terça-feira, 11 de outubro de 2005

CBB usa regulamento e veta atletas da NLB na seleção

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou o que era imaginado: atletas de equipes que disputarem o campeonato da Nossa Liga de Basquete (NLB) estão automaticamente fora de condições de defender as seleções nacionais. Usando o regulameno da Federação Internacional de Basquete (Fiba) para justificar a postura, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, admitiu a restrição nesta terça-feira, em São Paulo, onde reuniu a imprensa para apresentar a programação das seleções até os Mundiais de 2006.
'Essa é uma questão mais legal do que técnica. A Fiba não permite em suas competições jogadores que não disputem torneios oficiais', afirmou o dirigente. Como o torneio da NLB não é reconhecido pela CBB, que representa o país junto à entidade internacional, seus atletas estariam impedidos de serem convocados, ainda que sejam federados (registrados junto às Federações estaduais).

Com 18 equipes inscritos em seu torneio, incluindo o atual campeão nacional da CBB, a NLB reunirá, pelo menos 216 atletas. Apesar disso, Grego considera que não haverá reflexos negativos nas convocações porque os atletas relacionados nas últimas convocações não integram essas equipes.

Na sua opinião, ainda não é hora de pensar em possíveis complicações decorrentes desta situação. 'Isso só vai ser um problema se, lamentavelmente, tiver uma estrela que legalmente não esteja apta a jogar pela seleção brasileira. Vou parar para pensar nisso quanto tiver esse problema'.

Perguntado sobre as chances de regularização da Liga junto à CBB, o dirigente carioca preferiu não ser enfático. Mas na prática, o acerto entre os dois lados parece um pouco mais complicado.

Grego reconhece que a NLB atende às exigências da Lei Pelé, mas discorda de sua necessidade para o esporte. 'Ser legal é, mas não pode ter representatividade nacional. Não vejo necessidade de outro campeonato nacional'.

Para ele, a criação da entidade fere a hierarquia mundial da modalidade. 'Eu tenho que olhar o basquetebol. Mas do outro lado tem que haver respeito à estrutura do basquete. A hierarquia não pode ser rasgada. É importante que respeitem a entidade maior e seu dirigente e procurem se aglutinar. As portas nunca poderão fechar', avalia.

Idealizada com a participação de atletas como Oscar, Hortência e Paula antes da eleição que reelegeu Grego, a Nossa Liga é vista pelo dirigente como uma entidade que nasceu sob motivação mais política que técnica, o que a diferenciaria de iniciativas semelhantes em outros países. 'Nos outros países não é que a Liga seja independente. Elas foram criadas, mas mantiveram ligação com a estrutura existente. Aqui, começamos querendo fazer tudo diferente, tentando dividir o poder. Nos outros países o que há é uma simbiose'.

Apesar dos impasses, o presidente da CBB garante que a finalidade é somar forças pelo esporte. 'Tenho esperança que, em algum momento, esse movimento se junte', assegura. 'Não tenho nada contra Oscar nem Paula nem Hortência. Mas o mesmo respeito que tenho por eles, também têm que ter. Adoraria que grandes atletas fossem tão bons politicamente e administrativamente quanto foram nas quadras'.

Nenê - Se as portas da seleção estão fechadas para os atletas da Nossa Liga, CBB e comissão técnica masculina garantem que não há impedimentos para o retorno de Nenê ao grupo. O jogador do Denver Nuggets ficou fora da equipe da Copa América, alegando problemas de contusão. Antes disso, Nenê havia declarado que não vestiria mais a camisa brasileira enquanto Grego dirigisse a CBB.

'Não há nenhum impedimento para quem quiser e tiver tesão para jogar na seleção brasileira', afirmou o dirigente. O técnico Aluísio Ferreira, o Lula, ainda não sabe quantos atletas irá convocar no próximo ano. A convocação está marcada para 5 de junho e a seleção tem programados dois torneios oficiais: Sul-Americano, em julho, e Mundial, em agosto.

Nem todos os jogadores estarão nos dois torneios. 'Alguns só irão ao Mundial, outros só no Sul-Americano e vamos ter alguns também que poderão estar nos dois', explica Lula.

A convocação da seleção feminina será em 9 de maio. A equipe disputará também duas competições: o Sul-Americano, em junho, e o Mundial, em setembro.

Dirigente confirma torneio sem clubes da NLB

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - O campeonato Nacional da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) não vai mesmo aceitar clubes que participem do nacional da Nossa Liga de Basquete (NLB). Segundo o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, ainda que os regulamentos dos campeonatos estaduais assegurem a classificação, só estarão no Nacional de 2006 os clubes que se inscreveram oficialmente junto a CBB.
Até a edição passada, disputar o torneio dependia apenas da classificação das equipes nos estaduais ou em outras competições classificatórias. Este ano, a Confederação incluiu em seu regulamento a exigência da pré-inscrição dos clubes, que também tiveram de se comprometer em não participar de outra disputa similar no país. Com 28 times pré-inscritos, ficaram de fora seis equipes que estavam no Nacional de 2005: Telemar, Liga Macaense, Winner/Limeira, Ulbra/Mogi/Basketball, Keltek/São José dos Pinhais e Uniara/Araraquara.

Apesar da mudança de regra, Grego não considera a medida nem uma forma de retaliação aos clubes nem uma infração a direito já existente. 'O regulamento do Paulista foi feito bem antes do Nacional. Quando surgiu o problema da Liga, a CBB ainda tinha tempo de fazer o regulamento do Nacional e colocou a exigência'. Segundo ele, a sugestão foi feita pela Comissão Executiva formada por representantes dos times.

Alguns clubes paulistas deixaram claro que pretendem recorrer à Justiça caso sejam impedidos de disputar o Nacional, mas Grego duvida que isso aconteça. 'Quem fala não faz, até porque se os advogados deles olharem o regulamento vão ver que está dentro da lei. Não tenho medo disso', desafia.

Se o regulamento está sendo utilizado para barrar os clubes no Nacional, também poderá tirar seu atual campeão do próximo Campeonato Sul-Americano de Clubes. Agora, a CBB exige que o representante nacional no torneio continental tenha disputado o Estadual e o Nacional de seu país. Como o Telemar é um dos que não preenche os requisitos prévios perderia sua vaga.

'Isso tudo já foi avisado ao Telemar', garante Grego, que nega haver motivação revanchista em tudo o que foi feito. 'Espero que os clubes entendam que só deve existir um campeonato nacional', justifica.

Uma reunião em São Paulo, ainda hoje, deve definir o número de equipes participantes no Nacional, que na edição passada contou com 16 clubes. Mesmo com os 28 pré-inscritos, o dirigente acha difícil que o número de participantes ultrapasse os 20.

A forma de subsídio oferecido aos clubes também continua indefinida. Para o próximo ano, Grego acena com a possibilidade da entidade oferecer um combinado de passagens de avião e ônibus, mas garante que o assunto não é de alçada da Confederação. 'Isso (transporte dos atletas) não é problema da CBB'.

Na última edição do Nacional, cada time recebeu R$ 10 mil da Confederação e não teve bancadas as passagens aéreas para jogadores e comissão técnica, como era anteriormente. 'Estamos comparando com uma época em que tínhamos dinheiro', defende-se Grego.

A crise financeira do Nacional, que teve uma verba de R$ 2,5 milhões reduzida a cerca de R$ 600 mil, foi um dos fatores que motivou a criação da Nossa Liga.

Sem sede definida para feminino, Brasil sonha com títulos

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - Sede do Campeonato Mundial feminino de basquete de 2006, o Brasil ainda não sabe onde a competição será realizada. A definição, segundo o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime Grego Bozikis, deverá ser anunciada nas duas próximas semanas, no máximo. Mesmo com a incerteza do local, tanto a seleção feminina quanto a masculina fazem planos para brigar pelo título em seus mundiais.
São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são as cidades cotadas para receber o Mundial feminino. A capital paulista, que promoveria os jogos no ginásio do Ibirapuera, é endereço certo. A dúvida está mesmo no Rio, cujas obras de recuperação do Maracanãzinho estão atrasadas.

'Há problema de estrutura no Maracanãzinho, que preocupa muito, principalmente aos engenheiros', afirma Grego. 'Mas o Mundial vai ser mesmo no Brasil', garante o dirigente, que pretende usar as campeãs mundiais de 94 na divulgação do evento.

Nesta terça-feira, em São Paulo, as comissões técnicas apresentaram suas programações para 2006. A meta é a conquista dos títulos mundiais. O feminino, cujo Mundial começa em 12 de setembro, abre seu calendário em 9 de maio com a convocação da seleção. O masculino, que disputa o torneio em agosto, convoca em junho.

O técnico Antonio Carlos Barbosa deverá contar com todas as suas atletas, já que mesmo as que atuam na WNBA, cujo calendário sempre coincide com as principais competições internacionais, expressaram o desejo de optar pela seleção. Na temporada passada, as atletas abriram mão da liga norte-americana para disputar os Jogos de Atenas. Este ano, apenas duas foram jogar nos Estados Unidos, as alas Iziane e Janeth.

Antes do Mundial, a seleção disputa o Sul-Americano, em junho, que também ainda não tem sede definida e realiza uma excursão à Europa. Ao contrário do time masculino, que não poderá contar com todos os seus atletas em todas as competições, Barbosa pretende ir ao Sul-Americano com o grupo principal. 'Vai ser bom ir completo. Faz um teste com tempo bastante para reavaliar o que for necessário', analisa.

Além dos jogos no exterior, as meninas do Brasil deverão enfrentar algumas adversárias internacionais em casa. Isso porque há seleções interessadas em se aclimatar antes do Mundial. Espanha é uma oponente praticamente certa e a França outra possibilidade.

A história é exatamente o oposto no masculino. Sob o comando do técnico Aluísio Ferreira, a seleção deve ir ao Sul-Americano sem alguns titulares. 'Disputar o sul-americano já não é mais uma experiência tão importante para alguns atletas. Outros poderão ir até nos dois torneios', explica Lula.

Na preparação para os jogos no Japão, a comissão técnica prepara uma estratégia para minimizar os efeitos do fuso de 12 horas. 'Fizemos um acerto com gregos e espanhóis e vamos disputar guadrangulares com eles. Ficamos dez dias na Europa e talvez façamos mais dois amistosos para quebrar o fuso pela metade', explica Grego, que resume a filosofia para as duas seleções. 'Tudo é importante em 2006. Vamos para ganhar os dois campeonatos'.


Fonte: Gazeta Esportiva


CBB APRESENTA PROGRAMAÇÃO 2006 DAS SELEÇÕES BRASILEIRAS

Rio de Janeiro – A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) apresentou nesta terça-feira, em São Paulo, a programação de 2006 das seleções brasileiras feminina e masculina cadete, juvenil, Sub-20 e adulta. Durante a entrevista coletiva para a imprensa, que teve a presença do presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, e das comissões técnicas das seleções brasileiras, foi feito um balanço dos resultados da temporada 2005. O Brasil foi campeão da Copa América Masculina e garantiu a vaga no 15º Campeonato Mundial do Japão; a seleção feminina conquistou o decacampeonato invicto e o 20º título do Sul-Americano e foi vice-campeã da Copa América. E as seleções juvenil feminina e masculina asseguraram a vaga na Copa América, que é classificatória para o Campeonato Mundial.

