segunda-feira, 23 de junho de 2003

É Fantástico!

Hortência esteve ontem no Fantástico, da Rede Globo, comandando o quadro "Repórter por Um Dia", que mostrou atletas muito especiais.

Uma bela matéria que vale a pena ver: aqui!
Sul-Americano

Na primeira rodada (de ontem), a Argentina suou pra bater a Venezuela por 77 a 69, com 15 pontos de Laura Nicolini.

Mais tarde, o Equador bateu o Peru por 75 a 62.
BRASIL VENCE VENEZUELA NA SEGUNDA RODADA DO SUL-AMERICANO





Na abertura da segunda rodada do 28º Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino de Basquete, que está sendo disputado na cidade de Loja, no Equador, o Brasil venceu a Venezuela por 99 a 51 (55 a 25 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram a ala Lilian e a pivô Kelly, ambas com 18 pontos. As brasileiras voltam à quadra nesta terça-feira, às 19:30 horas de Brasília, para enfrentar o Peru pela terceira rodada, que terá ainda: Chile x Venezuela (21:30h) e Equador x Argentina (23:30h).


O Brasil começou impondo seu ritmo de jogo e com uma marcação forte na defesa terminou o primeiro período com 13 pontos de vantagem: 26 x 13. No segundo quarto, o técnico Antonio Carlos Barbosa colocou quatro jogadoras do banco (Jacqueline, Mamá, Cris e Geisa). A equipe brasileira manteve seu padrão tático e fechou o primeiro tempo em 55 x 25. Na etapa final, o Brasil manteve sua superioridade para conquistar a segunda vitória na competição: 99 x 51.

— Fizemos uma ótima partida, melhor do que a primeira contra o Chile. Além disso, hoje (segunda) a quadra não estava escorregadia como no domingo, o que permitiu um aproveitamento melhor do jogo. Termos que manter o padrão contra o Peru nesta terça-feira e entrar em quadra com a seriedade e concentração de sempre — disse a ala Lilian, cestinha do Brasil no Sul-Americano, com 42 pontos.

De acordo com regulamento da competição, as duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas disputam o título na sexta-feira (dia 27). O campeão e o vice-campeão do Sul-Americano garantem suas vagas nos Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (2 a 9 de agosto), enquanto os três primeiros colocados se classificam para o Torneio Pré-Olímpico do México (24 a 28 de setembro).

BRASIL (26 + 29 + 20 + 24 = 99)
Adrianinha (9), Micaela (10), Lilian (18), Cintia Tuiú (3) e Kelly (18). Depois: Jacqueline (9), Cristina (3), Mamá (10), Geisa (4), Vivian (3), Chuca (5) e Ega (7).
Técnico: Antonio Carlos Barbosa

VENEZUELA (13 + 12 + 15 + 11 = 51)
Adalinda (5); Eudoymarth (3); Castillo (10); Yanet (12); e Villarroel (12). Depois: Eilyn (0), Melanny (0), Eliunni (2), Yaritza (6) e Mirna (1). Técnico: Jesus Cordoves.

domingo, 22 de junho de 2003

Paula & Hortência

A dupla dinâmica está de volta, numa série de entrevistas do site BebaSuco.

Magic Paula

Um toque de mágica no basquete brasileiro

Foram 28 anos de carreira antes que Maria Paula Gonçalves da Silva, a Magic Paula, decidisse abandonar as quadras, em 2000.
Nascida no interior de São Paulo, em Osvaldo Cruz, aos 14 anos de idade foi convocada para defender a Seleção Brasileira de basquete. Peça chave na conquista de vários títulos importantes para o nosso país, recebeu das mãos de Fidel Castro a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991. Paula também estava presente na conquista do Mundial da Austrália, em 1994, e na conquista da medalha de prata na Olimpíada de Atlanta, em 1996.
O apelido "Magic" surgiu a partir de comparações com o então ídolo da NBA Magic Johnson, que defendia o Los Angeles Lakers. Foi apenas em 1998 que Paula recebeu o convite para disputar a WNBA, a liga feminina de basquete dos EUA, mas a jogadora considera que a proposta chegou tarde demais. Experiências internacionais, no entanto, não faltam em sua vida. Paula foi a primeira brasileira a jogar na Europa, tendo defendido a equipe espanhola Tintoretto, de Madrid, em 1989. Em seu currículo também existem passagens por várias equipes nacionais, como o Unimep de Piracicaba, o BCN/Piracicaba, a Ponte Preta de Campinas e o BCN/Osasco.
Paula já dirigiu o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa da cidade de São Paulo e, no início de maio de 2003, assumiu a Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento, no Ministério do Esporte.


