Maranhão”, prevê.

Fonte: Repórter na Rua

Paula, a rainha do maior show do verão (Revista Placar 1986)

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domingo, 30 de outubro de 2011

São José e Jundiaí vencem na abertura das semifinais da A2

O São José/SEL/Fadenp e o Divino/COC/Jundiaí saíram na frente na série melhor-de-três do playoff - semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2011, cuja rodada inicial foi disputada na noite deste sábado (29 de outubro).

O São José/SEL/Fadenp bateu o XV/Unimep/Amhpla/Selam, por 72 a 62, atuando no ginásio do Tênis Clube, na cidade de São José dos Campos (SP). 


Já o Divino/COC/Jundiaí passou pelo UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau, mesmo atuando no ginásio do Colégio Escoteco - Ideal, na cidade de Presidente Venceslau (SP), por 61 a 56.


A segunda rodada será aberta no dia 04 de novembro (sexta-feira), às 20h00, com o confronto entre XV/Unimep/Amhpla/Selam e São José/SEL/Fadenp, no ginásio Municipal Waldemar Blatkauskas, na cidade de Piracicaba (SP). O complemento acontece no dia 05 de novembro (sábado), às 17h00, com a partida entre Divino/COC/Jundiaí e UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau, no ginásio Municipal de Esportes Romão de Souza, na cidade de Jundiaí (SP).O São José/SEL/Fadenp e o Divino/COC/Jundiaí se classificam ao playoff - final com mais uma vitória.

Paula e Hortência no Pan de Indianápolis (1987)

1987

Encontros Inusitados

O encontro entre a Rainha Elizabeth e a pivô australiana Liz Cambage (2,03m) durante recepção no Parlamento Australiano.

O encontro entre a pivô Damiris Dantas (1,92m) e as ginastas Daniele Hypólito (1,46 m) e Daiane dos Santos (1,44m) durante o Pan.

sábado, 29 de outubro de 2011

A Frase

2426“Estou cansada, com gripe e descansarei até segunda-feira.”

A pivô Érika, chegando a Espanha na última sexta-feira e aguardada ansiosamente pelo Avenida.

Atualização: apesar das intenções, Érika acabou estreando no sábado pelo Avenida na vitória sobre o Bugos (83-77). Em 8 minutos, teve 4 pontos, 3 rebotes e 3 faltas.

O Feliz Natal de Paula e Hortência (1993)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Seleção desembarca em São Paulo após bronze no Pan

Meninas chegam de Guadalajara e já pensam nas Olimpíadas de Londres panbasqfem_lp_251011122-2 Com a medalha de bronze no peito e com o dever cumprido na temporada, que foi a classificação para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, a Seleção Brasileira feminina de basquete retornou nesta quinta-feira (27) de Guadalajara, no México,onde disputou os Jogos Pan-Americanos. As pivôs Damiris e Érika, foram as únicas jogadoras que não desceram no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ambas seguiram da cidade mexicana para a Europa, onde jogam. Apesar da campanha que resultou em apenas uma derrota para Porto Rico, na semifinal, as jogadoras, na maioria, concordaram que faltou a presença brasileira na disputa da medalha de ouro.

 
O técnico Enio Vecchi, até no retorno nesta quinta-feira (27) ainda buscava uma explicação sobre a derrota para Porto Rico. "Não podemos tirar o mérito das porto-riquenhas, mas tivemos uma atuação abaixo da nossa média. Foi um dia que nada deu certo. Todos da equipe estavam, focados que disputaríamos a medalha de ouro".
 
Sobre o futuro da equipe, o técnico da Seleção Brasileira está otimista para uma boa preparação e brigar por uma medalha em Londres. "O planejamento será seguido, mas temos algumas coisas para serem discutidas em reunião no próximo mês, para definir a programação e os jogos internacionais", disse Vecchi.
 
A rainha Hortência Marcari, diretora das seleções femininas na CBB, retornou junto com a delegação e também adiantou que a preparação para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, será bastante intensa: "Vou na semana que vem para o Equador acompanhar a Seleção Sub-15 e quando voltar vamos fazer uma reunião para definir nossa programação em jogos de preparação. Temos convites para torneios na China e da Austrália. Vamos definir também o tempo de treinamento na reunião", disse Hortência, que foi ouro no Pan de 91, em Havana, Cuba.
 
A lateral Iziane Marques, seguiu de Cumbica para São Luís, no Maranhão, onde foi visitar familiares. E é possível que vá jogar a próxima Liga Nacional Feminina pela equipe do estado que nasceu. "Estou conversando e muito disposta a voltar a jogar no Brasil. Se não conseguir, tenho propostas para atuar na Europa", afirmou. Iziane disse ainda que sofreu muito no banco de reservas, mas acatou a decisão do técnico em deixá-la no banco. "Foi uma opção do técnico, mas minha vontade era de estar na quadra. Agora é pensar nas Olimpíadas, fazer uma boa temporada e isso espero de todas as jogadoras para que possam chegar na Seleção em bom ritmo e afinadas para a comissão técnica apenas acertar os detalhes táticos da equipe. Tenho confiança que vamos brigar por medalha em Londres", afirmou a maranhense de 29 anos, que jogou a última temporada da WNBA pelo Atlanta Dream.
 
A pivô Clarissa Santos, que sofreu um forte entorse no tornozelo direito, ainda na primeira fase do Pan-americano, ao descer do avião, entregou a muleta que usava para a fisioterapeuta Milena Perroni. E foi direto para o Hospital 9 de Julho fazer uma ressonância magnética, para depois ser avaliada pelo médico da CBB. Sobre a campanha no Pan, a pivô de Americana achou que foi uma fatalidade a derrota para Porto Rico. "Foi triste não ter jogado e ver as companheiras não conseguindo chegar na final. Mas vida que segue. Porto Rico fez uma partida perfeita contra nós. Agora temos que pensar na Olimpíada, fazer um trabalho forte para chegar bem em Londres", finalizou a jogadora de Americana.

 

Juarez Araújo

Fonte: CBB 

Nota: O release acima foi o primeiro do jornalista Juarez Araújo, que – felizmente – assumiu a assessoria de imprensa  da Confederação, que se encontrava em situação simplesmente lamentável. Acho que o primeiro release já ilustra bem a agradável diferença.

Cristiano Cedra define seleção sub-15 feminina

Cristiano Cedra, técnico da seleção brasileira sub-15 feminina definiu o grupo que defenderá o Brasil no 18° Campeonato Sul-Americano da categoria. O time segue a preparação até a próxima quarta-feira (2 de novembro) e no dia seguinte embarca rumo à cidade equatoriana de Cuenca, sede da competição, realizada entre os dias 7 e 13 de novembro.
 
“Fizemos o último corte baseado nas posições. Precisamos de um número adequado de jogadoras em cada posição para fechar o grupo que viaja para o equador. Estamos na fase final dos treinamentos e vamos realizar outro amistoso contra a equipe de Barretos sub-17, além disso, estamos aguardando a resposta de mais dois clubes para um confronto antes do embarque”, disse o técnico.
 
Na última sexta-feira (21), a seleção sub-15 realizou um jogo amistoso contra a seleção sub-17 de Barretos (SP), cidade onde o grupo está concentrado. A equipe do técnico Cristiano derrotou as donas da casa por 65 a 61.
 