— O ano de 2006 terá dez competições oficiais de várias categorias, femininas e masculinas. Por isso, é preciso um planejamento de médio e longo prazo como esse para alcançarmos nossos objetivos, que são os títulos nos Campeonatos Mundiais Adultos e a classificação das seleções de base para os Mundiais de 2007. Os atletas das equipes principais feminina e masculina, já manifestaram o interesse de priorizar a disputa dos Mundiais. Eles prometeram se apresentarem o mais cedo possível para treinarem o máximo de tempo juntos. No caso da WNBA, em que o calendário se choca com o da FIBA, as meninas disseram que a prioridade é o Campeonato Mundial do Brasil — comentou o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis.

— Estamos avançando rumo ao nosso objetivo final que é a vaga olímpica de 2008. Já cumprimos a primeira meta, que foi a classificação para o Campeonato Mundial. Agora o nosso foco é fazer uma grande preparação para chegarmos ao Japão em condições de disputar uma medalha. A programação começa com treinos no Rio de Janeiro e em São Paulo e se encerra com amistosos no Brasil, visando o maior contato possível da equipe com o público brasileiro que tanto nos apoiou na temporada 2005. Em 2006, o Campeonato Sul-Americano será classificatório para o Torneio Pré-Olímpico. Para preparar a equipe rumo a essa classificação e ao título, a comissão técnica planejou fazer uma seleção mista. Um grupo vai treinar apenas para o Sul-Americano, outro apenas para o Mundial e um terceiro irá ao Sul-Americano e retornará aos treinamentos para o Mundial. A última etapa de preparação para o Mundial será na Europa, com partidas de excelente nível técnico, para nos aclimatarmos aos poucos ao fuso horário do Japão — esclareceu o técnico Lula Ferreira, da seleção masculina adulta.

— Fizemos uma preparação bem elaborada e criteriosa em 2005 e vamos seguir o mesmo caminho para o próximo ano. Teremos tempo para realizar um trabalho bem planejado nos aspectos físico, técnico e tático. Na pré-temporada daremos prioridade à parte física e a equipe crescerá de produção com os amistosos na Europa, onde enfrentaremos adversários de alto nível. Encerraremos a preparação com jogos no Brasil, já aclimatando a equipe e as outras seleções para o Mundial no nosso país, de 12 a 23 de setembro — explicou o técnico Antonio Carlos Barbosa, da seleção feminina adulta.

A PROGRAMAÇÃO
Seleção Feminina Adulta
9 de maio – Convocação na sede da CBB
29 de maio a 2 de junho – Exames médicos e testes físicos em São Paulo
5 a 16 de junho – Treinamento no Rio de Janeiro
19 a 23 de junho – Treinamento em São Paulo
28 de junho a 2 de julho – 30º Campeonato Sul-Americano
10 a 22 de julho – Treinamento no Rio de Janeiro
25 de julho a 5 de agosto – Torneios e Amistosos Internacionais na Europa
10 a 29 de agosto – Treinamento
30 de agosto a 9 de setembro – 2ª Copa Internacional Eletrobrás
12 a 23 de setembro – 15º Campeonato Mundial do Brasil

Seleção Feminina Sub-20
23 de janeiro a 3 de fevereiro – Treinamento
29 de maio a 9 de junho – Treinamento
14 a 18 de junho – Campeonato Sul-Americano
21 de agosto a 1º de setembro – Treinamento
6 a 10 de setembro – Copa América – Pré-Mundial

Seleção Feminina Juvenil
9 a 20 de janeiro – Treinamento
24 de julho a 4 de agosto – Treinamento
9 a 13 de agosto – Copa América Pré-Mundial

Seleção Feminina Cadete
20 de outubro a 1º de novembro – Treinamento
6 a 12 de novembro – Campeonato Sul-Americano

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Adversárias da Estréia

Maria Stepanova
Amaya Valdemoro
Ilona Korstine
Chesity Melvin
Edwige Lawson
Olga Artechina

Esse é o time do Samara, que Ourinhos encara na estréia do Mundial.

Ourinhos viaja para jogar Liga Mundial

Alessandro Lucchetti


Equipe brasileira se reforçou com a contratação da ala Micaela, destaque da Copa América pela seleção
O campeão brasileiro de basquete, o Ourinhos/Pão de Açúcar/Unimed, viajou ontem para a Rússia, onde disputará a Liga Mundial feminina de clubes do dia 11 até o dia 16.

Ourinhos caiu na chave de Samara, e vai pegar o time da casa, o Dandenong Jayco Rangers, da Austrália, e o WCBA All Stars, da China. Na chave de Moscou estão as russas do Dínamo, Havana, WNT (Coréia do Sul) e um combinado de atletas americanas da WNBA.

O Samara, adversário na estréia de Ourinhos, é o principal adversário. O time russo é o atual campeão europeu e bicampeão da Liga Mundial.

Empolgado com a participação na Liga, Ourinhos chegou a sonhar com a contratação da australiana Lauren Jackson, considerada uma das melhores jogadoras do mundo. Caro demais, o reforço estrangeiro não veio. Ourinhos resolveu apostar as fichas em Micaela, uma das principais jogadoras do Brasil na Copa América, ao lado da pivô Érika.

Os outros destaques do time são três atletas da seleção brasileira: a ala Lílian, a ala-pivô Êga e a pivô Isis, promessa para o futuro com seus 2,02m.

Desentrosamento

O grande problema é que a equipe só pôde treinar completa por duas semanas, devido à participação das jogadoras da seleção na Copa América.

Micaela acha que o time não sentirá dificuldades por causa disso. “Já jogamos juntas e nos conhecemos da seleção”. A ala, que vive uma das melhores fases na carreira, acha que não vai ser fácil passar para a segunda fase, objetivo de Ourinhos na competição. “Os times são muito fortes. Mas se derem bobeira, podemos conseguir”.


Fonte: Diário de São Paulo

ESPN Brasil mostra Ourinhos

Basquete feminino

O time de Ourinhos, do Brasil, pega o Sâmara, da Rússia, valendo pelo Campeonato Mundial feminino de clubes de basquete. Terça-feira, 0h45. E na quinta-feira, veja Ourinhos x Melbourne, às 9h30


Fonte: ESPN Brasil


Ourinhos estréia contra atuais campeãs


São Paulo (SP) - O FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos estréia no Campeonato Mundial de Clubes feminino de basquete nesta terça-feira, já com uma prova de fogo. As representantes brasileiras na fase final do torneio terão pela frente o Samara. A equipe russa foi campeã das última edição da competição, é uma das favoritas aos título e tem ainda a vantagem de estar jogando em casa.
O time do técnico Antonio Carlos Vendramini embarcou para a Rússia na última sexta-feira com uma novidade no grupo. A ala Micaela, destaque da seleção brasileira na disputa da Copa América, na República Dominicana, foi contratada pelo time paulista. Ela, assim como suas companheiras de seleção brasileira, Lilian, Êga e Isis juntaram-se aos treinos do grupo nas duas últimas semanas.

No grupo do Brasil do Mundial também estão o Rangers Melbourne, da Austrália, e o CBA Beijing, da China. Na outra chave estão Dynamo Moscou, também da Rússia, Coréia NWB, de Seul, Club Habana, de Cuba, e um combinado de atletas dos Estados Unidos.


Fonte: Gazeta Esportiva
Karla vence na Polônia

A armadora Karla Costa estreou com vitória na primeira partida do Campeonato Polonês, na temporada 2005/2006. O PZU Polfa Pabianice bateu o AZS Posnán, por 74 a 42, jogando fora de casa.

Karla foi um dos destaques da equipe. Em 18 minutos em quadra, anotou 11 pontos, 1 rebote e 4 roubos de bola.

domingo, 9 de outubro de 2005

A Grande Maria Helena Cardoso



Nesses tempos magros para o basquete nacional, me peguei com saudade de técnicos de verdade, com T maiúsculo, com Maria Helena Cardoso.

Não me contive e acabei procurando por notícias da grande treinadora.

Não posso deixar de compartilhar os resultados com meus leitores.

Maria Helena Carsoso e Maria Helena Campos, a Heleninha, estão, sim, no Brasil.

Mais exatamente de volta a Piracicaba.

Não planejam voltar à Espanha, onde conquistaram respeito, amizades e reconhecimento, em 2 temporadas de sucesso.

No entanto, a saudade do Brasil, as trouxe de volta.

A pergunta que imediatamente nos vem à cabeça é se Maria Helena volta às quadras brasileiras.

A própria diz não saber, baseada numa filosofia "deixa a vida me levar".

Uma das coisas que Maria Helena me disse me comoveu bastante. Nas palavras dela, vejo toda a história do basquete feminino e da minha paixão pelo esporte e o meu respeito por quem trata o basquete com o amor que ele merece:

"Minha saída do Brasil ajudou a acreditar muito mais ainda, no que sempre acreditei: o potencial técnico de nossas jogadoras. Temos nesse nosso país uma fábrica de talentos. Basta apenas darmos possibilidade para que nossos talentos não tenham como sonho jogar na Europa, e sim defender nosso país nas competições internacionais. E mais ainda atuar dentro de nosso país, como espelho, para a formação de novos ídolos e novos talentos."

É.

O sonho não morre. Jamais.







Claudinha vence na França



Na Liga Francesa, o Montpellier, de Claudinha conseguiu sua primeira vitória, contra o Saint Amand, por 60-57.

A brasileira foi a cestinha, com 24 pontos.
CÍNTIA TUIÚ AJUDA FAMILA SCHIO A VENCER NA SEGUNDA RODADA DO ITALIANO DE BASQUETE


A pivô Cíntia Tuiú ajudou o Famila Schio a conquistar a sua primeira vitória
na 75ª edição do Campeonato Italiano de Basquete. Neste domingo (9 de
outubro), o time da brasileira derrotou o Profexional Bolzano por 88 a 56
(37 a 16) no ginásio PalaCampagnola, em Schio, pela segunda rodada do turno
da fase de classificação da competição.

Campeã italiana de basquete em 2004/2005 pelo Famila Schio, atual campeã da
Copa Itália e atual campeã da Supercopa Italiana, Cíntia Tuiú contribuiu com
11 pontos, oito rebotes, três recuperações de bola e uma assistência em 23
minutos em quadra na partida deste domingo (9 de outubro) contra o
Profexional Bolzano. A pivô volta às quadras na próxima quarta-feira (12 de
outubro), enfrentando o Pool Comense na terceira rodada do Campeonato
Italiano de Basquete.

O Viterbo, de Flávia Luiza, segue invicto, após bater o Cavezzo (55-52). Flávia teve 15 pontos, 3 rebotes e 3 recuperações.

Situação igual vive o Faenza, de Adrianinha e Grazi, após bater o Parma (85-81), com grande atuação das brasileiras. Adrianinha teve 26 pontos, 5 rebotes, 2 recuperações e 1 assistência. Graziane teve 19 pontos, 4 recuperações e 3 rebotes.

Já o Venezia, de Zaine, ainda não venceu no torneio. Perdeu para o Taranto (76-68). Zaine teve 9 pontos e 3 rebotes.

E Mamá estreou com derrota no Maddaloni. O time perdeu para o Priolo (88-74). Mamá teve 9 pontos, 5 rebotes e 2 recuperações.