BS - Entre todos os times que você defendeu, de qual guarda as melhores recordações?
Paula - Claro que todas as equipes foram curtidas de maneira diferente, já que a convivência em grupo exige muitos cuidados. A equipe com a qual houve mais sintonia foi aquela em que joguei em Piracicaba, entre 1994 e 1996, defendendo a UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba). Na seleção, foi a equipe do Pan-Americano de Cuba, em 1991.

BS - No seu site você diz que a conquista do Mundial da Austrália em 1994 é a mais importante de sua carreira. Por quê? A emoção também não foi grande ao conquistar a prata na Olimpíada de Atlanta, em 1996?
Paula - Ser Campeão do Mundo é o máximo para um atleta, apesar de todo o marketing que envolve uma Olimpíada. Esses títulos vieram de forma diferente e cada um representa um momento.

BS - O que faz uma vitória ser mais "saborosa" que outra?
Paula - Aquelas que consideramos impossíveis são as mais saborosas, pois mostram que nada é impossível na vida. Basta acreditar na capacidade de cada um e do grupo.

BS - Você se sente "frustrada" por não ter conquistado algum título ao longo de sua carreira? Qual?
Paula - Não. Acho que chegamos onde merecemos. Muitas vezes não paramos para pensar que os títulos perdidos são conseqüência de um trabalho bem feito do adversário. Não podemos esquecer de que todos têm um mesmo objetivo e se dedicam pra isso.

BS - Em 1989, pela primeira vez você assinou um contrato para jogar fora do Brasil, na Espanha. Qual a principal diferença entre o basquete praticado aqui e o praticado lá? As atletas são mais bem preparadas? A cobrança é maior?
Paula - Fui a primeira jogadora de basquete brasileira a jogar o basquete europeu. Na época em que joguei na Espanha, eles só eram mais organizados do que nós, mas a qualidade técnica estava bem longe da do Brasil, principalmente na qualidade dos treinamentos e da profissionalização. As atletas não sobreviviam do esporte, tinham que trabalhar, então os treinos ficavam complicados. Os treinamentos eram em um período só, mas no Brasil eu estava acostumada a treinar em dois períodos. A cobrança no Brasil era infinitamente superior. Hoje é diferente - temos 14 atletas brasileiras jogando no basquete espanhol, e depois da preparação da seleção espanhola para os Jogos Olímpicos de Barcelona, elas evoluíram muito. Agora estão sempre entre as cinco melhores equipes do mundo.

BS - Em 1998, você foi convidada a disputar a WNBA e não aceitou. Nunca se arrependeu de ter recusado o convite? Sua resposta seria diferente se a proposta tivesse sido feita em outra época?
Paula - Não. Sabe quando um desejo seu chega tarde demais? Pois é, estava em um momento de colher os frutos da minha dedicação, não poderia aceitar um convite por simples capricho, já que não compensava financeiramente e sabia que teria que passar alguns anos provando quem eu era. Veio em um momento errado, quando já me preparava para deixar as quadras.

BS - Na sua opinião, qual é o maior problema estrutural do basquete brasileiro? Existem problemas que você enfrentou no início da sua carreira e que perduram até hoje?
Paula - Quando acontece alguma coisa hoje, a gente vê que nada mudou, desde aquele tempo em que eu jogava. O basquete evoluiu nos treinamentos, nos equipamentos, mas a cabeça da grande maioria que administra a modalidade está no passado.

BS - Você acha que no Brasil o futebol "rouba" o espaço dos demais esportes?
Paula - Não. O futebol é superior às demais modalidades apenas no que diz respeito ao espaço que tem na mídia. Se os nossos campeões pudessem ter a mesma visibilidade e oportunidade que os atletas do futebol, teríamos muito mais campeões. Cada um tem seu espaço.

BS - Você já foi diretora do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa da cidade de São Paulo. Com essa função, o que mudou na visão da Paula jogadora para a Paula dirigente?
Paula - Por favor, não me chame de dirigente, pois acho que essa palavra anda muito pejorativa. Acabei me envolvendo com uma área, a Administração Esportiva, por passar a minha vida inteira cobrando demais deles. Hoje estou do outro lado, sei das dificuldades, mas assim como nas quadras, basta se dedicar e querer transformar as coisas.

BS - Além da estrutura esportiva, o Centro Olímpico conta com profissionais que orientam os jovens fora das quadras. Na sua opinião, o Centro é mais importante para a descoberta de um novo talento ou para a formação de um cidadão?
Paula - Elas correm juntas. Sabemos que desses 1.300 jovens, com idade entre 7 e 17 anos que treinam no Centro Olímpico, nas 11 modalidades esportivas, não serão todos talentos e campeões, mas não temos dúvida de que o esporte tem a capacidade de proporcionar, desde que eles estejam abertos para isso, um futuro bem diferente.