“Fizemos esse amistoso contra Barretos sub-17 e foi bastante positivo, não só o resultado do jogo, mas a execução do que foi treinado. Mesmo sendo duas categorias acima, as jogadoras mostram um ótimo desempenho. Todas as meninas tiveram oportunidade de entrar em quadra e mostrar seu potencial”, analisou Cristiano Cedra.
 
Nesta segunda-feira (24), foi a vez dos testes físicos com o fisiologista das seleções brasileiras, Rafael Fachina.
 
“Os testes realizados com as meninas são os mesmos aplicados em todas as categorias. Analisei as atletas neste período pré-competitivo e o resultado foi positivo, conforme o esperado. Em termos físicos, todas estão alinhadas e rumando certinho para o objetivo. Conseguimos usar todos os testes do modelo implantado de controle de carga e desenho dos treinamentos. As jogadoras apresentaram boas condições de suportar a carga de jogo de uma competição, além de atender as condições técnicas necessárias”, comentou Fachina.
 
O grupo permanece concentrado no Hotel Berrante Dourado (Via Conselheiro Antonio Prado, 962), na cidade de Barretos, até o dia 3 de novembro. Os treinamentos estão sendo realizados em dois períodos (10h às 12h e 18h às 20h).
 
seleção brasileira sub-15 feminina
Nome – Posição – Idade – Altura – Clube – Naturalidade
Bianca Araújo da Silva – Pivô – 15 anos – 1,89m – Santo André/Semasa (SP) – SP
Caroline dos Reis de Oliveira – Ala – 15 anos – 1,76m – APAB/Barretos (SP) – SP
Gabriela Alves dos Santos – Ala – 15 anos – 1,75m – Unimed/Americana (SP) – SP
Gabriela Guimarães de Paula – Pivô – 15 anos - 1,81m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP
Kananda Ribeiro Benedicto – Ala/pivô – 15 anos – 1,79m – Ourinhos Basquete (SP) – SP
Larissa Carneiro – Armadora – 14 anos – 1,65m – Uniesp/CiaTalentos/TopTherm/Venceslau (SP) – SP
Letícia Cristina Josefino – Pivô – 14 anos – 1,82m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ
Marcela Lamark dos Santos – Pivô – 14 anos – 1,91m – C.E.M. Poá (SP) – SP
Monique Teresa Pereira – Ala/pivô – 15 anos – 1,87m – Unimed/Americana (SP) – SP
Susan Cortes – Armadora – 15 anos – 1,68m – Uniesp/CiaTalentos/TopTherm/Venceslau (SP) – GO
Tayna Fernanda do Reis – Armadora – 15 anos – 1,63m – APAB/Barretos (SP) – SP
Thayna Silva – Ala/pivô – 15 anos – 1,82m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ
Vitória Marcelino – Ala/pivô – 15 anos – 1,81m – A.E.São José/Atleta Cidadão/Heatcraft (SP) – SP
 
Comissão Técnica
Diretora: Hortência Marcari
Administradora: Helen Luz
Técnico: Cristiano Cedra
Assistentes Técnicos: Julio Cesar Patrício e Guilherme Vós
Assistentes Técnicos Convidados: Vinicius Campos, Antonio da Rocha e Romero França
Preparador Físico: Lucinei Carlos da Silva
Fisioterapeuta: Thayse Melo Lins
Fisiologista: Rafael Fachina
Médica Ginecologista: Tathiana Parmigiano
Médica Ortopedista: Laura Nascimento
Nutricionista: Emy Takahashi

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Porto Rico fica com o ouro do Pan

portorico

 

Na decisão do ouro, o México contou com a torcida local e os 33 pontos e 16 rebotes de Erika Gomez.

Não foi o suficiente.

Comandada por Carla Cortijo, com 29 pontos, 10 assistências e 6 rebotes, Porto Rico fechou a partida em 85 a 67.

Brasil vence Colômbia, conquista o bronze, mas deixa o Pan sem convencer (UOL)

Bruno Doro

Luiz Pires/VIPCOMM

A seleção brasileira feminina de basquete fez o seu papel nesta terça-feira. Venceu a Colômbia com facilidade, 87 a 48, e conquistou a medalha de bronze dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Depois da derrota na semifinal para um time de Porto Rico claramente mais fraco tecnicamente, porém, o time de Ênio Vecchi deixa o México sem convencer.

Contra rivais de nível técnico menor, a equipe não deu o passeio que todos previram. Após bela campanha no Pré-Olímpico, em que conquistou a vaga em Londres-2012 com facilidade, o time veio com a mesma base para o México. As titulares Adrianinha e Micaela não foram convocadas, é verdade, mas o torneio serviria para observação de Iziane, que pediu dispensa do torneio de Neiva (COL) e de novatas como Tássia e Babi, na armação, e Izabela e Jaqueline, nas alas. Nenhuma delas, porém, teve atuações que acabassem com as dúvidas que pairam sobre seus nomes.

"Não foi como a gente esperava, mas é importante sair daqui com uma medalha. É duro explicar o que aconteceu. Tem vários fatores que explicam, mas a gente não pode buscar desculpas. Temos que aprender com o que a gente errou", disse a armadora Babi.

O torneio marcou o primeiro contato de Iziane com Ênio Vecchi e a atuação da ala foi inconstante. Fez jogos bons na primeira fase, quando os adversários eram muito mais fracos, mas falhou na semifinal. Contra Porto Rico, acabou no banco durante o fim do jogo, mesmo sendo, naquele momento, a principal cestinha da competição. "Ela chegou em cima da hora para a competição e é difícil para a atleta naquela situação. Mas a Iziane fez um bom torneio", elogiou Vecchi.

A atuação das armadoras também acabou decepcionando. Babi também foi razoavelmente bem nas três primeiras partidas, mas nas últimas duas, se perdeu. Na semi, não conseguiu parar as rápidas porto-riquenhas e jogou só seis minutos, estourando por faltas. Na decisão do bronze, teve problemas para armar equipe. "Foi a primeira oportunidade dela como armadora principal. Uma hora ela precisaria fazer isso. É um aprendizado", analisou o treinador.

Tássia, sua reserva imediata, mostrou que ainda está verde para jogar com tanta pressão – mesmo assim, coube à novata de 19 anos armar a equipe durante a maior parte do jogo mais tenso do Brasil na competição, a semifinal. Ela esteve em quadra por 23 minutos contra Porto Rico. Mesmo assim, ela arrancou elogios de Vecchi. "Entre as novatas, a Tássia foi quem mais me surpreendeu. Tanto que jogou muito na semifinal e hoje (contra a Colômbia)".

Na decisão do bronze, a vitória sobre a Colômbia foi fácil.  Apesar das falhas defensivas (a Colômbia chegou a ficar a apenas quatro pontos do Brasil), as brasileiras foram ao intervalo com 11 pontos de vantagem, 41 a 30. No segundo período, o time voltou ainda melhor. Marcando muito e atacando bem, fechou o jogou em 87 a 48.