75º CAMPEONATO ITALIANO FEMININO DE BASQUETE – 2005/2006

FASE DE CLASSIFICAÇÃO

TURNO: de 01 e 02/10/2005 a 04/01/2006
RETURNO: de 08/01/2006 a 05/04/2006

TURNO – 2ª RODADA

08/10/2005
Ares Ribera 77 x 68 Pool Comense
Centro Sport Palladio Vicenza 69 x 73 Terra Sarda Alghero

09/10/2005
Umana Reyer Venezia 68 x 76 Pasta Ambra Taranto
Gescom Viterbo 55 x 52 Acetum Cavezzo
TermoCarispe La Spezia 63 x 57 Phard Napoli
Stem Marine Parma 81 x 85 Germano Zama Faenza
Famila Schio 88 x 56 Profexional Bolzano
Acer Priolo 88 x 74 Coconuda Maddaloni

ALESSANDRA, KÁTIA DENISE E LEILA VENCEM EM ESTRÉIA NO CAMPEONATO ESPANHOL DE BASQUETE


O Ros Casares Valencia, da pivô Alessandra Oliveira, venceu o Puig d’En
Valls por 65 a 58 na sua estréia no Campeonato Espanhol de Basquete de
2005/2006. O confronto aconteceu neste sábado (8 de outubro) no ginásio
Fuente de San Luis, em Valência.

Alessandra foi a melhor reboteira da partida, com seis rebotes. A pivô
brasileira, que está disputando a sua primeira temporada no basquete
espanhol, também marcou oito pontos e roubou uma bola em 21 minutos em
quadra.

A primeira rodada da fase de classificação do Campeonato Espanhol de
Basquete termina neste domingo (9 de outubro) com os jogos Yaya Maria x
Hondarribia-Irún e Mann Filter Zaragoza x Perfumerias Avenida.

Quem também começou bem foi o Celta, de Leila, que bateu o Canarias por 77 a 63. Leila Sobral teve boa atuação: 13 pontos, 10 rebotes.

As demais brasileiras perderam seus jogos de estréia.

O Cadi, de Cris, perdeu para o Estudiantes por 58-76. A brasileira teve 8 pontos, 3 rebotes e 1 assistência.

O Salamanca, de Kátia Denise, bateu o Zaragoza: 61X71. A brasileira foi muito bem e acabou superando as titulares Vanessa Hayden e Kelly Schumacher, jogando 30 minutos e registrando 10 pontos e 13 rebotes.

Mas quem estreou mal mesmo foi o Barcelona, com uma surpreendente derrota para o Burgos (80-61). Helen teve 8 pontos, 3 assistências e 2 rebotes. Érika teve 14 pontos e 9 rebotes.

Na Segunda Divisão, o Rivas bateu o Alumisan (78-64), com 13 pontos de Adriana Santos e de Silvinha.

O Ourense perdeu novamente: 73-70 para o Majadahonda, com 14 pontos, 7 rebotes, 3 assistências e 2 recuperações de Mariana Santos.


CAMPEONATO ESPANHOL FEMININO DE BASQUETE 2005/2006

FASE DE CLASSIFICAÇÃO

TURNO: de 08/10/2005 a 21/12/2005
RETURNO: de 14/01/2006 a 08/04/2006


1ª RODADA

08/10/2005
Ros Casares Valencia 65 x 58 Puig d’En Valls
Cadi La Seu d’Urgell 58 x 76 USP CEU Adecco Estudiantes
Arranz Jopisa Burgos 80 x 61 UB FC Barcelona
Celta Vigourban 77 x 63 CajaCanarias
Universitario de Ferrol 59 x 79 Acis Incosa León

09/10/2005
Yaya Maria 74 x 86 Hondarribia-Irún
Mann Filter Zaragoza 61 x 71 Perfumerias Avenida

sábado, 8 de outubro de 2005

Ribeirão não joga os Abertos

O time de basquete feminino de Ribeirão Preto não irá disputar os Abertos, pois a equipe não foi inscrita pela Secretaria Municipal de Esportes. De acordo com a técnica Tininha, apesar da paralisação das atividades do time em virtude da não participação no Campeonato Brasileiro, existia um acordo com as jogadoras que disputaram o último Campeonato Paulista para que elas retornassem à cidade para a disputa dos Jogos Abertos.

“Isto estava em contrato. Elas viriam para cá. Mas a justificativa que o secretário de esportes, Lula Ferreira, me deu foi que houve um erro administrativo. Tenho que acreditar nele, mas não posso deixar de considerar lamentável”, disse a treinadora, irritada com a “exclusão” do seu time na competição em Botucatu. “Houve um prejuízo profissional, não só para mim, mas para a cidade que poderia ter uma equipe candidata ao ouro, como para o patrocinador que investiu quatro meses no Paulista e iria bancar despesas também nos Abertos”, emendou.

O secretário municipal de esportes, Lula Ferreira, foi procurado pela reportagem do A CIDADE, mas se celular encontrava-se desligado.


Fonte: Jornal A Cidade
Ourinhos viaja para a Rússia








A equipe de Ourinhos viajou ontem para a Rússia, onde representa o Brasil na disputa do Mundial Interclubes.

Ainda não consegui a confirmação, mas parece que a ESPN Brasil deve mostrar as partidas do campeão nacional no torneio.
Basquete: Na fila pelos 100%

Por Marta Teixeira


Pouco mais de um ano após os Jogos Olímpicos de Atenas, a grande preocupação do basquete para 2008 continua sendo a mesma. Será que, depois de duas edições, o Brasil finalmente conseguirá levar suas duas seleções para Pequim? Com uma trajetória marcada por freqüentes conquistas nas quadras, o feminino mantém-se como candidato forte à classificação. A sombra paira, ainda, sobre o masculino.

No início de uma nova geração, com atletas que jogam na Europa e Estados Unidos, o grupo promete melhores chances na quadra. Mas fora dela, a modalidade ainda está longe de ter ocupado um lugar seguro entre os esportes.

Com três medalhas olímpicas no masculino (bronze Londres-1948, Roma-60 e Tóquio-64), duas no feminino (prata Atlanta-96 e bronze Sydney-2000), bicampeão mundial com os rapazes e campeão com as meninas, o país, ao contrário do vôlei, não conseguiu reverter essas conquistas em uma base sólida para a modalidade.

Há quase 57 anos conduzindo sua vida lado a lado com o basquete, o bicampeão mundial e olímpico Wlamir Marques acompanhou muito de perto tudo o que aconteceu e encontra algumas explicações para a dificuldade do basquete se colocar como um bom ‘negócio’.

“O basquete brasileiro é bem conceituado mundialmente, mas não estamos conseguindo títulos”, sintetiza. Além dessa falta de resultados recentes, a falta de senso de oportunidade no momento certo e uma certa falta de recursos também contribuíram para o quadro atual. Mas a relação de ausências elaborada por Wlamir vai mais longe.

“Faltam ídolos e falta competência para ter as pessoas no lugar certo”, destaca. Comparando com o ‘rival’ vôlei, o ex-jogador é franco. Os resultados importantes conquistados pelo vôlei masculino e feminino são um diferencial, assim como sua estrutura, apesar da modalidade ser mais ‘jovem’. “O vôlei surgiu em 84, antes disso era muito fraco (a geração de prata conseguiu a medalha olímpica em Barcelona-92). Mas a partir daí, fez uma organização melhor que o basquete”.

A passagem de Carlos Arthur Nuzman pelo comando da Confederação Brasileira é destacada por ele como um elemento fundamental para a consolidação da modalidade. “O Nuzman dirigiu a CBV de forma esplendorosa. Os que passaram pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete) não conseguiram isso”, lamenta.

Assim, a falta de ‘tino comercial’ impediu que os comandantes do basquete tirassem o máximo proveito de cada conquista. “Os resultados não foram explorados nem divulgados o suficiente”, reclama.

A fórmula apontada por Wlamir para reerguer a modalidade é simples. “Precisamos de grandes conquistas e de trazer eventos importantes para o país”. Na era mais profícua das quadras nacionais, o Brasil recebia campeonatos mundiais, torneios internacionais e dominava no continente.

Neste sentido, algumas coisas têm sido feitas. No ano que vem, o Mundial feminino será aqui. Além disso, ele vê a conquista da Copa América pelos meninos, no início do mês, como um sopro de esperança desde aquele que considera o último grande feito do país no masculino: o vice-campeonato mundial em 1970.

“A gente não estava tendo muito o que vender”, admite. “O título (Copa) é um começo com uma geração nova. Mas tem que ser bem explorado, precisa ter marketing em cima disso”, avisa, vendo um erro estratégico na condução da modalidade. Talvez por isso, acredita, a Confederação ainda não conte com patrocínio para as competições nacionais - o patrocínio da Eletrobras é apenas para as seleções e iniciativas de base.

Para Wlamir, a população já mostrou que o interesse pelo esporte do garrafão permanece. “Vimos isso nos últimos amistosos aqui. Os ginásios estavam sempre cheios”. Este ano, as seleções disputaram 14 amistosos no país (sete masculinos e sete femininos). Sob o comando do técnico Aluísio Ferreira, os meninos atraíram 23.579 pessoas aos jogos (média de 3.368,4), tendo quatro vezes a casa lotada. As meninas de Antonio Carlos Barbosa levaram 21.284 torcedores aos ginásios (média de 3.040,6), com lotação completa em três confrontos.

Agora, se o sonho de ver os dois times em Pequim vai se concretizar ou não, ele lembra que depende de muitos fatores. “É possível pensar que sim... como é possível pensar que qualquer país do mundo também pode", brinca. "Hoje, há muitas equipes fortes. Em Sydney, os Estados Unidos fizeram a final com a França, que não foi aos Jogos de Atenas. Na Grécia, a melhor equipe, na minha opinião, ficou fora da final: a Espanha, que cruzou com os EUA nas quartas-de-final”.

Mas as chances do Brasil para 2008 são reais, considera. “Nossos jogadores estão mais experientes, são jovens e estão com a cabeça focada. Mas se não der desta vez, também não é o fim do mundo. Se olhar quem não for vai ver cada timaço que ficou de fora...”.

Fonte: Gazeta Esportiva

ALESSANDRA ESTRÉIA NO CAMPEONATO ESPANHOL DE BASQUETE NESTE SÁBADO


A pivô Alessandra Oliveira, do Ros Casares Valencia, estréia no Campeonato
Espanhol de Basquete de 2005/2006 neste sábado (8 de outubro), às 14h (horário
de Brasília), enfrentando o Puig d?En Valls em casa, no ginásio Fuente de
San Luis, pela primeira rodada da fase de classificação. A jogadora, que
já atuou em times da Itália, Estados Unidos (WNBA), Eslováquia, Coréia e
Hungria, disputa a sua primeira temporada na Espanha.

Com média de 18,3 pontos por partida (110 pontos em seis jogos), Alessandra
foi um dos destaques do Ros Casares Valencia na pré-temporada do basquete
espanhol de 2005. O time da pivô brasileira venceu cinco dos seis confrontos
que disputou e conquistou os títulos de campeão da Liga Valenciana Feminina
de Basquete e de vice-campeão do 4º Torneio Internacional de Ibiza.

- Sempre há nervosismo na estréia e a nossa equipe ainda está se conhecendo.
O time foi totalmente reformulado para esta temporada. Vamos estrear no
Campeonato Espanhol em casa contra o Puig d'En Valls e temos que ganhar.
Estou bem adaptada ao clube e à cidade. Estou há oito anos fora do Brasil
e não tenho problemas de adaptação. Fiquei seis meses sem jogar depois de
sofrer uma microcirurgia no pé esquerdo em março e tive uma recuperação
foi muito boa, embora ainda faça um trabalho físico à parte do grupo. O
time aceita bem e todos reconhecem que a minha recuperação foi excelente.
Acredito que faremos uma ótima campanha em 2005/2006 porque houve investimento
do Ros Casares Valencia para alcançar esse objetivo - comenta Alessandra.