BS - Quais eram as principais diretrizes da Fundação Passe de Mágica, que você tentou criar?
Paula - Era a inclusão da criança, dar chance para conhecer e perceber que podemos ter um mundo melhor. Ainda acredito que esse meu sonho se torne realidade, pois sempre acreditei nos meus desejos, fui em busca e alcancei. O foco não será a descoberta do talento esportivo, mas do ser humano como um todo. Oferecer algo que talvez os pais dessas crianças não pudessem dar.

BS - O quanto você considera importante a alimentação na carreira de um atleta? Você seguia uma dieta diferenciada em época de campeonatos?
Paula - Gostaria de ter sido orientada muito antes quanto à importância da alimentação não só de um atleta, mas de um cidadão. Cheguei a ter acompanhamento de nutricionista na minha carreira, mas esse é um assunto recente. O que aprendi no tempo de atleta, sei que vou carregar comigo a vida inteira.

BS - O que mudou na sua alimentação desde que você abandonou as quadras? Quais cuidados ainda toma para manter a forma?
Paula - Por incrível que pareça, hoje estou bem mais magra do que quando jogava. Tenho que me controlar, pois a minha atividade física não é mais a mesma de antes, e tenho muita facilidade para adquirir alguns quilinhos a mais quando relaxo. Além de controlar a minha alimentação, faço corridas e pilates.


Hortência

A rainha das quadras

Quem não conhece esta estrela do basquete?
Hortência é para nós um ícone do esporte, que mostrou durante sua carreira toda a garra necessária para vencer.
Aqui você vai conhecer os detalhes da vida desta grande esportista, desde o início até os títulos ganhos.
Com vocês... Hortência!


BS - Você é a jogadora de basquete mais conhecida no Brasil e agora decidiu montar um negócio voltado ao esporte. Qual sua intenção em relação ao futuro do esporte no país?
Hortência - Minha empresa não trabalha com esporte, é uma empresa que lida com Marketing de esportes, entretenimento e cultura. Fazemos projetos para empresas, não para times.

BS - O que você espera do basquete feminino atualmente?
Hortência - Eu acho que não anda nada mal, o problema do país é não ter uma política esportiva, e isso afeta o esporte, incluindo o basquete. O basquete tem uma grande equipe, podia ter disputado uma medalha no mundial, o que infelizmente não aconteceu porque eles perderam duas partidas por 1 ponto.

BS - Por que você escolheu o basquete?
Hortência - Não escolhi, foi um dom, não tive um porquê. Foi uma coisa que foi acontecendo, era o melhor para mim, o que eu fazia melhor. Aprendi vários esportes e o basquete foi o que mais gostei.

BS - Como você começou?
Hortência - Comecei no colégio, com uns 13, 14 anos. Participei de um campeonato colegial, e então comecei a treinar em uma escolinha de basquete. Foi aí que viram que eu tinha potencial e começaram a investir em mim

BS - Quais foram os motivos que te influenciaram a sempre progredir?
Hortência - Jogava muito, treinei bastante e treinava mais que os outros. Eu amava aquilo que eu fazia. Fazia com muita dedicação, com amor mesmo.

BS - De onde veio o apoio para seguir em frente no basquete? Qual foi a reação da família?
Hortência - Minha família sempre me apoiou muito, não só eu como meus irmãos. Eles costumavam dizer: “se você vai ser feliz assim, faça o que tem vontade”.

BS - Você imaginava que o seu talento tomaria essas dimensões, te tornando tão conhecida?
Hortência - Nunca pensei em fazer isso, as coisas que eu fazia eram porque eu não gostava de perder, eu tinha algo forte com a derrota, isso me fez crescer muito no esporte. Sou competitiva.

BS - Qual foi a fase mais difícil para você no basquete e por quê?
Hortência - Nunca tive uma fase difícil, sempre fazia as coisas com tanto carinho que nunca notei nada de ruim.

BS - E a mais interessante?
Hortência - Quando ganhava os títulos. Três títulos importantes para mim foram os de Campeã do Mundo, o Pan-Americano em Cuba, e o Vice Olímpico.

BS - Como você encarava a disciplina de treinos?
Hortência - Era muito determinada, e se não for assim, não adianta. Você não consegue chegar onde quer. Ficava o dia inteiro treinando, porque queria ganhar, porque gostava do esporte.

BS - Você já passou por alguma “saia justa” no esporte?
Hortência - Não, mas passei por vários fatos engraçados.