Após conquistar bronze, Ênio admite que Iziane poderia ter jogado mais em derrota na semifinal

Luiz Pires/VIPCOMM

O Brasil conquistou nesta terça-feira a medalha de bronze do basquete feminino dos Jogos Pan-Americanos com uma vitória sobre a Colômbia. Mas o técnico Ênio Vecchi e a ala Iziane não conseguiram esquecer a derrota, por um ponto, na semifinal, para Porto Rico. O treinador deixou a ala no banco no fim do jogo e, após a vitória desta noite, admitiu que a decisão pode não ter sido a certa para o momento.

“Ela poderia ter voltado naquele momento [fim da partida, em que Iziane não jogou]. Mas a gente toma decisões. Às vezes elas dão certo, às vezes não. Sei que poderia ter voltado com ela um pouco mais na quadra, ela poderia ter entrado um pouco antes. A Iziane não deixa de ter razão, não deixa de ter fundamentos”, afirmou o treinador, que teve, no Pan de Guadalajara, seu primeiro contato com a atleta.

Pouco antes, a própria jogadora já tinha manifestado a mesma opinião. “Eu poderia ter ajudado mais do que 13 minutos na semifinal, mas respeito a decisão do técnico”, afirmou a jogadora, com os olhos vermelhos de choro.

Após a semifinal, ela foi a única que não derramava lágrimas ao passar pela área de entrevistas. Após a vitória sobre a Colômbia, porém, a imagem de indiferença foi esquecida. “É um sentimento muito ruim, de frustração mesmo, porque todas nós sabíamos que o Brasil tinha de estar disputando o ouro”.

Até mesmo o técnico Ênio Vecchi quase caiu no choro. Ao ser questionado sobre se ele tinha algum arrependimento, sua resposta veio com voz embargada. "Não é se arrepender, mas reavaliar. Ter tomado outras decisões, ter feito coisas diferentes", disse, controlando a vontade de chorar. "Quem sabe uma troca mudasse a história do jogo. Sou sempre favorável a fazer uma reavaliação para servir de experiência daqui para frente. Tem que estar sempre ligado no que poderia ter sido melhor".

Fonte: UOL

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Brasil vence Colômbia (87-48) e garante a medalha de bronze do Pan de Guadalajara

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Iziane – 20 pontos e 6 rebotes

Érika – 14 pontos e 9 rebotes

Palmira – 12 pontos

Gilmara – 10 pontos e 8 rebotes

Tássia – 9 pontos e 4 recuperações

Os méritos de Porto Rico

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Muito já se falou das falhas do Brasil no jogo de ontem, mas resolvi abrir um espaço para o vencedor: Porto Rico.

Grande parte dos méritos foi do treinador Omar Gonzalez, que organizou muito bem seu time, fazendo uso do que ele tinha de melhor: a velocidade e a agilidade no ataque, com muita movimentação da bola e vários cortes.

Mas durante os tempos, me chamou a atenção que o técnico fazia as considerações em inglês e espanhol.

Só entendi o “dual audio”, quando fui verificar a composição da outra parte da vitória histórica:as jogadoras.

Das doze de ontem, apenas duas são da geração que conquistou a prata da Copa América Sub-18 em 2004 e que foi ao Mundial Juvenil 2005, do qual o Brasil ficou de fora.

Das outras dez, cinco são atletas com ascendência porto-riquenha, mas nascidas nos Estados Unidos e radicadas nas universidades de lá.

Entre essas, se encaixa a ala Jazmine Sepulveda, cestinha da partida com 22 pontos, nascida em Nova York e que jogou a última temporada de clubes na Eslováquia.

O dia de hoje, para Porto Rico, é de continuar a fazer história.

Para as brasileiras, é a oportunidade de mostrar que ontem foi apenas “uma pane”.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

De salto alto e aéreo, Brasil perde para Porto Rico e vai disputar bronze do Pan

salto O Brasil passou pela primeira fase do Pan ganhando sem esforço de adversários que não impressionavam: um time de desenvolvimento canadense, um time amador jamaicano e um jovem e bem-intencionado time colombiano.

Com a vaga em Londres conquistada, o bigode de Enio raspado, Iziane reintegrada, mais Estados Unidos e Argentina eliminados, a cabeça das nossas jogadoras foi para lá: o mundo da lua.

Entrou todo mundo em quadra hoje certo de que bastava assinar o ponto e que enquanto o jogo corria, já era possível pensar na coreografia da conquista do ouro e num segundo bigode.

E aí, caíram do cavalo.

O início foi excelente, com um 8-0 movido por uma inspirada Iziane. Mas logo o técnico porto-riquenho parou a partida e deu um nó em Enio. Trocou a defesa e começou a apostar nas infiltrações. Foi dando certo, suas jogadoras foram ganhando confiança  e o Brasil prometendo que na próxima bola tudo voltaria a ser como antes. Parado no ataque, apostando em bolas de três ou para as pivôs (fechadas por até três porto-riquenhas), a seleção brasileira empacou.

Sem Clarissa, com Érika com faltas e errando tudo no ataque (0/4 nos lances-livres e 1/12 nos lances de dois), a solução parecia vir com Gilmara, mas a pivô saiu carregada de quadra após uma disputa de bola.

Não fosse o bastante, Babi também se carregou em faltas ao tentar conter as infiltrações das ágeis porto-riquenhas e a armação caiu nas mãos de Tássia, que vinha jogando pouco e talvez não seja a armadora que Hortência procura.

Não deu certo e o desepero bateu.

Na hora do sufoco, Iziane voltou a arremessar sem critério. Contida nas infiltrações, viu seu aproveitamento cair, até que o técnico a tirou de quadra e –no que eu acho que foi um erro- não voltou mais.

No quarto final, as boas intenções de Sílvia Gustavo (cestinha com 16 pontos) e uma bola de Babi mantiveram o Brasil vivo, mas não foi o suficiente. A seleção perdeu vergonhosamente para Porto Rico (69-68) e agora terá que engolir uma disputa de bronze.

O trabalho de Enio teve méritos no Pré? Sim.

Mas novo campeonato, era hora de mostrar que os tempos são outros. E o Brasil simplesmente voltou a decepcionar ao repetir os fracassos dos Pans de Barbosa.

Numa competição com muito mais exposição que o Pré-Olímpico, a seleção perdeu a oportunidade de matar o seu leão (gatinho?) do dia e voltará para casa com o rabinho entre as pernas.

E mais uma vez, o basquete feminino brasileiro mostra que preparo emocional e concentração são virtudes que aqui nem técnicos, nem atletas conseguem imaginar o que significam.

SEMIFINAL: BRASIL x PORTO RICO

Final de jogo: 69 x 68. Brasil perde pra si mesmo, e disputa o bronze.

Final do 3o periodo: sufoco, Porto Rico vai vencendo por 56 x 52.

Com um inicio forte, a selecao abriu uma boa vantagem ate a metade do 1o periodo, quanto Porto Rico entrou no jogo chegando a passar a frente ainda no 1o tempo.
Nossa selecao mostrou instabilidade, com pouca velocidade, se resumindo a algumas infiltracoes de Iziane e a bole de seguranca com Erika, que deixou a quadra com 2 faltas.
Com 2 bolas de 3 pontos de Palmira e Sil, nossas meninas retomaram o placar, fechando o 2o quarto em 40 x 35.

Vamos ao segundo tempo.