O Ros Casares Valencia foi o vice-campeão da edição passada do Campeonato
Espanhol de Basquete. Além da brasileira Alessandra, o clube contratou reforços
como a norte-americana Elaine Powell, a espanhola Ana Montañana, a francesa
Nicole Antibe e a russa Olga Podkovalnikova para brigar pelo título da
competição
nesta temporada.

CAMPEONATO ESPANHOL FEMININO DE BASQUETE 2005/2006

FASE DE CLASSIFICAÇÃO
TURNO: de 08/10/2005 a 21/12/2005
RETURNO: de 14/01/2006 a 08/04/2006

1ª RODADA

08/10/2005
Ros Casares Valencia x Puig d'En Valls
Cadi La Seu d'Urgell x USP CEU Adecco Estudiantes
Yaya Maria x Hondarribia-Irún
Universitario de Ferrol x Acis Incosa León
Arranz Jopisa Burgos x UB FC Barcelona
Mann Filter Zaragoza x Perfumerias Avenida
Celta Vigourban x CajaCanarias

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

CÍNTIA TUIÚ BRIGA PELA VITÓRIA NA SEGUNDA RODADA DO ITALIANO DE BASQUETE


A pivô brasileira Cíntia Tuiú segue na disputa do 75º Campeonato Italiano de
Basquete. Seu time, o Famila Schio, enfrenta o Profexional Bolzano em casa
neste domingo (9 de setembro), às 13h (horário de Brasília), pela segunda
rodada do turno da fase de classificação da competição.

Campeã italiana de basquete em 2004/2005, atual campeã da Copa Itália e
atual campeã da Supercopa Italiana, Cíntia Tuiú quer ajudar o Famila Schio a
conquistar a sua primeira vitória nesta edição do Campeonato Italiano de
Basquete. A equipe sofreu uma derrota para o Coconuda Maddaloni na rodada de
estréia da competição, realizada no último fim-de-semana em Taranto.

– Esperamos ter um desempenho melhor do que na rodada passada. Jogamos mal.
O time ainda não tem tanto tempo de treinamento, além de não estar com a sua
formação completa. O principal problema foi que não jogamos o que podemos
jogar, não mostramos todo o nosso potencial em quadra. O Bolzano, nosso
adversário na segunda rodada, está com uma equipe mais forte do que na
temporada passada, mas podemos vencer. Essa é a nossa primeira partida em
casa nesta edição do campeonato e o público vai estar presente dando apoio
ao nosso time. Depois da derrota que sofremos no domingo, nosso único
pensamento é lutar pela vitória – afirma Cíntia Tuiú, que já atuou pelo
Ambra Bari, pelo BEES Treviglio e pelo Cari Chieti na Itália e faz a sua
segunda temporada pelo Famila Schio.

75º CAMPEONATO ITALIANO FEMININO DE BASQUETE

FASE DE CLASSIFICAÇÃO
TURNO: de 01 e 02/10/2005 a 04/01/2006
RETURNO: de 08/01/2006 a 05/04/2006

TURNO – 2ª RODADA

08/10/2005
15h30 – Ares Ribera x Pool Comense
15h30 – Centro Sport Palladio Vicenza x Terra Sarda Alghero

09/10/2005
13h00 – Umana Reyer Venezia x Pasta Ambra Taranto
13h00 – Gescom Viterbo x Acetum Cavezzo
13h00 – TermoCarispe La Spezia x Phard Napoli
13h00 – Stem Marine Parma X Germano Zama Faenza
13h00 – Famila Schio x Profexional Bolzano
13h00 – Acer Priolo x Coconuda Maddaloni

CBB REALIZA REUNIÃO COM AS COMISSÕES TÉCNICAS DAS SELEÇÕES BRASILEIRAS

Rio de Janeiro – A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) irá realizar nesta segunda-feira (dia 10), em São Paulo, uma reunião com as comissões técnicas das seleções brasileiras feminina e masculina. Na pauta, avaliação das competições da temporada 2005 e a programação para 2006 das seleções brasileiras cadete, juvenil, Sub-20 e principal masculina e feminina. Na terça-feira (dia 11), o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, e as comissões técnicas darão uma entrevista coletiva para a imprensa no auditório do Hotel Golden Tulip Park Plaza, em São Paulo (Alameda Lorena nº 360 – Jardins), às 10 horas.

COC/REDUC (SP) E SANTA MÔNICA (RJ) SÃO CAMPEÕES DAS OLIMPÍADAS ESCOLARES



Brasília / DF — As equipes do COC/Seduc (SP), no masculino, e do Colégio Santa Mônica (RJ), no feminino, foram campeãs invictas do basquete nas Olimpíadas Escolares JEBS 2005, disputada no ginásio do Clube do Exército, em Brasília. O COC/Seduc venceu na final o Colégio Atual (PE) por 80 a 51 (44 a 20 no primeiro tempo), com 25 pontos do cestinha Ricardo Zanini. Na preliminar, o Centro Educacional Charles Darwin (ES) superou o Colégio Imaculada Conceição (RN) por 72 a 47 (26 a 18) e levou a medalha de bronze. Na decisão do título feminino, o Santa Mônica ganhou do Colégio Stella Maris (CE) por 68 a 35 (27 a 20 no primeiro tempo), com 35 pontos da cestinha Clarissa Cristina. Na disputa da medalha de bronze, o Colégio Atual (PE) derrotou o Colégio Imaculada Conceição (RN) por 48 a 37 (22 a 27).

— É importante que os Jogos Escolares aconteçam para motivar as atletas e incentivar os colégios a investirem no esporte. É uma Olimpíada de verdade e o atleta, no início de sua carreira, deve passar por essa experiência, que é fundamental para o seu crescimento, não só como atleta, mas como pessoa. Valorizamos muito essa conquista que veio com a superação dessas meninas. Esperamos que esse título sirva de estimulo aos colégios do Rio de Janeiro e que as competições colegiais cresçam em todo o país — declarou o técnico Guilherme Vos, do Colégio Santa Mônica e do Fluminense.

— Ser campeão invicto mostra o excelente trabalho desenvolvido no basquete em Ribeirão Preto. Além disso, estou tendo uma experiência maravilhosa na equipe principal do COC. Não esperava ter essa oportunidade tão cedo na minha carreira — disse o armador Marcel Campos, de 17 anos, do COC/Reduc que também joga na equipe adulta do COC/Ribeirão Preto, dirigida pelo técnico Lula Ferreira.

MASCULINO
Disputa da medalha de ouro
COC/Seduc (SP) 81 x 50 Colégio Atual (PE)
Cestinhas: Ricardo Zanini (SP) 25pts e Marcos Pereira (PE) 12pts

Disputa da medalha de bronze
Centro Educacional Charles Darwin (ES) 74 x 42 Colégio Imaculada Conceição (RN)
Cestinhas: Igor Casi (ES) 29pts e André Brito (RN) 18pts

FEMININO
Disputa da medalha de ouro
Colégio Santa Mônica (RJ) 68 x 35 Colégio Stella Maris (CE)
Cestinhas: Clarissa Cristina (RJ) 35pts e Rafaela Teixeira (CE) 13pts

Disputa da medalha de bronze
Colégio Atual (PE) 48 x 37 Colégio Imaculada Conceição (RN)
Cestinhas: Ana Beatriz (PE) 16pts e Kelly Souza (RN) 11pts

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

RIO DE JANEIRO É CAMPEÃO DO JEBS 2005 NO BASQUETE FEMININO


Tendo como base atletas do basquete feminino do Fluminense FC, o Santa
Mônica Centro Educacional, do Rio de Janeiro, sagrou-se campeão invicto dos
Jogos Estudantis (Jebs) de 2005, disputados em Brasília, ao vencer nesta
quinta-feira (6 de outubro) o Stella Maris, do Ceará, por 68 a 35 (10 a 5,
27 a 20 e 41 a 27) na final. A cestinha da partida foi Clarissa Cristina,
pivô do Santa Mônica Centro Educacional, com 35 pontos.

Essa é mais uma conquista de um grupo vencedor de jogadoras, comandado pelo
professor Guilherme Vos, que faz um trabalho de base exemplar e é
responsável pela formação de mais uma geração de atletas no Rio de Janeiro.
Atualmente, o técnico também dirige a equipe de basquete feminino do
Fluminense FC, já classificada para a final do Campeonato Estadual em duas
categorias (adulta e infanto-juvenil) por ter vencido o primeiro módulo da
competição.

O Santa Mônica Centro Educacional disponibiliza bolsas de estudos para as
atletas, que conquistaram todas as competições estudantis regionais,
estaduais e nacionais.

Sobre mais essa conquista, Guilherme Vos observa que já havia vencido os
Jogos Estudantis em 2000 com uma equipe considerada favorita.

– Dessa vez foi diferente. O COC, de São Paulo, era o grande favorito por
contar com atletas que defendem a seleção brasileira, além de equipes de
Minas Gerais, Santa Catarina, Brasília, Pernambuco, entre outras. Nosso
grupo se superou e mostrou o talento e a determinação dessa nova geração que
tem muito a contribuir para o basquete feminino – comenta o técnico.

As atletas do Santa Mônica Centro Educacional, que tem média de idade de 16
anos, tiveram também uma participação de destaque do I Torneio da Libbra
(basquete de rua) e disputaram a final contra a equipe adulta de Santa
Catarina num jogo emocionante.

Ourinhos embarca nesta sexta para desafio na Rússia

Marcelo Cazavia

São Paulo (SP) - O Unimed/Ourinhos embarca nesta sexta-feira para a Rússia, onde disputará a fase final da Liga Mundial Feminina de Clubes entre 11 e 16 deste mês nas cidades de Samara e Moscou. A equipe do técnico Antônio Carlos Vendramini está no mesmo grupo do Samara, campeão das duas únicas edições já realizadas da competição e que terá a vantagem de atuar em casa neste ano.
“Nosso primeiro objetivo é passar de fase, já que estamos na mesma chave do Samara. Se conseguirmos isso estará de bom tamanho, e aí então poderemos almejar algo”, afirma Vendramini.

Os demais adversários do time brasileiro no grupo são o Dandenong Jayco Rangers (Austrália) e o WCBA All Stars (China). Na outra chave estão Havana (Cuba), WNT Seoul (Coréia do Sul), Dínamo (Rússia) e uma seleção de atletas que atuam na WNBA, a liga norte-americana de basquete. “Nos preparamos bem para a competição. O grupo está bem entrosado e é praticamente o mesmo que conquistou o campeonato paulista”, diz o treinador.

O único reforço que a equipe trouxe para o Mundial foi a ala Michaela, destaque do Pool Commense, da Itália, mas Vendramini só pôde contar com o grupo completo de jogadoras há duas semanas, já que a ala Lílian, a ala/pivô Êga e a pivô Isis, além de Michaela, estavam disputando a Copa América pela seleção brasileira.

“Estava preocupado com o plano tático, já que estávamos sem essas jogadoras, mas fizemos um amistoso com o Marília esses dias e a equipe se saiu muito bem”, conta o treinador, acrescentando que as atletas que não estavam com a seleção estão mais bem preparadas que as outras. “A Lílian sofreu uma contusão no tornozelo, ainda sente dor, mas vai jogar sem problemas”, completa.