BS - Seus filhos praticam o esporte? Você espera que eles sejam como você?
Hortência - Ainda não, eles são muito pequenininhos, quero que sejam felizes. Eu não espero que pratiquem especificamente o basquete, se for outro esporte, tudo bem. Prefiro vê-los felizes a forçá-los a fazer alguma coisa.

BS - Quais são seus ídolos?
Hortência - Não tenho ídolos, tenho pessoas que admiro. Por exemplo: Ayrton Senna, Zico, Pelé e Michael Jordan.

BS - Você tinha algum cuidado especial com a saúde e alimentação enquanto treinava?
Hortência - Eu tinha cuidados através do médico, nunca fiz nada nem mais nem menos do que me era pedido na parte de física. A única coisa que fazia a mais era mesmo a parte técnica. Eu sempre tive uma alimentação mais saudável, não como muita carne vermelha, massas, carne de porco etc. Prefiro frutas, verduras, legumes, que são mais saudáveis, e eu sou habituada a comer.

BS - Que mensagem você passaria aos atletas que estão começando agora a jogar?
Hortência - Que descubra se esse é o verdadeiro talento dele, e se for, que siga em busca desse objetivo, que treine bastante, se dedique, e coloque em primeiro plano o sonho que tem.


Ainda, sobre os novos rumos da Rainha Hortência, há uma matéria da Revista Istoé:

Hortência de salto alto

Ex-jogadora de basquete vira empresária e faz parceria
com a quinta maior agência do mundo

Lino Rodrigues


Hortência e Dora querem emplacar
dez projetos de marketing esportivo
e cultural por ano

Joy Euro RSCG poderia ser o nome do novo time de basquete da rainha Hortência. Mas como já está com mais de 40 anos e “aposentada” do esporte que a consagrou, Joy (alegria em inglês) é a marca da agência de marketing esportivo, cultural e de entretenimento que ela e a sócia, Dora Kaufman, lançaram na quarta-feira 24 em uma pista de boliche em São Paulo. O negócio tem a parceria da gigante francesa Euro RSCG, a quinta maior agência de propaganda do mundo, com faturamento de US$ 10 bilhões por ano. A Joy será a quarta empresa do grupo no País e chega para atuar no chamado mercado de “não mídia”, que não envolve diretamente anúncios nos veículos de comunicação.

A proposta de Hortência e Dora é levar aos consumidores projetos de marketing que associem marcas a atributos subjetivos, como paixão, diversão e muita emoção. Tudo sempre vinculado ao esporte, à cultura e ao entretenimento. Como? “Propondo novas alternativas para as empresas que desejarem inovar em sua comunicação com o consumidor”, diz Dora, uma veterana do mercado financeiro que há dois anos trabalha com Hortência – elas foram sócias da All-E, do Grupo Fischer. Segundo elas, a All-E não deixa de ser o embrião da nova empreitada, já que foi lá que nasceu a sintonia entre as duas e surgiu a parceria comercial. “Agora temos uma estrutura muito maior, com acesso a pesquisas, outras experiências e clientes do grupo em todo o mundo.” As parceiras não revelam o valor investido na nova empresa, mas, de acordo com Hortência, não é mais do que o “dinheiro de pinga”.

Agora, em vez da bola de basquete, que ela soube conduzir tão bem e arremessar magistralmente nas quadras do mundo, a rainha quer fazer cestas com projetos “inovadores”. “Já estamos com seis projetos sendo analisados por empresas”, diz. A meta é emplacar, ou encestar, dez a cada ano. E, pelo que elas dizem, essa maneira de fazer marketing sem grandes investimentos em propaganda começa a ganhar força no Brasil. Segundo Dora, nos Estados Unidos o mercado que não envolve mídia diretamente representa 76% dos investimentos em marketing. “No Brasil, essa conta já é meio a meio.”

Nesse jogo, ter a companheira certa ao lado é fundamental. Tanto que Hortência compara Dora à inesquecível Magic Paula, só que agora no mundo dos negócios. Como substituta da pivô que esteve a seu lado nas principais vitórias da seleção brasileira de basquete – o primeiro ouro olímpico em Barcelona, em 1992 –, Dora é uma espécie de armadora das jogadas de marketing, que ainda são mantidas em sigilo. “Às vezes, chamo a Dora de Paula”, conta Hortência, lembrando que a sócia tem o dom de conseguir tirar coisas que nem ela sabia que tinha. Exatamente como Paula fazia nas quadras. Dora e Hortência já fizeram projetos bem-sucedidos na All-E para empresas do porte da Avon, TAM e Nestlé. Agora partem para a cesta com a camisa da Joy.