Final do 1o tempo



Vinte anos depois, o Pan

A conquista do ouro pelo basquete feminino no Pan de Havana, em 1991, continua sendo um fato extremamente marcante no esporte nacional. Vinte anos depois, a conquista das meninas sob as barbas de Fidel ainda é lembrada e comentada.

Jennifer Azzi Katrina McClain Teresa Edwards

O time americano que o Brasil bateu naquela competição (87-84) contava com Jennifer Azzi, Teresa Edwards, Andrea Lloyd, Venus Lacey, Katrina McClain e Lynette Woodard, entre outras. Nenhuma delas estava estreando na seleção americana, como se tornou comum nas edições seguintes.

A seleção cubana que Paula, Hortência & Cia bateram por duas vezes em Havana (90-87 e 97 x 76) havia sido bronze no Mundial da Malásia (1990) e ficou com o quarto lugar em Barcelona (1992).

[Adriana Aparecida dos Santos (12), Ana Lúcia Mota (7), Hortência de Fátima Marcari (133), Janeth dos Santos Arcain (87), Joycenara Baptista (7), Maria Paula Gonçalves da Silva (110), Marta de Souza Sobral (92), Nádia Bento Lima (24), Roseli do Carmo Gustavo (5), Ruth Roberta de Souza (23), Simone Pontello (9) e Vânia Hernandes de Souza (9). Técnica: Maria Helena Cardoso]

E – por incrível que pareça e por mais que seja ‘exaltado’ o baixo nível técnico da competição – nunca mais o Brasil foi ouro na disputa.

Em Mar del Plata -1995, a competição foi cancelada por falta de interessados.

Nas três próximas edições, o técnico Antônio Carlos Barbosa comandou o time e acumulou fracassos.

Em Winnipeg-1999, o time esteve irregular como sempre sob o comando do treinador. Conseguiu superar Cuba na estreia (84-78), as dominicas a seguir (124-68) , o  Canadá no terceiro jogo (70-59) e ainda os EUA (77-72, no site da CBB, consta derrota por 70-72), e jogou muito mal em mais uma vitória sobre as argentinas (67-65). Na semifinal, uma cesta de Tammy Sutton-Brown (então uma menina de 21 anos) definiu a vitória das canadenses. Na decisão do bronze, a seleção americana não tomou conhecimento e voou (85-59).

marci Naquela equipe americana, o nomes de maior destaque foram Michelle Marciniak (na época com já 25 anos) e Edwina Brown (21). As duas e suas dez companheiras naquele Pan não voltaram a disputar competições pela seleção americana. Uma das atletas, Danielle Monique McCulley teve passagem discreta por Americana em 2004.

Outro fato que marca a competição foi a contusão de Leila Sobral, que gerou um pôlemico processo judicial contra o COB e afastou a atleta da seleção por cinco anos.

[Adriana Aparecida dos Santos (99), Adriana Moisés Pinto "Adrianinha" (40), Cíntia Regina dos Santos Luz (77), Helen Cristina dos Santos Luz (115), Ilisaine Karen David "Zaine" (11), Kelly da Silva Santos (63), Leila de Souza Sobral (66), Lilian Cristina Lopes Gonçalves Lopes (22), Patrícia Mara Silva (21), Rosângela Aparecida Pereira (0) e Roseli do Carmo Gustavo (21)]

Quatro anos depois, na República Dominicana, o time se comportou de maneira semelhente.Na primeira fase, bateu Canadá (62x53), Argentina (86-43), perdeu dos EUA (77x64). Depois venceu as donas-da-casa (102-44)  Cuba (79x70). Na semifinal, nova derrota para a seleção americana (75x69), num jogo com prorrogação e marcado por um lance polêmico em que a mesa anotou dois pontos a mais para as americanas.

Na decisão do bronze, o Brasil superou o Canadá (55x46) em um jogo muito ruim, no qual –se a memória não me trai – algumas bolas de três de Lilian ajudaram bastante.

Logo após o Pan, Silvinha Luz pediu afastamento da seleção. O astral era péssimo com o degaste com Barbosa, o afastamento de Laís Elena (assistente na época e que não foi a Santo Domingo alegando “medo de avião) e o grupo enfrentaria um Pré-Olímpico em um mês.

Felizmente, o retorno do assistente Paulo Bassul (ocupado durante o Pan com a seleção sub-21, que conquistava a prata no Mundial) e as incorporações de Janeth, Leila e Iziane mudaram o rumo.

rebekkah_brunson_big O time americano daquela vez tinha como destaque Rebekkah Brunson, então em início de carreira, com 21 anos, idade média do time. Brunson e as demais onze atletas que perderam o ouro para a Cuba não voltaram à seleção americana em torneios oficiais.

[Adriana Moisés Pinto "Adrianinha" (82pts), Alessandra Santos Oliveira (80), Cíntia Silva dos Santos “Cíntia Tuiú” (67), Jacqueline Godoy (15), Jucimara Evangelista Dantas “Mamá” (9), Kelly da Silva Santos (45), Lilian Cristina Lopes Gonçalves (46), Micaela Martins Jacintho (61), Renata Santos Oliveira (9), Silvia Andrea dos Santos Luz “Silvinha” (67), Soeli Garvão Zakrzeski “Ega” (8) e Vivian Cristina Lopes (30)]

Rio de Janeiro, 24/07/2007 - XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007 - Competição de basquete feminino - Disputa da medalha de ouro entre Brasil X EUA, na Arena Municipal Multiesportiva, em Jacarepaguá, zona oeste da cidade. Na foto, a jogadora brasileira Adrianinha, em lance do jogo. Foto de Nelson Perez / COBEm 2007, no Rio, havia a expectativa do ouro na despedida de Janeth. Depois de vitórias sobre Jamaica (81-69), México (88-44), Canadá (77-63) e de eliminar Cuba nas semifinais (79-60), o time caiu na decisão contra as americanas (79 a 66 – no site da CBB, registrado como 69-66).

O time americano que esteve no Brasil era muito jovem. O destaque foi Angel McCoughtry (na época, com 20 anos). Do grupo, Angel mais a pivô Jayne Appel (19) já estiveram em ação no último Mundial Adulto.

[Adriana Moisés Pinto "Adrianinha" (72pts), Graziane de Jesus Coelho (4), Ísis de Melo Nascimento (2), Janeth dos Santos Arcain (86), Jucimara Evangelista Dantas “Mamá” (14), Karen Gustavo Rocha (21), Kelly da Silva Santos (57), Micaela Martins Jacintho (87), Palmira Cristina Marçal (7), Patrícia de Oliveira Ferreira “Chuca” (0), Soeli Garvão Zakrzeski “Ega” (29) e Tatiana Castro Conceição (12)]

 Basquete

Daqui a duas horas, a seleção feminina começa a escrever um novo capítulo dessa história na semifinal contra Porto Rico. Dessa vez, os rivais dos últimos vinte anos (Cuba, Canadá e EUA) não estarão mais presentes.

O significado de um possível ouro aqui, bem como o real valor dessa equipe americana (que patinou escandalosamente na competição) só entenderemos em alguns anos.

Enquanto isso, que as meninas corram atrás desse ouro!