Outro motivo de preocupação do Ourinhos é com o fuso horário de sete horas. “Fizemos uma programação para minimizar esses efeitos”, conta Vendramini. “Mas o grupo está animado e focado na competição, por isso estou confiante”, concluiu.


Fonte: Gazeta Esportiva
SANTOS PERDE DE CATANDUVA EM MEIO A TUMULTO

Era para ser o principal jogo da competição, mas várias irregularidades e confusões ofuscaram a tarde de sábado, em Catanduva, onde foi realizado o jogo entre Catanduva e Santos.

Santos chegou no Ginásio Esportivo Elba Francisqueli às 16:50 para o jogo que começaria às 18h. Deparou-se com um jogo de futebol de salão que só permitiu que a quadra fosse liberada às 17:40, infringindo a letra b, o art. 6ºdo Regulamento do Campeonato, que diz para "Manter a quadra em condições e desimpedida uma hora antes da realização da partida". Além disso, não foi oferecido vestiário para troca de roupa para nossas atletas.

Também não foi respeitado a distância mínima de 2 metros da grade que cerca a quadra, conforme determina o art. 8º do mesmo Regulamento. Aliando isso ao fato de estar sendo vendidas bebidas alcoólicas dentro do ginásio, ocorreram fatos lamentáveis como arremessos de objetos em quadra, invasão da quadra, agressões físicas e verbais, tendo inclusive sido lavrado um BO contra um torcedor de Catanduva que agrediu a nossa scoultista.

Todos esses fatos ocorreram aos olhos da arbitragem e da própria policia militar, e medida nenhuma foi tomada contra a equipe de Catanduva e até mesmo contra os torcedores agressivos.

A equipe teve que esperar o ginásio esvaziar e sair escoltada para o ônibus tendo em vista que os mesmos torcedores quando deixaram o ginásio, se dirigiram ao ônibus da equipe para depredá-lo, somente sendo contidos por policiais que tiveram que dar tiro ao alto para assustar.

Além desses problemas fora de quadra, a equipe de Catanduva entrou em quadra infringindo o art. 13 do Regulamento do Campeonato, quanto às inscrições de 4 atletas que jogaram por outras equipes na serie A-1 (Roberta e Alessandra, que jogaram por São Bernardo e Feda e Ana Lúcia, que jogaram por Guarulhos).Nesse artigo são liberadas apenas 2 atletas.

Lamentando os fatos ocorridos, o coordenador técnico da equipe de Santos, Sergio Farias, apresentou um relatório hoje, junto à Federação Paulista de Basquete, pedindo que se tome as providencias cabíveis que o caso merece.

Resta agora, aguardar a resposta da Federação.


RESULTADOS DO FINAL DE SEMANA

- Catanduva 75 X 53 Santos
- Barretos 51 X 80 Santos


Fonte: Basquete Feminino de Santos
Barcelona ganha título da SuperCopa

O primeiro grande título da temporada espanhola 2005/6 ficou com o Barça.

A equipe derrotou o Perfumerias Avenida/Salamanca por 62 a 55 para ganhar o caneco.

A participação das brasileiras não foi das mais brilhantes...

Helen não começou como titular. Jogou 14 minutos, com 4 pontos, 2 recuperações e 1 assistência.

Érika, titular, caiu na armadilha das faltas e foi eliminada com menos de 20 minutos. Deixou 5 pontos e 10 rebotes.

O destaque foi mesmo Marta Fernandez, com 18 pontos e 6 rebotes, MVP da decisão.

Pelo lado do Salamanca, a pivô Kátia Denise segue como titular, apesar da forte concorrência (Vanessa Hayden e Kelly Schumacher). Em 24 minutos, teve 6 pontos e 8 rebotes.




terça-feira, 4 de outubro de 2005

Time de Zaine estréia com derrota no Italiano

O Venezia, de Zaine, estreou com derrota na Liga Italiana. Perdeu por 58-53 para o Napoli, de Vickky Bullet.

A brasileira teve 5 pontos, 4 rebotes e 4 recuperações.
Novas rubro-negras já se sentem bem à vontade

O Sport reforçou sua equipe para disputar o Campeonato Brasileiro Feminino, com jogadoras de qualidade, a maioria com a experiência de já ter vestido a camisa da seleção nacional

O Sport reforçou com cinco atletas sua equipe feminina de basquete visando à disputa do Campeonato Brasileiro. Já treinam na Ilha a lateral Tayara, vice-campeã da Copa América pela seleção brasileira, Karem (ala) e Geisa (pivô), ambas ex-integrantes da seleção, Nathália (ala), campeã pela seleção brasileira juvenil, e Josiane (armadora), que já defendeu o Leão em 2000. Todas vieram de Ribeirão Preto, como vice-campeãs paulistas.

O diretor de esportes amadores do clube, Aloysio Monteiro, adianta que as contratações fazem parte de um projeto maior do Sport, que é incentivar o amadorismo. Aloysio disse que pesou na escolha das atletas o fato de já terem experiência em competições de alto nível, algumas na seleção brasileira. “O Sport não vive só de futebol, o amadorismo precisa disso” salienta.

Incubida pela comissão técnica de ser o elo entre as novatas e as jogadoras que já atuam aqui, Josiane não viu problema em cumprir a missão. A atleta frisou que todas foram muito bem recebidas no Recife e definiu o motivo de sua volta à cidade, com uma frase: “Amor pelo Sport”.

Acostumadas a jogar apenas em clubes de São Paulo as atletas nunca atuaram tão longe de casa. Apesar de só estarem há uma semana na cidade, elas já demonstram saudades da família. “Nossa, é muito grande. Morro de saudades do meu marido e da minha irmã. Nessa vida de jogadora a gente acaba aprendendo a lidar com essas situações. Ainda bem que existe telefone e internet, viva a tecnologia!”, exalta Geisa. Mas se depender das jogadoras pernambucanas e da comissão técnica rubro-negra, essa saudade será abrandada. “São todos muito acolhedores, eles nos dão todo o apoio, fazem de tudo para nos sentirmos bem”, lembra a ala Karem.

Todas cinco foram unânimes em elogiar a beleza do Recife. “A cidade é maravilhosa, eu sou suspeita para falar”, reconhece Josiane. “O povo do Nordeste é muito receptivo, estamos nos sentindo em casa. Recife é uma cidade aconchegante. No curto tempo em que estou aqui já deu para aproveitar. Sábado fomos à praia de Boa viagem. Também estou aprendendo muito sobre a cultura daqui, mesclando com a que eu adquiri na minha cidade. É uma troca muito importante”, afirma Nathália.

A ala também ressaltou a importância de serem descentralizados os pólos do basquete profissional brasileiro, concentrado sobretudo em São Paulo. “A iniciativa de Pernambuco deve ser tomada como referência pelos demais Estados. O intercâmbio de jogadoras é muito bom, mostra que o basquete não se resume apenas ao Sul. Nosso País é cheio de talentos que estão aí para serem descobertos”, analisa Nathália. O técnico da equipe, Roberto Dornelas, comunga da mesma opinião, mas com algumas ressalvas. “O masculino já está despolarizado, é importante essa descentralização no feminino também. Apesar de lento, esse processo já foi iniciado e essas medidas impedem que muitas atletas deixem o País atrás de oportunidades”, explica.

CAMPEONATO BRASILEIRO - Previsto para começar em outubro, o Brasileiro conta com dez equipes. O único representante do Norte e do Nordeste é o Sport. O Estado de São Paulo tem com seis times: Ourinhos - atual campeão brasileiro e tetra paulista, Santo André, São Caetano, São Bernardo, Guarulhos e Marília. De Santa Catarina participa Joinvile. Os cariocas estão representados pelo Tijuca. O décimo participante ainda não está confirmado, só se sabe que vem de Goiás. A preparação para o Nacional está intensa. O técnico Roberto Dornelas vem mesclando treinos táticos com preparação física.

Fonte: Jornal do Commercio


Lauren Jackson não fica no caminho do Ourinhos para Mundial e volta ao Canberra

A contratação da ala-pivô australiana do Seattle Storm Lauren Jackson foi só um sonho de verão para a diretoria do Ourinhos/Pão de Açúcar/Unimed pensando no Mundial de Clubes na Rússia, mas a maior estrela estrangeira da WNBA acertou seu retorno para casa para defender o Canberra Capitals de olho no título da WNBL (Liga Australiana). O lado bom é que Jackson não ficará no caminho do time brasileiro no torneio da Federação Internacional, o representante da Oceania é o Dandenong Jayco Rangers de Melbourne, que está na chave da equipe paulista junto com o campeão europeu Samara (RUS) e o CBA Beijing da China. O Ourinhos do técnico Antonio Carlos Vendramini viaja na sexta-feira apostando na cestinha da Copa América Micaela Jacintho mais três atletas da Seleção vice-campeã continental: a ala-pivô Êga, a ala-armadora Lílian e a pivô reserva de 2,02m Ísis, além da armadora Vanessa Gattei, da ala Chuca e da pivô cubana Lisdeivi. Na outra chave do Mundial estão Dynamo Moscou da Rússia, Coréia NWB Seul, Basketball Club Habana de Cuba e USA Selected Team, um combinado de jogadoras da WNBA representando os Estados Unidos. O clube paulista campeão nacional tentará pelo menos defender o quarto lugar do Brasil com 556 pontos no ranking feminino da Fiba atualizado com os torneios Pré-Mundiais deste ano. As americanas tricampeãs olímpicas seguem disparadas na liderança com 1.130 pontos, a Rússia vem em segundo com 843, a Austrália em terceiro com 760, Cuba subiu para o quinto posto com 317 após o título da Copa América e a Espanha ficou em sexto com 309.

Após sagrar-se campeã da WNBA em 2004 e cestinha da Olimpíada de Atenas pela seleção australiana medalhista de prata, Lauren Jackson optou por sofrer uma cirurgia no tornozelo e ficou seis meses de molho antes de voltar à liga americana, enquanto o Canberra Capitals ficou fora dos playoffs da WNBL pela primeira vez em seis anos, após faturar quatro títulos desde 98. Na volta ao time da capital australiana, a estrela de 24 anos e 1,95m formará um garrafão muito forte com a pivô de 1,97m Jenny Whittle e a gigante de 2,02m Tracey Beatty para recuperar a hegemonia perdida para o Dandenong, outro time com atletas da seleção australiana. O último jogo de Jackson pelo Canberra foi a derrota nas semifinais da WNBL em 2004 para o Adelaide. A volta dela gerou muito mais procura nas bilheterias, assim como a contratação da ala-armadora do Indiana Fever Tully Bevilacqua.

“Os médicos disseram que estou pronta para jogar. Tudo está bem, estou muito animada para voltar a dividir a quadra com essas meninas e espero me adaptar à equipe novamente, tomara que a gente ganhe o campeonato. Estão dizendo que nosso time este ano é um dos melhores da história da WNBL e fazer parte disso é fantástico, estou ansiosa para jogar em casa de novo e espero uma temporada empolgante”, disse Lauren Jackson, que só era aguardada para a reta final da Liga Australiana e se animou para estrear desde o início após ser liberada pelo departamento médico na sexta-feira para atuar no sábado contra o AIS na Arena do Australian Institute of Sport, com capacidade para 4500 espectadores, contra os 1250 lugares do ginásio menor do Capitals Southern Cross. No ano passado, a média de público nos jogos em Camberra foi de 750 pagantes, a expectativa é pelo menos dobrar o número.