BRASIL DERROTA FÁCIL O CHILE NA ESTRÉIA DO SUL-AMERICANO: 95 x 49

Loja / Equador – A seleção brasileira adulta feminina de basquete estreou com vitória no 28º Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino de Basquete, que está sendo disputado na cidade de Loja, no Equador. Com 24 pontos da cestinha Lilian, o Brasil derrotou o Chile por 95 a 49 (54 a 26 no primeiro tempo). As brasileiras voltam à quadra nesta segunda-feira, às 19:30 horas de Brasília, para enfrentar a Venezuela pela segunda rodada.

Desde o início da partida as brasileiras foram superiores as chilenas e terminaram o primeiro período com 13 pontos de vantagem: 27 a 14. No segundo quarto, mesmo com a entrada de quatro jogadoras do banco (Mamá, Cris, Jacqueline e Geisa), o Brasil manteve o ritmo de jogo e encerrou o primeiro tempo 28 pontos na frente (54 a 26). Na etapa final, as brasileiras melhoraram a marcação e ampliaram a vantagem final para 46 pontos e a vitória por 95 a 49.

— A quadra muito escorregadia dificultou demais o jogo. Mas conseguimos impor nosso ritmo, apesar de alguns erros, principalmente no inicio da partida, o que é normal em uma estréia. Contra a Venezuela precisamos estar mais concentradas e fazer o que sabemos e treinamos. Temos consciência da nossa superioridade técnica mas não podemos desprezar os adversários. Por isso, entramos sempre em quadra com muita seriedade — explicou a pivô Cintia Tuiú.

De acordo com regulamento da competição, as duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas disputam o título na sexta-feira (dia 27). O campeão e o vice-campeão do Sul-Americano garantem suas vagas nos Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (2 a 9 de agosto), enquanto os três primeiros colocados se classificam para o Torneio Pré-Olímpico do México (24 a 28 de setembro).

BRASIL (27 + 27 + 20 + 21 = 95)
Adrianinha (9), Micaela (13), Lilian (24), Cintia Tuiú (7) e Kelly (13). Depois: Jacqueline (3), Cristina (2), Chuca (4), Vivian (6), Mamá (2), Geisa (6) e Ega (6). Técnico: Antonio Carlos Barbosa

CHILE (14 + 12 + 12 + 11 = 49)
Lorena (2), Valentina (17), Paola (9), Carolina (0) e Tatiana (2). Depois: Ana Maria (0), Maria Fernanda (5), Johana (4), Fabiola (8), Catalina (2), Mary (0) e Patricia (0). Técnico: Carlos Yañez.
BRASIL ENFRENTA VENEZUELA NESTA SEGUNDA-FEIRA NO SUL-AMERICANO

Loja / Equador – Brasil e Venezuela jogam nesta segunda-feira, às 19:30 horas de Brasília, na abertura da segunda rodada do 28º Campeonato Sul-Americano Feminino de Basquete, que está sendo disputado na cidade de Loja, no Equador. A rodada terá mais duas partidas: Peru x Argentina (21:30h) e Equador x Chile (23:30h). Ainda na fase de classificação, as brasileiras irão enfrentar o Peru (terça-feira), Argentina (quarta) e Equador (quinta).

— A Venezuela vem mantendo a mesma base há uns três Sul-Americanos e conta com duas boas jogadoras, a Castillo (nº 11) e a Villarroel (14), que jogam nos Estados Unidos. Sabemos que somos favoritos, mas temos que estar sempre atentos. Não podemos esquecer que esse campeonato faz parte de um treinamento visando também as próximas competições. Cada partida é importante para acertar o entrosamento do time — explicou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

De acordo com regulamento da competição, as duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas disputam o título na sexta-feira (dia 27). O campeão e o vice-campeão do Sul-Americano garantem suas vagas nos Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (2 a 9 de agosto), enquanto os três primeiros colocados se classificam para o Torneio Pré-Olímpico do México (24 a 28 de setembro).

BRASIL
4. Adrianinha; 5. Jacqueline; 6. Lilian; 7. Cristina; 8. Micaela; 9. Chuca; 10. Vivian; 11. Mamá; 12. Geisa; 13. Ega; 14. Cíntia Tuiú; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

VENEZUELA
4. David Eliunni; 5. Melanny Lucena; 6. Adalinda Espinoza; 7. Eudoymarth Tortozza; 8. Yaritza Orfila; 9. Eilyn Flores; 10. Catherine Monasterio; 11. Yesi Castillo; 12. Yanet Duarte; 13. Lucenai Duarte; 14. Ofelia Villarroel; 15. Mirna Araujo. Técnico: Jesus Cordoves
E o Brasil vence o Chile: 95 a 49!
Trasmissão Brasil X Chile





...Adrianinha conduz o time e sofre a marcação de Ana Maria Navarrete...