Americana apresenta Sandora Irvin, do Atlanta Dream, para a LBF2

Sem-título-21-300x224A equipe de basquete feminino de Americana apresentou na manhã desta segunda-feira (24) a pivô norte americana Sandora Irvin, 29 anos e 1,92m de altura  como o novo reforço para a equipe na disputa dos Jogos Abertos e 2º edição da Liga de Basquete Feminino (LBF).

Com o novo reforço, Americana fecha seu elenco para a disputa dos dois próximos campeonatos. A contratação de uma pivô era a prioridade do técnico da equipe Luiz Augusto Zanon “A contratação atende um pedido feito pelo Zanon. Ele avaliou o nosso elenco e apontou a necessidade da contratação de uma pivô. Para o lugar da Silvia Luz, que esteve conosco no Campeonato Paulista, o Zanon irá apostar nas jovens atletas do nosso projeto como Tássia e Izabela Sangalli, além das meninas que já fazem parte da equipe adulta como a Leila, Débora e a Fabi”, comentou o presidente da Associação Desportiva dos Cooperados e Funcionários da Unimed, Ricardo Molina Dias. 

Sandora Irvin atuou na última temporada da WNBA pela equipe do Atlanta Dream, além de passar pelas equipes de San Antonio Silver Stars (2008) e Chicago Sky (2009 e 2010). Na Europa, a pivo atuou nas equipes espanholas do Estudientes Madri (2008), Puig d’em Valls (2009) e Cadi La Seu D’Urgel (2010), além de atuar uma temporada na Polônia pelo Lotus Gdnya (2011).

Em algumas de suas marcas pessoais, Sandora Irvin foi escolhida, em 2005 como a 3ª do draft WNBA pelo Phoenix Mercury, além de ter sido a terceira melhor reboteira do campeonato espanhol de 2008 e por duas vezes ter sido escolhida jogadora MVP (mis valiosa) do espanhol.

O presidente da associação gestora também fez questão de, mais uma vez, agradecer a parceria com a prefeitura Municipal de Americana e os parceiros que investem na equipe principal do basquete feminino de Americana. “Sem o apoio da Prefeitura Municipal e as empresas Vivosabor Alimentação, Folhamatic e Cataby não teríamos condição de ter uma equipe de ponta na elite do basquete feminino nacional. Só tenho a agradecer o apoio do prefeito Diego de Nadai e dos amigos que fazem parte das empresas parceiras desta equipe” concluiu o dirigente.

Para o prefeito Diego Denadai, a vinda da jogadora para a equipe da cidade só dá mais brilho para o esporte americanense “É com muita satisfação que anunciamos essa contratação para reforçar o esporte da cidade de Americana que já é uma referência em nossa região. Com certeza não só o Basquete, mas todo o esporte ganha com a contratação da Sandora. Agradecemos a jogadora pela confiança no trabalho realizado por Americana” comentou.

A jogadora Sandora Irvin já está com toda sua documentação regularizada e sua estréia será nos jogos abertos do interior em novembro em Mogi das Cruzes. A atleta deverá iniciar os treinos com seu novo time durante a semana. A estréia da  jogadora em Americana é para a Liga nacional 2011/2012 e a expectativa é de grande publico para acompanhar a equipe nos jogos em Americana.

A Frase

“Queríamos provar que sim, nós somos os Estados Unidos e que sim, nós somos boas!”

O desabafo da armadora Kevi Luper, da Oral Roberts University (a mesma que formou a catarinense Mariana Camargo), após a vitória da seleção americana sobre o México (87-58), a primeira do time no Pan.

domingo, 23 de outubro de 2011

BRASIL x COLOMBIA

O Brasil acaba de vencer a Colombia por 83 x 56 no seu ultimo compromisso na primeira fase do torneio de basquete feminino do Pan 2011.

E claro que poderia ter sido ainda mais facil, afinal a selecao ainda apresenta falhas na defesa, mas que prometem ser minimizadas apos o treino que se realizara hoje a tarde em Guadalajara.

Alias, esse sera a primeira oportunidade que o Brasil tera de treinar depois que comecou o torneio.

Jogam as 13h hora local, Argentina x Porto Rico, decidindo quem sera nosso adversario na semfinal de amanha.

A noite, o Mexico, ja garantido em 1o do seu grupo, enfrenta os EUA, enquantoos eliminados Jamaica e Canada se enfrentam.



Final do 1o tempo: BRA 42 x 27 COL





Copa Paulista de Basketball movimenta cinco equipes

A Copa Paulista de Basketball é o torneio independente organizado por Dalvio e Marcelo, reunindo equipes amadoras tanto masculinas quanto femininas de São Paulo. O campeonato é semestralmente realizado, em sua única categoria feminina com idade inicial de 14 anos, possui 5 participantes, entre eles o atual campeão da competição, o Economia Mackenzie. Completando o quadro de equipes temos: Direito Mackenzie, Ladies Team/UNIP, SESI/Guarulhos e o Clube Pinheiros.

O departamento técnico da Copa Paulista de Basketball disponibilizou no dia 10 de outubro, a tabela completa de jogos da categoria feminino adulto, disponível no link: http://www.copapaulista.com.br. A competição teve início no último dia 12 de outubro (quarta-feira), às 20h30min, com a partida entre Economia Mackenzie 67 x 09 Direito Mackenzie.

Na fase de classificação, as equipes jogam todas contra todas em turno e returno. Os quatro primeiros colocados avançam para as semifinais. A partir daí, as equipes enfrentam-se em sistema de "mata-mata": 1º x 4º e 2º x 3º. A final será jogada em partida única, com vantagem para a equipe melhor colocada na fase de classificação, que terá o mando de quadra.

Thaís Santos

Americana apresenta novo reforço em coletiva de imprensa na segunda-feira

A Unimed Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa, junto com seus parceiros Vivo Sabor, Folhamatic e Cataby, e em parceria com a Prefeitura Municipal de Americana convida à todos para a Coletiva de Imprensa que acontecerá na data e local abaixo, referente a apresentação do novo reforço da Equipe de Basquete Feminino de Americana, que contará também com a presença do Prefeito Diego Denadai.

Local: Auditório Villa Americana (Dentro do Paço Municipal de Americana)

Endereço: Avenida Brasil – nº 85 – Centro

Data: 24.10 (segunda-feira)

Horário: 10h30

sábado, 22 de outubro de 2011

Pan 2011: Brasil 116 x 34 Jamaica

Divulgação/VIPCOMM A seleção brasileira adulta feminina venceu o segundo desafio nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México. O time comandado por Enio Vecchi derrotou as jamaicanas com uma vantagem de 82 pontos, 116 a 34 (52 a 11 no primeiro tempo). A pivô brasileira Érika de Souza que novamente anotou um duplo-duplo (22 pontos e 15 rebotes). Outro destaque foi Gilmara Justino que converteu 19 pontos, seis rebotes e três assistências. Barbara Queiroz foi destaque nas assistências. Anotou 9 assistências, quatro pontos e três rebotes.
 
Diante do fraco time da Jamaica que fez apenas dois pontos no primeiro quarto, o Brasil não precisou fazer esforço para vencer. O primeiro quarto com uma diferença de 23 pontos finalizou com o placar de 25 a 2. O técnico Enio Vecchi aproveitou para mexer no Brasil e trocou todas as jogadoras. Só voltou com algumas titulares no fim do segundo quarto, finalizado em 27 a 9 (52 a 11 no tempo normal).
 