“Jackson garante pelo menos mil vagabundos a mais nas arquibancadas”, brincou o gerente geral do Townsville Fire, Mark McGregor, explicando a decisão de mudar o local de jogo de sua equipe contra o Capitals para um ginásio maior baseado no sucesso que fez na Austrália o ensaio de biquíni da ala-pivô na revista americana Sports Illustrated.

“Demos um salto de qualidade. Obviamente há um grau de risco nesse investimento, mas as grandes recompensas vêm para quem se arrisca. Confiamos na estrutura da equipe e acreditamos que a volta de Lauren ao nosso grupo de atletas vai significar uma temporada empolgante, com ginásio cheio. Jackson é a Michael Jordan do basquete feminino e tem apenas 24 anos de idade, queremos criar uma oportunidade ao público de Canberra de vir ver uma jogadora que será falada durante 100 anos. Ela é legendária, a melhor das melhores de nosso país”, elogiou o gerente geral do Capitals, Mark Cartwright. Certamente o Ginásio Monstrinho de Ourinhos iria ferver.

Neste ano a seleção da Austrália foi campeã da Oceania em cima da Nova Zelândia e garantiu vaga no Mundial do Brasil-2006 mesmo sem contar com suas principais jogadoras, que estavam disputando a temporada da WNBA. No Mundial de Clubes entre os dias 11 e 16, o Dandenong Melbourne vai representar o país como grande adversário do Ourinhos na luta por uma vaga na fase final, já que o primeiro lugar do grupo certamente ficará com o forte Samara VBM-Sgau russo, campeão europeu que joga em casa querendo resgatar o prestígio do basquete da Rússia após a eliminação da seleção masculina do país nas quartas-de-final do Campeonato Europeu de Sérvia e Montenegro e do vice-campeonato da equipe feminina no Europeu da Turquia vencido pelas tchecas. De quebra o time tem o reforço da estrela espanhola Amaya Valdemoro. Na outra chave o combinado da WNBA e o Dynamo têm o favoritismo, o Habana tem a base da seleção cubana, mas vem de derrota em casa para o Ourinhos na seletiva das Américas, e na época o time paulista não tinha Micaela, que estava no Pool Comense da Itália.

A competição na próxima semana é um aperitivo, pois o Brasil irá sediar o 15º Mundial Feminino, de 12 a 23 de setembro de 2006, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Quatorze países já estão classificados para a competição: Brasil (país sede); Estados Unidos (campeão olímpico); República Tcheca, Rússia, Espanha, Lituânia e França (Europa); China, Coréia e Taipei (Ásia); Austrália (Oceania); e Argentina, Canadá e Cuba (Américas). As duas últimas vagas serão disputadas pela África, de 8 a 19 de novembro. Este será o oitavo Mundial a ser realizado no país, que já sediou cinco competições adultas e duas juvenis. Das 14 edições realizadas do Mundial Adulto, as americanas foram campeãs sete vezes, a ex-União Soviética conquistou seis títulos e a Seleção Brasileira foi campeã no auge da geração Hortência/Magic Paula em 1994, na Austrália.

Confira o ranking feminino atualizado da Federação Internacional de Basquete:

1. Estados Unidos – 1130 pontos
2. Rússia – 843 pontos
3. Austrália – 760 pontos
4. Brasil – 556 pontos
5. Cuba – 317 pontos
6. Espanha – 309 pontos
7. França – 287 pontos
8. Coréia do Sul – 284,9 pontos
9. China – 251,5 pontos
10. República Tcheca - 244 pontos
11. Japão – 173,5 pontos
12. Lituânia – 159 pontos
13. Polônia – 154 pontos
14. Eslováquia – 153 pontos
15. Canadá – 139 pontos
16. Argentina – 132,4 pontos
17. Sérvia e Montenegro – 122 pontos
18. Senegal – 116 pontos
19. Nova Zelândia – 112 pontos
20. Grécia – 88 pontos
21. Hungria – 77 pontos
22. Nigéria – 62 pontos
23. Alemanha – 55 pontos
24. Taipei – 52 pontos
25. Tunísia – 42,6 pontos.

Fonte: BasketBrasil

CAMPEONATO MASCULINO DA NOSSA LIGA COMEÇA NO DIA 25 DE OUTUBRO

18 equipes disputam competição que terá transmissão ao vivo da ESPN Brasil





Dezoito equipes representando sete estados e 17 municípios iniciam no dia 25 de outubro a disputa do primeiro campeonato nacional masculino da Nossa Liga de Basquetebol (NLB), entidade com o objetivo de profissionalizar e promover o basquete nacional, representada pelos ídolos do esporte Oscar Schmidt, Hortência Marcari e Magic Paula. O jogo de abertura será na arena Vô Lucato, em Limeira, a partir de 20h, e terá a equipe do Winner Limeira contra o Rio de Janeiro Telemar.

Divididas em duas conferências (Sul e Norte), as equipes disputarão pela primeira vez na história do basquete brasileiro um campeonato com regulamento, formato de disputa e tabela democraticamente definidos pelos próprios clubes. As receitas provenientes de contratos de TV e patrocínios serão repartidas entre os clubes e investidas na produção e estrutura da própria competição. O campeonato da NLB terá transmissão ao vivo da ESPN Brasil e todas as informações da competição estarão disponíveis no site oficial da entidade (www.nossaliga.com.br), que entrará no ar no dia da abertura do campeonato.

Na divisão das conferências foram levados em conta as condições geográficas, financeiras e o poderio técnico das equipes. Na Conferência Sul estão Corinthians (RS), Ulbra-Mogi Basketball (RS), Maringá Basquete (PR), Keltek São José dos Pinhais (PR), Uniara Araraquara (SP), A Hebraica (SP), AD Guarujá (SP), SERC Santa Maria ? São Caetano (SP) e Esportiva Sanjoanense (SP). Na Conferência Norte estão Paysandu SC (PA), CBT - Teresinense (PI), Saldanha da Gama (ES), Cetaf (ES), Rio de Janeiro/ Telemar (RJ), Liga Macaense (RJ), ALB/Winner Limeira (SP), Casa Branca (SP) e A.C.E. Rio Preto (SP). Estados que jamais tiveram chance de participar de um campeonato nacional de basquete, como Pará e Piauí, terão essa oportunidade pela primeira vez.

O campeonato promete bom nível técnico, pois além de contar com o atual campeão nacional, o Rio de Janeiro/Telemar, terá equipes bem classificadas no último nacional, como Uniara Araraquara e Keltek São José dos Pinhais, além de equipes tradicionais como Winner Limeira, Corinthians/RS, Ulbra, que neste ano se associou a Mogi das Cruzes, e Liga Macaense, uma das principais equipes de basquete do Rio de Janeiro.

O formato de disputa do campeonato mescla o sistema da NBA com um modelo já adotado no campeonato italiano. Na primeira fase, as equipes se enfrentam dentro das próprias conferências em turno e returno. Na segunda fase, as equipes classificadas formam quatro grupos e a disputa acontece dentro de cada grupo. Os oito melhores da segunda fase já estarão nos playoffs, enquanto uma repescagem dará a oportunidade de mais quatro equipes se classificar para a fase final. O objetivo é que cada equipe jogue pelo menos 20 vezes no campeonato, motivando os jogadores e oferecendo mais retorno aos patrocinadores, e que todos os clubes, mesmo os com menores condições técnicas, tenham motivação e metas durante toda a competição. Estarão em disputa cinco troféus: o de campeão de cada conferência, o de campeão da repescagem (torneio de verão), o da Copa NLB e o de campeão da Nossa Liga de Basquetebol 2005/2006.

Regulamento

O regulamento da Nossa Liga de Basquetebol também apresenta novidades. Nos últimos dois minutos das partidas, cada equipe poderá solicitar até dois tempos extras de 30 segundos cada. Assim como na NBA, esses pedidos também poderão ser feitos por atletas com a posse de bola.

Outra novidade é que as equipes poderão contratar jogadores dos times rivais, que estiverem no campeonato na NLB, desde que o atleta não tenha jogado mais de seis partidas pela equipe de origem. Cada equipe poderá contar com até três atletas estrangeiros.

A Nossa Liga de Basquetebol (NLB)

A Nossa Liga de Basquetebol (NLB), entidade representada pelos ídolos do esporte Oscar Schmidt, Hortência Marcari e Magic Paula, nasceu em março de 2005 com o intuito de profissionalizar e promover o basquete nacional. Com 39 clubes associados, que representam 35 cidades e 11 estados, a entidade tem como objetivo mudar o atual cenário do basquete brasileiro, marcado pela desorganização dos campeonatos, ausência de ídolos, desestímulo dos jogadores, pouco dinheiro para os clubes e desinteresse do público.

Dirigentes

Oscar Schmidt ? Presidente

Reconhecido como um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, Oscar Schmidt é uma verdadeira lenda. Campeão Pan-americano em 1987, numa final inesquecível contra os EUA, em Indianápolis, o ?Mão-santa?, conquistou ainda mais de 50 títulos pela seleção brasileira e clubes por onde passou. Em 1998, entrou para o livro do hall of fame como um dos 100 melhores jogadores da história do basquete mundial. Desde 2004, Oscar é manager do Rio de Janeiro Telemar, equipe campeã carioca e brasileira em 2005. Oscar foi o idealizador da Nossa Liga de Basquetebol, com o intuito de profissionalizar o basquete brasileiro.

Paula Gonçalves (Magic Paula) - Vice Presidente de Competições Femininas

Conhecida nas quadras como ?Magic Paula? por causa de suas assistências espetaculares e arremessos certeiros, Paula foi uma das melhores jogadoras da história do basquete brasileiro. Ao lado de Hortência, comandou a geração mais vitoriosa da história do esporte, conquistando os títulos mundial, em 1994, pan-americano, em 1991, a primeira medalha olímpica, em 1996, entre outros feitos. Atualmente, Paula administra o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, da Prefeitura do Município de São Paulo, gerenciando 725 atletas em 10 modalidades esportivas, 43 técnicos e 81 funcionários. Na Nossa Liga de Basquetebol, Paula tem a missão de coordenar as competições femininas.

Hortência Marcari - Vice Presidente de Marketing Feminino

Uma craque nas quadras e no marketing, assim podemos definir Hortência Marcari. Conhecida como a Rainha do basquete, é a única brasileira com o nome inscrito no Hall da Fama, em Springfield (EUA). Com 1,74m enfrentava as gigantes do basquete com a mesma garra que encara o seu cargo agora na Nossa Liga de Basquetebol. Hortência conquistou os maiores títulos da história do basquete brasileiro. Foi campeã mundial na Austrália, campeã pan-americana em Cuba, desafiando o próprio ditador cubano Fidel Castro, vice-campeã olímpica em Atlanta, além de conquistar vários sul-americanos. Hoje, a jogadora divide seu tempo entre palestras de basquete, onde passa sua experiência vencedora, o comando de uma empresa de marketing esportivo e a vice-presidência de marketing do feminino da Nossa Liga de Basquetebol.