...Kelly arremessa no garrafão, sob marcação dupla de Tatiana Gomes e Lorena Garcia...



Aiiiiiiiiiiii!

Parece brincadeira, mas começou mais um torneio (o Sul-Americano) sem transmissão pela TV e sem um único site com informações dignas sobre ele.

Então, vamos lá.

Transmissão Via Internet.



TV Painel apresenta:

Sul-Americano de Basquete Feminino

EXCLUSIVO




Alô amigos do Painel, começa o jogo com Cíntia Tuiú disputando a bola com a chilena Tania...



e fazendo uma tentativa de cesta dentro do congestionada garrafão chileno...



...em um jump ao seu estilo, Micaela anota mais dois pontos...

O placar é de...

TV FORA do AR!




WNBA

Iziane jogou 12 minutos em mais uma derrota do Phoenix (para os atuais campeões Sparks, por 54 a 48). Marcou 4 pontos.

O Houston voltou a ganhar. Por um ponto. 63 a 62 sobre o Cleveland. Mas Janeth não brilhou. Fez 5 pontos, em 30 minutos de jogo.
Seleção feminina estréia hoje, contra o Chile, na competição realizada no Equador, a 2.300 m de altitude

Falta de ar é o maior adversário do Brasil em Sul-Americano

ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Mais preocupada com os inimigos externos do que com os adversários dentro da quadra, a seleção feminina inicia hoje, em Loja (Equador), sua participação no Sul-Americano. Na estréia, às 18h30 (horário de Brasília), a equipe do técnico Antonio Carlos Barbosa irá enfrentar o Chile.
A competição vale duas vagas no Pan-Americano de Santo Domingo (República Dominicana), em agosto, e três no Pré-Olímpico do México, no mês seguinte.
"A maior dificuldade da equipe será a altitude. Por isso, viajamos ao Equador com quatro dias de antecedência", conta o treinador.
Loja possui uma altitude de 2.300 m, suficiente para causar alguns sintomas desagradáveis por causa do ar rarefeito, como tontura, sonolência e ânsia de vômito.
"Esses sintomas costumam desaparecer após os dois primeiros dias de adaptação à altitude. Algumas jogadoras sentem mais, outros menos", explica César de Oliveira, médico-chefe da Confederação Brasileira de Basquete.
Dentro da quadra, a seleção não deve ter dificuldade para obter mais um título. Entre os adversários sul-americanos, somente a Argentina causa algum tipo de preocupação ao técnico Barbosa.
Apenas seis seleções participam da competição no Equador. As outras equipes -Chile, Venezuela, Peru e Equador- são quase amadoras. Na primeira fase, todos os times se enfrentam. Os dois melhores disputam o título.
"Tenho pouca informação sobre as outras seleções", admite o treinador. "Mas, no Sul-Americano passado [no Peru, em 2001], tivemos dificuldade para ganhar da Argentina", completa Barbosa.
Na ocasião, mesmo com um time bastante desfalcado, as brasileiras bateram as argentinas duas vezes: 84 a 81 (na fase de classificação) e 94 a 90 (na decisão).
"Todos falam que não temos rivais na América do Sul, mas a Argentina tirou o Canadá, que contava com a [pivô Tamara] Sutton-Brown [destaque do Charlotte Sting na WNBA], do Mundial da China", lembra Barbosa.
O time brasileiro jogou o último Sul-Americano desfalcado de algumas de suas principais atletas, como a armadora Helen, a ala-armadora Claudinha, a ala Janeth e as pivôs Cíntia Tuiú, Kelly e Alessandra, que estavam na WNBA.
Para este ano, a seleção não terá Janeth, Helen e Iziane, que estão na liga americana, Erika, envolvida com a seleção sub-21, e Silvinha e Alessandra, machucadas.
No entanto, na avaliação de Barbosa, a equipe atual é "mais equilibrada" do que a que disputou o Sul-Americano de dois anos atrás.
"Se não chega a ser mais forte, essa equipe é mais equilibrada nas posições. Em 2001, nossas pivôs [Mamá, Patrícia, Geisa, Ega e Zaine] eram inexperientes em nível internacional", diz o técnico.
O time titular deve contar com Adrianinha, Lílian, Micaela, Kelly e Cíntia Tuiú -todas disputaram ao menos uma Olimpíada ou um Mundial pela seleção adulta.