A Jamaica melhorou a postura em quadra e passou cometer menos erros bobos como nem acertar o aro ou bater a bola na própria perna com frequência. O público vibrou muito a favor da Jamaica, no terceiro quarto, quando obtiveram seu melhor desempenho no jogo com 11 pontos no terceiro quarto. O Brasil forçou um pouco mais a marcação no garrafão adversário e teve boas chances de contra-ataques. O terceiro quarto finalizou com o placar de 82 a 22.
 
O Brasil continuou seu rodízio de jogadoras e foi ampliando a vantagem no último quarto para assegurar a segunda vitória em dois jogos disputados no Pan de Guadalajara. A equipe comandada por Ênio Vecchi apertou a defesa, aproveitou a fragilidade das rivais e aplicou uma surra implacável de 116 a 34.
 
O Brasil vinha de vitória sobre o Canadá e, agora, encerra a participação na primeira fase contra a Colômbia às 13h30 (horário de Brasília) deste domingo. A Jamaica enfrenta o Canadá na despedida. Na chave ‘A’, estão Estados Unidos, Argentina, México e Porto Rico.
 
Confira a estatística completa aqui!

 

Outros Resultados:

21/10 – Argentina 58 x 55 EUA, Comlômbia 83 x 26 Jamaica, México 76 x 74 Porto Rico

22/10- Colômbia 59 x 57 Canadá (veja a cesta decisiva aqui), Porto Rico 75 x 70 EUA, Argentina x México

Na Folha:

Record dá um tiro na seleção feminina de basquete

Pivô do Brasil sai com suspeita de entorse e pode ser cortada

No UOL:

Iziane confirma time no Maranhão, mas reclama do "jeitinho brasileiro"

Pan 2011: Brasil 78 x 53 Canadá

Jefferson Bernardes/VIPCOMM
A seleção brasileira adulta feminina venceu o Canadá por 78 a 53 (43 a 25 no primeiro tempo), nesta sexta-feira (21), na estreia dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México. A cestinha da partida foi a ala Iziane Marques com 16 pontos e três rebotes. A pivô Erika de Souza foi um dos principais destaques com um duplo-duplo (15 pontos e 10 rebotes), além de três assistências.
 
O jogo começou equilibrado e se manteve desta forma até metade do primeiro quarto. Após ficar atrás no placar em duas oportunidades, o Brasil ficou à frente pela primeira vez no jogo com uma cesta de Érika. O Canadá empatou em 10 a 10, mas Iziane marcou dois pontos com assistência de Silvia. A vantagem brasileira foi crescendo e chegou a 18 pontos no final do primeiro tempo. A jovem pivô brasileira Damiris deu trabalho para as adversárias e o primeiro quarto finalizou em 24 a 15. O Brasil deixou as adversárias encostarem no terceiro quarto, perdendo o período por 22 a 14, mas o técnico Enio Vecchi usou as reservas e Clarissa comandou o grupo em quadra e fechou o placar do primeiro tempo em 43 a 25.
 
O placar só saiu do zero aos 2m15s, com um lance livre convertido por Érika. Apesar da pressão das canadenses, o time do técnico Enio não deixou o ritmo cair e o terceiro quarto acabou com o placar de 57 a 47. Nos últimos 10 minutos de jogo o Brasil respirou aliviado novamente. Tássia e Palmira deixaram o banco e deram fôlego novo à seleção. Colocando um ponto final em qualquer tentativa de reação canadense, as brasileiras conquistaram sua primeira vitória no Pan com o placar final de 78 a 53.
 
O próximo desafio das brasileiras serão as jamaicanas (dia 22). Depois, Colômbia (dia 23). Todos os confrontos do time brasileiro serão realizados às 13h30 (horário de Brasília - de verão).

 

Estatística da partida: aqui!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pivô Alessandra chega a São José dos Campos com noite de autógrafos

A nova contratada da equipe de basquete feminino, a pivô Alessandra Santos de Oliveira, chega a São José nesta terça-feira (18) e participa de uma noite de autógrafos com as equipes de base do Programa Atleta Cidadão. O evento será aberto ao público, no Colinas Shopping, às 18h30 e marca a apresentação da atleta, que disputará a Liga Basquete Feminino pela cidade. A equipe é mantida pela Prefeitura e terá durante a competição o apoio do Colinas Shopping através da LIF (Lei de Incentivo Fiscal municipal).

Alessandra, considerada a melhor pivô brasileira de todos os tempos, chega à cidade com objetivo de fortalecer o grupo que tem sua fase formada por atletas sub-21. “Tenho certeza que a cidade vai me receber muito bem. Fiquei fora do Brasil por 16 anos e é uma alegria poder voltar a jogar em meu país”, salientou a atleta sobre seu retorno às quadras brasileiras.

A pivô estava no Botasspor Adana (Turquía) e volta ao Brasil para representar a cidade em sua primeira participação na Liga de Basquete Feminino, com início no mês de novembro. O grupo ainda em etapa de formação para a competição está em negociação com outras atletas.

Aos 37 anos, a atleta tem em seu currículo diversas conquistas e participações nos maiores torneios esportivos do mundo, com disputa de três jogos olímpicos (2º lugar em Atlanta - EUA – 1996), (3º lugar em Sydney - Austrália – 2000) e (4º lugar em Atenas - Grécia – 2004). A atleta já participou de quatro Mundiais com a conquista do título no ano de 1994 na Austrália, disputou dois Torneios Pré-Olímpicos das Américas, com conquista do ouro em 2003 no México, é tri-campeã da Copa América nos anos de 1993, 1997 e 2009, além de medalha de bronze em 2003 nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo.

“Nossas garotas terão um grande espelho técnico. A experiência da Alessandra será muito positiva em quadra para o grupo. Nossas equipes de base que já têm destaques em seleções e ficará ainda mais forte com os exemplos dela”, salientou o técnico da equipe joseense Carlos José Lima, o Carlinhos, também coordenador das equipes de base do Programa Atleta Cidadão.

Sub-19 da Unimed/Americana passa à semifinal do Paulista

A equipe Sub-19 de Basquete Feminino da Unimed/Americana derrotou na última sexta-feria (14) a equipe do São Caetano pelo placar de 29 a 56, no terceiro e decisivo jogo dos playoffs de quartas de final do Campeonato Paulista da categoria, fechando a série melhor de três em 2 a 1.

O primeiro jogo, realizado em Americana foi vencido pelas comandadas da treinadora Adriana Santos pelo resultado de 55 a 44. No segundo jogo, disputado em São Caetano, a Unimed/ Americana foi derrotada por 07 pontos (58 a 51), garantindo a vaga no terceiro jogo, também disputado nos domínios do adversário.

As jogadoras que destacaram-se pela equipe americanense foi Aruzha com 21 pontos registrados, além de 07 assistências, e a jogadora Aline com 16 pontos e 17 rebotes.

O adversário da Unimed/Americana na fase de semifinal será a equipe de Jundiaí, com dadas dos confrontos ainda não definidos pela Federação Paulista de Basketball (FPB) até a manhã desta segunda-feira (17).