Janeth Arcain ? Conselheira

Uma das jogadoras mais vencedoras da história do basquetebol brasileiro, Janeth conquistou duas medalhas olímpicas pela Seleção Brasileira, em 1996 (prata) e 2000 (bronze). Campeã mundial, pan-americana e sul-americana, Janeth foi a primeira jogadora brasileira a atuar pela WNBA, versão feminina da NBA, e conquistou quatro títulos pela equipe do Houston Comets. Janeth também possui uma marca pessoal importante: é a cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 535 pontos em 29 jogos disputados, marca obtida na Olimpíada de Atenas, em 2004. Apesar de ainda estar em atividade, Janeth já demonstra sua visão empreendedora montando uma equipe própria de basquetebol feminino. A atleta é uma das principais incentivadoras da Nossa Liga de Basquetebol.

José Medalha - Diretor Executivo

Professor titular da Universidade de São Paulo (USP), José Medalha é formado em educação física com especialização como técnico de basquetebol pela USP e possui mestrado em treinamento e doutorado em administração esportiva pela Indiana University (EUA). Iniciou a carreira como técnico de basquete em 1967 e, desde então, já treinou vários clubes no Brasil e exterior, além da Seleção Brasileira. Participou de três Olimpíadas, dois mundiais, três pan-americanos (assistente técnico em 1987 em Indianápolis), quatro Sul-americanos e inúmeros torneios internacionais. É profundo conhecedor da estrutura da NBA, FIBA, Ministério do Esporte, federações, ligas e clubes do Brasil e da América do Sul.
MATO GROSSO DO SUL GANHA TÍTULO DO BRASILEIRO JUVENIL FEMININO GRUPO 3

Rondonópolis / Mato Grosso – A seleção de Mato Grosso do Sul venceu o Rio Grande do Sul por 62 a 43 e conquistou o título invicto do 29º Campeonato Brasileiro Juvenil Feminino – 1ª Divisão / Grupo 3, disputado em Rondonópolis (Mato Grosso). Na disputa da medalha de bronze, Mato Grosso ganhou de Goiás por 72 a 64.

BRASILEIRO JUVENIL FEMININO – Região Centro-Sul
Grupo “A”: Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais
Grupo “B”: Distrito Federal, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia

1ª Rodada – Terça-feira (dia 27)
Goiás 94 x 86 Minas Gerais, Rio Grande do Sul 70 x 29 Rondônia e Mato Grosso 66 x 59 Distrito Federal

2ª Rodada – Quarta-feira (dia 28)
Distrito Federal 34 x 82 Rio Grande do Sul, Minas Gerais 58 x 81 Mato Grosso do Sul e Rondônia 44 x 83 Mato Grosso

3ª Rodada – Quinta-feira (dia 29)
Mato Grosso do Sul 72 x 42 Goiás, Distrito Federal 66 x 55 Rondônia e Mato Grosso 61 x 62 Rio Grande do Sul

Sexta-feira (dia 30)
Disputa do 5º ao 7º lugar
Rondônia 45 x 70 Minas Gerais
Fase Semifinal
Goiás 40 x 62 Rio Grande do Sul e Mato Grosso 57 x 76 Mato Grosso do Sul

Rodada Final – Sábado (dia 1/10)
Disputa de 5º e 6º lugar – Minas Gerais 57 x 76 Distrito Federal
Disputa de 3º e 4º lugar – Goiás 64 x 72 Mato Grosso
Disputa de 1º e 2º lugar – Rio Grande do Sul 43 x 62 Mato Grosso do Sul

Classificação Final
1º- Mato Grosso do Sul
2º- Rio Grande do Sul
3º- Mato Grosso
4º- Goiás
5º- Distrito Federal
6º- Minas Gerais
Nossa Liga à italiana

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - Foram seis meses de gestação até que, finalmente, a Nossa Liga de Basquete (NLB) saísse do papel e tomasse forma. Nesta terça-feira, seu presidente Oscar Schmidt e as diretoras Paula e Hortência fizeram o lançamento oficial da primeira edição do torneio. O Nacional da NLB começa dia 25 de outubro com um toque italiano, isso porque o regulamento da competição foi inspirado na Lega Basket com um toque de NBA.
'Montamos o que acreditamos ser a solução do basquete mundial', afirmou Oscar. 'Nosso objetivo é tentar de todos os meios resgatar o melhor do basquete. Esse é um ano diferente, um ano histórico', completa com o eco de Paula. 'Esperamos conquistar aquilo que a gente sempre quis, dar retorno para quem faz (o basquete), para os clubes'.

O formato de disputa do torneio não é lá dos mais simples, e mesmo entre os participantes alguns não guardavam a fórmula pronta de cabeça, mas garante a todos os 18 clubes uma boa exposição, já que há várias disputas paralelas que mantém os times em atividade até bem próximo do playoff final.

A exemplo da liga norte-americana, os clubes estarão divididos em duas conferências: Sul e Norte que se enfrentam em turno e returno na primeira fase. Oito times de cada conferência seguem para a segunda fase, sendo que os últimos colocados disputam uma repescagem, denominada Torneio de Verão.

A partir daí, a coisa fica um pouco mais complexa. Na segunda fase, os times são divididos em quatro grupos. Os primeiros colocados seguem direto para o playoff final e os dois últimos de cada grupo vão para a repescagem. Aí, tem início os playoffs.

O playoff A reúne os vice-líderes da segunda fase, mais os quatro melhores colocados da repescagem. Os quatro melhores desta etapa vão para o playoff final. Mas o que os quatro times mais bem colocados da segunda fase fazem enquanto aguardam a definição de seus adversários na luta pelo título geral? Disputam a Copa NLB.

Com esse formato, o Nacional pode chegar a ter 263 jogos em sete meses de duração. Isso porque há dois playoffs em melhor-de-cinco e o final em melhor-de-sete confrontos. No geral, há cinco títulos em jogo: campeão de conferência, campeão da repescagem, da Copa e do nacional.

A Liga analisou seis formatos antes de chegar ao regulamento final. 'Esta foi a fórmula que pareceu mais interessante até financeiramente', garante o técnico do Cetaf, Luiz Felipe Azevedo. Para o presidente do Corinthians/RS, Carlos Roberto Gruendling, outro atrativo são as várias oportunidades de classificação ao playoff final.

Criada no início do ano como um movimento de reação ao modelo administrativo do basquete no país, a Nossa Liga chegou a reunir 44 filiados. Hoje, 38 equipes participam do projeto, sendo que dois pagaram (R$ 10 mil) pelo valor da franquia por terem entrado depois.

Nesse semestre de criação, muita coisa aconteceu nos bastidores para tentar inviabilizar a iniciativa. O último movimento, foi a exigência feita pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) aos participantes de seu campeonato, que se comprometessem em só disputar o seu Nacional. Apesar disso, Oscar acredita que a proposta da Liga não está ameaçada. 'Estamos mais em pé que nunca'.

Hortência destaca que o movimento mais importante já foi feito. 'A Nossa Liga fez o bem para o basquete. Mesmo antes dela começar a gente vê que o basquete já mudou. Vejo com a Nossa Liga uma rivalidade como tinha entre eu e Paula quando jogávamos. Era boa, fez cada uma de nós crescer. Espero que faça isso, como já está fazendo outras competições crescerem. Nós somos do bem e temos uma coisa em comum, fazer o bem para o basquete'.

Com a definição do formato do torneio - que terá seus jogos realizados em datas não coincidentes com outros torneios, promete Oscar -, e o acerto de transmissão com a ESPN Brasil, a NLB parte agora para um novo desafio: garantir patrocínio para sua competição.


Patrocínio é próximo desafio da NLB

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - Competição definida, transmissão garantida, a Nossa Liga de Basquete (NLB) volta sua atenção agora para uma nova meta: atrair patrocinadores. Reunindo 18 equipes, mas com o desfalque de última hora de alguns times importantes, o torneio é uma alternativa ao organizado pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB), que começa dia 11 de dezembro e tem 27 clubes com interesse confirmado.
Desde o início da Liga, a Traffic, responsável por seu marketing, afirmou que a busca por patrocínio só poderia ser feita após a definição do torneio. A entrada de um, ou mais, bom patrocinador é a esperança da NLB de poder incluir premiações financeiras para seus competidores.

'Se conseguirem será fantástico', entusiasma-se o presidente Oscar Schmidt. 'Oxalá isso aconteça. Só agora vamos poder fazer a busca por patrocinador'.

Os projetos da Liga incluem ainda um futuro torneio de segunda divisão, que chegou a ser cogitado no início, mas acabou sendo colocado em espera.


Feminino programa torneio com seis equipes

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - Se o torneio masculino da Nossa Liga de Basquetebol (NLB) começa em outubro, a versão feminina da competição tem início programado para a segunda quinzena de novembro e vai reunir seis equipes. Nesta terça-feira, a ex-jogadora Paula, diretora do departamento feminino da Liga, confirmou o torneio com a participação de Piracicaba, São José do Rio Preto, São Bernardo do Campo, Maringá, Pindamonhangaba e Niterói. Os dois últimos na condição de temporários, porque não aderiram à NLB no prazo de filiação.
Os times serão divididos em dois grupos, que jogam entre si em sistema de turno e returno. 'Vamos fazer circuitos em cada chave por cidades e ter um playoff final em melhor-de-cinco', explica a dirigente, para quem o número de equipes participantes não desanima.

'Não sei se a gente pode dizer que são poucas. Chegamos a ter nove, mas cada um com seu problema', diz, compreensiva com a postura das equipes que desistiram da participação. 'Toda mudança gera expectativa e receios. A situação do femininino é bem diferente do masculino. Hoje, nós temos mais de 20 atletas jogando fora do país e outras no universitário dos Estados Unidos. Mas, a partir do momento que o bloco tá na rua, as coisas podem acontecer'.

Para a jogadora, o fundamental é 'não criar falsos campeonatos nacionais'. Sua principal preocupação é que a iniciativa da Liga seja encarada como um projeto a longo prazo. 'O esporte é muito imediatista, o importante é que esse é um projeto benéfico a médio e longo prazo'.

Uma amostra do que as equipes femininas estão preparando para esta temporada será apresentado na preliminar da rodada de abertura do torneio masculino, dia 25. Os clubes vão formar dois times mistos para se enfrentar em amistoso.

A última edição do Campeonato Nacional da CBB reuniu oito equipes, sendo seis paulistas.


Fonte: Gazeta Esportiva

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

ALESSANDRA É VICE-CAMPEÃ DO TORNEIO INTERNACIONAL DE BASQUETE DE IBIZA


O Ros Casares Valencia, da pivô Alessandra Oliveira, venceu o Euroleasing
Sopron, da Hungria, por 77 a 74 neste domingo (2 de outubro) e ficou com o
título de vice-campeão do 4º Torneio Internacional de Ibiza, competição que
faz parte da pré-temporada do basquete espanhol. O quadrangular, que também
contou com a participação do Puig d’En Valls (Espanha) e do Delta Kosice
(Eslováquia), foi realizado no ginásio Santa Eulària, em Ibiza, de 30 de
setembro a 2 de outubro.

Alessandra marcou 13 pontos e foi um dos destaques dos Ros Casares Valencia
na partida contra o Euroleasing Sopron. No outro confronto deste domingo (2
de outubro), o Puig d’En Valls, clube anfitrião do Torneio Internacional de
Ibiza, bateu o Delta Kosice e conquistou o título de campeão da competição.

Na sexta-feira (30 de setembro), o Ros Casares Valencia derrotou o Delta
Kosice por 59 a 51. Alessandra fez um double-double, com 15 pontos e dez
rebotes, e foi uma das cestinhas do seu time na partida, junto com Lara
Mandic (16 pontos).