MEMÓRIA

Último revés no torneio foi há 19 anos, na Colômbia
DA REPORTAGEM LOCAL

A maioria das atletas da seleção adulta não tinha mais do que cinco anos quando o Brasil perdeu pela última vez um Sul-Americano. Cíntia Tuiú, a mais experiente do grupo atual, era uma criança de nove anos.
Em 1984, no acanhado ginásio Tato Hernandez, em Cucuta, na Colômbia, a seleção brasileira passou pelo vexame de ser derrotada para a equipe da casa na decisão, por 62 a 51.
Foi o único troféu conquistado pela Colômbia na história da competição. A seleção andina nem disputa a edição deste ano do Sul-Americano.
Em 1984, o Brasil jogou o torneio desfalcado de suas duas principais estrelas, a ala Hortência e a armadora Paula.
Por causa da data coincidente com os Jogos Abertos do Interior, disputados em Araçatuba, as quatro principais equipes do país -Prudentina, Unimep, Santo André e São Bernardo- se recusaram a ceder suas jogadoras à seleção brasileira.
"Vamos tentar tirar o máximo do pouco que temos", admitiu Edson Ferreto, então treinador do Brasil, antes do embarque para a Colômbia.
A equipe só havia realizado cinco treinos em conjunto antes da data da viagem.
Mesmo estando bastante desfalcada, a seleção conseguiu manter a invencibilidade até a decisão, batendo sucessivamente Chile (84 a 59), Venezuela (88 a 29), Peru (84 a 57), Paraguai (87 a 84), Argentina (73 a 54) e Uruguai (95 a 36).
O destaque do time foi a ala-pivô Ilza, que obteve média de 16,8 pontos por partida.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 21 de junho de 2003



WNBA

Helen Luz continua totalmente fora do Washington, nem no banco esteve nas últimas (e consecutivas) derrotas do time.

O Houston perdeu mais uma: 76 a 69 para o Silver Stars. Janeth ao menos teve uma boa atuação: 19 minutos, 16 pontos, 2 assistências e 3 rebotes.


Ninguém merece!

Me desculpem a inconstância, mas tá dose de leão noticiar a WNBA esse ano.
A nova casa de Ferreto

Depois de uma infeliz demissão de Ourinhos, onde fez um trabalho de qualidade inquestionável, parece que Edson Ferreto troca o interior de São Paulo pelo de Minas.

Estão adiantados os acordos para que ele dirija o time de Uberaba, o Sírio/Black & Decker no Nacional de Basquete.

Adiantados também estão os contatos com uma série de ex-comandadas do técnico campeão, que depois eu revelarei...
Amistoso

Na preparação para o Mundial, a seleção sub-21 bateu hoje em jogo amistoso o São Paulo/Guaru por 115 a 103.
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sexta-feira, 20 de junho de 2003

Cuma?

Nem bem o time de Ourinhos ficou sem técnico os boatos começaram a surgir no Ginásio do Monstrinho. Segundo informações, o técnico de Americana e da Seleção Brasileira sub21, Paulo Bassul, estaria negociando, com os dirigentes Ourinhense, uma possível transferência de equipe assim que terminasse o Mundial Sub21 na Croácia, no mês de Julho. Com o time de Americana Bassul foi Campeão Paulista em 2001 e 2003, ganhando de Ourinhos nas semifinais e nas finais, respectivamente.

Fonte: Basquete Ourinhense
BRASIL ESTRÉIA CONTRA O CHILE DOMINGO NO SUL-AMERICANO FEMININO

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete estréia neste domingo, às 18:30 horas de Brasília, contra o Chile no 28º Campeonato Sul-Americano que será disputado na cidade de Loja, no Equador. Ainda na fase de classificação as brasileiras irão enfrentar a Venezuela (23), Peru (24), Argentina (25) e Equador (26). Nas 27 edições anteriores, o Brasil foi campeão 18 vezes e não perde o título desde o Sul-Americano de 1986. O técnico Antonio Carlos Barbosa vai começar a competição com Adrianinha, Micaela, Lilian, Cintia Tuiú e Kelly.

— Vim de uma temporada forte na Europa, onde joguei a Euroliga e o Campeonato Francês pelo Bourges Basket. Depois de um descanso de três semanas, comecei os treinos com a seleção brasileira. Já peguei bom ritmo com os treinamentos e estou em ótima condição física, pronta para disputar o Sul-Americano. A Argentina é a seleção mais forte da competição. Independente do adversário ou do placar da partida, elas estão sempre jogando com raça e vontade. Nossa equipe está bem entrosada. Só precisamos fazer o nosso trabalho com garra e seriedade para voltarmos para o Brasil com o título — afirmou a pivô Kelly.

— Acredito que estamos prontas para manter a hegemonia no continente. Temos que entrar concentradas e respeitando todas as equipes, mas conscientes do nosso potencial. O adversário mais forte é a Argentina, com quem devemos disputar o título — disse a armadora Adrianinha.