Sub-17

Pelo estadual de Basquete Feminino da categoria Sub-17, a equipe da Unimed/Americana foi derrotada fora de casa pela equipe de São José, pelo placar de 57 a 56. A jogadora mais efetiva da equipe também comandada pela treinadora Adriana Santos foi Izabella Sangalli com 22 pontos. Isabela Cherubim também foi destaque com 14 pontos.

O próximo compromisso da equipe pelo estadual da categoria será nesta terça-feira (18), contra a equipe do Centro Olímpico, em confronto a ser realizado no Complexo Poliesportivo Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), em Americana, às 18h30min.

ONG de ex-atleta Karina é suspeita de desviar verba do Ministério do Esporte

Matéria do Fantástico de ontem: aqui.

Duelo Sem Fim (Revista Placar 22/02/1985)

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domingo, 16 de outubro de 2011

Adriana estreia no Parma com vitória dramática

ESULTANZA_PARMA Na primeira rodada do Italiano, o Parma da armadora Adriana (número 14 na foto) encontrou o Priollo.

No final, vitória apertada por 71-70.

A brasileira teve 3 pontos, 7 rebotes, 4 recuperações e 3 assistências, em 38’.

Os destaques do seu time foram a veterana francesa Nicole Antibe (37 anos, 16 pontos e autora da cesta decisiva) e a búlgara Gergana Danova.

Compatriota de Danova, Tanya Cirov, do Priolo, foi a cestinha do jogo (21 pts).

Aliás, vendo a ficha do jogo chama a atenção ainda a longevidade das carreiras da italiana Susanna Bonfiglio (37 anos) e da cubana Tania Seino (38).

“Baixinhas, mas sem complexos” (1979)

O Renato me enviou a reportagem abaixo e acho que ela é recordista em idade aqui no blog. É de 1979, quando a seleção se preparava para o Mundial da Coréia, o primeiro de Paula e Hortência. Essa última - aos 20 anos – acabou o torneio como cestinha do time.

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8º CAMPEONATO MUNDIAL FEMININO
Local: Seul - Coréia
Data: 29 de abril a 13 de maio de 1979
Delegação do Brasil
Hortência de Fátima Marcari (127pts), Maria da Conceição Santana (7), Maria de Fátima Cataldi Pascoal (4), Maria Paula Gonçalves da Silva (63), Maria Tereza Boscariol (50), Selma Boragina (8), Silvana Maria Teixeira (2), Simone Aparecida Bighetti (12), Solange Maria de Castro (35), Suzete Pereira da Silva (112), Thelma de Nazareth de Pina Guimarães (8) e Vânia Somaio Teixeira (64). Técnico: Antônio Carlos Barbosa.
Campanha do Brasil
Brasil 64 x 76 França
Brasil 98 x 57 Senegal
Brasil 57 x 55 Japão
Brasil 98 x 53 Bolívia
Brasil 104 x 66 Malásia
Brasil 73 x 82 Holanda
Classificação final
1º- Estados Unidos; 2º- Coréia; 3º- Canadá; 4º- Austrália; 5º- Itália; 6º- Japão; 7º- França; 8º- Holanda; 9º- Brasil; 10º- Bolívia; 11º- Malásia; 12º- Senegal.

Damiris e Franciele estreiam com derrota na Liga Espanhola

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Enquanto Érika ainda desfalca o Avenida (que bateu o Zaragoza por 67 a 60), as outras duas brasileiras da Primeira Divisão Espanhola começaram a temporada com derrotas.

A menina Damiris teve 14 pontos e 8 rebotes, mas o seu Celta perdeu para o Caja Rural (66-65). Na foto, Damiris é marcada pela cestinha da partida Bernice Mosby (27 pontos e 10 rebotes), draftada em 2007 pelo Washington na oitava posição.

Ótima atuação também teve Franciele (14 pontos e 11 rebotes), mas seu Hondarribia não superou o Canarias (64-60).

Por fim, Cris estreou com 4 pontos e 7 rebotes a camisa do Soller na vitória sobre o Cadí (71-78).

Na II Divisão, Geisa está na Universidade del Pais Vasco, que ontem bateu o Estudiantes (64-7), com 16 pontos e 9 rebotes da pivô.

sábado, 15 de outubro de 2011

Enio recua na ousadia e leva mais experientes para o Pan de Guadalajara

O técnico Enio Vecchi definiu o grupo das 12 atletas que brigarão pelo título do Pan-Americano Feminino em Guadalajara, no México. A equipe nacional embarca neste sábado (15), às 15h30 (horário de Brasília), no voo da TAM (JJ 3521) - Terminal 2, no aeroporto do Galeão (RJ); e desembarca em Guadalajara no dia 16, às 12h15 (horário local), no vôo da Aeroméxico (AM 0108).
 
“Todas as jogadoras que estavam treinando com o grupo possuíam chances de estar entre as 12. Mais uma vez foi uma escolha difícil, mas tenho certeza que foi tomada a melhor decisão para o sucesso da seleção. Gostaria de agradecer as meninas que estiveram com a gente esses dias aqui no Rio, pois todas elas fazem parte deste trabalho e estão de parabéns. A nossa expectativa é de fazer um Pan-Americano muito bom e conquistar esse ouro para o Brasil”, analisou o técnico Enio Vecchi.
 
“Essa é a minha primeira competição oficial pela seleção brasileira. É uma grande realização, pois já faz um tempo que tenho tentado ficar no grupo das 12. Agora que consegui essa vaga, vou brigar muito para mantê-la. Treinei recentemente com o grupo e o ritmo de treinamentos do Pan-Americano segue bastante forte. Os treinos foram bastante fortes e intensos. Vai ser uma competição bastante intensa, e uma ótima experiência já que estamos com meninas mais jovens. Conquistar uma medalha seria coroar essa oportunidade por completo” comentou Izabela Morais.
 
O Brasil está no grupo ‘B’ dos Jogos Pan-Americanos e faz sua estreia contra o Canadá (dia 21). Depois enfrenta Jamaica (dia 22) e Colômbia (dia 23). Todos os confrontos do time brasileiro serão realizados às 12h30 (horário de Brasília).
 
“A nossa expectativa é sempre positiva. Já conhecemos essas equipes do pré-olímpico, mas sabemos que cada jogo é uma história. Continuamos no mesmo ritmo, embora o grupo seja um pouco diferente e mais jovem. Estamos preparadas para o que der e vier na busca da medalha de ouro, sempre com a mesma seriedade. Estamos muito concentradas atrás desse objetivo, todas com a mesma meta”, disse Gilmara Justino, “Estou muito feliz de estar aqui de novo. Só saio da seleção quando estiver aposentada”, completou a pivô entre risos.
 