No sábado (1º de outubro), o Ros Casares Valencia sofreu a sua única derrota
em seis jogos na pré-temporada do basquete espanhol de 2005. A equipe perdeu
para o Puig d’En Valls por 80 a 76. Alessandra marcou sete pontos.

Campeã da Liga Valenciana Feminina de Basquete na última terça-feira (27 de
setembro) e vice-campeã do Torneio Internacional de Ibiza, Alessandra está
em fase de preparação para disputar o Campeonato Espanhol de Basquete e a
Euroliga na sua primeira temporada na Espanha. O time da pivô brasileira
estréia no Campeonato Espanhol no próximo sábado (8 de outubro), enfrentando
o Puig d’En Valls em casa, no ginásio Fuente de San Luis.

A Euroliga, uma das mais importantes competições do basquete europeu, começa
no dia 26 de outubro. O Ros Casares Valencia está no Grupo A, junto com o
Dexia Namur, da Bélgica, o USO Mondeville Basket, da França, o Mizo-Pecs, da
Hungria, o USK Praha, da República Tcheca, e o BC Volgaburmash, da Rússia.


domingo, 2 de outubro de 2005

Ourinhos se prepara para disputar o título de Mundial de Clubes

Na próxima sexta-feira, quando estiver decolando, às 21h55, do aeroporto internacional de Guarulhos, com destino à Sâmara, na Rússia, a equipe de basquete feminino de Ourinhos estará escrevendo seu nome na história do esporte. Entre os dias 11 e 16 o time ourinhense estará representando não apenas sua cidade, mas o Brasil, na mais importante competição do basquete internacional, da qual vão participar somente campeões de oito países que além de terem vencido o campeonato nacional de suas respectivas localidades, ainda tiveram que passar por uma seletiva. No caso de Ourinhos, a seletiva foi realizada em Cuba, com a equipe ourinhense sagrando-se campeã invicta. Portanto, independentemente do resultado, a participação nessa disputa já é uma vitória, tal o nível técnico dos adversários. O Mundial de Clubes (2º Fiba Women's World League 2005) reúne as seguintes equipes: Dynamo Moscow, da Rússia; Coréia NWB, Seul; Ourinhos; Basketball Club Habana, de Cuba; VBM-Sgau, Samara, da Rússia; CBA Beijing PR, da China; USA Selected Team, Estados Unidos, e Dandenong Jayco Rangers, Melbourne, da Austrália. As equipes estão divididas em duas chaves, o ganhador de cada uma delas disputará o título de campeã. No grupo de Ourinhos estão a Austrália, Samara e China. Na outra chave estão Dynamo Moscow, Cuba, Estados Unidos e Coréia.

A delegação ourinhense é formada pelas 11 jogadoras, pelo técnico Antônio Carlos Vendramini; a auxiliar técnica Fernanda Regina Xineider, e pelo diretor do Centro Esportivo Antônio Alves Passos. Cada equipe participante também levará um árbitro de basquete. O representante brasileiro será Marquinhos Ferreira. As passagens são custeadas pela Fiba (Federação Internacional de Basquete) e as despesas da estadia das equipes serão pagas pela Federação Russa de Basquete.

Fonte: Jornal da Divisa

Basquete joga em meio a possível desmanche

Cinco atletas podem deixar equipe; de acordo com o técnico Édson Ferreto, futuro do time para o ano que vem permanece incerto

Apesar da boa fase que o time de basquete feminino do Jesus Adolescente/Catanduva passa dentro das quadras, fora dela, a situação segue indefinida. Esta semana, um comentário nos bastidores da equipe pode por fim a grande parte do projeto de recuperação do basquete profissional de Catanduva.
O Goiânia, time de Goiás que disputará o Nacional pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB), fez propostas para cinco jogadoras titulares do Jesus Adolescente/Catanduva. Na semana passada, Feda e Ana Lúcia foram os alvos dos dirigentes goianos. Agora, Natália, Cléia e Roberta são as favoritas a deixar a equipe.
O técnico Édson Ferreto lamentou. “Infelizmente, não temos estrutura suficiente para manter uma equipe profissional. Além da falta de patrocínio, sofremos com a falta de algum tipo de ajuda”.

Jogo

Apesar de simbólico, o time de basquete feminino do Jesus Adolescente/Catanduva busca hoje o título de melhor equipe do primeiro turno do Campeonato Paulista da Série A-2 contra o Santos, às 17h30, no Ginásio do Gaviolli.
O jogo decisivo coloca frente a frente as duas equipes com os melhores desempenhos até o momento. O time de Catanduva é a única invicta da competição, com seis vitórias consecutivas. Santos perdeu apenas uma e é vice-líder da competição.
O técnico Édson Ferreto poderá contar com todas as jogadoras no jogo de hoje. O time não sofre com problemas de contusão.

Futuro

Ferreto teme quanto a continuidade da equipe para o ano que vêm. “Se continuarmos sem nenhum apoio, infelizmente vamos ter de encerrar o time no ano que vêm”, frisou. O dirigente municipal responsável pelo basquete, Edeval ‘Curitiba’ Correa, confirmou as propostas pelas jogadoras. “Se for melhor para a carreira delas, não tenho como segurar”, argumentou.

Rodada

Hoje, jogam também Suzano x Taubaté. Amanhã, às 11 horas, Barretos contra Santos e Finasa/Osasco x Uniara (Araquara).


Fonte: Notícia da Manhã
Flávia estréia com 29 pontos no Viterbo

Estreando na temporada italiana, a pivô Flávia de Souza foi a cestinha da vitória do Viterbo sobre o Bolzano (95-73).

Flávia fez 29 pontos e pegou 7 rebotes, em 27 minutos.


Brasileiras estréiam na Segunda Divisão Espanhola

A bola já sobe na Liga Espanhola 2.

O Rivas, favorito mais uma vez, bateu o Verona (102-89). Silvinha teve 21 pontos e 7 assistências. Adriana Santos, 14 pontos e 3 assistências.

Mariana Santos estreou bem no Ourense (18 pontos e 5 assistências). Mas o time perdeu para o Córdoba (67-65).
Na França...

No Torneio de Abertura da Liga Francesa, o Montpellier, de Claudinha perdeu por 78 a 73 para o Mondeville.

A brasileira teve 7 pontos.
Pré-Temporada Espanhola

Em preparação para a Liga, o Ros Casares, de Alessandra, ficou com a prata no Torneio internacional de Ibiza. Perdeu para o espanhol Puig (80X76, com 7 pontos da pivô - poupada) e após bateu o húngaro Sopron (77 a 74, com 13 pontos da brasileira).

O Salamanca, de Kátia Denise, segue invicto na pré-temporada. Bateu o Yaya-Maria por 88X57 encerrando os jogos preparatórios. A brasileira teve 9 pontos.
TIME DE CÍNTIA TUIÚ SOFRE DERROTA EM ESTRÉIA NO CAMPEONATO ITALIANO DE BASQUETE


O Coconuda Maddaloni surpreendeu e venceu o favorito Famila Schio, da pivô
Cíntia Tuiú, por 73 a 50 (43 a 22) na rodada de estréia da 75ª edição do
Campeonato Italiano de Basquete. O confronto aconteceu neste sábado (1º de
outubro) no ginásio PalaMazzola, em Taranto.

Campeã italiana de basquete em 2004/2005, atual campeã da Copa Itália e
atual campeã da Supercopa Italiana, Cíntia Tuiú marcou cinco pontos, pegou
dois rebotes, fez duas assistências e roubou uma bola em 15 minutos em
quadra na partida deste sábado (1º de outubro). Essa é a segunda temporada
da pivô brasileira pelo Famila Schio.

Contundida, Mamá, não estreou no Maddaloni.

O Faenza, de Adrianinha e Grazi começou com vitória, batendo o Ribera por 73 a 63. Graziane Coelho teve 14 pontos, 4 rebotes e 1 assistência. Adrianinha, 10 pontos, 9 rebotes, 5 recuperações e 3 assistências.

A primeira rodada do turno da fase de classificação do Campeonato Italiano
de Basquete continua neste domingo (2 de outubro) com mais cinco jogos no
ginásio PalaMazzola, em Taranto: Acetum Cavezzo x Centro Sport Palladio
Vicenza, Terra Sarda Alghero x Stem Marine Parma, Profexional Bolzano x
Gescom Viterbo, Pasta Ambra Taranto x TermoCarispe La Spezia e Phard Napoli
x Umana Reyer Venezia.

75º CAMPEONATO ITALIANO DE BASQUETE

FASE DE QUALIFICAÇÃO
TURNO: de 01 e 02/10/2005 a 04/01/2006
RETURNO: de 08/01/2006 a 05/04/2006

TURNO – 1ª RODADA
(Ginásio PalaMazzola – Taranto)

01/10/2005
Germano Zama Faenza 73 x 63 Ares Ribera
Pool Comense 76 x 68 Acer Priolo
Coconuda Maddaloni 73 x 50 Famila Schio

02/10/2005
07h00 – Acetum Cavezzo x Centro Sport Palladio Vicenza
09h30 – Terra Sarda Alghero x Stem Marine Parma
11h30 – Profexional Bolzano x Gescom Viterbo
13h30 – Pasta Ambra Taranto x TermoCarispe La Spezia
15h30 – Phard Napoli x Umana Reyer Venezia

sábado, 1 de outubro de 2005

Reforços em Santos

Chegaram em Santos a armadora Veneza e a pivô Mainha para reforçar a equipe nas principais competições. As duas se juntaram à equipe esta semana e já começaram os treinamentos físico e específico.

Veneza Caroline Andrade Laé, é natural de Piracicaba, tem 24 anos, joga como armadora e já atuou em equipes como BCN Unimep, em Piracicaba, BCN Osasco, Carapicuíba e Guarulhos, coleciona vários títulos em Campeonatos Paulista, Jogos Regionais e Abertos, títulos internacionais como campeã sul-americana na Bolívia e no Chile na categoria infanto-juvenil e 6º lugar no Mundial Juvenil na Rússia, pela Seleção Brasileira. Chega em Santos depois de 3 temporadas na Espanha, onde disputou, desde 2002, a Liga Femenina 2 Española, tendo sido considerada , por 2 vezes, a melhor jogadora em assistência.

Natural de Recife, onde iniciou no basquete, Janaína Tenório de Albuquerque, a Mainha, tem 33 anos e já passou pelas equipes de São José do Rio Preto, Avaré, Ourinhos, Florianópolis, Universo/MG, Botafogo, Sport Clube Recife e Marília/Cristo Rei, além de equipes do Equador (Clube Deportivo U.T.E, onde foi bi-campeã equatoriana estadual e bi-campeã na liga equatoriana), Portugal (Nacional) e Ano Liosia (Grécia). Possui título de campeã Paulista A2 por Marilia, em 2003, quando foi considerada a melhor jogadora da competição. Jogou ano passado em Ribeirão Preto, ajudando a equipe a conquistar o vice-campeonato da Série Especial.

Taty, 20 anos, chegou há 1 mês em Santos e é pivô. Passou pelas equipes de Bauru conquistando títulos nos Jogos Regionais e Guarulhos, onde foi campeã dos Jogos Abertos e Campeã Brasileira em 2003.

PAULISTA A-2

Amanhã a equipe viaja para Catanduva, onde joga Sábado, às 17h. De lá, vão direto para Barretos para o último jogo do 1º turno do Campeonato, domingo, às 11h.


Fonte: Basquete Feminino de Santos