De acordo com regulamento da competição, as duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas disputam o título no dia 27. O campeão e o vice-campeão do Sul-Americano garantem suas vagas nos Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (2 a 9 de agosto), enquanto os três primeiros colocados se classificam para o Torneio Pré-Olímpico do México (24 a 28 de setembro).

BRASIL
4. Adrianinha; 5. Jacqueline; 6. Lilian; 7. Cristina; 8. Micaela; 9. Chuca; 10. Vivian; 11. Mamá; 12. Geisa; 13. Ega; 14. Cíntia Tuiú; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

OS TÍTULOS DO BRASIL
1954 – 1958 – 1965 – 1967 – 1968 – 1970 – 1972 – 1974 – 1978
1981 – 1986 – 1989 – 1991 – 1993 – 1995 – 1997 – 1999 – 2001

TABELA DO SUL-AMERICANO
1ª Rodada – Domingo (dia 22)
Brasil x Chile (18:30h), Venezuela x Argentina (20:30h) e Equador x Peru (22:30h)

2ª Rodada – Segunda (dia 23)
Brasil x Venezuela (19h), Peru x Argentina (21h) e Equador x Chile (23h)

3ª Rodada – Terça (dia 24)
Peru x Brasil (19h), Chile x Venezuela (21h) e Equador x Argentina (23h)

4ª Rodada – Quarta-feira (dia 25)
Chile x Peru (19h), Argentina x Brasil (21h) e Equador x Venezuela (23h)

5ª Rodada – Quinta-feira (dia 26)
Venezuela x Peru (19h), Argentina x Chile (21h) e Equador x Brasil (23h)

Rodada Final – Sexta-feira (dia 27)
Disputa da medalha de bronze (20h)
Disputa da medalha de ouro (22h)

Em Loja, a delegação brasileira está hospedada no Hotel Libertador (00-XX-593-756.0779)

quinta-feira, 19 de junho de 2003

Sub-21

Em meio à preparação para o Mundial a seleção sub-21 sofre seus dois primeiros cortes: Juliana Bellinazzo (Santo André) e Fernanda Bibiano (Jundiaí) e recebe Karina Jacob (Vasco).
Seleção feminina treina nas alturas
Marta Teixeira

Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press

O preparador Nunes diz que a condição física das atletas ajuda a minimizar os efeitos da altitude
São Paulo (SP) - A seleção brasileira feminina de basquete vai tentar driblar os contratempos da altitude e garantir uma campanha sem sobressaltos no Campeonato Sul-americano. A disputa está sendo realizada em Lojas, cidade equatoriana localizada a 2.430 metros de altitude e as brasileiras já chegaram à cidade para treinar.
O grupo viajou na quarta-feira e fez, nesta quinta, seu primeiro treinamento em altitude. Segundo o preparador físico João Antônio Nunes, a finalidade é chegar ao desafio mais difícil do torneio, o jogo contra a Argentina na quarta-feira, plenamente adaptado à altitude.

Ao contrário do futebol, quando muitas equipes preferem viajar no dia do jogo para minimizar os efeitos da altitude, a seleção de basquete antecipou seu embarque. A lógica da chegada em cima da hora do confronto não funciona para torneios longos, como o Sul-americano que começa neste domingo e termina na próxima sexta-feira.

'Eles (especialistas) dizem que as adaptações agudas são sentidas por volta do terceiro ou quarto dia em altitude', explica Nunes. Se o padrão for mantido, na estréia da seleção, domingo contra o Chile, o grupo já terá superado este prazo, minimizando os efeitos.

No entanto, Nunes lembra que estas reações variam de pessoa para pessoa. 'No ano passado, jogamos duas vezes a 2.400 metros. Não aconteceu nada com o cadete feminino, mas o masculino sentiu sim. Eles sentiam já no aquecimento e a saída foi revezar muito os jogadores em quadra', explica. 'No aquecimento parecia que tinha caído o mundo em cima deles'.

A ala Cristina, que está no Sul-americano deste ano e é uma das que jogou em altitude na temporada passada, lembra que o mais difícil era agüentar a falta de ar. 'Mas como estamos indo antes, vamos poder dar uma treinada'.

Quando era juvenil, a armadora Adrianinha também jogou no Equador, mas ela não sentiu muita dificuldade. De maneira geral, o técnico Antonio Carlos Barbosa espera um torneio sem sobressaltos. 'A competição permite chegar antes por causa da altitude e estamos aproveitando isto', explica, confiante de que os problemas serão mínimos.

A seleção brasileira enfrenta o Chile no domingo. Na segunda-feira, a adversária é a Venezuela, na terça jogam contra Peru, quarta é a Argentina e quinta, o Equador. O Brasil tem 18 títulos sul-americanos e é campeão desde 1985, consecutivamente.


Fonte: Gazeta