 
SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA
Nome - Posição - Idade - Altura – Clube – Naturalidade
4. Bárbara de Queiroz - Armadora - 25 anos - 1,80m - Unimed/Americana (SP) - SP
5. Palmira Marçal – Ala/Armadora – 26 anos - 1,75m - Poty/A. Cometa Unimed Catanduva (SP) – PR
6. Tássia Pereira Carcavalli - Armadora – 19 anos - 1,79m - Unimed/Americana (SP) – SP
7. Izabela Morais de Andrade – Ala - 24 anos - 1,85m - Assoc. de Presidente Venceslau (SP) – SP
8. Iziane Castro Marques - Ala – 29 anos - 1,83m - Atlanta Dream (EUA) – MA
9. Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 25 anos - 1,78m - Santo André/Semasa (SP) – SP
10. Silvia Cristina Gustavo Rocha Valente - Ala - 28 anos - 1,86m - Ourinhos Basquete (SP) – SP
11. Gilmara Justino - Pivô - 30 anos - 1,85m - Poty/Açucar Cometa Unimed Catanduva (SP) – SP
12. Damiris Dantas do Amaral - Pivô – 18 anos - 1,92m – Celta de Vigo (Espanha) – SP
13. Carina Felippus de Souza – Pivô – 32 anos - 1,84m - Unimed/Americana (SP) - SC
14. Erika Cristina de Souza - Pivô – 29 anos – 1,96m - Atlanta Dream (EUA) – RJ
15. Clarissa Cristina dos Santos – Pivô – 23 anos - 1,87m - Unimed/Americana (SP) – RJ
 
COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortência Marcari
Administrador: Bruno Valentin
Técnico: Enio Angelo Vecchi
Assistentes Técnicos: Urubatan Lopes Paccini e Janeth Arcain
Preparador Físico: Clóvis Roberto Rossi Haddad “Vita”
 
REGULAMENTO
O Brasil está no grupo ‘B’ dos Jogos Pan-Americanos com Canadá, Jamaica e Colômbia. No grupo ‘A’ estão Argentina, Estados Unidos, Porto Rico, México. De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as equipes jogam entre si, em turno único, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
 
 
TABELA 1ª FASE DO PAN-AMERICANO
 
- Sexta-feira (21 de outubro)
Brasil x Canadá (12h30); Estados Unidos x Argentina (15h); Jamaica x Colômbia (19h30); e México x Porto Rico (22h).
 
- Sábado (22 de outubro)
Brasil x Jamaica (12h30); Canadá x Colômbia (15h); Estados Unidos x Porto Rico (19h30); e Argentina x México (22h).
 
- Domingo (23 de outubro)
Colômbia x Brasil (12h30); Porto Rico x Argentina (15h); Canadá x Jamaica (19h30); e México x Estados Unidos (22h).

Venceslau é o terceiro semifinalista da A2

O UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau garantiu classificação ao playoff - semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2011 ao derrotar o Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, nesta sexta-feira (14 de outubro), por 70 a 53 (38 a 25 no primeiro tempo), em partida válida pela segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final, disputada no ginásio do Colégio Escoteco - Ideal, na cidade de Presidente Venceslau (SP). Com a vitória, o time comandado pelo técnico Flávio Prado fechou a disputa com duas vitórias e nenhuma derrota.

As cestinhas da partida foram Natália e Elisabeth, ambas com 18 pontos, em favor da equipe do Interior; Carina, 13 pontos, e Joice, 12 pontos, em favor do representante do Vale do Paraíba.

No confronto de ida, o UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau venceu, mesmo atuando fora de seus domínios, por 62 a 41.

A segunda rodada da série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final prossegue neste sábado (15 de outubro), com a partida entre Divino/COC/Jundiaí e São Caetano/UNIP, às 16h00, no ginásio do Colégio Divino Salvador, na cidade de Jundiaí (SP). No primeiro jogo, a equipe jundiaiense venceu, por 84 a 50, mesmo jogando no Grande ABC.

Com um novo resultado positivo, o Divino/COC/Jundiaí garante classificação ao playoff - semifinal da competição.

Fonte: FPB

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Branca: “Uma Punk Na Quadra” (1987)

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Problemas físicos afastam Nádia do Pan e Enio convoca Carina

20111013_579476_NadiaColhado_gde Nesta quinta-feira (13), a pivô Nádia Colhado, de 22 anos, foi cortada do grupo que se prepara para os 16° Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, e será realizado entre os dias 21 e 25 de outubro.
 
A pivô, que defende o Santo André/Semasa (SP), vinha apresentando dores na perna esquerda durante os treinamentos. Nádia foi submetida a exames que constataram uma sobrecarga óssea e teve que ser afastada para tratamento. Para integrar o grupo foi convocada a pivô Carina Felippus, que defende o Unimed/Americana (SP).
 
Sob o comando de Enio Vecchi a seleção feminina realiza os últimos treinos nesta sexta-feira (14), em dois períodos. Érika de Souza, Iziane Marques e Damiris Dantas se unem ao grupo próximo da data da competição. No sábado (15), a seleção embarca rumo ao México.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Basquete feminino de São José vence segundo jogo e garante vaga para semifinal do Paulista A2

A equipe feminina de basquete de São José dos Campos está com vaga garantida para a semifinal do Paulista – Série A2. A conquista da vaga aconteceu após segunda vitória contra a equipe de São Bernardo do Campo, em partida realizada na quarta (12), onde as joseenses venceram pelo placar elástico de 71 a 43. Agora a equipe joseense aguarda a definição de sua adversária.

O playoff quartas de final está sendo definido em melhor de três jogos, São José dos Campos conquistou a vaga com duas vitórias sobre São Bernardo do Campo e aguarda a definição de seu adversário que está sendo definido entre as equipes de Piracicaba x Ribeirão Preto. Em 2010, as joseenses ficaram com a terceira colocação na competição, quando foram superadas pela equipe de Piracicaba por 2 a 1, na disputa da semifinal.

A expectativa da equipe joseense é chegar à final da competição nesta temporada. “A expectativa é que possamos passar para as finais este ano e teremos uma semana para trabalhar. Se for Piracicaba, faremos o 1º jogo em casa e os outros dois fora, já contra Ribeirão, nós teremos a vantagem de definir aqui”, salientou o técnico Carlos José de Lima, o Carlinhos.

Categorias de base – As equipe da categoria de base também estão a todo vapor no Paulista. Na semana passada, a sub-15 ficou com o 3º lugar da série Prata. Já a sub-13 e sub-17 estão na disputa do segundo turno do Paulista e a equipe sub-19, intermediária da equipe principal, já garantiu vaga para a semifinal do Paulista. Ainda sem data definida pela Federação, as joseenses vão enfrentar o Santo André.

Branca – A difícil missão de substituir Magic Paula (Estadão – 1995)

imagembrancaricat Em março de1995, na ressaca da conquista do título Mundial, o técnico Miguel Ângelo da Luz convocou a seleção brasileira para a disputa do Pan-Americano de Mar del Plata. Os nomes eram os seguintes:

Armadoras – Branca (Unimep) Helen e Silvinha Luz (Ponte Preta)

Alas – Janeth, Nádia e Leila ( Santo André), Roseli (Ponte Preta) e Adriana Santos (Unimep)

Pivôs – Ruth (Ponte Preta), Alessandra Oliveira (Unimep), Lígia, Cláudia Pastor e Dalila (Guaru), Patrícia Silva e Simone Pontello (Santo André).

O time acima nem chegou a treinar. A competição de basquete feminino dos jogos acabou suspensa em função de ter apenas três outros países inscritos (EUA, Cuba e Argentina).

Antes disso, a armadora Branca (que voltava à seleção depois de um longo hiato) deu uma entrevista de página inteira ao Estado de São Paulo.

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